Titia Boqueteira

    Fui passar uns dias na casa da minha tia uma coroa bem gostosa, que se vestia sempre muito bem e tb sempre maquiada até pra ficar tomando sol na piscina da casa dela ela se arrumava muito bem, e foi numa dessas que tá eu e ela tomando sol e ela implicando comigo porque eu não gostava se usar sunga e fiquei tomando sol de bermudão mesmo. Eu ficava só de olho nela com um biquini pequeno

Cintia a Bela infiel sodomizada

Me chamo Cínthia, ou mais popular, Cintia. Sou casada, 41 anos , temos um casal de gemeos de 19 aninhos, Talita e Junior. Meu marido Tadeu tem 48 anos, presidente de uma das empresas do nosso complexo industrial. Enfim, somos riquíssimos. Nunca amei Tadeu. Seu sócio, Rafer tem sido meu dono por quase vinte anos. Eu o amo e sou retribuída. Rafer abusa e me usa de todas as formas e maneiras, sem nunca ser brutal ou porcalhão. Ele faz isso na esperança de não ser totalmente dependente de meu domínio masoquista para com ele. Sempre fui a cópia fiel da modelo Mari Alexandre. Me tornei tão charmosa quanto ela graças a Rafer, que me sugeriu e educou meu comportamento na vida social. Rafer não me disvirginou a xaninha, quanto ao resto ele foi o pioneiro, o explorador meu único macho!!Eu estava com 21 aninhos quando Rafer conseguiu encostar sua pelvis em minhas nádegas com seu pauzão sugado pelo meu cuzinho!! Eu delirava de surpresa, espanto, luxuria, de felicidade!! Eu alcançava extasis e mais extasis com o anel de meu anus na roçassão vai e vem do pau de Rafer!! Minha defloração anal ocorreu num modesto quarto de hotel em Buenos Aires. No dia anterior eu tinha descoberto que estava grávida e que meu marido Tadeu estava tendo um caso com minha cunhada Elena. Encurtando uma longa história, Rafer deixou de ir à reunião dos excutivos para ficar comigo e me consolar, porque aquela altura todos já sabiam do meu drama. Eu já era apaixonada pelo Rafer desde antes de casar!! Sua discreção, mas a firmeza em suas atitudes, além daquele sorriso e olhares docemente diabólicos, me derretiam toda!!Assim, bastou que minha carencia se transmitisse em meus hormonios para que Rafer me possuisse completamente. Foi neste dia que pela primeira vez saboreei esperma humano, fui divinamente saboreada pela boca e tortuante língua de Rafer em minha xotinha e cuzinho!! Meu instinto de ser uma femea completa me urgia em ter todos meus oríficos enchidos, atolados, dilatados, inchados pela rolona de Rafer!! Então, quando a sinuosa língua de Rafer se abatelou quase dois centimetros dentro de meu cuzinho, eu suplicantemente ordenei que ele me enrabasse!! O estado bestial de Rafer em me linguar o cuzinho, fazia com que ele não abandonasse sua posição. Foi preciso eu puxar-lhe pelos cabelos e esbofeteá-lo ordenando que me enrabasse já!! Com o tapa, Rafer voltou a lucideze me agarrando pela nunca me deu um beijo, não, o beijo!! Molhado, suculento, chupante!! Saliva escorria pelos cantos de nossas bocas!! Meus tornozelos apoiavam-se nos ombros de Rafer. Com sua enorme mão esquerda ele segurou meus dois pulsos, levantando meus braços e segurando-os acima de minha cabeça. Com a mão direita fechada em torno de quase metade de sua coluna de muscúlo, ele saboreava com a glande, como se fosse sua língua, esfregando-a em redor do meu anelzinho rosado, fazendo com que eu me contorcesse toda, implorando pela penetração, enquanto minhas preguinhas inchavam como se estivessem levando choques elétricos cada vez que a cabeçorra passava nelas!! Suor, cuspe e saliva, mais fluídos de nós dois, tudo corria para a entrade de meu anus. Não sei se Rafer pressentiu o acumulo desses líquidos entre sua rola e meu cuzinho, pois foi aí que ele começou a abrir um novo portal de prazer em meu corpo!! Até eu me acostumar com a passagem da glande arroxeada pelo meu anelzinho, eu urrei muito e me mexia bastante. Era uma sensação de entupimento ao mesmo tempo que infinitas cocégas percorriam ao redor de meu cú cada milimetro que a rola de Rafer me invadia! Foi necessário que Rafer largasse sua rolona, já com quase toda cabeçorra dentro de meu cuzinho, e me desse um tapa!! O estalo me assustou, mas a quentura de sua mão deixada em minha face, me acompanhou por todo o processo do infinito gozo que eu estava prestes a sentir!! Relaxei e comecei a gozar-me toda!! Então meus olhos em penumbra viram a tristeza nos olhos de Rafer me implorando perdão por ter me espancado ao mesmo tempo em que parte do comprimento de sua rola penetrava no paraiso do meu cuzinho fazendo eu perder a respiração por uns segundos! Quando relaxei novamente a pelvis de Rafer beijou a entrada do meu anus como uma boca louca!! Ele largou meus pulsos e trouxe minha cabeça para perto para me dar outro daqueles beijos com sua língua toda em minha boca em uníssimo com todo seu imenso penis entrado em meu cuzinho guloso!! Minhas pernas agora enlaçavam os quadris de Rafer aprisionando-o e puxando para mais dentro de mim!! Seu baixo ventre se esfregava em toda extensão física e neurológica de minha xaninha!! Nossos fluídos se misturavam em abundancia fazendo nossos corpos funcionarem como engrenagens de uma máquina em perfeita harmonia mas de uma potencia avassaladora, devido aos embates de ambos nossos quadrís!! Meu apetite por agasalhar a rolona de Rafer em meu cuzinho era insaciável!! Minha entrega, meus desejos, meus gozos dominavam Rafer!! Ambos nos tornamos ciente disso!! Eu engulia Rafer, deixava-o se livrar por segundos e o sugava deslizante para dentro de mim novamente!! Rafer não tinha mais controle se por acaso quizesse parar com tudo. Ele iria continuar a me invadir o cuzinho sempre e sempre!! Rafer sabia que teria liberdades esporádicas… só quando gozasse!! Rafer tinha a expressão dos rendidos em sua mascúla face. Doce e suprema rendição!! Eu via e sentia tudo isso rebolando, beijando-o, pedindo por mais, não querendo desencostar meu anus de sua pelvis!! Rafer respondia que me amava, que eu era sua amada boqueteira, que meu cuzinho era dono do seu pau e me beijava e beijava!! De repente eu me lembrei de Tadeu, meu marido!! Agora estava eu alí com o cuzinho atoxado pela rola de seu sócio, seu melhor amigo e nosso padrinho de casamento!! Me comendo com todo vigor que um verdadeiro macho sabe fazer em uma femea esfomeada!! Meu Deus, como Tadeu foi babaca!! Nunca viu a besta-femea que eu era!! Gozei. Gozei apertando meu esfínceter em volta do penis de Rafer como se fosse um anel de puro extase e prazer!! E o toque de elegancia de meu estrondoso gozo foi a imagem que eu tive de Tadeu me abraçando por trás, com as mãos levantando meu torso e minha bem torneada bundona, oferecendo meu anelzinho rosado prá pica de Rafer!!(continua)

Safadeza no ensino medio – metendo meu primeiro chifre

Meu nome é Tatiana mas todos me chamam de Tati, tenho 25 anos 1,65 de altura faço o tipo gordelicia, sou casada a 2 anos e tenho um filho de 2 anos e meio, moro em uma pequena cidade no interior do Amazonas mas o conto inteiro se passa em Manaus capital do estado.Tudo começou 9 anos atrás quando eu estava no ensino médio, fui da minha cidade para capital com 16 anos, era uma escola que abrangia alunos de 2 bairros então muitos se conheciam desde criança, então sabia que seria difícil me enturmar pois apesar de não ser tímida toda mudança é difícil. No meu primeiro dia fiz amizade com uma garota que também era do interior mas já estava na cidade a 2 anos, ela morava perto de mim, combinamos de sempre ir e voltar juntas, no terceiro dia ela me disse q iria esperar um rapaz na qual ela estava ficando e ele estava jogando bola, esperei junto com ela e fiquei observando um rapaz jogando, foi a primeira vez que vi o Bruno 18 anos me interessei logo de cara, eu já havia namorado já chupava pica desde os 11 e já havia ate perdido o cabaço mas não foi muito legal, perguntei a minha amiga se ela o conhecia e ela disse q sim e deu uma breve descrição dele “ garoto que se acha demais “, então soube que ele era o o herói da escola pois um ano a escola havia ganho um torneio de escolas e ele foi o herói da conquista sendo o artilheiro do torneio, passei a observa lo na escola, vivia rodeado de garotas sempre estava com uma diferente, com o tempo desencanei dele conheci um outro rapaz chamado Erick e começamos a namorar, Erick apesar de não saber jogar bola insistia em jogar em toda hora do recreio e seu time sempre perdia normalmente para o time do Bruno, um dia durante um jogo Bruno reclamou de uma entrada de Erick e os dois começaram a discutir, Erick empurrou Bruno que revidou com um soco que abriu os lábios do meu namorado, foram os dois pra diretoria mas ficou por isso mesmo, Bruno era o queridinho da escola . Fiquei muito irritada, e na saída da escola encontrei Bruno esperando um taxi, foi o meu primeiro dialogo com eleT – ei garoto você se acha demais sabia, quem vc pensa que e pra bater assim nas pessoas?B – eu so me defendi seu namorado que sempre joga irritado, da nisso T – eu sei disso mas não precisava do soco.B – tudo bem peço desculpas a você e a seu namorado, mas ali na hora do jogo a cabeça esquenta, mas eu sou completamente da paz e do amor ( deu uma piscadinha quando disse amor ) .T – Ok então estamos em paz, e amor so com meu namorado ( dei uma piscadinha, fui embora e ele apenas riu ) Ao chegar em casa fiquei pensativa com aquela conversa e fiquei chateada cmg msmo, pois ele havia mexido de novo cmg, naquela noite recebo um convite dele no face pensei e aceitei. Naquela noite ele mandou msgem e começamos a conversar ele pediu desculpas mais uma vez e se apresentou me falou muita coisa ate demais pra quem havia acabado de conhecer mas pra falar a verdade eu também disse muita coisa. Umas semanas depois acompanhei minha amiga em outro município pois ela ia ver o namorado jogar pela escola, a verdade e que eu já queria ir só pra ver o Bruno, mesmo ainda namorando o Erick, sabia que não ia durar muito tempo e sabia tambem que se o Bruno quisesse eu tambem iria querer. No ônibus sentei ao lado de minha amiga, mas logo ela foi ficar com o namorado e me deixou sozinha, logo o Bruno sentou ao meu lado e perguntou :B – ola, tati o erick não quis vir.T – ate queria mas tinha pouca vaga no busaoB – assim! Melhor mesmo ne podemos curtir a viagem sem estresseT – se vc diz ne Comecamos a conversar sobre namoro e sexo, logo lhe disse que não era mais virgem ele não ficou surpreso e disse q tinha cara de menina que aprontava, pedi respeito mais ri kk afinal ele tinha razão, em um certo ponto da conversa lhe confidenciei que adorava pagar boquete que fazia isso desde os 11 anos, foi o estopim pra ele começar a me tocar com mais frequência mesmo após termos mudado de assunto. Chegamos na cidade e os meninos venceram o torneio e o Bruno como sempre jogou muito e foi eleito o melhor do torneio. Voltamos todos felizes, sentamos dinovo ao lado um do outro, ele veio cochilando estava cansado, vi que estava perto e o acordei, ele se ajeitou todo sorridente mas não me disse pq. A noite antes de dormir ele me mandou a seguinte mensagem.B – sonhei com seu boquete, quem sabe um dia deixe de ser sonho rsrsNão respondi nada apenas observei e fiquei toda molhada, me masturbei muito, no outro dia na escola, briguei com o Erick pois ele soube que fui e voltei ao lado do bruno, mas não terminou cmg, sabia que não ia durar muito mais esse namoro mas deixei rolar. No fim da aula Erick não foi cmg, ainda estava chateado esperei minha amiga com seu namorado e esse trouxe o bruno com a desculpa de que ia na casa dele, HOMENS KK. Fomos conversando e os dois atrás dizendo q faríamos um ótimos casal e etc. Ele me pediu desculpas pela mensagem, disse q não era necessário pois não havia dito nada demais. Bruno disse que me deixaria mais perto e depois iria na casa do amigo, ao chegar em casa não havia ninguém minha mae so chegava a noite e meu padrasto havia viajado, o chamei pra entrar sabendo o que iria rolar, ofereci agua ele aceitou, peguei a agua e vim chupando um cubo de gelo, ele me perguntou se eu gostava de chupar, eu apenas respondiT – se for o gelo é pq to com calor, se for outra coisa senta ai no sofá que já te mostro e realizo aquele sonho (piscadinha)Guardei o copo e na volta tirei a farda ficando apenas de calça jeans e sutiã, ele me esperava apenas de cueca, vi seu corpo delicioso e pude apreciar aquela pica deliciosa ainda coberta pela cueca, ele me tascou um beijo delicioso que me tirou o folego foi o melhor beijo da minha vida ate então,nos beijamos muito e ele com toda experiência que tinha tirou meu sutiã mordeu meu pescoço desceu ate meus seios, que sempre foram grandes, chupou muito meus seios deixou marca mas eu nem ligava já estava entregue a ele. Em um determinado momento ele parou me olhou nos olhos e disse.B – abaixa e chupa safadaAquilo me excitou ainda mais, já havia feito aquilo muitas vezes, mas do jeito que ele falou com firmeza e autoridade aquilo mexeu cmg. Obedeci na hora, abaixei tirei da cueca e vi aquele pau grande grosso 21 cm um verdadeiro mastro o maior pau que eu chupei, caprichei no boquete afinal depois do boy ate sonhar não podia decepcionar. Apesar de não engolir ele todo, mamei muito engolia so a cabecinha e depois engolia o máximo que podia, mordia lambia chupava os ovos, olhava pra cima com cara de safada e ele delirando, começou a me chamar de boqueteira de vadia de safada e eu aceitando tudo e mamando cada vez mais aquele cacete, ate que ele me levantou me beijou, e foi tirando minha calca e depois minha calcinha, me mandou ficar de 4 no sofá dando um tapa na minha bunda, eu disse um simples e safado “`to indo“, eu pensei q ela já fosse meter mas ele começou a chupar minha buceta, meu primeiro namorado na escola da minha cidadezinha havia me chupado, mas não daquela forma, ele chupava gostoso demais me fazendo gemer passei a falar coisas sem sentido.T – ai que delicia garoto, AHHHH CHUPA MINHA BUCETA , CHUPA BEM GOSTOSO CARA QUE DELICIA AI CHUPA.Ele chupou por uns 10 minutos chupava colocava o dedo na minha boca dava tapinhas na minha cara mexia nos meus seios, me levou a loucura ate me fazer gozar, pela primeira vez gozei com alguém me chupando.T –AIN TO GOZANDO BRUNO, QUE DELICIA ISSO AIN KRL.Ele me disse que me fez gosar assim pois estava sem camisinha, a menos que eu não quisesse outra coisa e olhou pra minha bunda, nunca havia dado mas estava com tanto tesao que sabia que ia da, então perguntei se ele já havia comido ele me disse q sim, diante disso respondi que podíamos tentar, peguei um gelzinho que sei que minha mae tem e sei pra que serve. Voltei ele estava no sofá com o pau duro feito uma rocha se masturbando, não resisti e cai de boca naquele pau, ele começou a me xingar de tudo e eu adorando ate falar do Erick e confesso que aquilo me estranhou e me excitou ao m
esmo tempo, pois ate então nem lembrava do agora “ corninho“ tadinho dele .B – CHUPA SUA VAGABUNDA, CHUPA SUA VADIA , FAZ AQUELE OTARIO DE CORNO QUE E O QUE ELE MERECE VAI VADIA Passei a chupar com mais vontade, e ele interrompeu dizendo que ia guardar leitinho pra outro lugar, entendi o recado e perguntei como ele queria ele me disse fica de 4 no sofá e empina bem a bunda. Ele chupou minha buceta e depois meu cuzinho pela primeira vez 5 min depois ele começou a passar o gel na minha bunda e depois no meu cuzinho, ele começou a meter devagarinho com cuidado, não vou negar que doeu mas doeu bem menos que quando perdi o cabaco da bucetinha. Acho que isso vai de mulher pra mulher pois varias amigas me confessaram que já fizeram e que doeu muito e doi toda as vezes que fazem. Ele metia devagar quando a cabecinha passou ele começou a parar e a meter, parava dava tapas na minha bunda me xingava chamava o Erick de corno e ia enfiando cada vez a dor que já era pouca desapareceu eu cada vez mais excitada e maluca com aquela pica gemia cade vez mais, eu comecei a pedir pra ele meter e a entrar naquele jogo de pura putaria.T – VAI BRUNO ENFIA MAIS COME MEU CU COME KRL, COME O QUE AQUELE CORNO NUNCA VAI COMER, ME FAZ DE PUTA VAI KRL, ME BATE VAI BATE NO MEU RABOB – QUER APANHAR QUER VADIA QUER APANHA QUER T – QUERO MESMO , AI KRL BATE VAI DEIXA MARCA QUE AMANHA EU VOU DA PRO ERICK EU QUERO QUE ELE VEJA A VADIA Q EU SOU PRA VC, SE ELE TERMINAR FODA SE EU TERMINA, ENFIA NO MEU CU KRL B – VOU COMECAR A FUDERT – AI ISSO VAI FODE O CU DA TUA PUTA, VAI ENRABA A NAMORADINHA DO CORNINHO VAI QUE DELICIAEle meteu por uns 20 minutos nem preciso dizer q gosei muito nesse periodo, pedi pra cavalgar com o pau no cu, pedido atendido kikei muito naquele pau, depois ele me colocou na mesa de barriga pra cima e fudeu meu cuzinho mais um pouco ate enxer meu cu de porraB – Ahhh KRL VOU ENXER ESSE RABO DE PORRA SUA VAGABUNDAT – GOSA VAI GOSTOSO GOSA NO MEU CU B – AHHHHHHHHHHHHHHHHH!!!!!Ele gozou bem fundo bem gostoso no meu rabo , depois disso nos limpamos e nos beijamos conversamos um pouco sobre o ocorrido ele jurou silencio a todos, eu na verdade nem ligava se ele falasse. Nos vestimos e Fomos merendar e após a merenda voltei a ficar excitada e lembrei que ainda não tinha bebido leitinho aquele dia, fui bem direta comecei a beija lo e disse.T – sabe toda putinha que mete chifre no namorado bebe leitinho eu posso ?B – Logico safada abaixa e caprichaObedeci e mamei bem gstoso por 20 minutos engolia o máximo que podia ate que ele gosou, um leitinho muito delicioso engoli tudo com cara de puta LOGICO RSRS. Nos despedimos, no outro dia não tive coragem de da pro Erick pois já o olhava com outro jeito e terminei tudo e passei a ficar escondido com o Bruno, dei minha bucetinha pra ele dois dias depois ( outra hora conto ) e eu estava apaixonada não so pelo sexo mas pelo Bruno mesmo, 3 meses depois ele se declara e me pede em namoro, era a garota mais feliz do mundo namorava um cara incrível lindo inteligente passei a ser mais popular na escola era a “ namorada do bruno “ a “ primeira dama“ gostava muito disso, namoramos por 2 anos e foram 2 anos de varias transas inesquecíveis posso narrar aqui outro dia. Se alguém quiser conversar trocar experiências responda no e-mail. bjs.                                

Minha Primeira Vez Como Sub

Minha Primeira vez como SubOlá,meu nome é          tenho 17 anos, sou morena tenho o cabelo bem grande ( bate um pouco acima da bunda) seios fartos,uma bunda redondinha e cintura bem definida, vou contar como foi a minha primeira vez como submissaNamoro a 1 ano e 6 meses eu e meu namorado sempre fomos adeptos de coisas novas,sexo em lugares diferentes,objetos,fantasias etc… Só tinha uma coisa que eu não admitia,ser submissa. Não sei por quê mas eu não suportava a ideia de ficar amarrada e/ou vendada e apanhar (na minha cabeça era isso,apanhar,sentir dor e chorar kakaka) pelo simples prazer que o homem iria sentir satisfazendo seu desejo e eu lá sofrendo. Mas enfim,vamos lá…Um certo dia estávamos eu e Vinicius no meu quarto apenas deitados e conversando,quando surgiu o assunto sexo e ele disse que tinha uma proposta e que se eu aceitasse depois eu poderia fazer O QUE EU QUISESSE COM ELE.Mas é claro que eu aceitei na hora sem nem saber do que se tratava,depois que já havia aceitado fiquei perguntando a ele o que era e ele disse que eu só descobriria na hora.Marcamos então para o dia seguinte,ele chegou para me buscar às 19:00 ficou lá em casa conversando com meu pai enquanto eu terminava de arrumar,quando fiquei pronta sai do quarto e ele já estava ansioso me esperando,nos despedimos dos meus pais e saímos.Assim que entramos no carro ele me deu um beijo diferente,com um toque de pressão na segurada do cabelo…até que eu gostei Fomos então pelas ruas do meu bairro até chegar ao centro escutando uma radio de notícias,aquilo estava me deixando entediada e logo troquei de rádio e estava tocando um funk que eu gosto,então comecei a dançar sentada como eu estava com um vestido curto ele foi subindo e minhas coxas ficavam cada vem mais a mostra.Já estávamos um pouco longe do centro indo em direção a BR então percebi que estávamos indo para o Motel,quando parou em um sinal pediu que pegasse uma mochila no banco de trás do carro,peguei e lhe entreguei,ele tirou uma venda e colocou a mochila no lugar. Me entregou e disse para escutar as orientações e logo em seguida colocar a venda-A partir de agora você está sob o meu domínio,só pode fazer aquilo que eu mandar,caso contrário você será castigada. Você só fala quando eu mandar,você só goza quando eu deixar,a única coisa que você pode fazer a qualquer momento sem a minha permissão é gemer igual uma piranha,mas isso você é experiente. Ele tinha uma expressão séria uma cara de que não era brincadeira,só que eu sou muito brincalhona e disse -Ata kkkkkEle apertou a minha coxa bastante forte e disse Não te dei permissão para falar,você vai sofrer um castigo e quanto mais desobedecer minhas ordens pior seráEu fiquei em estado de choque,não queria emitir mais nenhum tipo de som, a essa altura já estava imaginando que teria que ficar amarrada,sentir dor e chorar,mas trato é trato né. Fui tirada de meu devaneio de uma forma estranha,um puxão de cabelo e um -Você tá surda piranha ? Disse para colocar a venda assim que acabasse de escutar as orientações,mais uma pra caixa do castigo.Coloquei a venda imediatamente e fiquei imaginando que já eram dois castigos,estava tentando imagina-los e só conseguia me ver apanhando de chicote e as lágrimas escorrendo pelos meus olhos.Escutei o barulho do carro desligando e tirei o meu cinto,pois presumi que havíamos chegado,quando sinto uma mão no meu rosto e um tapa na cara um tanto quanto suave e uma voz brava no meu ouvido -Este eu vou deixar passar porque essa é a sua primeira vez,mas se continuar desobecendo eu não deixo você gozar.Fiquei lá parada pensando eu não deixo você gozar quem ele tava pensando que era pra pensar que controla quando eu gozo -.-Ouvi a porta dele abrir,logo em seguida a de trás e depois a minha. Ele foi me guiando até a cama e tirou minha venda,estávamos na suíte.Ele me puxou para junto dele e me deu um beijo que durou um bom tempo,quando ele me soltou mandou eu tirar o vestido e deitar,claro que eu obedeci prontamente. Assim que eu me deitei ele veio com um par de algemas e três cordas,sem falar uma palavra algemou minhas mãos e amarrou com uma corda na cabeceira da cama e prendeu calmamente os meus pés deixando minhas pernas bem abertas.Parou ao meu lado e disse-Se você soubesse o quão eu ansiava por este momento,ter o seu corpo inteiro só para mim,fazer o que eu bem entender,eu ditando as regras.Achei que ele iria me vendar novamente mas ele disse que deixaria eu ver tudo,que assim sentiria o prazer por completo. Ele foi pegar a mochila que estava em cima de uma cadeira por ali,voltou só de cueca e com a mochila. Foi tirando as coisas de dentro e colocando ao meu lado,a primeira coisa que saiu de dentro da mochila…o chicote,já entrei em desespero e falei-Não quero que você me bata com isso amor,por favor Ele riu e disse-Agora não tem perdão sua vadia,só vou deixar você gozar quando seu corpo não tiver mais aguentando e você estiver em êxtase.Ri por dentro e pensei eu gozo na hora que eu quiser,tiver com tesao já sai…pensei que era né hahahaA primeira coisa que ele fez foi tirar meu sutiã e mexer no bico dos meus peitos até ficarem muito duros,pegou duas coisinhas e colocou em cada um e disse que eles iriam permanecer duros o tempo todo e eu sentiria prazer com aquilo,realmente era bom. Logo em seguida ele pegou o chicote,quando fiz menção que iria falar algo ele tampou a minha boca e disse-Se você falar eu vou bater,fica quietinha Ele tirou a mão da minha boca e começou a passar a ponta do chicote pelo meu tórax,descendo passando por cima da calcinha,passou nas pernas e subiu novamente.Soltou o chicote e rasgou minha calcinha,colocou a mão na minha boceta riu e disse -Então quer dizer que a piranha tá gostando de ficar amarrada ?!Pensei em responder,mas pensei bem e permaneci em silêncio hahahaEle se abaixou e começou a lamber minha virilha,e na parte de dentro das coxas. Ele sabe muito bem como me deixar doida e me fazer gozar rápido. Começou a passar a língua no meu clitoris e dar mordidas de leve,já estava gemendo e me contorcendo,ele então enfia a língua dentro do meu corpo fazendo com que o gozo se aproxime rapidamente,assim que dou o primeiro sinal que vou gozar ele para me olha e diz-Você está PROIBIDA de gozar,se você gozar agora na minha boca eu vou te bater com o chicote Se abaixou e continuou me fazendo um sexo oral como nunca havia feito,passava a língua desde o clitoris até o anus enfiava a língua aonde dava e por fim deu uma mordiscada no meu clitoris,não aguentei e gozei gemendo alto. Sabia o que me esperava,mas não pude me conter parece que ele fez de propósito só para poder me bater. Ele ainda ficou com a boca na minha boceta sugando,se levantou abriu a minha boca e cuspiu todo meu gozo na minha boca fechou e mandou eu engolir. Ficou parado me olhando e perguntou se estava gostoso Respondi que sim,que queria que ele me fodesse logo,queria sentir aquele pau na minha bucetinha logo.Ele sorriu passou a mão no meu rosto e disse,fica calma princesa estamos só começando…me lembro que alguém gozou sem a minha permissão não é mesmo ?!Ele se encaixou entre as minhas pernas começou a massagear o meu clitoris novamente e disse, quero que você goze agoraPegou o chicote com a outra mão, eu fechei os olhos pois não queria ver,passou desde o meu rosto até aonde estava sua outra mão e me deu uma chicotada entre os seios,levantei as costas da cama e fiquei ofegante,de repente outra um pouco mais pra baixo levanto novamente o corpo e começo a tremer,aquela sensação tão conhecida…estava tendo um orgasmo.Gozei na mão dele e acho que não houve nada melhor pra ele,tirou a mão da minha buceta e lambeu o que ficou na mão dele,e entre os dedos disse a vagabunda que não queria apanhar gozou com duas chicotadas ! Se eu continuar é capaz de você desmaiar de tanto prazer né sua putinhaAquelas palavras mexiam comigo e me deixavam com mais tesão ainda,adorava ser xingada chamada de puta,piranha,vadia,cadela;e ele sabia
e usufruía disso sabiamente.Se levantou da cama e tirou a cueca e veio com aquela pica grande e grossa pro meu lado mandou eu chupar,o que eu fiz com gosto;modéstia parte sou uma boqueteira de excelente qualidade,engulo tudo até o talo ??.Estava em uma posição um pouco desconfortável para um boquete maravilhoso mas dei o meu melhor,então ele mandou eu parar e começou ele mesmo a foder a minha boca,o pau chegava a bater no fundo da minha garganta me fazendo engasgar um pouco; Tirou o pau da minha boca e bateu ele na minha cara.Tirou da mochila um vibrador preto tão grande e grosso,mas tão grande que eu pensei que não caberia; ele mandou eu lamber toda a extensão da piroca que era cheia de veias,quando ele achou que já estava suficiente deu uma cuspida na minha buceta e foi enfiando,estava sentindo como se estivesse me rasgando mas era bom. Quando mais da metade estava dentro de mim ele soltou e tirou outras duas coisas da mochila: um brinquedinho que tremia e colocou acima do clitoris é um vibrador de tamanho médio que mexia e enfiou no meu cu, a seco, dei um grito de dor e ele ligou o que mexia e foi se concentrar em acabar de enfiar o negão na minha buceta.Estava tão tomada por dor e prazer que não conseguia manter meus olhos abertos e não escutava uma palavra que ele dizia,então para me trazer novamente a realidade ele me deu uma chicotada e rapidamente voltei a mim já estava olhando pra ele e ele continuava a bater,cada chicotada era um grito não um grito de dor e sim gritos acompanhados de prazer,enfim ele parou de bater e disse como é sua primeira vez,este foi o seu castigo 10 chicotadas bem dadas. Mas da próxima não tem perdão serão muito piores.Meus olhos já estavam lacrimejando pois ele estava literalmente me arreganhando,sentia prazer mas sentia muita dor porque era muito grande,e o outro que estava mexendo me fazia ter espasmos (por quê eu adoro um pau no rabo). Quando ele acabou de enfiar o negão até a base fez uma cara de satisfação e ficou olhando minha buceta e meu cu com duas pirocas,o pau dele estava tão duro quanto qualquer um dos dois vibradores, ele então saiu do transe e veio subindo beijando minha barriga e chegou no seios,tirou o aparelho e começou a morder um e brincar com o outro,aquilo estava muito bom e só firmava a minha parte da aposta que eu falaria… Ele então disse que agora era a vez dele comer a putinha e terminar o serviço, se ajoelhou entre as minhas pernas e tirou o negão de uma só vez e viu que ele estava todo melado do meu gozo levou ele a minha boca e me fez lamber tudo, deixou ele de lado e tirou o outro que mexia e jogou no chão também ficou olhando e falou entre risos isso sim é uma buceta regassada deu uma cuspida e enfiou,claro que eu sentia pois o pinto dele também era grosso e grande e minha buceta parecia já estar fechando. Ele fazia vai e vem rápido e devagar e mexia no meu clitoris,pois sabia que assim meu gozo vinha rápido,quando meu corpo começou a tremer ele tirou o pau de dentro de mim e parou de mexer no meu clitoris ,abri o olho e ele estava com uma cara de satisfação total, então disse que me queria de 4 desamarrou minhas pernas e soltou a algema eu me virei e ele amarrou novamente e dessa vez minhas pernas mais abertas,passou a língua do clitoris ao cu e enfiou de uma vez na buceta,mas dessa vez ele estava agressivo e socava forte me fazendo ir pra frente com cada estocada pegou meu cabelo e puxava e metia cada vez mais forte e eu gemia de tanto prazer,enfiou um dedo no meu cu então já sabia que ele seria o próximo e ansiava para senti-lo,então ele tirou da buceta e enfiou no cu com o dedo dele lá e socava bem forte e eu gemia cada vez mais alto,então ele parou eu escutava ele ofegante senti um cuspe na buceta é um pau entrando vagarosamente,ficou parado uns instantes e começou a mexer e a aumentar a intensidade,com uma mão puxava meu cabelo e com a outra mexia no meu grelo,no instante em que meu terceiro orgasmo foi anunciado ele meteu mais rápido e assim que gozei novamente senti minha buceta se encher de porra,gozamos juntos e como nunca. Ele caiu do meu lado de olhos fechados e ainda ofegante,tomou um fôlego e me soltou ficamos deitados de bruços por um bom tempo para nos recuperar. Mas naquela noite ainda trepamos muito, mas sem objetos nem cordas ou algemas,da forma mais amorosa e selvagem que é possível…Próximo conto é a minha parte da apostaBeijos ????

Nunca tive nada com homem até que conheci aquele negro

Meu corpo todo tremia, era um misto de medo e tesão que eu nunca tivera antes: na quina da cama, de quatro e completamente nu, sentindo o frio do ar condicionado ligado no máximo, eu me arrepiava com os carinhos da mão grande que iam da minha nuca descendo pelas costas até chegar no bumbum, repentinamente interrompidos por uma palmada estalando na pele branca das nádegas, seguida da ordem “empina essa bunda, porra”, dita de forma bem rude e sem rodeios. Por instantes eu me peguei pensando em como tinha chegado até ali.Sempre curti mulher mas comecei já tarde no sexo, por causa de uma família muito repressora e também por necessidade de trabalhar e estudar muito logo desde cedo. Mas depois que comecei, já com vinte e poucos anos, me esbaldei saindo com muitas garotas e deitando e rolando no sexo fácil de quem já tinha o próprio carro e um salário razoável.Foi só lá depois de 30 anos que comecei a ter curiosidade sobre sexo entre homens. Na minha infância nunca aconteceu nada nessa área, tipo abusos ou coisas do gênero. Claro que houve uma ou outra cantada na adolescência, como acontece com quase todo mundo. Morando na região metropolitana do Rio de Janeiro e trabalhando ainda novo no centro da cidade, volta e meia aparecia um cara mais velho puxando papo ou se encostando no ônibus ou na barca, mas nunca passou disso nem me atraí por essa parada. Eu era muito magro quando jovem, mas sempre tive quadril largo, e essa forma meio tanajura devia atiçar os caras, embora eu nunca tenha tido qualquer jeito efeminado.Foi lá pelos trinta e poucos anos, portanto já empregado como advogado, namorada firme e vida tranquila que comecei a fuçar na internet e entrar em chat de homens por pura curiosidade. Com o tempo, lendo as conversas e o assédio próprio desse ambiente virtual, comecei a ter coragem de conhecer caras pessoalmente, se me sentisse seguro, em algum lugar público e sem me expor. Só que ninguém me interessava muito pessoalmente, e eu nem sabia dizer exatamente por que. Simplesmente não dava prosseguimento.Foi depois de um bom tempo tentando e desistindo que acabei conhecendo um cara que nem tinha o perfil que eu procurava. Ele era negro, mais jovem que eu, 25 anos, estudante bolsista de faculdade onde eu residia, morador de subúrbio, que puxou assunto no chat e após muito insistir acabei me deliciando com o papo dele e levei um bom tempo conversando. Quando ele me convidou a conhecê-lo eu resisti um pouco mas depois concordei, mesmo com aquele frio na barriga característico de quem sabe que tá fazendo bobagem. Afinal, eu tinha namorada, e tinha um cara querendo me encontrar, e ele era mais novo mas já experiente, e segundo se definiu, sempre ativo, principalmente com caras brancos heteros. Ou seja, estava claro o que ele gostava, embora não tivesse sido explícito com relação a mim durante a conversa pelo chat. Mas como me convidou pra um café numa cafeteria próxima, com pouco movimento naquele horário, acabei topando porque estava cheio de curiosidade.Eu não esperava um cara bonito, pois ele já tinha me avisado que não era. Na verdade o achei bem feinho de rosto. Nem gordo nem magro, nem alto nem baixo, nada que chamasse a atenção a não ser a pele bem negra e os dentes bem brancos na boca grande. Mas o jeito dele me impressionou bastante. Tal qual na conversa pelo chat, ele falava bem, e apesar de estar vestido de um jeito simples, me passava uma impressão boa, de tranquilidade, bem masculino, aquele tipo de homem que dá segurança mesmo. Ele me recebeu com um firme aperto de mão, e já tomou a iniciativa de pedir nossas bebidas. Fui desestressando à medida que conversávamos como dois conhecidos num final de tarde, nada que pudesse indicar qualquer conotação sexual. Era bem falante ele e depois de algum tempo começou a me contar da vida mais íntima dele. Tinha namorada também, mas segundo ele já saía com caras de vez em quando desde novinho, por volta dos doze anos de idade, quando um amiguinho de colégio teria ficado tão fascinado em vê-lo nu, no vestiário após uma aula de educação física, que ele sem pensar muito segurou no pescoço desse coleguinha e o pressionou pra baixo, fazendo-o se ajoelhar e ficar diante do pintinho negro. O outro garoto ainda hesitou por um instante mas logo já estava pegando na coisa e depois botando a boquinha ali, definindo dali em diante o papel do rapazinho em servir por todo o colegial o garoto preto, que mesmo assim não se furtou a dominar outros coleguinhas, todos branquinhos bem criados de classe média, naquele colégio em que ele só podia estudar porque o pai era zelador.Ali na minha frente, contando essas coisas com tanta naturalidade, admito que ele me deixou atordoado, quase envergonhado de não ter nem metade daquela masculinidade, e cheio de desejo que eu nem sabia explicar. Ele com certeza percebeu, porque deu um sorrisinho e me perguntou se eu estava de carro, enquanto pedia a conta pra garçonete.A mocinha trouxe a nota e virou-se pra atender outra mesa, enquanto ele olhava despudoradamente para o seu traseiro. Eu estava impressionado com esse jeito quase rústico de se comportar, ainda mais porque apesar de tudo ele era um cara bem educado, e essa contradição me fascinou. Quando pegou o papel e não me deixou pagar, dizendo que naquele primeiro encontro – foi esse mesmo o termo que usou – a conta era dele, eu senti que estava praticamente a caminho do abatedouro, e o pior é que me senti extremamente valorizado com a situação, atraente, sei lá. Pedi licença para ir ao banheiro e mal conseguia urinar, meu pênis estava tenso, um pouco enrijecido. Ouvi a porta abrir, e alguém se postou no mictório ao meu lado esquerdo. “E aí?”, ele falou com a voz grave, enquanto abria a própria calça e começou a mijar imediatamente. O som do jato forte, contínuo, batendo na porcelana, enquanto ele olhava pra baixo, foi como um chamado irresistível. De um jeito tímido, meio disfarçado, virei de leve o rosto pra poder ver: o membro preto e roliço, encurvado como se a cabeça pesada o encurvasse pra baixo, esquichava a urina que parecia não acabar nunca. Fiquei olhando admirado até que finalmente saíram os últimos esguichos e o negro, com um papel toalha que já tinha na outra mão, secou a ponta da cabeça com cuidado. Só então ele virou o rosto pra mim, olhando nos meus olhos, e em seguida a mãozona que antes segurava o pênis pousou no meu pescoço por detrás, e os dedos me pressionaram devagar mas bem firme pra baixo, indicando bem claramente o que ele queria que eu fizesse. Ele deve ter visto minha cara de espanto em direção à porta e me tranquilizou “Se alguém chegar você levanta, dá tempo. Abaixa!”, e eu nem ousei contestar, ajoelhei enquanto guardava meu próprio pinto. O membro dele agora ali, na minha frente, parecia ainda maior, imponente, e tinha o cheiro inconfundível de pênis lavado pela manhã mas já levemente suado ao longo do dia. Naquele momento eu me senti completamente bagunçado por dentro, parecia que a repressão moral de toda minha vida estava ali brigando com as forças que tinha contra o desejo que aquele homem me provocava, eu resistia ferozmente a encostar nele. O negão, por sua vez, poderia simplesmente ter empurrado o seu membro na minha boca que com certeza minha resistência iria por água abaixo. Só que isso não lhe bastava. “Chupa“, ele disse, e ante a hesitação do meu conflito interno, senti um pequeno tapa no rosto, me pegando de surpresa e me deixando ainda mais confuso com tudo de novo que estava acontecendo. Minha inércia não ficou impune. A mão grande recuou aberta e, mesmo diante do meu olhar de súplica, voltou rápida, forte, estalando na minha cara que ardeu na mesma hora, e aí percebi claramente que eu estava assustado, com medo, e vencido de um jeito completo. “Chupa, porra!”. Senti meu piruzinho crescer imediatamente, como se o desejo estivesse aflorando bem bruto, liberado de qualquer amarra de consciência. Fechei os olhos e do jeito mais carinhoso que pude envolvi a cabeça daquela piroca com os lábio
s, tentando agradar igual eu mesmo tinha sido agradado tantas vezes por boqueteiras que conheci na vida. O crioulo – sim, foi mesmo essa palavra que me veio à cabeça na hora, parecia que meu preconceito se rendia à exuberância daquele macho – soltou um som tão grave, um grunhido mesmo, que parecia não vir somente do prazer do toque macio da boca mas também da sensação de ter me dobrado, me dominado, rompido minhas barreiras todas.Voltei a ouvir esse quase rugido dali a uma hora e mais alguns tapas depois, de quatro na cama, quando aquele garanhão finalmente fez seu piruzão gozar lá dentro de mim, enquanto eu suportava o sacrifício de lhe satisfazer. Eu já tinha gozado, logo que fui penetrado, com muita paciência e surpreendente carinho, mas sabia que não poderia fugir enquanto o macho também não chegasse ao fim. Naquele momento lembrei de novo do garoto branco que aquele negro tinha iniciado no colégio. Estava também destinado a agradá-lo enquanto ele quisesse.

sexo a tres

tudo comecou quando fui a praia de bertioga, com meu marido, na casa de uns amigos,chegando la o amigo de meu marido tem uma irma ,mto bonita ,parece que enfeitiça os homens.pois e onde tudo começamuito cansados comemos alguma coisa e fomos pro banho,assim q sai fui direto pra cama e meu marido foi fumar ,ela foi fazer compania pra ele e acabou fumando tambem , e dai foi o suficiente pra comecar as caricias ,nao resistiu mexeu no mexeuno cabelo e ela passou a mao pelo seu peito e assim o clima esquentou ,abriu a blusa ,onde se encontrava sem sutia,peitos fartos ,todos dormiam e foi ali na grama nus,muitos gemidos pois o desejo era intenso ,boqueteira de mao cheia ,fez delirar meu marido, nao me contentando com a demora vi os dois em chamas e me aproximei ,meu marido me chamou ela e eu boqueteamos aquela pica maravilhosa , ela queria que ele esporrasse na boca dela e eu queria mergulhar de cu,entramos num acordo pra satisfazer ambas ,ficamos ali por muito tempo nos acariciamos chupamos ,lambemos os grilos e ai finalizamos com uma esporrada na boca da vadia,que enlouqueceu de prazer,foi maravilhoso

Comi a melhor amiga da minha esposa

Bom, na verdade não sei como começar contando essa história… Ainda me sinto culpado pelo ocorrido e os dias andam muito complicados, guardar esse segredo. Esta minha história servirá mais como um desabafo pra contar como cheguei a comer a melhor amiga da minha esposa. (Isso foi recente , ocorreu quinta feira passada).Me chamo Alex (nome fictício) tenho 25 anos , pele clara , 1,76, barbado, um pênis comum de aproximadamente 17cm.Tudo começou a 2 anos atrás (por mais que as pessoas pensem que as coisas acontecem papum isto não é verdade) quando minha esposa arrumou seu primeiro serviço, como lá era uma empresa multinacional tinha contato com muitas pessoas diariamente e com isso conheceu diversas pessoas e uma delas foi Nathalia (nome fictício).A amizade entre as duas foi crescendo e começaram a combinar passeios entre casal e viagens (isso porque eu ainda nem conhecia Nathalia) e após muita enrolação finalmente marcaram , seria no aniversário de Nathalia numa Chácara onde ela passava os finais de semana.(Sou um cara meio antisocial , mas a partir do momento que conheço alguém eu mudo totalmente , fico extrovertido e divertido)Quando minha esposa me chamou para ir no aniversário, não gostei da ideia , não conhecia ninguém e me sentiria deslocado , porém depois de uma quase briga resolvi ceder pra evitar conflitos.Chegando lá me deparei com Nathalia , uma moça muito bonita , morena , não sei a altura , peitos médios para pequenos , cinturinha, bunda bem grande. No momento em que vi Nathalia eu confesso que pensei que vagabunda pois ela usava um vestido com decote e com uma a perna/coxa de fora (não sei o nome desse vestido) mas era muito provocante , e eu como sou bem reservado nao gostei da primeira impressão.Sentei na mesa com vários amigos (as) da minha esposa e ali fiquei, tentando entrar no assunto , perdido com as brincadeiras internas e desnorteado, porém , a Nathalia fazia brincadeiras pra me incluir , e eu detestei isso porque chamava ainda mais as atenções das pessoas , resultado ?Acabou o aniversário , detestei a Nathalia.Se passaram 4 meses do aniversário da Nathalia e eu pensava nunca mais ver ela na vida (graças a Deus) porém , quando é pra acontecer não adianta…Havia aniversário de outra amiga da minha esposa para ir (essa eu já gostava mais, era uma pessoa legal) fomos para uma pizzaria e lá estava Nathalia sentada com seu namorado Cláudio (era amiga da menina e eu nem sabia) quando vi disfarcei e tentei sentar longe , deu certo.Após encher a pança de comida o povo queria festa , fomos todos pra casa da amiga da minha esposa para beber. Enchi a cara como de costume e virei o cara mais legal de mundo , conversava com todos e fiz amizade com Cláudio , combinamos de sair em casal e marcamos uma ida na chácara de Nathalia novamente , porém só o casal , pra realizar um churrasco.Na chácara minha visão de Nathalia começou a mudar , ela gostava das mesmas coisas que eu , mesmo vícios , dava risada de todas as minhas piadas de bêbado e sentava perto de mim sempre que possível…Saímos várias outras vezes e minha amizade com Nathalia foi crescendo cada dia mais e viramos quase que melhores amigos , comecei a olhar pra ela diferente e toda vez que encostava minha cabeça no travesseiro pensava nela.Passaram quase 2 anos , continuamos amigos e saindo , sempre queria que Nathalia estivesse em todo lugar que íamos , minha relação com minha esposa melhorava relativamente quando saímos com eles.Bom , depois de tanta conversa furada , vou contar o que aconteceu quinta feira passada …Eu estava trabalhando (trabalho com frete e transporte) e realizava entregas próximo a casa da Nathalia , quando inocentemente (eu achava que sim) enviei uma mensagem pra ela:OBS: DEVIDO A PANDEMIA ELA FOI MANDADA EMBORA , E ELA ESTAVA SOZINHA POIS OS PAIS TRABALHAM O DIA TODO.E: *Foto do bairro dela* , salve Nathalia, olha só onde eu tô! Do ladinho da sua casa!!N: Aí simmmm kkkkkkkkk cola aqui pra nois tomar uma *emoji risada*E: Olha que vou mesmo… KkkkkkkkN: DuvidoSim, eu aproveitei que entraria em horário de almoço , fui até a casa dela e toquei a campainha.Ela sem acreditar e rindo muito me chamou pra entrar.Entrei na casa dela e pedi um copo de água , ela pegou pra mim enquanto eu aguardava sentado no sofá .Começamos a bater maior papo e ela citando como éramos iguais até em beleza (kkkk que chavequinho fraco) nós rimos e comecei a falar pra ela o quanto a considerava , e que ela era muito especial pra mim, ela quis saber especial quanto , e quando falei muito… Ela sem citar uma palavra se levantou e sentou no meu colo como se fosse cavalgar. Na hora meu pau entrou em estado de bala e comecei a ficar nervoso…Ela perguntou se eu gostaria de tê-la como mulher, se eu sentia atração nela (falou meio que sussurrando), e eu disse imediatamente que sim.Nos beijamos intensamente, e que delícia de beijo, foi uma mistura de amor, paixão, medo e culpa (o melhor da minha vida).Tiramos a roupa , ela imediatamente quis me chupar alegando que amava fazer isso. Mamou como se não houvesse amanhã , que boqueteira profissional (uma mulher que sabe e ama chupar uma rola faz toda a diferença , não adianta fazer por fazer , tem que gostar e a Nathalia amava) eu segurei o gozo pra aproveitar aquele momento , ela enfiava tudo na garganta que até engasgava soltando litros de baba no meu pau.Falei que era minha vez , mas a vagabunda não queria parar , fizemos um meia nove alí mesmo , chupei muito gostoso , ela gemia igual uma puta , fiquei morrendo de tesão do gemido dela. A buceta dela pingava mel , e eu fiz questão de limpar tudo.Após aquela chupada ela me pediu pica , sentou na minha rola alí mesmo no sofá e ficamos curtindo cada momento , ela jorrou litros , sua buceta chegava a jogar meu pau pra fora , mas eu não ligava e colocava de novo … Cada momento que passava as estocadas aumentavam e o barulho ecoava naquela sala, uma delícia , acho que a melhor sensação da minha vida .Coloquei ela de quatro, metia igual um animal e dava diversos tapas na bunda dela (eu realmente espero que ela não transe com a namorado dela , porque vai ter umas marcas de mão lá estampadas Kkkk)Eu fazia o que queria com aquela fêmea , o que eu mandava ela fazia , de ladinho, de frente , de tudo quanto e jeito… Mas meu preferido era ela sentando em mim, pois podia ver seu rosto e beijar muito aquela boca.Depois de muita transa finalmente gozei, junto com ela , foi lindo de ver…Porém, após aquilo a culpa caiu sobre os dois , não sabia onde colocar minha cara , pedi desculpas , ela também , repetimos várias vezes o que fomos fazer fui embora e cheguei atrasado pra entrega , levei uma cagada monstra do chefe , mas valeu a pena …Neste momento em que escrevo me sinto muito culpado ainda , sinto dificuldade de olhar pra minha esposa e sinto medo quando ela fala algo da Nathalia , ela fala coisas que parece que ela sabe de algo , porém acho que é só minha cabeça … Estou perdido e não sei se farei isso de novo , sinto vontade admito , mas a culpa neste momento grita mais alto… Percebi que eu amo a Nathalia , mas amo minha esposa também … Que sentimento merda!

FORÇADA E SUBJUGADA – O DEFLORAMENTO II

Após a noite passada quando perdi minha pureza e minha dignidade e vi minha Mãe ser duplamente penetrada, percebi que minha vida havia tomado rumos jamais sonhados até então. Começava a duvidar se haveria volta um dia, se algum dia iria voltar a ser uma pessoa normal.Acordei no Domingo sentindo algo me cutucando e quando fui ver o que era dei de cara com seu Renato com seu membro duro feito pedra encostado em minha bunda e uma de suas mãos tocando meus seios._ Finalmente minha Camilinha acordou, a putinha particular do titio Renato. Como você passou a noite meu bem? E a bocetinha, já ta com saudade do meninão do titio, ta?Eu não sabia o que fazer, não queria ter diálogos com aquele crápula, queria que ele fizesse o que queria, que terminasse logo; eu seria uma máquina, nada pensaria, nada sentiria, nada falaria._ E então minha menina, responde!_ Eu dormi bem, mais minha xaninha está doendo um pouco._ Tadinha da bocetinha dela, pena que eu só tenho até amanhã pra te curtir, senão eu seria bonzinho e te daria um tempo para ti se recuperar, mas como não tenho, vem cá e cavalga na minha tora menina. Vem, vem logo, titio ta loco pra gozar nessa boceta linda!Então sem escolha eu me posicionei sobre seu Renato e segurei seu membro ereto e fui me abaixando até sentir a cabeça de seu pau na entrada de minha grutinha. Logo eu rebolei devagar e fui abrigando todo seu pau dentro de minha caverna, enquanto seu Renato me olhava nos olhos e apertava meus seios com força. _ Rebola, rebola gostoso putinha! Vamos, rebola! Assim, assim, ta aprendendo em! Isso, isso, não para Camila, não para. Titio vai te dar leitinho! Ele então se levantou a mamou nos meus seios enquanto suas mãos repousaram em minha bunda. Ele me puxou pelo pescoço e me surpreendeu. Renato me deu um beijo na boca de língua onde eu fiquei petrificada, parecia que ele queria me engolir, ele enroscava sua língua na minha. Foi um beijo muito ardente…me senti estranha. Acho até que gostei! Não sei bem!_ Mais rápido minha puta, mais rápido, assim, assim teu leitinho ta chegando, vem, vem, vem beber o leitinho do teu macho, do teu homem, vem putinha boqueteira chupadora de pica!Então eu desci de cima dele e coloquei todo seu pau na boca, chupando bem rápido para terminar logo com aquilo, o que o levou a esporrar em minha boca urrando de prazer e me chamando de gostosa. Depois de se recuperar ele mandou eu me deitar em cima dele com a boceta na cara dele, para fazermos um 69. Ele disse também que era para eu aproveitar, visto que ele só havia me beijado e iria chupar minha boceta porque ele, e apenas ele a haviam usado até aquele momento. Renato falou que eu jamais sentiria um homem me chupar de novo, visto que ninguém chupa boceta de puta. Aquilo me machucou muito, as palavras dele, eu iria deixar de viver tanta coisa, deixar de ter experiências próprias, deixar de sentir certos prazeres. Me sinto envergonhada em admitir, mas tive um orgasmo com o Renato me chupando, sua língua era tão quente, ele sabia onde tocar uma mulher, como tocar. Um calor infernal começou a tomar conta do meu corpo, eu não queria sentir prazer com aquele homem, eu resisti o máximo que pude mas as ondas de prazer se intensificaram e gemi, gemi muito: _ Ah, ah, ahhhhhh! Não, não, eu não quero! Ahhhhh! E desmaiei tamanho o prazer que aquele safado havia me proporcionado.Quando acordei Renato estava sorrindo ironicamente, ele sabia que tinha me dado prazer, que tinha derrotado minhas barreiras. Ele me beijou na boca quase me sufocando e disse para eu tomar um banho e vestir o biquíni branco que estava na cômoda do quarto. Eu obedeci e fui me lavar, acho que fiquei uma hora embaixo do chuveiro, me sentia tão suja por tudo que andava fazendo e sendo submetida nos últimos dias, mas ao mesmo tempo me sentia estranha por alguns pensamentos e sentimentos que começavam a aflorar dentro de mim. Estava com medo, medo do futuro e medo de mim mesma, medo de gostar, de me acostumar com essa vida!Quando vesti o biquíni e me olhei no espelho, percebi que alem dele ser muito, muito pequeno e deixar minha bunda praticamente nua, ele era um ínfimo pedaço minúsculo de pano transparente que deixavam minha boceta e seios expostos a quem quisessem admira-los.Bem, lá estava eu praticamente nua quando Ruan entrou no quarto e disse que seu Renato estava me esperando lá embaixo para o café da manha._ Como você esta gostosa menina! Olha como eu fico só de te olhar!Eu o olhei em sua direção e percebi que ele estava excitado ao me ver naquele modelito indecente.Quando eu fui passar por Ruan para descer ele me pegou com forca e me enconchou, dizendo que eu era linda e que ele adoraria me comer, que ele tava com muito tesão por mim.Eu o empurrei e disse que não ousasse me tocar, que eu era para uso apenas do patrão dele e não de empregadinhos vagabundos como ele.Não sei da onde tirei coragem para dizer aquilo tudo, só sei que ele ficou com muita raiva de mim e disse, segurando meu braço com forca que isso não iria ficar assim.Não liguei muito para a sua ameaça, afinal pior do que estava, não acreditava que poderia ficar. Estava enganada!Desci em direção a sala de jantar acompanhada por Ruan e quando lá chegamos estavam sentados na mesa seu Renato e minha Mãe, nua como veio ao mundo. Quando os olhos de Renato repousaram sobre meu corpo senti um arrepio, percebi que ele gostou da minha produção._ Vem filhinha, sente-se aqui com a Mamãe! – disse Laura sorrindo.Então me sentei, estava com muita fome devido a minha agitada manha._ Isso, coma bastante minha potranquinha para ter forcas para agüentar o titio Renato Camilinha!!!Depois do café da manha fui levada por seu Renato e minha Mãe para a piscina onde ficamos sendo alisadas, tocadas, bolinadas por seu Renato, onde ele mandava nos duas nos beijarmos, nos masturbarmos, mandava eu mamar nos peitos dela, ela nos meus. Teve uma hora em que nos duas chupávamos o pau dele, minha Mãe parava e eu caia de boca, depois eu parava e ela começava; estávamos trocando nossas salivas por meio do pau de seu Renato.Num dado momento em que o chupávamos, ele mandou eu ir chupar o cu de minha Mãe. Eu então fui, ao que minha Mãe abriu o que pode as pernas e quando comecei a chupa-la ela pos-se a rebolar na minha cara enquanto gemia com o pau de seu Renato na boca e minha língua em seu cu. Depois ele mandou eu enfiar um dedo no cu dela, depois dois, três, quatro e ela continuava gemendo e rebolando; ela estava gostando. Não pensei que pudesse passar disso. Foi então que seu Renato me surpreendeu e mandou eu enfiar a mão toda. Eu olhei abismada para ele e seu Renato com um olhar firme e autoritário disse: _ O que você esta esperando menina. Enfia logo o braço no cu da puta da tua Mãe! Mamãe continuava a gemer e rebolar aquele seu rabo lindo enquanto eu estava paralisada diante do pedido dele. Então minha própria Mãe implorou para que eu pusesse minha mão toda em seu rabo e fudesse o cu dela. Nossa, fiquei surpresa, mas atendi o pedido dela. Logo estava com minha mão e parte do braço dentro do cu dela e o pior e que ela pedia mais e mais e rebolava freneticamente sua bunda e empurrava seu quadril para trás. Ela não parava de gemer um só minuto.Eu estava tão chocada e surpresa com aquilo que seu Renato ao perceber meu estado perguntou se eu nunca tinha visto os filminhos de minha Mãe ao que respondi que apenas havia visto um pedacinho de um deles. Ele deu risada e disse que eu deveria ver, pois iria me surpreender com as coisas que ela fazia.Mamãe estava gostando muito do que eu estava fazendo e intensificou a chupada nele o que levou seu Renato a gozar abundantemente na boca e rosto dela. Ele então se levantou da cadeira e esfregou seu pau em todo rosto dela, chamando-a de puta safada de rabo arrombado, enquanto ela ria e brincava com toda a porra que havia sido despejada em sua boca.Seu Renato mandou eu continuar com a mão no cu de Laura ate que ela gozasse e ordenou que eu chupasse a boceta dela para acelerar o prazer de minha Mãe. Bastou cinco minutinhos com minha mão em s
eu cu e minha língua em sua boceta para que Laura atingisse o clímax e gritasse de prazer em um orgasmo avassalador.Então nosso comprador mandou que pulássemos na piscina para nos lavarmos e se retirou, dizendo que o esperássemos aqui, que ele tinha uma surpresinha para nos.Não preciso dizer que a palavra “surpresa” utilizada por aquele pervertido não surtiu um efeito positivo em mim, ao contrario, temia o que estivesse por vir; desejava a todo custo que chegasse logo Segunda-Feira para minha Mãe e eu retornarmos para a nossa casa.Quando Mamãe entrou na água ela sentiu um pouco de dor, disse que a água estava entrando direto no seu cusinho, que iria demorar algumas horas para ele voltar ao normal.Logo seu Renato apareceu e junto consigo trouxe um cão da raça pastor alemão.Olhei para minha Mãe confusa, não estava entendendo nada quando derrepente escuto a voz de seu Renato dizendo para nos duas sairmos da piscina. Saímos e fomos em sua direção, olhei novamente para minha Mãe e notei que havia um olhar de tristeza, de preocupação em seu semblante._ E então meninas gostaram do meu cachorro. Ele se chama Magnum!Seriamente, minha Mãe disse que ele era lindo; parecia que ela já antevia o que aquele monstro desejava dela._ Que bom que você gostou Laura, porque quero te ver dando esse cu lindo para ele enquanto traço a puta da tua filha.Laura disse que aquilo não fazia parte do negocio acertado com Paulo, disse que aquilo quebrava as regras e que ela não fazia esse tipo de coisa, não mais.Irado com a petulância de minha Mãe em lhe afrontar seu Renato acertou-lhe um tapa no rosto que a fez cair no chão e disse que o acordo também não previa que ele e os outros pudessem gozar nas vadias. Ele disse que era melhor ela colaborar caso contrario ele alem de não nos dar o dinheiro acertado para gozar dentro de nos duas ele falaria para o nosso dono da oferta que havíamos feito para ele. Mentiroso, safado, ele e que tinha feito a oferta!Minha Mãe com lagrimas nos olhos o chamou de crápula imundo e desonesto e disse que o faria, mas que se ele não pagasse os R$ 5.000,00 prometidos ela mesma falaria para o Paulo e diria que a quantia acertada entre eles era de R$ 15.000,00 e que Paulo faria com que seu Renato a pagasse a quantia prometida._ Não se preocupe, a minha palavra e uma só. Agora vem ate aqui sua cadela e faz o que eu te mandei. Você gosta, eu sei que você gosta. Eu assisti todos os teus filmes, sei que você curte sexo com cachorros. Vem cá, o Magnum vai te dar muito prazer.Laura foi ate a cão que estava com uma focinheira e protetores nas patas dianteiras e o deitou de barriga para cima, ajoelhando-se diante de seu novo amante, pegando seu pequeno membro com uma das mãos e o masturbando-o. Senti tanta pena de minha Mãe, mulher nenhuma deveria ser submetida a tudo que ela passou e continuava passando.Apos me olhar fixamente nos olhos, como que pedindo desculpas pelo que eu viria a assistir, ela respirou fundo e abocanhou o pau daquele cachorro, pagando uma gulosa rápida.Seu Renato assistia a tudo rindo, rindo pelo poder que seu dinheiro e sua posição social lhe davam de submeter às pessoas as suas vontades, humilha-las em busca de seu prazer. Eu prometi a mim mesma que iria me vingar daquele desgraçado._ Isso cadela, chupa o pau dele, ta vendo, eu sabia que você gostava. Puta e assim mesmo, tendo pau e a conta, trepa com qualquer coisa. E caiu na gargalhada!!!O pau do cachorro já estava bem grande ao que minha Mãe o tirou da boca e se pôs de quatro e arrebitou o máximo que pode seu rabo, como uma cadela ávida pelo caralho de seu macho. O cão se levantou numa rapidez inacreditável e foi para cima dela, tentando a todo custo possui-la com seu pau ereto, mas suas tentativas eram em vão. Laura teve que pegar sua verga e quando estava direcionando-a para sua boceta, ouviu a ordem de Renato mandando ela enfiar no cu como toda cadela faz. Ela relutou por uma pequena fração de segundo, então o fez!Logo que Laura pôs a cabeça da tora do cão na entrada de seu cu o apressadinho enterrou tudo numa única investida fazendo-a urrar de dor, visto que seu rabinho já havia sido castigado pela minha mão. _ Ahhhhh, seu desgraçado. Ahhh, ta doendo!O Magnum a comia como um desesperado, com uma fúria enorme, com uma rapidez incrível e uma forca descomunal. O rosto dela estava transfigurado pela dor que aquele animal estava lhe causando.Renato, aquele monstro deu seu pau para ela chupar, o que com muita dificuldade ela o fez. Eu estava tão chocada com tudo que estava acontecendo que não percebi a presença de Ruan e vários outros peões da fazenda de Renato. Quando dei por mim estávamos cercadas por uns 20 homens que babavam ao me verem nua e ao verem minha Mãe de quatro sendo enrabada por um cão.Eram homens de diferentes portes e físicos, tinham altos, baixos, fortes e fracos, brancos e negros, mas apenas uma coisa em comum entre todos eles, o desejo em seus olhos _ Finalmente Ruan, achei que não conseguiria traze-los a tempo para a festa! Agora olhem bem rapazes essa puta dando para o meu cão. E ou não e uma cadela deliciosa. Essa mais nova ali e filha dessa vadia aqui. Na filha vocês não podem tocar, mas na Mãe, depois que o Magnum encher ela de porra, vocês poderão fazer o que quiserem com ela, essa puta vai ser de vocês. Divirtam-se!Renato então veio em minha direção e mandou eu ajoelhar e me pôs a chupar seu pau que ate a pouco estava na boca de minha Mãe._ Ta vendo Camila como a tua Mãe gosta de pica, não importa se de homem ou de cão, sendo pica e tendo porra ela quer.Nisso um dos peões da fazenda mais apresado, um negro de aproximadamente 1,85 começou a tirar a roupa e foi seguido pelos demais. Logo todos estavam nus balançando seus membros afoitos por uma foda com minha Mãe.Enquanto isso o Magnum a fodia com muita forca, os seios de Laura sacudiam para e frente e para trás enquanto ela gemia com o membro dele em suas entranhas. Logo o no do cão entrou dentro do já surrado cu de minha Mãe, sendo seguido por um enorme grito de dor dela e por aplausos dos homens presentes.Não demorou muito e o pau do Magnum inchou dentro de Laura levando o cão a despejar toda sua gala em seu interior.Laura largou um suspiro de alivio quando Magnum parou de se movimentar dentro dela. Os dois ficaram engatados por algum tempo, o que a ajudou a se recuperar para a curra que ela levaria dos peões da fazenda.Quando o cão finalmente desengatou do cu de Mamãe, os peões a pegaram e a jogaram na piscina e mandaram ela se lavar bem, que não queriam vestígios de porra do cão nos buracos dela.Eu temia pelo que estava por acontecer, eram muitos homens e todos estavam fora de si, eles tinham visto uma mulher dar para um cão, não tinham respeito por ela, sentimentos, preocupações. Eles iriam machucar ela!Laura foi puxada para fora da piscina por dois fortes peões que lhe arrastaram pela grama e a puseram deitada de costas. Cada um deles segurava um de seus braços e uma de suas pernas erguida, de maneira que ela ficava exposta a todos os toques e olhares dos demais. O primeiro a penetrar a sua boceta foi um negro alto e forte com um caralho enorme e grosso. Ele a estocava com fúria, queria expelir todo o tesão reprimido ao vê-la dando para o Magnum. Logo ele despejou seu semem dentro de Mamãe. Mau ele saiu de cima dela e outro tomou o seu lugar, gozou e foi substituído por outro, e outro e outro. Todos eles estavam em ponto de bala depois do que tinham presenciado, do show que tinham assistido entre ela e o Magnum.Enquanto tinha sua xana preenchida Laura se revezava em chupar os paus dos dois peões que lhe seguravam, deixando-a totalmente arreganhada.Ela mal emitia algum gemido quando o ultimo de seus algozes esporrou aos gritos em seu ventre. Meu Deus pensava eu, e todos sem camisinha, e se ela engravidasse? Agora já era tarde, se fosse para acontecer, aconteceria!Renato estava sentado em uma espreguiçadeira de praia com seu pau enterrado em minha boceta. Eu estava totalmente deitada sobre ele, de costas, visto que ele fazia questão que eu visse a orgia que est
avam fazendo com minha Mãe. Ele mal se movimentava, apenas o suficiente para deixar seu grosso membro duro dentro de mim.Ruan me olhava de um jeito raivoso, eu não conseguia esquecer suas palavras: “que eu iria me arrepender”.Mamãe foi erguida pelo negro que a havia comido primeiro. Ela mal conseguia ficar em pe, suas pernas tremiam muito, lagrimas começavam a descer de seus olhos.Aqueles malditos vendo ela chorar a apalpavam, apertavam seus seios, beliscavam seus mamilos e sua bunda e riam dela, chamando-a de puta, perguntando por que a putinha deles tava chorando? Eles estavam zombando da dor dela! Malditos!O negro a colocou escorada em uma parede de costas para ele e a prensou contra ela, ergueu uma de suas pernas e direcionou seu pau para dentro do cu de Laura. Ele foi mais devagar dessa vez, a comeu como se quisesse degustar um bom vinho. Laura gemia tamanha a dor que o atrito daquele pau em seu reto causava. Quando estava prestes a gozar ele a puxou pelos cabelos e a colocou em seus pés e ordenou com voz autoritária que ela abrisse a boca. Ele então gozou em sua boca, olhos e rosto, terminando por esfregar seu pau por toda cara de Laura e mandando-a limpara seu pau com a boca, no que foi atendido.Quando ele se afastou para se recuperar Laura foi cercada pelos demais que riam ao vê-la toda gozada e sacudiam seus paus dizendo que ela não chorasse que tinha muito mais leitinho para ela. Logo ela estava de quatro com um pau na boca e outro no cu. Eles eram tão cruéis que fodiam a boca dela com raiva, ela engasgou varias vezes, mas eles não paravam, queriam gozar mais e mais dentro dela, o mais fundo que pudessem. Depois que dez já haviam comido seu cu e gozado em sua boca ela chorou e pediu um tempo dizendo que não agüentava mais, que não tinha mais forca para nada. Ruan puxou seus cabelos com forca e cuspiu dentro da boca dela chamando-a de puta e dizendo que só acabaria quando eles dissessem que acabasse, quando eles se dessem por satisfeitos, quando enjoassem dela. Ela chorava desesperada como uma criança ferida. Renato perguntou a Ruan o que estava se passando, ao que Ruan disse que a puta tava pedindo arrego, que tava com o cu todo assado, arrombado e sangrando um pouco, que não conseguia mais chupar um pau, que estava com dor no maxilar.Vendo aquilo comecei a chorar e desci do pau de Renato e me coloquei de joelhos diante dele pedindo, implorando a ele para que intervisse, para que deixasse minha Mãe em paz, que deixasse-a descansar.Renato acariciando meus cabelos disse que seus peões estavam com tesão pela minha Mãe e que qualquer mulher deveria ficar lisonjeada quando um homem ficasse de pau duro por ela. Disse também que ele pagou caro, que seria injusto ele permitir que alguns de seus funcionários desfrutassem de minha Mãe e outros não, mas que existia uma saída para livra-la de dar para os dez que ainda restavam._ Qual saída? – perguntei esperançosa._ Simples Camila, basta você ir ate lá e chupar e dar a sua bocetinha para eles._ O que? – disse chocada._ Você escutou Camila, ou e isso ou não e nada!Nisso o Ruan cravou seu pau com tudo no cu de Laura fazendo-a emitir um grito de dor e caindo sem forcas desmaiada._ Esta bem, esta bem eu faço, eu faço! – gritei chorando._ Ótimo potranquinha, sabia que você iria aceitar! Ruan, basta! – disse Renato em tom de ordem sendo obedecido rapidamente._ Eu faço isso seu Renato, mas primeiro deixa eu levar minha Mãe para dentro e cuidar dela?_ Não, primeiro você satisfaz eles e depois cuida dela. Assim você vai se empenhar em dar prazer para eles. – disse ele rindo e completou: _ Eu já estou sendo bonzinho em atender o teu pedido, e olha que buca não e tão bom quanto cu! – Risos novamente.Então fui em direção a ela; o trajeto era curto, mas varias coisas passaram na minha cabeça…eu iria desistir, dizer que não faria quando fui agarrada por Ruan que me beijou na boca e disse no meu ouvido: _ Eu disse que iria me vingar, agora alem de te comer, todos eles vão te fuder também sua vadia.Ele me jogou no chão com forca ergueu rapidamente minhas pernas e me penetrou com violência na posição frango assado. O desgraçado durante todo o tempo que me fudeu me xingava de tudo que era nome. Não consegui agüentar aquela situação e lagrimas começaram a cair pelo meu rosto._ Chora piranha, chora, assim que eu gosto sua puta. Chora mais! – dizia Ruan enquanto me estocava com forca. Ele tinha uma resistência fora do normal e fuzilou minha pobre bocetinha por mais de 20 minutos.Quando terminou, ele fez questão de gozar dentro de mim, disse que queria me emprenhar e deu risada. Logo outro já tomava seu lugar na minha xana enquanto um negro me punha a chupar seu pau. E foi ate todos me comerem e gozarem na minha boceta e boca, rosto e peitos.Ruan ainda me comeu de novo de quatro, só que desta vez ele me obrigou a rebolar no pau dele enquanto ele ficava imóvel me vendo fazer tudo. O pior e que ele ainda teve a coragem de espancar minha bunda dando tapas fortes com suas mãos, deixando marcas em toda minha bunda. Demorou alguns dias para eu conseguir sentar sem sentir dor. Minha bocetinha estava ardendo de tanto ser usada, estava em carne viva.Eu estava tão preocupada com minha Mãe e com o que estavam fazendo comigo que não percebi que Renato estava filmando tudo que aqueles malditos faziam comigo com uma câmera.Eu estava muito preocupada, minha Mãe continuava deitada de bruços, imóvel desde que Ruan lhe penetrou no cu. Eu estava sem forcas, com muita dor e fui me arrastando ate ela; a virei, ela continuava desacordada, a sacudi enquanto a chamava. Logo ela acordou e nos duas nos abraçamos chorando.Os homens que haviam nos maltratados, abusado de nos duas fizeram um circulo ao nosso redor. Renato estava entre eles com sua câmera na mão._ Rapazes, vocês não acham que elas estão sujas, fedendo a porra? – disse Renato.Um coro reunindo todos aqueles desgraçados disseram sim, que as putas mereciam um banho. E riram, riram, como riam aqueles malditos! Uma raiva tomava conta do meu corpo; sei que uma vida não tem preço, que ninguém tem o direito de ferir outra pessoa, mas se eu pudesse mataria todos eles ali, naquele instante.Foi então que senti um liquido quente caindo sobre meu corpo. Quando me virei na direção de onde vinha o liquido fui atingida no rosto e olhos. Ardeu, virei rápido o rosto e foi então que senti aquele cheiro…alguém estava urinando em meu corpo. Logo todos os homens que estavam ao nosso redor começaram a urinar sobre o meu corpo e do da minha Mãe enquanto riam e nos xingavam. Tentamos desviar, mas nada podíamos fazer, estávamos cercadas, machucadas e indefesas. Nossos corpos foram lavados pela urina daqueles animais. Quando a urina deles atingiam nossas xanas machucadas e o cu arrombado de minha Mãe a dor era imensa e os gritos inevitáveis. Como podiam existir homens tão baixos como aqueles, será que não tinham Mãe, esposas, filhas? Como podiam ser tão cruéis?Depois de terminarem alguns deles se retiraram rindo, satisfeitos pelo serviço feito enquanto Renato gravava minha Mãe e eu chorando abraçadas.Ruan saiu e logo voltou carregando um lava-jato.Renato riu quando o viu carregando o aparelho e disse que ele não prestava mesmo. Os dois caíram na gargalhada.Eu não estava entendendo nada, mas boa coisa não esperava vindo daqueles monstros.Foi então que Ruan ligou a maquina e apontou para nos duas e começou a nos lavar. A água nos atingia com uma pressão enorme nos levando a nos encolher e nos abraçar para diminuir a dor._ Rapazes, segurem essas putas com os braços e pernas abertos, vamos deixa-las bem limpas! – disse Ruan.Renato a tudo filmava, sem nada dizer, sem nada fazer.Então fomos seguras e abertas pelos empregados de Renato enquanto éramos atingidas nos seios, vaginas e cu por Ruan que ria diante do sofrimento que nos causava.Essa tortura durou cerca de dez minutos e quando eles pararam minha Mãe já havia desmaiado.Renato disse que todos já haviam se divertido bastante e ordenou para dois de seus funcionários nos carregarem para o quarto dele.Fomos e
ntão deixadas na cama de Renato que logo chegou e foi para o banheiro preparar um banho quente em sua banheira para nos duas.Ele disse que era para eu acordar minha Mãe e irmos relaxar um pouco.Quando consegui acorda-la ajudei-a a se levantar e fomos nos limpar, amenizar as dores do corpo, visto que as da alma demorariam a passar depois de tanta humilhação.Ficamos na hidro por mais de uma hora e depois adormecemos na cama.Não sei quantas horas dormimos, mas sei que foram muitas.Quando acordamos sentíamos muitas dores no corpo. Minha vagina estava vermelha e ardia muito. A dor amenizava quando ficava com os joelhos para cima e as pernas abertas.Minha Mãe gemia de dor, seu corpo todo doía. Senti tanta pena dela! Laura me pedia desculpas por tudo entre lagrimas, disse que daria um jeito de nunca mais passarmos por uma situação dessas, que eu jamais teria que transar com alguém sem desejar.A abracei com forca e ficamos juntinhas ate que a porta se abriu e Renato entrou trazendo uma bandeja cheia de guloseimas para recuperarmos as forcas. Ele perguntou como estávamos ao que nada dissemos. Então ele nos informou que dentro de seis (6) horas ele receberia alguns amigos e que as nossas presenças eram fundamentais, e saiu.Olhei para minha Mãe assustada e disse: _ O que faremos agora, eu não agüento mais, estou com muita dor Mãe?    _ Calma Camila, calma! Eu também não vou agüentar transar com mais ninguém, estou toda ardida minha filha.Depois de comermos minha Mãe me olhou de um jeito estranho, senti que ela havia tomado alguma decisão importante. Ela pediu para mim ir levar a bandeja na cozinha e quando eu voltei ela terminava de desligar o telefone. Achei estranha sua atitude, mas ela nada me disse e eu achei melhor respeitar seu silencio. Laura então me chamou para junto dela e colocou minha cabeça em seu colo e fez carinho em meus cabelos dizendo para mim não me preocupar, que tudo ficaria bem.Não sei explicar, mas mesmo depois de tudo ainda confiava nela e sabia que nada de mal me aconteceria, que ela iria me proteger.Se desejarem saber como foram nossas ultimas horas com Renato e seus amigos votem nesse conto e eu lhes contarei.OBS: Peco desculpas pela demora deste conto, mas tive problemas com o computador.        

6-Amorando um garoto mais velho

Amorando um garoto mais velhoOi meu nome é Gabriela sou pele branca, cabelo castanhos escuros, seios médios, coxas bem torneadinhas e claro o bumbum acompanha minas coxas, sou baixinha do estilo cheguei, tenho 1,50 de altura, 55 kg, pele branca e cabelos pretos e lisos.Acontece que como sou uma menina santinha e ingênua eu sou reprimida por minha mãe e claro que sempre procuro Chats e Papos com pessoas que gostam de sacanagens, porque os garotos da minha idade sempre estão falando de futebol e vídeo game e isso eu não gosto mesmo de uma varinha me cutucando.Bom o fato que acontece que eu comecei a ficar com um garoto que tinha 20 anos e eu na época tinha 14, bom hoje estou com 15 e ele com 21, começamos a namorar de verdade, mas tem o seguinte, ele pensa que sou aquela garotinha ingênua e santinha, mal ele sabe que já aprontei bastante e quem quiser saber é só ler os outros contos, adoro piroka na bundinha e na boquinha, mas sempre me fazendo de ingênua e bobinha e as vezes de sonolenta, sinto tesão em provocar e deixar os garotos excitados, mas bem,comecei a namorar e minha mãe autorizou, sempre saio com ele e ele me respeita, volto cedo pra casa e assim segue meu namoro, damos uns amasso no carro, mas o fato que ele tem 21 anos, fica querendo me deixar maluquinha, não sei se ele sabe de alguma coisa minha, pois um garoto de 21 anos vai querer o que com uma garota de 15 e outra começamos a ficar eu tinha 14, então banco a ingênua, aquela coisa sabe, fiz ele acreditar que minha mão me leva no ginecologista para certificar minha virgindade todos os meses, então ele voltou as atenções para essa minha boquinha deliciosa e minha bundinha tentação, ela é né? Sabe ele tenta na conversinha, mas não libero semana passada ele então tentou outra coisa, me deu keepkoller, uma bebidinha que nós mulheres adoramos, tomei duas e fingi que estava bem alta i ele me deu uma amasso gostoso e disse no meu ouvido:Ele- Beija ele?Eu disse:Eu- “o que”?Ele disse:Ele- Meu Pinto, beija.Eu disse:Eu- não( Afinal foram duas garrafinha, se fosse mais poderia fazer e por a culpa na bebida).Então ele me pois no colinho dele dentro do carro e me cochou legal, pediu pra eu bater uma e eu disse não , afinal eram duas garrafinhas, mas se ele tivesse colocado a pika no meio da bundinha, sem enfiar eu deixava, mas o babaca tentou ir longe demais, ficamos assim,ele ficou chatiado e parou, nem para continuar me esquentando, é um apressado mesmo, depois me levou pra casa, entrei no facebook era a Paty minha amiga me perguntando como foi a noite e eu disse como tinha sido, ai tive uma ideia, ela sabe quase tudo sobre min pois ela se faz de santinha igual a min, tive a ideia de ela puxar assunto com meu namorado e dar dicas pra ele me dar bebidinha e tentar comer minha bundinha, pois eu como uma menina inocente nunca iria deixar , mas quem sabe com bebidinha eu não teria coragem de negar, entende?Assim aconteceu, ela o chama no Wathsapp pedindo para falar comigo dizendo que eu não atendo o telefone, ele diz que eu já estava em casa e ela se demonstra surpresa e ainda diz:Paty- Bem cedo que houve? Brigaram?ele diz que sim e depois de muita pergunta da Paty ele diz que Eu não libero nada , então a Paty me chama no Wathsapp e me fala tudo que eles conversaram e eu disse para ela fazer o seguinte, ele escrevia para ela e ela copiava e me mandava e eu escrevia mandava para ela e ela copiava e mandava pra ele, ela topou dês que eu não a deixasse em uma posição ruim, pois ela bancava a ingênua também…E começamos.Ele – Ela não libera nada Patrícia…Paty – Mas a mãe dela marca em cima , tu sabe ela é virgem.Ele_ Sim, mas nada, nem outras coisas.Paty- Minha prima enfrentou o mesmo problema por causa da virgindadeEle- A Manu?Mas ela namora faz 2 anosPaty- Sim , ela é virgem ainda sim, mas ela faz outras coisas com o Jardel(namorado dela)Ele- como assimPaty – Ela faz sabe com a boca nele entende, e atrásEle- Mas hoje a Gaby nada liberou, tomou duas garrafas e nadaPaty- das mais garrafas e tenta ir mais à calma foi assim que a Manu fez a primeira vezEle- Tu é amiga dela, conversa com ela vai, dis pra ela liberaPaty- Ta louco, nunca vou falar isso pra ela, mas tipo vc terminaria com ela?Ele- Não , se ela liberasse outras coisas , tranquilo, mas não vai funcionarPaty- Você vai ter que tentar..Ele – vou mesmo amanhã, não fala que conversamos. Vou ligar pra ela agora e convidar para sair manhã.Paty- Isso , eu vou dormi, Tchau.Pronto deus 15 minutos ele me ligou, pediu desculpa e disse que queria sair amanhã. Eu disse que sim e pronto.No dia seguinte saímos era 19h e a mãe marcou as 23h para voltarmos, eu vestia uma Legue e sobre Legue., ele de calça e camiseta, ele me levou no parque e me deu uma bebida chamada Kapeta, as duas que me deu eu dava uma volta e virava quase toda, na segunda disse que não queria mais( o Troço era ruim de mais) então entramos no posto e ele comprou 4 Garrafas de KeepKoller e colocou em uma bolsa térmica, fiquei tomando devagar e ele também toda vez que ela parava o carro eu virava um pouco do lado de fora, as 4 garrafas se foram e eu comecei meu teatro , ele convidou para darmos uma volta e eu disse sim, ele então foi para uma estação rodoviária abandonada ficamos no carro em uma amasso gostoso eu ali fingindo até que ele disse:Ele- Pega nele, pega?Eu-Pego, mas jura que me ama ( Conversinha de menina )Ele- lógico , mas pega nele vai.Eu peguei nele e ele com a mão por cima da minha me ensinando a Bater uma punheta, eu batia e escutava uns estalos e o cheiro de Piroka estava me deixando louca, então ele foi colocano a mão dentro da Legge e foi bulinando minha xaninha eu disse que estava machucando então ele tirou a mão e colocou o dedo na minha bundinha e ficou brincando com o dedo no meu cozinho e eu dizia:Eu- Ta se provalecendo de min.Ele- Você não gostaEu- Ta bom, continuaEle- Beija ele, vai, te amoEu chupei fingindo não saber e sem mentira dei 4 chupadas e ele segurou minha cabeça e gozou um monte dentro da minha boca eu nem fiz muita força e engoli tudo, mas fingi não querer , lógico Ne, quando ele me soltou, eu disse:Eu- Porque fez isso?Ele- Continua.Eu continuei e a Piroka ainda estava dura então eu virei para fingira cuspir na janela do carro e ele veio e me abraçou por traz e com a mão dentro da minha calça tentando enfiar o dedo no meu cuzinho e beijando meu pescoço, ficamos assim até que entrou tudo o dedo dele no meu cuzinho, eu já estava louca ai ela disse:Ele- Abre a porta, vamos pra dentro de uma peça abandonada.Eu abri a porta e fomos a uma amasso gostoso, nem acreditava que aquilo estava acontecendo , chupei com vontade e ia levar piroka na bundinha e nem ia precisar fingir que estava dormindo.Ele então me encostou na parede, se abaixou beijou minha barriga toda , me virou de costas baixou minha legge, encostou a piroka na entadinha do meu cuzinho que já estava todo melado, pois tenho lubrificação Anal, e ficou abraçadinho em min e beijando meu pescoço a foi forçando até entra tudo, pois ele acha que era primeira vez que entrava algo na minha bundinha, sem mintira levou uns 20 minutos até entrar tudo, depois ficou colado em min e começou a socar, para socar ele não esperou muito e se fosse a primeira vez , iria doer muito, mas ele socou gostoso, foi tão bom quando ele gozou, eu senti cada pulsada da piroka dele dentro da minha bundinha. Ele então tirou me virou de frente se abaixou e me chupou até eu gozar pela segunda vez, terminamos e ficamos nos beijando. Fomos para o carro e era 21:40h fomos fazer um lanche, comi fingir me recuperar , não falamos sobre o assunto só as 23:10h na frente de casa, eu disse que ele não podia contar nada para ninguém, e ele disse que jamaisIsso foi final de semana passado, já saímos 4 vezes depois disso, pois saímos todos os dias, e todas as vezes pago boquete e acabo engolindo ontem mesmo fiz 3 vezes para ele, antes dele jogar futebol, depois que ele saiu do banho e saímos de carro e antes de eu entrar dentro de casa, engraçado que a ultima vez o Esperma dele esta
va meio fino, acho que por ser 3 vezes ne?Hoje quero dar a bundinha, mas ainda não estou na faze de pedir, ele me pede eu olho e digo assimEu_ Tá bommmmE faço, estou adorando essa faze.Mas ele me transformou na namorada boqueteira dele como ele diz sou a boqueteirazinha dele, ele vem no recreio de carro entro e chupo ele depois faço isso na saída, ele diz quenunva encontrou uma boca iguala minha que minha boca é igual uma boceta, ele fode ela e enfia com força, fiz um teste que achei na internet, peguei uma banana dessas grandes no mercado medi ela, tinha 23 cm, enfiei ela com casca na boca, coloquei ela toda e fiquei quase um minuto com ela respirando pelo nariz, fiz essa sequencia umas 8 vezes, minha garganta se dilata, ele sabe disso fiz na frente dele,estou chupando ele no mínimo 3 vezes ao dia.Comente.

Silvia Analmente Satisfeita

A bunda de Silvia tremia quando minha virilha encostava nela, formando pequenas ondulações em seus glúteos, e quando eu me afastava trazia junto minha tora de carne de dentro de seu anus faminto! Silvia gemia manhosamente dizendo palavras que eu não entendia, fazendo boquinha de boqueteira com aqueles lábios abrasadores. D´outras vezes quando ela gozava, saliva escorria de sua boca escancarada e seus olhos se arregalavam hipnóticamente e depois se fechavam firmemente, prá logo a seguir vir o grito orgasmico!!! Seu esfínceter apertava-se em volta de meu penis tão fortemente que dificultava o lento vai-vem que eu tentava fazer antes de mangueirar internamente o anus dela!!Um minuto antes dessa explosão do gozo de Silvia, estava ela de joelhos e os ante-braços cruzados, apoiados no estreito parapeito da vigia lateral (espécie de janela redonda) do meu camarote, quando vimos seu marido, Heinz passeando em conversa com um dos tripulantes do navio. Sentí o cuzinho de Silvia apertar-se em minha rola de tensão e susto! Acalmei-lhe sussurando em seu ouvido que seu maridinho não podia nos ver, porque meu camarote estava as escuras, ao contrário, nós éramos quem podíamos vê-lo!! Dei-lhe um molhado chupão em seu pescoço, acariciava sua xotinha com meus dedos enquanto rebolava com minha virilha encostada em seu cuzinho!! Silvia relaxou, ao mesmo tempo que ela mesma começava a rebolar e pedir prá eu ir mais fundo em seu anelzinho!! Heinz e o tripulante pararam bem em frente à vigia e debruçaram na borda falsa (espécie de baulustrada em volta do convés do navio)conversando, sabe lá deus o quê, já que Heinz só falava alemão e o tripulante no máximo arranhava algumas palavras de inglês!! Com minha boca beijando, mordendo e sussurrando sacanagens na orelha de Silvia, eu sentia todo seu corpo vibrar e tremer, enquanto ela também falava coisas desconexas em alemão e olhava languidamente para o maridão-corninho a sua frente!! Em segundos ela gozou encharcando meus meus dedos copiosamente, enquanto ao primeiro som de seu grito eu me contorcí o máximo que podia e colei meus lábios em sua polpuda boca e minhas bochechas vibraram com as ondas de som que se formaram na minha caverna bocal!!Os azuis olhos de Silvia se arregalavam enquanto ela era toda convulsão pelo torneado corpo que se contorcia inteiramente ao sabor do orgasmo!! Meu gozo veio em seguida, chegando a escapar, no percurso do vai-vem, um pouco de esperma que escorriam por entre as pernas de Silvia!!Ficamos alguns minutos ofegantes e depois relaxamos plenamente. Estavamos deitados de ladinho com minha piroca semi-enregecida acochegada no anus de Silvia. Como das outras vezes, parecia que o primeiro gozo dela era apenas o prenuncio do gozo maior que ela iria ter agora, quando eu simplesmente mantinha minha rolona enchida em seu cuzinho enquanto ela ía fazendo os movimentos ao seu rítmo até explodir novamente num gozo mais forte!!Silvia começa torcendo a loira cabeça prá receber minha língua em sua boca em uníssimo com meu musculo roliço em seu anus e lentamente inicia o rebolado. Desta vez, enquanto virava a cabeça, ouvimos alguém bater à minha porta, me chamando: Capitão! Capitão!! Silvia imediatamnte se levanta e vira-se para mim, que a olha estupefato, ainda com a rídicula echarpe me cobrindo metade da cabeça!! Sinto minha tora deslizar prá fora do cuzinho de Silvia ao mesmo tempo os tapas que ela me aplica no rosto, retirando a echarpe fora!! Por uma razão ou por outra, Silvia estava vivendo a fantasia de ser possuída por um desconhecido, que a fazia se descobrir toda mulher, mas que depois desapareceria para sempre de sua vida! ao descobrir a identidade de seu momentaneo senhor Silvia tornou-se histérica e antes que ela começasse a berrar, dou-lhe dois tapas no rosto que a fazem parar , arregalar os olhos e depois ficar paralizada. Faço sinal para que permaneça em silencio, enquanto penso o quê fazer com ela! Me virando p´rá porta, respondo que já vou atender. Visto um roupão e carinhosamente direciono Silvia para o banheiro. Fecho a porta do quarto, acendo as luzes da sala e calmamente abro a porta, me mostrando um pouco surpreso em ver Heinz e o tripulante. Este se desculpa por incomodar-me e diz que o alemão está um pouco apreensivo pois não consegue encontrar a esposa! Eu gentilmente, fazendo sinal que preciso me vestir, faço sinal para o alemão que espere um minuto, e o tripulante sem precisar ordenar se retira. Volto correndo pró banheiro, apanhando meu uniforme pelo meio do caminho e não encontro Silvia!! O pavor se apodera de mim por segundos enquanto volto prá sala ainda entorpecido, pensando prá onde teria saído aquela mulher!! Silvia estava sentada com os joelhos dobrados de lado, já vestida, embaixo de minha escrivaninha!! Seu belo rosto tem um quê de apreensão e dúvida do que eu vou fazer. Nós estamos totalmente um na mão do outro. O escandalo seria prejudicial mais para mim!! Chegando até ela, digo-lhe que existe uma saída lateral do meu camarote, privilégio exclusivo dos comandantes, que dá direto ao tijupá (local acima da sala de comando -passadiço- onde só é permitido a presença de outros tripulantes com a aquiescencia do capitão). Ergo Silvia e lhe aponto a porta lateral e me dirijo para a entrada de meu camarote. Abro a porta para Heinz, faço-lhe mensão que se sente confortavelmente, lhe ofereço uma bebida que ele reluntantemente aceita (Surpresa!! Alemão que não bebe!!) Aparentando ser o mais tranquilo possível enrabador de sua esposinha, me dirijo à escrivaninha enquanto levo o copo de whisky a boca, quando vejo Silvia na mesma posição que antes, mas agora com um sorrisinho maroto na bela face! Eu me engasgo momentaneamente, espalhando a bebida por todo o lado!! Heinz pensa que eu preciso de ajuda e começa a se levantar!! Eu, entre o horror e o desconforte do engasgamento, digo-lhe, não sei como, que está tudo bem! Enquanto me limpo tento ganhar tempo prá me acalmar. Olho em direção a Silvia embaixo da escrivaninha, e ela sarcasticamente, bate com a mãosinha no assento da cadeira, como ordenando que eu me sentasse! Eu, como um robot, obedeço, arranjando minhas pernas de um jeito que Silvia fica com seu torço entre minhas coxas!!É fácil adivinhar o que aconteceu a seguir: minha doce e incomparável tortura!! Silvia me atormentava tendo toda minha rola em sua boca sugadora e ambas as mãos segurando firmemente meus quadrís, me puxando para eu ir mais fundo em sua garganta, enquanto eu tinha que aparentar tranquilidade ao marido daquela estupenda boqueteira!! Me inclinando prá frente comecei a desenhar um esquema aonde sua esposa poderia estar, e que nós dois iríamos juntos procurá-la. Pró meu terror, Heinz levantou-se e veio postar-se ao lado da escrivanhinha, prestando atenção, tentando me entender! Disfarçadamente empurrei Silvia para trás, e ela percebeu umas das pernas do maridinho ao lado da escrivaninha! Eu, já começando a suar, apoiava os dois cotovelos em cima da escrivaninha com o peito encostado na tampa, fazendo uma cobertura total para Silvia. Inesperadamente a danadinha voltou a enrodilhar seus polpudos lábios em minha glande, prá em seguida me dar uma gostosa e doída mordidinha! Eu me contorcí de dor! Heinz notou alguma coisa e me pareceu que ele entendeu que precisava ir ao banheiro. Ele fez isso pondo a mão no meu ombro e dizendo :toilete, apontando prá porta. Eu balancei a cabeça afirmativamente, e por gestos fiz com que ele voltasse pró seu lugar, lhe fazendo entender que em cinco minutos estaria pronto. Asim que ele se virou para ir se sentar, eu empurrei a cabeça de Silvia da minha virilha, escapando minha rola de dentro de sua boquinha com um estalo, que somente Heinz não ouviu, e rapidamente me virei em direção ao banheiro ainda com a rola prá fora das calças!!Resumindo: levei Heinz prá fora de meu camarote, gastei um tempo conversando com o oficial de serviço, dando tempo prá que sua esposinha chegasse ao tijupá, onde fomos encontrá-la com o rosto em extase, olhando as estrelas! Se
m se tocarem, devido a cultura deles de não demonstrarem demasiada emoção em público, se falaram amorosamente com ambos sorrindo de felicidade! Meu sorriso parecia mais com o de rigor-mortis!! (continua)

Curraram minha mae no assalto

CURRARAM MINHA MAE NO ASSALTO.Meu nome é Roberto, tenho 20 anos, sou de classe media alta e o que vou contar aqui aconteceu a 2 anos atrás….eu e minha mae moramos sozinhos desde a morte do meu pai a cerca de 4 anos e desde entao nunca vi minha mae se interessar por homem nenhum. Eu ja vira algumas revistas de sacanagem escondidas no quarto dela mas nao falei nada e achei que ela tinha o direito de liberar seu tesao de alguma forma.Minha mae parecia uma mulher muito fogosa quando meu pai era vivo e entendia como ela devia se sentir. Minha mae é uma mulher bonita: na epoca tinha 36 anos, 1,70m, uns 62 kgs bem distribuidos, cabelos longos e ruivos bem cuidados, seios fartos e empinados e uma bunda que eu sabia que virava a cabeça dos homens na rua. Um dia estavamos na sala quando ouvimos barulho no quintal. Eu levantei rapido para ver o que era e me deparei com 3 caras mascarados que me socaram forte e me deixaram meio desacordado…quando me dei conta estava amarrado na cadeira da sala e 3 caras estavam bolinando minha mae que chorava em silencio. Eu comecei gritar mas um negro veio na minha direcao E me deu um soco violentissimo e disse que se eu gritasse, minha mae levava chumbo…. eles eram todos novos: o negro devia ter uns 18 a 20 anos e os outros 2 uns 15 anos. O negro quis beijar a boca da minha mae, mas ela virava os rosto entao o ele veio na minha direcao começou a me chutar e minha mae gritou que ele parasse aquilo que ela ia se comportar..eles riam e eu entendi que eles estavam me usando para conseguir currá-la.. – MAE, NAO FAZ ISSO….NAO PRECISA….. e recebi outro chute!!!! Minha mae disse: – NAO, NAO!!! PAREM COM ISSO…PODEM FAZER O QUE VCS QUISEREM, MAS DEIXEM O MEU FILHO!!! Eles começaram a tirar a roupa dela e a chama-la de puta, vagabunda e piranha enquanto ficava metendo os dedos na buceta e no cú da minha mae que dava gritinhos e mordia os labios envergonhada de estar na minha frente. – NA…NAAA AAHHHHH AI……NAO, NA FRENTE DELE NAO…VAMOS PARA O QUARTO!!! AHHHHHHHHHH NAO FAZ ISSO!!! AAAAAAAAAIIIIIII Um deles atochou fundo o dedo no cú da minha mae que gemeu forte e se agarrou no sofá me olhando, sem saber o que fazer ou para onde olhar…. – AAAAAAIIII MEU FILHO!!!!!! DESCULPA!!!!! AAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHH   e gemeu e gemeu quando eles enfiavam os dedos no cú e na buceta dela. O mais novo que devia ter uns 15 anos no maximo começou a chupar minha mae que entao gemeu mais forte e olhou na minha direçao…ela nao chorava mais! Eu entao comecei a chorar de vergonha e humilhacao… PELO AMOR DE DEUS….NAO FACA ISSO NA FRENTE DO MEU FILHO!!!!AAAAAHHHHH OHHHHHH HMMMMMMMMMM NAO NA FRENTE DELE….HMMMMM ME POUPEM DISSO…..AIII AAAAAAAAAAAAAAHHH AI QUE BOM…… HMMMMMMMMMM O moleque chupava a buceta dela que escorria de tanto tesao… o filho da puta abria bens os labios e lambia por dentro e depois chupava o grelo da minha mae que tao inchado parecia que ia explodir. Ela rebolava na boca do safado e gemia baixinho. O negro tirou a piroca pra fora e enfiou na boca da minha mae que engoliu tudo sem reclamar, enquanto outro mordia e chuapava seus seios… – ISSO SUA PUTA!!!! OLHA SÓ, ELA ESTA GOSTANDO!!!!!! E ficavam rindo e metendo a pica na boca dela. O cara que estava chupando minha mae começou a meter os dedos na buceta dela e eu podia ouvir os sons da xana toda molhada!!! Eu olhei a minha mae que soltando a pica da sua boca, olhou pra mim e mordia os labios tentando conter os gemidos…. –AI FILHO…..DESCULPA….AHHHHH …..GENTE AQUI NAO!!!! GENTE, AQUI NAO!!!!! AAAAIIII OHHHHHH AI QUE…..UFFFFFF…HMMMMM NA FRENTE DELE NAO!!!! POR FAVOR!!!!!! AIIIIIIII!!!!! HMMMMMMMM e entao ela disse bem baixinho, quase que num sussurro: – LAMBE MEU GRELO ASSIM…..minha mae tinha se rendido totalmente aos bandidos que a estavam estuprando…eu olhei pra baixo envergonhado e ouvindo minha mae engolindo a pica de um enquanto os outros dois exploravam seu corpo. Eu estava de pau duro, prestes a gozar vendo aquela cena e como ela se entregava para aqueles animais – TUDO BEM, VAMOS LEVAR ESSA VAGABUNDA PRA DENTRO!!! Minha mae se levantou e veio ver como eu estava….ela começou a chorar: – FILHO, SE EU COOPERAR ELES PROMETERAM QUE VAO EMBORA….E NENHUM DE NOS VAI SE MACHUCAR…..ELES PROMETERAM…. e logo depois foram puxando minha mae pelo braço e levando ela pro quarto. Eu fiquei vendo aquela bunda tesuda rebolando na minha frente indo pro quarto enquanto escorria um liquido da buceta dela…Deixaram a porta aberta entao dava pra ouvir tudo de onde eu estava. No inicio só ouvia eles rindo e xingando minha mae de puta gostosa, de mulherão, de ruivinha ordinária e boqueteira….eles gemiam e pediam pra revezar na boca da minha mae entao ouvi o negro falando: – CHEGA!!! ESSA PUTA JA ESTA TODA MOLHADA…AGORA EU QUERO É ESSA BUCETONA!!! E segundos depois ouvi minha mae gemendo e gemendo gostoso mesmo!!! Gemendo forte!!! Gemendo como uma puta que nao sentia uma piroca na buceta a mais de 4 anos!!! – AAAAAAAHHHHHHHHHHH HMMMMMMMMMMMMM AI SEUS ANIMAIS!!!!! AAAIIIIIIII HMMMMMMMMMMMMMMMM OHHHHHHHHHH CRETINO!!!! AI!!!!!! AI!!!!!!!!! HMMMMMMMMMMM AI QUE PICA!!!!! AI QUANTO TEMPO!!!!! AAAAAAAAH OOOOHHHHH ISSO SEU PRETO!!! AIIIII SEU ANIMAL!!!!! AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHH NAO É ISSO QUE VCS QUEREM????/ VCS NAO QUEREM BUCETA???? ENTAO ARREGAÇA A MINHA SEU ANIMAL!!! Eu podia ouvir a cama balançando e batendo na parede, minha mae gemendo e arfando enquanto a piroca esfolava sua buceta. Um a um eles foram gozando na buceta dela e eu podia ouvir eles gritando enquanto se revezavam e chupavam os peitos dela…ela deve ter se esquecido por completo que eu estava amarrado na sala e ouvindo tudo pq começou a gritar e a pedir pica na buceta, pica no cú, queria rola na boca e pedia pra gozarem em cima dela, na cara, nos seios…. – COLOCA ESSA PUTA DE QUATRO QUE QUERO ENFIAR NO CÚ DELA ENQUANTO ELA TE CHUPA!!!!! PUTA QUE PARIU, QUE BUNDAO….QUER LEVAR PAU NO CÚ SUA VAGABUNDA???? Entao ouvi o barulho no quarto e eles mudando de posiçao e logo depois, para meu espanto, minha mae disse assim: – ANDA VEM…..ENTRA LOGO EM MIM…….AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAIIIIIII AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAIIII OHHHHHHHHHHHHH QUE PICA DURA!!!!!!!! OHHHHHHHHHH HMMMMMMMMMMM ISSO VEM!!!!! VEM!!!!!! AAAAAAAAAAAAAIIIIII HMMMMMMMMMMMM QUE PICA GOSTOSA!!!!!CADE O PAU PRA EU CHUPAR????? HMMMMMMMMMM SLUUUURPPPP SLLLLLLLLLLURRRRRRPPPP SLUUURPPPPPPPPP….. Durante a madruga inteira eu ouvi os pivetes comendo minha mae e ela se deliciando com o tratamento humilhante que estavam dando nela…ISSO ENFIA NO MEU CÚ!!!!!! AAAAAAAAAAHHH AIIIIIII ARREGAÇA MEU CÚ!!!!! AI!!!! ISSO ISSOO!!!!! HMMMMMMM….. Entao eles sugeriram comer ela com dupla penetraçao e rapidamente eu ouvi minha mae voltar a gemer e a gritar gozando muito uma vez atras da outra….. eu ficava pensando nos 2 pivetes comendo ela juntos e o outro com a pica enfiada na boca dela!!!!HMMMMMMMMMMM ME COME GOSTOSO!!!! HMMMMM ME COME GOSTOSO!!!!! AIIII AIIIIIIIIIIIIIIIII HMMMMM SLUUURP SLUUURPPPPPPPPP e a cama batia e batia e batia na parede acompanhando os gemidos…. Enquanto eles comiam ela o negro mais velho veio ate a sala e apontando a arma para mim me mandou ir ate o quarto para ver ‘a piranhuda da sua mae dando o cú”. Eu fui ate o quarto e me estarreci. Era pior do que eu imaginava: minha mae estava estava como recheio de dois bandidos de 15 anos. Um comia sua buceta enquanto o outro montava nela e esfolava o cú dela com pica. Minha mae gritava e gemia mordendo o travasseiro e abandonando o corpo furiosamente a cada estocada das pirocas. O corpo dela estava cheio de porra ressecada ( no cabelo, na cara) e as pernas e os braços dela cheios de marcas de mordidas e tapas. Quando o moleque que comia o cú dela gozou, o mais velho mandou ele ficar segurando a arma na minha direcao enquanto tomava o lugar dele. Minha mae nem olhava para mim e empinando a bunda chamava o proximo da fila para comer seu cú….o negro foi se deitando em cima dela e enfiando a pica devagar abrindo minha mae que gemia – AAAHHHHHHHHHHHHHH – quan
do entrou tudo ele começou a bombar junto com o outro moleque e minha mae gritando de prazer, ate que o corpo dela começou a tremer muito e ela explodiu num gozo!!!!! Ela gozou enrabada numa dupla penetracao pelos bandidos. O moleque com a arma entao me mandou ir para o banheiro que ficava dentro do quarto da minha mae e trancou a porta por fora. E entao eu fiquei ouvindo quando ele foi para a festinha onde o banquete era o corpao da minha mae e enfiou a pica na boca dela. Entao eles tiveram a ideia de pegar um copo e um a um eles foram gozando dentro do copo. Mandaram minha mae ficar de quatro no chao e ir miando ate onde eles colocaram o copo e beber do “leitinho”. Depois de uns segundos eu ouvi minha mae miando!!! – MIAAAUUUU MIAAAAUUUU MIAAAUUUU – e os calhordas rindo enquanto eu imaginava a cena da minha mae rebolando de quatro no chao do quarto fingindo ser uma gatinha. – AGORA BEBE O LEITINHO, MINHA GATINHA NO CIO, BEBE – e acho que minha mae bebeu o copo todo de porra porque eles davam gritos e riam. – E AI, VAMOS EMBORA? – um deles perguntou. – CALMA, SÓ MAIS UMA VEZINHA. TOPA GOSTOSA? , disse o mais velho – entao ouvi minha mae respondendo – TOPO, AGORA. Eu ja estava pagando uma punheta e gozei na privada ouvindo eles comendo minha mae por mais uns trinta minutos e entao ela gritou chegando num outro gozo. Eles entao se arrumaram e trancaram o quarto da minha mae falando para ela nao sair dali em menos de uma hora, caso contrario “me queimavam”. Eu fiquei pedindo para minha mae abrir a porta, mas acho que ela devia estar exausta na cama. Mais de uma hora depois ela abriu a porta do banheiro. Era a imagem da putaria: marcas de mordidas por todo o corpo, marca de sêmem ressecado pelo cabelo, no rosto…. – FILHO…..DEIXA SUA MAE TOMAR UM BANHO…. – foi a unica coisa que ela me disse. Uma hora depois ela saiu do banho e fomos tentar arrombar a porta. Quando saimos, demos falta da tv, radio, algumas joias e de dinheiro que ficava guardado no armario da sala. Minha mae disse que nao ia procurar a policia pq a vergonha ia ser muito grande e pediu para que eu nao comentasse com ninguem. A vergonha era tanta por te-la visto gostar tanto de ser violentada que obviamente eu concordei…mas durante meses e meses eu tenho tido pesadelos por causa disso e minha mae acho que teve o foog aceso novamente pq logo depois arranjou um namorado negro, dez anos mais novo do que ela.

minha irmã e mãe são duas putonas (conto 4)

depois daquela tarde em que precenciei minha mãe sendo fudida por dois caras e ainda por cima exibido-se com roupas vulgares na calçada de nossa casa, fiquei totalmente possuido de tesão, ela havia demostrado o quanto era safada e apesar de feia, era muito gostosa e vadia, sua enorme bundona não saia de minha cabeça, eu estava decidido a fude-la tambem, porem deveria aguardar a primeira oportunidade, durante a noite resolvi dar uma passadinha no bar de minha mãe, pois era quase certo que minha irmã catia estaria lá, e deste modo eu a fuderia com certeza , ja que eu estava morrendo de tanto tesão. comforme eu presumia a vadia da minha irmã estava lá, neste dia ela usava uma micro saia jeeans curtissima quase deixando a polpa de sua gostosa bunda a mostra, p/a completar o visual piranha trajava uma blusinha curtissimima exibindo metade dos grandes e apetitosos seios, minha irmã agia realmente como puta pois todos os caras que ali estavam a desejavam, uns ja tinham lhe fudido e sabiam o quanto ela era gostosa, e os outros que não a comeram ainda se revezavam ao seu lado na disputa ferrenha de quem iria lhe fuder, ela estava sentada e como sua saia era muito curta sua calcinha aparecia exibindo a ponta de sua buceta negra e molhada, quando ela percebeu minha presença , eu fiz sinal p/a ela se aproximar, ela levantou-se, baixou sua saia p/a tentar esconder sua bunda e veio rebolando deliciosamente sua calda deixando os caras ainda mais tesudos. deixei claro p/a ela que estava morrendo de tesão e que precissava de trepar urgente, ela me disse que estava conversando com um tiozinho que era cheio da grana e que ele havia oferecido 1.000 r$ p/a ela passar a noite com ele, eu argumentei p/a ela que poderiamos dar uma rapidinha e depois ela sairia com o coroa, a vadia pediu um minuto p/a ir falar com o tiozinho ricaço, ela aproximou-se do cara e falou algo em seu ouvido o coroa meteu sua mão embaixo de sua saia, deveria esta pegando em sua buceta, ela o acariciava então o coroa colocou um dos seus seios p/a fora e o chupou ali mesmo, os outros caras olhavam mortos de inveja, ela não sentia nenhuma vergonha, neste momento procurei ver aonde estava minha mãe, percebi que ela assim como eu assistia ao show que a vadia de minha irmã estava proporcionando p/a todos ali, devo dizer que minha mãe apesar de seus 47 anos tambem chamava muito a atenção dos caras, porem o motivo era o seu enorme rabo, pois de rosto como ja disse ela não era la grande coisas, mas tinha uma cara de baiana safada, neste dia ela usava uma calça branca muito justa , ficando toda socada em seu enorme bundão, dava p/a perceber a marca da calcinha toda enfiada naquela montanha de carne, que eu estava desejando desesperadamente, pois bem depois de uns 30 minutos se bolinando com o coroa minha irmã veio ate mim e falou p/a segui-la, ela foi em direção ao banheiro das mulheres, mandou que eu entrasse junto com ela, foi logo falando se eu quizer foder tem que ser ali e agora, pois o tiozinho esta esperando p/a irem ate um motel, a vadia foi logo levantando a saia eu pedi p/a ela dar uma chupadinha antes ela negou dizendo que não iria sair depois com gosto de pica na boca, então com muito tesão e com raiva tambem , empurrei a vadia contra a parede de modo que ela ficasse de costas e com o rabo empinado , tirei a calcinha de dentro de seu rabo e emfiei toda minha pica em sua racha ela deu um gritinho e abriu as pernas de modo que a minha pica entrasse ate o talo, sua buceta era muito molhada e funda eu a comia mas minha mãe não saia de minha cabeça ainda mais da forma que eu a vi vestida em plena rua diante da vizinhança, com short curto e apertado com a metade do enorme rabo de fora e os peitos então quase que totalmente expostos, passei a enfiar com mais força na bucetona da minha irmã catia, ela passou a gemer alto em razão dos gozos seguidos pois comigo a vadia gozava realmente , ja que adorava da a buceta p/a mim, neste ritmo estava-mos quase 20 minutos quando que de repente a porta do banheiro se abre, p/a minha surpresa era minha mãe, devido ao grande susto minha rola saltou fora da buceta da minha irmã, eu absolutamente estatico e minha mãe p/a minha surpresa passou a direcionar sua visão p/a minha rola, que de forma imediata voltou a ficar dura , minha irma sentindo minha perplexidade, mandou-me relaxar pois segundo ela minha mãe estava cansada de saber que eu a fodia tambem, falou que minha mãe sabia dos nossos encontros durante a noite, e p/a completar minha surpresa minha irmã ja sabia que eu havia flagrado minha mãe dando p/a dois caras em nossa casa, minha irmã demostrou realmente o quanto era puta e completou dizendo que minha mãe ja havia perguntado p/a ela se eu era gostoso na cama, diante de tudo isso eu quaze gozei, porem minha irmã foi mais além , arrumou sua calcinha baixou sua saia e mandou minha mãe entrar no banheiro, ela falou p/a minha mãe que agora ela iria provar se eu era gostoso, pegou a mão de minha mãe e a conduziu p/a minha rola, percebendo que eu aceitei e minha mãe tambem estava gostando, despediu-se dizendo p/a minha mãe cuidar bem de mim, pois no dia seguinte ela queria continuar, ela saiu do banheiro e foi de encontro do tiozinho pois afinal de contas era 1.000 r$ que ela ganharia, minha mãe continuou a me punhetar elogiando o tamanho do meu cacete, eu e claro elogiei o magnifico rabo e de como ela era safada, disse de como eu havia ficado com tesão em ve-la com o short todo socado, ela apenas dava risada e continuava a me punhetar, não resisti mais e passei a emfregar minha rola em seu rabão ela rebolava e forçava sua bunda ao encontro do meu pau, desabotoei sua calça e tentei baixa-la porem era muito apertada e tive dificuldade em baixa-la , pude admirar a calcinha vermelha que usava totalmente encravada em sua bunda , era muito apertada tambem, enfiei a mão por dentro de sua calça e apalpei aquele maravilhoso e enorme rabo, eu queria a fuder de qualquer modo, porem ela pediu p/a espera-la fechar o bar e irmos juntos p/a casa, supliquei p/a que ela deixasse eu a fuder pois estava transtornado de tanto tesão, então sem nada dizer a putona mãe baixou e caiu de boca em minha rola, ela era uma grande boqueteira, como chupou gostoso engolia quase que todo meu cacete, lambia o saco e fazia questão de olhar meu rosto. eu estava com muito tesão e logo senti que o gozo estava proximo , ela tambem percebeu e aumentou o ritmo das chupadas, logo esporrei gostoso demoradamente em sua boca, foi muita porra despejada, a puta da mamãe enguliu tudo , não perdeu uma gota siquer, depois me elogiou dizendo que eu era um macho maravilhoso e que eu seria seu comedor de hoje em diante, ela tentou se recompor e saiu me fazendo prometer que eu a levaria embora , eu e logico que a fiz me prometer que me daria o rabo, ela concordou de imediato, mas isso eu contarei no (conto 5)

UMA CNH MAIS DO QUE CARA

Meu nome não interessa nem a cidade ou o Estado onde isso aconteceu.O que irei aqui relatar não se trata de fantasia, mas sim da mais pura realidade.Eu era instrutor de uma auto-escola da minha cidade, era o responsável pelas aulas em um dos Ford Fiesta.Bem, sou um cara normal, não sou casado, não tenho filhos, embora um dia o queira, mais ainda falta o ingrediente principal, uma mulher que me mereça, e olha que eu estou suando a procura dela. Tenho 25 anos, 1,83 de estatura, 72 Kg, olhos castanhos e cabelos castanhos claros e meu corpo é definido por três dias por semana de malhação.Essa loucura maravilhosa aconteceu em meados de 2004.Eu estava cheio de alunos e numa Terça-Feira de manhã tinha a primeira aula com uma nova aluna. Quando a vi, meu coração disparou, fiquei alguns segundos sem reação e com a maior cara de bobo.Ela era simplesmente linda. Seu nome era Cláudia, tinha 19 aninhos, era uma morena de aproximadamente 1,75 de estatura, 57 Kg, olhos verdes, cabelos escuros longos e lisos, seios grandes mais firmes e um par de coxas de deixar qualquer homem louco e com certeza qualquer mulher morta de raiva. A bunda então nem se fala, era fenomenal, era arrebitada fofinha. Era um tesão só!!!A primeira vez que a vi, nunca vou esquecer; ela estava vestindo uma saia rosa até os joelhos, mas muito sexy, colada ao corpo, dando uma visão incrível de seu corpo definido e apetitoso. Vestia também uma camisa branca de botões, com os três primeiros botões de cima desabotoados, além de sapatos de salto alto pretos.Tudo transcorria normal durante nossas aulas. Ela não tinha experiência nenhuma no volante de um carro e era estudante de Administração em uma universidade pública de nossa região.Com o passar das aulas fomos nos conhecendo melhor, ela me contou que havia passado em um concurso público federal, que era requisito para ela a carteira de habilitação e que o prazo para apresenta-la estava muito em cima e que ela estava com medo de rodar no exame.Sendo sincero, o que ela tinha de linda e gostosa, tinha de excelente motorista. É puro machismo o que dizem das mulheres sobre elas não combinarem com volante.Bem, todo dia em que tínhamos aula, ela vinha sempre linda, parecia uma princesa. Todos babavam por ela, alunos, instrutores…todos a olhavam com desejo; quem não olharia.No dia da prova ela estava muito nervosa e para piorar ela seria a última a realizar a prova, o que aumentou sua ansiedade e seu nervosismo. Isso, aliado ao fato de três mulheres que fizeram a prova terem rodado por derrubar a balisa a deixaram com os nervos a flor da pele, acarretando em sua eliminação por ter perdido dois pontos por ter deixado o carro apagar ao dar a ré para fazer a balisa e mais um ponto por esquecer de ligar o pisca na hora de entrar na garagem.Ela começou a chorar dento do carro desesperada e eu fui em seu auxílio, puxando o freio-de-mão, desligando o carro e a ajudando a sair do carro. A Cláudia me abraçou em prantos, dizendo que isso não podia ter acontecido, que ela precisava da CNH, que o concurso que ela passou pagava muito bem, que ela precisava do dinheiro, que tinha se esforçado muito para passar nele. Sinceramente, fiquei com pena dela. Como instrutor, sei que o exame de direção não avalia quem realmente está habilitado para dirigir um carro e ser responsável ao fazer isso. As pessoas ficam nervosas ao serem avaliadas, isso é normal e humano. Os examinadores também ficaram sentidos por ela e vieram consola-la.Bem, depois de alguns minutos ela se acalmou e parou de chorar.Nisso ela olhou para nós e disse que precisava da CNH e que faria qualquer coisa, qualquer coisa para ser passada.Ao ouvirmos isso, nos olhamos não acreditando que aquela jovem linda e delicada estivesse nos fazendo tal proposta.Então ela disse: _ Eu deixo você fazerem o que quiserem comigo se não me reprovarem nesse exame. Por favor, eu preciso passar. Por favor!!!Nós três estávamos em estado de choque, aquilo era irreal, não podia estar acontecendo.Então a Cláudia fez algo inacreditável: ela levantou a saia preta que estava usando e mostrou a calcinha rendada ínfima, pequena mesmo que estava usando e disse: _ Vocês não querem? Por favor, me ajudem!!!Nossa, aquilo foi o fim de qualquer dúvida; nós três trocamos um olhar rapidamente e nenhuma palavra foi dita. Não havia dúvida que nós três queríamos sentir aquela garota linda em nossos braços.Um dos instrutores voou na direção da Cláudia e a agarrou colocando suas duas mãos em sua bunda e a apertando contra si e lhe dando um tremendo beijo na boca, enquanto ela continuava com sua saia levantada.Eu e o outro examinador ficamos olhando. Nisso o cara que a agarrou disse que ele seria o primeiro a experimentar a ninfetinha e que depois seria a vez do outro examinador e que eu seria o último. Não o contestamos e ele enfiou a mão no sexo dela, por cima da calcinha e disse que ela teria uma surra de pica naquele dia e que não iria se arrepender.Olhei para ela e ela estava de cabeça baixa, parecia com vergonha, enquanto mantinha sua saia levantada tendo o cara tocando sua xana.Estávamos no local de prova, uma rua pouco movimentada, então pegamos o carro da auto-escola e fomos para a minha casa, visto que seria difícil entrar num motel três homens com uma jovem mulher, além do mais, os dois moravam na capital e vinham para minha cidade especificamente para fazer as avaliações, logo não sobraram muitas opções.Eu fui dirigindo, enquanto Cláudia ia com os dois examinadores atrás, no meio deles. Eles apalpavam sem trégua. Enquanto um a beijava e apalpava sua buceta, outra desabotoava sua camisa e chupava, apertava seus seios por cima do sutiã.Chegamos em minha casa em trinta minutos e eu coloquei o carro na garagem porque Cláudia já estava sem a camisa e sem o sutiã, sendo devorada pelos dois no banco de trás.Quando entramos na garagem, eles a tiraram do carro e o primeiro examinador nem permitiu que entrássemos em casa, ele a colocou debruçada sobre o capô do carro, com os seios sobre o capô quente. Cláudia ameaçou reagir, acho que pelo capô estar quente e estar queimando sua pele clara. O cara a virou com força e lhe deu um tapa no rosto e disse que ela era uma puta e que seria tratada como tal, que ela pediu por pica e teria o que ela pediu. Então ele a jogou com força sobre o carro, ergueu a saia e rasgou a calcinha dela , abriu o zíper da calça e enfiou com tudo na buceta dela, enquanto chupava e mordia com força seus lindos seios. Ele segurava as coxas dela mantendo-a na posição de frango assado, acertando com violência e força seu pau no fundo da buceta dela.Ele parecia um animal fudendo ela, uma jovem de 19 aninhos, tão delicada, tão linda e doce. Eu olhei para o rosto dela e nossos olhos se encontraram, ela estava chorando, lágrimas desciam de seus olhos; ele a estava machucando; eu queria parar aquilo tudo, mais não podia, não por mim, nem por eles, mas por ela. Sabia que aquele concurso significava muito para ela, mais desejava do fundo de minha alma que ela gritasse por socorro, para que ele parasse, para que ela pedisse minha ajuda. Isso não aconteceu.Ele a virou e a pôs de bruços no capô e colocou seu pau na buceta dela e aí ele passou a fuder ela com mais força e rapidez ainda. Então depois de um tempo ele puxou os cabelos dela com força para trás e lhe deu um beijo na boca e disse que a buceta dela era muito apertadinha e quente, que ela era uma puta de primeira e que estava louco pelo resto. Nisso ele abriu as bandas da bunda dela e enfiou um dedo com tudo no cu dela. Cláudia deu um grito e tentou sair, mais ele a segurou com força e a lembrou da carteira que ela tanto precisava, então ela se aquietou. Logo ele estava com dois dedos no cu dela, socando com força, assim como o pau na buceta dela. Derrepente ele retirou o pau da buceta dela e colocou na entrada do cu de Cláudia, quando a cabeça entrou ele enterrou tudo de uma vez no rabo dela. A Cláudia deu um grito muito alto, parecia um animal ferido, ele estava rasgando ela literalmente, sem dó
, sem piedade. Ele tirava quase todo e enterrava tudo de uma vez com força. Ela chorava muito! Ele a xingava de vadia. Dizia que ela era uma cadela, que é cadela que tem cu arregaçado, que ela era uma prostituta barata.Ele fudeu o cu dela por uns 20 minutos e quando ia gozar, mandou ela se ajoelhar na frente dele a abrir a boca. Ela obedeceu. Seu rosto estava com a maquiagem toda borrada por causa das lágrimas. Ele mandou ela chupar o pau dele que a pouco estava no ex virgem cu dela sem camisinha e ela o fez. Ele esporrou na boca dela e no seu rosto.Depois ele ainda mandou ela limpar o pau com a boca, no que foi atendido. Ele não precisava ter sido tão cruel com ela. Ele esfregava seu pau em todo rosto da menina.Logo que terminou ele guardou seu membro e disse que valeu a pena, que ela era uma putinha e tanto e que por ele ela estava passada. Porém ainda faltava o outro examinador que se aproximou dela e disse para ela ir se lavar. Ela olhou pra mim com aqueles olhos lacrimejantes e me perguntou onde era o banheiro. Então eu a levei até ele e lhe dei uma toalha para ela tomar um banho rápido, visto que eles haviam falado que tinham voltar para a capital logo e que o ônibus sairia dentro de algumas horas.Então a deixei a vontade para se lavar e fui para a sala onde estavam os dois examinadores confortavelmente sentados no sofá e rindo da sorte de terem aquela deliciosa fêmea a sua inteira disposição.Dentro de dez minutos Cláudia surgiu enrolada em uma toalha e com a cabeça para baixo. Ela não nos olhava nos olhos, acho que por sentir vergonha por ter que se submeter a aquilo para conseguir tirar tua tão necessária CNH.O segundo examinador então ordenou que ela tirasse a toalha e ela a deixou cair sob seus pés. Como Cláudia era linda. Seus seios eram grandes, mais firmes e seus biquinhos e auréolas eram pequenos e claros, como eu gosto. Não aprecio muito bicos de seios e auréolas grandes e escuros. Como se diz, gosto não se discute!Os pelos pubianos eram raspadinhos, tendo ela apenas uma trilha bem pequenina no meio. Cláudia era perfeita!Então ele se aproximou dela e tocou a sua buceta e mandou ela abrir as pernas, no que foi prontamente atendido por Cláudia que passou a ser masturbada. Depois ele a abraçou pela frente e a beijou na boca, no pescoço enquanto suas mãos tocavam e apertavam sua bunda arrebitada. Logo ele estava abrindo a bunda dela e tocando seu cu com um dedo de cada mão e dizia para ela e o cu dela ainda estava apertado, mas que ela não precisava se preocupar, que ele iria resolver isso.Então ele foi para trás dela e apertou com as duas mãos seus firmes e grandes seios. Então ele falou: _ Vamos potranquinha, arrebita essa bundinha para o teu homem de comer gostoso! Cláudia então arqueou um pouco seu corpo para a frente apoiando suas mãos na mesinha de centro da minha sala deixando sua bunda bem arrebitada e vulnerável para o seu segundo homem do dia. Ele colocou seu pau na buceta dela e começou a fudê-la devagar, mas logo já estava sacudindo o corpo da garota de um lado para o outro tamanha a força e velocidade com que a estocava. Os seios de Cláudia não paravam de sacudir! Ele a fudeo por uns 10 minutos e despejou toda sua porra na buceta dela dizendo que queria engravidá-la. Tão logo ele gozou ele se sentou no sofá que ficava bem de frente para a bunda dela e a mandou permanecer imóvel, disse que queria ver a porra descendo pelas pernas da puta que lhe proporcionara a melhor trepada de sua vida. E assim ele o fez!Eu pensava como ela podia estar se sujeitando a tanta humilhação, estar passando por tudo aquilo, sendo nítido que ela não estava gostando, que não estava sentindo o menor prazer ou excitação pelo que faziam com ela, a forma como a tratavam.Depois de um tempo ele a chamou: _ Agora venha cá sua vadia safada, vem experimentar a minha porra, vem sua vadia boqueteira chupadora de rola!Cláudia se virou e se pôs de joelhos diante de seu algoz e pôs-se a mamar em sua rola, enquanto ele sorria vendo uma menina linda e jovem se submetendo a todas as suas vontades e depravações. Ele então mandou ela chupar suas bolas, passar a língua em toda extensão de seu pau, dar beijinho e engolir toda a rola dele; ela a tudo fazia, de nada reclamava.Então ele pegou a cabeça dela e começou a fuder a boca dela como se fosse uma buceta e dentro de pouco tempo gozava em abundância dentro da boca de Cláudia urrando como um animal satisfeito.Cláudia se engasgou com tanta porra e cuspiu o que pode. O cara ainda queria o cu dela, mais aí o primeiro que a usou e abusou dela disse que ele já tinha gozado duas vezes, assim como ele e que não era justo um gozar mais que o outro. O segundo concordou e ainda disse que faltava eu comê-la, mais que ele ainda queria mais uma e como tinham pouco tempo, eles a teriam mais uma vez e ao mesmo tempo, visto que teriam que viajar logo.Cláudia tentou reclamar falando que nunca tinha feito isso mas foi segura pelo primeiro que disse que era melhor ela ser boazinha e cooperar se realmente quisesse ser aprovada. Eles a tinham em suas mãos; ela não teve escolha. Dito e feito, o primeiro que a comeu se deitou no sofá e mandou Cláudia vir cavalga-lo, no que foi atendido, enquanto o outro deu seu pau para ela chupar até ficar em ponto de bala novamente. Em pouco tempo isso aconteceu, então o que estava por baixo a puxou para junto de si prendendo-a com um abraço forte, enquanto o outro se posicionava atrás dela e ia abrindo o botãozinho rosa de Cláudia e enfiando dois dedos de uma só vez, fudendo-a com eles por algum tempo. Depois ele colocou a cabeça do pau na entrada do rabo dela e forçou para dentro, demorou e doeu muito porque pela expressão do rosto dela, a estavam rasgando literalmente, mais logo Cláudia estava com dois paus dentro de seus buracos, sendo fodida pelos dois ao mesmo tempo, tendo seus cabelos puxados ora por um, ora por outro para beija-los. Eles diziam para ela pedir pica, dizer que era uma puta sem vergonha, uma vagabunda viciada em rola e ela repetia tudo.Eles fizeram dupla penetração nela por uns 15 minutos, acho que os piores minutos por que ela passou e despejaram toda a porra dentro da buceta e do cu de Cláudia.Quando se recuperaram, eles a levantaram e praticamente a arrastaram para o box do meu banheiro e a colocaram de joelhos no chão e mandaram ela limpara com a boca seus paus. Tão logo Cláudia deixou os paus deles limpos, eles mandaram ela abrir a boca e fechar os olhos e quando ela terminou de obedecer eles começaram a mijar no rosto, na boca, no cabelo e em todo seu corpo. Ela tentava desviar da urina deles, mais o box era muito pequeno. Enquanto ela gritava para eles pararem eles riam e falavam que era isso que uma cadela como ela merecia.Eles então se recomporão, ligaram pedindo um táxi e foram embora deixando-a em um estado lastimável e dizendo para mim aproveitar bem as sobras que eles deixaram.Ela estava em prantos, seu corpo tremia tanto.Então eu liguei o chuveiro e quando fui me aproximar dela Claudia me pediu: _ Por favor, me deixa em paz, eu não agüento mais estou toda dolorida, por favor tenha pena de mim!Então eu a tranqüilizei e disse que não iria toca-la, que sentia muito por tudo que houvera acontecido e que tive a intenção de interceder por ela várias vezes mais não o fiz porque ela havia dito que precisava muito da CNH. Ela desandou a chorar e se encolheu toda no chão frio do box. Eu fui ao seu encontro e a abracei, ela cheirava a urina. Ajudei-a a se levantar e ir para baixo da água quente do chuveiro e então a banhei com carinho e sem nenhuma segunda indicação. Seu corpo todo tremia, acho que ela estava em choque com tudo que houvera acontecido. Imaginem uma jovem de 19 aninhos sendo enrabada brutalmente em sua primeira vez no cu e ainda sendo currada por dois estranhos em uma dupla penetração. Era demais para a cabecinha dela!Cláudia reclamava muito de dor pelo corpo, principalmente em seu sexo, cu e seios.Eu tentei ajuda-la a se vestir para levá-la em casa mais ela mal conseguia andar e disse que não podia ir para casa daquele jeito, qu
e morava com os pais e que eles iriam perceber que algo estava errado. Além disso, quando fui vestir a calcinha nela Cláudia gritou tamanha a dor que o toque da peça fez em sua virilha. Eu tirei imediatamente e a peguei no colo e coloquei-a deitada em minha cama e a cobri com apenas um suave lençol e lhe disse que ela poderia ficar tranqüila, que podia ficar em minha casa o tempo que fosse necessário, que descansasse um pouco, que podia confiar em mim, que não iria tocar nela, mais que depois achava melhor ela ligar para seus pais e inventar alguma desculpa para dormir fora de casa. Lágrimas caíam de seus olhos e ela agradeceu, eu a abracei com carinho e disse que tudo ia ficar bem, que já tinha passado e que ela descansasse enquanto eu iria por uma água esquentar e pegar uns remédios para passar nos locais onde ela sentia dor. Ela agradeceu de novo por eu estar sendo tão bom com ela e pediu desculpas por estar dando trabalho para mim. Como Cláudia era doce e meiga! Eu disse que não era trabalho nenhum e que iria ir a uma farmácia comprar a pílula do dia seguinte porque eles haviam gozado dentro dela. Ela disse que não precisava porque tomava pílula.Então apaguei a luz do quarto e a deixei descansar e fui juntar as suas roupas e por na máquina para lavar.Continua…Se gostaram votem e me escrevam dizendo o que acharam.

Dois negões comendo na marra o cu da loirinha puta na obra.

Olá me chamo kelly .Muito meiga , delicinha mesmo.Loirinha puta. Depois do episódio do boquete no coroa , que o maldito pedreiro filmou e me obrigou a chupar o pau preto dele todo suado e cheio de cebo , ainda gozou dentro da minha boca na marra .   Ele não tinha apagado a foto . Pois bem no dia seguinte eu super preocupada , fiquei a espreita pensando em um jeito de pegar o celular e apagar aquele maldito video. Mas eu sabia oq ele queria , aquele maldito queria me colocar de joelhos de novo e me obrigar a chupar aquele pau delicioso rsrsrs. Pois bem naquela aflição para sumir com aquele video , esperei o senhor Alcides sair da casa . Então coloquei um shortinho branco transparente , passei um baton , coloquei um salto e um top hiper decotado.   Fui ate o portão e entrei . De cara ele me viu e disse: – Que delicia ein boqueteira , nossa . Eu pedi o celular para apagar o video. E ele perguntou oq ganhava em troca, Então eu disse para ele: -Me da o celular primeiro , depois que eu apagar eu faço outro boquete em vc .   Então ele me deu o celular para apagar o video .   Eu apaguei . Ele disse para eu voltar as 17h , e eu concordei ou pelomenos fingi , afinal eu não estava afim de chupar um homem que estaria das 7h até as 17h trabalhando todo sujo .   Pois bem fui para casa tranquila . Mas quando foi 17h em ponto escutei um asovio .   Era ele em cima do muro . Disse : – E ai loirinha e o nosso conbinado, to esperando vc para fazer aquele boquete gostoso .       Eu mandei ele se fuder .   E ele desceu do muro dizendo que eu ia se ver com ele .   Continuei no quintal , para aproveitar e aguar as plantas da minha mãe.    Derrepente escutei um barulho , me virei para olhar e vi que a tabua não estava tampando o buraco do muro . Então ele e um homem mais ou menos da minha idade passaram . Vieram em minha direção e sem dizer nada me pegou e jogou nas costas dele .   Eu me debati mas não adiantou .   Eles me levaram para a obra , e chegando lá me jogaram em cima de um monte areia .   Então o mais velho aquele do pau muiiiito grade disse :    -Agora vc vai chupar o meu eo do meu parceiro, e é leitinho na boca .   Eu me levantei e fui correr , mas ao passar por ele o amigo dele me agarrou pelos cabelos e já meteu o dedo na minha bucetinha. E disse : – Eu vou comer ela to nem ai. E o roludo mais velho respondeu : – Demoro , o cuzinho é meu.   Eu me debati mas não adiantou eles me jogaram na areia .   O mais novo me segurou com a cara no chão e minha cabeça entre as pernas dele , com as duas mãos uma de cada lado da minha bunda branca e arreganhou para o colega meter .    Então já com aquela piroca preta grossa encostou no buraco do me cu , senti a oleosidade do cebo dela nas beiradas do meu cu , ele forçou mas não entrou , pois o pau dele era muito grosso .            Mas fiquei aliviada , a final eu queria sentir a quela deliciosa pica grossa abrindo minha buceta.        Mas ele estava decidido a arrombar meu cu.    Ele estava com tanto tesão que arrancou o meu shot rasgando.    Juntou saliva e cuspiu no buraco do meu cu , tentou empurrar novamente .    Então como não entrou ele cuspiu repetidamente metendo o dedo .   Eu tentava me livrar nas ja estava dominada , então ele segurou forte na minha cintura fina e enpurrou de uma vez .    Senti a cabeça entrando comecei a gritar e gemer; ele foi enpurrando e o resto foi entrando , eu sentia o buraco do meu cu rosado , sendo aberto totalmente violado.    Então me rendi parei de me debater enpinei bem para ele socar até os cocos e quando senti aquela piroca grossa que tinha facilmente   uns 24cm de tamnho e 4 dedos de largura, atoloda no fundo do meu cu .    Comecei a rebolar , pois eu sabia que eu já estava arrombada .    Com a piroca pulsando dentro do meu rabo ele me abraçou pela cintura e me levantou .    O amigo dele abriu minhas pernas e enfiou o cacete na minha buceta, fiquei louca o cacete dele não era tão   grosso , mas era muito gostoso , entrou lisinho aproveitando a melequinha da minha bucetinha cremosa.    Os dois me deitaram no chão e me bombava gostoso um no cu outro na bucetinha.       Eu não parava de gemer e dar gritinhos , era uma mistura de prazer , dor e humilhação.     Eu no chão sujo com dois homens todo sujo , sendo fodida no cuzinho e na buceta igual uma puta de rua , logo eu loirinha branquinha pequena .    Eles estavam metendo gostoso , meu cuzinho ja estava engolindo facil aquela pica .    Ele tirava e cuspia dentro do meu cu , já estava todo lambuzado de cuspe e o cebo da pica enorme do negão , então ele empurrava e eu sentia deliciosamente ela fazendo o percurso, a cabeça inchada passando pelo buraco do meu cuzinho gerando uma meleca na portinha, em seguida vinha todo o resto passando pelo meioDa pica dele cheia de veias e chegando ate o saco encostar nas beiradinhas do cu , ummmmm que delícia.     Enquanto isso o amigo concentrado na minha buceta , com estocadas fortes la no fundo .    Eu gozei varias vezes , eo caldinho da minha buceta lambuzava o saco e a barriga dele.    Ele marcava todo meu peitinho branquinho mamando.    Então ele acelerou em movimentos curtos. percebi que ele parou senti sua deliciosa rola inchando dentro da minha buceta e despejando um bucado de porra quente .    Ele deu algumas bombadas.    E quando ele tirou a rola da minha bucetinha fodida e toda inchadinha coitada , caiu de dentro uma bolota de porra em cima da barriga dele .    Ele sorriu e se levantou , ajoelhou do meu lado e me pôs para chupar aquele pau todo lambuzado .      É claro que eu chupei bem gostoso cheia de tesão.       Enquanto isso o amigo percebendo resolveu gozar me castigando com aquela rola deliciosamente grande e grossa.       Ele arrancava com violencia de dentro do meu cuzinho o seu caralho imenso , era possivel sentir ele saindo e quando a cabeça do pau dele passava pelo buraco do meu cu, fazia um barulho de sucção muito gostoso.      E quando ele fazia o movimento de volta , na minha opinião o mais gostoso , eu me enpinava o maximo que eu podia e me preparava para receber o peso daquele touro em cima de mim e aguentar a rolada que ele dava no meu cu.       Sentia que meu cuzinho ja estava rasgado todo frouxo.       Mas oque mais me dava tesão mesmo era que, no violento movimento de entrada , a combinação do excesso de cuspe + a grossura e tamanho delicio da quela rola produzia um barulho .      Isso mesmo um barulho de( peido)E o barulho ia resoando a medida que a pica escorregava para dentro do meu cuzinho , gerando uma espuma envolta do pau dele por causa do cuspe e quando chegava no talo , fazia o barulho alto e parava .       Então era minha vez de rebolar, dizendo :      Não para , goza no cuzinho da sua putinha goza.       Repetiu isso alguns minutos.       Até que me abraçou forte atolou no fundo do meu rabo e gozou .       Muito gostoso continuou metento até o pau ficar mole , minha bunda virou um deposito de porra .       Foi a foda mais gostosa da minha vida .&nb
sp;      Então depois que terninamos , corri para casa precisava tomar rapido um banho .      Pois estava com o cuzinho doendo e cheio de esperma , os joelhos ralados , os seios todo chupado e marcado e a bucetinha muito ardida e inchada.       Sem contar o fedor de macho suado que eu estava associado ao fedor de porra que eu exalava.             Mas eu amei foi tão gostoso que enquanto digito estou com uma mão dentro da calcinha lembrando daquele dia.       Se gostaram mande msg , e sugestões bjos!!!!!!

meu desejo

Venho manifestar aqui a minha vontade de ser corno.Casado ha cinco anos e um filho,uma esposa maravilhosa carinhosa e atenciosa mas a relacao deu uma esfriada.E acho que pra melhorar minha esposa deveria me trair mas a infeliz e muito fiel.Sempre que tem uma festa das amigas dela digo pra ela ir sozinha pra ficar mais avontade mas ela insiste na minha presenca.Insisto pra que ela venha ao computador pra da uma olhada em site de putaria mas e sempre nao.Sempre a interrogo sobre seus exnamorados e ela so me conta por auto diz quem era mas nunca vai aos detalhes.Certa ves consegui lhe arrancar um ato de vadia ela me disse que dois anos antes de me conhecer quando fazia faculdade em Ouro preto MG pegava carona pra voltar pra casa em Gv Mg e numa dessas caronas conheceu um homem que a seduzio e teve um caso com ele depois mas isso a deixava meio constrngida e perguntei o que e que tinha demais nisso ela disse que ele era casado.Isso me deu um baita tesao pois isso quer dizer que ela pode seder aos meus desejos.Ela me contava que ele era um cara de uns 40 anos e ela 21 ela se sortornara amante dele por seis meses iam ao motel acampavam juntos.Uma vez consegui arrancalhe como foi que eles treparam numa cachoeira na volta pra casa eles pararam ocarro e foram ape ate a cachoeira ela estava com um saiao de cigana que eu conheco e ela fica com uma bela duma bundona quando usa ele e uma mine blusa e ela entrou na agua de calcinha e mine blusa ficando com os peitinhos apontados pra frente ele nao entrou e ficava devorandoa do lado de fora nao havia ninguem era umas 4h da tarde.Ele a chamou e se beijaram ela desabotoou sua camisa e mordeu seu peito cabeludo arranhou suas costas enquanto ele alizava suas costas e bunda e ele tirou sua blusa e alisou seus seios macios rosados enquanto ela me contava isso fficava imaginando como se fosse naquele momento meu pau estava duro e ela continuou abrindo o ziper da calca dele e enfiou a mao dentro da cueca dele e puxou seu pau que ja estava duro perguntei se era maios que o meu e ela nao quis responde mas entendi que era pois ela ficou com vergonha eu podia imaginalo chupando aqueles peitinhos gostosos da minha esposa ela tirou sua calca se ajoelhando e lhe puxou a cueca com os dentes ela me disse que aquele era o primeiro pau que ela ia chupar e que nao o fez muito bem ela mentia chupa meu pau muito bem eu podia imaginalo gemendo pois ela e excelente boqueteira ela disse que ele gozou em seu rosto ela se lavou no rio ela se sentou numa pedra se beijaram dinovo ele chupava os seios dela e desceu ate sua calcinha que estava ensopada beijou sua virilha e lhe tirou a calcinha lambeu aquele creme gostoso ate que ela estivesse limpa e a fez gozar novamente sem lhe dar tempo de recompor pincelava a cabeca do pinto em sua xana ensopada e a penetrava aos poucos levandoa ao delirio ele comecou com movimentos leves fazendoa gritar coisa que nunca consegui lhe arrancar nem um gritinho que seja ele a socava batia em sua bucetinha ela me disse que a socava tao forte que machucou suas costas arranhandoa na pedra ela pediu pra ficar de pe encostad a uma arvore e voltou a penetrala com forca e ela pedia mais e mais ate que ele gozou dentro dela nesse momento pedi que ela me batesse uma punheta ela perguntou se eu tinha ficado com tezao respondi claro que sim que ela era muito gostosa e sentia tezao por mesmo que fasse com outro homem ela pegou no meu pau que estva estourando e comecou a me punhetar e alizou a cabeca com aquele meladinho e me dizia gostou corninho eu fiz que sim com a cabeca e ela me disse entao goza goza na sua putinha e aquilo me deixou louco ela parou a mao embaixo do meu pau e eu gozei na palma da mao dela ela me olhou nos olhos e me perguntou se realmente eu queria ser corno demorei um pouco a responde e acabei dizendo que sim.Ela olhou denovo nos meus olhos me deu um tapa na cara com a mao cheia de porra e disse eu ainda nao tenho coragem e saiu.Nunca mais tocamos no assunto mas pra mim as nossas trepadas ficaram melhores.

O prêmio do resgate da ninfeta sodomizada

Devo alertar aos amigos leitores/leitoras, que este relato tem só um mínimo de erotismo. Isso se deve para que eu dê continuidade a historia. Eu já tenho toda a trama para Elisa, Bene e Rogério, mas para chegar lá é preciso o relato abaixo. Peço que me perdoem, se desaprovarem. Paciência.

Naiane e seus desejos

Naiane e seu desejosEu poderia começar meus contos como a maioria de todos, me descrever, minha idade, ou seja, os mesmos clichês de sempre, mas vou narrar como começou meus desejos até me tornar que sou hoje rsrsrsr nem acredito que me tornei essa safadinha, e que usem suas imaginações para relaxar nesses momentos de confinamentos rsrsrsr, bem sabe uma garota que nunca teve prazer na vida, falo em todos os sentidos, passando por uma grande depressão, e não tinha ânimo para nada, beijos nas tvs, filmes, sexo nada me satisfazia, pois eu me sentia a pior pessoa do mundo, não tinha auto estima para nada, não me achava bonita, ninguém nunca olhava para mim, puxar conversar comigo, eu me sentia uma verdadeira extraterrestre, mas eis que um dia, surgiu algo interessante que me deixou mais curiosa, estava numa parada de ônibus e o meu demorou um grande tempo a passar, pois descobri que estava havendo protestos no centro da minha cidade, e dois rapazes conversavam sobre o poder do pensamento, eles falavam e não conseguia me ver, ao lado daquela divisória da parada, e esse garoto chamado Paul explicou o que a força do pensamento produzia nas pessoas quando podemos usar para qualquer objetivo, e claro não irei narrar tudo por aqui, pois ai irá virar um livro rsrsrsr, porém tudo que foi colocado por ele deixou minha cabecinha até então inocente rsrsr de cabeça pra baixo, quando chegou meu ônibus finalmente, fui estudando todas as palavras que o Paul falou na viagem para casa, e não saia da minha cabeça, foi que veio a ideia de colocar as coisas em prática, e como me sentia um bagaço, comecei a atiçar meus desejos, algo que até então não havia sentido, e fui lembrando e comecei a pensar nas minhas roupas, principalmente minhas calcinhas, e todas elas não havia nada de sexy, nunca me imaginei usando um fio dental, mas no pensamento queria algo que pudesse mexer com as cabeças dos homens e por que não das meninas tb rsrsrsr, e como antes da parada da minha casa tem uma loja de lingeries desci e fui lá, comprei quatro calcinhas transparentes, pretas, vermelha e branca, e chegando em casa meus pais tinhas viajado pra a casa dos meus tios, e fiquei em casa sozinha, e ao colocar minha calcinha branca…. subiu um fogo indescritível…. algo que nunca aconteceu comigo, fiquei na frente do espelho e observando minha beleza, pelo o que o garoto Paul tinha dito, e pior ainda que estava só, olho para o computador e ligo, vou no Messenger e vejo duas amigas online, tiro uma foto de calcinha e mostro para elas, Carla e Lorena que são super safadas, soltaram um grande palavrão quando me viram, e falou que não sabia que eu teria esse corpão, na hora fiquei com vergonha, mas já estava entregue a outros pensamentos, e como nunca tivemos uma conversa de cunho sexual, as duas começaram a me dizer todas as safadezas, Carla é viciada em dar o cuzinho, pois ela não sente prazer na bucetinha, Lorena adora quando os garotos gozam na sua boca, pois ela é boqueteira das boas como ele falou, mas o que mais me chamou atenção foi o fato de ninguém saberem dos seus fetiches, ou seja, só para aqueles que confiavam, e nem seus namorados rsrsrs pois eles só serviam para andar de mãos dadas, mas os desejos eram com os outros, principalmente os mais velhos, e ao conversar com elas e saberem tudo delas no quesito sexo, é hora de colocar em ação e prática, não é mesmo!? Foi tomar uma ducha no quintal e levei o barbeador para me depilar, minha xoxota estava quente como uma brasa, me despi e comecei a tomar banho e me depilando, sentindo toda aquela liberdade de ser uma nova putinha, e ao me tocar fui deixando minha xoxota com um bigodinho, como as amigas falaram que os homens gostam dessas mulheres safadas, igual nos filmes de safadezas, e de repente sinto que estou sendo observada, pelo o meu vizinho, André é um cara super na dele, não tem muitos amigos e aquilo foi me deixando com um tesão incrível, ele olhava e o calor subia mais, comecei a pegar nos meus peitinhos, a água caindo no meu corpo….. e vou depilando minha bucetinha e ele não tirava os olhos de prazer ao me ver naquele estado, pois nunca tinha feito e sentido isso antes, ele corre para um lugar mais reservado, e coloca seu pau pra fora e começa a acariciar e fico tocando minha siririca ele na punheta, e nisso ficamos nesse jogo um bom tempo, semanas, pois quando os meus pais estavam no trabalho eu ficava nesse jogo, mas era hora de ter meu grande prazer, ao contrário das mulheres que usam roupas curtas, mostrando as partes do corpo, eu as deixei mais longas, e dar prazer aqueles que me viriam eu me transformar numa safadinha apenas no momento da ação, como estava fazendo estágio pela manhã, chegava cedo para dar uma boa impressão, e nesse tempo conheci o Robert cara super gente boa, batemos logo de cara, já que ele era estagiário também, tinha uma parte do escritório que ficava os documentos antigos e como todos sabem só sobram para os estagiários esse tipo de trabalho, muita poeira, lugar escuro….. e fomos eu e o Robert para esse paraíso rsrsr, como esse espaço ficava distante de onde trabalhávamos, ficaríamos mais a vontade, e ao chegar lá ficamos separando os documentos para levar aos nossos chefes, mas não haveria pressa, já era uma sexta-feira e todos sabem que nas sextas a cabeça já está nos bares e os motéis da vida, e como tinha um documento para pegar na parte superior o Robert me ajudou, mas percebi que ele ficou olhando para a minha calcinha, pois estava numa visão privilegiada, passei um bom tempo para ele se satisfazer e quando desci um calor subiu mais forte, percebi sua rola duríssima e a gente naquele local sem ninguém por perto bateu o tesão, fui para o outro lado e ele passou por trás de mim e roçou na minha bundinha.. fiquei sem ação na hora, mas ele percebeu que eu gostei e ficou roçando no meu cuzinho e foi deixando estava entregue aquele louco, minha calcinha estava toda lá dentro, ele começa a beijar meu pescoço, vai pegando nos meus peitinhos que estavam durinhos feito um mármore e com a outra mão acariciando minha buceta, pegando por dentro da minha calcinha… no comecinho da entrada da xoxotinha, ele coloca o pau pra fora e vou pegando naquele cacete, fico punhetando… e vou ficando de joelhos e passando a língua na cabecinha do seu pau… deixando toda melecada…. minha saliva babando aquele cacete e não demora muito ele despeja uma grande quantidade de gala na minha boquinha, onde me fez lembrar de Lorena rsrsr, mas ele se lavou e disse agora você vai levar uma surra de pica, mas não antes de começar a chupar sua bucetinha, e o fetiche de Robert de não querer que ela tirasse a roupa, ele desejava desflorá-la como uma dama na Rua, mas uma puta na cama e pra quê cama!? Ele começou numa chupada nos seus pelinhos e passando a língua em toda a xoxotinha e virou ela de quatro e passando a língua no cuzinho… fez ela tremer toda e de quatro aquela língua deliciosa no seu cuzinho, ela grita e diz que vai gozar…. ela fica de frente e goza na sua boca…. enchendo sua boca de porra…. aí se recompõe e é hora da rola na sua bucetinha… ela cavalga…. o seu tesão era tão grande que ela pega um vidro onde ficavam suas canetas e a espessura de uma rola começa a chupar freneticamente, pois no primeiro dia já viciou em fazer boquete…. sua e descia no seu cacete com o vestido levantado e a calcinha no tornozelo e chupando o vidro, mudaram de posição e foderam de todas as maneiras, de quatro ela ficou levando rola no cuzinho e mantendo o vidro na boquinha… ele gozou e ficaram olhando um para a cara do outro e rindo dessa aventura rsrsrsr, perderam a noção do tempo e espaço, pois depois notou que era virgem e não saiu nenhuma gota de sangue, se lavaram e voltaram ao escritório, o pessoal já tinha saído para almoçar e ficaram mais relaxados, e virou rotina nas sextas feiras as aventuras deles, nas sextas o pai de Robert deixava ele ir de carro, e pegava Naiane em casa, com o vidro fumê, ela sempre parava para chupar seu pau, até gozar na s
ua boquinha, e sempre com o dedo no cuzinho e toda melecada, e quem visse aquela garota, jamais iria notar a putinha que ela é, e no espaço que aconteceu sempre havia um tempo para escapulir, como havia uma escada na parte superior e ninguém iria por lá, principalmente naquele horário, ali foi onde ela levou muita rola na buceta e deu muito mamada naquela rola, e se lembram do vizinho André… ai fica pra depois rsrsrsr.

USOU EU COMO PUTA E HUMILHOU O MEU MARIDO

Sou a Selma e o meu marido chama-se Dagmar. Casados há um bom tempo, temos dois filhos. Antes transávamos direto e eu gozava sempre no pinto dele, depois com a rotina acabei pegando asco do meu marido, nem beijá-lo eu faço, mesmo sendo cobrada para tal. Nossas transas resumem a uma média de uma por mês. O Dagmar me cobrou mais sexo, o que gerou brigas intensas, onde até pedi para ele ir embora, o que ele pela comodidade, não foi.Ultimamente, ele até está aceitando o fato. Dormimos juntos, mas é como se estivéssemos separados, como falei com raras transas.Ele até comprou um consolo, algo que antigamente já usamos, mas faz um ano que está guardado. Ele até sugere, mas eu recuso o consolo.Nas raras transas, até que eu gozo com ele, mas demoro ter vontade de dar para o Dagmar novamente.Já fantasiamos antigamente em nossas metidas uma terceira pessoa, homem ou mulher. Meu marido sempre falou que gostaria de ver eu transando com outro, ou pelo menos um relato dessa metida. A única condição é que teria que ser alguém desconhecido para não gerar qualquer mal-estar. Eu sempre recusei essa proposta e encarei como sendo uma fantasia na hora do sexo. Esses dias após mais uma briga, quando eu não quis dar para ele, novamente ele sugeriu que eu precisava de um cara que me tratasse como uma vagabunda, que era o que eu era. Falei, então eu vou arrumar esse homem. Assim parou a discussão e dormimos.Estava brava e decidida a trazer um outro cara para nossa cama. Pesquisei em vários sites por duas semanas e encontrei um garoto de programa casado e que pelas características atendia o meu anseio. Expliquei para ele a situação e ele falou o preço e disse deixa comigo.Numa noite, após finalmente estar transando com o Dagmar, contei para ele a minha idéia, o que fez que gozássemos gostoso. Porém após o coito, o Dagmar ficou em silêncio. Eu disse que estava falando sério. Ele, talvez por recém ter gozado discordou e disse não.    Comecei a manter contato com o Igor, garoto de programa que me interessei. Expliquei para ele o que pretendia e falei para ficar na retaguarda, aguardando o momento certo.   Mandei fotos para ele, que me elogiou muito, dizendo que adora negras.Quando o Dagmar quis me comer novamente, propus para ele o terceiro elemento na nossa cama. Ele ficou excitado, porém não dei para ele e disse que na sexta faríamos a transa com o garoto.Era quarta e na quinta me preparei, depilei, ajeitei o cabelo, acertei para os filhos dormirem fora, enfim era só aguardar.Na sexta, tanto eu, como o Dagmar estávamos apreensivos. Até propus em desistir, mas o Dagmar falou, agora vamos até o fim, até porque o cara é desconhecido. Qualquer coisa não o veríamos mais. Chegou a noite e o Igor apareceu. Meu marido abriu a porta e a partir desse momento começou o show do garoto. Para começar ele nem olhou para o Dagmar, me cumprimentou com três beijinhos e elogiou a minha beleza.- Gostosa para caralho. Ei cara pegue cerveja para mim e para tua esposa.Achei que o Dagmar ia retrucar, mas por incrível que pareça ele pegou três cervejas na geladeira. Novamente o Igor apareceu.- Eu falei cerveja para mim e para a Selma. Você só bebe se eu autorizar.Excitadíssima, meu nervosismo sumiu, o Dagmar parece resolveu entrar no jogo e relaxei para aproveitar demais esse momento único em nosso casamento.O Igor sentou e me pôs no colo. Bebemos juntos e ele ia me beijando na frente do meu marido, que permaneceu de pé, olhando com a cara de tacho.- Esse aí é teu maridinho? Parece um cuzão!- É um cuzão, e que quer ser corno!- Com uma gostosa dessa, problema fácil de resolver!- Pegue uma cadeira e vá para o quarto, seu bosta… Senta lá e espera!O Dagmar obedeceu e a partir daí o Igor foi me despindo e me chupando toda, me deixando louca. Baixou a calça e tirou um membro duro, mesma grossura do pinto do meu esposo, porém com uns cinco centímetros a mais (18 do Igor, contra 13 do Dagmar). Fez eu entrar no quarto chupando seu pênis, para o Dagmar ver. Tirou a calça, a cueca e o resto da roupa.- Deita na cama, vagabunda!   Obedeci como uma cadelinha, mas confesso ainda estava com medo. O Igor, foi até a cadeira que meu marido estava sentado e deu de dedos para ele.- Você, corno, agora vai ver como se come uma mulher. Vai ficar quietinho sentado nessa cadeira. Vai ficar olhando e vai fazer apenas o que eu mandar, certo?- Sim, senhor, meu marido falou!- Então fica pelado, corno, ordenou o Igor! Dagmar obedeceu prontamente, ficou nu e estava com o pau latejando de tesão.- Senta de novo, e se você relar a mão nesse pauzinho, vai apanhar na frente de sua esposa. Vai gozar somente quando eu mandar.Nessa altura eu delirava de tesão, dedilhando o dedo na buceta, vendo o tratamento que o Dagmar recebia do corneador. – O que você quer que eu faça com aquela mulher que ERA tua e que está ali na cama?- Quero que você foda ela de todas as maneiras imagináveis, tratando-a como uma puta, uma cadela.Veio até a cama e falou: – Escutou gostosa. Viu o que teu maridinho quer para você…- Esse aí é um nojento mesmo! Faça o que esse corno não sabe.O Igor chupou minha buceta com sofreguidão, arrancando gemidos delirantes de mim.Ficou tempo assim. Até esquecemos o Dagmar, que continuava sentado, com o pau latejando, estava ofegante de tesão mas obedecia o Igor e não ousava encostar em eu pinto.   Assistia passivo e viu quando o Igor saiu de minha buceta e fez eu chupar o seu enorme pênis. Fez com que ficássemos de frente para meu marido, para que esse visse eu fazer em outro homem aquilo que há anos eu não fazia com ele.O Igor estava sendo fantástico, e eu sentia algo sensacional sendo tratada como puta e vendo o meu esposo sendo humilhado por um garoto autoritário.Eu chupava e babava nas bolas do Igor, e olhava de vez em quando para o Dagmar que estava com o pinto em riste. Ele segurava nas bordas da cadeira para não se punhetar, como havia ordenado o pivete.Se fosse outro tinha gozado com minha chupada, mas o Igor era profissional e sabia segurar para a hora certa.- Chupa boqueteira! Essa é a melhor chupada da minha vida, tá vendo corno?- Eu gozei só de chupar a pica e minha boca já ardia, até que ele resolveu mudar.Mandou meu marido trazer a cadeira mais do lado da cama. Fez ele sentar e ficar olhando. No tradicional papai e mamãe penetrou em minha buceta bem devagarinho, o que não foi difícil, tal o grau de lubrificação que eu estava. Penetrava num balanço gostoso e me beijava como seu fosse sua mulher.- Quem é esse corno sentado na cadeira?- É meu maridinho de merda!Parou de me beijar e colocou minhas pernas nos seus ombros escancarando ainda mais minha buceta e começo a foder com mais vigor dando estocadas violentas, bem do jeito que eu gosto. Quase me machucava,- Quer gozar quer, meu garanhão?- Quero que você goze sua cadela vagabunda.Explodi em êxtase, balbuciando palavras desconexas, num prolongado gozo que minou minhas forças.Olhei para o Dagmar e ele derramava suor, mas continuava sem poder por a mão no seu pauzinho duro apontado para cima.O Igor com aquela cara de mau, dava risada do meu marido. Havia um problema sério, pois o garoto não tinha gozado. Fiquei com medo daquilo que viria a seguir e tinha razão. Mandou eu ficar de quatro, e eu disse.- O que você está pensando em fazer?- Vou arrombar o seu cu para esse corno ver.- Mas eu não gosto de dar o cu.- Eu não perguntei, eu tô falando que eu vou comer o seu cu. Vai deixar seu corno bundão?- Pode comer!   Mostre que você é comedor!- Não é no teu né Dagmar, seu corno filho da puta.Perdi totalmente minha classe com meu marido.- Você é que vai pedir para eu enterrar a tora no seu rabo gostoso minha cadela negra.Igor parou de falar e de quatro começou a chupar meu cuzinho. Eu dominada pela situação, comecei a gostar, principalmente porque o Igor continuava humilhando o Dagmar. Junto as investidas do pivete e o tratamento que meu marido recebia eu esqueci o cansaço e participava rebolando a bunda negra na jeba
do Igor, que nesse momento passava o caralho desde o meu cuzinho até na bucetinha.- Aí corno, vou contar para todo mundo que sua mulherzinha te meteu guampa!- Enfia Igor, por favor,- O que eu falei sua putinha. Você ia pedir. O que teu maridinho é?- Corno.- O que, fale mais alto. Ele gritava.- Corno, corninho, cornão…Recebi a pica, mas não no cu e sim na bucetinha. Bombadas ríspidas me levaram ao gozo, chorando.Arrancou da buceta e foi enfiando no meu rabo.- O que você quer piranha?- Fode, fode meu rabo.- Na frente de quem?- Do corno do meu marido.- Não escutei fale mais alto. Há pleno pulmões gritei. – Fode, fode o meu rabo Igor, esse meu marido é corno, bosta, mané. Nunca mais ele vai foder meu cu. Você vai, porque é um macho de verdade que sabe comer uma fêmea. Igor pegou nos meus cabelos e mandou o Dagmar ficar em pé e se aproximar.- Toca punheta, corno!Aos berros gozei como louca, mordendo-se toda, com o Igor encostando as bolas na minha bunda, inapelavelmente atolado no meu rabo.Agora goza corno, ordenou Igor. Levantei o rosto e o Dagmar gritando que era um corno inundou a minha cara de porra, enquanto Igor lavava meu intestino com sua lava quente.Não sei quem esporrou mais, mas depois o Dagmar falou que foi a melhor gozada da vida dele.Aos poucos o pinto do Igor amoleceu e ele foi me soltando do cabelo.- Gozou que nem puta né vagabunda. Ei babaca, porco, veja a sujeira que você fez. Pegue uma toalha e limpe essa putinha da tua mulher.O Dagmar foi até o banheiro e trouxe uma toalha molhada enxugando o meu rosto.- Seu cretino, por que não gozou no chão, choraminguei.- Bem agora o corno para se redimir, vai se lavar no outro banheiro e daí peladinho mesmo vai preparar um churrasco para nós. Essa metida com essa gostosa me deu fome. Eu vou tomar banho com sua esposa. Vou lavar ela todinha, enquanto ela chupa meu pau. Você assa a carne e fica imaginando essa putinha chupar meu cacete.Depois todos, pelados comemos e bebemos bastante, mas o Igor não dava mole, maltratava meu marido e dizia que eu era a pior das putas.Todos fomos dormir, eu na cama, de conchinha com o Igor, enquanto o Dagmar foi obrigado a deitar num colchão a beira da cama.Depois de uma noite de um sono revigorador, todos acordamos e o Igor ordenou para que o Dagmar fosse fazer café.Quando o Dagmar retornou com o café, ele presenciou essa cena: eu cavalgava o pinto do Igor de costa para ele e de frente para o meu marido que viu a minha bucetinha atochada no pau do malandro que fazia eu subir e descer como um ioiô no seu cacete.- Chupe a xoxota da Selma, trouxa. O Igor veio e começou a lamber minha buceta e eu puxava seu cabelo com toda força. Mais um pouco e o Igor falou para o Dagmar deitar, fez eu colocar a buceta na sua cara e deixou eu de quatro penetrando com vigor e tresloucado minha vagina.Se você encostar a mão ou a boca no pinto desse viado vai apanhar. Lógico que obedeci, pois o tesão proporcionado era indescritível, com meu marido chupando e o Igor enterrando ferozmente sua vara. As vezes o Dagmar lambia até as bolas do Igor, tal a velocidade da penetração. Novamente inundou meu ser com seu sêmen de macho, saindo pelas beiradas onde o Dagmar ainda estava com a boca.O Igor levantou pegou o dinheiro do pagamento, onde inclusive meu marido deu mais que o prometido, tomou um café e falou.- Limpe a bucetinha de sua esposa. Agora ela é toda sua! Deu um até logo e saiu sem nos dizer mais nada!          

Bacanal em familia

Bacanal em Família Tudo começou quando minha esposa saiu para visitar seus pais que moram em S. Paulo, e ficaria por lá 15 dias, particularmente eu nem esquentei pq já era costume dela fazer isso, ora na casa dos pais ora na casa de alguma das irmãs dela, tudo bem ela foi. Passou-se alguns dias e para o final de semana eu estava já maquinando algo para fazer, mas um telefonema me impediu de fazer algo, porque uma de suas irmãs ( Lucia )viria passar o fim de semana aqui em casa para aproveitar piscina e um churrasquinho, tudo bem, pelo menos eu teria companhia da cunhada e esposo ( Marcos ), enfim chegaram na sexta a noite, nos cumprimentamos e partimos para um jantar leve regado a vinho. Lá pela terceira garrafa já estávamos todos meio altos e começou a sacanagem do Marcos alisando as pernas de Lucia ( ela é um tesão de cunhada, e tem uma carinha de puta fora de série ) , fazendo que ela sentasse no colo dele e fazendo ela se esfregar no pau dele, e entre um olhar e outro Lucia soltava um sorriso muito cheio de safadeza, os seios já empinadinhos apontando para o céu já denunciava que ela estava louca de tesão e provavelmente com a boceta bem meladinha, ela ñ aparava de esfregar as coxas roliças, bem feitas, bem tratadas a base de cremes importados. Ficamos nos entretendo com um filme que passava, mas os dois ñ paravam de se esfregar e claro como eu também não ñ sou de ferro meu pau ficou a pino eu nem assistia mais ao filme, claro que ninguém assistia, cada segundo era puro tesão e erotismo, minha bermuda mais parecia uma barraca só de assistir aos dois se esfregando,o clímax foi aumentando e em pouco tempo os peitinhos de Lucia já estava de fora e Marcos os sugava como se fossem os últimos seios do mundo, e eu só no olho. De repente Lucia se levanta e vem a mim de gatinhas fica me olhando nos olhos e passando a mão sobre meu pau quase estourando, passou uma mão por dentro da perna da bermuda e foi alisando meu pau, sua mão é maravilhosa sedosa suave com unhas bem feitas, massageava meu cacete maravilhosamente bem, neste momento Marcos já estava nu e tirava o resto de roupa que sobrou de Lucia, e minha bermuda já estava repousada no chão, foi quando eu abri os olhos e notei que todos estavam nus, Marcos começou a chupar a boceta enquanto ela me chupava o pau que mal cabia em sua boca, ela babava todo meu pau lambia todo ele em sua extensão de cima para baixo de baixo para cima era uma tremenda de uma boqueteira, eu tinha certeza que ela é mesmo uma putinha, e que putinha. Marcos já não agüentando mais foi metendo a geba bem devagar, a cada centímetro que ele avançava ela dava um suspiro e me olhava com cara de putinha e me deixava cada vez mais doido, aí ela pediu para meter na bocetinha dela, que ela queria sentir um pau bem grosso na boceta, fui me acomodando no chão e ela veio cavalgando meu pau ate chegar no saco, que boceta gostosa, quentinha e sugava meu pau feito maluca, ela já estava perto de gozar, seus olhos brilhavam ela não parava de gemer e logo a baixo um sorriso lindo, de quem estava prestes a gozar, Marcos vendo aquilo também não agüentou e foi por trás e meteu seu pau no rabinho dela, neste instante saiu uma lágrima dos olhos de Lucia, sua respiração ficou descontrolada e ela iniciou um orgasmo que parecia não ter mais fim, gemia e pedia mais caralho, “QUERO TUDO DENTRO DE MIM, ME FODAM BEM GOSTOSO QUE HOJE QUERO GOZAR POR UMA VIDA”, e suas lágrimas denunciavam um orgasmo atrás do outro, ela não parava de gozar e ficou assim ate que num arrepio ela quase desfalece, já não agüentando mais ela repousou sobre meu peito. Com jeito colocamos ela sobre o sofá e deixamos ela descansando o sono dos justos, que por sinal ñ demorou muito, ao acordar me pediu uma toalha e foi se refrescar num mergulho na piscina e de lá ela nos chamava para nos refrescar junto a ela, claro que não iríamos deixar ela sozinha e nos juntamos a Lucia, em pouco tempo ela nos envolveu pedindo pica na boceta, eu fiquei sentado na beira da piscina e Marcos metendo a vara nela, ela ñ se continha o prazer e gozava feito maluca, gemia alto e chupava minha pica como fosse um sorvete de casquinha, gozava sem parar ate que não agüentando mais nos abandonou novamente, foi saindo da piscina olhando para traz com um sorriso lindo no rosto. Assim fomos todos descansar, já se passava das 4:00 da manhã e eu fiquei a pensar, bom se hoje foi assim imagino o que vem amanhã e domingo, este fim de semana promete, depois conto o resto do fim de semana, agora voltaremos a nos dedicar a nossa putinha porque hoje ela esta com muito mais tesão que ontem, e ela quer 2 picas dentro dela.

A Loirinha Insaciável e seu Marido Corno

Ela era com certeza uma das mulheres mais lindaS que já vi na vida. Loira, um corpo fenomenal, tinha umas pernas lindas e bem torneadas, olhos sensuais de uma beleza diferenciada, sua boca parecia uma dádiva dos deuses, tinha uma bunda linda, peitos bem delineados e apetitosos, caminhava com sensualidade. Exalava sexo até as entranhas da sua alma. Era com certeza a mais gostosa daquela pequena cidade. Todos queriam comer aquela linda mulher fogosa.

Minha esposa, atriz pornô

Já havia alguns meses que eu me excitava com a idéia de assistir a uma cena de sexo protagonizada por minha esposa – sem a minha participação. Estamos casados há poucos anos, mas, conhecendo-a bem, sei que ela jamais realizaria algo do tipo; a formação religiosa, o tabu, a pressão da sociedade, todos esses fatores contribuíam para abafar a ninfomaníaca que eu sabia existia nela. Nossa vida sexual era bastante ativa, e eu considerava Cris sexualmente curiosa; mas eu duvidava que essa curiosidade pudesse transbordar as barreiras da fantasia. Talvez, era possível, só faltasse um ligeiro empurrão. E encontrei esse empurrão, por acaso, na figura de Fred.Conheci-o um dia, em um bar, durante uma happy hour. Rapidamente ficamos amigos, e ele me contou sobre sua profissão: era diretor e produtor de filmes pornôs. Obviamente isso despertou minha curiosidade, e ele me explicou os pormenores, as situações e as dificuldades desse tipo de atividade. Eu, por minha vez, também me abri, e por efeito do álcool, terminei revelando minha fantasia. Ele disse que se tratava de uma fantasia bastante comum, sendo que ele mesmo havia recebido para a produção de filmes com essa temática. Já estava tarde, então nos despedimos, trocamos cartões e fomos embora.Ao longo de uma semana de trabalho árduo no escritório, tive inveja da profissão de Fred, sem dúvida muito mais agradável. Foi então que, de forma repentina, uma idéia deliciosamente sacana passou pela minha cabeça: ora, porque não faço, eu mesmo, meu próprio filme? E – nesse momento de pau totalmente duro – porque não, estrelado por minha gostosa esposinha? Foi então que liguei para Fred, marquei outro chope e expus meu plano. Ele, que havia simpatizado comigo desde o dia em que nos conhecemos, não se opôs, mas exigiu estar presente. Eu concordei, claro. Marcamos um dia, e fui animado para casa. Na hora do jantar, contei a Cris uma história que, hoje, admito, é bastante ingênua, mas ainda assim ela pareceu ter acreditado. Disse a verdade em parte: que havia ficado amigo de um diretor de filmes pornográficos. Ela achou graça, e se mostrou curiosa. Disse, ainda, que a firma dele passava por dificuldades, e que precisavam encerrar um prazo mas ainda não haviam encontrado uma atriz adequada. Por exigência do cliente, eu menti, a atriz deveria ser morena, olhos claros, baixa, cabelo comprido, seios fartos e muito gostosa – enfim, a descrição da própria Cris. Ela achou graça da coincidência, e perguntou se era tão difícil encontrar alguém como ela. Eu disse que talvez não, mas o final de semana estava chegando e o filme deveria estar pronto na segunda, no máximo na terça. Disse que eles estavam tão ansiosos que não se importariam de usar outra mulher, mesmo que não fosse atriz pornô. “Eu me ofereci para ajudar”, eu disse, “mas não conheço ninguém com essas características”, então acrescentei, “a não ser você”. E sorri levemente. Ela gargalhou, e disse: “Então que tal eu?”. Meu coração acelerou, e pensei que seria mais fácil do que pensei. Mas antes que falasse alguma coisa, ela continuou: “Estou brincando, claro. Não sou desse tipo de mulher”. Eu não teria outra oportunidade pra tocar nesse assunto, e arrisquei: “Sim, mas…”, hesitei, e então falei despreocupadamente “eu não veria problema nenhum”. Ela me olhou intrigada, como se não houvesse entendido. “Ora”, me expliquei, “estaríamos apenas ajudando um amigo. E é uma relação profissional, você até ganharia dinheiro por isso”. Ela continuou calada, e terminou sua janta. Fomos ver televisão sem voltar a tocar no assunto, mas então ela disse: “Digamos que eu aceite…”, e deu uma pausa, “como poderia ter minha identidade preservada”. “Ora”, respondi novamente de forma despreocupada, como se isso fosse indiferente pra mim, mas na verdade já com o pau a ponto de explodir de tão duro, “essa tipo de filme é feito sob encomenda de um cliente particular, no caso é um brasileiro que mora no exterior, e não pode ser reproduzido comercialmente, ou alugado, por exemplo. Apenas meia dúzia de pessoas no máximo teriam acesso ao filme ”. Ela deu de ombros: “Você não sabe, mas acho que participar de um filme pornô é uma fantasia de qualquer mulher”. “E porque não realizar essa fantasia?”, perguntei sorrindo. Ela mais uma vez voltou a ficar calada, e não insisti. Na hora de dormir, contudo, pra minha felicidade, ela aceitou. Nem preciso dizer que transamos como dois animais aquela noite.No dia seguinte acertei com Fred os detalhes. Aguardei o sábado ansiosamente, e Cris constantemente me perguntava como seria. Eu tratava de acalmá-la, dizendo que ela transaria com um ator, sendo que os limites dela seriam respeitados. Poderia rolar relação anal, se ela quisesse; mas a ejaculação facial era obrigatória, por exigência do suposto cliente (na verdade, é claro, por exigência minha – o simples pensamento da minha esposinha com o rosto banhado de porra é suficiente pra me levar às nuvens). Ela queria saber como seria o cara, o que eu não sabia, mas com certeza caralhudo. Ela gostou quando soube disso, sorrindo discretamente: o meu pênis é relativamente pequeno, e sem dúvida a expectativa de receber uma rola bem maior a excitava. E assim passou a semana.No dia tão aguardado, ela estava tão ansiosa que temi fosse recuar. Tratei de acalmá-la com palavras, mas também achamos melhor tomar umas doses de uísque. Ela se preparou o dia inteiro para a ocasião, e finalmente estava vestindo um vestido justo preto muito sexy, sem sutiã e com uma calcinha fio-dental. Estava deliciosa, o que aumentava o meu tesão. Fred telefonou, e então fomos encontrá-lo no local combinado, um apartamento num bairro próximo. Era ali que ele costumava fazer suas gravações. O apartamento era de bom gosto, mas o que chamava a atenção, como pude verificar depois, era a suíte: possuía uma cama king size, com espelhos no teto, quase reproduzindo um ambiente de motel. Fred nos recebeu de forma cerimoniosa, dentro do nosso combinado. Conversou educadamente com minha mulher, lamentando a dificuldade deles em conseguir cumprir aquele prazo. Agradeceu a ela por ter se mostrado disposta a ajudar, e perguntou, de forma profissional, se ela tinha certeza daquilo e se concordava com os termos. Cris assentiu nervosamente, e ele então apresentou um contrato que ela deveria assinar, autorizando o uso de sua imagem para aquela produção. Ele a tranqüilizou, dizendo que não seria um filme para divulgação comercial, mas tão somente para reprodução caseira, e o tal cliente mora no exterior. Ele disse ainda que seria apenas uma cena de sexo, algo em torno de duas horas e que queria algo natural, por isso buscaria deixar ela e os atores à vontade. “Atores?”, Cris perguntou espantada, pois imaginava uma coisa tradicional. Eu também não esperava por isso, mas adorei a surpresa. Ver minha esposinha levando um cacetão já era uma situação tremendamente tesuda, que dirá então dois ao mesmo tempo. “Sim,”, Fred disse, “vamos filmar uma transa a três, com dupla penetração. Algum problema?”. Cris estava nervosa demais pra responder, mas assinou o contrato fajuto que Fred lhe ofereceu. Então ele disse que iria ao quarto ver se tudo estava em ordem, e que aguardássemos na sala. “Você não disse que seriam dois atores ao mesmo tempo”, Cris disse baixinho quando Fred se retirou. “Ora, meu amor, você não é obrigada a fazer isso”. A abracei e pude sentir as batidas aceleradas do seu coração. Falei no seu ouvido: “Aposto que sua bucetinha já está molhada”. Ela sorriu, timidamente. “Nossa, nunca imaginei viver isso”, ela disse, ainda sorrindo, “a não ser em minhas fantasias”. Beijei seus lábios e disse que era uma fantasia que estava se concretizando, e que ela deveria aproveitar ao máximo. Foi nessa hora que Fred apareceu novamente, pedindo para que fossemos para o quarto. Entramos os três no quarto. O aposento, como já disse antes, imitava uma atmosfera de motel;
havia uma estrutura para filmagem montada, com duas câmeras em tripés e a parte de iluminação pronta. Dois homens vestidos , um loiro e um moreno, nos aguardavam, um sentado na cama e outro em um sofá próximo. Deduzimos logo que eram os atores com quem Cris iria “contracenar”. De fato, Fred nos apresentou, conversamos um pouco e ambos elogiaram a beleza da minha mulher. Eram educados, e isso deve ter servido pra deixar Cris mais segura. Então Fred deu as últimas instruções e disse que poderiam começar, e tomou seu lugar junto a uma das câmeras. Por minha vez, fiquei próximo dele, não querendo perder um único detalhe. De tão excitado, estava prestes a botar meu pau pra fora e bater uma punheta ali mesmo.O loiro que estava na cama pediu que Cris sentasse ao seu lado. Ela obedeceu, respirando ofegante. Ele se aproximou e, com muita calma, iniciou uma carícia nos seus ombros, alisando de leve, e subindo até a nuca. Minha mulher não se mexia, apenas sentia a mão alisando seu corpo. Sua respiração estava tão ofegante que imaginei que sua bucetinha deveria estar pingando. O cara então encostou os lábios no pescoço dela, beijando de leve. Nessa hora ela fechou os olhos e gemeu. A outra mão do cara já acariciava suas coxas, subindo perigosamente cada vez mais. Ele beijava seu pescoço, agora, com sofreguidão, enquanto a outra mão já havia alcançado a bucetinha por baixo da calcinha. Cris se remexia lentamente, gemendo alto, de olhos fechados. Fred olhou pra mim, sorrindo e fazendo um sinal de positivo, mas eu estava tão fixado na cena que o ignorei. O loiro então parou o que fazia, e mandou que ela tirasse a sua, dele, roupa. Minha mulher prontamente começou a despir o sujeito, ansiosa. Quando ele só estava de cueca, ela parou, impressionada com o volume que surgia. Mas então cuidadosamente tirou essa última peça, revelando uma rola dura e imensa. Nessa hora ela virou pra mim e disse: “Nossa, não sei se vou agüentar tudo isso”. O cara apenas sorriu e puxou ela para um beijo caloroso. Então tirou seu vestido, deixando minha mulher somente de calcinha. Enquanto se beijavam, mão direita dela imediatamente agarrou a rola, fazendo suaves movimentos de vai-e-vem. “Aí está”, pensei, numa mistura de ciúme e tesão, “depois de anos de casamento, minha esposa querida segurando a rola de outro cara”. Havia ciúme, sim, mas o tesão e a vontade de ver muito mais era ainda maior. O loiro sugava seus seios com força, enquanto minha mulher punhetava sua pica com cada vez mais intensidade. Então ele tirou sua calcinha, e deitados na cama com os corpos invertidos, ele começou a lamber sua bucetinha molhada. Ela gemia, punhetando com tanta velocidade, que o cara teve que pedir que ela parasse senão gozaria. Então Fred mandou que ela o chupasse. Cris olhou timidamente para Fred, talvez se lembrando que aquilo era uma filmagem. O loiro sentou na cama e Cris ajoelhou-se no chão entre suas pernas. Meu coração quase parou; não acreditava que outra rola estava prestes a invadir a boca da minha esposinha. Aproximei-me pra ver melhor, assim como Fred, com sua câmera. O cacetão pulsava a poucos centímetros do rostinho bonito da minha mulher. Ela olhou durante alguns segundos, fascinada, e então começou a lamber lentamente a cabeça imensa e vermelha. O cara gemeu. Depois de lamber o cacetão até se fartar, Cris finalmente caiu de boca, abocanhando o máximo que pôde. Segurou a base com a mão direita, e começou a chupada, subindo e descendo a boca. A mão esquerda acariciava o saco. Fred se aproximou o máximo com a câmera, captando todas as nuances daquela mamada fantástica. Sempre achei Cris uma bela boqueteira, mas ainda assim me espantei com a sua volúpia. Mais uma vez, ela chupou com tanta vontade que o cara tirou o pau da sua boca para não gozar naquele momento. Então Fred pediu que ela ficasse de quatro na cama. Senti que poderia gozar a qualquer momento, pois isso significava que finalmente minha mulher seria possuída na minha frente.Ela fez como ordenado, se posicionando na cama, de quatro, com aquela linda bunda empinada. Fiquei fascinado com o fato da minha mulher estar tão exposta diante de três estranhos, e ainda assim não mostrar constrangimento. Pelo contrário, eu pensei, ela estava morrendo de tesão e louca para ter a bucetinha invadida por um cacetão. O loiro se posicionou atrás dela. Fred se aproximou por baixo, câmera em riste, para pegar o melhor ângulo. Então, vagarosamente, a rola foi entrando aos poucos na minha mulher, fazendo-a gemer alto. Quando sentiu tudo dentro, ela desabou sem forças, afundando o rosto na cama. Fred pediu que ela virasse o rosto para que as câmeras pudessem captar suas expressões, um misto de dor e prazer. Então o cara, segurando-a pela cintura, começou o vai-e-vem devagar. Tenho a impressão que logo nos primeiros movimentos Cris começou a gozar, pois gemia alto e rebolou bastante. O cara acelerou as estocadas, e minha esposa gritava como louca, gemendo bastante alto. O cacetão entrava e saía com força, fazendo minha mulher gozar pela segunda vez. Foi nessa hora que o outro sujeito, o moreno, tirou totalmente a roupa e se aproximou da cama, com o pau duro apontado para a boquinha da minha mulher. Cris, sabendo o que era esperado dela, abocanhou o outro pau. Essa visão foi suficiente para mim: minha esposa de quatro, levando na bucetinha enquanto chupa outro cacete. Tirei meu pau pra fora e comecei a me masturbar assistindo à cena. Quando o loiro acelerava as estocadas, Cris não conseguia chupar, e tirava o pau da boca gemendo bastante. Quando o cara desacelerava, ela voltava a mamar. Isso durou vários minutos, até que Fred pediu que mudassem a posição.Assim, o moreno deitou na cama, e Cris entendeu que deveria sentar em seu cacete. Desta forma, eu vi outra rola sendo engolida pela bucetinha, até então só minha, da minha mulher. Ela sentou no cacete duro, ficando praticamente empalada. O loiro ficou em pé na cama e direcionou a rola para a boquinha dela. Cris começou a mexer os quadris, enquanto o loiro segurava sua cabeça e verdadeiramente fodia sua boca. Depois de vários minutos, Fred pediu a dupla penetração. Cris não se opôs, apenas se acomodou melhor na rola do moreno, e deitou sobre seu corpo, de forma que o cuzinho ficasse totalmente exposto. Nessa hora perguntei baixo a Fred se ela conseguiria fazer aquilo, mas ele me tranqüilizou lembrando a experiência dos atores. O outro se aproximou por trás, e, com um pouco de força, empurrou a cabeça inchada no cuzinho da minha esposa. Ela gritou alto quando sentiu a invasão, mas pediu por mais. Com um pouco de força o cara conseguiu introduzir a metade do cacete na bundinha dela, e começou a fodê-la. Minha esposa, levando rola em cima e em baixo, conseguia apenas gemer e rebolar, acompanhando o movimentos dos caras. Percebi, pela sincronização, que eles deveriam estar acostumados com aquilo, e Fred me confirmou depois, era de praxe em todos os seus filmes. Ela deve ter gozado mais de três vezes, até que finalmente eles avisaram que iriam gozar. “No rosto dela, no rosto!”, lembrou Fred baixinho, por trás da câmera. Os dois se posicionaram de pé em frente dela, que, de joelhos, olhava exausta. Os dois punhetaram seus cacetões a poucos centímetros do rostinho da minha mulher, até que os grossos jatos de leite branco a acertaram, no cabelo, queixo, bochechas, testa, boca. Eu, que me masturbava há um certo tempo segurando ao máximo a hora de gozar, me aproximei e também descarreguei minha porra na carinha dela. Cris então deitou sem forças na cama, e vi minha mulher de uma forma totalmente estranha para mim: exausta e suada de tanto foder, a bucetinha e o cuzinho arrombados, esporrada por homens que ela mal conhecia. Enquanto ela descansava, Fred perguntou se eu tinha gostado da realização da minha fantasia e me parabenizou pela performance dela, que, segundo ele, era digna de uma estrela do pornô. Achei graça do comentário e agradeci a ele.Mais tarde, em casa, eu e Cris comentamos o ocorrido, e ela disse que havia gostado da exp
eriência. Alguns dias depois recebi a fita daquela transa pelo correio, e aproveitei para confessar a ela toda a verdade. Ela, que disse que já desconfiava, me recriminou, dizendo que eu não precisava ter inventado toda aquela história, pois, se eu simplesmente contasse minha fantasia, ela teria concordado em realizá-la, mesmo porque era também uma fantasia dela. Depois disso assistimos ao filme, comentando cada cena, e depois tivemos uma noite de amor maravilhosa …                                

Novinhas transando na orgia

Meu nome é Julia. Sou uma jovem adolescente, loira, magra e peituda. Sempre gostei muito de sexo e tenho muita facilidade para gozar. É só deixar a madeira trabalhar que eu gozo várias vezes. Às vezes não importa de quem seja, eu só quero um pau pra chupar e gozar com ele, pode ser de qualquer um desde que saiba respeitar uma mulher. Na verdade, eu e minhas melhores amigas, Gina, uma morena linda do rabão, e Lana, uma branquinha de olhos azuis e cabelo preto, achamos que somos um pouco ninfomaníacas. Não podemos ficar sozinhas que começamos a chupar as bucetas umas das outros e com os meninos fazemos todo tipo de putaria. Às vezes saimos nós três para passear e competimos pra ver quem consegue transar com mais caras desconhecidos no mesmo local. Gostamos de ir para shoppings, praças, parques e clubes onde fazemos essa brincadeira. Geralmente são caras mais velhos, mas basta abrir um sorriso que eles vêm falar comigo, pergunto onde é o banheiro e fodo eles ali mesmo rapidinho e vou para o próximo. Sempre uso as roupas mais curtas e provocantes possíveis, adoro os olhares dos homens e me sentir objeto de desejo deles. Porém, teve uma hora que inevitavelmente eu as minhas amigas começamos a namorar, mas sempre dividíamos os namorados também. Teve um dia que foi muito especial. Estávamos de férias e meus pais viajaram, me deixando sozinha em casa. Fomos nós três passear num shopping querendo ver alguns gatinhos, quando vimos três garotos da nossa idade que estavam ali e eram muito lindos, todos altos e de ombros largos, pareciam modelos. A minha vontade era de sentar na cara de todos eles assim que eu os vi. Rapidamente nos aproximamos e eu, que era menos tímida, perguntei se eles podiam tirar algumas fotos da gente. Eles eram muito gentis e foram muitos muito simpáticos. De repente, estávamos todos tirando fotos juntos como se nos conhecêssemos há muito tempo. Não ficamos para conversar muito pois a mãe da Lana estava indo nos buscar. Nos despedimos e eles pediram os nossos contatos para combinar de fazer alguma coisa depois. Minhas amigas também ficaram com muita vontade e excitadas com os garotos. Na dia seguinte chamei um deles, um que tinha muita cara de safado e parecia ser assim como eu, no celular para uma festa do pijama que iríamos fazer na minha casa. Eu expliquei que só poderia entrar de pijama, isto é, com a roupa que eles usam para dormir. Ele demonstrou ficar muito animado e que os amigos deles também ficariam. Claro, uma oportunidade dessa é o sonho de qualquer garoto. Sem dúvidas, eles eram meninos de muita sorte.Quando chega a noite, eles tocam a campanhia e fomos recebê-los. Eu estava de camisola vermelha, transparente, com uma calcinha vermelha fio dental. Gina estava com um conjunto de renda preto muito sexy que valorizava bem o seu rabão e Lana com uma calcinha de pano branca, um tope minúsculo com os seus peitões saltando pra fora e meias brancas compridas até os joelhos. Nos cumprimentamos e era explícito que a química entre a gente era muito forte. Parecia que a vontade de todo mundo era começar a se pegar ali mesmo. Eles estavam muito felizes e animadíssimos, mas sabiam lidar muito bem com a tensão e eram perfeitos gentlemans que sabiam como tratar uma mulher. Eles nos elogiaram bastante, eu disse para eles colocarem o pijama e irmos para o quarto ouvir música. Eles simplesmente tiraram a roupa e ficaram dois de cueca boxer e o outro de samba canção e pantufas, fato este que rendeu muitas risadas. Fomos para o quarto e conversamos um pouco sobre o dia que nos conhecemos, vimos as fotos que tiramos e conversamos um pouco para aliviar a tensão. Era impressionante como parecia haver uma força de atração que fazia a gente querer se tocar meio que inconsciente. Depois de uns dez minutos de papo furado, perguntei se eles queriam água e o de pantufas se ofereceu para ir buscar comigo. Quando chegamos na cozinha ele me agarrou por trás, pela cintura, com uma pegada que me fez arrepiar e derreter toda por dentro. Tudo que eu mais queria era ser agarrada com força. Estava com tanta vontade que o simples toque da pele e de sentir o pau dele duro por trás me fez ficar toda arrepedia. Adoro como os homens ficam de pau duro perto de mim, pra mim isso é um presente. Ele então falou que eu estava muito gostosa com aquela camisola vermelha e perguntou sobre o que eu achava da ideia de eu transar com ele e as minhas amigas com os amigos dele. Eu abri um sorriso bem grande com maior cara de safada e disse que botava muita fé, mas eu tinha que ver com as minhas amigas antes se elas topavam. Claro que eu sabia que elas iriam topar pois estavávamos doidas pra dar pra eles desde o início. Voltamos para o quarto e chamei elas para conversarmos no corredor sobre quem ia ficar com quem e então decidimos tirar na sorte e depois iríamos trocar e transar com os outros também. Falamos sobre nossa ideia para os meninos e que iríamos jogar um dado para decidir os casais, depois falei: mas depois queremos fazer troca-troca, vcs aceitam, meninos? Claro que eles aceitariam. Para mim, esse era o verdadeiro significado de tanto faz, pois todos eram muito lindos, assim como eu e as minhas amigas também eram. Eu queria experimentar todos eles, estava com uma curiosidade enorme de sentir o pau de cada um deles dentro de mim, queria ver como cada um deles gozava.Após decidirmos na sorte, meu boy estava sentado no sofá ao lado da cama de cueca boxer e dava pra ver um volume enorme nele que chega deu água na boca. Eu fui lentamente em sua direção olhando pra ele como se fosse uma presa. Sentei no seu colo e ele começou a cheirar meu pescoço, passar a mão nas minhas coxas macias e sedosas e apertar minha bunda. Eu abaixei a alça da minha camisola mostrando o bico do meu peito e apontando pra ele: vc gosta do meu peitinho, gatinho?. Ele disse: Você é muito linda. Obrigada, você tambem é muito lindo, respondi, e coloquei meu peito na boca dele, dei uns beijinhos e virei de frente pra ele, sentando bem em cima do seu pau. A gente começou a se pegar loucamente, ele me abraçava bem forte com uma pegada bem firme que me fazia arrepiar, as mãos dele iam percorrendo toda as minhas costas até a minha bunda que ele apertava com muita força em direção ao seu pau enquanto eu esfregava meus peitos na cara dele, dava de mamar e beijava sua boca. A minha calcinha já estava toda encharcada, era uma delicia roçar no pau dele por cima da cueca pois conseguia sentir o meu clitóris com força. Sentei do lado dele e abri minhas pernas, puxando minha calcinha molhada para o lado e mostrando meu clitóris pra ele. Ele falou: nossa, que bucetinha linda, rosinha. Eu falei: É muito apertada tambem. Enfiei dois dedos dentro dela, que estava muito molhada, e botei na boca dele pra ele chupar e sentir o gosto. Comecei a apalpar o pau dele por cima da cueca com um sorrisinho e falei: nossa… você tá tão duro, posso ver?. Ele tirou a cueca e falei: uau, tudo isso pra mim?, e caí de boca, mamei tão gostoso que chega babei. Eu chupava e falava delicia!, enquanto ele ia mechendo na minha bucetinha e pegando no meu peito, até que ele disse para eu ir mais devagar e me chamou de boqueteira profissional porque eu chupava tão bem que ele iria gozar precocemente. Eu comecei a rir porque realmente sou gulosa, adoro chupar uma piroca grossa e sentir ela pulsando, ficando cada vez mais dura. Também gosto de ver os homens se segurando e fazendo força para não gozar rápido comigo. Então ele foi no meu ouvidinho e disse: Você é gostosa demais. Goza na minha boca, sua delicia?. Eu falei: Só se for agora e depois você vai me comer bem gostoso de quatro. Eu sentei na cara dele e começamos a fazer um 69 delicioso. Enquanto isso, conseguia ouvir os sussurros das minhas amigas e alguns gemidos delas no quarto. Elas são tão safadas como eu e gostam de falar muita putaria. Sei disso porque sempre transamos juntas e o fato de estar todo mundo ali transando juntos no mesmo me deixava muito excitada, parecia que dava pra sentir o cheiro de sexo no ar e o ambiente carrega
do de suor de todos aqueles corpos se esfregando. Não demorou muito para eu gozar gostoso na boca daquele rapaz, molhando completamente a cara dele e tudo que estava em volta. Ele sabia chupar buceta tão bem que com certeza alguma menina deve ter ensinado alguns truques pra ele, pois a maioria dos meninos da nossa idade não manjam dos paranauê assim não. Enquanto gozava, me deliciava com o seu pau na minha boca, sentindo toda aquela ereção firme e forte, latejando tanto que pingava umas gotinhas. Isso me deu tanto tesão que eu comecei a chupar com tanta maestria que acabei fazendo ele gozar tudo na minha boca. Nossa, foi tanta porra que encheu minha boca toda, muita porra mesmo, que até escorreu pelo pau dele, mas eu chupei tudinho até a última gota e enguli tudo pois amo quando eles gozam na minha boca. Tenho uma boquinha tão perfeita que com certeza Deus só pode ter feito ela pra eu ser uma putinha mesmo, pois se não fosse seria um enorme desperdício. Fiquei tão feliz por fazer ele não conseguir se segurar e gozar na minha boca que acabei gozando de novo na boca dele também. Depois dessa, me deitei do lado dele, com a coxa na barriga dele enquanto segurava o seu pau com força e masturbava ele como se não pudesse largar, quando foi que eu percebi que ele não tinha perdido a ereção. Nesse momento, percebi como gosto de me sentir putinha de um macho bem viril e forte com bastante vigor sexual e falei impressionada: Nossa, você consegue dar mais de uma sem tirar? Você é tão forte e gostoso. Além de um rostinho lindo, ele também tinha um corpo incrível e bem musculoso, tinha porte de atleta. Eu falei pra ele: obrigada por gozar na minha boca, mas agora você deixa eu sentir você gozando na minha bucetinha? e virei de ladinho, de costas pra ele, empinando bem a bunda e balançando ela. Os garotos quando me vêem nessa posição ficam simplesmente hipnotizados e esta tambem é a minha posição favorita, não sei explicar mas é nela que eu sinto o ponto, acho que também gosto da intimidade que ela gera no casal. Assim que ele me penetrou gozei de novo instantaneamente. Você gosta da minha bucetinha, gatinho? Ele falou: É tao molhada e apertada. Eu falei que ela era apertada, eu te avisei, respondi. Transamos assim de mãos dadas por um tempo, bem coladinhos, com contato em todo o corpo, por onde ele escorregava aquelas mãos bem firmes por todas as minhas curvas, num vai e vem passando pela parte de trás da coxa, bunda, interior da coxa, virilha, cintura, barriga e peitos, apertando o bico do mamilo em movimentos circulares e beijando meu pescoço, nuca e orelha, enquanto eu entrelaçava meu cotovelo pelo seu rosto, fazia cara de quem pedia mais e ficava sempre tentando sugar a sua boca, sentindo tipo um néctar e um perfume vindo dela que me deixava extasiada, parecia que o seu beijo me deixava viciada como uma formiga no açúcar. Eu rebolava no pau dele sem parar, às vezes mais intensamente. Sei fazer movimentos com a minha raba que levavam ele a loucura, e ele sempre falando que se eu continuasse rebolando daquele jeito ele iria gozar rápido de novo, enquanto me chamava de puta no meu ouvido. Uma hora ele levantou minha perna e começou a massagear meu clitóris. Acabei tendo um orgasmo tão intenso que fiquei me contorcendo e tendo contrações. Deixei até escapar um gemido bastante alto. Eu simplesmente não consigo transar sem gemer, não consigo evitar principalmente na hora do orgasmo, às vezes até grito ou fico tão emocionada que começo a chorar, minhas amigas também são assim e dava pra ouvir elas gozando também. Essa posição é tão prazerosa pra mim que poderia ficar encaixada assim de conchinha com ele a noite toda, mas virei de quatro, empinando bem a bunda pra ele como sempre, como se estivesse pedindo pra me comer com força. Ele começou a abocanhar a minha bunda lambuzando ela toda com a língua, mordendo, chupando, beijando apertando e engulindo minhas nádegas até chegar na minha buceta extremamente molhada, chupando todo o líquido escorrendo dela e também chupando meu cu dizendo você tem um cuzinho lindo. Eu falei pra ele que o que eu queria era pirocada e ele meteu tudo até o talo e começou a meter muito forte, enquanto eu balançava e rebolava a raba, flexibilixando bem o quadril e batendo na direção dele pra minha bunda fazer estalos e sentir as bolas batendo na vagina lá embaixo. Minha buceta estava tão molhada que fazia vários barulhos, eu achava o máximo e isso dava ainda mais tesão. Ele me arrebentava, com várias batidas fazendo BAM BABAM, minha bunda fazia FLATSCH, FLATSCH e a buceta FRRRRRRR. Eu ficava um pouco com vergonha do barulho de ar comprimido na vagina porque dava pra todo mundo ouvir, mas eu brincava com ele falando com carinha de safada: Oh! Isso é tão constrangedor!. Ele falava pra eu relaxar e deixar os meus fluidos fluirem e eu ficava louca, uma devassa batendo mais forte e gemendo igual um animal de verdade, fêmea da espécie mais prostituta. Não parava de rebolar e pedir pra ele bater cada vez mais forte na minha bunda e puxar meus cabelos. Também ouvia as minhas amigas gemendo e gozando loucas com os respectivos gatinhos delas e apanhando muito, levando vários tapas e o barulho da pica entrando e saindo nas bucetinhas molhadas delas. Uma hora ele me puxou pelos braços, me trazendo para perto dele e abraçou minha cintura por trás, as mãos deles tocavam meus seios, dentro da coxa e massageava o clitóris. Quando eu senti a respiração dele bem pertinho da minha nuca e ele gemendo bem sexy com aquela voz grave, já não conseguia me controlar e gemia também no mesmo tom dele e acabei gozando tão intensamente que comecei a apagar. Quando me dei conta ele estava por cima de mim, havíamos trocado para a posição papai e mamãe e nem percebi. Ele continuava metendo sem parar e eu simplesmente não conseguia parar de gostar e queria mais e mais. A gente se beijava fazendo movimentos circulares com a lingua no mesmo ritmo da bombada. Falei pra ele: gatinho, você consegue sentir a minha buceta gozando no seu pau? Seu pau é tão gostoso. Eu quero gozar de novo no seu pau. Você goza pra mim também? Vamos gozar juntos ao mesmo tempo?. Foi só deixar a madeira trabalhar mais um pouco que rapidamente o orgasmo veio de novo, dessa vez mais intenso ainda. Eu sentia dentro de mim lá no fundo, uma sensação maravilhosa bem na barriga, que era onde eu sentia o pau dele batendo, mas eu queria mais e mais e pedi pra ele não parar pra eu poder gozar mais uma vez. Vc ainda quer gozar mais de novo, sua safada?, ele respondeu e continuou metendo, estalando sua virilha bem forte na minha, às vezes me segurando com seus braços fortes pelos meus cotovelos ou pelos tornozelos, ou então dávamos as mãos enquanto meus seios balançavam em um movimento hipnotizante e eu ficava falando toda hora: Uuuuuh! Você vai gozar pra mim, gatinho?. Uma hora ele agarrou meus seios com força, mamando eles e beijando minha boca, e comecei a sentir a sensação de novo, cada vez mais gostosa, e então comecei a mecher com o dedinho no clitoris e a gritar eu vou gozar, eu vou gozar, eu vou gozar no seu paaaaaaau. Ele também urrou gostoso comigo e a gente se abraçou tão forte que até arranhei suas costas inteiras com as minhas unhas, e então gozamos juntinhos tão intensamente que sentimos nossos orgasmos conectados, em um instante que parecia uma eternidade. Foi muito lindo a gente gozando junto, adoro ver homem gozando. Ficamos ali agarradinhos um tempo até que percebi que as meninas já estavam prontas para trocar de gatinho e isso me excitava ainda mais. Após um rápido intervalo, tomamos banho e como combinado, trocamos mais duas vezes, com calma e provando um de cada vez sem pressa. Fiquei impressionada como as outras duas transas foram ainda melhores que a primeira. Parece que quanto mais eu gozo, mais gostoso fica o orgasmo. Ele fica cada vez mais intenso, mais longo e mais forte. Eu me sentia ainda mais no paraíso cada vez que gozava. Foi uma noite maravilhosa, levei tanta rola, foi tão bom. Com certeza tinha que acontecer mais vezes. F
elizmente, estávamos de férias e meus pais viajando, então eles praticamente vieram morar com a gente por um tempo e rolava sexo e putaria o tempo, transávamos por várias horas com todos os garotos e sempre beijando a boca das minhas amigas e isso foi ficando cada vez mais divertido pois fazíamos diversas brincadeiras e transávamos de todos os jeitos possíveis em todos os lugares da casa. Tomávamos banho sempre juntos e andávamos pela casa de calcinha, lingerie ou bikini, sempre seminuas e escorando e se esfregando neles igual gatas no cio. Minha buceta piscava só de olhar para eles também seminus pela casa e bastava eu chegar perto que eles tinham uma ereção espontânea, eu me achava a maior gostosa do mundo por causa disso. Quando a gente tava trepando, tinha horas que as meninas faziam uma fila e os meninos tiravam e botavam um de cada vez. Às vezes a gente combinava todos os seis de gozarmos juntos bem pertinho um do outro. Era tão lindo quando isso acontecia, eu me sentia como se fôssemos deuses gregos em uma orgia no Olimpo. Eu e as meninas adorávamos gozar juntinhas com eles e sentir cada um deles gozando dentro da gente várias vezes sem parar. A gente levava tanta rola, chupava tantas bucetas e todos aqueles corpos se esfregandos, que quando eu menos percebia o lugar estava todo molhado, melado de tanto a gente gozar e eu toda esporrada com três espermas diferentes dentro de mim, na buceta, e também pelo meu corpo inteiro e na boca. Eu e as meninas adorávamos brincar com o esperma deles, ficávamos todas lambuzadas de esperma e passando de boca em boca, nos beijando e fazendo bolhas, misturando tudo e lambendo o resto que ficava no corpo, além de sempre limpar com a língua o que ficava na buceta da amiga pois essa é melhor parte que mistura a ejaculação feminina com a masculina. Era simplesmente uma delicia quando eles encostavam cabecinha do pau na minha boquinha sexy despejando o que parecia ser litros de sêmen que enchiam minha boca por completo e escorria por todo o meu corpo. Parece que eu fui feita para engolir porra e me derramar com o esperma dos homens porque eu gosto demais. Se eu pudesse me afogava em um rio de sêmen. Tinha vezes, quando eu ficava com a cara toda gozada no meio do fight com um deles, que eles ficavam com nojinho de me beijar, mas eu achava isso fofo e sexy porque eles não conseguiam resistir ao meu jeitinho bem puta e safada de rebolar no pau deles pedindo pra me dar madeirada. Eles acabavam sempre me beijando e fazendo tudo que eu pedia. Isso fazia eu me sentir como uma puta suja e degradada, mas ao mesmo tempo me sentia muito empoderada, como se eu fosse uma deusa do sexo com o superpoder de fazer os reles mortais gozarem, me venerarem e serem meus escravos. Eles falavam que éramos umas putinhas nojentas e imundas, a gente se amarrava dizendo que éramos as putinhas deles pra eles nos usarem como depósito de porra. Tinha um deles que falava que eu ficava uma putinha muito linda com a cara toda gozada, quando ele falava isso ficava com tanto tesão. Na verdade, falávamos todo tipo de putaria o tempo todo uns para os outros. Me dava muito tesão quando uma das minhas amigas ficava falando putaria bem baixinho no meu ouvido e me beijando ou chupando meu peitinho com o dedinho no meu clítoris, enquanto eu e o gatinho mechíamos na bucetinha dela e eu gozava e gemia igual uma puta no pau dele, que por sua vez também ficava no meu ouvidinho, fazendo beijo triplo com a gente e dividindo meu peitinho e minha boca com minha amiga. Depois ela virava pra mim e pedia com cara de safada pra gozar também e provar o gosto da minha buceta no pau dele. Nossa, eu gozava demais e encharcava a cama toda quando isso acontecia.Também adorava chupar buceta ou mamar uma rola enquanto era fodida e também fazia dupla penetração. Às vezes transávamos duas meninas com um menino e uma menina com dois ou até os três meninos ao mesmo tempo com um pau em cada buraco. Todas gostavam de anal, era quase uma rotina pra gente, vaginal de dia e anal de noite. Na verdade, eu acho que as meninas gostavam mais do que os meninos, porque eles só faziam quando a gente pedia muito e sempre queriam buceta. Muitas vezes tínhamos que implorar para eles preencherem todos os nossos buracos de tão loucas de tesão que ficávamos. Também tinha momentos que a gente precisava de um pouco mais de privacidade e intimidade com alguém, ficávamos em quartos separados formando casalzinhos pra dormir juntos. Cada dia a gente dormia com um diferente, fazendo rodízio. Porém, com o tempo fomos percebendo que a gente podia até ficar apegada a eles e desenvolver um sentimento especial. Era impossível não se apaixonar pelos três porque todos eram tão respeitadores, nos tratavam tão bem e nos comiam tão gostoso que não seria uma má ideia namorar eles e ficar dando pra eles por alguns meses pelo menos. Mas principalmente quando eu ficava um pouco cansada de tanto trepar o dia inteiro, gostava de ficar assim, sozinha com um deles agarradinhos feitos namoradinhos apaixonados e dava o meu cu a noite toda e ainda dizia eu te amo pra eles. Eles pegaram muito rápido o jeito que eu gosto e faziam com bastante carinho e cuidado. Eu sempre falava pra eles: se você meter direito, vai ganhar a noite toda de cuzinho. Eu amo sexo anal, é um tipo de penetração que me faz sentir totalmente preenchida por dentro, pra mim parece uma massagem, dói um pouco mas é uma dor muito prazerosa, por isso consigo aguentar a noite inteira sem parar e às vezes até gozo na buceta pelo cu. Eles ficavam muito impressionados quando isso acontecia e falavam surpresos: não acredito nisso, nossa, vc é uma vagabunda do anal mesmo ein.Claro que às vezes fazíamos outras coisas como assistir filme, dançar, ouvir música, passar o tempo com jogos, conversar, fazer comida, arrumar a casa, nadar na piscina, tomar sol, tinha sauna também, mas tudo sempre terminava em sexo. Foi assim durante umas duas semanas, até que acabaram as férias e meus pais voltaram. Nós seis, porém, decidimos manter um relacionamento aberto e continuar nos vendo e transando. Era um pouco complexo como isso funcionava, mas também podíamos sair com outras pessoas, que poderíamos chamar para a brincadeira ou não. Dessa forma, além de continuar saindo e transando com vários outros gatinhos que eu conhecia, começamos a chamar nossas amigas mais gatas e safadas que também curtiam a ideia de compartilhar namorado, para elas botarem os namorados delas pra comerem a gente e a gente botar os nossos pra comerem elas. Nosso círculo social foi ficando cada vez maior e virou quase uma sociedade secreta onde os membros eram cuidadosamente selecionados. Sempre nos encontrávamos para transar todo mundo junto, várias pessoas, por várias horas. Acho que chegamos a organizar festas com mais de dez casais onde eu levava tanta rola que ficava fora da realidade, maluca mesmo. Tinha hora que eu nem sabia mais quem tava me comendo, só reconhecia pelo formato do pau. Me sentia literalmente num canavial de rola com vários pintos e bucetas se esfregando e gozando em mim.

Enrabada na Festa da Empresa

Atuo a alguns anos na área da saúde, e já passei por diversas instituições do setor, no meio de 2019, fui para a maio rede de hospitais do Brasil, portanto essa seria a minha primeira festa de confraternização na nova empresa ou hospital, como queiram, kkkk Vestidinho preto colado, coxas de fora, calcinha enfiada na bunda, salto alto para ficar mais chamativa e para finalizar um generoso decote. E com isso ao chegar no local da festa, percebi vários olhares paras minhas pernas e bumbum.Vale resaltar que a festa era somente para os colaboradores do grupo, a alta cúpula da empresa, e alguns parceiros do hospital. Essa festa aconteceu no dia 21 de dezembro de 2019, a mesma aconteceu num espaço de eventos muito conhecido, e foi regado a muita bebida e música.Por ser num espaço muito grande, a festa era quase que divida em 2 ambientes, uma parte com os funcionários em geral, e outra parte era a sala VIP com alguns funcionários, na grande maioria mulheres, escolhidas a dedo e as pessoas mais importantes do grupo hospitalar e parceiros importantes. Na sala VIP, havia um corredor, e ao longo desse corredor, várias portinhas, de camarins e banheiros do andar.E expliquei isso, porque foi justamente ali nesse corredor, entre os dois salões de festa, que toda putaria desse conto aconteceu.Fui pra essa festa como já disse com um vestidinho preto coladinho no corpo, destacando a minha bunda e curtinho, a meio palmo das minhas coxas, mostrando as minhas pernas todas. Um decote generoso nos meu peitos volumosos,uma micro calcinha toda enfiada na bunda e um mega salto pra empinar e me deixar com mais presença.Resumindo: por estar sozinha sem o marido, fui vestida para festa igual uma vagaba mesmo, kkkk Assim que cheguei, um diretor do hospital me avistou pelo corredor e logo me puxou para a sala vip, ao chegar lá, fiquei com outras garotas do hospital que já conhecei e na sua maioria casadas, ficamos dançando, bebendo e fazendo social com o pessoal VIP do hospital.Sem namorados ou namoradas, maridos ou esposas. Os funcionários que lá estavam, percebi que estavam bem soltos, alguns até sem pudor nenhum, kkkkNão preciso nem dizer que todas as meninas, foram praticamente atacadas por todos os machos da festa. É fato que quem organizou a festa levou as garotas que disse ter sido escolhidas a dedo, para companhia ao pessoal importante da firma.Estávamos ali um grupinho de meninas dançando no meio da pista, com olhares de todos os tarados em volta. Uma música eletrônica tocando, bebidas diversas rolando a solta e fazendo efeito na minha cabeça e na da maioria dos presentes. De repente o estiolo de música mudou e começou um batidão, confesso que não tenho nada contra, mas não é meu estilo predileto, até fiquei surpresa, por estar toda alta cúpula da empresa, mas as meninas começarm a dança e fui na onda, mãozinha no joelho e empinando o bumbum, e muito rebolado quebrando meu quadril chamando atenção é claro de alguns homens que me olhavam como uns tarados faminto querendo me jantar.A medida que eu dançava rebolando, meu vestidinho ia subindo e deixando as poupinhas da minha bunda de fora. Meu vestidinho já era curtinho, bastava eu me empinar e rebolar para ele subir quase todo e atiçar todos os safados, que ficavam me olhando e olhando para outras meninas, dançando igual uma cachorrasEu ali, na minha primeira festa no novo hospital,. calcinha enterrada na bunda e meu rabo rebolando como que pedindo pica, confesso que estava mesmo uma cachora, com parte da minha bundinha a mostra pra galera.Todos aqueles caras certinhos do trabalho, estavam lá bebendo todas e azarando as mulheres, que trabalharam ao lado deles o ano todo. Eu procurava ficar perto de uma amiga minha para tentar diminuir o número de ataques, que pelo que estava vendo, íamos acabar sofrendo. Como já tinha bebido bastante, disse para essa minha amiga que iria ao banheiro, ela disse que me esperaria ali mesmo, Ao entrar no corredor que já citei anteriormente, o mesmo agora estava bem mais cheio do que quando cheguei e a meia luz, acabei sendo alisada pelas mãos de vários homens, confesso que pensei, que estava numa dessas casas famosas de acompanhantes.Ao voltar, minha amiga tinha desaparecido, fiquei olhando para todos os lados, e a vi com um dos caras que estavam a nossa volta, dando o maior pega, pesnei que safada, kkkk. Com issoacabei ficando sozinha e desprotegida naquele ninho de tarados. (Oh!!! tadinha de mim, pobre garota indefesa, kkkkk)Foi nesse instante que um senhor que chutei ter aproximadamente uns 65 anos, usando um terno de linho bem fino, se aproximou de mim para puxar papo. Veio me elogiando, e o safado de imediato, já foi alisando meu braço e dizendo que já era meu fã, que pelo pouco tempo que eu estava no hospital, já havia ouvido muita gente da chefia falar bem de mim e dos meus serviços.Demorei um tempo para cair a ficha, que aquele coroa tarado não era um tarado qualquer. Era a porra do presidente do grupo hospitalar.Quando me dei conta disso, até fiquei sem jeito, apenas sorrindo e aceitando os elogios, alem de aceitar suas mãos safadas já alisando as minhas costas, cintura e parte do bumbum. Bebemos e conversamos por uns 10 minutos, quando ele acabou sendo chamado por outra pessoa e se afastou de mim. Confesso que respirei aliviada, mas passado uma meia hora, o diretor que tinha me levado para sala vip, veio falar comigo, dizendo que o presidente do hospital, estava muito interessado em me conhecer melhor.Claro que me liguei o que significava o presidente da empresa “me conhecer melhor”. O diretor em um tom meio que intimidativo e meio austero comigo, disse que não seria bom para minha carreia no hospital, recusar um convite do presidente. Porra, o coroa tarado era presidente da empresa, e lógico que ia sobrar pra mim, ou melhor pro meu rabo! Pela forma que ele olhou para meu rabo quando conversávamos.Foi então que o diretor foi caminhando comigo, ate a entrada do tal corredor que descrevi pra vocês no inicio do conto. Ficamos ali conversando e esperando o presidente aparecer. De repente ele veio se encaminhando em nossa direção, o diretor me mandou ir sozinha na frente e entrar num dos camarins desse corredor.Ele me deu a chave e as instruções:– Vai na frente, entra sozinha e quando ele chegar você tranca a porta.Fui eu ate esse camarim no final do corredor, entrei sozinha e esperei por uns dois minutos no máximo. foram dois minutos de silêncio, sozinha, escutando o barulho da musica vindo lá de fora. Até que escutei alguém batendo na porta.Abri e o presidente rapidamente no camarim e com um sorriso de tarado no rosto.Ele entrou, eu tranquei a porta e não consegui nem me virar pra falar nada” e já fui atacada por ele, senti o safado me abraçando por trás, me agarrou pela cintura, quase me fazendo ir de cara na porta.Eu estava de costas pra ele, de frente para porta, com o coroa me abraçando com as duas mãos em volta da minha cintura, beijando meu pescoço e falando safadezas no meu ouvido.Ai ele disse:– Acho que aqui ficaremos mais a vontade pra conversar melhorConversar… O safado estava com uma mão na parte interna das minhas coxas, um cacete duro roçando na minha bunda e a outra mão já por dentro do meu decote pegando um dos meus peitos, e ele falando em CONVERSAR.O safado pois a piroca para fora, e ficou roçando descaradamente aquela piroca dura na minha bunda.Eu pouco fazia, entrei no jogo, se a minha missão ali era agradar, eu deixava o safado se fartar nos apertões e encoxadas que ele me dava espremida na porta. Só sorria e dava corda pra ele.Meu vestidinho que como disse já era curto, facilitou as investidas dele, que pois o pau nas minhas coxas e começou a fode-láSó consegui me soltar daquela prensa presidencial, quando ele me virou de frente, e passou a beijar meu queixo, meu pescoço, minha nuca e por fim minha boca, puxou minha mão direita de encontro ao seu pau, ai pude perceber e ver o quanto ele era bem grosso e comprido. Não é que o presidente tinha uma rola presidencial, kkkkEle disse:– Olha como você me deixa, menin
a, já tem tempo que to querendo fazer isso com você…Eu nem falava nada, só apertava o seu cacete, olhando nos olhos do coroa com um sorriso de menina sapeca doida pra chupar um pirulito.O safado entendeu o recado, abrindo o cinto e arriou toda a calça e abaixando a sua cueca. Ele não precisou falar nada. não houve ordem, pedido, troca de palavras. Eu estava em pé, na sua frente, olhando o velho nos olhos, segurando a sua pica com a minha mãozinha de periguete, mordendo os lábios na cara dele, ao mesmo tempo em que eu brincava com aquela rola, iniciando uma mini punheta extremamente devagar, só pra atiçar o filho da puta.Eu, em pé, de cara para ele, olhos nos olhos, sorriso de safada, segurando uma rola com a maestria de uma puta profissional. E eu adoro ser uma puta. adoro essa reação de tarado na cara dos machosO velho quase enfartou. Se revirava todo sem sair do lugar, fazendo cara de PUTA QUE PARIU, me olhando quase pedindo arrego isso tudo só porque eu segurei a pica dele. Imagina quando eu fizesse mais coisas rs.– Vai sua putinha, faz o que você sabe fazer! Você tem cara e jeito de chupeteira.Confesso que adoro chupar um pau. E não é todo dia que se chupa o pau do presidente da empresa em que você trabalhaAjoelhei na frente daquele coroa,, segurando a sua rola com vontade, com a pica dele a poucos centímetros dos meus lábios, olhei pra cima, e parei meio segundo assim, segurando e olhando pra ele, o velho surtou– Ai caralho, chupa logo sua vadia!Eu ri, de verdade, adorei ver ele quase implorando para eu mamar ele. Mas foi uma fração de segundos e já atendi o pedido do chefe do meu chefe. Chupei gostoso aquele cacete presidencial.Que cena, eu ali ajoelhada no camarim, com o cacete do presidente na minha boca, chupando gostoso a rola dele, com um barulho de musica vindo do lado de fora. Caralho, tinha festa rolando lá fora e eu já nem lembrava mais desse detalhe monstruoso.Como uma boqueteira que eu sou, lambi, mamei e chupei com gosto a rola da minha vítima. Segurando ela firme com uma das mãos, e chupando tudo com vontade. Comecei um vai e vem, como se tivesse fodendo minha boca com o pau dele, ele pirou, e disse:- Caralho, sua filha da puta, você sabe mesmo como chupar a rola de um macho, você é mais vadia do que eu pensei. Na verdade, é que eu queria, fazer ele gozar só no boquete, para eu me livrar logo daquele agrado que eu fui colocada a fazer. Não podia negar, mas também não queria perder a oportunidade de me aproximar tanto de um cara no cargo dele. Um boquete é divida eterna para qualquer favor que eu fosse pedir no futuro.Mas o coroa não quis ficar só no meu talento labial. Me segurando pelo cabelo, por trás da minha cabeça, ele puxou meu rosto para trás, tirando a pica da minha boca, inclinou meu rosto para cima, para olhar para ele, respirei fundo para recuperar o ar que perdi chupando a rola dele.Ele apenas me olhava ali ajoelhadinha, na frente dele. Batonzinho borrado do boquete, descabelada, cara de quem tava chupando uma rola. Com uma das mãos ele segurava o meu cabelo, com a outra alisava meu rosto.Ai ele disse:– Já tinha escutado muitas historias de você, e como desempenha bem o que lhe é atribuído, mas você é melhor do que me falavam sua piranha gostosaEu ate abri um sorriso de piranha feliz depois de escutar um elogio safado desses.Ele me mandou levantar e no que fiquei em pé ainda meio que apoiada na porta, ele colocou a rola dele entre minhas coxas, fato esse facilitado pelo meu vestidinho curto e ele começou a foder minhas coxas e a dizer:Puta que pariu, que coxas gostosas você tem sua piranha, goste de foder uma boa bucetinha e um bom cusinho, mas também adoro foder umas coxas.Você é muito gostosa e a partir de hoje será minha putinha. Pouco tempo depois de foder minhas coxas num vai e vem frenético, ele encheu as minhas coxas de porra, chegando espirrar porra até no vestido. Ai ele ordenou que limpasse com a minha boca o resto de porra do seu pau, dizendo:Vai vadia, limpa todo o pau do seu macho e deixa ele em ponto de bala novamente, se pensou que esse velho não aguentaria muita coisa e pararia por aqui, você esta enganada, puta como você tem que comer o rabo e é o que vou fazer com você. Quando ele estava em ponto de bala novamente, ele me mandou levantar, e no que fiquei em pé na frente dele, já senti uma mão no meu braço/ombro me virando de costas, me inclinando para frente. Fiquei em pé, de frente para uma penteadeira com uma grande espelho, ele fez eu apoiar meus cotovelos na penteadeira, o que deixou o meu rabo todo empinado para ele. Ai vocês imaginam como ele ficou tarado de vez.Ele terminou de levantar meu vestidinho atrás, revelando toda minha bunda na frente dele, ele deixou a mostra a minha micro calcinha de vadia, toda enterrada no rabo, ela não escondia nem minhas marquinhas de biquíni. Levei um tapão na bunda imediato. E ele disse:Uma mulher casada, usar um vestidinho curto desse já é bem atrevida, agora usar uma micro calcinha dessa, já mostra o quanto ela quer pica mesmo.É safada pelo jeito já levou rola algumas vezes nesse seu cusão gostoso, dá para ver pelo seu anelzinho. Ele ficou alisando e analisando meu bumbum e meu anelzinho, ele parecia uma criança recebendo um presente de natal. O safado – Fico tarado toda vez que vejo seu rabo como o seu todo arrebitado na minha frente pedindo rola, e é isso que vai levar sua puta.Falou isso sem largar do meu rabo. Tapas e apertões, matando a vontade que ele já devia ter toda vez que me via pelos corredores do hospital.Pelo espelho na minha frente, vi o coroa abrindo uma camisinha com a boca e vestindo na pica grande grossa dele. Fiquei paradinha ali, só esperando pelo golpe fatal, me ajeitei melhor, ficando mais empinada pro meu tarado.O safado arriou a minha calcinha até os meus joelhos. Enrolando toda calcinha ao longo as minhas pernas ate parar nos meus joelhos. Senti a cabeçona do pau dele encostar na entrada do meu cuzinho e começar a forçar passagem.Naquele momento, duas coisas se passaram na minha cabeça:1- Quem sou eu pra negar o rabo e pedir para o presidente da porra toda tirar o pau do meu cuzinho e botar apenas na bucetinha. Não dava para impor nada pra um cara com o cargo dele.2- Ele foi forçando a entrada, sem passar KY gel, ou seja no seco mesmo Ai fiquei numa situação muito complicada. Levar na bunda sem creminho já é foda, e uma rola grande, grossa e cabeçuda, mais ainda. Ainda olhei pra minha bolsa e ameacei pedir para pegar um ky gel, que tinha comprado naquele dia, mas não tive coragem de falar nada. Essa eu tive que engolir a seco, literalmente.Respirei fundo e fazendo cara de safada e de satisfeita, tomei no cu sem ky. E ainda dizem que vida enfermeira é fácil.Devido o seu pau ser cabeçudo, grosso e comprido, ele foi forçando devagarzinho no começo, mas quando percebeu que que a cabeçona do seu pau já estava dentro do meu cu, numa estocada só, ele botou metade da rola na minha bunda e foi me abraçando por trás, beijando as minhas costas, o meu pescoço, passando a língua na minha orelha, confesso que ele ai me deixou louca de tesão e fora de mim.Ele Começou um semi vai e vem com só metade da pica no meu cuzinho, começando a me fuder em ritmo lento. Aos poucos o pau dele foi entrando mais e mais, ate as bolas encostarem na minha bunda. Pronto, tava eu ali toda empinada no camarim com a pica do presidente toda atolada no meu rabo.Ele gemia e me xingava ao pé do ouvido, respirando quente no meu pescoço, meu vestidinho já estava todo enrolado na minha cintura, minha cara quase colada no espelho, e levando socadas agora bem forte de rola na bunda.Em pé, eu tentava em vão me equilibrar no meu saltão 15 de puta, calcinha arriada, vestidinho levantado, eu era enrabada com força, enrabada com vontade, enrabada digna de matar a vontade acumulada de quem me via somente no uniforme do hospital.A penteadeira já balançava muito, ele terminou de levantar meu vestidinho atrás até os meus peitos, sem sutiã, o espelho na minha frente bambeava, porra, ate eu bambeava. Minhas perninhas completamente bambas, eu
aguentava um caralho de responsa na bunda. Meus gemidos já estavam mais altos, claro n, eu tava levando ferro grosso e grande e sem ky no rabo, fui uma guereira, heroina, aguentando aquel pica toda no rabo a secoDescabelada, desequilibrada, deflorada ENRABADA!Com o rosto colado no espelho, eu aguentava as varadas na bunda como uma puta cumprindo a sua missão. Naquele momento eu verdadeiramente havia me tornado a puta do presidente do hospital e percebi que era um caminho sem voltaNão sintam pena, eu gosto disso e não entre naquele camarim porque me forçaram, ou me chicotearam, eu fui porque quis, eu fui porque gosto de rola. Gosto de provocar, gosto de ver os caras tarados, e gosto de aguentar as consequências de um cacete na bunda.Tem homens que gostam de mulher gostosa, tem mulheres que gostam de caras poderosos, eu gosto de rola mesmo. Olhava pelo espelho e via um cara velho, com cara de tarado, me fudendo com gosto. Se isso nao é ser uma puta, não sei mais o que seria.E isso me deu muito tesão, entrar naquele camarim para chupar o pau do presidente do hospital, só porque ele tem poder, para me sentir a vadia do chefe. Para sentir o tesão que esse cara tem por mim. Ali é meu momento de ter poder, sentir o poder que meu corpo estava causando nele. E claro, sentir uma pica gostosa na bunda.Era tanta varada que meus peitos já tinham pulado para fora do meu decote. Meus peitos sacudindo no ritmo de cada cravada que eu levava no rabo. Enrabada como uma cadela, tratada como a vadia particular do dono da empresa. Descabelada, desmoralizada, arrombada, eu aguentava do jeito que dava, já soltando gritinhos escandalosos de tanta pica que eu levava na bunda.Ele num determinado momento, chegou a botar a mão na minha boca para eu parar de gritar e não chamar muita atenção. Me agarrou por trás, me abraçando, com a mão na minha boca, sussurrando na minha orelha.– Aguenta vadia, aguenta sua puta rampeira, essa vara no seu rabo, ela é de quem paga seu salário, enquanto trabalhar no meu hospital, serei eu seu macho, seu dono, você terá que fazer o que eu quiser e mandar, vou socar vara em você quando eu quiser e como quiser. quem sabe eu não te libere para alguns amigos meus, ou a gente não faça umas festinhas também. Com essas palavras dele, literalmente eu me tornaria uma puta, a partir desse dia. Aguentei guerreira, tomei no cu gostoso, com o coroa se agarrando atrás de mim, socando ate gozar, me abraçando engatado dentro de mim e colado nas minhas costas, respirando forte. Foi rápido, mas confesso que foi gostoso pra caralho.Me recompus, tentei me limpar e limpar a porra da primeira gozada dele do meu vestido como pude, e quando abri a porta, aquele cheiro de sexo saiu pelos corredores. Quem saiu também fui eu, toda descabelada, puxando o vestidinho pra baixo, dando aquela reboladinha pra ajeitar tudo.Pois é, foi assim que eu sai do camarim, rebolando e puxando meu vestido pro meio palmo que ele escondia das minhas coxas. E isso tudo com a festa ainda rolando.Uma enfermeira e o presidente, saindo de um camarim, naquelas condições. Quem olhava agente ali, devia pensar o mesmo que vocês.Voltei para festa, quietinha bebendo algo para me reidratar. De longe, vi o presidente conversando com outro coroa de terno. os dois riam e brindavam com seus copos na mão, provavelmente o presidente, estava contando para o amigo o feito e comemorando a conquista que ele havia acabado de conseguir. O MEU CU.Pouco tempo depois, esse outro coroa, veio em minha direção puxar papo, mas esse conto já esta muito extenso, prometo que conto isso depois.E assim foi a minha primeira festa de final de ano no novo hospital. Espero que tenham gostado. Se quiserem mandar email ou conversar pelo skype.                                

Mulher Casada Descobrindo um Macho de Verdade

Ao final desse relato, deixei o e-mail do macho gostoso e safado que me dominou e me ensinou que o sexo pode ser muito mais maravilhoso do que eu jamais havia sonhado. Só uma mulher que foi comida por um homem de verdade pode realmente entender do que estou falando. Não digo apenas penetração, mas ser tratada como uma puta, usada e abusada em todos os buracos, experimentar um prazer tão grande que parece que se vai morrer ou enlouquecer de tanto levar pau, dedos e língua. Sou casada há 12 anos com um homem que amo e com o qual tenho um filhinho lindo. Contudo, após tanto tempo juntos, é natural que o tesão diminua e fiquemos um pouco cansadas da rotina. Comecei a fantasiar com outros homens, a me imaginar nos braços de machos viris, conquistadores e bem sacanas. Mas jamais acreditei que teria coragem de ir mais fundo nos meus desejos, por medo de prejudicar minha família e meu casamento. Foi quando comprei um computador e comecei a gastar minhas horas vagas circulando pela Internet. Nunca gostei de vulgaridades e baixarias, mas acabei ficando fascinada ao descobrir os sites de contos eróticos. Num deles, acabei esbarrando com os de um homem que parecia ter um tesão incrível em mulheres casadas e comprometidas e se dizia experiente, discreto e muito atencioso em lidar com elas. Confesso que fiquei muito curiosa pela atitude e firmeza de suas palavras. Além disso, seu conto era bem escrito, muito quente e sacana. Ele parecia ser um homem inteligente e sensual ao mesmo tempo. Uma combinação que costuma mexer demais comigo. Fiquei ansiosa para escrever para o e-mail que ele deixara indicado ao final do seu conto. Hesitei muito, pensando que ele poderia ser um louco ou tarado da net. Mas criando coragem e me convencendo que jamais o encontraria pessoalmente, que iria escrever para ele apenas por fantasia e para extravasar meu tesão, fiz o primeiro contado. Foi o primeiro de muitos. Ele era um homem envolvente, experiente, inteligente e muito sedutor. Um perigo para uma esposa carente e cheia de desejos a realizar. Tenho 41 anos, sou morena clara, aparência normal, 1,67 de altura. Após um tempo trocando e-mails, marcamos um encontro. O macho era tão persuasivo e bom de papo que me fez ir até ele (menti para meu marido que iria visitar minha mãe!), já que moramos em cidades diferentes. Instalada em um “hotel”, fui encontrar com ele num restaurante de bom nível e bem público, onde segundo meu futuro amante poderíamos nos conhecer sem perigo para ambos (afinal nunca tínhamos nos visto pessoalmente) e com total liberdade para não seguirmos além da amizade caso não gostássemos um do outros. Ainda bem que ele era um gatinho de 33 anos, cabelos e olhos castanhos escuros, moreno claro, 1,75 de altura e peito peludo. Com meu tesão represado, eu acho que o agarraria se ele tentasse fugir de mim. Felizmente, ele me aprovou também e fomos para o “hotel”. Sozinhos e cheios de tesão, caímos um na boca do outro enquanto ele me despia e me arrastava para o banheiro. Fomos pelados direto para debaixo do chuveiro. Lá nos beijávamos e acariciávamos o tempo todo. Ele me virou do costas, beijava minha nuca, dava mordidinhas, me chamava de puta, piranha; me dava tapas na bunda e eu adorava. Ia ao delírio. Ele abaixou-se e beijou minha bunda, logo em seguida passou a língua em meu rego, o que me fez delirar de prazer. Pegava em meus peitos e chupava-os com vontade, dava mordidas e os apertava com força, me fazendo gemer e urrar. Estava louca de vontade de chupar o pau dele que a toda hora encostava em mim. Eu fazia de tudo para tocá-lo. Abaixei-me e não mais resistindo comecei a mamar com toda a vontade. Engolia tudo, tirava, chupava com rapidez, beijava apenas a cabeça, lambia o saco de bolas peludas e grossas, passava a língua em volta da pica e deixava que ele fodesse minha boquinha. Queria chupar o máximo que pudia, colocá-lo todo em mim, senti-lo na minha língua. A sensação era ótima! Ter aquele cacete duro indo até a garganta, me deixava alucinada. Tudo isso sempre estimulada por ele, meu macho, me chamando de puta, vagabunda, dizendo que eu era boqueteira e meu marido um corno. Não imaginava o quanto ficaria excitada com ele me dizendo essas coisas. Chupei até ele gozar em minha boca. Não resisti e engoli tudo; toda aquela porra quentinha e gostosa. Não deixei escapar nem uma gotinha. O safado ainda me perguntou o que meu maridinho otário pensaria de mim se visse a mulherzinha dela bebendo o esperma de outro homem. Que forte e estranho tesão senti ao ouvir isso! Após este banho maravilhoso, ele me enxugou, sempre me beijando e fomos para a cama, e nela continuavam as carícias e as chupadas. Me chamava de piranha e dava tapas em mim pedindo pra que eu o chupasse da forma que ele quisesse e eu adorava pois estava em minha boca aquilo que tinha esperado por tanto tempo. Fazendo um 69, por cima de mim, ele caiu de boca na minha buça. Que língua endiabrada. Desenhava os lábios da minha vagina, ia e voltava como um trem bala até o fundinho dela, babava e mordia meu grelinho. Sem parar, ele meteu um dedo forte e sacana no meu cu. Urrei de prazer e gozei. Gozei sem parar naquela boca que não dava alívio. Gozei até ficar acabada numa poça do meu próprio suor. Ele mandou então que eu me deitasse e começou a penetrar a minha buceta com os dedos. Ele colocava e tirava com força; quatro, cinco dedos… sentia uma mistura de dor e tesão. Na verdade, nem sabia direito o que estava sentindo, mas não queria que ele parasse. Estava mais molhada do que nunca. Em certo momento disse que não agüentava mais e pedi que ele parasse, mas foi inútil. Ele penetrou também o meu cuzinho com os dedos! Colocou quatro dedos dentro de meu cu e a outra mão, por inteira, em minha buceta. Me sentia aberta, arreganhada, mas mesmo assim sentia muito tesão. Eu gemia, pedia pra ele ir devagar e ele me dizia que eu era a sua puta, a sua piranha e era assim que estava me tratando. Disse para que eu me tocasse, fizesse uma siririca. Sabia que tinha que atender aos desejos daquele macho peludo, malvado e tesudo e assim obedeci, meio sem jeito, pois mesmo estando super molhada e com o tesão a mil, a dor também era bem grande. Mesmo estando sendo invadida daquele jeito, eu sentia que ia gozar… Gozei como uma louca, a todo tempo: qdo ele me tocava, qdo eu me tocava, qdo ele estava com a mão toda em minha buceta, fazendo movimentos fortes e intensos, ou qdo ele tinha enfiado os dedos nos meus dois buracos ao mesmo tempo. Ele mandou ficar de quatro e colocou novamente a sua mão toda em minha buceta arregaçada, e continuou colocando os dedos no meu cu, mandando que eu continuasse a siririca. Eu estava exausta, e já não suportava nem ficar mais naquela posição… Sem dar folga, aquele filho da puta impiedoso me virou de barriga para cima e atolou a vara por inteira na minha xota esfolada. Sem dó, ele metia como um leão faminto. Não demorou para jogar minhas duas pernas sob seus ombros. Sentia agora aquela vara dura e cheia de veias indo fundo em mim, martelando meu útero. Ele parecia uma máquina de foder, mordendo meu pescoço, lambendo minha boca, dando tapas na minha cara, me chamando de piranha ordinária, corneadora, vaca, vagabunda e outros mimos que me faziam gemer ainda mais alto. Aquele tesudo conseguiu me virar de ladinho e depois de quatro sem tirar o caralho da minha buça. E ainda acelerava cada vez mais. O forro da minha xota ardia como se estivesse em carne viva. A dor e o tesão se misturavam, minhas pernas estavam meladas, eu estava totalmente acabada, quase chorava, mas não conseguia nem chorar, pois no fundo estava adorando aquela verdadeira surra de pica. Ele manteve a pirocada por quase uma hora até que explodiu gostoso, gritando no meu ouvido, com os dentes cravados na minha nuca, enchendo a camisinha de porra. Nunca pensei que fosse capaz de suportar algo desse jeito, fiquei surpresa comigo mesma. Ele me beijou, tomamos banho novamente, mas desta vez apenas trocando carícias e logo depois voltamos pra cama, onde ficamos nos acariciando e nos beijando. O
pior (ou melhor) estava para começar agora. “Minha real provação de puta”, nas deliciosas palavras daquele safado peludo. Ele jogou minhas pernas para cima, me colocando literalmente de ponta-cabeça na cama. De pé, aquele canalha desceu a pica dura de uma só vez, toda, dentro do meu cu estraçalhado apenas poucos momentos atrás por até cinco dedos. Senti meu reto em brasas e, sem lubrificante algum ou tempo para respirar ou secar minhas lágrimas, o puto começou um vaivém alucinante. Quanto mais eu pedia para ele tirar por causa da dor, mais ele ria da minha cara. Quanto mais implorava entre gritos, urros e berros para pelo menos ir mais devagar, mais ele acelerava. Para meu desespero e certeza de que aquele macho havia transformado uma esposa comportada numa puta desvairada, meu cuzinho arregaçado começou a irradiar prazer para todo meu corpo. Comecei a me contorcer tanto que ele atolou cincos dedos até fundo da minha xota para firmar meu corpo naquela posição, que de tão desconfortável me enlouquecia ainda mais. Amigas, gozei naquela hora como jamais gozei em toda minha vida. Um gozo profundo, forte, poderoso, a plenos pulmões, daqueles que parece não ter fim. Gozei pelo cu! Algo que nem em meus sonhos mais secretos julgava ser possível! Fiquei mole, mas o macho era insaciável. Sacou o pau de dentro de mim num movimento só, me colocou de quatro e tornou a atolar a vara na minha bunda. Metia já há tanto tempo que eu perdera a sensibilidade do ânus. E continuou seu vaivém até se satisfazer numa esporrada farta, que ele começou na camisinha e veio terminar no meu rosto. Era tanta porra que chegou a colar um dos meus olhos. Eu voltei para casa arrombada, dolorida, toda marcada, mas feliz, com um sorriso de orelha a orelha, e a certeza de ter sido comida como toda mulher sonha e merece. Eu recomendo esse homem porque ele sabe dar prazer. Ele é envolvente, carinhoso, viril e sacana. Através dele, conheci outra casada que ele comeu, trocamos telefones e ficamos amigas. Tricotamos sobre nossos maridos, nossas transas com ele e outros amantes. Escrevam para ele e prometo que vocês não vão se arrepender. Vão se divertir muito, sem medo ou culpa. Ele é um bom amigo, muito atencioso. E ainda incentiva e dá dicas e macetes para suas “amigas” curtirem outros homens.

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