SOGRO TARADO NORA RESISTENTE

LEIA MEUS CONTOS , ESTE CONTO ACONTECEU COM A PRIMA DA MINHA NAMORADA , ELA ME RELATOU PESSOALMENTE ,ELA SE CHAMA ANA TEM 25 ANOS , MORENA JAMBO ALTA , MAGRA CABELOS LONGOS PEITINHOS PEQUENOS E UMA BUNDINHA DELICIOSA DE UMA CIDADE DO INTERIOR DE SP AS MARGENS DO RIO PARANA, ACONTECEU O SEGUINTE ELA CONHECEU UM CARA PELA NET , ELA COM 22 ANOS E ELE COM 23 ANOS NA ÉPOCA , EM UM SITE DE RELACIONAMENTO , TROCARAM ZAP E COMEÇARAM A CONVERSAR E CONSEQUENTEMENTE SE APAIXONARAM SE É ISSO QUE PODEMOS DIZER , BEM ELA CONTOU O SEGUINTE QUE DEPOIS DE 1 ANO DE CONVERSAS , PELO ZAP E CHAMADA DE VIDEO ELES COMBINARAM DE MORAR JUNTOS , ELA CONTRA A VONTADE DO PAI VIAJOU PARA PETRÓPOLIS MORAR COM O RAPAZ , NO ENTANTO ELE MORAVA COM O PAI E A MÃE ,COMO ELES SÓ TEM ELE DE FILHO DEIXARAM ELES MORANDO NA CASA ,AGORA ELA CONVIVIA NA MESMA CASA COM O MARIDO , O SOGRO E A SOGRA , UMA FAMILIA PERFEITA , SÓ FELICIDADES ,MAS ELA LOGO ENGRAVIDOU E TEVE UM BEBE , UM TEMPINHO APÓS O PARTO ELA PERCEBEU QUE O OLHAR DO SOGRO MUDOU , DE NORA PARA MULHER , ELE COMIA ELA NO OLHAR , BEM ELA ACHOU QUE ESTAVA ENGANADA , MAS ISSO FOI FICANDO MAIS SÉRIO APARTIR DOS ELOGIOS , O SOGRO DISSE NOSSA DEPOIS QUE VC GANHOU NENÊ VC FICOU MAIS BONITA , MAIS CHEINHA(MAIS TESUDA) , ELA DEU UM SORRISINHO , GERALMENTE O MARIDO SAIA PARA TRABALHAR E A SOGRA E O SOGRO , MAS O SOGRO PASSOU A CHEGAR MAIS CEDO EM CASA , CHEGAVA COM O OLHAR DE FOME NELA , ELA DISSE QUE PARECIA UM CACHORRO QUANDO A CADÉLA ESTA NO CIO , ELE RODEAVA , ATÉ QUE COMEÇOU A SOLTAR OUTRAS CONVERSAS , CHAMANDO ELA DE GOSTOSA , LINDA , QUE ELA SIM ERA UMA MULHER DE VERDADE COM AQUELE CORPO , ELA DISSE SEU jOÃO , PARA COM ISSO SOU SUA NORA , MAS ELE PEDIU DESCULPAS E PAROU , ENTÃO ELA PERCEBEU QUE AS CALCINHAS QUE ELA DEIXAVA NO CEXAVA NAS CALCINHAS DELA , CERTO DIA ELA SAIU DO BANNHEIRO E ELE ENTROU , ELA DISSE QUE HAVIA TOMADO BANHO E SAIU ELE ENTROU E FECHOU A PORTA , ELA OUVIU ELE MURMURANDO E CHEGOU PERTO DA PORTA PARA OUVIR , E ELE MURMURAVA , HUMMMM QUE CHEIRINHO DE BUCETA DELICIOSO , HUMMMM E O CHEIRNHO DO CUZINHO , ELA DEDUZIU QUE ELE CHEIRAVA A CALCINHA DELA , ELE MURMUROU ANA QUE BUCETINHA CHEIROSA , QUE CUZINHO DELICIOSO , ELA FICOU ASSUSTADA , MAS CONTINUOU ALI , ELE SAIU , ELA FOI NO BANHEIRO E SUA CALCINHA ESTAVA CHEIA DE ESPERMA , ELE HAVIA GOZADO NOVAMENTE NA CALCINHA DELA , AI VEIO AS INVESTIDAS , ELA ESTAVA NO FOGÃO E ELE PEGOU ELA POR TRÁS E ENCOSTOU O CACETE DURO NA BUNDA DELA , ELA RELUTOU ELE SOLTOU , ELE SENTOU NO SOFÁ E ELA FAZENDO COMIDA , ELE TIROU O CACETE PRA FORA E FICOU PUNHETANDO PELAS COSTAS DELA , MAS ELE VIA PELO REFLEXO DE UMA LOUÇA , ATÉ QUE ELE GOZOU , MAS ELE NO OUTRO DIA CONTINUOU AS INVESTIDAS , PEGAVA NA BUNDA , NOS SEIOS , NA BUCETINHA , PEDIA PRA FUDER COM ELA , FALAVA QUE QUERIA COMER A BUCETINHA O CUZINHO , ELA RESISTINDO SEM CONTAR PARA O MARIDO , ATÉ QUE O SOGRO FALOU PRA ELA , QUE DARIA TUDO PRA ELA PRA FICAREM AMANTES ALI SEM NINGUÉM IMAGINAR , MAS ELA SE RECUSOU , SEM FALAR NADA , CONVERSOU COM O MARIDO QUE QUERIA MAIS LIBERDADE E ALUGARAM UMA CASA , MUDARAM , E CERTO DIA ELA RESOLVEU CONTAR TUDO PRO MARIDO , ELE A OUVIU , MAS NÃO ACREDITOU NELA, BRIGARAM E APARTIR DAI ELA SE TORNOU UMA PRISIONEIRA , MAS CERTO DIA ELA FUGIU , LEVOU O BEBE , E FOI EMBORA PARA O INTERIOR.

Era tarado na minha sogra e ela em mim, até… I

Sou leitor assíduo dos contos eróticos e relatarei o que aconteceu comigo e minha sogra, usarei co-dinomes para evitar constrangimentos, mas fui autorizado por ela a escrever e enviar esse relato. Ela disse que depois vai fazer o mesmo do ponto de vista dela.Me chamo Marcos (fictício) e minha sogra Lana (fictício) também.Desde que era noivo de sua filha minha atual esposa, minha sogra era um pouquinho cheinha, mas tinha um bundão que não era dela, quando eu ia para a casa de minha noiva, dormia na sala, casa antiga de fazenda, não tinha suíte, e na madrugada acordava com o transitar de meu sogro (homem machista e mulherengo, não saía dos puteiros da região, além de muito grosso com a minha sogra e filhas) e logo depois de minha sogra, meu sogro não fazia cerimônia transitava de cueca e ia para o banheiro, pensava que eu estava dormindo. Com muita curiosidade e tesão também, fiquei acordado na outra noite, de repente acende a luz no quarto de minha sogra, eles não fechavam a porta, levantei do colchão e fui olhar pela porta entre aberta, deparei com minha sogra mamando uma pica, que deveria ter uns 20 cm, mas não era grossa, ele a tratava muito mal, ela estava pelada e com um bundão viarada para mim, fiquei louco de tesão com cena ( ela tem uma bunda muito bonita e um cu que parece Ter sido feito para levar vara, fiquei louco que cu lindo) ela se virou para ele meter na xoxota dela, o cara era um animal, meteu de uma só vez, ela reclamava que estava doendo, parecia que ele estava machucando o útero dela, mas ele não estava nem aí. Então ele ficou furioso e a chamou de biscate e falou que ia meter no cu dela, isso me deu um tesão que quase gozei sem ao menos tocar em minha pica e não deu outra, ele nem lubrificou, enfiou de uma só vez no cu maravilhoso de minha sogra, que fez cara de que estava sentindo muita dor, ele bombava com muita foça, ela deixou o corpo cair e ficou com a bunda empinada para ele, na hora que ela estava se acostumando com a s estocadas, as expressões de rosto que até então era de dor, passaram a de prazer, ela rebolava e falava meio que cochichando, mete , me rasga, não estou sentindo esse pauzinho fino, então ele gozou e a deixou a ver navio, ele se jogou para o lado e pude ver o cu lindo arrombado e escorrendo muita porra.Daí em diante fiquei tarado por minha sogra, quantas vezes transei com minha noiva que era muito gostosa, pensando na mãe dela.Nos casamos, minha sogra ficou muito amiga minha, me adorava, via como eu tratava a minha esposa e queria ser assim também com o meu sogro, mas o cavalo só dava patada.Então começou a falar de sua vida sexual com o marido para minha esposa, falou que o cara não saia do puteiro, raramente sentia prazer com ele e tinha medo de pegar doença, porque ele não tinha educação.Até que começou a perguntar de nosso relacionamento para minha esposa, talvez para ter referência, depois de uma ano começou a se queixar do marido para mim e fazer revelações intimas, isso me deixava tarado.Mas de tantas reclamações, falei para ela que o casal precisava Ter mais comunicação, diálogo, ela tentou, mas não conseguiu, então passou a exigir camisinha dele para transar com ele, ele não admitia isso , passaram 6 meses ela sem transar com ele e subindo pelas paredes.Ela começou a falar comigo que estava cansada de ficar de quatro e dando o cu para ele, então isso aguçou minha libido, fiquei de barraca armada, perguntei se ele não gostava de preliminares, ela disse que não, que tinha o pênis fino e longo e que metia nela e machucava o útero dela e de birra (por causa das reclamações dela batia nela e metia sem lubrificar no ânus dela e há mais de 10 anos que não sentia prazer com ele). Ela nunca tinha tido outro homem e me perguntou: Será que todos os homens são assim? Falei que não, falei que adoro comer o cuzinho de sua filha, pergunte a ela se é ruim.Minha sogra falou que já havia conversado com a filha e que ela tinha falado que a nosso relação era muito boa, que rolava de quase tudo e éramos muito felizes em nossa vida sexual.Passaram-se 12 meses minha sogra se separou, ficou minha confidencial, usava uma calçola e queria ficar mais sensual, parecia estar na adolescência, perguntei se queria uma opinião minha como homem ou como genro. Ela disse que era como homem.Então falei que eu particularmente preferiria ela sem calcinha ou com uma calcinha que parecia estar entrando, não perdeu tempo, comprou várias calcinha (acho que é asa delta), uns vestidos que mostrava as curvas do corpo e a marca da calcinha. Isso tudo ela estava em minha casa, minha esposa de plantão, ela foi experimentar e me perguntar, estava um tesão, eu estava teso, e fazia questão mostrar para ela que estava assim, muitas vezes a peguei olhando para o meu pau.Então falei para ela usar o vestido sem calcinha, ela resistiu, falou que era anti-higiênico, insisti, mas ela não o fez, mas no final mesmo ela mesma veio com um vestido vinho e sem calcinha, rodou para mim e falou e aí, o que achou, perguntei se estava sem calcinha, ela disse que sim, eu falei: não acredito (isso era para poder conferir) ela falou estou sim, eu falei: a Sra. Está com aquela calçola que não marca, ficamos naquela, e então eu falei só acredito vendo, ela ficou vermelha, então falei ou sentindo, ela se aproximou e disse: pode tocar, passei a mão, ela arrebitou a bunda (parecia querer ser possuída e eu com medo de avançar o sinal), continuei falando que ainda não acreditava, perguntei se podia tocar por baixo ela resistiu, falei que só tocaria, ela permitiu, enfiei a mão por baixo do vestido e senti a xoxota dela alagada, fiz uma massagem ela gemeu, ficou arrepiada, passei o dedo no cuzinho, segurei a mão dela e levei no meu pau, ela segurou com muita força, nos beijamos, mas ela falou que não podia fazer isso com a filha predileta dela, apesar de estar louca por mim, insisti e ela deixou eu chupar a xoxota dela e o cuzinho, ela pagou um boquete e eu gozei como um cavalo. Mas ficou nisso, passamos a nos cumprimentar com deliciosos beijos, amassos quando estávamos sozinhos. Fomos amadurecendo a idéia. Inclusive ela contou a história como se fosse uma conhecida dela para minha esposa e filha foi muito complacente.O resultado está numa outra história.                                

Meu tio é também meu sogro e amante!

Meu nome é Ana, sou quase quarentona, mas sou enxutona. Quando passo na rua, todos os homens quase quebram o pescoço para ver minha bunda grande e bem feita. Minha cintura continua bem fina e meus seios maravilhosos, depois de uma cirurgia, claro (250mm de silicone). Sou casada com meu primo Braz, um homem íntegro, discreto, trabalhador, excelente marido, fiel e honestíssimo. Eu não mereço um marido tão bom assim, porque tenho um amante, o Jorge, há mais de 15anos. O chato é que meu amante é meu próprio tio. E o pior é que esse meu tio, irmão de mamãe, é, também, o pai do meu marido. E, apesar de estar meio coroa, cinqüentão, é um amante gostosíssimo. Desde que eu era menina com 14 aninhos, e bem desenvolvidinha de corpo,já nutria uma paixão doida por esse tio . Que me iniciou comendo meu cuzinho. Aliás, me casei com o filho, para ficar bem perto do pai. Antes de me casar eu já fazia de tudo com o pai e foi ele que me ensinou tudo de sexo com sacanagem gostosa, não sexo com amor romântico! Quando o meu noivo,filho dele, viajou p´ra estudar em outra cidade eu me tornava o “cardápio completo” da dieta do meu tio. O caso mais sacana que aconteceu conosco naquela época foi quando fizemos um ménage a trois com minha prima, filha dele!! Tal situação continuou até quando minha prima casou e foi morar em outra cidade . De vez em quando ele ia lá fazer uma “visita” pra filhinha, quando dava um jeito de se livrar do maridinho, e dos dois filhos quando teve, pra se transformar na putinha do paizinho! Eu continuava como primeira dama antes e depois do casamento. No dia do meu casamento, meu sogrão fez questão de me dar uma gostosa despedida de solteira a dois. Levou-me a um motel e me comeu a manhã toda. Fizemos de tudo um pouco, começamos com um longo 69 e terminei dando o cuzinho, como era de praxe . Depois, ele me deixou, no começo da tarde, num salão de beleza, que eu marcara o dia da noiva, para que eu pudesse me produzir para o meu casamento, logo mais à noite. Depois do casamento,tivemos a recepção e quando chegou a hora para irmos embora, chamei meu tio discretamente e lhe disse que queria mais uma trepada antes de partir pra lua de mel. Assim ainda com o vestido de noiva, dei meu anelzinho pró meu sogro-tio e mamei todo esporra que ele pode me dar . Afinal eu iria ficar duas semanas longe daquela rola!! Fomos para Cancun passar a lua de mel, graças às passagens dadas pelo meu sogro, como presente de casamento. Quando voltei do México com o meu marido, meu sogro e tio me ligou e queria me encontrar de qualquer jeito, pois estava morrendo de saudade. Como ainda estava em lua de mel, não pude mesmo deixar meu maridinho sozinho e tive que dar um bolo no meu sogro. O cara de pau não agüentou a distância e foi jantar conosco, sentando-se à mesa bem perto de mim, encostando sua pena na minha e, de vez em quando, passando a mão, rapidamente, nas minhas coxas e na minha xaninha, por baixo da mesa,pois eu estava de sainha curta e leve. Fiquei molhadinha, até gozei de tanto tesão com aquele macho me afagando, me alisando, me tocando em segredo, enquanto sorria e brincava comigo e com meu marido. Que cara de pau. Que fingido, mas que fingimento delicioso. Que gostoso. Tudo o que é proibido é mesmo excitante. Quando o meu sogro (e tio) foi embora, senti que havia um pequeno papel enfiado na minha calcinha. Abri e estava escrito:”Quero te ver amanhã, sem falta. Tenho uma surpresa para você. Ligue-me logo cedo.” No outro dia, acabou-se a lua de mel, meu marido foi logo cedo para o trabalho, e eu liguei para o meu amante, sogro e tio, o Jorge. Coloquei uma das lingerie que comprara para lua de mel e fui me encontrar com aquele macho delicioso, bem mais velho do que meu maridinho, mas muito mais experiente e com um pau bem maior. Deixei meu carro num shopping e fiquei aguardando Jorge. Fiquei pasma com o que vi. Nem acreditei. Meu tio estava acompanhado por um casal. Se eu e Jorge havíamos combinados ir a um motel, por que titio estava com aquele casal no carro? Só me aproximando do carro e falando com os três para saber o que se passava, qual é o mistério. O rapaz, muito bonito e jovem, saiu do banco da frente do automóvel do titio e foi para o banco de trás, fazer companhia a uma belíssima loura, colocando o braço em suas costas. Sentei-me, dei um beijinho no rosto do Jorge. Suzy, quero que você conheça meus amigos Luiz e sua esposa Elen. Eles farão companhia para nós dois, se você concordar, claro. Fiquei muda, pasma, perplexa. Olhei para trás, dei uma risadinha amarela para o casal; falei: muito prazer, Suzy; e continuei olhando para frente. Jorge ficou um pouco constrangido com a minha reação e tentou quebrar o gelo, puxando conversa sobre Cancun, sobre minha viagem e outras banalidades. Sinceramente, não sabia o que fazer. Sair correndo daquele carro, estava fora de cogitação. Falar que não gostava de swing , também não podia falar, se não perderia Jorge e, além disso, não podia falar que não gostava de uma coisa que NUNCA havia experimentado. Devagar comecei entrar na conversa. Coloquei um CD de Maria Rita e elogiei sua voz. O casal entrou na conversa dizendo que assistiram um show da cantora no Rio. Ficaram um bom tempo descrevendo a cantora, o show, as músicas… Quando me dei conta, estava íntima do casal. E que casal lindo, o homem era moreno, alto, com lindos olhos azuis. A mulher loura, não muito alta, mas com um corpo escultural, conforme deu para ver examinando suas pernas e seios que quase saiam do decote ousado. Quando Jorge percebeu que eu já estava entrosada no grupo, tocou no assunto: Zu, a Elen e o Luiz querem ir conosco para o motel. O que você acha? Tudo bem? Deu um sorriso para todos e balancei a cabeça para cima e para baixo. Manifestei meu SIM, sem falar uma só palavra. Todos ficaram satisfeitíssimos, pois estavam morrendo de medo da minha recusa. É claro que isso jamais poderia acontecer, pois eu sabia que Jorge estava louco para se iniciar no swing. De vez em quando, ele falava isso no meu ouvido, enquanto gozava no meu cuzinho e enfiava um vibrador na minha xana. Já pensou se fosse outro pau: dizia sempre me deixando excitadíssima. Enquanto eu me lembrava disso, a minha bocetinha ficava ensopada. Fiquei até com medo de molhar o banco do carro do Jorge. Assim que Jorge percebeu que realmente eu estava de topando a transa a quatro, entrou num luxuoso motel, pedindo uma suíte dupla, completíssima, tendo até piscina. Quando entramos naquela suíte maravilhosa, com decoração egípcia, eu já estava preparada para o que der e vier. Queria aproveitar o máximo possível. Queria novas experiências. Queria experimentar aquele macho diferente, jovem, forte, bonito. E se a loura topasse, ia comer ela também . Ia redescobrir minha parte lésbica que eu havia experimentado com a filhinha de meu sogro-titio-amante! Entrei histérica, rindo alegremente, jogando os sapatos e roupas para os lados. Fiquei só de lingerie sex no meio daquele grupo assustado. Eu era o centro das atenções. Jorge nem acreditava no que via. Me agarrou e me jogou na cama. Tirou o pau para fora e colocou no meio das minhas pernas, me beijando como louco. Elen e Luiz foram para a outra cama e ela começou um boquete no marido, e a cena dela nua deitada com a bundinha pró alto me deixou louca, louca, louca pra ter minha chance de comê-la . Vendo aquele casal se chupando, fiquei super excitada. Quis fazer o mesmo. Tirei o resto da roupa e comecei um 69. Quando estava enfiando o pau do Jorge na boca, percebi que o Luiz estava se aproximando e, com um gesto, pediu com Jorge para ficar no lugar dele. Imediatamente, Jorge se saiu de perto de mim e correu para ficar no lugar do Luiz. Eu acompanhava com os olhos aquela movimentação e fiquei que era só tesão.Elen então ficou apreciando o tarugo do meu tio-amante antes de começar achupá-lo com sofreguidão!! . Então foi a vez do corninho dela. Luiz se ajeitou, enfiou a boca no meio das minhas pernas e deixou aquele tarugão à minha disposição. Segurei com as duas mãos e fi
quei medindo com os dedos. “_Que pau monstruoso! Será que isso vai caber na minha boca? E na minha xana? No cuzinho, nem pensar…” fiquei pensando com os meus botões, enquanto chupava, com sofreguidão, aquele pinto grande, grosso, que latejava, cheios de veias e sensualidade. Enfiei a cabeça do pau na boca e tentei chupar o máximo possível. Todo o líquido salgado que saia daquele pau eu sugava, com lascívia, com gula . Com as mãos e boca apertava e alisava aquele mastro erguido. Queria experimentar tudo aquilo dentro de mim, dentro da minha xaninha melada. Meu tesão era tanto, que, se ele quisesse por no meu cuzinho, toparia na hora. Olhei para a outra cama, Jorge estava comendo o rabinho da lourinha, que gritava, gemia, com o pau entrando e saindo do seu rabo . Olhando para o nosso lado, Elen chamou Luiz :Querido vem aqui, por favor, vem comer minha bocetinha, quero sentir dois paus. Agora, venha logo.” Luiz tirou a boca da minha xaninha e foi ao socorro da esposa. Ajeitou-se debaixo dela e enfiou o pau super duro na boceta da esposa. Elen sentou no pau do marido sem tirar o cacete de Jorge do cu. De lá do meu canto, fiquei olhando aqueles dois machos comendo a louraça, que rebolava, se agitava, se erguia e gritava como doida varrida:”_ Mete em mim, mete gostoso. Me coma maridinho corno. Coma meu cuzinho,Jorginho querido. Bota chifre nesse corno e coma meu cu . Vamos gozar juntos, mas não agora.” Ficaram assim, naquela gemeção, naquela algazarra, naquela dupla penetração um bom tempo. E eu no meu cantinho, deitada, batendo uma gostosa siririca. Eu sabia que logo era a minha vez de ser comida pelos dois machos deliciosos. Enfiei quase todos os dedos na xaninha e gozei na minha mão, enquanto os três explodiam num gozo só. Com porra escorrendo pela frente e por trás, Kátia foi se lavar no chuveiro, tomando uma demorada ducha. Fui fazer companhia e me ofereci para passar o sabonete naquela escultura grega. Pela primeira vez na minha vida senti o corpo de uma mulher. Passei a mão naquelas nádegas roliças e macias. Lavei seus seios várias vezes, caprichando nos biquinhos. Passei o sabonete no umbigo e desci ate a xaninha. Elen abriu as pernas e me deixou ensaboar sua bocetinha e seu cuzinho várias vezes. Larguei o sabonete, me ajoelhei e cai de boca naquela xana. Elen adorou meu boquete. Em seguida, retribuiu meu carinho e me chupou também. Os dois sacanas ficaram apreciando aquela cena se deliciando. Quando percebi que os paus dos machos estavam ficando duros, me enxuguei e me joguei no meio deles. Eles logo perceberam que eu também queria uma dupla penetração. Dei um jeito de ajeitar na minha bocetinha o pau do Luiz, que era bem maior, e deixei o cuzinho para meu sogro comer. Cavalgando devagar o pau de Luiz, a bunda ficou bem arrebitada aguardando o pinto do titio Jorge. Titio lambeu bem meu cuzinho, enfiando a língua o máximo que pode, e enfiou o pau no cuzinho, com determinação. Nem pensei em fazer frescura. Queria mesmo levar no cu. E era agora. Empurrei a bunda para trás e, com o empurrão de Jorge, seu pau entrou inteirinho no meu rabo. Quase perdi a respiração. A dor era intensa, mas o prazer era maior. Recuperei um pouco e iniciei um vai e vem, controlando o pau do Luiz para não sai de minha xaninha. Que coisa fora de série. Nunca na minha vida pensei em sentir uma sensação tão maravilhosa, tão gostosa. Melhor do que qualquer droga ou sonho. Estava no paraíso. O pau do Luiz preenchia minha boceta e o pau do meu sogro Jorge quase me separava pelo meio . Parecia que era um pau só dentro de mim, eu sentia que os dois se tocavam nas minhas entranhas. Que coisa boa. Imitei Elen e comecei a gritar palavrões e ofender aqueles dois machos do outro mundo. _Me comam seus putos. Metem nessa putinha. Ponha chifre em seu filhinho corno, titio tarado, meti esse pau no cuzinho da norinha, titito safado. Vamos Luiz, ajude o titio por chifre no filhinho corno dele. Ponha chifre naquela louruda linda. Me coma, coma essa puta, meta tudo. Consegui superar Elen nas gritarias, escândalos e gemeção. Fiquei naquela cadência gostosa, com dois paus dentro de mim, num vai e vem gostoso. De vez em quando, o pau do Luiz escapava de minha xana e eu segurava tudo aquilo com duas mãos e enfiava, devagar novamente. Que gostoso sentir aquilo entrando dentro de mim. Parecia que não acabava mais aquela penetração. E, enquanto isso, Jorge enfiava e punha, sem dó, o pau no meu cuzinho, agarrando minha bundona com vigor. Gozamos juntos. Até a Elen também gozou, batendo uma gostosa siririca. Após um pequeno descanso, fomos para os chuveiros. Fiquei com Jorge, enquanto Elen foi com o marido para o outro chuveiro. Depois fomos para a beira da piscina. Ficamos um bom tempo comendo alguma coisa e bebendo uns drinks, cobertos por roupões. Elen foi a primeira a se jogar na piscina. Jorge foi atrás e começou a bulinar a loirona que pagou uma “ maravilhosa espanhola” pra ele . Luiz se aproximou de mim e foi tirando meu roupão. Me pegou nos braços e me levou para a cama para continuar o 69 interrompido. Catei aquele tarugão e chupei com vontade. Luiz me fez gozar várias vezes com a língua em meu clitóris. Depois de uma longa sessão de chupa-chupa, Luiz quis enfiar o pau em mim. Deitei e esperei que ele enfiasse de novo aquele gostoso tarugo na minha xana. Com carinho, Luiz me virou de costa e começou investir no meu pobre cuzinho. Aqueles agrados deram certo pois logo fiquei torcendo para o Luiz enfiar logo o tarugo em meu cu.Ele então disse que seria menos”penoso” se eu fosse me sentando e ao mesmo tempo eu própria fosse guiando aquela torona p´ro meu rabinho. Dito e feito. Mas com um tranco só, Luiz Francisco enfiou o pau no meu rabo sem dó. Agüentei firme, mesmo sabendo que devia estar saindo até sangue das pregas arrebentadas. Eu só queria sentir aquele pau entrando e saindo do meu cuzinho, enquanto os dedinhos mágicos do Luiz excitavam meu grelinho. Gozei. Luiz também gozou no meu cu. Seu pau inchou ainda mais e dele saiu um jato quente inundando meu buraquinho . Na outra cama, Kátia estava dando o cuzinho para o Jorge. Deixei o Luiz Francisco descansando na cama e fui lá ajudar Jorge comer a louraça. Entrei por baixo de Elen e enfiei a boca em sua bocetinha depilada. Ela fez o mesmo comigo. Ficamos num 69 sensual, enquanto Jorge comia o cuzinho de Elen. Jorge tirou o pau do cu de Elen e pediu para ela ficar de lado, encostada em minha bunda, ele então chamou o marido-corninho caralhudo e disse que a Elen já estava lubrificada só preciva ser alrgada novamente. Pimba! Dito e feito, a louraça agasalhou aquela torona quase até os bagos do seu corninho, enquanto me beijava a nunca e arfava de tezão e gozo! . Depois foi minha vez com aquele corno maravilhoso e incansável. Elen deitou-se de costas e eu tabém mas por cima dela. Então ela me levantou as pernas expondo meus dois buraquinhos pra vontade do nosso corno. Então, dito e feito. Levei piroca no cuzinho já alargado por ele momentos antes. E era ainda como se a primeira vez. Meu sogrinho se masturbava e dizia que me amava, que eu era completa, que eu era a mais maravilhos das putinhas que ele já teve, etc etc. Gozei e gozei e parecia que não acabava mais!! Meu sogro ficou alucinado foi a vez dele. Só que ele queria nos duas dando ao mesmo tempo. \\mas ele não conseguia enfiar todo o seu pirocão em Elen. Então nos alternava-nos.Uma sentando em cima da outra enquanto a debaixo masturbava a que estavas em cima! Minha bunda ficou por cima e Jorge aproveitou para enfiar seu pau. Fizemos essa troca várias vezes. Jorge comeu os dois cuzinhos várias vezes e eu não larguei aquela xaninha gostosa que jorrava orgamos múltiplos sem parar. E eu fazia o mesmo. Depois de longo tempo, resolvemos todos gozar juntos. Dessa vez eu e Elen fizemos um 69, comigo por cima. Jorge gozou com o pau no meu cu. Senti seu líquido jorrando no meu rabinho e o último orgasmo de Elen na minha boca. Ela também vibrou com o líquido que, em quantidade, saia de minha xaninha feliz.E como saideira, sentei no meu titio agasalhando a piroca
com meu cuzinho, enquanto Elen me beijava e levava a tora do marido-corninho no anelzinho super dilatado!! Todos estávamos satisfeitos. Satisfeitíssimos. Foi um dia louco, inesquecível. Com o cuzinho ardendo e a bocetinha mais larguinha, fui para casa, ainda com um restinho de tesão. Quando meu maridinho chegou, eu o recebi numa linda lingerie preta e com um champagne na mão. Transei como nunca havia feito antes. Só de lembrar do que fizera naquela tarde, gozava à toa. Meu marido ficou muito feliz, achando que ele estava demais. Gozei junto com ele e fiquei largada na cama. Eu estava cansadíssima. Não agüentava mesmo mais nada. Essa aventura com Jorge e o casal foi a primeira de uma série de loucuras que fiz com meu tio. De fato, ele fez outras surpresas agradáveis para mim. Muito agradáveis mesmo. Mas isso eu conto em outra oportunidade, se esse conto tiver boa votação. Até lá.

FILHO CORNO, PAI TARADO.

DESDE QUE MINHA SOGRA MORREU MEU MARIDO E A IRMÃ REVEZA NA VISITA PARA O PAI NO SITIO DELE NO INTERIOR DE SÃO PAULO NUMA DESSAS FOI NOSSA VEZ NUM FERIADÃO PROLONGADO E PARA NÃO PEGAR TRANSITO VIAJAMOS NA QUARTA FEIRA A TARDE. SEMPRE COMENTAVA COM MEU MARIDO COMO ELE ESTAVA SE VIRANDO PORQUE SEMPRE SOUBE QUE DAVA SOSSEGO PARA MINHA SOGRA POREM DESCONVERSAVA QUANDO MEU MARIDO FALAVA QUE LEVARIA O PAI NO PUTEIRO DA CIDADE COMIGO SEMPRE FALANDO QUE IRIA JUNTO. NAQUELA TARDE DISPENSAMOS A MULHER QUE CUIDA DA CASA E DEPOIS DE DAR UMA AJEITADINHA DO JEITO QUE SEI QUE MINHA SOGRA GOSTAVA FIZ UMA JANTA DELICIOSA E ENQUANTO COMÍAMOS CHEGUEI A FICAR INCOMODADA COM OS OLHARES GULOSOS DO SOGRÃO EM MIM OLHANDO NA CARA DURA PARA MEUS SEIOS ENQUANTO COMIA E CONVERSAVA COM O FILHO E ISSO ESTRANHAMENTE ME EXCITOU MUITO. ENTRE CONVERSA E BEBIDAS MEU MARIDO APAGOU SENDO MEU SOGRO OBRIGADO A COLOCAR O FILHO NA CAMA BRIGANDO COMIGO DANDO PARA VER ÓDIO EM SEUS OLHOS QUANDO DISSE QUE POR MIM DORMIA NO CHÃO ALI MESMO. PARA NÃO CORRER RISCO FUI DORMIR ACORDANDO HORAS DEPOIS COM ALGUÉM MEXENDO COMIGO E INERTE APAVORADA SEM SABER O QUE FAZER SENTI AQUELA MÃO GRANDE EM MINHA BUNDA COM UM DOS DEDOS ALISANDO DE FORMA MÁGICA MEU GRELO COMIGO TENDO QUE MORDER A MÃO PARA NÃO GEMER QUANDO ELE INTENSIFICOU AS ESFREGADAS AUMENTANDO A PRESSÃO E NUM ORGASMO INEVITÁVEL GEMI ABAFADO SENTINDO O CORPO TREMER E VIRANDO DE FRENTE PARA ELE VI SUA SILHUETA SAINDO RÁPIDO DO QUARTO ME DEIXANDO DECEPCIONADA E ACESSA DE TESÃO TANTO É QUE METI A BOCA NA PICA DE MEU MARIDO CHUPANDO COMO POUCAS VEZES NESTE ATÉ ELE ENCHER MINHA BOCA DE PORRA A QUAL ENGOLI PELA PRIMEIRA VEZ NESTES OITO ANOS DE RELACIONAMENTO E NUMA DÚVIDA TREMENDA SE DEVIA LEVANTAR E IR PARA O QUARTO DELE ACABEI DORMINDO. DIA SEGUINTE FOI MINHA VEZ DE JUDIAR DO VELHO PORQUE ENQUANTO CUIDAVA DOS AFAZERES DA CASA AJUDADA POR DONA MARIA ORA ESTAVA DE SHORTINHO DE LYCLA AMARELINHO QUE MEU MARIDO DETESTA QUE USO POR SER MUITO CURTO FICANDO TODO ENTERRADO NA BUNDA E SEM CALCINHA MOSTRAVA NITIDAMENTE O FORMADO DA BOCETA PARECENDO UMA BORBOLETA ESPREMIDA NO PANINHO MACIO E TOP E ASSIM FINGIA NÃO VER DANDO UMA DE SONSA QUANDO MEU MARIDO COMENTAVA QUE ESTAVA DEIXANDO SEU PAI DOIDO COMIGO RINDO QUANDO PROMETIA QUE NÃO ESCAPARIA DELE NAQUELA NOITE. DURANTE O JANTAR FINGI NÃO PERCEBER O VELHO FINGINDO BEBER E INCENTIVANDO O FILHO QUE INOCENTINHO COMO NUNCA FOI VIRAVA UM COPO ATRÁS DO OUTRO E ASSIM NAQUELA NOITE O PAI DEIXOU QUE DORMISSE NO SOFÁ E ENQUANTO AVISAVA QUE IA DORMIR PAROU EM MINHA FRENTE OLHANDO ME DE CIMA ABAIXO COM SEUS OLHOS EM MINHAS COXAS POR ESTA DE VESTIDINHO ATÉ QUE CONFORTÁVEL E O DECOTE QUE APERTADO LEVANTAVA MAIS AINDA MEUS SEIOS. TREMIA DE PAVOR ANSIEDADE E MEDO CHEGANDO A FICAR ENVERGONHADA AO SENTI A CALCINHA MELAR COM MEU PRAZER E NUM MISTO DE ALIVIO DECEPÇÃO E AGUSTIA VI ELA ARRUMAR O CACETE QUE PELO VOLUME DAVA QUASE O DOBRO DO FILHO E IR EMBORA ME DEIXANDO ALI PENSATIVA. PRECISAVA SENTAR NUMA PICA E ME ESFORÇANDO MUITO PARA NÃO SER ALI PORQUE A RAZÃO ERA MAIOR QUE A EXCITAÇÃO E ASSIM COM MUITA DIFICULDADE LEVEI MEU MARIDO PARA O QUARTO ARRANCANDO SUAS ROUPAS E DEPOIS DE UM BANHO DEITEI NUA AO SEU LADO BEIJANDO SEU PEITO E BOCA E QUANDO TENCIONAVA ABOCANHAR SUA PICA QUE CRESCIA EM MINHAS MÃOS VI A PORTA ABRINDO LENTAMENTE MOSTRANDO A SILHUETA DAQUELE HOMÃO VINDO CALMAMENTE EM MINHA DIREÇÃO E MAIS QUE DEPRESSA ESTIQUEI O CORPO ABRINDO BEM AS PERNAS E QUANDO AQUELA MÃO ALISOU MINHA BOCETA ESFREGOU O DEDO ENTRE MEUS LÁBIOS PARECENDO CONFERIR O QUANTO ESTAVA MOLHADO E SE AJEITANDO COM AS PERNAS NO CHÃO SEGUROU MINHAS COXAS FAZENDO MEU CORPO TREMER COM SEUS TOQUE ME PUXANDO PARA ELE QUANDO MINHA BUNDA QUASE BATEU EM SEU PEITO ELE LEVANTOU MINHAS PERNAS DEIXANDO ME LEVEMENTE ENCURVADA E METENDO A BOCA EM MINHA BOCETA ME FEZ MORDER A MÃO PARA NÃO GEMER PORQUE MEU HOMEM DORMIA DO MEU LADO POREM QUANDO INTENSIFICOU AS CHUPADAS ORA COM FORÇA PARECENDO ESTAR COM RAIVA ORA CALMO ME DEU ORGASMOS QUE NÃO CONSEGUI SEGURAR GEMENDO DESCARADAMENTE E QUANDO METEU DEDOS EM MINHA BOCETA ENQUANTO A LÍNGUA SERPENTEAVA EM MEU GRELO REVEZANDO COM CHUPÕES PARECENDO QUE ARRANCARIA ELE DE MIM QUANDO O DEDO POLEGAR INVADIU MEU CU NEM TIVE TEMPO PARA A DORZINHA INCOMODA PORQUE O PRAZER ERA IMENSAMENTE MELHOR E NUM ESCÂNDALO DE DAR MEDO CHEGAVA A QUASE PERDER OS SENTIDOS COM ELE GEMENDO ABAFADO COM SUA BOCA GRUDADA EM MIM TOMANDO O MÁXIMO QUE CONSEGUIA DE MEU PRAZER FAZENDO ME ESGUICHAR MEU GOZO EM SUA BOCA MELANDO SUA CARA E NUM DESSES TIVE MEUS GRITINHOS ABAFADOS COM SUA BOCA MELADA GRUDADA NA MINHA ENQUANTO ELE SOLTAVA O PESO DO CORPO FAZENDO AQUELA TORA ENTRAR SÓ PARANDO QUANDO BATEU EM MINHAS ENTRANHAS E COM O CORPO BALANÇANDO COM AS SACUDIDAS QUE ELE ME DAVA AO ENTRAR E SAIR VIGOROSAMENTE DE MIM ME MATOU DEIXANDO SEM FORÇAS E COM O CORPO DOLORIDO DE TANTO METER EM MIM QUASE ME VIRANDO DO AVESSO AO FAZER ME SENTI SUA PICA ESPIRRANDO PORRA EM MEU ÚTERO TERMINANDO EM MINHA BOCA SUJANDO MINHA CARA E SEIOS POR NÃO CONSEGUI ENGOLIR TUDO. ESTAVA DOLORIDA TENTANDO REUNI FORÇAS PARA LEVANTAR TENCIONANDO UM BANHO QUANDO ELE ME PEGOU NO AR COM FACILIDADE E ME COLOCANDO DE QUATRO ENTROU NOVAMENTE EM MIM AGORA DE FORMA CALMA E ENQUANTO METIA FALANDO COISAS DELICIOSAS AFIRMANDO QUE SEMPRE SONHOU COM ISSO ME DEU ALGUNS ORGASMOS POREM QUANDO MANDOU ME PREPARAR QUE COMERIA MEU CU NADA ADIANTOU ARGUMENTAR E ME SURPREENDENDO PORQUE NÃO DOEU TANTO COMO IMAGINA AO LEMBRAR DAS VEZES QUE MEU MARIDO TENTOU COMER ELE TIVE ORGASMOS DELICIOSOS E DELIRANTES POR SEREM DIFERENTES DE TODOS QUE JÁ TIVE NA VIDA E GOZANDO MAIS UMA VEZ ENCHENDO ME O CU DE PORRA DEU UM TAPA EM MINHA BUNDA E SAIU DALI ME DEIXANDO DOLORIDA PENSATIVA E ARREPENDIDA POR NÃO TER DADO PARA ELE ANTES E QUANDO IA LEVANTAR MEU MARIDO ME AGARROU ME DANDO UM BEIJO DE TIRAR O FOLEGO E ENQUANTO MAMAVA MINHA BOCETA COMO SE FOSSE A ÚLTIMA VEZ NA VIDA DORMIR DEIXANDO ELA FAZER O QUE QUIS COM MEU CORPO.

MEU SOGRO INVADIU MINHA CASA.

NOSSA GENTE QUE VELHO CACHORRO ESSE MEU SOGRO , SOU A LUANA ESTOU COM MEUS POUCOS ANINHOS , EU ATÉ COLOQUEI UMA IDADE FICTICIA , ANTES .KKK , BRANQUINHA , 1, 65M 46 KG , CABELOS LAGORA SO MEIO DAS COSTAS , BOM GENTE JA FIZ TRAVESSURAS , NOSSA GENTE AGORA MORO COM MEU NAMORADO , MINHA FAMILIA NÃO GOSTOU NADA DESTA IDÉIA , OLHA CONTEI SOBRE MEU SOGRO E MEU CUNHADO , ELES FICAM PARECENDO CACHORROS QUANDO SENTE O CHEIRO DO CIO DA CADÉLA , ACHO ELE UM ?? VELHO TARADO , ESTOU EM CASA , MEU SOGRO FICA LOUCO ME OBSERVANDO , EU MORO NA CASA DOS FUNDOS , EU ESTAVA ONTEM PELA MANHÃ LIMPANDO O QUINTAL , COMO DE COSTUME SAI COM MEU SHORTINHO DE DORMIR , UM MINI SHORTINHO , MINI BLUSINHA , GENTE É QUINTAL FECHADO , NINGUÉM DE FORA VAI VER EU AQUI DENTRO , MAS O COROA , VEIO E ABRIU O PORTÃOZINHO QUE SEPARA AS CASAS , ENTROU , PERGUNTOU DO MEU NAMORIDINHO , FALEI FOI TRABALHAR , O SAFADO FALOU E DEIXOU VC ASSIM , FALEI ASSIM COMO O SENHOR FALA , ELE SEMI NUA , FALEI AH , CONTINUEI LIMPANDO , ELE ENTROU NA MINHA COZINHA E PEGOU CAFÉ , SAIU O VOLUME ENORME NO SHORT , SAFADO VEIO CHEIO DAS MÁS INTENSÕES , EU COMO TODA MULHER SABEMOS DAS INTENÇÕES , FICOU ALI CONVERSANDO E TENTANDO ME SEDUZIR , MAS IMAGINEI FDP , ELE QUER ME COMER , ENTÃO COMECEI A PROVOCAR ELE , VIRANDO A BUNDA PEQUENA PRA ELE E SE CURVANDO , AGACHAVA DE PERNAS ABERTAS PRO LADO DELE , O COROA ESTAVA LOUCO , ENTREI PRA PEGAR UMA SACOLINHA , QUANDO ENTREI NA COZINHA , FUI PEGA POR TRÁS , MEU SOGRO PASSOU AS MÃOS POR BAIXO DAS MINHAS AXILAS , AS MAOZONAS ABERTAS EM CIMA DOS MEUS PEITINHOS , EU FALEI PARA , MAS SENTI O PAU DURO ENCOSTAR NO MEU RABINHO , EU DEI UMA BUNDADA NO PAU DELE , PAU QUE CONHEÇO , FALEI VC TÁ LOUCO , A SOGRA VIR AQUI VC CAI VER , MAS ELE ME BEIJANDO O PESCOÇO , VIREI O ROSTO E ELE ME BEIJOU A BOCA , ME VIROU DE FRENTE PRA ELE , PEDIU PRA MIM SOLTAR A LÍNGUA , COM A BOCA ELE PUXOU MINHA LÍNGUA PRA DENTRO DA BOCA DELE , CHUPOU MINHA LÍNGUA QUE ATÉ DOEU DE TANTO ELE SUGAR , DA UM TESÃO INCONTROLÁVEL , ELE ME SENTOU NA MESA E SE SENTOU NA CADEIRA , TIROU MEU SHORTINHO , MINHA CALCINHA , CHEIROU MINHA CALCINHA , FALOU PQP QUE DELICIA , ABRIU MINHAS PERNAS E COLOCOU A BOCA NA MINHA BUCETINHA , LAMBEU MINHA VERILHA , MINHA BUCETINHA , ME ERGUEU UM POUQUINHO E LAMBEU MEU CUZINHO , FDP , ENFIOU A LINGUA DENTRO DO MEU CUZINHO , CHUPOU MEU GRELINHO , EU GEMI NA LINGUA DO VELHO E GOZEI NA BOCA DELE , ELE SABOREOU TODO LEITE , FALOU QUE DELICIA DE MELZINHO , TOMEI TUDO , FDP , ME TIROU E ME SENTOU NA CADEIRA , DEPOIS SENTOU PELADO NA MESA , O PAU GROSSO BABANDO , EU MAMEI O PAU E AS BOLAS DELE , ELE SEGURAVA MINHA CABEÇA , POIS O FDP ESTACA PRA GOZAR , FOI AI QUE MINHA SOGRA GRITOU POR MIM , EU FUI LEVANTAR , ELE ME SEGUROU , DISSE RESPONDE ELA E MAMA , EU FALEI JA VOU E VOLTEI O PAU NA BOCA , RECEBI UMA LEITADA NA BOCA , O VELHO FDP ME ERGUEU E BEIJOU MINHA BOCA CHEIA DE PORRA DELE , MINHA SOGRA ME CHAMOU OUTRA VEZ , EU ME VESTI RAPIDINHO , ELE SE VESTIU E FICOU QUIETINHO , SAI E FALEI EU ESTAVA NO BANHEIRO , ELA ME CHAMOU NA CASA DELA EU FUI , LOGO CHEGA MEU SOGRO , SAFADO AINDA FALOU OI LUANA , FALEI OI , MINHA SOGRA ALI NEM IMAGINAVA QUE ELE TINHA ACABADO DE TOMAR MEU LEITE E EU O DELE , NA VDD ELA ATRAPALHOU A FENTE TRANSAR , ACHO QUE IA ACONTECER , COROA DA ROLA GROSSA MEU SOGRO.

Sogro Fode a Nora

SOGRO FUDE A NORA No campo do sexo e da sacanagem, meus contos são realmente verídicos, somente este em pauta que é fantasia, mas, parte destas fantasias aqui relatadas foram realizadas verbalmente com a segunda pessoa de minhas intensões, meu pai. Meu nome é Dico, tenho 60 anos de idade e casado desde os 25 anos. Moro em Brasília-DF. Minha relação conjugal é ótima, sou realizado profissionalmente, minha vida econômica, social, cultural e intelectual são bem sucedias e me considero plenamente feliz no meu jeito de ser e sou sim um cidadão mente aberta e ciente de meus atos que pratiquei com responsabilidade e o cuidado de não prejudicar alguém. Por isso, se tivesse que repetir, fazia tudo de novo. Minha esposa que chamo de Nadir sempre foi muito religiosa, moralista, chata, como todas pessoas assim as são e cheia de frescuras. Eu me contento somente com as trepadas (papai e mamãe), mas dar para me satisfazer nas gozadas. Nem o cuzão ela nunca me deu, diz que cu de mulher é somente para cagar e peidar, mulher transa é com a vagina, diz. O jeito é eu me contentar só com a xana dela. Eu sou bissexual e sempre fantasiei ela fudeno com outros homens do pauzão – quando estou fudeno nela eu lembro de outras picas e quando eu pegava nos paus de homens eu lembrava da buceta dela e por ai vai. Já pratiquei muitas coisas que ate os Santos duvidam. Quando eu tinhas uns 13 anos eu dei meu cu para um cão vira lata, mas a pica e o nó parecia de um cão de raça e eu aguentava tudo e já pratiquei outros tipos de zoofilia. Incesto? Já pratiquei com meus filhos e com meu pai, acredite se quiser. Eu nasci na zona rural próximo a uma cidade do interior do Piauí e meu pai era vaqueiro, por isso eu via-o diariamente nu quando nós íamos dar banhos nos animais na lagoa. Desde menino eu sou apaixonado e tarado pelo meu pai e por mais de 40 anos eu pensava na sua intimidade que vem de suas genitálias e fantasiava as mais ardentes fantasias com o velho meu pai. Meu pai também tem uma história curiosa e é considerado um homem sem pudor. Ele gostava de uma boa prosa em torno de deboches e sacanagens e era conhecido como um dos homens mais fogoso da região. O homem fudia tudo quanto era putas e animais fêmeas. No sexo, desconfiava-se que ele praticou-se muitas coisas – que ele realmente me confidenciou anos mais tarde quando se tornamos amigos e cumplices de nossos segredos mais íntimos confiados de pai para filho. Ele cometeu também incestos com mulheres próximos dele no sangue e no parentesco, são histórias de arrepiar ate os cabelos das ventas e do cu.Durante os mais de 40 anos morando no DF, sempre viajei durante as férias para visitar minha família e a da minha esposa. Nestas viagens, eu e meu pai conversava muito, sempre falando sobre nossa relação afetiva pai e filho e também sobre os assunto íntimos e a boa prosa. Nestas conversas, o meu maior desejo era me revelar para ele, dizendo o quanto eu desejava na intimidade como homem e possível relações sexuais, mas, eu tinha muito medo, não sabia qual a reação dele como homem hetoro. Ele era um homem muito pacato e analfabeto, porém, muito inteligente e mente aberta pra sua época. Quando minha vida melhorou a nível de estabilidade financeira eu passei a viajar todos os anos e quando as passagens aéreas ficaram acessivas, passei a viajar   ate 3 vezes por anos e assim, nós passamos a ter mais tempo para nossas prosas intimas. Eu contava-lhe de meus gostos e opções em relação as sacanagens e ele também me contava tudo sobre ele e seus gostos. Eu falava abertamente sobre minha esposa, descrevia tudo sobre ela, a buceta, o cu, a bunda, o tesão dela quando fudia comigo. Ele ouvia tudo, encantado e abismado e me contava tudo sobre minha mãe, suas vidas e fodas na rede, em qualquer canto da casa. O fogo e o tesão dele eram   inquestionável. Eu disse-lhe que todas minhas fodas com a Nadir era pensando nele e que quando meu gozo travava, era só eu pensar nele que no mesmo instante eu explodia no gozo. o que era realmente verdade. Na viajem que fiz em 2011, eu criei coragem e me revelei para ele. Contei que gostava de homens e que ele era o único homem que nunca tinha saído de minha cabeça, sempre pensando nele, no pau dele, penso em dar meu cu pra você. Lembrei-lhe dos tempos em que eu via-o nu diariamente quando nós ia pra lagoa dar banho nos animais e via seu pau a meio termo, sua bunda, seu saco, seu cu, seu corpo inteiro e via-o tudeno na minha mãe pelo buraco da parede, eu vi tudo em você… Ele entendeu tudo e sem precisar concordar com palavras, demonstrou (sim) e que tudo bem. A partir deste viagem passamos a ter um caso e todas as noites nós ficava juntos se pegando e falando sacanagem no ouvido um do outro no quarto dele. Ele dormia em quarto separado no fundo da casa e quando todos pegavam no sono eu me levantava pisando leve e ia para seu quanto. Eita, trem bom, como diz os mineiros. Depois de tantas conversas e agora nós se conhecendo bem e sem vergonha um do outro, eu acabei de despejar tudo o que sentia em relação as fodas e sacanagens. Pai; se a Nadir fosse uma mulher corajosa e topasse sacanagem eu ia convencer ela a fuder com nós dois, umas fodas a três com muitas putarias nas matas das margens dos rios Parnaíba ou Poty. Eu quero que você meta a rola nela para deixar a xana dela mais gostosa para mim, eu gosto mesmo é de buceta fudida, alargada de tanto levar rola e pariri meninos. Nós dois íamos em gatar nela, um metia no cu e o outro na buceta. Eu notava que o velho estava perplexos, adorando ouvir estas fantasias, mentirinhas loucas. Deitado na rede, sem o menor pudor, o velho meu pai disse-me; pode deixar, eu vou meter a rola na Nadir de (4) ou apoiada num barranco com a bunda para cima e segurando nos vazios delas. Muito bem, pai, é assim que eu quero que você foda nela… Já mais eu imaginei ouvir estas coisas de meu próprio pai, apesar de eu ter fantasias semelhantes. Descobrir que nós somos almas gêmeas, se eu sou assim é porque puxo ele e vice verso. Uma coisa é certo, se minha esposa soubesse ou adivinhasse que eu tenho uma mente assim, poluída, doente, como ela iria definir, certamente ela iria me largar e ate pedir pena de morte para mim. De minha parte eu digo, a gente pensa assim, tem estas fantasias mas, ninguém sabem e nem conhece as pessoas por dentro, o importante é não praticar o mal a ninguém. Minhas fantasias sempre foram associado ao meu pai e minha esposa e certamente, seus 15 centímetros de rola grossa e cabeçuda na   xana dela Nadir e para isso eu teria que convencer ela a topar transar fora do casamento, tornar-se uma mulher corajosa para dar para outros homens e ate para o sogro.   Religiosa e moralista como ela é, dificilmente ela toparia e ainda me chamava de louco, um doente mental. Todos nós temos fantasias e não custa nada tentar, mas com minha esposa nunca eu iria conseguir. Se você acho que vale apenas tentar, mas, cuidado, você pode se dar mal, muito mal. Durante minhas estadia no Piauí, em nossas conversas e sacanagens entre eu e meu pai, rolavam as seguintes fantasias. Fantasia ( 1 ); pai, eu vou convencer a Nadir a lhe dar a buceta, para isso eu lhe proponho qualquer acordo ate ela topar. Ela gosta muito de dinheiro, de repente ela pode se animar e concordar. Se ela topar, eu invento uma conversa para minha mãe e meus irmãos e lhe levo para passar um mês em Brasília só para nós três fuder dia e noite. Fantasia ( 2 ); Quando eu estiver para o trabalho, vocês aproveitam o tempo livre para fuder de todos os jeitos, muitas sacanagens com as cheiradas na xana e no cu dela, ela adora estes tipos de putarias. Fantasia ( 3 ): Pai, convide aquele seu colega do pauzão para nós 4 fuder, vai ser uma suruba muito boa. Fantasia ( 4 ): Pai, a Nadir me disse que já se acostumou a fuder com você, disse-me que suas pegadas é muito boa e que você trepa melhor que eu. Fantasia ( 5 ): Pai, você pode fuder a Nadir com muito gosto, sem se preocupar, ela gosta muito de lhe dar, não
precisa se preocupar, ela toma piulas e ainda assim, se ela emprenhar, eu vou ter o prazer de passar 9 meses fudeno a xana dela sensível e fogosa por causa da gravidez e crio o menino gerado por você como se fosse filho meu, estamos entendidos? Fantasia ( 6 ): Durante uma de minhas estadias no Piauí, ao passar perto de meu pai eu disse-lhe: A Nadir me disse que você passou a noite toda fudeno nela, disse que a buceta estar inchada de tanto levar rola, mas disse também que foi bom, chegou a gozar 3 vezes. Fantasia ( 7 ): Meu pai, ah, então a Nadir te disse que sonhou que nós passamos a noite toda fudeno? Sim, ela me disse, respondi-o. Fantasia ( 8 ): Pai, as vezes eu penso em você como se fosse um galo trepando na galinha (Nadir) e ao sair de cima o galo filho, eu subo nela antes de se levantar. Fantasia ( 9 ): As vezes eu imagino você igual um touro fogoso cobrindo a vaca no sio (Nadir) e em seguida o boi filho (eu) aproveito e subo na vaca fudida pelo touro pai do boi filho. Fantasia ( 10 ): Pai; as vezes eu penso em você como se fosse um cavalo pastor subindo na égua (Nadir) e em seguida o cavalo filho aproveita e cobre a égua antes de sair do lugar, sentindo a loca dela arrombada pela espada do cavalo pai. Meu pai ouvia de mim, seu filho, todas estas loucas fantasias e ficava perplexos, mas gostando muito, como se pensasse que ele não é sozinho na sua maneira de pensar e concordar. Pensamento é só pensamento. Algumas destas fantasias foram ditas para o velho meu pai e outras que deveriam serem confidenciadas a ele, mas, não deu tempo, em dezembro de 2015 ele teve morte física e já se encontra em outra dimensão, agora, para mim, ele se tornou uma das mais belas lembranças. Se eu sou louco?   Claro que não, sou um cidadão do bem iguais a milhares que vivem por ai entre nós, fantasias são fantasias. sou um cidadão do bem que faço minha parte e penso 24 horas na paz e fraternidade e na transformação de um mundo melhor para todos nós do planeta terra. Aguardem meus próximos contos sobre relações incestuosas. Abraço a todos e que a paz seja constante nas vidas de todos.

Dando pro sogro de meu filho

Depois de minha transa com meu filho e minha norinha, ficamos muito amigas. Ela me levou num final-de-semana para conhecer sua família. Veio aqui em Caxias nos buscar. Almoçamos no apartamento dela na Lagoa. Era um luxo só. Seu pai foi muito simpático, ao contrário de sua mãe, mais nova do que eu, mas muito magra, cheia de formalidades. Na volta para casa, Sandra(minha nora) esclareceu que a mãe dela era doente, tinha graves problemas psíquicos e que, apesar de 39 anos, pareceia uma mulher de 50 anos. Perguntei-lhe sobre seu pai. Ela malciosamente perguntou: -Meu pai é um tesão, né sogrinha? Eu tive que concordar. O homem tinha seus 42 anos, uns 1:75, de cavanhaque, cabelo cortadinho baixinho. Estava um pouco gordinho, com uns 100 kg. mais ou menos. Porém, era inteligente, bem humorado, com coxas grossas e um peito cabeludo que me deixou excitada. Aproveitei a provocação dela e respondi: – É um homem bem interessante. Meu filho nada comentou. Na semana seguinte, Sandra nos convidou para passear em Itaipava, na casa de montanha da família da mãe dela. Quando seu pai chegou num BMW para nos buscar, reparei que a mãe de Sandra não tinha vindo, foi a um chá beneficiente. Iríamos eu, Sandra e o Dr. Lemos. Meu filho tinha que estudar. Senti que havia alguma combinação entre meu filho e sua namorada, mas não entendi bem o que. Fui sentada na frente. Ouvindo um cd do Simply Red que me fez relembrar coisas de minha juventude. O papo era agradável e a viagem, apesar de curta, foi ótima. Fiquei mais impressionada com o Dr. Lemos. Que homem inteligente, culto, bem-humorado… Chegando lá, quase caí para traz com a beleza da casa, tinha uns dez quartos, havia sido uma fazenda. Fomos conhecer a propriedade a cavalo. Aí começou a sacanagem. Sandra colocou uma calça justíssima, estas de amazona, sem calcinha, que dava para ver o desenho de sua buceta. Eu estava de calça jeans normal. Ela me arrumou botas e uma camiseta. O pai dela estava também com uma calça justa, mas comportada. Na cavalgada, deparamo-nos com um cavalo de pau duro. Sandra cheia de malícia disse: – Olha Dona Suely, que pintão! Eu não respondi. O pai dela informou: – Ele está assim pois está sentindo que alguma fêmea está no cio. E a safada de minha nora: – Deve estar sentindo meu cheiro então. Continuei calada, mas a safada provocou: – Suely, você também está no cio? Fiquei com a cara em brasa, mas entrei na sacanagem: – Também estou. E ela: – Meu pai tá à sua disposição! Eu não sabia o que dizer, mas ela esclareceu: – Su, depois daquela transa contigo, me soltei e dei para a pessoa que mais amo no mundo, meu pai. Eu sempre quiz dar para ele. Eu o seduzi e contei tudo. Ele realizou o sonho de me chupar toda e agora quer provar você. E o Dr. Lemos acrecentou: – Olha, não trepava há meses. Só com putas. Minha mulher não tem mais libido. Minha filha me mostrou um sexo maravilhoso e quando te conheci fiquei tarado em você. A gente queria amar você. Quando ele usou esta palavra mágica amar, eu não aguentei. Parei a montaria e perguntei: – Meu filho sabe disso, Sandra? Ela respondeu: – Sabe e concordou! Respirei fundo e disse: – Que bom, já estava com saudade de sua bucetinha e quero dar para você, Lemos. Começamos ali mesmo a putaria. Descemos dos cavalos e nos beijamos, os três. Sandra ajoelhou enfrente ao pai e abocanhou seu caralho enquanto ele mamava meus peitões. Começou um vento frio e decidimos ir para casa. Lá fomos para a sala de jogos e recomeçamos a sacanagem. Sandra não largava do caralho do pai. Eu, já pelada, esfregava minha buceta na cara do Lemos. Pedi à Sandra para chupar aquela buceta raspadinha e gordinha. Ela abriu bem as pernas e caí de cara, ficando com meu bundão para cima. Lemos rapidamente meteu na minha xana, com vontade. Socou poucas vezes e gozou. Coitado, tava no atraso. Mas o pau dele não amoleceu. Ele contou que tinha tomado um Viagra. Então, comecei a comandar a bacanal, como sempre gosto de fazer. Mandei a Sandra arreganhar a buceta para seu pai comê-la. Ela o fez. Eu mamava aqueles seios deliciosos dela e beijava também sua boca carnuda e quente. O pai dela estava louco de tesão. Então, fui para atraz dele e comecei a chupar seu cuzinho. O cara gozou denovo na buceta da filha. Corri para chupar aquela grutinha cheia de porra. Sorvi tudo e fizemos de novo aquilo de trocar a porra de uma boca para outra até a Sandra engolir o esperma do pai. Esse tal de Viagra é bom mesmo. O Lemos continuava de pau duro, apesar de cansado. Sandra voltou a mamar no pau do pai, mas ele pediu para ela fazer devagar pois o pinto estava sensível. Então disse para ela deixar que eu faria. Comecei a lamber as bolas do Lemos, devagarinho, fui subindo pelo pau, só com a pontinha da linguinha até chegar na cabeça. Enfiei tudo na boca, bem devagar até à garganta e fiquei paradinha. O cara adorou. Sandra então começou a chupar meu cú e minha buceta por baixo de mim. Era chegada a hora de tomar no cú. Pedi a ela para cuspir no meu cú, ela lambeu e cuspiu, deitei de barriga para baixo, com meus peitos no assoalho e ela abriu bem minha bundona. Lemos veio devarinho e enfiou fácil no meu cú receptivo. Ele começou a bombar. Mandei a Sandra chupar o cú e o saco do pai. Ele gemia, suava, mas não gozava. Eu estava adorando aquela estocada no cú. Até que ele tirou o pau sem gozar. Disse que estava fora de forma. Não me fiz de rogada, comecei um 69 com a Sandra, mandando ela ir enfinado dedos no meu cú. Ela enfiou quatro e eu gritando de tesão. O pai dela então veio para perto de nós e começou a me siriricar. Enfiou cinco dedos na minha buceta e a Sandra com quatro no meu cú. Gritei para não pararem. Era um vai-e-vem maravilhoso. Fiquei de quatro e mandei eles continuarem até eu gozar. O pai dela enfiou mais a mão e senti que só o punho dele ficara para fora. Comecei a sentir uns espasmos e comecei a gozar pelo cú e mijar pela buceta. Resultado: desmaiei. Quando acordei. Os dois estavam enrolados numa manta me observando. Me contaram o que houve e eu caí na gargalhada. Me chamaram para ficar entre eles. Já era noitinha. Chovia. Resolvemos passar a noite lá. Sandra ainda não tinha dado o cú para o pai e disse: – Paizinho, já se recuperou? Então come meu cú, pois a Sú me fez ficar viciada em tomar na bunda. Lemos ainda de pau duro deu um lindo e carinhoso beijo na filha e foi descendo e chupando-a toda. Cheguei ficar emocionada com a cena. Quando ele chegou na xotinha dela, disse: – Sogrinha, vem aqui que eu quero chupar esses peitões. Assim o fiz. O pai então virou a filha de quatro, mas eu disse que ela deveria ser enrabada olhando para o pai, de frente. Ela então levantou as pernas, segurou com os braços com minha ajuda, arregaçando o cú para o pai. Passei um creme no cú de Sandra e mandei seu pai enfiar devagar. Ele passou creme no pau também e foi enfiando e ela narrando: – Vai pai, enfia devagarinho, enfia a cabeça, pai. Assim, tá gostoso… Ai pai, enfia tudo bem devagarinho para eu sentir as pregas se abrindo…ai, assim, pai, isso, hum…Quero sentir seu saco encostar na minha bunda, pai… Vai, assim… Eu já estava pingado pela buceta e meu cú piscava de tesão. Que cena linda! O Lemos deu um berro quando encostou o saco na bunda da filha: – Toma, filha, toma no cú! Sandra começou a rebolar. Eu comecei a chupar seu grelo e fui enfiando dedos na xota dela. Ela gritava: – Fode, pai! Enterra tudo no meu cú! Lemos chegava a revirar os olhos… Até que gozou chorando no cú da Sandra. Gozou à bessa. Tirei o pau dele devagarinho do cú da Sandra. Tentei lamber a porra, mas tava com gosto de creme e de merda, não deu. O Lemos caiu sentado no chão chorando… Acho que ele se arrependeu da sacanagem com a filha… Depois ele voltou ao normal e combinamos uma suruba de DP onde meu filho e seu sogro vão comer os cús e as bucetas, minha e de Sandra, ao mesmo tempo. Aguardem…

MEL ESPOSA OU PUTA?

ESTAVA MAIS TRANQUILO ENQUANTO DIRIGIA EM DIREÇÃO AQUELE SITIO ONDE PASSARÍAMOS O FINAL DE SEMANA PROLONGADO JÁ PENSANDO NO DISCURSO QUE FARIA PARA PEDIR DESCULPA A MINHA ESPOSA   POR DEIXAR ELA IR UM DIA ANTES POR NÃO QUERER IR, POREM SEGUINDO CONSELHOS DE MINHA MÃE RUMEI PARA LÁ PENSANDO EM DESCANSAR BASTANTE PORQUE O TRABALHO ESTAVA ME CONSUMINDO ULTIMAMENTE E APROVEITARIA PARA DAR MAIS ATENÇÃO A MELISSA, MINHA ESPOSA. O DIA ESTAVA MARAVILHOSO COM O SOL DE RACHAR POR ISSO ENTREI PELA ESTRADINHA SECUNDARIA PESANDO EM PARAR NA REPRESA ONDE HAVIA UMA PEDREIRA DESATIVADA PARA TOMAR BANHO E DEPOIS IA ENCONTRAR A ESPOSA. QUERENDO TIRAR FOTOS DO LOCAL, LUGAR MAGNIFICO SUBI PELA TRILHA E DO ALTO DAS PEDRAS VI AQUELA DELICIA DE MULHER DE CHAPÉU PRETO, TOP BRANCO E SHORTINHO AMARELO ENFIADO NO RABO DEIXANDO VER QUE ERA UMA DELICIA DE MENINA DE MÃOS DADAS COM UM BOMBADÃO SEGUIA PARA A PRAINHA ACOMPANHADA POR MAIS DOIS RAPAZES, QUERENDO VER AQUELA DELICIA DE PERTO SENTINDO O CACETE ACORDAR DESCI A PÉ INDO DE ESPREITA PARA O MEIO DAS ARVORES DE ONDE TERIA VISÃO PRIVILEGIADA DELES E DE ESPREITA NÃO SABENDO SE FILMAVA COM O CELULAR AQUELA DELICIA DE LOIRA QUE CONVERSAVA COM OS RAPAZES DE COSTAS PARA MIM, TIVE QUE TIRAR O CACETE PARA FORA DA BERMUDA AO VER A MENINA SE APOIANDO NO OMBRO DO BOMBADÃO TIRANDO O SHORTINHO QUE DESCEU JUNTO COM A CALCINHA, POREM QUANDO ELA QUIS VESTIR ELA NOVAMENTE UM DOS RAPAZES SEGUROU FIRME NELA QUE FOI PARAR EM SEUS PÉS JUNTO COM O SHORTS COM ELA ABRAÇANDO O BOMBADÃO PARA TENTAR ESCAPAR DAS MÃOS DAQUELE TARADO, POREM FALANDO ALGO EM SEU OUVIDO DANDO PARA SUPOR QUE ELA ENCARAVA O RAPAZ QUE A ABRAÇOU DANDO UM BEIJO APAIXONANTE EM SUA BOCA COM ELA GRUDANDO CADA VEZ MAIS NELE ENQUANTO O RAPAZ ABAIXADO ATRÁS DELA FAZIA ELA ARREBITAR A BUNDA PARA CHUPAR SEU CU E BOCETA FAZENDO ELA ARQUEAR O CORPO PARA TRÁS ENQUANTO ELA AJUDAVA O BOMBADÃO NÃO SABENDO SE TIRAVA SUA ROUPA OU BEIJAVA A BOCA DELE JÁ ENTREGUE A LUXURIA DO PRAZER. PENSAVA EM MEL QUANDO ELA SE ABAIXOU PARA CHUPAR A PICA DO RAPAZ DEMONSTRANDO MUITA HABILIDADE ENQUANTO O RAPAZ ATRÁS DELA SENTAVA ELA EM SUA CARA PARA CHUPAR SUA BOCETA FAZENDO ELA GEMER DESCARADAMENTE NUM REBOLADO GOSTOSO NA CARA DO RAPAZ MOSTRANDO AQUELA BUNDA COM MARQUINHAS APARENTES, NÃO DANDO MAIS PARA SEGURAR ESPORREI LONGE NUMA PUNHETA DE RESPONSA, QUANDO ME PREPARAVA PARA CONTINUAR PORQUE O CACETE QUERIA CRESCER AINDA MAIS, QUANDO AQUELA DELICIA EMPURROU O BOMBADÃO QUE GOZOU EM SUA BOCA SUJANDO SEUS CABELOS E VIRANDO PARA TRÁS PARA RECLAMAR COM O CARA QUE CHUPAVA ELA, MORRI NUM BAQUE QUE QUASE ESTOUROU MEU CORAÇÃO AO VER QUE AQUELA LOIRA DELICIOSA ERA MEL MINHA ESPOSA QUE FORA JOGADA AO CHÃO COM O CARA NÃO DEIXANDO QUE ELA FUGISSE DE SUA BOCA E SEM IMPORTAR COM O ESCÂNDALO QUE ELA FAZIA XINGANDO DANDO MURROS E TENTANDO ARRANHAR O RAPAZ NÃO CONSEGUIU FUGIR DELE QUE SE AJEITANDO NO MEIO DE SUAS PERNAS ARRIOU O CALÇÃO MOSTRANDO UM CACETE POUCO MAIOR QUE O MEU E ENQUANTO O OUTRO CARA SEGURAVA AS MÃOS DE MEL PRENSADAS AO CHÃO ACIMA DE SUA CABEÇA ELE ENTROU NELA DE UMA SÓ VEZ DANDO PARA OUVIR O GRITO DE MEL QUE NÃO SABIA SE XINGAVA O RAPAZ AMEAÇANDO MATAR ELE OU CHORAVA E MAIS AINDA QUANDO ELE LEVANTOU SUAS PERNAS PRENDENDO AS EM SEUS OMBROS INDO MAIS FUNDO NELA QUE PARECENDO PERDER AS FORÇAS FOI SE RENDENDO AO PRAZER E AGORA SEU CHORO ACOMPANHADOS POR GEMIDOS E GRITINHOS DEIXAVA CLARO QUE ERA DE PRAZER, TANTO É QUE BASTOU UM TOQUE DO RAPAZ EM SUA BUNDA E ASSIM QUE SAIU DELA DANDO PARA VER SUA PICA MELADA COM O PRAZER DE MINHA AMADA QUE SE COLOCOU DE QUATRO PARA O CARA METER NOVAMENTE NELA QUE DE OLHOS FECHADOS FALANDO COISAS SEM SENTIDO NÃO DANDO PARA ENTENDER O QUE FALAVA SEGUROU A PICA DO CARA A SUA FRENTE FAZENDO ELA SUMIR EM SUA BOCA CHUPANDO COM TAMANHA VONTADE QUE ATÉ ME DEU INVEJA PORQUE NUNCA ME CHUPOU COM TANTA VONTADE ASSIM MESMO ME FAZENDO LINDAS DECLARAÇÕES DE AMOR ENQUANTO TRANSAMOS, AGORA SUA DEDICAÇÃO ERA PLENAMENTE DE SEUS AMIGOS E COM SEUS GEMIDOS ME TOMANDO A ALMA NUM MISTO REPENTINO DE ANGUSTIA DOR E CIUMES PERCEBI QUE MINHA PICA ESTAVA INCHADA DE TÃO DURA QUE ESTAVA BASTANDO DAR DUAS A TRÊS BALANÇADAS NELA RETRAINDO O NERVO PARA ESPORRAR LONGE SEM MESMO ME TOCAR ENQUANTO UMA SENSAÇÃO MARAVILHOSA DE PLENA REALIZAÇÃO E EXCITAÇÃO ME TOMAVA O SER ME DEIXANDO PREOCUPADO PORQUE SENTIA PRAZER EM VER MINHA ESPOSA COM OUTRO, POREM NUM REPENTE SEUS GEMIDOS E GRITINHOS PARECIAM FLECHAS ENCANDECESTES PERFURANDO MEU CORAÇÃO E NÃO QUERENDO FAZER BESTEIRA SAI AS PRESSAS DALI ME DANDO CONTA QUE OUTROS CARAS ASSISTIAM O SHOW DE MEL E AMIGOS COM ALGUNS SENTADOS NAS PEDRAS E DO ALTO DA TRILHA VI MEL SE ASSUSTANDO AO VER A PLATEIA SE IMPONDO SAINDO DALI AS PRESSAS COM O CARA QUE DAVA A PICA PARA ELA CHUPAR ACOMPANHANDO ELA ENQUANTO OS OUTROS IAM MERGULHAR. MAIS QUE DEPRESSA SUBI RÁPIDO COM O CORAÇÃO CHEIO DE MALDADE E DO ALTO PENSEI EM METER PEDRADAS NELES POREM A CONSCIÊNCIA FALOU MAIS ALTO E ASSIM VOLTEI PARA A CIDADE SENTINDO O CORAÇÃO ARDER DE TRISTEZA AINDA MAIS PORQUE MINHA PICA PARECIA QUE IA ESTOURAR FICANDO CADA VEZ MAIS DURA AO LEMBRAR DE MINHA ESPOSA DANDO PARA AQUELES CANALHAS E PARANDO NO POSTO DA CIDADE A TARDE IA EMBORA QUANDO MEL ME ENCONTROU VINDO FESTIVA PARA MIM DEMONSTRANDO ALEGRIA E SURPRESA AO ME ABRAÇAR COM ELA ME ENCARANDO COM SEUS OLHOS AZULADOS E MEIGOS QUERENDO SABER O QUE FOI AO EVITAR SEUS BEIJOS PORQUE FINGI NÃO VER ELA DANDO SINAL PARA O FILHO DO CASEIRO QUE A ACOMPANHAVA ME FAZENDO LEMBRAR QUE FORA A PICA DELE QUE ESTEVE EM SUA BOCA NAQUELA TARDE E NÃO TENDO COMO FUGIR DELA MESMO PORQUE NÃO QUERIA DAR BANDEIRA DEIXANDO ELA DESCOBRI QUE SABIA O QUE APRONTOU COM SEUS AMIGOS MESMO PORQUE IA DAR O TROCO E PARA ISSO TINHA QUE PENSAR NUMA MANEIRA GENIAL DE IR A FORRA. DEPOIS DE CUMPRIMENTAR MEUS SOGROS E SEUS PAIS COM A GALERA FAZENDO MUITA FARRA AO ME VER FUI PARA O QUARTO ONDE DESMAIEI DORMINDO COMO PEDRA DEPOIS DE UM RÁPIDO BANHO ACORDANDO HORAS DEPOIS CHEGANDO A ME ASSUSTAR COM MEU ME CHUPANDO NUMA DEDICAÇÃO DE DAR GOSTO NÃO TENDO COMO EVITAR SEUS BEIJOS ENQUANTO ELA SENTAVA EM MEU CACETE QUE ESCORREGOU COM FACILIDADE EM SUA BOCETA QUE MAIS QUENTE E MAIS LACIADA CHEGAVA A ME DEIXAR PREOCUPADO COM O ESCÂNDALO QUE MEL FAZIA ENQUANTO REBOLAVA GOSTOSO EM MEU CACETE COMO POUCAS VEZES NESSES ANOS DE RELACIONAMENTO, FICANDO SURPRESA PORQUE ENCHI SUA BOCETA DE PORRA E CONTINUEI DURO E ROLANDO PARA CIMA DELA SEGUREI UMA DE SUAS PERNAS EM MEU PEITO ENQUANTO A OUTRA FICAVA ESTICADA NO MEIO DAS MINHAS E INDO CADA VEZ MAIS FUNDO E RÁPIDO EM SUA BOCETA MELADA FIZ ELA DELIRAR EM ORGASMO INTERMINÁVEIS E JÁ PRONTO PARA GOZAR ELA ME TIROU DELA RECLAMANDO QUE ESTAVA MUITO SENSÍVEL NÃO ME DEIXANDO TOCAR NELA ENQUANTO SE TREMIA REVIRANDO OS OLHOS COM A CABEÇA ESTICADA PARA TRÁS INDO SE ACALMANDO TENDO DIFICULDADE PARA RECUPERAR O FÔLEGO E DEITADA COM A CABEÇA EM MEU OMBRO ENQUANTO BRINCAVA COM SEUS CABELOS, AO VER MEU CACETE DURO SEGUROU ELE FAZENDO UMA LEVE PUNHETA E FALANDO QUE NÃO TINHA GOZADO AINDA, ANTES DE RESPONDER QUE FICASSE EM PAZ PORQUE TÍNHAMOS O TEMPO TODO PARA ISSO, ELA ABOCANHOU MEU CACETE CHUPANDO COM MUITA HABILIDADE DEMONSTRANDO A VADIA ENRUSTIDA QUE SEMPRE FOI SÓ ME LARGANDO QUANDO ENCHI SUA BOCA DE PORRA COM ELA ENGOLINDO O QUE DEI E VINDO ME BEIJAR DIVIDINDO EM NOSSAS BOCAS MEU PRAZER DORMIMOS SENDO OS ÚLTIMOS A ACORDAR NO DIA SEGUINTE ONDE SERVIMOS DE CHACOTA PORQUE TODOS TIRAVAM ONDA DE NOSSAS CARAS COM AS TIAS E ATÉ MINHA SOGRA ELOGIANDO MINHA PERFORMANCE. DURANTE O DIA VEZ OU OUTRA CHEGAVA A TER PENA DO RAPAZ PORQUE MEL DISPENSAVA ELA NA CARA DURA NÃO QUERENDO IDEIA VINDO CADA VEZ MAIS PARA MIM, A TARDE VI SEUS OLHOS BRILHAREM NUM PRAZER INEBRIANTE QUANDO TODOS SAÍRAM PARA A CACHOEIRA E PEGANDO ELA DE CANTO DANDO UM BEIJO APAIXONANTE EM SUA BOCA SUSSURREI EM SEU OUVIDO QUE QUERIA VER ELA DE TOPINHO BRANCO E SHORTINHO AMARELO COM ELA ME ENCARANDO POR ALGUNS MINUTOS E CORRENDO PARA O QUARTO VOLTOU ME DEIXANDO DE PICA DURA AO VER SUA BARRIGUINHA CHAPADA COM UM PIERCING NO UMBIGO, NOVIDADE PARA MIM A BOCETA MOLDADA NO SHORTS ESTUFADINHA
OS SEIOS PARECENDO QUE IAM SALTAR PARA FORA A QUALQUER MOMENTO E DEIXANDO ELA DOIDA PROMETENDO CHUPAR ELA NA CACHOEIRA NA FRENTE DE TODO MUNDO O QUE NÃO FOI POSSÍVEL PORQUE OS MARMANJOS NÃO DESGRUDAVAM OS OLHOS DELA O QUE CAUSOU MAL ESTAR EM MINHA SOGRA, AVÓ E TIAS PORQUE ASSEDIAVAM ELA NA CARA DURA, O PIOR QUE MEL PARECIA FACILITAR ISSO DISPLICENTEMENTE COM ELES ACOMPANHANDO OS MÍNIMOS MOVIMENTOS DE MINHA VADIA. QUANDO FOMOS DORMIR O DIA AMANHECIA COM ELA PEDINDO ARREGO PERGUNTANDO JÁ SEM FORÇAS O QUE HAVIA ACONTECIDO COMIGO PORQUE NUNCA METI, CHUPEI E LAMBI SEU CORPO, PRINCIPALMENTE SUA BOCETA E CU COM TANTA INTENSIDADE E TEMPO ASSIM NÃO TENDO COMO ME NEGAR MAIS O CU QUE PROMETI COMER SEMPRE QUE TIVESSE VONTADE. FAZ QUASE UM ANO QUE ISSO ACONTECEU E ATE HOJE ESTOU BOLANDO MINHA VINGANÇA TENCIONANDO EXPULSAR DE MINHA VIDA ESSA VADIA TRAIDORA E SÓ NÃO AINDA O FIZ PORQUE MEL ESTA CADA DIA MAIS LINDA, MAIS GOSTOSA E VADIA SE ENTREGANDO DE CORPO E ALMA A MIM ME DEIXANDO FAZER DELA GATA E SAPATO COM ELA INTENSIFICANDO SUA DEDICAÇÃO QUANDO ME VÊ TRISTE AO SABER QUE RECEBEU A VISITA DE SEUS AMIGOS QUANDO NÃO ESTOU EM CASA E NESSES DIAS ELA FICA MAIS FOGOSA TENDO VEZES QUE PRECISO RECORRER A ARTIFÍCIOS PARA PODER DAR CONTA DO FOGO NO RABO DE MINHA AMADA, ASSIM QUE DESCOBRI COMO ME VINGAR DESSA VADIA, ESCREVEREI CONTANDO.   

Fiquei louca pra foder com meu cunhado!!!

Fiquei louca pra foder com meu cunhado!!!Conto de Mayara Nascimento FOlá caros leitores, meu nome é Lucia e hoje vim contar que fiquei louca pra dar pro meu cunhado, sou casada e ele também, ele é o irmão mais novo do meu marido e desde que o vi pela primeira vez, na casa dos meus sogros, senti uma coisa diferente, sabe quando agente bate os olhos numa pessoa e os dois param, seus olhares se cruzam e parece que o destino conspirou pra que aquele momento acontecesse, parece rolar uma química, minha bucetinha ficou molhada e meu coração bateu diferente, principalmente com a maneira como ele me olhou, parecia me devorar por inteira apenas com seu olhar. Da minha parte, senti aquela vontade de possuir aquele homem e de ser possuída por ele… Eu casei virgem, meu marido foi o meu primeiro e único homem, e nunca havia pensado em ser infiel até aquele dia, mas depois que eu o vi, e ele me devorou com seu olhar, minha cabeça deu uma reviravolta e eu só pensava em encontrar uma maneira de fazer aquele homem me comer, me fazer sentir mulher de verdade, ser possuída de todas as maneiras, eu sabia que se eu provocasse ele conseguiria fácil. Pra completar, essa minha tara em dar pra ele,   uma semana depois, meu marido ao chegar em casa me contou que ele comia uma amiga da mulher dele, em casa mesmo, quando ele estava de folga e a mulher dele trabalhando, e que essa amiga era casada e o marido vivia viajando, e me contou todos os detalhes, agora que eu sabia que ele traia a mulher dele, fiquei mais tarada ainda, o difícil era encontrar uma maneira de me insinuar pra ele, já que sabe que sou sua cunhada e sempre fui um mulher direita, incapaz de cometer um deslize qualquer, e ele e meu marido eram unha e carne, e se eu me insinuasse pra ele poderia dar merda, se ele contasse ao meu marido. Mas como dizem que o maior desejo do cunhado é comer a cunhada e que home não perdoa uma buceta que tiver disponível eu me animei em dar uma brecha pra ver o que aconteceria. Quando meu marido-me comia era nesse cunhado que eu pensava, era ele quem eu desejava, e quando meu marido gozava e enchia minha buceta de porra era a pica do meu cunhado que eu sentia despejando esperma em minhas entranhas e eu gozava feito uma cadela no cio, e esse gozo era pro meu cunhado. Cada dia que passava a vontade só aumentava, eu estava louca pra dar pra ele, mesmo que fosse apenas uma vez, embora eu soubesse que não iria me satisfazer em dar pra ele só uma vez, com certeza iria querer mais e mais, só queria que ele me pegasse de jeito e me comesse gostoso como eu merecia ser comida, mas não sabia como proceder pra ele notar que eu queria ser pega daquele jeito, e que ele fosse um cafajeste comigo, como toda mulher gosta. Acho que nada é por acaso, e quando agente quer muito uma coisa, as vezes ela acontece sem agente menos esperar, algo conspira a nosso favor, acho que nada é coincidência, e sim providência, de quem, não sei, mais é… Tanto que meu marido me comunicou que convidou esse meu cunhado pra almoçar conosco num fim de semana, ele e sua esposa, fiquei feliz e concordei, embora meu marido não soubesse era uma maneira de ficar mais perto do meu cunhado e quem sabe surgisse uma oportunidade, mesmo pequena que fosse, pra eu demonstrar pra ele que eu o desejava, que eu queria ser comida por ele, e era justamente meu marido que estava providenciando isso, e quem sabe jogando seu irmão nos braços e na cama da sua própria esposa. Os dias demoravam a passar e minha ansiedade só aumentava, e eu querendo logo que chegasse aquele tão esperado final de semana pra ver no que iria dar. Quando chegou o domingo preparei um almoço bem gostoso e logo eles chegaram, nos cumprimentamos com beijinhos no rosto, mas meu cunhado inesperadamente me deu um beijinho bem mais demorado e no cantinho da boca, tremi, mas gostei e sorrindo agradeci a presença deles. Almoçamos todos conversando animadamente como todo almoço em família, e depois do almoço e sobremesa eu recolhi os pratos e fui levando pra pia pra poder lava-los, mas meu cunhado se ofereceu pra ajudar dizendo que em casa era ele quem lavava as loucas, a mulher dele confirmou dizendo que era assim mesmo, agradeci e aceitei a ajuda enquanto meu marido e a mulher dele ficaram na sala conversando. Enquanto eu ajeitava os pratos na pia ele passou por traz de mim me dando uma leve encoxada, talvez me testando, eu não esboucei qualquer reação, fiquei conversando normalmente e ele passou pela segunda vez relando na minha bunda e fazendo uma leve pressão, olhei pra ele com um sorriso de leve e acho que ele entendeu que eu estava gostando, na terceira vez ele encostou na minha bunda e deu uma paradinha, senti seu cacete duro fazendo pressão no meu traseiro, dei uma empinadinha na minha bunda forçando ela contra seu cacete e ele continuou ali com o cacete duro pressionando meu traseiro, senti suas mão por dentro dos meus braços alcançarem meus seios e ficar acariciando-os e seu hálito quente em minha nuca me beijando levemente. Não teve como não soltar um suspiro e eu leve gemido, minha bucetinha já estava escorrendo mas precisávamos nos conter, mesmo preocupada com meu marido e a esposa dele ainda conversando na sala, aquela situação estava deliciosamente gostosa, mas pedi que ele parasse, pois poderíamos a qualquer momento sermos pegos no flagra, pra gente se concentrar nas vasilhas a serem lavadas, e assim fizemos. Logo depois estávamos todos na sala conversando quando meu marido perguntou do café, meu cunhado logo se prontificou a fazer, fui com ele a cozinha pra mostrar onde estava o pó de café e o açúcar, e foi providencial pra ele me encoxar enquanto eu estava de frente pro armário pegando os ingredientes, ele me agarrou e sussurrou em meu ouvido: Ah cunhadinha gostosa, tenho sonhado com você todas as noites, estou louco pra comer essa buceta e esse cuzinho seu, e fazer você gozar gostoso no meu pau!!! Apenas respondi baixinho pra não ser ouvida por mais ninguém: Se eu pudesse deixava você me comer agora mesmo, estou louca pra sentir esse pau me invadindo, quero gozar muito nele…..Vem aqui amanhã, depois das nove estou sozinha!!! Levamos o café até eles e tomamos todos juntos, assim que terminamos meu cunhado e sua esposa se despediram e foram embora, nessa despedida mais uma vez ele me beijou no cantinho da boca… No outro dia de manhã, logo que meu marido saiu pro trabalho já fiquei na expectativa da chegada do meu cunhado, assim que a campainha tocou fui correndo abrir a porta, ele entrou já me agarrando e me beijando como era de se esperar, e eu já aguardava aquele beijo desde que nos vimos pela primeira vez, fomos logo pro meu quarto e ele já foi logo tirando minha roupa e depois a sua, pedi que ele esperasse um pouco pra eu poder tomar um banho… Nada de banho, respondeu ele, eu quero você assim… Mas estou suada, a noite fez muito calor…. Ele comeu sua buceta esta noite???Não!!! Então eu quero ela assim, suada, com cheiro de buceta mesmo… Me mandou deitar e já foi direto na minha buceta sentir meu cheiro de fêmea sem lavar me dando um verdadeiro banho de língua, principalmente na minha buceta e no meu cuzinho, depois nos meus seios lambendo e mamando cada um deles pra depois me beijar e me fazer sentir o cheiro e o gostinho da minha buceta em sua boca, delicia… Enquanto me beijava e já com seu corpo sobre o meu levei minha mão até seu cacete e guiei pra entrada da minha buceta que já estava ansiosa pra recebe-lo. Ele foi afundando sua pica em minha buceta toda meladinha e eu sentia seu pau ir abrindo caminho pra se alojar todinho dentro de mim, ele deu uma paradinha quando senti a cabeça da sua pica bater em meu útero, ela era quente, estava pulsando e eu contraia minha bucetinha louca de tesão com se ela abraçasse a pica dele agradecida pela invasão, eu gemia enquanto falava pro meu cunhado: Ah que delícia, quepica gostosa… Ele metia e socava com vontade na minha buceta, aquele desejo e de ser comida por ele estava valendo a pena, ele era de mais: Iiissooo… me foode cunhado gostooso…
. Arregaça minha buceta….. Acaba com meu tesão…. Me faz gozar na sua pica!!! Ahhhhh…. queee… gostooooosooo…. meeeeteeee… meeeeteee… tuuuudoooo…. Me trata como uma puta!!!   Me chama de vagabunda. Eu gosto, é minha fantasia! Com todo prazer, cunhadinha !!! Quero que goze muito na minha pica sua safada, gostosa. Hoje essa tua buceta molhadinha e apertada vai ser arregaçada por uma pica de verdade…” Iiissooo…… cunhado… safado… eu sei que você me deseja mais que tudo… vai… me fode gostoooso… me rasga toda…. agora sou sua puta…. Mete essa pica com força na minha buceta…. mete….me faz gozar nela… como seu irmão nunca fez… Ele metia e eu gozava na pica dele que me fazia sentir toda preenchida “Issssooooo…..cunhadinha, goza na minha pica, gozaaa “Quer gozar mais… quer…. cunhadinha gostosa? Vagabundinha, puta safada…!!! Eu delirava na pica dele principalmente quando me chamava de vagabunda e de todos aqueles adjetivos que toda puta gosta de ser tratada Aaaiiiii…. to gozaaaaando…. to gozaaannnnndo… naaaa… na tua piiiica….!!! Gooooza comigo… gooozaaaa….!!! Geme, sua puta; dá a boceta para mim, vagabunda, vadia! Vou te foder até você pirar! – Ele encheu minha buceta com uma quantidade imensa de porra, parecia que não iria parar mais de jorrar seu leite quentinho dentro de mim, ficamos os dois exaustos, suados e ofegantes, aquele desejo de dar pro meu cunhado estava sendo plenamente realizado, e com certeza essa seria a primeira de muitas trepadas que ainda daríamos pois tanto eu quanto ele sentíamos um forte desejo um pelo outro… Depois de um belo descanso comecei a acariciar aquela pica que acabara de foder minha buceta, ela ainda estava inerte e melada, arregacei a pele deixando aquela cabeça vermelha e molhada sair pra fora e fui passando a língua nela e logo senti a pica dele engrossar na minha mão, mamei como uma bezerra faminta, depois que ele estava totalmente duro e pronto pra mais uma batalha me deitei de bruços com um travesseiro embaixo do meu ventre e ele logo entendeu o que eu queria… Quero comer seu cuzinho, cunhada!! Da ele pra mim, dá!!! Sou sua puta, esqueceu? Aceito qualquer coisa que você quiser fazer comigo… Tesão de putinha, vou te deixar mais puta ainda, do jeito que eu gosto! Com as mãos abri minhas nádegas deixando meu cuzinho a seu dispor, ele passou a lamber meu cu, a deixa-lo molhadinho, com sua saliva molhou o dedo na minha buceta e meteu no meu cu… Ohhhhhhh! Enfia o dedo bem fundo no meu cu! Mete com força no meu rabo!!! Sem dó!! Ele mordia minha bunda enquanto fodia meu cu com o dedo tentando me deixar mais relaxada e meu cuzinho mais laceado pra receber sua pica… Ele deitou sobre mim e meteu sua pica na minha buceta deixando ela bem molhadinha com o meu e o seu gozo que ainda estava dentro dela, depois disse: Vou por tudo nesse seu cu gostoso, sua vadia, encher seu rabinho de porra… “Vem… meu tesudo… tarado… gostoooso…. vem logo vem!! Meu cuzinho tá louquinho por essa tua rola gostooosa…. olha só como ele pisca de vontade, olha!!! Vem rápido! Mete essa pica no meu cu logo! Ele ficou de joelhos entre minhas coxas enquanto eu ainda mantinha minhas nádegas abertas pra ele, e pincelou seu pau na portinha do meu cu, depois forçou a entrada fazendo a cabeça ficar bem encaixada, depois foi arriando seu corpo sobre mim enquanto sua pica ia abrindo caminho no meu anelzinho, não consegui segurar pois a dor era intensa e gritei: Aiiiiiiiii! Está me rasgandooooo todaaaaa! Eu gemia de dor e prazer, tentando abafar meus gritos no travesseiro, sua pica entrou rasgando no meu cu, dilacerando minhas pregas, até eu sentir suas bolas baterem na minha buceta e ele ficar parado em cima de mim, eu sabia que estava tudo dentro até o talo, meu cuzinho ardia em brasa quando ele começou a se movimentar… “Issssooooo….. foooode, foooode, foooode meu cu foooode… fooooode filho da puta, fooode gostooooso o meu cuuuuu” Mete bem fundo no meu cú!!! Meteeeeee!! – Ohhhhhhhh! Que gostosooooo, cunhado!!! Eu gemia e me contorcia de tanto prazer -Mete na sua cachorraaaa!! Mete bem fundooooo! Era gostoso de mais sentir a pica entrando e saindo bem justa no meu cu, apertadinho assim parecia dar mais pressão e a pica ficava cada vez mais gostosa entrando e saindo enquanto ele bombava forte no meu rabo… Não demorou muito pra eu anunciar: Estou gozandooo! Estou gozandooo! cunhado!!! Nunca tinha conseguido gozar com meu marido comendo meu cu, mas com meu cunhado foi bem diferente… Senti sua pica engrossar mais ainda alargando mais e mais meu cuzinho e ele anunciar: Ohhhhhh, Lúciaaa! Estou gozandoooo! Estou gozandoo nesse cuzinho gostosoooo!   Ahhh… Lucia… que cuzinho mais apertadinho e delicioso que você tem minha cunhadinha gostosa… Quero te foder sempre!!! Depois de comer meu cu, e descansarmos ainda com seu mastro no meu buraco, fomos pro banheiro e tomamos um delicioso banho juntos, com troca de carícias, beijos, abraços, juras de amor e promessas de fodermos mais vezes sempre que possível. Ele precisava voltar pra casa pros braços de sua esposa ingênua que não desconfiava de nada, e eu arrumar o quarto onde fodemos e preparar o almoço pro seu irmão, “meu marido” que não demoraria a chegar, precisava manter a pose de dona de casa exemplar e de mulher fiel e bem comportada como sempre fui….Mayara Nascimento F   23/05/2020

Diario do Marido – A nora 2

Enquanto dormia, sentia ainda a boca da Paulinha mamando meu pau, a fome com que ela chupava, mordia e se lambuzou no final, me deixou mais tarado ainda, ela devia estar subindo pelas paredes de vontade de dar, ouvir eu e a sogra dela fodendo dia após dia deve ter mexido muito com ela, somos conhecidos por sermos muito safados. No dia seguinte trabalhei o dia todo, ansioso para chegar em casa e pode foder aquela novinha safada, o tempo não passava, quando finalmente deu o horário, sai correndo do trabalho, cheguei em casa e Paulinha estava dentro do quarto dela com a porta fechada, imaginei se ela havia se arrependido. Guardei minhas coisas e fui ao banheiro, o piso estava molhado, indicando que ela já havia tomado banho antes de mim, isso não era comum, mais uma vez imaginei que ela havia se arrependido e que eu não ia sentir mais daquela menina. Tomei meu banho, me enxuguei e quando abri a porta para sair do banheiro ela estava em pé no corredor, usando um vestidinho curtinho, encostada na parede, uma carinha de sapeca.- Oi, tudo bem Paulinha?- Oi sogrinho, tudo bem sim… esperando o senhor.- Não parei de pensar no que aconteceu ontem, ansioso para chegar em casa e ver você.- Eu também sogrinho, um misto de medo e vontade.Caminhei na direção dela de toalhas, segurei sua mão, estava gelada, tremendo. Passei as mãos nas coxas dela e fui subindo, a fdp estava sem calcinha. Puxei na minha direção e beijei a boca dela com vontade, meu pau estava trincando, ela me abraçou ergueu o pescoço, soltou um gemido enquanto eu beijava aquele pescocinho e apertava sua bunda. Minha toalha caiu e ela olhou para baixo, vendo meu pau explodindo, me olhou e mordeu os lábios. Agarrei o braço dela e girei seu corpo, ela se virou e colocou as duas mãos na parede, puxei sua cintura, arrebitando a bunda pra mim, me agachei e meti a língua na buceta e subi até o cuzinho dela, lambi e meti a língua, sentia ele piscando na minha boca, chupei os dois um pouco sentindo ela toda molhada e babada, me levantei, pincelei meu pau na buceta dela e ela se afastou me pressionando contra a parede do outro lado do corredor, meu cacete foi escorregando cm por cm dentro dela, quando sentiu que estava quase inteira e forçou mais e fiquei totalmente encostado na parede oposta e meu cacete atolado naquela buceta quente e melada, ela começou mexer pra frente e pra traz, rebolar, as duas mãos na parede faziam força pra me prender do outro lado, ela queria e estava no controle, fodia gostoso e com vontade, gemia e soltava uns gritinhos.- Ai sogrinho… que pau gostoso.- Fode minha putinha, sente esse pau pulsando na sua buceta.- Me chama de puta, de vadia, do que quiser.- Porra, cadela, vadia, goza nesse pauEla se mexia aluscinadamente, rebolada, subia e descia, ia pra frente e pra traz, queria sentir meu pau de todo jeito, gemia eu me segurando pra nao gozar , queria sentir mais…ela começou a gemer mais e senti seu corpo começar a tremer.- Ai..ai… vou gozar sogrinho. ahhh… que pau..que pau.. ahhhhh..aahhhhhhhhhhhAs pernas delas amoleceram e ela relaxou a pressão que fazia em mim na parede.- Gozou minha puta? sente seu gosto agora no meu pau.Ela me olhou meio que não querendo.- Vem chupa, sente o gosto do seu gozo.Ela se virou e agachou, segurou a base do meu pau com uma das mãos e começou colocando a cabeça na boca, ficou punhetando e chupando so a cabecinha.- Sente ele todo, é o seu gosto, não precisa ter receio.Segurei a cabeça dela e puxei pra ela engolir mais do meu pau, ela engasgou e babou um pouco, mas seguiu mamando, meu pau pulsando, eu me segurando pra não gozar na boca dela, queria mais daquela buceta. Segurei seu braço e levantei ela, fomos até a sala, deitei ela no sofa, uma perna no chão e a outra dobrada encima do sofá, vim por cima cruzando com as pernas dela. Passei meu pau na bucetinha e fui empurrando até o fim e masi um pouco, ela gemeu, senti meu pau apertado dentro dela, comecei a foder, socando forte e fundo, alternando o ritmo da estocadas, as vezes só a cabecinha por um tempo, sentia a buceta dela melando, escorrendo e então empurrava tudo e dava estocadas curtas com ele todo atolado, ela colocava a mão na boca pra não gritar, em uma dessa ela soltou um gritinho, gemeu forte e seu corpo tremeu novamente, senti sua s pernas relaxarem outra vez.- Ai sogro, vai me matar desse jeito, goza em mim.. me da seu leite.Puxei ela coloquei de 4, os braços dobrados no encosto das costa do sofá, as pernas dobradinha e eu em pé, abri aquela bunda e a buceta e enfiei tudo em um lance só.- Quer leite safada?- QUero.. me enche de leite.. me dá.. vai .. vai sogrinho.. aiiiiiiiiiAumentei um pouco o ritmo, meu pau começou a pulsar e soltei um jato de porra dentro daquela buceta melada, babada e quente.- Aiiii sogrinho.. que deliciaaaaaaaaaaaaContinue mexendo devagar, o pau ainda duro, sentia tudo melado dentro dela, fiquei encaixado e sentindo ele ir amolecendo bem devagar com ela de 4 na minha frente. Quando fui tirar ela colocou a mão embaixo para não cair no chão nem no sofá, depois passou a porra nos peitos olhando pra mim, nos beijamos e ela foi para o banheiro.Alguns minutos depois minha esposa chegou e nos encontrou como dois anjinhos assistindo TV.

MEU CUNHADO

Ainda em lua de mel fomos para casa dos sogros num final de semana para o costumeiro churrasco e nos divertíamos curtindo o sol bebendo e comendo fingia não perceber os homens babando com a mulherada a vontade com alguns fazendo comentários até maldosos, principalmente a meu repeito e não dando ouvido ficava na minha mesmo porque meu biquini era o mais comportado de todos além do mais Rodrigo, meu marido não desgrudava de mim por isso nem pensava no que os olhares gulosos dos tarados sugeriam por medo do ciúme do maridão. Teve um momento que me senti estranha ao ver meu cunhado olhando para minha bunda deixando ver pelo volume no short seu cacete bem maior que o do irmão e isso despertou algo em mim e pela primeira vez olhei com malicia desejando outro homem sem ser meu marido . Quando a galera resolveu ir para a cachoeira meu marido foi o primeiro a puxar a fila não me dando tempo nem para vestir o short e já na mata do parque estadual que fica nos fundos da casa me sentia excitada sentindo o friozinho no corpo desnudo tendo dificuldade em andar por estar descalça e com isso fui ficando para trás. Me vendo sozinha no meio do mato pensava na possibilidade de ficar nua com a excitação indo ao extremo porque só em pensar nisso mais o medo de algum tarado me pegar fazia minha xoxota pegar fogo e ouvindo a galera cada vez mais longe quase morri do coração quando Roberto apareceu do nada atrás de mim e depois de xingar o filho da puta parecia uma putinha seguindo ele que me segurava pela mão por sermos amigos resolvi acompanhar pensando em não desconfiar de suas intenções mesmo vendo desejos em seus olhos. Queria desistir porem Roberto me incentiva a continuar falando que chegaríamos primeiro que todos e chegando numa subida ele teve que me ajudar ficando atrás de mim e sem jeito não sabia se segurava em minha cintura ou bunda porem o toque de suas mãos em meu corpo pareciam como choque me deixando arrepiada por isso fingia cair para me deliciar com ele aproveitando de meu corpo numa dessas subidas escorreguei caindo para trás encaixando minha bunda em seu cacete não conseguindo segurar um uau ao senti sua potencia quando ele ia falar algo virei surpreendendo com um beijo e segurando em minha face sentindo o pulsar de nossos corpos perguntou se era isso mesmo que queria porem quando ia falar ele me fez mudar de ideia ao me beijar e me encostando numa arvore teve que abafar meus gemidos quando sua mão alisou minha xoxota por cima do biquíni me fazendo contorcer de prazer quase tendo um orgasmo quando me virou fazendo me apoiar no barranco ficando de bunda arrebitada e desamarrando meu biquíni tirou ele de mim e quando ia reclamar por não saber se quer o que pensar além do fato que não devíamos fazer aquilo Roberto me fez tremer quando esfregou sua pica em minha boceta me fazendo delirar de prazer medo e ansiedade além da sensação maravilhosa por estar no meio do mato com outro homem podendo ser pega por outras pessoas além do fato dele ser bem maior que o do meu marido porem não conseguia voltar atrás e de olhos fechados pensei em desistir quando a glande entrou com dificuldade em mim e me surpreendendo com um tapa na bunda o filho da puta empurrou devagarzinho tudo aquilo para dentro de mim me fazendo chorar de dor e prazer numa vontade de chega mas quero mais e me chamando de vadia que sempre foi louco por mim, que tinha certeza que ia me pegar mandou me relaxar enquanto entrava em mim só parando quando a glande bateu em meu útero e as bolas em minha bunda me deixando maluco porque a dor aumentava meu prazer e segurando me pelos seios Roberto forçou a levantar o corpo abafando meus gemidos agora de prazer porque nessa posição não doía e com beijos enlouquecedores enquanto aumentava o ritmo do entra e sai me fez perder a conta dos orgasmos que estava tendo e não sabendo se me beijava xingava ou apertava meus seios me deixando cada vez mais enlouquecida, pareceu perder o controle quando falou que ia gozar o que me deixou apavorada e intensificado as metidas me fez perder os sentidos tamanho prazer porque ao mesmo tempo que sentia sua pica crescer cada vez mais dentro de mim me agarrou firme chegando a me enforcar para evitar que fugisse dele e implorando para que não gozasse dentro de mim porque podia me engravidar senti as espirradas de sua porra em minha xoxota e sem forças cai ajoelhada trazendo ele grudado em mim quase perdendo os sentidos tamanho prazer que o filho da puta me deu e ainda tonta só obedeci quando me deu a pica para chupar tendo que me pedir calma enquanto me ensinava a mamar uma pica e duro novamente me deixou apavorada ao avisar que colocaria em meu cu quase surtei de medo aja visto que não conseguiria fugir dele e nunca dei o cuzinho na vida além do mais seu cacete era muito grande porem não resisti quando me colocou abraçada na arvore e entrou em minha boceta novamente fazendo nosso prazer escorrer em minhas pernas porem quando tirou avisando que seria a vez de meu cuzinho ouvimos vozes e mais que depressa ele saiu dali me deixando sozinha no meio do mato e apavorada não sabendo onde estava assim que me recompus dei de cara com uma prima e a esposa de Rodrigo que me olhou estranho enquanto a prima me amparava por fingir estar perdida e assim minutos depois chegamos na cachoeira e olhando feio para Rodrigo que conversava como bobinho com uma amiga ficou sem jeito ao me ver mergulhando saindo bem longe da margem e por ser eximia nadadora aproveitei para me lavar e voltando para junto da turma fingi chorar com Rodrigo ficando preocupado quando a prima contou que me encontrou sozinha perdida na mata comentando que tive sorte porque tem muitos homens por ali e se me vissem sozinha e de biquini com certeza ia ser estuprada. Ouvindo isso deu para ver satisfação nos olhos de meu marido e não conseguindo acreditar que meu marido tinha prazer em me ver com outro não deixei sequer me tocar naquele fim de semana que passamos ali e como boa vadia que descobrir ser dou corda provocando Rodrigo não conseguindo esquecer seu cacete dentro de mim porem fujo quando tenta me pegar porque não confio nele mesmo jurando que não comera me o cu e por sugestão dele me mandou dar gostoso para meu marido porque como seu pinto é menor vou me acostumando com o volume e quando estiver preparada ele faz questão de meter em mim porem para piorar o viado do meu marido chega a me xingar quando ofereço meu cu para ele e não estou vendo outro jeito a não ser correr o risco com Roberto porque não consigo mais ficar sem sua pica e o que me segura é o medo dele me pegar a força e estragar meu cuzinho.

DÊ, MINHA SOGRA

ATENDENDO O CONVITE DE MINHA SOGRA CHEGUEI NAQUELE SITIO NO SÁBADO A TARDE DEPOIS DO ALVOROÇO DOS CUMPRIMENTOS MINHA SOGRA ME ABRAÇOU NÃO ME DEIXANDO BEBER ANTES DE COMER ALGO E ME LEVANDO PARA A CHURRASQUEIRA ME SERVIU SENTANDO AO MEU LADO E PERGUNTANDO PELO SOGRO FALOU QUE DEVIA ESTAR NO CAMPO COM A MOLECADA COMENTANDO QUE DEPOIS FICA CHEIO DE DOR POR NÃO TER MAIS IDADE PARA ISSO. DEPOIS DE COMER ELA ME SERVIU UMA CERVEJA ME INDICANDO O QUARTO QUE RESERVOU PARA MIM E DANI FALANDO QUE TORCIA PARA QUE FIZÉSSEMOS AS PAZES E DO QUARTO ENQUANTO ME TROCAVA VI MINHA ESPOSA SAINDO DO POMAR QUE DÁ ACESSO A MATA DO PARQUE ESTADUAL DE MÃOS DADAS COM O PAI E NÃO CONSEGUINDO SUBIR NUM BARRAQUINHO O PAI SEGUROU EM SUA BUNDA COM A MÃO EMBAIXO DE SEU VESTIDO PARA EMPURRAR ELA QUE SÓ CONSEGUIU SUBIR NA TERCEIRA OU QUARTA TENTATIVA CORRENDO A SEGUIR RINDO MUITO PARECENDO UMA CRIANÇA COM O SOGRÃO NÃO CONSEGUINDO ALCANÇAR ELA. OLHANDO PARA CAMA NÃO RESISTI E QUANDO ESTAVA QUASE PEGANDO NO SONO DANI CHEGOU SENTANDO EM CIMA DE MIM ME BEIJANDO PEDINDO MIL DESCULPAS PROMETENDO NUNCA MAIS BRIGAR COMIGO E VENCENDO MINHA RESISTÊNCIA NOSSAS BOCAS GRUDARAM NUM BEIJO COMO A TEMPOS NÃO NOS BEIJAVA E GEMENDO ABAFADO DANI TIROU MINHA BERMUDA E QUANDO SEGUREI EM SUA BUNDA OLHEI ESPANTADO PARA ELA QUE ESTAVA SEM CALCINHA ISSO PORQUE O VESTIDO ERA BEM CURTINHO E FECHANDO OS OLHOS INTENSIFICOU O BEIJO DIRECIONANDO MEU CACETE PARA SUA BOCETA QUENTE E MELADA TENDO QUE MORDER O VESTIDO PARA NÃO GRITAR E SE CONTORCENDO REBOLANDO GOSTOSO EM MEU CACETE TEVE UM DELICIOSO ORGASMO E CAINDO EM CIMA DE MIM ME BEIJOU MAIS UM POUCO FALANDO ESBAFORIDA QUE PRECISAVA DAQUILO ESCONDENDO A CARA ME MEU OMBRO QUANDO PERGUNTEI SE SEU PAI NÃO TINHA DADO CONTA DO FOGO DELA. A PRINCIPIO FINGI NÃO VER DANI CHORANDO E TENTANDO CONSOLA-LA MAIS ELA CHORAVA SAINDO DE REPENTE DE MIM INDO SE TRANCAR NO BANHEIRO TANTO É QUE TIVE QUE USAR O QUARTO DA SOGRA PARA TOMAR BANHO E NA SAÍDA FINGI NÃO VER MINHA SOGRA ME OLHANDO DE RABO DE OLHO CHEGANDO A MORDER OS LÁBIOS E ANTES DE ENTRAR EM MEU QUARTO OLHEI PARA TRÁS DEIXANDO ELA SEM GRAÇA AO FLAGRA-LA ME OLHANDO. ENTRANDO NO QUARTO NÃO VI DANI ENCONTRANDO ELA HORAS DEPOIS NA PISCINA COM A GALERA EME EVITANDO NEM CHEGAVA PERTO DE MIM E QUANDO CHEGAVA NA RODA QUE ESTAVA SAIA FORA E DECIDIDO A IR EMBORA FUI IMPEDIDO PELA SOGRA QUE ME CONVENCEU A FICAR SENDO MINHA PARCEIRA NO JOGO DE TRUCO TIRANDO SARRO DE TODOS QUANDO GANHÁVAMOS E SEMPRE QUE IA BUSCAR BEBIDAS PARA ELA TRAZIA PARA MIM JUNTO COM ALGUNS PETISCOS. A NOITE DURANTE A RODA DE VIOLA COM VOVÔ CONTANDO CASOS ANTES DE FAZER TODOS CANTAREM FOI MINHA VEZ DE EVITAR DANI QUE FAZIA DE TUDO PARA TER MINHA ATENÇÃO E QUANDO DESFAZIA DELA NA CARA DURA MINHA SOGRA RIA BALANÇANDO A CABEÇA EM SINAL DE NÃO E ASSIM DANI ENCHEU A CARA DANDO VEXAME COM A MÃE PRIMA TENDO QUE CARREGAR ELA PARA A CAMA DEPOIS DE DAREM BANHO NELA. DIA SEGUINTE FUI UM DOS PRIMEIROS A ACORDAR COM O CORPO DOENDO POR NÃO SER ACOSTUMADO DORMIR EM REDE SENDO SOCORRIDO PELA SOGRA QUE ME SERVIU CAFÉ E ANALGÉSICO E SENTANDO AO MEU LADO NA REDE FICANDO SEM GRAÇA AO ME VER NÃO CONSEGUINDO TIRAR OS OLHOS DE SUAS COXAS GROSSAS E ENQUANTO CONVERSÁVAMOS ELA VINHA MAIS PARA PERTO DE MIM ME DANDO A VISÃO MARAVILHOSA DE SEUS SEIOS SILICONADOS DELICIOSOS PARECENDO PRECISAREM DE MINHA BOCA ASSIM COMO MINHA BOCA PRECISAVA DELES E CONVERSANDO COMO A TEMPOS NÃO CONVERSÁVAMOS ELA ME DISSE QUE O SOGRÃO TEM DEIXADO ELA NA MÃO FALANDO QUE O FILHO DA PUTA SÓ TEM TESÃO ATUALMENTE EM NOVINHAS E COMO NUM ESTALO LEMBREI DELE SAINDO COM A FILHA DA MATA FICANDO COM O CACETE EM RISTE SÓ EM IMAGINAR ELE COMENDO A FILHA MAIS O CALOR DO CORPO DE MINHA SOGRA COM SUA COXA GRUDADA NA MINHA NEM FIZ QUESTÃO DE ESCONDER O VOLUME NA BERMUDA A QUAL ELA OLHAVA DE RABO DE OLHO PARECENDO NÃO QUERER OLHAR. QUANDO SUA MÃE CHAMOU PEDINDO AJUDA SEGUREI EM SUA CINTURA PARA AJUDAR LEVANTAR DEIXANDO UMA DE MINHAS MÃOS EM SUA BARRIGA E A OUTRA EM SUA BUNDA SENTINDO O CALOR DAQUELA CARNE MACIA E A MINÚSCULA CALCINHA QUE ENTRAVA NA BUNDA E SAINDO DALI COMO SE NADA TIVESSE ACONTECIDO ME ANIMEI SABENDO QUE TINHA TUDO PARA PAPAR AQUELA COROA DE QUARENTA E SEIS ANOS MUITO GATA E AINDA GOSTOSA COM TUDO DURINHO POR SER RATA DE ACADEMIA E ASSIM LEVANTEI E FUI PARA A PISCINA PASSANDO HORAS BRINCANDO COM AS CRIANÇAS. SAINDO DE UM MERGULHO FINGI NÃO ESTAR OLHANDO QUANDO DANI OLHOU PARA MIM VESTINDO UM BIQUINI FIO DENTAL PRETO TODO ENTERRADO NA BUNDA COM A PARTE DE CIMA MAL CONSEGUINDO COBRIR OS SEIOS E VENDO O FRISSON DOS TARADOS DE PLANTÃO QUANDO IA SAIR DA ÁGUA PARA DAR UM ESCULACHO NELA MUDEI DE IDEIA AO VER MINHA SOGRA COM UM TIPO ASA DELTA TODO ENTERRADO NA BUNDA POREM A PARTE DE CIMA ERA BEM COMPORTADO PORQUE SEGUNDO ELA MORRE DE CIUMES DE SEUS SEIOS E ISSO PARA NÓS HOMENS FOI UMA MARAVILHA PORQUE INCENTIVOU AS MENINAS COM ALGUMAS SE DEPENDESSE DE MIM NÃO TIRAVAM AS BERMUDAS E MERGULHANDO MINHA SOGRA VEIO PARA PERTO DE MIM ONDE PASSAMOS O DIA BRINCANDO E VEZ OU OUTRA UM APROVEITAVA PARA TIRAR CASQUINHA ASSIM DISPLICENTEMENTE DO CORPO DO OUTRO E QUANDO SAIU DA PISCINA PARA SE JUNTAR AS MENINAS PARA O BANHO DE SOL TIVE QUE DÁ UM TEMPO ATÉ ME ACALMAR PORQUE NÃO PODIA DEIXAR QUE VISSEM O VOLUME DE MINHA PICA NA SUNGA. CONVERSAVA COM O SOGRÃO JUNTO COM A RAPAZIADA TOMANDO CERVEJA PRÓXIMO A CHURRASQUEIRA QUANDO MINHA SOGRA NOS INTERROMPEU PEDINDO PARA O SOGRÃO LEVAR ELA NA CIDADE E QUANDO IAM BRIGAR COM ELE FALANDO QUE NÃO DAVA INTERVIR PEDINDO CALMA AVISANDO QUE PODIA CONTAR COMIGO QUE LEVARIA ELA DE BOA TENDO QUE DISFARÇAR O CONTENTAMENTO E ESCONDER O VOLUME NO CALÇÃO AO VER MINHA SOGRA SOLTANDO UM RISINHO MALICIOSO AVISANDO QUE SÓ IA PEGAR A BOLSA. VENDO NOS IR EM DIREÇÃO AO CARRO DANI PERGUNTOU ALGO PARA O PAI E GRITANDO PARA A MÃE QUE ESPERASSE UM POUCO QUE IA TAMBÉM VENDO A SOGRA ENTRAR RÁPIDO NO CARRO MAIS QUE DEPRESSA SAI DALI E ASSIM QUE VIRAMOS NA PRIMEIRA ESQUINA MINHA SOGRA DEITOU A CABEÇA EM MEU OMBRO ME INEBRIANDO COM SEU PERFUME DELICIOSO E O CHEIRO DO SHAMPOO ME FAZENDO PENSAR EM SEXO. ESTRAVARMOS QUASE SAINDO NA PISTA PRINCIPAL QUANDO ELA PERGUNTOU ALGO SOBRE MEU CARRO E ANTES DE RESPONDER ME MANDOU PEGAR UMA ESTRADINHA SECUNDARIA E ME INDICANDO O CAMINHO VOLTAMOS BOA PARTE ATÉ SAIR NO ALTO DE UMA PEDREIRA ABANDONADA E NO FIM DA ESTRADINHA PARANDO DE FRENTE A UM PORTÃO QUASE COBERTO PELO MATO ELA DESCEU PERGUNTANDO SE NÃO IA COM ELA QUASE NÃO DANDO TEMPO DE TRANCAR O CARRO E VENDO SUBIR NUMA TRILHA NO MEIO DAS ENORMES PEDRAS QUANDO CHEGUEI LÁ VI ELA DESCENDO INDO EM DIREÇÃO AO LAGO DE ÁGUAS CRISTALINAS E GELADAS E TIRANDO O VESTIDO E CALCINHA UNICA PEÇAS QUE USAVA MOSTRANDO SEU CORPO ESGUIO COM BUNDA REDONDA E ARREBITADA COM OS CABELOS NEGROS DANDO NO MEIO DAS COSTAS VIRANDO PARA MIM ME OLHOU NOS OLHOS RINDO DEIXANDO ME VER SEUS SEIOS APONTANDO PARA O CÉU A BARRIGUINHA CHAPADA COM PERCINGI NO UMBIGO A BOCETA CARNUDA E LISINHA COM LÁBIOS SALIENTES MERGULHOU SAINDO NO MEIO DO LAGO E MAIS QUE DEPRESSA TIREI A ROUPA COM ELA RINDO AO VER MEU CACETE SEMI DURO E MERGULHANDO SEGUI ELA QUE NADANDO TENTAVA FUGIR DE MIM INDO PARA AS PEDRAS E ASSIM QUE SAIU DA ÁGUA NA ENCOSTA DO PAREDÃO DE PEDRA PEDI PARA QUE SAÍSSE DALI PORQUE É COMUM AS PEDRAS SE SOLTAREM E CAÍREM ALI E MAIS QUE DEPRESSA ELA MERGULHOU SAINDO AO MEU LADO E ME ABRAÇANDO NOS BEIJAMOS A PRINCIPIO DE FORMA CALMA E TRANQUILA PARECENDO QUE A TEMPOS AGUARDAVA AQUELE MOMENTO E ENTRELAÇANDO AS PERNAS EM MINHA CINTURA QUANDO TENCIONAVA METER NAQUELA XOXOTA QUE PEGAVA FOGO MESMO COM A ÁGUA GELADA FOMOS SURPREENDIDOS POR UM GUARDA QUE APITANDO NOS MANDOU SAIR DA ÁGUA FECHANDO OS OLHOS COM AS ROUPAS DE MINHA SOGRA NA MÃO ESTICADA COMIGO SÓ ENTENDENDO QUANDO A SOGRA O SAUDOU PEDINDO DESCULPAS COM ELE MUITO GENTIL SÓ ABRINDO OS OLHOS QUANDO MINHA SOGRA SE VESTIU E CHAMANDO ELA DE SENHORA PEDIU DESCULPAS POR NÃO PODER NOS DEIXAR FICAR ALI E NOS DESPEDINDO DELE SEGUREI MINHA SOGRA AJUDANDO A SAIR DALI POREM ANTES DE ENTRAR NO CARRO ELA ME AGARROU ME BEIJANDO NOVAMENTE E ME EMPURRANDO FAZENDO ME ENCOSTAR NO CARRO APÓS CONSTATAR
QUE NÃO HAVIA NINGUÉM POR ALI ABAIXOU FAZENDO MINHA BERMUDA IR PARARA NO CHÃO ME PAGANDO O MELHOR BOQUETE QUE JÁ TIVE NA VIDA ME DANDO TRABALHO PARA NÃO GOZAR E QUANDO ME VIA NO LIMITE ELA PARAVA OU MUDAVA O RITMO E VINDO ME BEIJAR GEMENDO ABAFADO ENQUANTO ESFREGAVA MINHA PICA EM SUA BOCETA POR CIMA DA CALCINHA LAMENTANDO AO AFIRMAR QUE EU NÃO IA METER NELA SEM CAMISINHA E SURPREENDENDO ELA QUE CHEGOU A SOLTAR UM GRITINHO SEGUREI ELA NO ALTO SENTANDO A EM CIMA DO CARRO E LARGANDO NOSSAS BOCAS BEIJEI SUAS ORELHAS PESCOÇO E NUCA DEIXANDO ELA CADA VEZ MAIS ENLOUQUECIDA E MAMANDO COMO SONHAVA EM SEUS SEIOS ALTERNAVA COM BEIJOS EM SUA BOCA SEDENTA ENQUANTO DEDILHAVA SUA BOCETA POR CIMA DA CALCINHA SENTINDO ELA MELAR MINHA MÃO PARECENDO DERRETER EM MEUS DEDOS E DESCENDO LAMBENDO SUA BARRIGA FAZENDO ELA TREMER AO FALAR QUE IA METER UM FILHO NELA E DA BARRIGA MORDI SUA BOCETA SUAVEMENTE POR CIMA DA CALCINHA FAZENDO ELA TREMER E AFASTANDO A CALCINHA DE LADO LAMBI CHUPEI MAMEI SUA BOCETA FAZENDO A SOGRA MELAR MINHA BOCA E ROSTO PRINCIPALMENTE QUANDO SERPENTEAVA A PONTA DA LÍNGUA EM SEU GRELO DANDO CHUPÕES NELE E JÁ NÃO AGUENTANDO MAIS FALANDO QUE PERDERA A CONTA DE TANTO ORGASMOS QUE TIVERA ME IMPLOROU PARA METER E LEVANTANDO LEVANTEI JUNTO SUAS PERNAS FAZENDO SUA CALCINHA IR PARAR EM UM DOS PÉS E QUANDO PRESSIONEI A GLANDE NO MEIO DAQUELE LÁBIOS MELADOS QUE PEGAVAM FOGO MINHA SOGRA SUSPIROU FUNDO PEDINDO QUE FOSSE DEVAGAR E ENQUANTO ENTRAVA NAQUELA BOCETA TOMANDO TODA SUA EXTENSÃO MINHA SOGRA MANDAVA NÃO PARAR DE METER MESMO FALANDO COM DIFICULDADE ENTRE OS DENTES QUANDO A GLANDE BATEU EM SEU ÚTERO ELA SUSPIROU FUNDO COMO QUE ALIVIADA POR CONSEGUI AGUENTAR TUDO SOLTANDO UM UAU AO ESPALMAR A MÃO NOTANDO QUE ENTRARA TUDO POREM IMPLORAVA PARA NÃO ME MEXER E QUANDO COMEÇOU A APERTAR MEU CACETE COMO QUE MORDENDO ELE COM SUA BOCETA NÃO CONSEGUI SEGURAR MAIS FAZENDO ELA MORDER A MÃO PARA NÃO GRITAR AO SENTI MINHA PORRA QUENTE INUNDAR SUA BOCETA TENDO QUE SEGURAR ELA PARA NÃO SE MACHUCAR NEM EM ARRANHAR ENQUANTO PARECIA ESTAR TENDO ATAQUE CHEGANDO A QUASE DESFALECER EM ORGASMOS INTERMINÁVEIS E NOS BEIJANDO FOMOS NOS ACALMANDO COM ELA TENTANDO RECUPERAR O FÔLEGO E MAIS CALMA QUANDO COMECEI A TIRAR ELA ME PUXOU NOVAMENTE PARA ELA ARREGALANDO OS OLHOS PARA ME BEIJAR E REPETINDO O MOVIMENTO COMECEI UM VAI VEM CADENCIADO AUMENTANDO O RITMO CHEGANDO AFICAR COM MEDO DO ESCÂNDALO QUE ELA FAZIA ABAFANDO OS PLOFTS QUANDO METIA COM NOSSO GOZO ESPIRRANDO PARA FORA DE SUA BOCETA E ANUNCIANDO QUE IA GOZAR NOVAMENTE AUMENTEI O RITMO E GOZAMOS JUNTOS COM ELA DESESPERADA POREM BEM MAIS COMEDIDA E SENTADA COM AS PERNAS EM VOLTA D EMEU CORPO NOS BEIJAVA COMO DOIS APAIXONADOS COM ELA SUSSURRANDO QUE PRECISAVA DISSO ME AGRADECENDO MUITO E ASSIM QUE A PICA ESCORREU PARA FORA ELA LIMPOU O QUE DEU COM SUA CALCINHA JOGANDO A FORA TERMINADO DE SE LIMPAR COM LENCINHOS ÚMIDOS QUE DANI SEMPRE DEIXA NO CARRO. FOI SEM DUVIDA A MELHOR TRANSA DE MINHA VIDA E NOS RECOMPONDO VOLTAMOS PARA A ESTRADA COM ELA OLHANDO PARA O RELÓGIO PEDINDO QUE A LEVASSE PARA CASA COMIGO NÃO INSISTINDO QUANDO FALEI QUE QUERIA ELA NOVAMENTE E NADA RESPONDEU. ESTÁVAMOS QUASE SAINDO NA ESTRADA COM ELA ME MANDANDO PARAR E QUANDO O CARRO DO SOGRO PASSOU COM ELE A FILHA DENTRO PEGUEI DIREÇÃO CONTRARIA ACALMANDO A SOGRA FALANDO QUE LEVARIA ELA PARA TOMAR UNS CHOPES E ASSIM JÁ ALTA HORA DA NOITE SENTADO AO LADO DAQUELA MULHER MARAVILHOSA NAQUELE AMBIENTE FAMILIAR E ACONCHEGANTE ONDE OS TARADOS NÃO TIRAVA OS OLHOS DELA BEBEMOS DANÇAMOS E NOS BEIJAMOS MUITO COMO DOIS NAMORADOS APAIXONADO E DE MADRUGADA CHEGAMOS EM CASA COM ELA AJUDANDO A ARRUMAR MINHA BOLSA E ME LEVANDO ATÉ A RUA ME ABRAÇOU ME DANDO UM BEIJO DEMORADO SEM IMPORTAR COM A POSSIBILIDADE DE ALGUÉM NOS VER E SAINDO DALI RUMEI PARA CASA ONDE DEPOIS DE TOMAR MAIS ALGUMAS APAGUEI DORMINDO QUASE O DIA TODO. NO DOMINGO A NOITE ESTAVA NA COZINHA PREPARANDO ALGO PARA COMER QUANDO DANI CHEGOU ME ABRAÇANDO EME BEIJANDO JURANDO NUNCA MAIS BRIGAR COMIGO E NÃO LIGANDO PORQUE PROMETE ISSO SEMPRE POREM JÁ FAZ SEIS MESES QUE ELA É SÓ DEDICAÇÃO E CARINHO O QUE CORRESPONDO MUTUAMENTE E DESDE ENTÃO SÓ CONSEGUI PEGAR MINHA SOGRA DUAS VEZES DESDE ENTÃO E SUA RESISTÊNCIA É O MEDO DE ENGRAVIDAR PORQUE O SOGRÃO É OPERADO ALÉM DE NÃO QUERER SE APAIXONAR POR MIM RINDO UM TANTO SEM GRAÇA QUANDO DIGO QUE ISSO É IMPOSSÍVEL PORQUE JÁ ESTAMOS APAIXONADOS E ISSO É BOM PORQUE SEMPRE QUE TEMOS OPORTUNIDADE E A CHAMO ELA AFIRMA NÃO SABER DIZER NÃO E ASSIM VAMOS MANTENDO NOSSO SEGREDO COMIGO TENDO QUE ACALMAR ELA POR SUSPEITAR QUE O MARIDO ESTA DANDO EM CIMA DA FILHA CHEGANDO SER INCONVENIENTE EM ALGUMAS VEZES. DANI SABE QUE SEI DISSO E QUE ISSO A INCOMODA TERRIVELMENTE POREM DECIDIMOS QUE SÓ RECORRERA A MIM QUANDO O PAI PASSAR DOS LIMITES POR ISSO VIVO ACALMANDO A SOGRA USANDO ISSO PARA NOS ENCONTRAR EM ALGUMAS VEZES MESMO PARA UMAS RAPIDINHAS.

Relutei mas acabei comendo minha nora Gostosa

Relutei mas acabei comendo minha nora GostosaRelutei muito antes de decidir contar aqui o que aconteceu comigo neste ano, talvez tenha sido uma das mais angustiantes e ao mesmo tempo mais gostosa experiência da minha vida. Sou pai, e já não sou jovem muito pelo contrario, sou maduro, tenho mais de 50 anos, tenho uma família bem estruturada, minha esposa é a mais recatada de todos nós e tenho dois filhos adultos… Vamos ao que me propus contar aqui, meu filho mais velho se casou com uma menina, digo menina porque realmente é! Ela ficou grávida aos 17 anos, e esse foi o motivo do casamento sair às pressas. Ela é uma menina muito bonita e tem um corpinho delicioso, é uma gatinha! Eu a conheci quando ela e a mãe vieram até nos para contar da gravidez. Depois disso começamos a conviver como uma família normal, ela nos deu uma netinha muito linda, a quem amamos muito e fez com que nos aproximássemos muito, eu e minha esposa estamos sempre indo a casa deles ver e curtir nossa netinha. Passados seis anos, comprei um sito a 30 km de onde nos moramos, meu filho que gosta muito da natureza pediu para morar lá, embora trabalhe aqui perto de onde moramos, mas como ele trabalha um dia sim e outro não, é tranqüilo enfrentar 30 km para vir trabalhar. Para mim foi muito bom, assim ele ajuda a cuidar do sítio, minha nora que também gosta da natureza ficou muito contente e me agradeceu muito por ter os deixados morarem lá. Ela agora com 23 anos uma mulher, linda e mais gostosa do que nunca, digo isso porque apesar de ser sogro sou homem, e não iria deixar de perceber a mulher gostosa que meu filho esta comendo!Passei a ir ao sítio sempre que posso, adoro ir lá, isso quer dizer todos os finais de semana, feriados e dias que tenho folga no serviço, minha esposa mais urbana vai apenas quando a saudade da neta aperta ou quando a gente faz alguma festinha por lá.Com a minha ida constante ao sítio, eu, meu filho e minha nora, ficamos mais próximos, como meu filho fica um dia na sito e outro não, eu e Jô (é como chamo minha nora) nos dias em que meu filho não esta, conversamos muito, e a cada dia que passava ficávamos mais íntimos.Foi então que tudo começou um dia conversando ela me disse; “Sogrinho eu não me canso de agradecer por ter comprado esse sítio e nos deixar morar, sou muito feliz aqui, eu não sei o que fazer para te agradecer?” Não precisa me agradecer! Basta continuar assim me tratando com carinho, me dando esses abraços apertados e demorados, quando chego ou quando saio… Ah! Sogrinho, só isso é o bastante? Sim, ser abraçado por uma mulher linda e delicada é sempre muito gratificante… Eu, linda! É muita delicadeza sogrinho, não vejo nada de lindo em mim… Não fala assim, Jô! Realmente és linda! Não é delicadeza, apenas constatação!… Então me diga o que tenho de lindo… Tudo! Dos pés a cabeça, me perdoa o atrevimento, mas tudo em ti e lindo!… É! Se fosse assim, teu filho também me elogiaria!… Ele tem é muita sorte! Ter uma mulher assim são poucos que tem!…Ta! Ainda não disseste o que em mim é lindo? Dizer tudo é simples!…Já que queres, vou dizer! Teu rosto, tudo nele é perfeito, teus olhos tem brilho, teus lábios são sensuais, teu sorriso branco, teus seios, embora não tenha visto nus, percebo que são durinhos, firmes, perfeitos, tua cintura fina e teu quadril largo se harmonizam com teu bumbum arrebitado, por fim tuas coxas acabam por terminar essa obra prima da natureza…Não sei como tive coragem de dizer tudo aquilo a ela, mas, me escutou sem interromper e depois me disse:Sogrinho, nunca ouvi nada igual, meu ego está nas nuvens, um elogio como esse vindo de um homem maduro, experiente e de bom gosto como sei que tens, eu fico sem palavras… Que bom que não ficasses com raiva do meu atrevimento! Afinal sou teu sogro e acabei dizendo tudo isso sobre teu corpo… Jamais te xingaria, pois tenho certeza de teu respeito por mim. Pensando melhor seu safadinho, andas secando tua norinha, neh?… Secando não, mas não posso deixar de perceber o quando és linda e… Bem, deixar pra lá!… Deixa pra lá não! Pode continuar o que ias dizer que sou linda e…? Eu digo, mas tens que prometer que é nosso segredo… Prometo, então diz sou linda e…? Muito, mas muito GOS-TO-SA! Pronto disse!… Seu taradinho!Ela falou isso e escutamos minha netinha chamando mamãe, mamãe… Boa noite sogrinho! Tenho que ver a Isa, ela esta me chamando. Adorei nossa conversa e teus elogios… Então fui para cama pensando em tudo que conversamos e acabei adormecendo.No dia seguinte, quando acordei meu filho já estava em casa, e chamou, pai vem tomar café aqui na cozinha, cheguei lá ela estava sentada entre Thiago meu filho e Isa, minha netinha, dei bom dia a todos e ela me respondeu bom dia Renato!… Logo senti a diferença, ontem me chamava de sogrinho, agora de Renato! A presença do Thiago tinha feito mudar seu comportamento, isso me deixou aliviado, ela sabia diferenciar uma situação da outra…O dia se passou normalmente com todos ocupados em seus afazeres, a noite chegou e todos fomos dormir, eu no meu quarto deitado, e um pensamento não saia da cabeça, amanhã meu filho vai trabalhar e novamente ficaremos sós, a Isa vai para o colégio… Assim adormeci.Quando acordei já eram 8:30 hs, tomei um banho e fui para cozinha fazer café, sabia que ela tinha ido levar Isa no colégio e que logo, logo, chegaria… Quando acabei de por a mesa escutei o carro chegando, era ela, um minuto depois entrava pela porta da cozinha, quando me viu abriu um sorriso e disse: Bom dia sogrinho!Bom dia Jô!Já acordado! Fez também o café prá nós… Que mimo! Eu chegar em casa e a mesa posta com o café da manhã…O que eu não faço pra agradar minha norinha! Sogrinho espera só um pouquinho, que vou me trocar, e já volto para tomarmos nosso café…Leve o tempo que precisar, não tem pressa…Minutos depois ela aparece na porta da cozinha, quase infarto ao vê-la… Estava vestindo um shortinho de malha curtinho e bem coladinho ao corpo que realçava sua bundinha rebitada e sua bocetinha volumosa, um top de um tecido leve, curtinho, sem sutiã de modo que seus seios firmes ficavam soltos, que tesão senti na hora, meu pau ficou duro de imediato, meu pensamento veio logo, ontem tão recatada e hoje tão tesuda. Como ela percebeu que eu fique olhando pra ela sem dizer nada, perplexo pelo que tava vendo ela então falou:Agora estou mais confortável, com esse calor que esta fazendo o jeito é usar roupas mais frescas, não acha sogrinho?Como não respondi, estava boquiaberto, ela insistiu.Não acha sogrinho?Heim! Ah! Jô perdi o fôlego! Estas linda, maravilhosa, se ontem eu te elogiei, sem ter visto vestida assim, eu nunca tinha te visto com roupas tão…Roupas tão o que? Sogrinho…Tão fresquinhas!Só to usando, porque teu filho não esta, e estamos sós aqui, sem perigo de chegar alguém! Conheces bem o Thiago se vê vestida assim, me mata… Espero que seja nosso segredinho também!Claro que será jamais diria a ele… Jô és um colírio para meus olhos, estas divina, teu corpo é perfeito, não resisto, vou falar…Falar o que?Deus me presenteou com a norinha mais GOSTOSA do mundo.Seu taradinho, falar isso pra norinha! Ai, ai, ai!E por falar nisso, ainda não recebi hoje aquele abraço apertado e demorado de agradecimento! HeheheheEla sorriu, abriu os braços e veio em minha direção… Abraçamos apertado, ficamos coladinhos por mais de um minuto, senti aquele perfume natural de seu corpo, meu pau doía de tão duro, preso na bermuda, tenho certeza que ela sentiu o volume apertando seu ventre, mas não reagiu, apenas ficou ali abraçada a mim.Ela afastou um pouco e perguntou:Gostou do abraço, sogrinho?Adorei! Preciso de abraços assim para sentir que alguém gosta de mim!Seu bobo, todos nos gostamos muito de ti, sabes muito bem disso!Sei sim! Mas um abraço assim faz ter certeza.Então vou dar vários desses por dia, só pra teres certeza, ta!Vamos tomar nosso café agora?Durante todo o café não conseguia tirar os olhos dos peitinhos dela, al
i na minha frente, soltinhos e firmes, por baixo daquele tecido fininho que deixava ver a silueta dos peitos, mas lindos e perfeitos que já vi! Não estou exagerando quando falo que minha nora tem o corpo perfeito, pelo menos é assim que a vejo.Ela percebeu meu olhar, mas apenas sorriu…Jô, hoje não vou fazer nada, vou ficar aqui dentro de casa para admirar minha norinha no afazeres de casa, posso?Como assim admirar?Ficar olhando enquanto posso, para essa obra prima da natureza!Enquanto posso? Como assim, enquanto posso? Tens ainda muita saúde para falar assim.Não é isso! Falei porque amanhã o Thiago está em casa e ai, vais vestir mais comportada que eu sei…Há! Ainda bem que é por isso! Jô promete uma coisa pra mim?Depende!Promete que vais usar sempre roupinhas assim fresquinhas quando estivermos sozinhos?Mas que taradinho, isso é pecado sabia? Querendo ver a norinha sempre assim com pouca roupa…Na verdade, na verdade, eu queria era ver com menos roupas ainda!Ela não falou nada, levantou e foi tirar a mesa e em seguida começou a lavar a louça, e eu ali admirando aquela bundinha pra lá e pra cá na pia enquanto meu pau duro feito aço dentro da bermuda doía querendo se libertar daquela prisão.Fiquei de pau duro praticamente o dia todo, observando aquele avião, desfilando aquele corpo perfeito e gostoso, fazendo charminho e abusando na sensualidade, que coisa gostosa poder observar um mulherão como minha nora sem precisar disfarçar.No final da tarde minha esposa ligou, pedindo para voltar que tinha assuntos nossos a resolver e que o pessoal do meu trabalho tinha ligado perguntando por mim.Fiquei uma semana sem ir para o sítio, resolvi tudo que tinha e consegui dez dias de férias, convidei minha esposa para passarmos os dez dias no sítio, ela não quis dizendo que só iria no final de semana. Liguei para minha nora e perguntei se poderia passar dez dias lá com eles, ela disse claro que pode, o sítio é teu não precisas de autorização, eu estou mesmo precisando de alguém para desabafar, mas não quis adiantar nada.No outro dia sedo já estava lá, meu filho me recebeu, conversamos um pouco, em seguida Jô chegou, “Olá Renato, como vai?” Senti logo que alguma coisa não ia bem entre os dois, fiquei na minha! Thiago então me falou que foi muito bom eu ter vindo para passar alguns dias, porque ele tinha que viajar a serviço e ficaria pelo menos três dias fora, e assim ficaria tranqüilo comigo ali.Depois do almoço, Thiago se despediu e foi para viagem dele. Em seguida eu perguntei a Jô porque o clima estava tão pesado? O que tinha acontecido? E ela então se abraçou comigo e chorou, eu abracei colei seu rosto no meu peito acariciei seus cabelos, pedi para ficar calma e me contar o que estava acontecendo. Ela foi acalmando e ainda abraçada a mim começou a contar:Nato (é meu apelido) eu flagrei o Thiago ao celular marcando encontro com alguém, eu estava desconfiada, então quando ele foi tomar banho peguei o celular dele vi qual foi o ultimo número, liguei, quem atendeu foi aquela vaca, filha da puta, dá ex namorada, que nunca largou do pé dele, fui tirar satisfação, ele desmentiu tudo dizendo que eu estava louca, acabamos brigando um monte e ainda veio com essa viagem de três dias! Não engoli essa não! Mas ele vai ver, não vai ficar assim, vou dar o troco!Calma Jô! As coisas ás vezes são diferentes do que parece!Pode ser! Mas não sou tola! Bem, deixa prá lá! A vida ta ai pra ser vivida? Então vamos viver, não vou ficar triste com isso não e pronto! Meu sogrinho esta aqui comigo, prá me alegrar, né?Sim, vou fazer tudo para esqueceres isso e quando ele voltar vocês ficarem numa boa…Nato, dá um tempinho que estamos a sós, vou botar uma roupa mais fresquinha… Já volto!Aquelas palavras fizeram meu coração acelerar, pensei agora ela vai por aquele shortinho de novo, e fiquei ansioso aguardando a volta. Passaram alguns minutos e ela apareceu, novamente com sorriso aberto, com aquela carinha de quem sabe que esta deslumbrante e que eu iria babar ao vê-la.Pronto sogrinho gostou?Ela estava mais gostosa ainda! Com uma micro saia branca de preguinhas que mal tapava sua bundinha rebitada e na parte de cima um sutiã também branco, tipo cortininha que cobria apenas seus mamilos, um batom Vermelho destacava ainda mais aquela boquinha linda. Ela fez de propósito, ela realmente sabia que não agüentaria e ficaria de pau duro na hora, tanto é que parou olhando para minha bermuda para ver o volume se formar de imediato.Meu Deus, Jô! Consegues ser mais linda e gostosa a cada vez que apareces com essas roupinhas fresquinhas!São seus olhos, sogrinho! Vem cá, vem! Eu ainda não dei teu abraço demorado como gostas!Fui de encontro a ela e nos abraçamos apertado, ela sabia que meu pau estava duro, mesmo assim, se encostou todinha em mim, meu coração disparou ao sentir aquele perfume que vinha de seu corpo, senti sue peitos durinhos encostados ao meu, minha pica encostou-se àquela bucetinha macia, minha vontade foi beijá-la e levar para cama, me contive, afinal é minha nora, ficamos assim alguns minutos, sem falar, apenas sentindo um ao outro. Ela me trouxe de volta a terra.Sogrinho vai por uma sunga e vamos prá piscina!Há! Vamos sim, lindinha! Vou lá me trocar e já volto.Sogrinho,Oi,Gosto muito quando me chamas assim “lindinha” é tão carinhoso!Oh! Lindinha, meu doce, princesinha, é o maior prazer te tratar com muito carinho, e se permitires gostaria de chamar de gostosinha também, posso?Pode, mas só quando não tiver ninguém por perto, promete?Claro que prometo! Agora vou me trocar.De propósito vesti uma sunga com tecido bem fino, para que ela percebesse bem minha pica quando endurecer por sua causa.Voltei, ela ainda esperava na sala.Vamos lindinha?Vamos sogrinho!Quando chegamos à piscina, ela tirou a micro saia, foi ai que percebi que a parte de baixo do biquíni era minúscula, era também tipo cortininha branco assim como a parte de cima, e mal cobria a bucetinha volumosa, que imagem! Que mulher gotosa, minha nora realmente é muito gostosa, não pude evitar uma nova ereção, e também não preocupei em esconder. Tenho certeza que ela percebeu, com a sunga que coloquei exatamente para ficar bem evidente. Ela fingiu não perceber meu pau duro preso na sunga, mas para me sacanear pediu:Sogrinho passa protetor e mim?Princesinha assim tu me matas! Porque eu te mato? É tão difícil assim?Não, não! Muito pelo contrário, meu medo é não resistir e enfartar quando tocar neste corpo lindo e gostoso. RsrsrsrsSeu bobo, não sou isso tudo, não!Falou isso, estendeu a toalha e deitou-se de bruços. Puta que pariu!!! Quando vi aquela bundinha redondinha rebitada e só um triangulo minúsculo tapando nada daquela maravilha, meu tesão foi tanto que sem querer soltei um suspiro, meu pau que já estava duro, agora latejava, aquela mulher me provocava ao extremo, minha vontade era me deitar encima daquela bundinha e esfregar minha pica. Mas uma vez tive que me controlar, porque era minha norinha que estava ali, porem sabia que teria que comer aquela mulher gostosa pelo menos uma vez sobre pena de eu nunca mais ter sossego na minha vida. Que suspiro foi esse, sogrinho? Estas sentindo bem?Melhor impossível! O suspiro foi uma reação ao que meus olhos viramE o que foi que teus olhos viram?Uma mulher muito gostosa, com a bundinha, mas perfeita que eles já viram.Seu taradinho! Vai ou não passar o protetor?Claro que vou!E comecei passar o protetor bem lentamente pelo pescoço, ombros, braços, passei nas costas, que pele macia, gostosa de tocar, parecia veludo, e lentamente cheguei à cintura, agora tava perto da bundinha onde eu queria chegar, senti com meus dedos o quanto era firme durinho seu bumbum, e demoradamente escorreguei para o meio de suas nádegas, meus dedos passaram muito perto da bucetinha, levei alguns segundos ali, queria saber se ela reagiria, ela não se mexeu, segui em frente, passando agora em uma das coxas fui até o pé, voltei pela outra subindo do pé em direção a bundinha, me aproximando novamente da sua bucetinha, toquei bem de leve nela p
or cima do tecido, como é macia, ela não reagiu a nada, meu pau doía babando minha sunga, depois de alguns segundos ela se mexeu e falou:Não agüento esse calor, tenho que dar um mergulho para refrescar…Levantou e mergulhou na piscina, brincou um pouco e depois saiu dizendo;A água ta uma delicia!Não acreditei ao notar quando saiu que o biquíni branco molhado ficou transparente, mostrando os biquinhos durinhos dos peitinhos, sua bucetinha sem nenhum pelinho, lisinha, mostrava perfeitamente sua rachinha, fixei meus olhos naquela buceta. Ela me olhou nos olhos e depois pra minha pica, ela queria ter certeza do meu tesão, que levantava o tecido da sunga mostrando volume do meu pau, então crie coragem e pedi:Princesinha dá aquele abraço agora?Ela sorriu, olhou novamente pra minha pica e veio ao meu encontro, nossos corpos se juntaram de cima a baixo, ajeitei minha pica duro feito aço entre suas pernas envolvi meus braços em sua cintura e puxei com força contra mim, meu pau encaixou na sua bucetinha, ela deixou escapar um suspiro denunciando o quanto também estava excitada e ficamos assim por alguns minutos, então abraçado a ela puxei para piscina e caímos os dois juntos na água, puxei novamente para meus braços, nos encaixamos novamente, agora não tinha mais como evitar, estávamos excitados de mais, eu nas nuvens, jamais imaginei ter aquele avião em meus braços, esqueci que era minha nora, foda-se o mundo, agora o tesão e não mais a razão que comandava nossos corpos. Criei coragem e beijei seu pescoço, ela permitiu sem dizer nada, apenas dobrou a cabeça para o lado facilitando minha investida, continuei beijando e fui subindo em direção aquela boquinha linda que em meus pensamentos queria beijar, quando cheguei perto ela se virou, e nos beijamos loucamente, nossas línguas se entrelaçaram numa batalha de prazer imenso, ficamos assim por longo tempo, numa fissura desproporcional, jamais tinha experimentado tanto prazer em um beijo, quando afastamos a primeira coisa que eu disse foi:Princesinha, minha gostosa, minha norinha, não agüento mais, preciso-te foder! Sei que não é certo, mas quero beijar cada pedacinho deste corpo perfeito, preciso chupar tua buceta, quero sentir teu gosto…Eu também quero meu sogrinho tarado, faça comigo tudo que quiseres, mas, por favor, me faça gozar muito, quero ser tua putinha!!Com estas palavras quebrou qualquer barreira que pudesse impedir nossa vontade de foder e foder muito, peguei-a no colo e levei para casa, para meu quarto, minha cabeça girava, em meu pensamento, perguntava como uma mulher pode fazer um homem maduro, sentir jovem, viril, sim eu me sentia como um garoto. Joguei-a literalmente na cama, por alguns momentos parei e fiquei admirando sua beleza, seu corpo jovem macio deitado na minha cama, não conseguia acreditar que aquela mulher jovem, linda, e perfeita, estava ali na minha cama esperando para ser possuída por mim.Vem sogrinho, vem comer tua putinha, agora que fez sentir tanto tesão, tem que apagar esse fogo que brota de dentro de mim…Então putinha, vou mostrar o que um homem maduro faz com ninfetinha que provoca sua tara.É isso mesmo que eu quero, quero ser tratada como uma puta quero que comas com força, que arrobes minha bucetinha sedenta de pica…Tirei a sunga liberando meu pau, ela olhou para ele, abriu as perninhas, fez sinal com as mãos para eu ir, deitei sobre ela encostei o pau na bucetinha ainda coberta pela minúscula calcinha do biquíni, e nossas bocas se atracaram em um novo beijo guloso, ardente, ficamos beijando por um longo tempo, enquanto isso minha pica roçava a mais macia das bucetinhas, continuei meus beijos pelo pescoço e fui descendo até os peitinhos, tirei a parte de cima do biquíni, seus peitinhos saltaram, os biquinhos durinhos confirmavam que estava muito excitada, abocanhei peitinhos e mamei hora um, hora outro. Jô começou a gemer. Chupa sogrinho, chupaaaa que ta muiiito goooossstosoContinuei, fui descendo, beijei, lambi sua barriguinha, até sentir o cheiro gostoso que vinha da sua bucetinha, lambi a virilha, afastei com a mão a calcinha e passei a língua na bucetinha encharcada, Jô gemeu alto, então puxei sua calcinha deixando minha nora peladinha, me afastei para apreciar sua bucetinha, e constatei, o quanto era gostosa aquela bucetinha, lizinha como de uma criança, seus lábios eram gordinhos, não resisti e cai de boca, lambendo toda extensão, sugando seu liquido, sentindo seu cheiro, minha putinha se contorcia de prazer, parei, novamente me afastei para apreciar aquele corpo maravilhoso, peguei seu pesinho beijei, chupei cada dedinho, fui subindo, beijando, passei pelo seu joelhinho, beijei e lambi suas cochas, sua virilha, e novamente lambi sua bucetinha em toda sua extensão, ela gemeu alto, puxou minha cabeça de encontro a sua bucetinha…Chupaaa, chuuuupaaaaa, seu filha da puta, gostoso, quero gozar na tua boca, não paraaaa, chupa gostosoooo, chupaaaaaa…Continuei a chupar aquela bucetinha macia, cheirosa, eu tinha que fazer e queria que gozasse na minha boca, queria sentir seu gosto, fazê-la sentir prazer, muito prazer, então ela fechou suas cochas apertando minha cabeça, levantou sua bucetinha, vindo de encontro a minha boca, apertou mais ainda com as mãos minha cabeça contra aquela buceta encharcada, se contorceu, e gozou, gozou muito, um gozo demorado, gemendo alto…Sogrinhoooooo seuuuu filho da putaaaaaa, taradooooo, to gozzzzaaaando muitooooo, muitooooo gostooosooooo, não paaarraaaQuando ela parou de se contorcer e relaxou, continuei a lamber, lambia toda sua buceta, sugava o liquido gostoso do seu gozo, fiquei ali até que ela delicadamente puxou minha cabeça.Vem aqui sogrinho gostoso, me beija quero também sentir meu gosto, quero sentir o gosto do maior e melhor orgasmo que senti com alguém me chupando, nunca alguém me fez gozar assim chupando, eu adorei…E nos beijamos longamente… Ficamos por alguns minutos deitados em silêncio, descansando. Então Jô falou.Nato, agora é minha vez de te fazer gozar! Quero que meu sogrinho tarado, que acabou de fazer sua norinha gozar muito, sinta o mesmo!Ela deitou-se sobre mim, beijou-me na boca, roçou sua buceta em meu pau ainda duro, e foi descendo, me beijando o peito, a barriga, até chegar ao pau, ali beijou o saco, lambeu toda extensão do pau e chegando à cabeça beijou e em seguida chupou, fui às nuvens, que boquinha deliciosa, eu apreciando e sentindo um boquete feito com muito carinho, ela masturbava e chupava ao mesmo tempo, me levando ao delírio, ficou assim por muito tempo até que eu pedi para parar, se não parasse eu gozaria com certeza na sua boquinha, eu não queria naquele momento gozar na boquinha, eu queria era comer aquela bucetinha macia que há muito tempo vinha sonhado, então pedi a ela.Para lindinha, para, minha putinha gostosa, para porque quero comer tua bucetinha… Deixa comer tua bucetinha deixa?Tu é um tarado mesmo, né! Um sem vergonha que quer comer a bucetinha da norinha! Mas claro que a norinha putinha vai dar e bucetinha prá ti sogrinho, e quero que comas ela sem piedade, quero ser arrombada, e que tu gozes muito dentro dela…Então ela deitou-se de barriga prá cima, e abriu as perninhas me oferecendo sua bucetinha, olhei para aquela mulher linda, deitada esperando para ser comida por mim, não acreditava, meu sonho iria se concretizar… Meu pau doía de tão duro, a muito tempo não tinha uma ereção como aquela, era muito tesão que estava sentido… então segurei em sua cochas e minha boca foi novamente em direção daquela buceta linda e macia totalmente lizinha, lambi em toda sua extensão, chupei seu grelinho, queria que ela ficasse novamente com muito tesão, fiquei ali por alguns minutos, e em seguida me levantei e pincelei meu pau em sua buceta gostosa, pela primeira vez senti o calor que vinha dela, bati com a cabeça do pau em seu grelinho por varias vezes, e em seguida, apontei a pica na entrada da grutinha, forcei, a cabeça do meu pau abriu seus grandes lábios e penetrei apenas a cabeça, ela suspirou, então com o dedo da mão comecei a masturbar seu grelinho, ela
gemeu alto, continuei a masturbá-la até que ela me implorou… Empurra essa pica logo seu filho da puta do caralho, quero sentir dentro de mim, arromba essa buceta, vaiii sogrinhooooo, taradooooo… Sentindo que ela esta em ponto de bala, que iria gozar mais uma vez, estoquei forte penetrando de uma só vez aquela buceta encharcada de tanto tesão, meu pau entrou todo, meu saco bateu em sua bunda, senti o fogo que aquela mulher tinha, sua buceta era muito quente, comecei a estocar lentamente, ela gemia gostosamente, seus gemidos aumentavam ainda mais meu tesão, tirei meu pau para não gozar, chupei novamente a buceta, ela me pediu novamente…. Põe esse caralho em mim e soca seu puto, eu quero gozar com ele dentro de mim, vai sogrinho por favor me fode… Novamente pincelei me pau em sua buceta, bati com a cabeça, e empurrei até o talo, ela gemeu alto, comecei a bombar rápido, que coisa gostosa, que buceta maravilhosa, minha boca foi de encontro a dela e nos beijamos descontroladamente, um parecia que queria engolir o outro, não parei de estocar com toda minha força aquela buceta, ela começou agritar… não parraaaa sogrinnnhoooo, mais foooorteeeee, meee arrrommmbaaaa todaaaaa, euuu vouuu gozzzzaaarrrr, gooosssaaaa comigoooooo, me encheeee de porrrraaaa… Eu tammmbeeeeem vou gozzzaaaarrr, putaaaa do caralhoooo, minhaaaa norinhaaaaa gostosaaaaa… E gozamos juntos, seu corpo entrou em convulsões, suas pernas entre laçaram meu corpo e suas unhas cravaram em minhas costa, ela se contorceu, jogou seu ventre de encontro ao meu pau para engoli-lo o mais possível, enquanto eu estocava fundo e jorrava meu esperma, enchendo sua buceta. Foi maravilhoso, há muito tempo eu não fodia assim, com tanto tesão e virilidade.Depois deste dia nossas vidas mudou, e para melhor, tenho minha norinha sempre que possível, é nosso segredo…                                

Fomos de férias em família

TraicaoO conto que relatar pasou se comigo a uns anos atras tinha eu 27 anos eu chamou me Cristina tenho 160 cm e tenho olhos verdes loira e 51 kg,e passo a contar que tudo passou quando eu já tinha sido mãe pouco tempo e meu filho devia uns nove meses e um dia estávamos em casa com meu marido quando telefone do marido era meu sogro dizer tinha já tratado das férias e que íamos todos e meu marido ok tudo bem lá chegando às férias lá fomos para casa norte dos meus sogros lá chegando a casa lá nos instalamos eu foi as compras com meu marido e meus sogros ficaram com neto lá fomos comprarmos as coisas para semana férias e entretanto minha sogra fez jantar eu vou tratar do menino e lá jantamos e dize meu marido que ia adorcermer o menino ele ok mor lá foi para o quarto com menino despi me vesti um túnica e deita me com menino afim de um bocado meu marido vem ao quarto que ia ao café e ok mor vão todos não só eu minha mãe e meu fica está ver filme e não que ir ok mor ouvi carro arrancar ao fim do bocado o meu abre porta e pergunta menino está dormindo Cristina sim sogro e ele Cristina tiveste saudades desse pau eu sim sogro eu com pau enorme queres começar as férias bem quero sogro e ele chegou ao pé mim e disse chupa nora eu comecei abocanhar o pau enorme e ele começou a foder boca ele chupas tão nora putinha do sogro e ao mesmo bolinava minha cona e fodia com dedos minha cona e comeice vir ele vem te puta ele tirou o pau da boca apontou minha cona começou enfiar o pauzao enorme começou a foder que nem louco senti às bolas a baterem na cona e fodia me tão forte comeicei vir e comecei sentir jatos quentes de porra minha cona inundando de porra ouvimos o carro a vir ele tirou a da me um beijo e só começo nora e fui embora eu rápido a casa banho limpar voltei para cama e entretanto meu trás me doce e mor obrigado e vou me despir já venho me deitar ok meu mor veio deitar meteu menino no berço deitou se começou me beijar eu não mor ele vá lá mor meteu se cima comeicei sentir e ele começou lember as mamas e tirou me o fio dental começou lember cona e eu cá para mim lembe me porra do pai meu corno burro vim na boca ele enfiou me pau começou foder fodia que nem um tarado mando meter de quatro enfio pau fodia me muito eu vim muito e ele saiu de trás deitou se mandou montar ele só dizia adoro tua cona mor eu também teu pau   comeicei vir ele veio comigo adormeces os dois agarradinhos dormi muito quando e de manhã estou acordar acordo com meu sogro agarrado mim com pau a porta cona ao meu lado ele diz eles tratar de uma coisas nora enfia tora e começa foder devagarinho eu começo rebolar neste pauzao gostoso e dizia sogro foda me começou me foder muito levantou a perna fodia tirava o pau volta enfiar e comecei vir que nem vaca gemia muito e vinha outra je estava exuasta e tira me manda meter de quatro e começa enfiar no cu e coma cu meu sogro cê começou foder tanto comeicei sentir pulsar dentro de mim a vir se e vim com ele muito ele tira pau diz a levante Cristina e vem a casa de banho e eu fui abrir cambine de duche e ele ajoelha. Chupa me a pau ele tira pau boca manda abrir boca e começou mijar na boca deu banho de mijou ele engole puta eu senti líquido quente desce pela a garganta   ele ria se só dizia és mesmo puta nora parou mijar adeus nora voltou para trás outra vez a mandou abrir cuspia me na boca foi se embora eu tomei banho vesti me quando eles chegaram estava eu na sala minha sogra o teu sogro aqui almoçamos fomos a passear tarde e este foi primeiro dia férias .com real Cristinaputacasada bjs

COMI A BUCETINHA E O CUZINHO DA MINHA SOGRA

PARA OS GENROS PUTOS QUE FICAM LOUCOS PARA FUDER A SOGRA E OS SOGROS COM MULHERES GOSTOSAS ,AQUI VAI MEU RELATO DO QUE ACONTECE COMIGO , SOU O EVERTON 24 ANOS CASADO COM A DAIANE DE 23 ANOS , UMA BRANQUINHA DE 1,70 60 KG MUITO GOSTOSA , PEITÕES E UM RABO MÉDIO , MAS O QUE EU TENHO DE ESPECIAL , MINHA SOGRA A SILVANA DE 43 ANOS MORENA JAMBO , 1,67M 60 KG , PEITOS PEQUENOS E UM RABO MARAVILHOSO , AS COXAS DELA SÃO DELICIOSAS , BEM MEU SOGRO É BRANCO 48 ANOS , GOSTA DE FESTEJAR , NESTE NATAL ELE VEIO PRA MINHA CASA E FICOU ATÉ DIA 02 , BEM CONVIVER COM UMA MULHER DELICIOSA COMO MINHA SOGRA É DIFICIL MESMO , EU SEMPRE TIVE INTIMIDADE COM ELA , MAS FICAR DIAS COM ELA ESTA FOI A PRIMEIRA VEZ MESMO , LEVANTAR E VER ELA DE SHORTINHO , AS COXAS ROLIÇAS A MOSTRA , NOSSA , BOM COMECEI A DAR UMAS CANTADINHAS DISFARÇADAS , MAS ELA ENTENDEU E DAVA UMA RISADINHA E FALAVA TOM ! , EU FUI DEVAGARINHO MINANDO ELA , EU SAI QUANDO VOLTEI ELA DISSE QUE MEU SOGRO SAIU COM MEU PAI PARA COMPRAR UNS MANTIMENTOS E MINHA ESPOSA HAVIA SAIDO JUNTOS , MINHA SOGRA ESTAVA DE SHORT COLADO , SHORT SOCIAL E BABY LOOK , ELA ESTAVA NO FOGÃO EU ENCOSTEI NO TRASEIRO DELA , ELA DISSE TOM , EU BEIJEI O PESCOÇO DELA , ELA FALOU TÁ DOIDO MESMO , EU DISSE PELA SENHORA , ELA QUE SENHORA MENINO , EU DISSE POR VC MINHA DELICIOSA SOGRA , ELA DISSE OLHA ISSO NÃO ESTÁ CERTO VIU , MAS EU JUNTEI ELA DE FRENTE , ELA LEVOU A CABEÇA PARA TRÁS E OLHANDO NOS MEUS OLHOS DISSE ALIÁS O QUE VC ESTTÁ QUERENDO , EU DISSE QUERO VC , EU SOU LOUCO POR VC , EU SENTIA OS PEITINHOS MEIO QUE AFASTADOS DE MIM , TENTAVA TRAZER A BOCA DELA NA MINHA MAS ELA RESISTIU , MEU PAU ENCOSTADO NA BUCETINHA DA MINHA SOGRA DURO PRA PORRA , ELA SENTIA E DISSE TARADO , CONSEGUI DAR UM BEIJO NA BOCA DELA , ELA SE DERRETEU AOS BEIJOS COMIGO , QUE DELICIA BEIJEI MUITO ELA E PASSEI AS MÃOS NO RABO DELICIOSO DELA , ELA MASSAGEAVA MINHA VARA , NOSSA CARA MINHA SOGRA DESABOTOOU MINHA CALÇA TIROU MEU CACETE PRA FORA AI NA COZINHA , PUXOU A CADEIRA E MAMOU , ELA ESTAVA MAMANDO , QUANDO OUVIMOS O BARULHO DO CARRO DO MEU SOGRO CHEGAR , GUARDEI O PAU E FUI PRA SALA , ELES CHEGARAM ELA NO FOGÃO E EU JÁ ESTAVA NO QUARTO TIRANDO A ROUPA FALEI ACABEI DE CHEGAR AMOR , MINHA SOGRA DISSE PRO MEU SOGRO O TOM CHEGOU AGORINHA , ALMOÇAMOS NOS DIVERTIMOS , ASSIM QUE DAVA UMA FOLGUINHA A GENTE SE RELAVA , BEIJAVA RÁPIDO , EU ENCOXAVA TUDO RAPIDINHO , NÃO CONSEGUI FUDER MINHA SOGRA ENTRE OS DIAS DE FESTAS , O TESÃO SÓ AUMENTOU , NO DIA 03 PASSEI SOZINHO NA CASA DO MEU SOGRO POIS SABIA QUE ELE HAVIA IDO TRABALHAR , MINHA SOGRA ESTAVA SOZINHA , ELA ME CONVIDOU PARA ENTRAR , EU ENTREI PERGUNTEI , A TESUDA ESTAVA DE VESTIDINHO , CURTINHO E SOLTINHO , TOMADA BANHO CHEIROSA , PERGUNTEI SE ELA ESTAVA SOZINHA , ELA DISSE QUE SIM , JUNTEI ELA NOS MEUS BRAÇOS BEIJEI APAIXONADO , ELA SE ENTREGOU , EU TATEAVA O RABO DELA , O FIOZINHO ENTERRADO NO CUZINHO , ARRANQUEI O VESTIDINHO DE BAIXO PRA CIMA , ALI NA COZINHA MESMO , ELA SEM SUTIEN , OS PEITINHOS NÃO DÃO NEM A METADE DOS DA MINHA ESPOSA , PEQUENINOS , MAMEI OS DOIS , A BUCETINHA DENTRO DA CALCINHA , ENFIEI A MÃO SENTI ELA DEPILADINHA , MOLHADINHA , MOLHOU MEUS DEDOS EU LEVEI NO NARIZ , O CHEIRO DE BUCETA DELICIOSO , ELA DE PÉ EU FUI DESCENDO LAMBENDO A BARRIGA , CHEGUEI NA BUCETINHA , LAMBI PELA LATERAL DA CALCINHA OS LADOS ELA GEMENDO , PASSEI A LINGUA NA BUCETA POR CIMA DA CALCINHA SENTI O CHEIRO DA XOXOTA , FUI VIRANDO ELA ATÉ DEIXAR ELA DE COSTAS PRA MIM E FIQUEI MARAVILHADO COM O RABO MORENO , A CALCINHA ENTERRADA , AH E DE COR PRETA , O CUZINHO MORDIA O FIO , BEIJEI , LAMBI , MORDI A BUNDONA DELA ELA SE DERRETENDO , MAS ELA DISSE VAMOS MA CAMA , EU FUI E LÁ ELA ME DESPIU , MEU CACETE SOFREU MA BOCA DA MINHA SOGRA ELA MAMAVA AS VEZES ELA MORDIA A CABEÇA EU RECLAMAVA E ELA FALAVA NÃO RECLAMA , MAMOU MINHAS DUAS BOLAS , COMO NUNCA NINGUÉM MAMOU , MEU CACETE BABAVA E ELA DIZIA HUMMM, QUE BABINHA DELICIOSA , ELA TIROU A CALCINHA , PORRA A BUCETINHA LISINHA LINDA , EU DEITADO ELA EM PÉ ELA FAZIA AGACHAMENTO E LEVAVA A BUCETA NA MINHA BOCA , EU LAMBIA , ELA SUBIA , DESCIA EU CHUPAVA O GRELO ELA SUBIA , ELA DESCIA COM O CUZINHO NA MINHA BOCA , EU LAMBIA E COLOCAVA A LINGUA DENTRO , ELA SUSPIRAVA , DEU UMA RÉ E VEIO SE ABAIXANDO COM A BUCETINHA RUMO A MINHA VARA , SENTOU DEVAGARINHO , MEU PAU FOI ENTRANDO E EU ASSISTINDO , ELA TEM UMA FORÇA NAS PERNAS , PORRA ME DEIXOU LOUCO EU VENDO MEU PAU ENTRAR E SAIR DA BUCETINHA DA MINHA SOGRA ELA GEMENDO , CARA SENTI O SUOR DELA PINGANDO EM MIM , FOI ME DANDO MAIS TESÃO , MINHA SOGRA GEMENDO E FALANDO AGORA , AGORA E SENTOU NO MEU PAU GOZOU QUE SENTI A BUCETINHA DELA PISCAR E O CUZINHO COLADO EM MIM PISCANDO TAMBÉM , EU TRATEI DE FUDER MAIS UM POUQUINHO E ENCHER A BUCETINHA DELA DE PORRA , ELA CORREU PRO BANHEIRO , RAPIDINHO ESTAVA DE VESTIDINHO , ME PASSEI RAPIDINHO NA ÁGUA E SENTAMOS PARA TOMAR UM CAFÉ , EU HAVIA PEGO UM SAQUINHO DE GEL NO QUARTO DELA COLOCADO NO BOLSO , TOMEI CAFÉ COM ELA , QUASE NA HORA DE IR EMBORA MEU TESÃO ESTAVA ME MATANDO DE VONTADE DE COMER O CUZINHO DELA , EU JUNTANDO ELA NOS BEIJOS E ABRAÇOS ELA ME BEIJANDO O PESCOÇO E MEU PEITO EU DISSE QUERO COMER SEU CUZINHO , ELA SEU SAFADO , CARA VIREI MINHA SOGRA DE COSTAS , ELA COLOCOU AS MÃOS NA MESA , EU TIREI O CACETE PELA PERNA DO SHORT , PASSEI GEL NO PAU E NO CUZINHO DELA E PENETREI O ANÉLZINHO DELA , QUE DELICIOSO , ELA GEMIA E FALAVA , TÁ COMENDO O CUZINHO DA SUA SOGRINHA TÁ , PORRA QUE LOUCURA , A SAFADA FALANDO SE MINHA FILHA TE PEGA VC VAI VER SAFADO , ELA LEVAVA A BUNDA PRA FRENTE E SOCAVA PRA TRÁS QUE ENTRAVA ATÉ O PÉ , QUANDO ELA DISSE SE SEU SGRO TE PEGA COMENDO MEU CUZINHO HUMMM , AI EU GOZEI , ENCHI O CUZINHO DELA DE PORRA , ASSIM É DEMAIS , CURTE O RABINHO DELA AI, LEIA MEUS CONTOS , VOTE NOS CONTOS , COMENTE OS CONTOS .

SAUDADES…

DIAS DESSES FUI VISITAR A EMPRESA QUE MINHA NOIVA TRABALHA PARA APRESENTAR NOVA PROPOSTA DE SEGURANÇA EM SOFTWARE SENDO RECEPCIONADO POR UMA DAS SECRETARIAS QUE ME SERVINDO ÁGUA E CAFÉ ME ENCAMINHOU PARA A SALA DE REUNIÃO ONDE ENCONTREI OUTROS CONCORRENTES E ALGUNS DIRETORES E ME ENTURMANDO OUVIA ATENTAMENTE ELES CONVERSANDO SOBRE SEUS SERVIÇOS ATÉ COMEÇAREM FALAR DAS MULHERES DA EMPRESA COM UM DELES PARECENDO SER VIADO DANDO O DOSSIÊ DE CADA UMA DEMONSTRANDO CONHECER MUITO BEM TODAS ELAS E ASSIM QUE MINHA NOIVA APARECEU NO SAGUÃO ACOMPANHADA POR OUTROS DIRETORES CONVERSANDO COM OUTROS FUNCIONÁRIOS QUANDO UM SENHOR COMENTOU O QUANTO ERA LINDA E GOSTOSA AFIRMANDO O QUE FARIA COM ELA SE CONSEGUISSE LEVAR ELA PARA CAMA O BICHINHA FALOU QUE CALASSE A BOCA PORQUE AQUELA VADIA ERA COMIDA DO CHEFÃO ME DEIXANDO NO MINIMO CURIOSO COM AQUELA AFIRMAÇÃO E CHAMANDO ELE DE CANTO CONFIRMOU QUE O SENHOR RUBENS FAZ O QUE QUER COM ELA PARECENDO SER SEU DONO CONTANDO QUE CERTA VEZ MANDOU ELA VIR TRABALHAR DE MINI SAIA SEM CALCINHA SENDO ATENDIDO PRONTAMENTE E ISSO FOI A ALEGRIA DA GALERA POREM QUANDO IA ME CONTAR MAIS COISAS ELES CHEGARAM ANUNCIANDO O COMEÇO DA REUNIÃO COM MINHA NOIVA ME OLHANDO ASSUSTADA DANDO PARA VER MEDO EM SEU OLHAR AO ME VER CONVERSANDO COM O RAPAZ. DURANTE A REUNIÃO NEM OUVIA O QUE OS CONCORRENTES FALAVAM E NA MINHA VEZ DENUNCIEI A PROTEÇÃO QUE ALGUNS DIRETORES TINHAM EM DEFENDER ALGUMAS EMPRESAS E ENCARANDO SEU RUBENS E MINHA NOIVA SENTADA AO SEU LADO DANDO PARA VER ELA INCOMODADA QUANDO AQUELE SENHOR QUE TINHA IDADE PARA SER NOSSO PAI ABRAÇAVA ELA OU COLOCAVA A MÃO EM SUA PERNA DEMONSTRANDO MUITA INTIMIDADE COM TODA CALMA DO MUNDO APRESENTEI O PROJETO QUE MODÉSTIA A PARTE ERA O MELHOR DE TODOS ALI APRESENTADOS DEIXANDO O SENHOR APREENSIVO QUANDO FALEI QUE ESTAVA ALI COMO PROFISSIONAL QUE SOU DEIXANDO ELE E ALGUNS SEM GRAÇA QUANDO FALEI QUEM ERA CONTANDO QUE CONHECI MINHA NOIVA NA ADOLESCÊNCIA E ENTRE IDAS E VINDAS FAZIAM ONZE ANOS DE RELACIONAMENTO E QUE QUANDO ME FALOU DO PROJETO ENTREI NA CONCORRÊNCIA PELOS TRAMITES LEGAIS E NÃO POR INDICAÇÃO E DESLIGANDO O GRÁFICO FALEI QUE ESTAVA SAINDO DA CONCORRÊNCIA INDO EMBORA DALI NÃO DANDO A MINIMA PARA A NOIVA QUE FAZIA DE TUDO PARA EVITAR QUE SAÍSSE ALEGANDO NÃO SER NADA DAQUILO. NAQUELA MESMA NOITE ELA CHEGOU EM CASA VINDO PARA CIMA DE MIM NÃO ME DEIXANDO ESCAPAR E COMO CASTIGO RESOLVI FAZER AMOR COM A VADIA PELA ULTIMA VEZ AMANDO A COMO NUNCA AMEI NINGUÉM E JÁ COM O DIA AMANHECENDO ELA APAGOU DE CANSAÇO ALEGANDO ESTAR EXTASIADA JURANDO ME MARA PARA SEMPRE AGRADECENDO PELA NOITE DE AMOR MARAVILHOSA E ME ARRUMANDO PARA IR EMBORA RESOLVI DAR UMA OLHADA EM SEU CELULAR FICANDO INDIGNADO AO VER MINHA NOIVA AQUELA MENINA DOCE E INGENUA DE SAINHA PRETA DEIXANDO AS POLPAS DA BUNDA DE FORA CAMINHANDO PELO ESTACIONAMENTO DA EMPRESA FAZENDO O QUE O CARA QUE FILMAVA MANDAVA, PROVAVELMENTE O SENHOR RUBENS E PASSANDO PELO REFEITÓRIO DEIXANDO ALGUNS PEÕES POR ALI OURIÇADOS MAIS AINDA QUANDO MANDOU ELA ABAIXAR PARA AMARRAR A SANDÁLIA SEM DOBRAR AS PERNAS DEIXANDO TODOS VEREM SUA BOCETA VISIVELMENTE MOLHADA E DESOBEDECENDO ELE CORREU PARA A SALA COM ELE CHEGANDO A SEGUIR DANDO PARA OUVI OS CHINGOS QUE ELE DAVA NELA QUE SE AGARRANDO NELE DESLIGOU O CELULAR DANDO PARA OUVI OS ESTALOS DOS BEIJOS COM ELA PEDINDO PERDÃO AVISANDO QUE ESTAVA ENVERGONHADA PEDINDO QUE NUNCA MAIS FIZESSE ISSO COM ELA. EM OUTRO VÍDEO ELA CAMINHAVA PELA RUA PRÓXIMO DALI COM UM SHORTINHO PRETO COM O CARA BRIGANDO QUANDO O SHORTINHO DESCIA MOSTRANDO SUA CALCINHA FIO DENTAL ENTERRADO NA DELICIOSA BUNDA VEZ OU OUTRA ELA VIRAVA PARA ELE MOSTRANDO A LÍNGUA JOGANDO BEIJOS E ABAIXANDO O TOP MOSTRANDO OS SEIOS DURINHOS COM OS MAMILOS ERETOS E QUANDO ENTROU NAQUELE BAR PARA COMPRAR ÁGUA SORRIA PARA OS MARMANJOS DE PLANTÃO EMPURRANDO UM DELES QUANDO PASSOU A MÃO EM SUA BUNDA E SAINDO DALI CAMINHOU ALGUNS METROS E PARANDO AO LADO DE UM CARRO TIROU A ROUPA SE RECUSANDO A TIRAR A CALCINHA E ENTRANDO NO CARRO NÃO DEU PARA VER MAIS PORQUE O FILHO DA PUTA DESLIGOU O CELULAR PROVAVELMENTE PARA APROVEITAR DAQUELE CORPO MARAVILHOSO QUE PENSAVA SER SÓ MEU. EM OUTRO VÍDEO ELA CAMINHAVA NA FRENTE DO CARRO REBOLANDO MAIS QUE O NORMAL TENDO A BUNDA MAIS ARREBITADA PELO SALTO ALTO DEIXANDO O VESTIDO SUBIR VEZ OU OUTRA ATÉ O MEIO DA BUNDA E QUANDO ABAIXAVA ATÉ EU FICAVA ENVERGONHADO AO OUVI O VELHO XINGANDO ELA E NUMA DESSAS ELA COM OS CABELOS ESCONDENDO A FACE TIROU TODO O VESTIDO DANDO PARA OUVI AS BUZINAS E ALVOROÇO DOS TARADOS DE PLANTÃO E ARRANCANDO COM O CARRO O SENHOR PEGOU SEU VESTIDO INDO EMBORA, PENA NÃO DAR PARA SABER O DESFECHO QUE AQUILO LEVOU. SENTIA O CACETE DURO COMO FERRO E SELECIONANDO O ARQUIVO MANDEI PARA MEU CELULAR DANDO ELE PARA A VADIA CHUPAR GOZANDO RÁPIDO EM SUA BOCA POR ESTAR TENDO UMA ESTRANHA EXCITAÇÃO ATÉ TENCIONAVA METER MAIS UM POUQUINHO PENSANDO EM COMER LHE O CU COISA QUE NÃO GOSTA PORQUE RECLAMA QUE MACHUCO ELA POR SER MUITO GRANDE E DEITANDO AO SEU LADO NÃO PUDE DEIXAR DE VER UM VÍDEO ONDE ELA MAMAVA COMO BEZERRA O CACETE DE UM RAPAZ NEGRO DE UM JEITO QUE ME DEIXOU ENCIUMADO E DE PICA DURA TAMANHA MAESTRIA E DEDICAÇÃO COMO NUNCA ME CHUPOU NA VIDA E LARGANDO O CACETE SENTOU NO CACETE DE RUBENS QUE SE INTITULAVA SEU DONO PULANDO FEITO LOUCA NAQUELE CACETE QUASE DO MESMO TAMANHO QUE O MEU POREM MAIS GROSSO E CABEÇUDO POREM QUANDO O NEGRO BEIJOU SUA NUCA SE AJEITANDO ATRAS DELA DEU PARA VER PAVOR EM SEUS OLHOS E QUANDO O NEGRO ESFREGOU O CACETE EM SUA BUNDA SENDO INÚTIL TENTAR FUGIR E NUM ESCÂNDALO QUE DEU MEDO NÃO ME DEIXANDO SABER SE ERA DE DOR OU PRAZER TEVE UM ORGASMO COMO NUNCA VI NA VIDA ENQUANTO O NEGRO METIA SEM DÓ EM SUA BUNDA COM O RUBENS MAMANDO SEUS SEIOS ENQUANTO ABRIA SUA BUNDA PARA O NEGRO ENTRAR CADA VEZ MAIS FUNDO EM SEU CU ATÉ URRAR SAINDO DELA QUE CAIU AO LADO DE RUBENS COM ELES RINDO AO VER O CACETE DO NEGRO SUJO DE SANGUE E FEZES E DANDO TAPAS EM SUA BUNDA FEZ ELA LEVANTAR COM DIFICULDADE INDO PARA O BANHEIRO ENQUANTO RUBENS AJUDAVA O NEGRO A TIRAR O PRESERVATIVO PARA MAMAR COM GOSTO SEU CACETE DEIXANDO ELE LIMPO E MEIO DURO NOVAMENTE E QUANDO A NOIVA VOLTOU SE JUNTOU A ELES DIVIDINDO O CACETE DO NEGRO COM SEU AMANTE. OLHANDO PARA MINHA NOIVA SENTIA O CORAÇÃO DOER TAMANHO CIUMES JÁ COM SAUDADES DAQUELA QUE TANTO AMEI NA VIDA E ANTES DE SAIR MANDEI MENSAGEM PARA RUBENS PEDINDO QUE MANDASSE AQUELES VIDEOS PARA MEUS SOGROS MENTINDO SER AMIGAS DEIXANDO ELE OURIÇADO COM CERTEZA QUANDO MENTI FALANDO QUE ELAS QUERIAM TER ELE COMO DONO DELAS TAMBÉM E DESCOBRINDO O TELEFONE DE VILMA ESPOSA DE RUBENS UMA MORENA LINDA E GOSTOSA APESAR DE CINQUENTONA MANDEI O ARQUIVO PARA ELA AFIRMANDO QUE ELE ERA MEU E DESLIGANDO PEGUEI MINHAS COISAS E ESSA FOI A ULTIMA VEZ QUE TIVE CONTATO DE MINHA NOIVA PORQUE QUANDO MINHA FIRMA GANHOU A CONCORRÊNCIA MANDEI MEU SÓCIO ASSUMIR O CONTRATO E PELO QUE SOUBE NEM ELA E SEU RUBENS FAZIAM MAIS PARTE DA EMPRESA. QUANDO A MIM RESOLVI PEGAR TODAS E NÃO ASSUMIR NENHUM RELACIONAMENTO SERIO COM ALGUÉM POR ESTAR SOFRENDO DEMAIS POR PERDER A MULHER DE MINHA VIDA.                                

CORNEADO PELO MEU CUNHADO

Sempre que posso acesso a net à procura de contos eróticos. Esse hábito vem de longa data, mesmo até de revistas pornôs com histórias.Relatos eróticos me excitam muito, mas confesso que a maioria dos contos são excessivamente fantasiosos, não sei dizer se isso é bom ou ruim para os narradores, sei dizer que o que passo a narrar daqui para baixo é real e me deixa com um tesão louco. Acho que também ficarão, se tiverem paciencia para chegar ao final!Conheci minha esposa aos seus 18 anos, namoramos dois anos e nos casamos, não temos filhos por opção. Ela é morena, linda, tem pernas grossas e bem torneadas,bumbum ajeitadinho, cabelos longos e os peitinhos em pé, quando nos conhecemos eu sabia que ela não era virgem, mas confesso não saber que a gostosa era tão rodadinha como descobri ser.Ela tem uma irmã mais velha que também é casada, atualmente moramos na mesma cidade, meus sogros são separados, desde os treze a quatorze anos de minha esposa. Somos todos grandes amigos, minha esposa, meu cunhado, minha cunhada e eu.Somos bem estabilizados, meu cunhado, principalmente. Como é profissional liberal, tem horário flexivel, pratica várias modalidades de esportes tem corpo bem sarado, firme e musculoso, minha cunhada não é diferente, e também é bem gostosa.Desde que conhecí minha esposa, mostrei ser o mais liberal possivel e a gente sempre conversou de tudo sobre o sexo.Mas havia algo que me incomodava era uma necessidade, uma obsessão em saber como minha esposa foi iniciada no sexo e por quem.Vez por outra contava a ela um fato com uma ex-namorada ou com uma menina ou outra mas ela nunca se abria.Vez por outra em nossas transas sempre perguntava se era assim que ela tinha “perdido o cabaço”, se ela gostou da primeira vez, perguntas do tipo “foi assim que ele estourou seu cabacinho…, foi? Tava gostoso…tava? ele pôs tudo…?e assim por diante e à medida que ela ia respondendo afirmativamente meu tesão ia aumentando até explodir em orgasmos que me faziam perder os sentidos.Com tempo e paciencia, fi-la confessar como tinha rolado a primeira vez e percebí que ela foi bem sincera, disse que não tinha rolado aquela coisa de paixão nem nada, mas que tinha sido muito boa a primeira vez, que o cara foi muito carinhoso, que rolou num clima legal e que ela gozou gostoso, já na primeira transa, que não sentiu quase nada de dor quanto as amigas mais velhas sentiram, e que a dor que ela sentiu foi “uma dor muito gostosa”,devagar fui convencendo-a e ela cada vez mais se abrindo, mas nunca dizia quem fora o felizardo.Ao passo que o relacionamento familiar ia acontecendo eu percebia a afinidade que minha esposa tinha com nosso cunhado, o marido da irmã, vez por outra e na frente de todos, ela passava a mão acariciando o peito cabeludo dele, falava coisas do tipo “nossa suas pernas estão lindas…” e outras coisas que me incomodavam, mas como tudo acontecia abertamente era evidente que não havia malícia. Passei então a abordar o assunto mais abertamente, e ela ia aos poucos se entregando, disse a idade que tinha quando rolou a primeira vez, e repetia incansavelmente a mesma historia e eu comecei a perguntar descaradamente quem era o cara, ela desconversava mas nas transas eu a incentivava a dizer o nome dele ela me olhava fixamente, acariciava meu peito(pelado pois não tenho cabelos pelo corpo) dizia que me amava, eu continuavamos a transa com as mesma perguntas “você gostou de perder o cabaço…? gostou? “ele te encheu de porra…, foi”? “E o cuzinho, ele tambem comeu”…? ela respondia, perdendo o fôlego palavras fechadas do tipo: “gostei, gostei muito”, “não ele gozou fora… me lambuzou toda de porra”, “comeu… ele enrabou sua esposinha… vc gosta que eu diga que ele me enrabou?” e assim iam nossas transas e cada vez mais quando tocava no assunto meu tesão aumentava e da para perceber que o   dela também.Minha ansiedade não era pequena, nem mera curiosidade, eu ficava imaginando aquela potranquinha levando ferro de outro homem e aquilo me deixava doido de tesão.Um domingo de manhã, na cama, depois de mais uma transa deliciosa com todos os apetrechos verbais de costume, ela me olhou e me perguntou se realmente era importante saber quem era o cara, se aquilo era somente uma tara minha ou o que estava acontecendo.Disse que a amava, mas que sentia um tesão sem tamanho em imaginar ela transando com outro homem, perdendo a virgindade, principalmente se a primeira vez foi tão boa como ela dizia. Ela me olhou profundamente, disse que não queria atrapalhar a vida de ninguém, que era feliz ao meu lado, que me amava e que o que havia acontecido era coisa o passado, eu insisti, ela tentou sair pela tangente, mas não deixei, disse que já que tinha começado que deveria falar, ela me abraçou, disse que tinha medo de me perder e de prejudicar outras pessoas, achava que se contasse nossas vidas nunca mais seriam as mesmas, fui acalmando ela e fiquei na expectativa, ela estava nervosa, tensa, a beijei e disse que não importava quem fosse nunca a puniria por isso, mas que a idéia me dava muito tesão. Ela me olhou fixamente por alguns segundos, respirou fundo e disse: “Foi com o Dú.”, me assustei e perguntei: “quem?” ela repetiu “foi com o Dú.”Fiquei perplexo, sem rumo.Era meu cunhado, o marido da irmã dela, entendi o por que da amizade deles. Confesso que nunca imaginei.Ela me olhou temerosa e perguntou se eu estava bravo, fiquei meio perdido do espaço até espairecer do choque, dei um sorriso maroto e respondi francamente: “claro que não”, mas como? Onde? Quando? Me conta tudo! então ela me explicou o restante da história: quando os pais dela (meus sogros) estavam se separando, ela morou uns tempos na casa deles, nesta ocasião ela tinha quatorze anos e a irmã estava casada há seis meses, com a convivência e as insunações dele, ela acabou por sentir-se atraída por ele, sendo ele um típico garanhão (e até hoje ele é) com o tempo foi fatal.Numa quarta-feira à tarde, ambos estavam sozinhos em casa, fizeram uma brincadeira na sala, ele a agarrou e ela não conseguiu se conter e se entregou de corpo e alma., “fiquei molhadinha, só de sentir suas mãos me deslizando…” e sapeca como ela era (e ainda é) não deu outra. Foi na sala mesmo, sobre o carpete, em frente à TV, e ficaram a tarde inteira transando, ficaram assim por alguns meses, transando “quando dava”, até ele ficou alguns dias de folga e eles ficaram juntos na casa, ela me contou que parecia uma lua-de-mel, transavam o dia inteiro, à tarde, quando a irmã dela chegava do trabalho, ela estava toda dolorida, contou também no inverno assim que a irmã saia para trabalhar, um ia para a cama do outro e num desses dias ela acabou enrabando-a, tiveram este relacionamento por mais ou menos um ano.A sensação que eu senti é indescritivel, imaginei na hora minha esposinha sendo devorada pelo meu cunhado, ela gozando e ele gozando nela…. Alguns dias se passaram e a idéia de vê-la dando pra ele me tirava o sono, tornou-se uma obsessão, comentava com ela, cheguei mesmo a estimulá-la, deixando-os vez por outra sozinhos em casa, saindo para um compromisso “de última hora”, quando voltava, perguntava a ela se tinha rolado alguma coisa, algum amasso ou algo assim, mas a resposta era sempre a mesma “não tenho, não quero nada com ele, toma juizo seu imbecil!”.Numa noite quando nos preparávamos para sair (nós quatro) dei-lhe uma direta dizendo “hoje vamos ver o homem que te inaugurou, quero ver se quando voltarmos você estará ardendo de tesão”, foi um basta. Ela me olhou séria e firme, fria, decidida, e disse “você é louco, acha mesmo que voltarei a transar com ele? Foi um erro! Ele é marido da minha irmã, transamos algumas vezes e digo até que ficamos juntos um tempo, mas acabou, eu era uma criança e ele um sedutor, já falei que não vou estragar a nossa vida nem as deles”, eu retruquei “sei de tudo isso, mas você adorou transar com ele, você mesma diz isso, não sou um ciumento idiota, só acho q
ue você ainda tem tesão por ele, vá em frente e delicie-se, pois se eu tiver oportunidade com uma mulher bonita e que eu tenha tesão não pense que vou ficar só na vontade”, ela me olhou, foi um olhar meio desmerecedor, e disse “você é um corno mesmo! Já ví que não tem jeito, está doidinho pra me ver dando pra ele, não é? Morre de vontade de me ver sendo comida por outro homem, principalmente um que tem o pau maior que o seu. Se é assim que você quer, seu corno, assim será, mas não vai dizer depois que eu não avisei”. Fiquei meio sem graça e ao mesmo tempo uma sensação gostosa me bateu. Saímos, dançamos e nos divertimos bastante, não notei nada de diferente entre eles, muito menos nele, alguns dias se passaram e nada aconteceu.Numa quinta-feira logo após o almoço minha esposa me ligou, perguntou mesmo se era isso que eu queria, me surpreendi com a ligação, tentei não responder e acabei me embaraçando, depois afirmei que era isso mesmo, queria que ela transasse com ele, queria que ele a virasse aos aveços, queria vê-la feliz, mas impus uma única condição:queria assistir tudo! Ela pensou um pouco e disse que já me ligaria novamente, meia hora depois o celular tocou, ela era novamente, dizendo que meu cunhado iria em casa por volta das quatro e meia da tarde (evidente que ele não sabia de nada) e que ela pediu para que ele fosse lá, alegando querer conversar com ele um assunto importante. Me bateu uma puta insegurança do caralho, é bem verdade que andava cozido na punheta imaginando os dois transarem, mas vai que ela comece realmente a se envolver com ele.Peguei o celular, cheguei a digitar o número de casa, mas acabei desistindo, o tesão falou mais alto. Disse à minha chefe que tinha um compromisso no cartório e que somente eu poderia resolver, por isso teria que ir mais cedo embora, ela me dispensou logo, peguei o carro e fui para casa, deixei-o duas quadras de casa, um local onde meu cunhado não usava transitar, cheguei, minha esposa me olhou com um jeitinho sacana, me beijou e disse “é hoje hein? Está preparado para levar chifre? Não mudou de idéia não, né?” beijei-a demoradamente e disse que não, que queria vê-la transando com ele, tomei uma ducha rápida, pedi a ela para ligar a música e manter as luzes acesas.Naquele quarto a cama ficava com o lado dos pés voltados para o closed, assim poderia assistir a tudo e realizar minha maior fantasia, uma fantasia que me tirou totalmente o juizo. No closed também havia uns apetrechos sexuais que compramos para brincadeiras a dois, penis artificial (claro), dois lubrificantes (eu vivia querendo enrabá-la mas ela nunca deixou), uns cremes eróticos e camisinhas.Ele chegou no horario marcado, ela estava com um vestidinho preto, de alças, sem sutiã nem calcinha, o vestido mostrava suas coxas, na verdade reparei que ela ficava mais sexy com ele do que com qualquer outra roupa, pois o danado era provocante, não ouvi o que rolou na sala, mas ela logo o levou para o quarto, começou a se insinuar, dizendo estar morrendo de saudades, que estava muito carente e que precisava muito dele, que não conseguia esquecer as transas e os orgasmos que teve com ele, que nunca mais sentiu tanto prazer. Ele tentava mantê-la afastada, dizendo que era assunto passado, disse que não podia fazer isso pois éramos amigos (não é que o safado me considerava como amigo mesmo), mas ela o abraçava e envolvia, se esfregava nele, uma sensação gostosa foi quando ele cedeu e eles se beijaram. Neste momento ví que ia rolar, ele perguntou o horário que eu ia chegar e ela logo disse que hoje seria bem mais tarde e que teriam todo o tempo que prescisavam, ela soltou a gravata, o paletó, a camisa, depois colocou novamente a gravata puxando-o contra ela e beijaram-se novamente, soltou o cinto e foi despindo ele aos poucos, deixando-o só de gravata. O pau dele estava duro, eu podia ver tudo, realmente o pau dele é maior que o meu, bem maior. Ela foi descendo, descendo até encontrar o pau dele e começou o chupá-lo, acariciava o saco, punhetava ele e tentava enfiar o mastro dele pela garganta abaixo mas não conseguia. Me senti assistindo um filme pornô, só que em casa e ao vivo e a estrela era minha mulher. Ele a ergueu, beijaram-se ela sentou na cama e ele em pé, a mais ou menos dois metros de distância de onde eu estava sentado, minha mulher chupa bem, acariciava ele inteiro, bateu uma espanhola pra ele, mas como seus peitinhos são pequenos não conseguia, esfregou a cabeça do pau dele nos bicos dos seios e continuou chupando e acariciando o caralho dele até que ele não se aguentou, gozou igual a um cavalo, lotou ela de porra, o rosto, o canto dos lábios, o queixo, a porra pingou nos peitinhos dela, e enquanto ele jorrava porra nela ela acariciava o saco dele, dizendo frases quentes do tipo:”goza na sua cunhada, enche ela de porra como você fazia antes, enche? Você gosta de comer sua putinha, minha irmã tem bom gosto e por isso vou dividir seu pau com ela…” eu estava totalmente louco, meu pau chegava a doer de tão duro, ele gozou na boca de minha esposa, ela lambia os lábios para provocá-lo ainda mais, aí ela pediu para que ele fosse no banheiro tomar uma ducha pois ela ainda não tinha gozado.Enquanto ele estava na ducha ela entrou no closed, me olhou de um jeito que acho que nunca vou esquecer, com o rosto e os peitos gozados dele e disse “gostou de ver aquele machão se desmanchando na boca de sua mulherzinha? Gostou? Olha quanta porra, é disso eu gosto! Viu o tamanho do pau dele? Tá gostando de ver sua mulherzinha transando com outro né? seu corninho! Olha a porra dele… me beija, quero que você também experimente a porra de um homem de verdade, do cara que estorou meu cabacinho” aquela situação me fez perder a cabeça e comecei a beijar minha esposa, engolindo a porra do meu cunhado também, ela me mostrava com o dedo onde tinha e eu ia e lambia tudo… eu ainda não tinha gozado nem ela, mas sentí um tesão que nunca sentí na minha vida.Minha boca também estava com cheiro e gosto de porra e naquele momento achei o melhor sabor do mundo, tentei penetrá-la rapidamente, pois sabia que do jeito que eu estava, gozaria com tres ou quatro bombadas, mas ela tirou da reta e disse “hoje você não come não, corninho, hoje quem come é seu cunhado, não era isso que você queria…?vai ficar só na vontade. Agora você vai ver uma trepada que você nunca vai conseguir na sua vida, mas se você quiser, corninho, peço pra ele te comer também… quer?Eu estava doido de tudo, confesso que senti um coisa até meu rabinho, meu cunhado então saiu do chuveiro e minha esposa voltou para o quarto.Assim que ele chegou ela foi, mordeu o “muque” dele, beijou o peito cabeludo, e foi descento até encontrar o caralho novamente, chupou até ele ficar no ponto de novo, empurrou meu cunhado pra cama e ofereceu aquela grutinha ensopada pra ele chupar, num sessenta e nove maravilhoso, eu via ambos se chupando, ela tentava engolir a pica dele e ele brincava com o clitóris dela, esfregava o dedo no cuzinho, depois enfiava o dedo na buceta dela, lubrificava novamente o dedo e voltava a brincar com o clitóris e com o cuzinho, forçando a entrada, ela se levantou, começou a rebolar forte na boca dele, quase sufocando meu cunhado, ela diz palavras desconexas, como “tá vindo… eu vou… ai que bom… não aguento segurar mais… chupa mais forte que eu tô indo… “ e gemia igual a uma doida, gozou forte, quase sufocando meu cunhadinho que estava embaixo dela… se soltou dele e deitou-se de costas…recuperando a energia, beijando ele. Ele continuou acariciando ela, chupava os peitos dela que parecia querer engolí-los, passava a lingua pela barriga e num minuto ela estava “fogueta” novamente, ela se virou e disse “me pega agora… me come porque senão vou ter um ataque… me fode como você me fodia antes… fode sua cunhada putinha, esposa do corninho… fode… enfia este caralho gostoso em mim… me faz mulher, igual a quando você estorou meu cabacinho, lembra? Que homem gostoso que minha irmazinha tem…” ela
ficou deitada de mamãe e ele, de joelhos diante dela, acertou a cabeça do pau e foi enfiado devagar… minha esposinha puta ficou louca novamente, “ai… tá doendo… tá doendo gostoso, igual aquele dia… que dor gostosa… seu pau é muito grosso e me machuca tão gostoso… mete com força que eu quero gozar de novo… vai? Pode comer…. sou sua puta… o corno do meu marido não liga que você me arrebenta… “ ele foi se deitando, ficando de costas na cama e ela passou a cavalgar ele, ela olhava em minha direção, dava um sorriso de satisfação e safadeza ao mesmo tempo, descia com o rosto e beijava ele e a cavalgada continuava.Ele a pôs de quatro e chorou a mangueira na grutinha dela e ela, repetia palavrões e tudo que vinha na cabeça… Meu pau tava num ponto que se eu encostasse nele, gozava na hora. Meu cunhado se levantou da cama…ficando de costas pra mim falou “bem já que o corno do seu marido não liga que eu te coma, então vou meter no cú… tô louco por um cuzinho apertado mesmo” ela fez uma carinha de criançola pedindo doce se deitou, ele encheu ela de travesseiros deixando-a totalmente aberta e exposta, com a bunda pra cima, juntou o vidro de lubrificante que ela pegou da minha mão (na hora que ela entrou no closed), passou bastante no caralho e no rabinho dela…, jogou as pernas dela nos ombros dele e começou a meter a vara no cuzinho. Ela gemia dizendo “arrancou o cabacinho do meu cú e agora tá querendo deixar ele aberto pra quando o corninho chegar…é?” Quase tive um troço, achei que ela nunca aguentaria uma mangueira daquele calibre no rabo… mas ele foi ajeitando… mexendo e ela se contorcia toda, choramingando, dizendo “tá doendo muito… pára… tem peninha da sua cunhada… ela tá carente, mas dói muito… seu caralho é muito grosso…” Vendo aquela cena perdi a cabeça e o amor ao meu próprio cuzinho, juntei o caralho de plástico e fui forçando no meu rabo até entrar tudo. Confesso que estava muito gostoso, incomodava um pouco mas a sensação era maravilhosa, me ví eu e ela sendo enrabados no nosso quarto… meu cunhado continuava o vai e vem frenético e ela só gemia, num momento, ela disse “seu filho da puta… quer comer meu cú, então arrebenta ele… fode mas fode como um homem… estoura tudo… me faz chorar como você me fez a primeira vez que me enrabou… fode mesmo… olha só sua cunhadinha levando no rabo de novo seu macho gostoso, tarado…” ele fodia com força de repente ela começou de novo “ah! Tá vindo de novo! Eu vou gozar… continua com esses dedos dentro “dela” que eu vou… mais forte que nunca… vai… soca gostoso… mexe.. não pára…” ela explodiu no gozo que achei que a vizinhança inteira ouviu… ele encheu o rabo dela de porra e eu com duas punhetadas gozei com o caralho de plástico enfiado no rabo… depois de gozar é que senti como aquilo incomodava, doía pra tirar, mas fui forçando e saiu tudo… eles estavam exaustos e eu dei a melhor gozada da minha vida e como minha esposa, com o rabo estorado, fodido mesmo.Eles se levantaram, meu cunhado foi ao banheiro novamente tomar uma ducha… se vestiu e minha esposinha o ajudou, beijaram-se na porta do quarto e foram pra sala, minutos depois a porta se fechou, ouvi o carro dele saindo e minha esposa, toda sapeca, chegou e me beijou, perguntou se eu tinha gostado, meu pau tava duro novamente (só tinha gozado uma vez) disse a ela que adorei mas que ainda estava com tesão. Ela me olhou e disse “agora você pode comer o resto do seu cunhado, ele já comeu bastante hoje e também tem que comer a mulherzinha dele, mas você pode comer a sua, só o que sobrou dela… seu corninho safado… vem me chupa…” e voltamos para o quarto. Ela se deitou de costas na cama e me mandou chupá-la, enquanto labia ela inteira ela ia dizendo “chupa aí mesmo… onde o pau do seu cunhado acabou de gozar… olha bem minha buceta aquela que acabou de sair um pau de verdade… lambe meu cuzinho também… engole a porra que tá escorrendo dele… a porra do seu cunhado, olha como ficou meu rabinho… você gostou de me ver sendo fodida por um homem de verdade, hein corninho… seu chifrudo…” fui de lingua no rabinho, fazendo o que ela mandava, parei de chupá-la e comecei a comer… meu pau mal esfregava nas paredes… fui no rabinho e estava a mesma coisa… mas as imagens do que eu tinha visto, as palavras dela me chamando de chifrudo me fizeram gozar gostoso.A partir desse dia eles trepam direto, vez por outra ela me liga no celular e diz “faz um cerão extra hoje porque meu homem vem me comer, beijo…” Nossa vida melhorou em muito depois desse dia.Agora ela quer que eu realize uma fantasia dela, quer que eu dê pra alguém na frente dela, só não pode ser para o meu cunhado.Ainda não topei, mas estou pensando a respeito… boa foda pra todos!                                                                

Minha mulher, Deusa e Louca

Em fim tomei coragem, e ao som da La Traviatra de Verdi escrevo este relato. Enquanto isso a movimentada Avenida Epitácio Pessoa, não dorme nunca. Talvez, esse, fosse o preço a pagar ao se mora na, tão aclamada, cidade maravilhosa. Com a janela do escritório fechada, não ouço os cintilar das luzes piscando ao redor da lagoa Rodrigo de Freitas; mesmo assim, o barulho abafado do transito, perturba minha Opera preferida e o sossego no meio da noite. A musica clássica me relaxa. Entretanto, minha deusa, deitada sobre o sofá estampado dorme um sono solto. Sem calcinha ela usa a camisola branca e decotada que usou pela primeira vez no meu aniversário desse ano, depois que saímos pra comemorar num modesto restaurante nos arredores da cidade carioca. Fora a felicitação mais audaciosa que já havia recebido em minha vida. Lembro-me bem que era um lugar bastante acolhedor e bem rústico. Sentamos um de frente ao outro numa, pequena, mesa ao fundo com Fabiana junto à parede, e de costas pra janela. No final do Jantar, já preste a sair; Fabiana, sem sair da mesa arrancou a calcinha de seu corpo no momento em que o garçom estava preste a servir-nos mais vinho. Não sei como conseguiu fazer aquilo, mas com a calcinha na mão, enterrou a peça intima dentro da taça de vinho deixando, eu e o garçom, totalmente aturdidos ao ver a langery branca dentro de uma taça de vidro. O garçom paralisado olhou-me titubeado; mas, com um sorriso sacana, educadamente Fabiana exigiu que o rapaz completasse a taça com o vinho. Em seguida, com a taça cheia, enquanto o garçom afastava-se de nós, entregou-me felicitando-me pelo aniversário. Fora uma atitude indecente e criativa, mas ao mesmo tempo engraçada ao ver o gargalo da garrafa tremer na boca da taça. Numa só golada, literalmente, bebi minha mulher. Na saída, com a calcinha de renda molhada e espremida em minha mão, o garçom acompanhou-nos ate a porta escondendo, no sorriso gentil, a timidez da atitude corajosa de minha mulher. Mas antes de abrir-nos a porta ouviu da boca daquela sacana que eu era seu homem, e que dia especiais, também merecem coisas especiais. Ela é implacável, imprevisível; além de impulsiva, totalmente louca. A sonoridade estridente e aguda de uma sirene rasga a avenida de um canto a outro. Desperta-me de uma viagem ao tempo, onde Fabiana e eu, estávamos com os desejos apimentados para finalizar aquela noite depois que deixamos o restaurante. O som da sirene parece evaporar-se no ar à medida que se afasta, mas não despertou Fabiana do seu sono profundo que apenas se mexeu no sofá. Mas determinado em relatar, com detalhes, um dos momentos casuais de nossa vida sexual que, ate hoje, ainda mexe comigo; minha mente retorna ao expresso do tempo, e meus dedos, sobre as teclas do lap top, dedilham exatamente o que meus pensamentos lhe contam sobre o inverno de 2004, numa bucólica cidade chamada Conservatória, no interior do estado do Rio de janeiro. É uma cidade pequena, com aproximadamente 4000 habitantes. Uma cidade que parou no tempo com uma arquitetura reluzente e bastante detalhada, do inicio do século XIX. Uma cidade bastante peculiar no modo hospitaleiro de seu povo que, saudosistas, mantêm afixado nomes de musicas nas portas de suas casas. É uma viagem ao tempo do império. É uma viajem aos anos dourados enquanto trovadores com seus violões e nas bocas de dezenas de seresteiros, cantam a saudade arrastando-se pelas ruas de cascalho; pelos casarios, e pela noite adentro. Nessa viagem ao tempo, lentamente, degusto um vinho sentado à mesa, a frente de um conhecido bar localizado na principal rua da cidade. Com uma voz muito parecida, e entoando Cabocla, um cantor me faz lembrar Nelson Gonçalves. Mesmo sendo inverno, e por sugestão de amigos levamos bastante roupas de frio; mas não era o que parecia, o céu estava limpo e a lua escancarava sua auréola prateada sobre a noite quente. Com uma estatura mediana, cabelos negros até o meio das costas e olhos castanhos, minha Fabiana, uma competente Geriatra, encontra-se sentada ao meu lado com a cabeça pendente em meu ombro, enquanto a envolvo com meu braço sobre seu ombro nu. Ela usa a saia jeans que dei a ela de presente em uma de nossas viagens ao nordeste, por ser muito curta, segundo ela, nunca a usaria; a não ser em nossos momentos mais íntimos onde ela é a depravação em pessoal. Confesso que, hoje, sou irracionalmente e, perigosamente apaixonado; e porque não dizer, totalmente, dependente do amor, da presença, das opiniões e das estrepolia de minha mulher. Às vezes eu me pergunto; o que seria de minha vida sem a presença de Fabiana, e como um homem, machucado em seu primeiro casamento, acabara se apaixonando perdidamente por outra mulher que, derrepente, aparece em minha vida em um grupo de amigo e muda minha personalidade e minha vida por completo. Achara eu, nunca mais me apaixonar por mais ninguém depois do abalo sísmico que sofri, onde desestruturou as bases sólidas de minha personalidade, vindo a me tornar em um homem frio, machista e totalmente inseguro para um novo relacionamento. Talvez fosse a maneira brincalhona que ela chama minha atenção quando saio dos limites. Ou quem sabe, as afetuosas saudações quando retorno do trabalho, o abraço sem razão, os acalorados recados românticos ou obscenos deixados dentro de minha pasta ou na caixa postal de meu celular, as trombadas propositais no corredor de nosso apartamento; ou quem sabe fosse o fato dela abandonar o conforto de nosso quarto para, deitada num desconfortável sofá estampado, aguardar que eu a leve pra cama em meu colo, ela sempre gostou disso, desde quando resolvemos morar juntos a dez anos atrás. Talvez fora esses gestos provando seu amor por mim, e com certeza foram essas atitudes que cativaram-me, envolvera-me de tal maneira que acabei me prostrando aos pés de uma deusa que ensinou-me a dizer a ela : ?Eu te amo?.Tudo nela mexe comigo, principalmente quando transamos. Fico totalmente embasbacado ao ver, como uma dama culta, inteligentíssima; educada numa família rígida e nas melhores escolas do Rio de Janeiro transforma-se numa puta mal criada, numa vadia desbocada e obscena sobre uma cama. Como pode uma mulher, sensível aos problemas alheios; dividida entre o consultório, os afazeres doméstico e ao nosso filho de cinco anos, ainda encontrar tempo para, além de doar-se a asilos, orfanatos e creches, transformar-se numa mulher indecente e sem escrúpulo quando está objetivada em assediar-me. Hoje, por exemplo, sem que eu percebesse, invadiu meu escritório na firma, sentou-se silenciosamente a frente de minha mesa enquanto eu, interiorizado, em meu trabalho surpreendi-me com ela se masturbando com as pernas escancaradas sobre minha mesa abarrotada de trabalho. O susto fora grande, mas o tesão fora intenso ou ver minha mulher toda a vontade tocando-se, gemendo e contorcendo-se na cadeira de madeira com os olhos afixados aos meus. Segundo ela foi me fazer companhia para voltarmos pra casa. Mas, aquela noite, conservatória trazia alguma coisa mágica no ar; alguma coisa que estava preste a acontecer a qualquer momento. Bem de frente a nós, quase no meio das fileiras de mesa colocada fora do bar sobre um toldo tomado pelo tempo, um homem de meia idade toma sua cerveja tranqüilamente, mas nos observa. Ele tenta, mas suas atitudes, e o modo sem jeito de disfarçar os olhares sobre Fabiana, o delatam. Nesse momento uma mulher alta, de cútis branca, dentro de uma calça jeans, cabelos lisos e avermelhados sai do bar; corta a frente desse senhor e segue em direção a um solitário rapaz sentado na ultima mesa da fileira em que estamos. Num ambiente tão alegre, o rapaz trás no rosto, uma aparência melancólica. A calça apertada da mulher, não delineia uma cintura redonda, e nem um corpo muito esbelto, mas a blusa branca sem mangas traça seios bem desenvolvidos. Ao se aproximar do rapaz não se senta à mesa junto a ele, apenas comenta algo em seu ouvido e afasta-se a passos largos em direção a um Astra cinza do outro lado da rua onde alguém a aguarda; mas, mesmo com
toda pressa, e por causa do salto alto que usa, tem que conter os passos nas pedras de cascalho. Dentro do carro, a mulher se afasta em direção a capela na entrada da cidade desaparecendo na curva da rua, mas o rapaz não observa isso. Abandonado e sozinho, parece estar, ainda, mais amargurado tentando segurar um choro de decepção.   Em seguida, paga a conta e sai cabisbaixo cainhando lentamente, com as mãos no bolso, em direção ao fim da rua. Fabiana, sem deixar de observar os olhares furtivos sobre ela, comenta o que presenciamos. Convidado á dançar, e conduzido por Fabiana, entro no bar indiferente aos olhares abusados e famintos do senhor meia idade. Com os corpos colados, e no ritmo da musica, arrastávamos nossos pés sobre o piso de madeira corrida; e mesmo tendo que dividir o espaço com instrumentos musicais e sendo interrompidos a todo o momento pelo garçom em atender as mesas que circundam a pequena área, ainda tenho que se sujeitar aos olhares sinistro e insistente daquele sujeito sobre minha mulher. Mas por outro lado eu não tirei a razão dele. Fabiana estava deliciosa, sexy, dentro da saia que disse nunca usar fora de nossas paredes. A blusa estampada, presas nos braços, não cobria seu ombro, mas encobria, quase por completo, o colo de seus seios. Em minha opinião, não reparei nada de vulgar para uma mulher de quarenta anos. No meio da musica, beija meu rosto e solicita que eu peça mais um suco, e que a aguarde na mesa, pois iria ate o toalete e retornaria logo em seguida.Enquanto Fabiana estava fora pude observar, em mim, um interessante comportamento no ser humano. Será que todas às pessoas se comportam como um todo poderoso quando alguma coisa, sua, chama a atenção de alguém? Por um lado senti-me totalmente lisonjeado por possuir algo que outra pessoa, naquele momento, parecia almejar; mas no meu caso, senti, também, a insegurança das pontadas ciumentas ao ver Fabiana retornando com os cabelos soltos ao vento, sobre um par de sandálias de salto alto. O brinco de argola sob seu cabelo reluziu ao brilho da noite. Era uma noite maravilhosa, e com certeza, nada poderia me tirar do sério, nem mesmo a intransigência de homem mal educado.Fabiana senta-se ao meu lado enfiando a mão no bolso de minha camisa e em seguida toma em goles o suco que já a aguardava. Ao beijar-me os lábios agarra minha mão e a coloca sobre suas coxas desnudadas. Mas o homem fica ainda mais inquieto quando percebe Fabiana abrindo as pernas e empurrando meus dedos coxas adentro, então meus dedos escorregam sobre seus pelos pubianos; ela havia tirado a calcinha. Então, surpreso, pude entender que o que estava em meu bolso não era seu batom como ela tinha costume de colocar, mas sim uma tanguinha vermelha e rendada que eu a vi vestir de frente ao espelho no quarto do hotel, era mais uma de suas atitude inesperada. Os olhos do coroa, ao presenciar tal coisa, esbugalharam-se como o meu quando; em uma tarde em nosso apartamento, eu falava tranquilamente ao telefone com meu irmão quando fui interrompido com os gritos apavorado de Fabiana para que fosse imediatamente a cozinha. Larguei o telefone com meu irmão na linha e sai em disparada pelo corredor afora, algo, inesperado, acontecia com Fabiana. Num breve momento de tempo, enquanto corria para socorrer minha mulher, vi suas roupas espalhadas pelo chão do corredor. Tudo de pior se passou em minha cabeça; ate que ao chegar à cozinha deparei-me com a filha da puta da Fabiana, totalmente nua ao centro da cozinha, espalhando mel por todo o corpo. Quando percebeu meus olhos esbugalhados pelo susto que me fizera passar, como uma menina levada, olhou-me bem dentro dos olhos e disse para lamber logo antes que às formigas o fizesse. Minha vontade era de matar Fabiana de porrada, mas ao invés disso entrei no clima da brincadeira. Por fim, por tanto canto que se olhava havia marca de mel, leite condensado e calda de morango. Mas dessa vez, antes de Fabiana ir ao toalete, seus lábios não brilharam traçando um sorriso sacana, e nem seus olhos gritaram os lamurientos lampejos de desejo e prazer. Esse era o sinal que eu havia aprendido a perceber em Fabiana quando em sua mente articulava algo inesperado e espetacularmente imprevisível. Saímos daquele ambiente deixando, talvez, o coroa tão excitando quanto eu depois que me foi sugerido procurar um lugar para ficarmos mais a vontade. Lembro-me bem que era possível contar as estrelas. Não porque eram poucas, mas porque o reflexo da lua cheia, num céu limpo, nos impedia de perder a conta. Com Fabiana agarrada a meu braço entro numa rua onde há uma grande concentração de pessoas.   Paramos para ouvir um entusiasmado homem cantando em verso A Locomotiva 206; um marco da cidade. Uma Maria Fumaça Americana de 1910, aposentada e estacionada, cheia de poeira e ferrugem próxima à antiga estação da Rede Mineira de Viação; que inaugurada por D. Pedro II em 1883, hoje esta transformada em Rodoviária. Nosso carro esta estacionado na Praça do Chafariz, um pouco distante de onde estávamos. A noite ainda era uma criança e seja lá o que houvesse na mente de minha mulher, com certeza estava preste a explodir; mesmo assim, abraçando-a por trás resolvi ficar por ali mesmo para participar e ouvir a serenata que começava. Relembrada em cada estrofe e em cada placa afixada nas esquinas das ruas e nas portas das casas, a antologia poética estava gravada nas mentes e cantada nas bocas saudosistas dos seresteiros. Num ritmo orquestrado pelo tom da musica, Fabiana saracoteava sua bunda de encontro a meu pênis. Enquanto sigo a procissão de seresteiro, com o meu corpo colado por de trás ao de Fabiana, ela disfarça suas mãos para dentro de minha calça, agarra e aperta com vontade o corpo enrijecido de meu pênis que já babava e explodia de desejo.   Fabiana chama minha atenção para mostrar quem nos seguia a alguns metros ao nosso lado. Mais uma vez deixamos o senhor sozinho, arrastando-se pelas ruas iluminadas pelos postes, e dos acordes da musicalidade temporão. Abraçados voltamos todo o trajeto que a seresta havia percorrido. Os raios prateados da lua confundem-se com o amarelado artificial das luzes dos postes. Uma brisa fresca assopra nossos corpos enquanto desfrutávamos um romantismo dos anos 50. É fascinante ver as fachadas das casas e as ruas bastante floridas. Pra onde se olha respira-se preservação. Entramos na mesma rua de onde partiu a seresta. Uma estatua, no final da rua, homenageia ao mestre José Borges que segundo a placa aos pés da estatua, é o compositor da musica ?Rua das Flores?, que se transformou no hino dos seresteiros. Caminhando em busca de nosso carro, saímos numa outra rua paralela a que estávamos, enquanto seguíamos a procissão de seresteiros. O salto alto da sandália de Fabiana golpeia o cimento da calçada. São golpes fracos num ritmo lento, mas totalmente de sincronizados dos acordes e refrões dos seresteiros que, na outra rua, paralela a nossa, recordam Cartola cantando ?Bate Outra Vez?. Passando pelo Museu da Seresta e da Serenata me vem o desejo de possuir minha mulher ali mesmo; mas, com certeza, eu teria que conter-me, pois não dará tempo, os seresteiros já estão próximos a entrar na mesma rua que estamos. Mesmo assim, num ímpeto empurro Fabiana para junto dos portões de um mini Shopping, encosto-a na grade de ferro e beijo sua boca como se fosse entrar dentro dela. Nossas línguas abraçam-se como serpentes apaixonadas, como gladiadores numa luta corporal. O som crepitoso de nossos beijos parecem madeiras ou carvão se queimando. Os braços delicados de Fabiana ao redor de minha cintura arrastá-me de encontro ao seu corpo quente. Minhas mãos procuram explorar, mesmo que por pouco tempo, todo aquele corpo afogueado de desejo e prazer. Meu joelho entre suas pernas abertas, a vulva molhada e peluda, os gemidos, os sussurros, e o receio da inconveniente chegada de alguém, leva-me a um clima totalmente arrebatador, regado ao medo e ou êxtase. A marcha solene dos seresteiros esta cada vez mais próxima, e o desejo de trepar c
om Fabiana é grande. Entretanto, como sapo molhado, Fabiana se livra de meus braços e sai andando à minha frente; talvez seus instintos racionais, tivessem superado o meu entusiasmo. Fabiana olha pra trás com um sorriso sacana. Num comportamento desregrado, como se me chamasse para pegar o que, dizia ser somente meu, ela levanta a saia; arrebita e meneia a bunda morena que se banha a luz do luar; mas segundos antes de se comportar na mulher pudica, na dona de casa recatada, na mãe dedicada e carinhosa, os primeiros violeiros aparecem na curva da rua cantando ?Risque?, de Ari Barroso. Fabiana atravessa a multidão sem olhar pra trás, e fica cara a cara com o velho tarado. Ele segue os passos daquela sacana como se ela fosse uma modelo numa passarela; e nem se preocupa com a minha presença que a segue disfarçando meu tesão com a mão esquerda enfiada no bolso. Fabiana, mais uma vez, conseguiu seu objetivo, eu estava bêbado de prazer, alcoolizado pelo assédio daquela mulher, mas com certeza bastante consciente em não arrumar problema. No carro, gentilmente, abro a porta para que ela entre, mas a devassa faz questão de sentar-se toda descomposta, com o vestido que subiu escandalosamente, mostrando a vulva peluda e inflada de prazer. A seresta está no fim, a multidão começa a dispersar. A lua no ápice dá a entender que a silenciosa madrugada já toma lugar da agitada noite. O senhor voyeur, de frente ao shopping, nos observa enquanto seguíamos em direção a entrada da cidade. Sigo para o hotel onde estamos hospedados; mas na entrada do túnel que chora, sou convencido a retornar. Dou meia volta, e sem rumo, sigo a placa que aponta Santa Izabel. Sem se importar em mostrar a buceta oculta no interior escuro do carro, Fabiana arranca a sandália enquanto tento guiar o veiculo pela rua estreita da cidade adormecida. Sem sutiã, seus peitos parecem estar mais avolumados dentro da blusa estampada e solda, mas não mostra os mamilos enrijecidos. Os cabelos soltos e embaraçados escondem o brinco dourado que, talvez nos flash das luzes dos postes, pudesse brilhar quando, sob eles. Seus pés brincam sobre meu colo, mas não é incomodo senti-lo sobre minha ereção; nem mesmos, talvez enciumada, sentir, o mesmo pé, forçar meu rosto para que prestasse atenção naquela exibida, e não numa locomotiva suja, enferrujada e largada ao tempo. Subjugado por aquelas atitudes, eu a contemplo sugando os dedos num incomparável prazer após tê-lo enterrado na vulva peluda. Largarmos à rua de paralelepípedo, e entramos numa estrada de chão. As luzes da cidade apagam-se a nossa frente. Fabiana de quatro sobre a poltrona abre minha braguilha. Sua mão escorrega dentro de minha calça, mas sinto meus dedos escorregar pra dentro de sua vulva melada, entretanto eu já imaginava seu desejo quando facilito a entrada de sua cabeça, entre o volante e minha barriga. Na estrada deserta apago as luzes do farol e deixo apenas os faroletes acesso. Á noite esta realmente maravilhosa, e em todo canto que se olha enxerga-se a luz difusa da lua. Agora posso perder a conta ao contar as estrelas enquanto uma mulher, agarrada ao meu pau num grande frenesi, exibi a arte da felação. Sei que é uma posição incomoda ficar de quatro sobre a poltrona fofa do carro, mas era delicioso vê-la assim, enquanto tentava equilibra-se nas curvas mais fechadas. Mesmo assim tento segurá-la, enquanto dedilho seu clitóris inchado. No entanto meu tesão é grande, e o esforço em não gozar na boca daquela cachorra é enorme. Mas subitamente minha visão é bloqueada pelo corpo de Fabiana que, de todo jeito, tenta encaixar suas pernas ao redor de minha cintura, e me comer ali mesmo. Com muita dificuldade senta-se em meu colo, e sinto meu pau escorregar para dentro de sua bucetinha lubrificada. E complicado e ao mesmo tempo perigoso guiar um carro em estradas sinuosas e esburacadas enquanto uma irresponsável, sentada de frente pra mim, beija-me alucinadamente, cegando-me quase por completo, sem se dar conta do perigo. Sinto sua vulva lacrimejada apalpar meu exaltado pênis, pronto pra se render aos apelos de uma buceta tinhosa. Tento manter o ritmo da velocidade com o meu pé sobre o pedal do acelerador enquanto que, camuflado pela madrugada nosso carro é como a viagem de um transatlântico que rasga as águas do mar numa velocidade de cruzeiro. Mas num ambiente tão compacto e claustrofóbico, o que fora sussurros e gemidos, agora ecoam em gritos, urros e em palavras desconexas, ininteligível, carregada de obscenidades. O que fora vagaroso e sem presa, agora é agitado, descontrolado e impetuoso. O que fora ponderado pelo autocontrole, agora fora dominado e contagiado pela malicia de uma mulher obcecada num objetivo. Ela me aperta entre os braços, e implorava com sua voz ofegante que eu goze dentro dela, que derrame nela o esperma acumulado dentro de mim. Com as libidos e os instintos manipulados pelo seu jeito travesso e brincalhão de ser; e usufruindo do perigo de uma estrada deserta e escura, rendo-me aos seus apelos derramando todo meu tesão, todo meu desejo carnal e todo meu amor dentro da pudica vadia. Apertar-me em seus braços enquanto nossos gritos, abafados por um longo beijo guloso, transforma-se num longo gemido. Quando me é possível acumular fôlego, eu uivo de tesão como um lobo na colina tentando encontrar sua fêmea querida, ela ama isso. Estamos no ápice da excitação sexual. No momento onde tudo é um completo delírio, e a mente torna-se vazia enquanto nossos corpos planam como se fossem penas largadas ao vento. Estamos no momento quando nossos músculos, contraído, paralisam nossos movimentos, e nossa atenção converge apenas para a satisfação do ego e do corpo. Mas meu pé escorrega e fica preso entre o pedal do freio e o acelerador. Tento retira-lo rapidamente, mas Fabiana, agarrada ao meu pescoço, goza alucinadamente sentada em minhas coxas, sem se dar conta ao que realmente,esta acontecendo. O carro começa a sacolejar e a dar trancos, já que está numa velocidade aquém da terceira macha; parece ate que estamos sentados sobre um boi bravo em um rodeio. Fabiana percebe o que esta acontecendo e tenta sair de meu colo rapidamente, mas sua perna direita fica pressa entre a poltrona e a porta, com isso tem que continuar acoplada a mim ate que eu consiga controlar o veiculo. Mas os solavancos continuavam quando Fabiana alivia o peso sobre minhas coxas fazendo-me desprender o pé. Vejo o vulto de um animal, a galope, cruzar a frente do nosso carro. Ascendo os faróis rapidamente, e mesmos nos solavancos, e pra não atropelar o animal jogo o carro para fora da estrada puxando o freio de mão. Meu corpo é jogado de encontro ao de Fabiana pressionado-a ao volante. O carro para imediatamente embicado, meu Deus sei lá pra onde. Mas algo prendeu-se no fundo do veiculo. Mas aquele inesperado contrariou a vontade e sobrepujou o desejo; humilhou a coragem e o sentimento exaltado enquanto agigantou o medo. A luz do farol vai de encontro a uma montanha, mas a porta arrasta-se no chão de terra quando tentamos, com muita dificuldade, sair do veiculo. Estávamos próximo a uma ponte em alvenaria, à sombra de uma grande ponte em arcos; talvez a mesma que o recepcionista do hotel nos disse ter sido construída entre 1877 e 1883, e inaugurada em 1884 pelo imperador da época. Construída em pedra, cal e óleo de baleia, o monumento parecia uma bela obra de arquitetura do século XIX; mas a sombra da lua não permiti que sejamos testemunha das pedras justapostas, como fizeram os Incas em Machu Pichu, no Peru. A poeira, causada pelos pneus, dissipa-se lentamente misturada à luz efêmera do luar. Fabiana joga seus cabelos pra trás das costas encostada no parapeito da pequena ponte; parece bem, mas insisti em se aproximar, mas por segurança insisto que permaneça ali mesmo, ate eu entender o que realmente aconteceu. O cavalo, o mal maior, com uma aparência escura e camuflado pela noite, pasta tranquilamente no outro lado da rua, um pouco depois da ponte de arcos. Com certeza meu filho nunca viu um vaga-lume brincar de esconde-esconde na noite pr
ateada; no entanto, atrás do grilar dos grilos e o coaxar de alguns sapos que pipocavam ao longe, havia um silencio perturbador naquele lugar. Segundo o recepcionista, aquele lugar era mal assombrado. Ele nos contou uma estória, maluca, sobre alguns moradores malfeitosos, que moravam próximo à ponte, que matavam os turcos que vendiam sua mercadoria batendo de porta em porta; mas isso, talvez, pudesse ser mais uma lenda de cidade de interior para acrescentar na estória do lugar. Mas o local era hipnótico, havia ali uma paz fora do comum, bem diferente do silencio das madrugadas adormecidas de outras cidades do interior que já tivemos o prazer de conhecer. Entrei no carro novamente ligando o motor e passando uma ré. Forcei o motor pisando fundo no acelerador, mas só havia barulho e poeira; algo segurava o Vectra por baixo, pois o mesmo nem se mexia, apenas as rodas patinavam. No entanto, o ronco da descarga, muito diferente do que era, perturbava o silencio e, com certeza, assustava os moradores noturnos; menos o cavalo que ainda continuava sua refeição.Mas eu conhecia minha mulher, ela estava se sentindo culpada pelo acontecido, afinal de contas eram mais de dez anos de relacionamento; com isso, mesmo no escuro, aprendemos a ler nosso sentimento, a entender nossas atitudes. Aproximei-me dela e quase a quebrei ao meio abraçando-a junto ao peitoril da ponte; mas ela sorriu me chamando de bobo quando, retribuindo meu abraço, eu dizia que São Pedro não entenderia nada se aparecêssemos na porta do céu com meu pinto enterrado nela. Com certeza seria uma atitude fora dos padrões normais do paraíso e que, certamente, seriamos enviados para queimarmos nos mármores do inferno. Por alguns minutos ficamos ali, abraçados a sombra daquela ponte, sem sabermos o que fazer. Não sabíamos o que realmente estava segurando o carro daquela maneira. Nem o celular funcionava naquele lugar. Nossa idéia era retornarmos a pé para a cidade, e lá pedir ajuda no hotel.Fabiana era assim, inovando sempre. Ela dizia que o âmago da sua excitação estava no fato de ver-me encabulado, excitado nos momentos complicados e difíceis de me expor. Muitas vezes deixava-me sem jeito, totalmente sem ação, quando discretamente, junto de nossos amigos criava uma situação nova, somente pra se divertir com o meu tesão. Quantas vezes, dentro da cidade, no fluxo pesado e maçante da cidade do Rio de Janeiro, aquela sacana corria para o banco traseiro do carro; ou se masturbava, ou então usava, de uma maneira libertina, o vibrador que comprara num sex shop que havia entrado por curiosidade; mas eu também tinha meus subidos momentos. Um final de semana, Fabiana fora convidada a participar de um congresso de Geriatria em Salvador, e pediu-me que a acompanha-se. No coquetel de encerramento do evento, conversávamos, em pé, com um grupo de médicos. Fabiana, encostada num painel, na quina da parede do auditório usava um comportado vestido esvoaçado um pouco acima do joelho. A conversa fluía animadamente até que um casal se juntou nós. A mulher, uma senhora com seus, talvez, sessenta anos, fazia questão exibir suas jóias em todo corpo. O senhor, com boa aparência e muito bem vestido, enquanto falava, à todo momento esticava o braço exibindo um relógio dourado; de humilde, não havia nada. Sua mulher, também uma esnobe, demonstrava ser cheia de preconceitos bobos e racistas. Ela não parava de falar da viagem que havia feito ao Egito. O assunto não tinha nada com o Egito, mas ela fazia questão de tocar naquela maldita viagem; por outro lado seu marido só falava em quanto havia gasto na pôrra de uma casa que estava construindo em Penedo, no interior do Rio de Janeiro. Gente rica, deverasmente materialista, com a cabeça e o coração pequeno. Todos procuravam uma maneira sutil de se livrar da Petulância do casal, mas eles faziam questão de permanecer ali, mesmo vendo a insatisfação no rosto de cada um. Foi então que, discretamente, apalpei a bunda de Fabiana. Era o sinal pra dizer-lhe que: ?Já que não nos deixa sair dali, então vamos enforcá-los.? Vi o espanto disfarçado no rosto de Dona Cleópatra quando percebeu o que eu havia feito. Foi minha alegria ao ver aquilo, então apalpei novamente só que dessa vez continuei alisando o rabo de minha mulher sobre o tecido viscoso. Daí, observando que seus olhares, sempre escapuliam para o que estava acontecendo, fui mais além; pelas costas de Fabiana, enfiei minha mão por dentro do seu vestido puxando a calcinha para o lado. Fabiana me jogou um olhar disfarçado como se dissesse: ?Não mexe com quem está quieto.? Inteligente e esperta como era, entendeu que, o que estava preste a acontecer, seria por um boa causa. Então, passamos a olhar pra dona Cleópatra com um sorriso matreiro e, acreditem se quiser; seus olhos quase saíram de órbita quando contemplou Fabiana empinando a bunda e; quando Dona Cleópatra percebeu que meu dedo estava sendo enterrado, no delicado rabo de minha cúmplice, e que o mesmo dedo, depois de retirado, estava dentro de meu copo de bebida e que, já estava prestes a entrar em minha boca; saiu em disparada, arrastando seu Marco Antonio pelos braços dizendo que aquilo era um absurdo. Coitado, sem entender o porquê da atitude da esposa, e sem terminar de dizer o quanto iria gastar em sua piscina natural, na casa de Penedo, seguiu-a enquanto, a mulher, completava seu repudio afirmando que ali não era lugar pra eles. Todos se olharam com cara de interrogação. Mais tarde, longe de todos, minha Fabiana perguntou-me do porque eu não havia pensando naquilo antes. Em nossa casa em Búzios, dávamos um churrasco para parentes e amigos que viera passar o final de semana conosco. Eu jogava sinuca e desfrutava um excelente vinho português com meu irmão e meu sogro. Da sala de jogos vi Fabiana debruçada na janela conversando animadamente com um bando de mulher quarando-se ao sol, próximo a piscina. Subidamente a desejei ali mesmo, naquele lugar, na maneira como ela estava. Excitado com a idéia passei o taco para meu irmão dizendo que teria que resolver um probleminha. Ela não percebeu minha intenção quando me jogou um sorriso vendo-me seguir em direção à sala, mas assustou-se quando me sentei ao chão enterrando as mãos entre suas pernas. Tentou fugir, mas suas pernas estavam presas às minhas mãos, de maneira que teve que debruçar-se novamente na janela. Num só golpe puxei sua calcinha abrindo suas pernas, e numa atitude atrevida comecei a enterrar, vagarosamente, sua calcinha pra dentro da buceta daquela potranca. Foi absorvido no meio daquelas pernas que vi aqueles lábios vaginais engolir, por completo, a negra e pequena peça de renda. Juro que atropelaria uma vaca em plena Calcutá, tomaria banho no Rio Ganges, ou ate mesmo atravessaria o Alasca descalço somente pra ter o prazer de ver a carinha da minha vadiazinha sacana. Gostaria de ver o aspecto de seu rosto numa situação como aquela onde ter que; dar atenção a todo pessoa da piscina, ficar atenta a aproximação de alguém e ainda por cima, silenciosamente, extravasar seu tesão e delírio enquanto minha língua explorava todos os cantos daquele canal genital. Meu dedo indicador entrava e saia de seu anus. Meus olhos ardiam com o melado daquela buceta. Suas inquietas pernas espremiam meu rosto, quase me sufocando, quando sugava seus grandes lábios. Era maravilhoso ver aquela buceta recheada contrair os músculos vaginais enquanto minha língua serpenteava sobre seu clitóris inchado; e enquanto meus dentes arrancavam a calcinha encharcada de dentro daquela, agora buceta inflada de tesão. Tentei dar o máximo de mim na arte do cunilínqua para, além de extravasar meu tesão e meu espontâneo desejo, também ouvir os gritos e lamentos de prazer, esbravejado da boca daquela disfarçada e escandalosa pudica perto dos nosso convidado. Mas ela gozou um tesão solitário, e eu me afastei dali, como se nada tivesse acontecido, carregando um tesão intenso, mas levando no bolso o troféu por tal ousadia.Outra vez, enquanto viajávamos com nosso filho e um casal de amigos a Curitiba, numa para
da já dento do estado do Paraná, meu celular tocou. Olhei o mostrador e percebi que era o numero do celular de Fabiana. Atendi sem entender nada. Fabiana do outro lado sussurrava dizendo que havia entrado no banheiro dos homens e não tinha como sair, que era para eu socorrê-la. Deixei nosso filho com o casal e fui socorrer a distraída da minha esposa. O banheiro estava vazio quando entrei. Chamei por Fabiana e sua foz veio ao fundo, na ultima privada. Empurrei a porta e fui surpreendido com aquela filha da puta sentada ao vaso sobre um lençol de papel higiênico. Sem calcinha e com as pernas aberta esfregando aquela buceta, pediu-me para entrar e trepar ali mesmo com ela pois o tesão e sua imaginação a pegaram de surpresa, ela era inesperadamente doida. Minutos depois o banheiro começou a se encher. Acreditem, foi a trepada mais exótica e silenciosa que já tivemos ate o momento. Em seguida saímos dali de mãos dadas com um bando de homem nos olhando assustados. Fabiana era assim, eu era assim, éramos assim; agora, ver o corpo de minha Deusa sentada, com as pernas aberta, sobre o capuz de nosso carro, correspondendo aos afagos de um desconhecido entre suas pernas, era pra mim totalmente repulsivo, e fora dos meus padrões éticos. Eu estava acostumado, e ate amo, as estrepolia safadas de Fabiana. Mas era uma coisa diferente, coadjuvávamos juntos um momento que era somente nosso; mas com a ajuda de outro, era inaceitável. Encostado no peitoril de uma ponte, ao som dos insetos e dos anfíbios, sou testemunha ocular dos fatos, sou cúmplice de uma cena com os meus sentimentos bifurcados pela excitação. Eu não entendia meu estado de espírito. Num emocional totalmente incerto, ciúme e tesão gladiavam-se ferozmente numa arena vazia ao ver aquele corpo transfigurado e amarrotado, arrastando-nos pelas mãos ate um corcel escuro no outro lado da estrada. Dona da situação; éramos seus fantoches. Com a porta do Corcel escancarada, eu estava sentado na poltrona do carona com as pernas pra fora. Sem o receio do surgimento de alguém, Fabiana sentada de costa em meu colo, importava-se apenas no regozijo da língua áspera de um desconhecido sobre sua buceta, enquanto meu pau, acoplado entre seus lábios vulvares, escorregava nas lagrimas vertida de uma buceta tinhosa. Copulávamos minha Fabiana da maneira como ela queria. Possivelmente tenhamos deixado nos levar por uma comoção total ao entender que a mulher de cabelos lisos e avermelhados que se afastou a passo largo, em direção a um Astra cinza; estava na verdade encerrando, ali, dez anos de relacionamento para viver ao lado de outro homem. Talvez o escuro possa estar encobrindo a verdade do rosto de um homem, que se dizia ter sido abandonado pela mulher numa mesa de bar. Provavelmente, o brilho da verdade em seus olhos lagrimejados fora oculto pela luz efêmera do luar, e nos dado apenas à condição de acreditar na eloqüência de suas palavras quando dizia ter um amor louco por aquela moça. Parecia estar disposto recebe-la de volta, mesmo tendo-a pego com outro homem em sua cama; mas certamente, tão objetivada em seu propósito, sem dar ouvido a razão, estaria empolgada a extremo em tentar colocar seus filhos contra eles se Fabio não a deixasse em paz para viver um relacionamento, emoldurado pelo entusiasmo. Talvez embalados pela solicitude de um lugar mal assombrado e pelo estupro consentido de uma insaciável mulher sendo penetrada pelos dois lados ao mesmo tempo sobre o capuz de um corcel antigo; a sombra da ponte de pedra não ocultava somente nossos alentos, mas ocultava também o ciúme de um homem apaixonado, dissimulado por um tesão arrebatador enquanto via a alegria jubilosa estampada na carne da mulher amada. Nunca me passou pela cabeça ver, ouvir e sentir Fabiana num ménage masculino, eu a amava e era egoísta demais pra isso. Enquanto segurava sua cintura ao lado da mão de Fabio que levantava e arriava aquela anca em seu pau; sentia meu falo enrijecido como o de Fabio, entrando e saindo, pulsando dentro daquela bunda gulosa. Os fios de seus cabelos negros colavam no suor de meu rosto, quando sua cabeça pendia em meu ombro. Sua saia, ainda em seu corpo, não cobria mais um órgão de um único dono; escandalosamente descortinada na cintura exibia e permitia a entrada e a saída de um falo desconhecido na gruta onde, ate o momento, somente eu sabia reconhecer cada ponto de prazer. Muito me comoveu a atitude corajosa de Fabio em parar num lugar escuro e deserto para socorrer um casal, praticamente desconhecido; ao invés de seguir em direção a um mirante, bem próximo dali, onde, segundo ele, descortinava uma visão panorâmica da Serra da Beleza. Sua intenção, ao chegar nessa serra, era chorar sua mágua, ou encontrar uma saída para seu problema. Compreendo ate que Fabio se empenhou bastante nos ajudando a tirar o carro que ficou preso numa pedra solta e pontuda, vindo a furar a descarga e praticamente travar o carro nas margens daquele rio. Lamento muito que tenha se sujado e ao mesmo tempo se ferido, ou entrar em baixo do carro para, além de retirar a pedra solta, arranca-la da descarga. O êxtase daquele momento com Fabiana espremida entre mim e Fabio, com seus braços estendido entre nossos ombros, dividindo sua boca entre nos para engalfinhar-mos nossas línguas em sua boca e calar os alaridos efervescentes de uma mulher nas raias do prazer sexual, fora realmente abrasador, inconcebível, singular e primoroso, mas um preço muito alto que encontramos para retribuir tal gentileza.No entanto, firme em meus principio, entorpecido pelas lembranças e resoluto em narrá-las com bastante riqueza de detalhes, ainda continuo de frente ao meu lap top enquanto o lusco-fusco da manhã toma a madrugada. Fora praticamente o mesmo alvorecer que nos acordou na Serra da Beleza que por sugestão de Fabio, fomos obrigados a conhecer. Lá, a beleza da manhã engatinhava sobre as montanhas, apagava as estrelas e dava-nos uma visão infinita e panorâmica do Estado de Minas Gerais. Aqui vejo Fabiana, sem culpa e sem pecado, ainda dormindo a sono solto na desconfortável poltrona estampada, aguardando que eu a leve pra cama. O medo de ser abduzido, na Serra da Beleza, por algum extraterrestre em visita ao nosso planeta, não fora maior que o receio de perder minha Fabiana pra outro homem naquele devasso momento. A certeza de seu amor, afugentou essa insegurança. Inesperadamente Conservatória, um lugar mágico e bucólico, recheada num saudosismo do século passado tenha sido o palco ideal que minha mulher, mais uma vez, provara que o nosso amor era eterno; e que, a confiança, o respeito e a cumplicidade que havia entre nós, transcenderia as raias de um momento e afugentaria a agonia da incerteza. A irresponsabilidade de um desejo louco numa estrada de terra, banhada de prata, e sob uma ponte de pedra, aos gritos da vida noturna e ao desabafo dramático de um errante sofredor, nos levou a encontrar a pessoa certa num corcel escuro, a realizar um desejo libidinosamente obscurecido.                                                                

COROA FDP COMEU MINHA NAMORIDA NA MINHA FRENTE

CANALDASCONTAS TRÁS PRA VC ESTE LINDO CONTO , SOU O ROGÉRIO 38 ANOS , CASADO COM A GISELE 34 ANOS , 1,70M DE ALTURA , 54 KG , BRANCA , LOIRA , CABELOS ABAIXO DO MEIO DAS COSTAS , TATUADA , SEIOS MÉDIOS , BUMBUM MÉDIO ,ADORA ACADEMIA , UM TESÃO MESMO ,BOM SOU O NAMORIDO DELA , POIS ELA FOI CASADA COM OUTRO , EU SOU MUITO CIUMENTO , NÃO ACEITO TRAIÇÃO, SE VEJO UM MACHO OLHANDO PRA ELA FICO PUTO DA VIDA , FAÇO ACADEMIA COM ELA , COM ESSA MULHER TÃO GOSTOSA OS MACHOS FICAM LOUCOS , EU ME AGUENTO , SEI QUE ELA NÃO DA MOLE PRA NENHUM , MAS AS VEZES A GENTE É MUITO MACHÃO , MAS O TESÃO ELIMINA MUITO ISSO , CONHECI NA CASA DO MEU SOGRO , UM CARA QUE FOI CASADO COM UMA PRIMA DO PAI DA GI , TAMBÉM FOI PROFESSOR DA GI E DA MINHA CUNHADA , UM COROA DE 50 A 55 ANOS ,BEM BACANA , DEPOIS A GI ME FALOU , ESSE CARA AI AMOR É MUITO SACANA , FALEI PQ , MECHEU COM VC , ELA NÃO AMOR ,MAS QUANDO EU TINHA 16 ANOS E MINHA IRMÃ 15 ANOS ELE VINHA DIRETO AQUI   NUNCA MEXEU NÃO MAS DESCONFIO QUE ERA ATRAS DA GENTE , BOM ME ALIVIOU , A GI FALOU ELE MORA PERTO DA MINHA AVÓ , TD BEM ATÉ ENTÃO, MAS DEPOIS FIQUEI COM ISSO NA CABEÇA , A NOITE FUI FODER COM A GI E ME DEU TANTO TESÃO FODENDO E IMAGINANDO O PROFESSOR COMENDO ELA ,NOSSA GOZEI MUITO GOSTOSO ,MAS DEPOIS DEU PESO NA CONSCIÊNCIA , MAS PASDOU E ME ADAPTEI , FUI COM A GI NA CASA DA AVÓ DELA , O COROA ESTAVA LÁ E CONVERSAMOS BASTANTE , FALAMOS EM ASSUNTOS DE CASA E ELE NOS CONVIDOU A IR NA CASA DELE , FOMOS A GI DE SHORTINHO JEANS E BLUSINHA , BARRIGUINHA CHAPADA , DELICIOSA , FOMOS VER A CASA DO COROA , PERCEBI O CARINHO PELA GI , FIQUEI MEIO PUTO ,MAS COM MUITO TESÃO , DEI UNS TOQUES NA GI , ZOANDO ELA , MAS EU ESTAVA LOUCO PRA VER ALGO , FOMOS EMBORA , TIVE CORAGEM DE ME ABRIR COM ELA , ELA ASSUSTOU , RECUSOU , DISSE ESSE CARA TARADO QUERIA ME PEGAR EU TINHA 16 ANOS , SAI FORA , MAS DEI UMA INSISTIDA , ELA FICOU QUIETA , SEI QUE ELA CURTE O COROA , FOMOS EM OUTUBRO NA AVÓ DELA , O COROA ESTAVA NA CASA DELE FUI LÁ VER UM SOFÁ QUE A VÓ DA GI FALOU QUE ELE ESTAVA VENDENDO , A GI DE VESTIDINHO CURTO , RASTEIRINHA , CABELOS LOIROS SOLTOS , FIOZINHO ENTERRADO , DAVA PRA VER O FIO ENTRADO NO RABO ,CHEIROSA , ENTRAMOS O COROA JÁ FILMOU A TESUDA DA MINHA NAMORIDA E DISSE QUE CHEIROSA VC ESTA GI , ELA RIU E DISSE É O PERFUME TAL , ELE APROXIMOU O ROSTO DELA E CHEIROU O PESCOÇO DELA NA MINHA FRENTE , O FDP DEVE TER SENTIDO A MINHA VONTADE DE VER ELE COMENDO A GI , CARALHO COMECEI A ABRACAR A GI POR TRÁS, ENQUANTO ELES CONVERSAVAM , A GI DAVA UMAS BUNDADINHAS LENTAS NO MEU CACETE , EM PÉ NA SALA , PERCEBEMOS O TESÃO DELE , CARA A GI DEU UMAS PASSADAS PERTO DO MACHO VELHO , O BODE VELHO PASSOU A MÃO NO RABO DA MINHA GI , ELA CEDEU RAPIDINHO , EU DE MACHÃO ME ENVOLVI NUM TESÃO TÃO GRANDE QUE ENTREI NA TRAMA ,INCENTIVEI O COROA E LOGO ELES 2 AOS BEIJOS , FALEI É VDD QUE VC IA NO PAI DELA LOUCOS POR ELA E A IRMÃ, ELE FALOU É VDD EU ERA LOUCO PRA FODER ELAS DUAS , FALEI CHEGOU A HORA , NA SALA NO SOFÁ QUE FOMOS COMPRAR DELE , O VESTIDINHO DA GI FOI PUXADO PRA CIMA ,NOSSA QUANDO O COROA VIU O CORPÃO TATUADO DE FIOZINHO ,ARANCOU A ROUPA PELADO COM O CACETE DE 19 CM DURO , BEIJOU ,MAMOU OS PEITOS , LAMBEU , BARRIGUINHA , ENFIAVA A LINGUA NO UMBIGO DELA EU DE PAU DE FORA DO SHORT SÓ PUNHETAVA , ELA GEMIA NA LINGUA , O FDP CHEIROU A BUCETINHA POR CIMA DA CALCINHA , LAMBEU A BUCETINHA E O CUZINHO POR CIMA DA CALCINHA , GRUDOU OS DENTES NO FIO E TIROU , COLOCOU O FIOZINHO DENTRO DA BOCA , SENTIU O SABOR DA BUCETINHA E DO CUZINHO DA MINHA GI , TIROU O FIO DA BOCA E JOGOU NO SOFÁ , SENTOU A GI NO SOFÁ DE 3 LUGARES , AJOELHOU E CHUPOU A BUCETINHA LISINHA E O CUZINHO SUPER DEPILADINHO , EU SENTADO NO SOFÁ DE 2 LUGARES , BATENDO PUNHETA VENDO UM COROA LOUCO A ANOS PRA FAZER AQUILO FAZENDO , MINHA GI SENTADA FOI CHUPADA , O FDP SUBIU NO SOFÁ, O PAU NA CARA DA GI , ELA MAMOU A CABEÇA BABADA , ELE DEU UMA ERGUIDA AS BOLAS NA CARA DA MINHA DELICIOSA ELA MAMOU AS DUAS EU NA PUNHETA , LOUCO DE TESÃO, PQP , MINHA GOSTOSA MAMANDO AS BOLONAS DO COROA , ELE DESCEU COLOCOU A GI DE 4 NO SOFÁ , COLOCOU NA BUCETINHA DELA , SEGUROU NOS CABELOS LOIROS PUXANDO PRA TRÁS O ROSTINHO DELA ERGUIDO A VARA ENTROU NA BUCETINHA ,MINHA GI IGUAL UMA ÉGUA NO CIO O CAVALO VELHO FODENDO E DANDO TAPAS NA BUNDA DELA , FDP TIROU O PAU DA BUCETINHA ROSA E COLOCOU NO CUZINHO , A GI GEMEU ELE TODO ENCOLHIDO COM O PAU NO CUZINHO DELA MORDENDO AS COSTAS DA GI ,TOMEI UMA ATITUDE ENTREI POR BAIXO DA GI E CHUPEI O GRELINHO , OUVI OS GRITINHOS DELA E A GOZADA NA MINHA BOCA COM O PAU NO CUZINHO O COROA SENTIU O CUZINHO DELA PRENDER O PAU NA GOZADA , ELE GOZOU NO CUZINHO DELA EU GOZEI NA PUNHETA , SENSACIONAL , A GI DEITADA NO SOFÁ, EU NO OUTRO O COROA NO CHÃO , FOMOS PRO BANHO , A GI GANHOU DELE UM JOGO DE SOFÁ NOVINHO , ELE PEDIU PRA GENTE IR COM MINHA CUNHADA NA CASA DELE , CONFESSO QUE ME DEU MUITO CIUMES , DEU VONTADE DE SOCAR ELE , QUANDO ELE COMEU ,MAS DEU MUITO TESÃO, QUANDO VI A BUNDA DELA VERMELHA DOS TAPAS E AS COSTAS COM MARCAS DE DENTES . 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MEUS HOMENS

MESMO COM MINHA MÃE CONTRA CASEI POR ESTA PERDIDAMENTE APAIXONADA PELO CARA MAIS CAFAJESTE DA CIDADE, INDO MORAR NO INTERIOR DE SÃO PAULO E ACHANDO QUE A IMPLICÂNCIA DELA ERA POR TER TIDO CASO COM ELA ENQUANTO MEU PAI VIAJAVA, NOS PRIMEIROS ANOS DE CASADA DEI RAZÃO PARA MINHA MÃE POREM O ORGULHO FALOU MAIS ALTO E ASSIM COMECEI A FAZER MEU PÉ DE MEIA ATÉ COMPRAR MEU APARTAMENTO E AGORA COM UMA VIDA INDEPENDENTE NÃO ESTAVA NEM AÍ MAIS PARA MEU MARIDO QUE NÃO SAIA MAIS DE CASA E SÓ NÃO O EXPULSAVA PORQUE O SEXO COM ELE ERA BOM DEMAIS SENDO SUA MAIOR HABILIDADE CHUPAR ME FAZENDO GOZAR DEMAIS E COMER MEU CU COM TAMANHA VONTADE DEDICAÇÃO E MAESTRIA ME DEIXANDO COM MEDO DE ME APAIXONAR MAIS NOVAMENTE POR ELE.                                                                                                                                                                  FAZIA TRES DIAS QUE ELE NÃO APARECIA EM CASA E JÁ SEM GRAÇA PARA USAR MEUS BRINQUEDINHOS TENCIONAVA SAIR PARA ESPAIRECER UM POUCO E DAR UMA PAQUERADA PORQUE SEGUNDO OS AMIGOS DO TRABALHO PODIA TER O HOMEM QUE QUISESSE COMIGO DESCONVERSANDO ACHANDO QUE SÓ FALAVAM ISSO POR QUEREREM ME COMER, E NAQUELA TARDE DEPOIS DE ME ADMIRAR EM FRENTE AO ESPELHO NOTEI O QUANTO AINDA ESTAVA BONITA E GOSTOSA COM ALGUNS PELINHOS E GORDURINHAS A MAIS, NADA QUE UM BOM TRATAMENTO NÃO RESOLVESSE E ASSIM DEPOIS DE ME DEPILAR MESMO NÃO GOSTANDO SEPAREI UM VESTIDO ATÉ QUE COMPORTADO UM FIO DENTAL E SUTIÃ MEIA TAÇA PORQUE NAQUELA NOITE TINHA QUE SAIR DO PERIGO.                                                                                                                     ESTAVA NO BANHO QUANDO ALGUÉM TOCOU A CAMPAINHA E ACHANDO ESTRANHO PORQUE MEU HOMEM TEMA CHAVE DE CASA E CHEIA DE MÁ INTENÇÃO ME ENROLEI NA MENOR TOALHA QUE ACHEI COBRINDO OS SEIOS DEIXANDO A BUNDA DE FORA E INDO ATENDER COM A XANINHA EM BRASA PORQUE SE ME VISSE ASSIM COM CERTEZA MEU HOMEM ME AGARRARIA E METERIA EM MIM ALI MESMO POREM PARA MINHA VERGONHA E DECEPÇÃO ERA MEU SOGRO QUE NÃO ATENDENDO MEU PEDIDO PARA QUE ESPERASSE PORQUE ESTAVA NUA EMPURROU A PORTA AVISANDO QUE NÃO ME PREOCUPASSE PORQUE IA VER O QUE JÁ VIU MUITO NA VIDA E NOTANDO SEU OLHAR MALICIOSO EM MINHA BUNDA DESNUDA ENQUANTO CAMINHAVA PARA O BANHEIRO PEDI QUE FICASSE A VONTADE QUE JÁ IA CONVERSAR COM ELE.                                                                      MEU SOGRO É GRANDÃO E PELO QUE SEI TEM UM BELO CACETE E SEU JEITO RUDE E ESTUPIDO DE SER SEMPRE ME CATIVOU E ENQUANTO SENTIA A ÁGUA NO CORPO NÃO TEVE OUTRO JEITO A NÃO SER TOCAR UMA SIRIRICA PORQUE SÓ EM SABER QUE AQUELE HOMÃO ESTAVA ALI EM MINHA SALA A MINHA ESPERA E SÓ NÓS DOIS ME DAVA UM TESÃO IMENSO, PENA MEUS BRINQUEDINHOS ESTAREM NO QUARTO MESMO ASSIM CAPRICHEI NAS DEDADAS FICANDO PREOCUPADA QUANDO TERMINEI PORQUE TEVE UM MOMENTO QUE ME ESQUECI ELE E GEMI GOSTOSO SEM PUDOR NUM ORGASMO INCONTROLÁVEL.                                              QUANDO CHEGUEI NA SALA ME SENTIA INCOMODADA COM OS OLHARES GULOSOS DE MEU SOGRO EM MIM E ME ENVOLVENDO DE TAL JEITO QUANDO DEI POR MIM ESTAVA ABRAÇADA NELE CHORANDO COPIOSAMENTE COM ELE ME DANDO A MAIOR FORÇA PEDINDO AJUDA PARA CUIDAR DO FILHO QUE ULTIMAMENTE HAVIA DEIXADO O TRABALHO E ESTAVA COMEÇANDO A SE ENVOLVER COM DROGAS, ME DANDO REMORSO QUASE DEIXANDO ESCAPAR QUE A TEMPOS O FILHO MIMADINHO DO PAPAI JÁ CURTI ESSAS COISAS POREM MUDEI DE IDEIA QUANDO NOSSOS OLHARES SE ENCONTRARAM COM UM OLHANDO PARA O OUTRO CALADO PARECENDO QUERER DIZER ALGUMA COISA E QUANDO QUIS SAIR DAQUELE ABRAÇO MEU SOGRO ME PUXOU PARA ELE ME DANDO UM BEIJO COM MINHA BOCA PRESA NA DELE ENQUANTO SUA LINGUÁ PASSEAVA EM MINHA GARGANTA, COMO BEIJA BEM O FILHO DA PUTA E LARGANDO MINHA BOCA LAMBEI MINHA NUCA E ORELHA ME DEIXANDO ARREPIADA PERDENDO QUAISQUER RESISTÊNCIA E VOLTANDO A ME BEIJAR ME DEU UM PEQUENO ORGASMOS COM SUAS MÃOS SEGURANDO MEU CORPO POUCO ABAIXO DE MEUS BRAÇOS ENQUANTO SEUS POLEGARES ALISAVAM MEUS MAMILOS E LARGANDO MINHA BOCA CHUPOU MEU S SEIOS ALTERNADAMENTE A PRINCIPIO POR CIMA DO TECIDO DO VESTIDO E COM MUITA HABILIDADE QUANDO DEI POR MIM ELE JÁ ESTAVA EM MINHA CINTURA COM ELE ALTERNANDO AS MAMADAS PARECENDO FAMINTO COM SUA BOCA SORVENDO TODO MEUS SEIOS E SENTANDO ME PUXOU COM FACILIDADE PARA ELE DEIXANDO ME SENTI SEU CACETE PRENSANDO MINHA XOXOTA ME FAZENDO SUSPIRAR FUNDO AO MESMO TEMPO QUE FICAVA PREOCUPADA COM O TAMANHO E MAIS QUE DEPRESSA SAI DELE INDO AJOELHAR NO CHÃO ENTRE SUAS PERNAS E IMPACIENTE COM ELE ME HIPNOTIZANDO COM SEU OLHAR CALMO E SERENO ENQUANTO ABRIA A BRAGUILHA ME DEIXANDO COM ÁGUA NA BOCA ME FAZENDO SOLTAR UM SONORO UAU QUANDO AQUELE PORRETE SALTOU PARA FORA COMIGO SEGURANDO COM AS DUAS MÃOS E AINDA SOBRAVA COM ELE TENDO QUE ME PEDIR CALMA ME ENSINANDO COMO CHUPAR UM CACETE. SABENDO QUE IA TER TRABALHO PARA AGUENTAR TUDO AQUILO CAPRICHEI NA MAMADA FAZENDO O COROA URRAR DE PRAZER POREM FRUSTRANDO MINHAS INTENÇÕES DE FAZER ELE GOZAR ME PEGOU COM FACILIDADE LEVANTANDO ME NO AR FAZENDO ME SENTAR EM SEU OMBRO ME MATANDO EM ORGASMO INTERMINÁVEIS COM SUA BOCA SORVENDO TODA EXTENSÃO DE MINHA XOXOTA E QUANDO AQUELA LINGUÁ QUENTE E ÁSPERA IA FUNDO EM MIM URRAVA DE PRAZER PERDENDO AS CONTAS DOS ORGASMOS QUE ESTAVA TENDO COM ELE TENDO QUE ME SEGURAR E QUANDO ME DEITOU CONTINUANDO ME CHUPANDO ME FEZ GEMER ENTRE GRITINHOS DESPUDORADOS TAMANHO PRAZER E NUM ORGASMO QUE ME TOCOU A ALMA QUASE PERDI O SENTIDO E VOLTANDO A MIM SENTI SEGURANÇA NELE ME ACALMANDO ENQUANTO SE AJIETAVA EM CIMA DE MIM E QUANDO ME DEI CONTA AQUELE CACETÃO ESTAVA CRAVADO EM MINHA BOCETA ME DANDO UMA DORZINHA CHATA QUANDO A GLANDE BATIA NO FUNDO POREM O PRAZER ERA IMENSAMENTE MAIOR. COMO SABIA METER O VELHO TARADO E JÁ SEM FORÇAS ATÉ PARA GEMER, QUANTO MAIS GOZAVA MAIS ELE ME FAZIA GOZAR E QUANDO SE COLOCOU DE PÉ ME FAZENDO SENTAR EM SEUS BRAÇOS MORRI EM ORGASMOS AVASSALADORES COM ELE ME JOGANDO PARA CIMA E PARA BAIXO CONTROLANDO MEU CORPO EM SUA PICA E ME VENDO REVIRAR OS OLHOS ME COLOCOU NÃO SOFÁ FICANDO MARAVILHADO A ME VER ESTREBUCHANDO PARECENDO ESTAR TENDO ATAQUE TENDO UM ORGASMO IMENSURÁVEL SEM AO MENOS ELE ESTA TOCANDO EM MIM E QUASE JÁ RECUPERADA ME MA
NDOU CHUPAR MAIS UM POUCO ATÉ ENCHER MINHA BOCA DE PORRA SUJANDO MEU CORPO AVISANDO QUE DA PRÓXIMA VEZ COMERIA ME O CU.                                    COM TODO AMOR DO MUNDO ELE ME DEU BANHO E ME COLOCOU NA CAMA POREM VENDO MEU CORPO NU DISSE NÃO AGUENTAR DE TESÃO E ME COMEU MAIS UM POUCO ME ENCHENDO DE PORRA SEM IMPORTAR COMIGO RECLAMANDO QUE PODERIA ENGRAVIDAR E APAGANDO DORMIR CHEIA DE PORRA DO MEU NOVO INVASOR.                                                                                                                                                                      ACORDEI COM O DIA AMANHECENDO TENDO TRABALHO PARA TIRAR MEU MARIDO DE DENTRO DE MIM SÓ ME LARGANDO QUANDO ME ENCHEU DE PORRA E PUTA DA VIDA MESMO TENDO DÓ DELE TOMEI SUA CHAVE E COLOQUEI ELE PARA CORRER DALI.                                                                                                                           DOIS DIAS DEPOIS VIAJEI PARA SÃO PAULO A TRABALHO E NAQUELA NOITE RESOLVI DORMIR NA CASA DE MEUS PAIS APROVEITANDO PARA FAZER COMPANHIA PARA PAPAI QUE RECLAMAVA DE MAMÃE QUE QUASE NÃO PARA EM CASA CHEGANDO DE MADRUGADA E QUASE SEMPRE COM BAFO DE CACHAÇA E OUVINDO OS LAMENTOS DE MEU PAI ISSO DESPERTOU UMA EXCITAÇÃO IMENSA EM MIM QUASE DESCONTROLADA E DEPOIS DA TERCEIRA OU QUARTA DOSE DE UISQUE ELE NÃO ME DEIXOU SAIR AVISANDO QUE ERA PERIGOSO E POR NÃO SER ACOSTUMADA BEBER APAGUEI ACORDANDO JÁ COM O DIA AMANHECENDO COM PAPAI ME ACORDANDO AS PRESSAS MANDANDO CORRER PARA MEU QUARTO PORQUE MAMÃE ESTAVA CHEGANDO ME DANDO CONTA QUE ESTAVA NUA COM MARCAS AVERMELHADAS NOS SEIOS E BOCETA E APAGANDO NOVAMENTE FUI A ULTIMA ACORDAR ENCONTRANDO MEUS PAIS NA MESA TOMANDO CAFÉ COM MAMÃE QUERENDO SABER O QUE MINHA CALCINHA E SUTIÃ ESTAVA FAZENDO EM SUA CAMA E VENDO PAPAI SUANDO FRIO COM OLHAR DE PEIXE MORTO NÃO CONSEGUINDO ACREDITAR NO QUE FEZ COMIGO, FALEI QUE DEITEI LÁ PARA DORMIR E COMO SÓ DURMO NUA ACABEI TIRANDO E ESQUECENDO LÁ.                                                                                                            DEPOIS DISSO ATÉ HOJE NÃO TIVE MAIS CONTATO COM MEU PAI FALANDO SOMENTE POR TELEFONE MESMO COMIGO AFIRMANDO QUE NÃO ESTOU BRAVA COM ELE SÓ QUERO SABER COMO FOI CHEGANDO A ME INSINUAR QUE QUERO QUE ME PEGUE NOVAMENTE POREM ESTA FUGINDO DE MIM, PARA PIORAR ESTOU GRAVIDA E MINHA MAIOR DUVIDA É SABER QUEM É O PAI.   

MEU TITIO

CHEGAMOS NO SITIO ONDE SERIA A FESTA DE BODAS DOS PAIS DO MEU MARIDO NA SEXTA PARA AJUDAR NOS ÚLTIMOS PREPAROS NO SÁBADO DURANTE A FESTA FIQUEI PREOCUPADA COM MEU MARIDO QUE COM CERTEZA NÃO AGUENTARIA ATÉ O DOMINGO ALÉM DO MAIS ESTAVA LOUQUINHA DE VONTADE DE DAR UMÃZINHA POREM O FILHO DA PUTA NEM ME DAVA ATENÇÃO SÓ QUERENDO SABER DE JOGAR BOLA A TARDE TRUCO BEBER E COMER CHURRASCO. ESTAVA CADA VEZ MAIS EXCITADA E NÃO TENDO ATENÇÃO DO MARIDÃO ME JUNTEI A SOGRA TIAS PRIMAS E AMIGAS NA PISCINA USANDO UM BIQUINIZINHO TIPO ASA DELTA BEM SOCADO NA BUNDA O QUE CHAMAVA ATENÇÃO DOS TARADOS DE PLANTÃO ENTRE ELES UM TIO DE MEU MARIDO QUE A TEMPOS VIVE ME CANTANDO E NÃO FOSSE PEGAR DURO COM ELE TERIA ME COMIDO E ASSIM QUANDO A EXCITAÇÃO CHEGAVA QUASE AO EXTREMO MERGULHAVA NA ÁGUA FRIA PARA ME ACALMAR UM POUCO. A NOITE VENDO QUE FICARIA NA MÃO MAIS UMA VEZ TOMEI UMAS CERVEJAS A MAIS E TONTA FUI DORMIR POR VOLTA DAS ONZE DA NOITE SENDO ACORDODA HORAS DEPOIS COM A GALERA COLOCANDO MEU MARIDO QUASE MORTO AO MEU LADO ME DEIXANDO SEM GRAÇA PORQUE ESSE TIO ME COMIA LITERALMENTE NÃO TIRANDO OS OLHOS DE MINHA BUNDA COBERTA PELA MINUSCULA CAMISOLA SEM NADA POR BAIXO PORQUE GERALMENTE DURMO NUA SENDO QUE ATÉ MEU SOGRO E O PRIMO FILHO DELE SE LIGOU E ME VENDO SEM GRAÇA INCENTIVOU A SAIR TODOS DALI FALANDO QUE PODIA DEIXAR QUE EU CUIDARIA DELE. ESTAVA DOIDA DE VONTADE TANTO É QUE DEIXEI MEU MARIDO SOMENTE DE CUECA E CAPRICHEI NO BOQUETE ENQUANTO TOCAVA SIRIRICA TENDO UM ORGASMO GOSTOSO GEMENDO ABAFADO QUANDO O FILHO DA PUTA ME FEZ ENGASGAR AO GOZAR EM MINHA BOCA FAZENDO ME ENGASGAR E TOSSIR MUITO TANTO É QUE ATÉ MINHA SOGRA E SUA MÃE VEIO EM MEU AUXILIO E TRANCADA NO BANHEIRO COM MUITA VERGONHA ENQUANTO A MÃE E A AVÓ TROCAVAM O FILHO DEIXANDO O SOMENTE DE BERMUDA. PENSAVA EM SENTAR GOSTOSO NAQUELE CACETE QUE CONHECE TÃO BEM MINHA XOXOTA QUANDO A SOGRA ENTROU NO QUARTO ME PEDINDO SE UMA PRIMA E SUAS DUAS FILHAS PODIAM DORMIR ALI NO QUARTO PORQUE O MARIDO E O SOGRO ESTAVAM BODIADOS NO QUARTO DELA E ASSIM FRUSTRADA JURANDO MATAR MEU HOMEM DORMI AGARRADA NELE ACORDANDO VEZ OU OUTRA COM SEU RONCO. DORMIA PROFUNDAMENTE QUANDO ACORDEI RINDO ESPONTANEAMENTE AO SENTIR MINHA CAMISOLA SENDO LEVANTADA EXPONDO MINHA BUNDA POR PENSAR SER MEU MARIDO POREM QUANDO AQUELA MÃO GRANDE E ÁSPERA ALISOU MINHA BUNDA COM AS PONTAS DOS DEDOS FORÇANDO CARINHOSAMENTE A ENTRADA DE MINHA BOCETA JÁ MELADA ME ASSUSTEI AO ABRAÇAR MEU MARIDO DEITADO MORTO AO MEU LADO E ENQUANTO AQUELES DEDOS HÁBEIS IA CADA VEZ MAIS PARA DENTRO DE MIM SERPENTEANDO MINHA BOCETA MORDI O OMBRO DO MEU MARIDO BELISCANDO SUA BARRIGA TENTANDO ACORDA-LO TENDO QUE INTENSIFICAR A FORÇA DA MORDIDA PARA ESCONDER MEUS INCONTIDOS GEMIDOS ATÉ TREMER INVOLUNTARIAMENTE NUM ORGASMO MARAVILHOSO NÃO CONSEGUINDO CONTER UM GEMIDO ALTO CHEGANDO A ACORDAR A PRIMA QUE ME CHAMANDO NO ESCURO DA NOITE PARA SABER SE ESTAVA BEM E FINGINDO ACORDAR FALEI QUE ESTAVA SONHANDO E ANSIOSA ME ABRI MAIS DEITADA DE BARRIGA PARA CIMA POREM ME FRUSTEI AO VER MINUTOS DEPOIS ALGUÉM SAINDO DO QUARTO NA ESCURIDÃO DA NOITE. NÃO CONSEGUINDO DORMIR SAI PARA BEBER ÁGUA FICANDO SEM GRAÇA AO SER SURPREENDIDA POR ESSE TIO O SOGRO E UMA PRIMA CONVERSANDO NA SALA TOMANDO CERVEJA E ME DANDO CONTA DE COMO ESTAVA VESTIDA AGI NATURALMENTE PARECENDO SENTI OS OLHARES GULOSOS EM MEU CORPO PORQUE A CAMISOLA DEIXAVA MEUS SEIOS PRATICAMENTE A MOSTRA E A SAIA MOSTRAVA AS POLPAS DA BUNDA E VOLTANDO PARA O QUARTO TIVE QUE ME TRANCAR NO BANHEIRO PARA TOMAR BANHO FRIO E BATER MAIS UM POUCO DE SIRIRICA CHEGANDO A ME ASSUSTAR QUANDO ALGUÉM TENTOU ABRIR A PORTA DO BANHEIRO O QUE RESISTI NUM ESFORÇO TREMENDO PORQUE DO JEITO QUE ESTAVA SE ALGUÉM ME PEGASSE IA DAR MERDA PORQUE IA FAZER ESCÂNDALO AO GOZAR DEMAIS POR ESTA NECESSITADA DISSO. DIA SEGUINTE FUI A ULTIMA A ACORDAR ENCONTRANDO A SOGRA E SUA MÃE AJUDANDO PREPARAR O ALMOÇO E DEPOIS DE UM BOM DESJEJUM ME TRUQUEI VESTIDO BIQUÍNI POR BAIXO DO VESTIDINHO CASUAL E RUMEI PARA A CACHOEIRA ONDE A GALERA ESTAVA. ESTAVA APREENSIVA TENTANDO DECIDIR SE ATRAVESSAVA O PASTO OU IA PELA RUA QUANDO O TIO TARADO CHEGOU ME DANDO UM BAITA SUSTO E ME CONVENCENDO PEGOU EM MINHA MÃO FAZENDO ME SEGUI-LO PELA TRILHA NO MEIO DA MATA DEIXANDO ME VER CLARAMENTE O VOLUME DE SUA PICA POR NÃO FAZER QUESTÃO NENHUMA DE ESCONDER E QUANDO CHEGAMOS NUM BARRANCO ELE ME COLOCOU EM SUA FRENTE QUASE ME PEGANDO A FORÇA E AO TENTAR SUBIR ESCORREGUEI POR NÃO QUERER ABAIXAR PARA SUBIR COMO SUGERIA PORQUE MOSTRARIA MINHA BUNDA COM O FIO DENTAL ENTERRADA NELA E DO JEITO QUE ESTAVA ERA MELHOR NÃO DAR MOLE POREM QUANDO CAI ELE AGARROU EM MIM ABRAÇANDO ME POR TRÁS DEIXANDO ME SENTI SUA POTENCIA EM MINHA BUNDA E ANTES MESMO DE TENTAR SE DESVENCILHAR DELE ELE GRUDOU MAIS EM MIM APERTANDO AQUELA TORA EM MINHA BUNDA ENCHENDO AS MÃOS EM MEUS SEIOS APERTANDO COM GOSTO E VONTADE E ENTRE TENTAR RESISTIR E ME ENTREGAR PARA ELE PORQUE SABIA QUE TINHA CERTEZA QUE EU PRECISAVA DISSO ELE DISSE ALGO SUBINDO A MINHA FRENTE ME PUXANDO PELA MÃO E CHEGANDO NUM GRAMADO NO ALTO DO MORRO NO MEIO DE UMAS PEDRAS ENORME DE ONDE TÍNHAMOS VISÃO TOTAL DO LUGAR DANDO PARA VER MEU MARIDO E UM PRIMO CONVERSANDO ANIMADINHO COM UMA DAS PRIMAS E DUAS AMIGAS NADA FIZ QUANDO O TIO ME ABRAÇOU POR TRÁS MORDENDO MEU OMBRO BEIJANDO E LAMBENDO MINHA NUCA E ORELHA E COMO QUE AUTOMÁTICO VIREI PARA ELE QUE ME BEIJOU COMO NUNCA FUI BEIJADA ANTES SENTI SUAS MÃOS ALISANDO MEU CORPO DANDO TOTAL ATENÇÃO PARA MINHA BUNDA COM ELE CHEGANDO A ABRIR ELA CHEGANDO EM MINHA BOCETA E LARGANDO NOSSAS BOCAS DESCEU ME CHUPANDO ATÉ CHEGAR EM MEUS SEIOS COMIGO LEVANTANDO OS BRAÇOS INVOLUNTARIAMENTE PARA QUE TIRASSE MEU VESTIDO E INDO ABAIXANDO LAMBENDO CHUPANDO E BEIJANDO MINHA BARRIGA QUANDO ABAIXOU EM MINHA FRENTE ME DEI CONTA QUE MINHA CALCINHA JÁ ESTAVA EM MEUS PÉS E A PARTE DE CIMA DO BIQUÍNI EM MINHA BARRIGA E ME ENCOSTANDO NUMA DAS PEDRAS COLOCANDO UMA DE MINHAS PERNAS EM SEU OMBRO METEU A BOCA EM MINHA BOCETA ORA CALMO E DELICADO ORA COM FORÇA PARECENDO ESTAR COM RAIVA ME FAZENDO URRAR DE TANTO PRAZER ME DANDO ORGASMOS INTERMINÁVEIS TANTO É QUE ME DEU MEU VESTIDO MANDANDO QUE MORDESSE PARA CONTER MEUS GEMIDOS ENQUANTO SENTIA MEU PRAZER ESCORRENDO EM MINHAS COM ELE ME CHUPANDO COMO SE O MUNDO FOSSE SÓ NOSSO E JÁ MOLINHA DE TANTO GOZAR NAQUELA BOCA PARECENDO QUE IA FICAR SÓ NISSO E SE FICASSE JÁ ESTAVA BOM DEMAIS POREM SUBINDO PARA ME BEIJAR NOVAMENTE SEGUROU FORTE EM MEUS CABELOS ME OBRIGANDO A BEIJAR SUA BOCA DIVIDINDO COMIGO MEU PRAZER COISA QUE NUNCA DEIXEI MEU MARIDO FAZER POR NOJO E PARECENDO QUERER SUGAR MINHA ALMA NAQUELE BEIJO QUE ME DEIXAVA EXTASIADA SE AJEITOU ENTRE MINHAS PERNAS E COMO AVISOU DOEU UM POUQUINHO QUANDO A GLANDE ENTROU E BAFANDO MEUS AIS E GEMIDOS SÓ PAROU DE ENTRAR QUANDO SUAS BOLAS BATERAM EM MINHA BUNDA E LEVANTANDO MEU CORPO COM FACILIDADE ME FEZ ESTICAR AS PERNAS FICANDO APOIADAS NAS PEDRAS COM ELE AJUDANDO A SUSTENTAR MEU CORPO EM SEUS BRAÇOS ME DEIXANDO MAIS ABERTA E INDO FUNDO EM MINHA BOCETA ME DANDO A SENSAÇÃO QUE TINHA URINADO TAMANHO QUANTIDADE DE LÍQUIDOS QUE SAIA DE MIM COM ELE BEIJANDO MINHA BOCA COMO QUE QUERENDO ME ENGOLIR BAFANDO ASSIM MEU ESCÂNDALO E SACUDINDO MEU CORPO COM ESTOCADA FORTES NO VAI VEM VIGOROSO ME FEZ DESFALECER NUM ORGASMO AVASSALADOR TENDO QUE SEGURAR MEU CORPO PARA NÃO CAIR E ME AJUDANDO A FICAR DE PÉ REUNIA FORÇAS PENSANDO EM ME ARRUMAR E SAI DALI QUANDO FORROU A GRAMA COM MEU VESTIDO E SUA BERMUDA ME FAZENDO AJOELHAR A SUA FRENTE ME DANDO SEU CACETE PARA MAMAR TENDO QUE ME PEDIR CALMA ME DANDO DICAS DE ONDE E COMO MAMAR ATÉ ENCHER MINHA BOCA DE PORRA ESPIRRANDO MUITA EM MINHA CARA SUJANDO MEUS CABELOS SEIOS E UMBIGOS E SEGURANDO MEU QUEIXO NÃO ME DEIXOU CUSPIR FAZENDO ME ENGOLIR PORRA PELA PRIMEIRA VEZ NA VIDA E ME BEIJANDO GOSTOSO ME AGRADECENDO FALANDO BAIXINHO EM MEU OUVIDO QUE QUERIA MAIS ME AJUDOU A LEVANTAR E SAINDO DALI DEMOS DE CARA COM DUAS MENINAS QUE NOS OLHAVA ADMIRADAS E ME AJUDANDO A DESCER ME PEGANDO NO COLO PARA ATRAVESSAR O PISO DE PEDRAS POR MEUS PÉS SER DE ANJO SEGUNDO ELE QUE ME FEZ RIR AO PROMETER CHUPAR ELES NA PRÓXIMA VEZ AO
CHEGAR NA BEIRADA DO LAGO TIREI O VESTIDO JOGANDO PARA ELE QUE INDO EM DIREÇÃO AO MEU MARIDO JOGOU O NA CARA DELE ENQUANTO MERGULHANDO APROVEITEI PARA ME LAVAR TENTANDO TIRAR O CHEIRO DE PORRA EM MIM SENDO SURPREENDIDA PELO MARIDÃO QUE FEZ DE TUDO PARA ME CONVENCER A DEIXAR ME COMER ALI NA ÁGUA E COMO CASTIGO NEGUEI MESMO PORQUE AINDA PARECIA SENTIR A PICA DO TIO EM MIM. DEPOIS DESTE ACONTECIDO AINDA DEI PARA TITIO UMAS SEIS VEZES SENDO UMA EM MINHA CASA COM MEU MARIDO BÊBADO DEITADO AO NOSSO LADO E DESTA VEZ FUI PARAR NO MÉDICO TENDO QUE TOMAR ANALGÉSICO E PONTO NO ÂNUS POREM SÓ DEIXEI DE DAR PARA ELE PORQUE DESCOBRI QUE COME OUTRAS DUAS PRIMAS E TENTOU ME USAR PARA PEGAR MINHA MANA.

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