Primeiro Anal da minha esposa

Sou casado há cerca de 10 anos, mesmo com todos esse anos de casado tenho muito tesão na Minha esposa, sempre fizemos sexo muito gostoso, e algumas vezes em lugares diferentes, em trilha de cachoeira, estacionamento de shopping, praia, rua, casa de amigos etc sempre rola aquela punheta gostosa, ela sempre me surpreende com uma punheta inesperada, quando vou dormir, naquele mar/lagoa com águas paradas, quando chego do trabalho cansado e deito no sofá, quando estou acordando, e até mesmo quando estou dirigindo em lugares pouco movimentados rola uma punheta e as vezes aquele boquete que até perco a noção da direção, mas enfim….Minha esposa é baixa, tem peitos bem grandes e bicos rosa, uma bunda maravilhosa que sempre que possível eu tiro fotos ou peço para ela tirar e mandar pois eu faço um “book” sempre que posso dou aquela olhada que já me deixa com tesão….Apesar dessa vida sexual bem interessante sempre tive uma vontade que ela não me proporcionou: Sexo Anal. Eu sempre cobicei o cuzinho dela, já coloquei um dedo, dois dedos, até o terceiro dedo cheguei a colocar um pouquinho, mas as poucas vezes que tentamos colocar meu pau ela reclamava que doía muito, logicamente não finalizávamos….Um belo dia mais uma transa nossa eu sempre explorando sua bunda maravilhosa, chupando seus peitos e acariciando seus grelo e seu cuzinho ao mesmo tempo, eu sentia seu cu piscando e o grelo inchado, estava uma delícia, ela adora ser comida de quatro, quando eu coloquei ela de quatro, já com sua buceta pronta para sem penetrada eu continuei acariciando seu cuzinho e ela gemia gostoso e sempre deixava eu colocar os dedos, ela mesmo pedia as vezes, ela gemia cada vez mais, foi nessa que descobri um produto muito bom, gel e anestésico, coloquei apenas um pouquinho do dedo e fui lambuzando e colocando o dedo para ver sua reação, ela gemia e eu fui colocando outro dedo, como eu não coloquei muito gel ela sentia a dor do tesão e o alivio do anestésico, eu coloquei 3 dedos e ela gemendo de tesão, foi aí que eu coloquei a cabeça do meu pau na entrada do seu cuzinho como eu já tinha feito outras vezes sem sucesso, deixei que ela controlasse a situação para se sentir mais confortável, ela foi sentando com medo dizendo que estava doendo um pouquinho, quando ela foi perceber já tinha engolido meu pau inteiro com o cu, ela surpresa de não estar doendo e tb sentiu tesão ao perceber que eu estava no extremo a excitação, ela sentada mais, rebolava gostoso, sentava, gemia, enquanto sentava no meu pau e também acariciava seu grelo que já estava inchado, eu segurava na sua cintura e ela sentava gostoso no meu pau que estava prestes a jorrar leite dentro dela, até que ela disse que iria gozar e começou a sentar mais forte, bem forte, bombando muito e eu não aguentava de tanto tesão, ela gozou muito forte e eu também, foi tão intenso que cada um caiu para um lado da cama, meu pau latejando e seu cuzinho piscando e sua boceta toda molhada que até escorria….Agora estamos planejando melhorar isso com outras “ferramentas”, foi uma das melhores fodas nossa, espero que tenham outras para eu contar

Um Homem Para Sua Esposa

Vim até este site relatar o que aconteceu comigo há pouco tempo, fui convidado para ser o outro homem de um casal. Um casal resolveu da mais graça a sua vida sexual, havia muito tempo eles já fantasiavam com a inclusão de um parceiro, porém sempre esbarravam em vários problemas. Primeiro, a educação religiosa que Dora (nome fictício da esposa) tivera desde pequena, depois o temor de confundir as coisas em relação aos sentimentos, enfim uma barreira que aos poucos foram transpondo, até que, numa bela noite de sexo, em meio a gemidos e gozos, enquanto ela chupava, eu a enxergava como uma autêntica protagonista de um filme pornô, tal sua destreza com a boca e a língua. Por vezes, ela fazia garganta profunda e engolia seu membro (19cm) por inteiro. Não agüentando mais o prazer, descarregou seu esperma em sua boquinha, pois a visão dela com um pau na boca era simplesmente o supra-sumo do tesão. Jorge (nome fictício do marido) então, disse que teríamos porque teríamos que arrumar alguém, de preferência desconhecido, para juntar-se a nós, numa noitada de amor. Ela virou-se e perguntou quem poderia ser.Jorge respondeu que não se preocupasse, pois trataria de arranjar alguém de acordo com suas expectativas. Depois de percorrer vários lugares, bares, shopping, Internet, selecionou o meu perfil em um site de relacionamento, enviaram-me umas mensagens acompanhadas de algumas fotos de sua tesuda esposa. Em tempo: ela é morena, olhos verdes, um rostinho lindo e um corpo digno da capa central da Playboy e, por incrível que possa parecer, tem quarenta anos. Com relação à experiência sexual, é uma verdadeira máquina de sexo. Não precisa dizer que respondi, candidatando-me à vaga de amante, tenho 34ª, 1,74ª, 74k, bem dotado tanto física quanto culturalmente, estou fazendo a terceira faculdade, extremamente bem apessoado e simpático e com um membro de aproximadamente 22 cm. Chamava-se Beto (meu nome fictício) fiquei alucinado com as fotos de Dora. Numa de suas correspondências disse que Jorge tinha razão em querer dividir sua mulher, pois seria muito egoísmo manter um avião daqueles somente para ele. Ela era mulher para dois homens ou mais. Mostrei as correspondências e fotos à Dora e ela apesar de receosa, deu o sinal verde.Pode convidar que eu topo, ele é um tesão!Pelas correspondências percebi que Beto é muito culto e educado e, ao que pareceu, extremamente másculo, o que provavelmente despertou em Dora aquele tesão que faltava para se decidir. Agora não tinha mais volta, Jorge teria que levar o negócio adiante. Marcamos então, um dia e local para nos encontrarmos e conferirmos nossas impressões. O local seria um barzinho movimentado, na região de Moema. Passamos a semana toda nos preparando para o encontro. Nosso tesão estava a mil. Dora não deixava que Jorge sequer encostasse nela. Queria armazenar o mais possível de excitação para o nosso recente amante. No dia do encontro, ela entrou no chuveiro e depilou-se inteirinha, inclusive no cuzinho, o que intrigou Jorge, pois ela não permitia que ele invadisse aquele terreno, por mais que insistisse. Já preparando para sair, ela colocou uma minissaia, valorizando suas suculentas pernas com meias 7/8, um sapato de salto alto e uma blusinha quase transparente. Por baixo uma calcinha, que, na frente, mal tampava sua bocetinha (agora totalmente depilada) e atrás somente um fiozinho. À noite, dirigiram ao local do encontro.Chegando ao bar, sentaram e pediram um drink enquanto esperavam chegar. Não demorou muito cheguei e mostrou-me ainda mais simpático do que nas cartas. Pedi licença, sentei-me, solicitando ao garçom uma bebida. Depois de algum papo, comecei a perceber que Dora, agora mais relaxada, estava se empolgando comigo e já esfregava suas coxas nas minhas, que sentava ao seu lado. Eu estava até um pouco sem jeito, mas Jorge tranqüilizou-me dizendo que era para isso que estávamos lá. Resolvemos que já era hora de sair devido ao clima excessivo de tesão que pairava no ar. Já no carro, Dora perguntou se poderia ir atrás comigo, o que Jorge logicamente concordou. Pelo espelho retrovisor, Jorge podia vê-nos. Era impressionante! O que nos se beijavam e se engoliam com suas línguas não podia ser descrito! Eu passava as mãos em seus peitinhos e Dora por sua vez esfregava meu cacete por cima das calças. Chegando ao motel, nos nem esperamos entrar no quarto e logo que saíamos do carro, já comecei a se despir e entrar agarrado e seminus na suíte. Que visão maravilhosa! O clima de erotismo estava no seu mais alto grau! Supremo prazer eu estava sentindo! Enfim Jorge e Dora estavam satisfazendo um desejo muito antigo. Que tesão ver sua mulherzinha gemendo nos meus braços. Dora começou a descer pelo meu corpo sarado e já sem camisa, tirou-me o cinto e desabotoou-lhe a calça. Logo em seguida puxou sua cueca e um membro enorme pulou no seu rosto e foi imediatamente abocanhado e engolido. Por incrível que possa parecer, ela conseguia engolir mais de vinte centímetros de pica. Olhando para Jorge, piscou e começou a gemer. Mostrou que sabia tudo na arte da relação. Eu gemia, quase gritando, chamava-a de puta, de cadela sem-vergonha e a cada palavra Dora se excitava mais e mais. Passava a língua na glande e voltava a abocanhá-me e então comecei a fazer o movimento de vaivém e foder aquela boquinha. Não suportando mais o tesão, comecei a esporrar dentro de sua garganta até que ela quase engasgasse. Jorge nunca vira tamanha carga de esperma na sua vida. Eu parecia que estava urinando. E o mais incrível: Dora abriu bem a boca e recebeu tudo na garganta, engolindo toda aquela porra. E sorrindo! Olhava para Jorge e ainda piscava, aquela cadela. Puta sem-vergonha, era no que ela havia se transformado. Jorge permanecia vestido e atuando apenas como espectador, corno, que ele seria a partir de agora. Aliás, Jorge estava adorando ver sua esposinha com a boca cheia de porra de outro macho. Dora olhou para Jorge com um pouco de porra escorrendo dos lábios e perguntou:    – Gostou, meu corninho? Daqui para frente você vai ver! Você vai ser o maior corno da cidade.    Essas palavras soaram como música em seus ouvidos. Sua querida mulher estava se livrando de todos os preconceitos e adotando sua nova posição cadela sem-vergonha. Nos dois fomos para o banho não permitindo que Jorge nos acompanhasse. Lá iniciamos uma nova sessão de beijos e línguas. Dora aproveitou e abocanhou mais uma vez meu membro colossal até deixá-lo mais uma vez em ponto de bala. Eu era um amante fogoso, logo em seguida ele já estava pronto novamente. Eu trouxe Dora no colo e levei-a até a cama, deitando-a de costas para o colchão e deixando-a de pernas totalmente abertas. A visão de sua xoxotinha depilada era algo mais do que tesudo. Eu então comecei a lambê-la e vez por outra enfiava a língua no fundo de sua xoxota. Alternava com lambidinhas no cuzinho e no clitóris. Esta operação durou uns quinze minutos e Dora chegou ao clímax duas vezes, gemendo e gritando de tesão. Eu levantei-a, coloquei Dora de quatro e comecei a pincelar aquela boceta com sua imensa glande. Eu vi que Jorge ficou preocupado, pois as diferenças de calibre eram impressionantes. Mas eu sou um mestre. Enquanto eu pincelava sua boceta, ela gemia e gritava, suplicando que eu a penetrasse. Eu estava prolongando a excitação ao seu mais alto grau. Eu realmente sabia como fazer para deixar uma mulher subindo pelas paredes. Comecei então a penetrá-la de maneira lenta e gradativa. Era impressionante! Sua bocetinha agasalhava aquele mastro com uma facilidade incrível. Assim que aquela cabeçorra entrou, Dora deu um suspiro e relaxou. Sua boceta havia engolido um membro descomunal. Eu iniciei o vaivém durante quase meia hora e Dora gritava, gemia e me chamava Jorge de corno.- Viu como faz um macho? Vê se aprende, corno!Eu olhei para Jorge e ri.- Ô, corno, como é que você agüenta ver outro macho comendo sua esposa assim? Você vai ver só, de agora em diante, toda vez que eu quiser, você vai ter que me ma
ndar esta putinha para eu comer!Jorge nem me incomodava pois a cena estava mais do que picante. Dora já não agüentava mais. Rebolava gemendo pedindo para eu tirar e assim que comecei a tirar ela implorava que enfiasse novamente com mais força até que dei um gemido e enchi sua bocetinha de esperma. Mas mesmo assim continuei a meter e a visão que Jorge tinha era de uma xoxota totalmente alargada e alagada de porra. Cada vez que eu bombava, escorria porra de sua xana e Dora sorria maravilhada. Gritava que de agora em diante ela iria dar para quem quisesse e que Jorge não poderia fazer nada. Caíamos extenuados um para cada lado. Jorge levantou da poltrona, beijou-a e notou seu olhar brilhante de satisfação. Dora confessou-lhe que jamais havia sentido tanto tesão na vida. Fez uns carinhos em Jorge, agradecendo esta oportunidade e voltou-se para mim acariciando meu peito. Descansamos todos, pedimos uns drinks e conversamos sobre as taras de cada um. Dora disse então que esta era sua oportunidade de inaugurar seu cuzinho, até então quase virgem, porém tinha receio de que doesse. Eu garanti-lhe que faria com o máximo de carinho e que não sentiria nada. Então olhei para Jorge e disse:- Ô corno, pega o lubrificante que eu vou comer o cu da sua esposa!Aí Jorge ficou realmente preocupado. Eles mal faziam sexo anal, pois ela sempre reclamava de dores! Imagina agora, agüentar um cavalo daqueles no rabo. Para espanto de Jorge, Dora não esboçou nenhuma reação contrária. Olhando para Jorge, ela perguntou:- Que cara é essa de espanto? Hoje eu não saio daqui sem levar no rabo essa coisa gostosa!Ânimos recobrados, Jorge entregou-me o tubo de KY, que iniciei uma massagem no cuzinho de sua esposa. Passei também um pouco de creme anestésico e iniciei uma lenta penetração com um dedo. Dora gemia e se contorcia. Eu era realmente um professor nesta arte. Fazia as coisas sem nenhuma pressa e com bastante carinho. Dora posicionou-se com a bundinha empinada e levantada e atendendo às minhas instruções que ordenava que ela relaxasse o cuzinho. Introduziu mais um dedo e depois o terceiro. Dora já não falava coisa com coisa. Mordia o travesseiro, mas não de dor e sim de prazer. Eu levantei, passei mais um pouco de lubrificante no meu membro, apontei aquela imensa glande no rabo de Dora e fez uma leve pressão. Dora deu um pulo para frente mas, Eu bem mais forte, segurei-a determinado e forcei um pouco mais. Pronto: a cabeça de meu pau já havia entrado. Dora então deu um suspiro e algumas lágrimas chegaram a escorrer no seu rostinho lindo. Eu parei por alguns minutos para que o cuzinho, que jamais seria o mesmo, se acostumasse com o calibre. Comecei a acariciar seu clitóris e a beijar sua nuca de maneira que ela relaxasse ao máximo para receber aquele mastro por inteiro. Passados alguns momentos, comecei a enfiar lentamente até chegar a bater o saco na sua bocetinha. Dora urrava de prazer. Dizia que estava no céu. Iniciei um vaivém, bombeando e bombeando. O cuzinho de minha doce Dora estava agora todo arrombado. Nossos olhos brilhavam, ela me chamava Jorge de corno e ele a xingava de cadelinha, de puta, de vagabunda. E ela gritava que daria para mim a qualquer momento que eu a chamasse. agora, tirava meu imenso cacete por completo e atolava até a raiz. Depois de muito tempo, comecei a encher seu rabo de porra. Era tanta porra no cuzinho de Dora que, pelo buraco que havia ficado, escorria por toda sua bunda. Ela gritava mais uma vez:- Tá vendo corno? É assim que se fode uma mulher! Vê se aprende e vai se conformando com seus chifres daqui para frente!Caímos cada um para um lado, respirando sofregamente e Dora com uma expressão de absoluta satisfação. Confessou-me depois que jamais havia sentido tanto prazer e que Eu seria de agora em diante seu companheiro de cama. Jorge concordou, logicamente, pois para sua esposinha ele não recusaria nada. Jorge estava em êxtase. Os seus sonhos estavam se tornando realidade. Sua mulher agora estava transformada em uma bela puta. Era o que ele mais desejava. Eu estava maravilhado com a performance de Dora e cuidei de parabenizar Jorge pela fêmea que ele tinha em casa. Jamais eu havia conhecido uma mulher tão fogosa na cama. Aproveitei e disse que gostaria muito de participar outras vezes e inclusive, com mais um amigo e que, se Jorge não opusesse, eu poderia convidar. Falando isso os olhos de Dora brilharam e vislumbraram a possibilidade de confirmar seu novo papel de putinha. Ela confidenciou que sempre fantasiou uma transa com mais de dois homens e se mostrou eufórica com a suposta chance. Se você quiser um homem para sua esposa, será um enorme prazer.

convenci minha mulher a dar pra outro parte 4

Para melhor entendimento desta história, aconselho que leiam os três primeiros. ObrigadoNa manhã seguinte, acordei cedo ouvindo umas leves batidas na porta do quarto. Claudia dormia profundamente a meu lado. Estava nua.Levantei-me e fui ver quem batia, que tolice a minha, só podia ser o Jorge, já que estávamos só nós três na casa. Era ele mesmo todo arrumado e pronto para partir querendo se despedir. Tentei fazer com que ficasse um pouco mais, mas ele insistiu em ir alegando um compromisso inadiável.Despedimo-nos, eu abri o portão para ele e voltei para junto de minha esposa que dormia a sono solto.Perdi o sono, sentei-me na poltrona aos pés da cama e fiquei admirando aquele corpinho nu sobre o leito.Ela estava deitada de lado, quase de bruços, tendo a perna esquerda dobrada sobre o edredom embolado realçando sua coxa grossa enquanto que, a direita estava esticada por baixo dando o toque final à cena digna de uma pintura. Sua boceta depilada aparecia toda vermelha e inchada por entre as nádegas devido à intensa atividade sexual da noite passada.Não resisti e fui para a cama com ela. Eu queria ver sua xoxota de perto, então, cheguei bem junto a ela e abri levemente sua bunda. O cheirinho bom daquela vagina invadiu minhas narinas. Neste instante ela acordou languidamente.— O quê você tá fazendo aí em baixo hen? — Falou ela sorrindo e se espreguiçando.— Só tô conferindo se ela tá inteira. — Falei sacanamente.— Bobo! — Ela riu.— Tá toda vermelha e inchada. — Falei já deitado a seu lado acariciando seus cabelos.—É normal. Nós tivemos muito sexo ontem à noite e o Jorge é muito grande. — Respondeu ela.— E não tá dolorida? — Perguntei.— Fica um pouco dolorida e ardida por dentro sim, como se estivesse amortecida. — Respondeu ela, simplesmente e me deu um beijo; levantou-se e caminhou lentamente para o banheiro bamboleando seu corpo fenomenal enquanto eu fiquei na cama saboreando cada movimento que ela fazia. Alguns momentos depois, ouvi a descarga sendo acionada e o chuveiro sendo ligado.— Você não vem, amor? — Falou ela, pois tomamos banho juntos todas as manhãs.— Tô indo. — Respondi eufórico e fui correndo.Todas as manhãs quando tomamos banho, transamos em baixo do chuveiro, mas naquele dia, sentíamo-nos satisfeitos e apenas nos banhamos um ao outro curtindo muito o carinho e sentindo o amor verdadeiro fluindo entre nós.É inegável que nosso casamento melhorou muito depois que começamos a viver nossas aventuras. A cumplicidade entre nós é imensa. Nós conversamos o dia inteiro, seja por watts ou por telefone. Nós falamos sobre tudo sempre pedindo a opinião um do outro. Parece incrível, mas não tenho olhos para outra, apenas a Claudia me satisfaz, coisa que nem no começo do namoro era assim, nossos amigos admiram e elogiam nosso amor. Quando vejo uma gostosa na rua usando uma roupa sexy, logo imagino minha esposa usando aquela roupa e arrastando olhares. Os laços entre nós se fortaleciam a cada dia e não havia segredos entre nós.Naquela manhã eu lhe contei que o Jorge tinha ido embora. Ela lamentou mas percebi que não lamentou muito.Alguns dias depois, perguntei-lhe se sentia saudade do Jorge e ela disse que não e que o tesão por ele tinha passado.— Acho que transamos todas as nossas taras naquela noite e o tesão foi embora como fumaça. — Completou ela sorrindo.Os meses se passaram e nossa vida ia de vento em popa. Os negócios prosperavam e a Claudia montou uma academia a qual eu a auxiliava na administração.Nossa vida seguiu, o amor e a confiança entre nós aumentava ao limite de chegarmos a ser um só, numa simbiose perfeita ao ponto de um saber o pensamento do outro só de nos olhar.A beleza de Claudia seguia fazendo reféns e eram dúzias de cantadas todos os dias. Alguns dos frequentadores da academia, lá iam somente para babarem por ela e na esperança de, quem sabe, terem uma chance com a deusa da sensualidade.Todos os amigos que frequentam a nossa casa, principalmente nos churrascos em nosso sítio sempre no último domingo de cada mês, colocavam seus olhares gulosos em cima da minha mulher, discretamente é claro para não ofender suas esposa que sempre estavam presentes e eram nossas amigas também. Apesar de nossas aventuras liberais, Claudia sempre conheceu seu lugar e nunca se insinuou para nenhum deles e todos a respeitam e nem imaginam sobre nossas aventuras liberais.Entre esses amigos tem o casal Valter e Graziela que são nossos melhores amigos. Vou descrevê-los, pois, daqui por diante eles farão parte importante da nossa história.Valter, quarenta e dois anos, um e setenta e sete de altura; cabelos e olhos castanhos; pele branca e corpo um pouco fora de forma, não é gordo nem barrigudo, mas apresenta algumas gordurinhas localizadas e uns pneuzinhos que lhe escapam pelo cós da bermuda.Graziela tem vinte e sete anos; um e sessenta de altura; cabelos e olhos castanhos; pele branca mas bronzeada de piscina; bundinha saliente, coxas grossas e seios fartos siliconados. Seu corpo está super em forma, apesar de já ter dado à luz a um filho, o Paulinho, meu afilhado, pois a Grazi se cuida e frequenta a academia da Claudia.O Valter trabalha comigo na empresa, na verdade, eu o conheci através de minha esposa que é amiga de infância da Grazi.Depois do nascimento do Paulinho o casamento deles entrou em crise e ia acabar em divorcio na certa. Eu e a Claudia resolvemos intervir e os trouxemos mais para perto de nós para tentarmos aconselha-los e ajuda-los a superar a crise. Quando a crise estava no auge, nós os convidamos para passar um final de semana conosco em nosso sítio, só nós quatro, talvez pudéssemos detectar o problema e conseguíssemos fazê-los superar. Eles aceitaram e, no final de semana combinado, eles deixaram o Paulinho com os avós e foram nos encontrar. Foram na sexta à tardezinha para aproveitarem bem o fim de semana.Quando eles chegaram, nós sentimos o clima pesado que rolava entre eles.Nós quatro somos muito unidos, como uma família, quando namorávamos estávamos sempre junto o que nos deu certas liberdades, por isso temos toda essa intimidade, então o problema de um é o problema de todos.Eu e minha esposa notamos que a conversa entre eles tinha quase morrido e, segundo eles, a lavagem de roupa suja entre eles nas sessões de terapia, tinha servido para detectar os pontos falhos do casal, o problema agora era botar em prática.Claudia arrumou o quarto de hospedes para eles, quarto este que não fica devendo nada ao quarto principal, pois também tem suíte e closet e cama de casal.Durante o jantar foi tudo muito bem, nós rimos muito lembrando das peripécias do passado, depois a Claudia subiu para ajudar a Grazi com as malas e eu fiquei sozinho com o Valter na sala. Eu lhe servi um whiski e falamos um pouco sobre futebol, até que vi uma oportunidade e entrei no assunto.— Quando as coisas começaram a ficar ruins entre vocês? — Perguntei na bucha.— Foi depois do nascimento do Paulinho. Ela teve depressão pós parto, a libido diminuiu e o sexo entre nós foi pras cucuias. — Falou ele em tom de desabafo.— mas isto é uma coisa passageira, você devia saber disso. — Falei repreendendo-o.— Sim, de fato passou, nós tivemos uma puta transa gostosa, mas foi só. Depois…Quando eu queria ela não queria…As brigas começaram a ficar constantes…Ela me acusou de ter uma amante.— E você tem? — Claro que não…Quer dizer…Eu quase tive, mas me contive…ela é que tem um, eu tenho certeza.— Bobagem, Valter, a Grazi não seria capaz…— Falava eu mas me arrependi lembrando que, em matéria de insatisfação sexual tudo é possível.— Claro que tem, ela não liga mais pra mim; vive de segredinhos e não sai do watsapp.— Corta essa, né Valter, se a Grazi quisessse ter um amante não se comunicaria com ele pelo celular que você tem a senha né.— Será que ela seria mesmo capaz de tamanha canalhice comigo? —Lógico que não, é a Grazi, cara ,tua mulher.— Não sei o que pensar, amigo, só sei que se ela quiser ter um amante tem todo o d
ireito, porque fui eu que me afastei. Foi a minha libido que diminuiu. Tudo ficou sem graça. — Fala ele enquanto uma lágrima rola pelo seu rosto.—Calma, amigo, tudo se ajeita.—Eu amo demais a Grazi, cara, e não quero perde-la.Fiquei horas consolando-o. Claudia dormiu com a Grazi no quarto que preparamos e o Valter dormiu comigo no outro quarto.Na manhã seguinte, descemos pra cozinha, eu e meu amigo e demos de cara com as duas na cozinha preparando o café. Elas estavam com os shortezinhos curtinhos de algodão com que dormiram delineando bem suas bundas fenomenais que sobravam generosas pelas bordas e com as camisetinhas brancas sem sutiã marcando os mamilos maravilhosos, enquanto que nós vestíamos apenas calção e camiseta.Se alguém de fora de nosso circulo nos visse, poderia se espantar, mas, pra nós era normal. Temos liberdade suficiente para ficarmos a vontade e amizade mais que suficiente para nos respeitarmos.Notei o Valter olhando com desejo para a bunda das duas, mas se demorando mais na bunda da Claudia. Ele estava na seca, com certeza devoraria as duas se tivesse chance. Na hora imaginei ele metendo com voracidade na Claudinha, fazendo vibrar as banhinhas que lhe escapavam pelo cós da bermuda. Confesso que fiquei um pouco excitado ao imaginar a cena.Depois do café, as meninas botaram seus biquines, a Claudia o preto e a Grazi um vermelho bem cavado deixando-a um tesão. Foram para a beira da piscina tomar sol enquanto, eu e o Valter, ficamos no quiosque da churrasqueira preparando a carne.— Com todo respeito, meu amigo, mas a Claudia é linda. — Falou ele debruçado no balcão olhando as duas que tomavam sol.—Maravilhosa, mas a grazi não fica atrás, é um tesão também.— Você não tem medo de perder a Claudia?— Lógico que tenho, mas este é um risco que vale a pena correr. Quando se ama alguém você tem que ter coragem para deixa-la livre.—e se um dia ela te trair? —Falou ele com olhar penetrante querendo me pegar em uma palavra errada.—Depende…— Depende de que? — diz ele, confuso fazendo careta.— Se for só tesão e ela trepar com alguém, tudo bem. Mas se ela sentir amor pelo cara, aí já era, acabou tudo. —falei enfático.— Você não pode tá falando sério. — Completou ele, incrédulo. Eu poderia até explicar, mas ele não iria entender.— Vai lá e fala pra tua mulher vir aqui preparar o molho da salada. Só ela sabe. E você, pode ficar lá xavecando a Claudia. — Falei rindo.— Olha lá, hen, depois não vá reclamar. — Dissse ele com ar de advertência.— Pode ir, cara, se ela quiser dar pra você, pode levar pro meu quarto e meter a vontade. — falei rindo e percebi uma leve protuberância na bermuda dele.— Tá com o pau duro é, safado, por isso que voc~e não quis vestir sunga. — falei com ar de quem pega no flagra.— É…É pela grazi, Paulo, e não pela Claudia. — Diz ele preocupado.—É pelas duas, pensa que eu nasci ontem, seu tarado, vai lá logo. — Falei em tom de brincadeira.Ele foi meio sem jeito tentando esconder a ereção. Logo depois a Grazi veio bamboleando seu lindo corpo malhado de coxas grossas e seios fartos que pareciam querer explodir a parte de cima do biquíni, enquanto, Valter ficou sentado ao lado de Claudia conversando e fazendo-a rir.Grazi é, realmente uma tentação com seus lábios carnudos parecendo estar sempre prontos para um beijo ou um boquete.Coloquei a carne na churrasqueira enquanto ela fazia o vinagrete.Fomos conversando e bebendo cervejas e ela foi ficando cada vez mais solta e, vez por outra, a pretexto de pegar alguma coisa ela passava se esfregando em mim. Ela é muito gostosa.Grazi me confessou que o casamento não vai bem, dizendo que o marido estava acima do peso e não se cuida e que, toda vez que pinta um clima de desejo eles acabam brigando, mas não falou nada sobre as desconfianças do Valter.Olhei de novo e vi o Valter sentado na beira da piscina com as pernas dentro d’água tendo a Claudia atrás de si massageando seus ombros. Ele me olhou e sinalizou para que eu levasse mais duas cervejas. Levei e percebi que os bicos dos seios dela estavam entumecidos de tesão marcando o biquíni. Logo imaginei que ela estava, super molhada, ela apenas me olhou com seus olhinhos safados.À tarde, Valter e Grazi se recolheram ao quarto para dormirem um pouco e fiquei sozinho na sala com minha mulher. Contei-lhe sobre as suspeitas de Valter e, para minha surpresa, Claudia disse que era verdade, Grazi o traira com um rapaz que frequentava a academia.—Ela não vai contar pro marido? — Perguntei— Eu a aconselhei a eles conversassem e, acho que ela deve estar fazendo isto neste momento. — Responde ela aconchegando-se a mim, pois estávamos sentados no sofá.— Hoje de manhã, quando levei as cervejas pra vocês na piscina, notei que você estava um pouco excitada. — Falei como quem não quer nada.— Eu tava excitadíssima…Super molhada mesmo. — Falou ela beijando-me de leve nos lábios.—Você quer dar pra ele?— Você quer que eu dê ? — Respondeu ela já alisando meu pau duríssimo. — Passei a mão no pau dele a hora que estávamos dentro da piscina e estava muito duro.— É, ele tá meio na seca. Ele e a Grazi não transam há um tempão.— Tudo isto é por mim? Perguntei pra ele e ele ficou super sem graça, deu até pena. Então, eu continuei acariciando aquela rola dura por cima do calção. Eu disse a ele que você não ligava e que tínhamos um casamento aberto. Daí ele perguntou se você não ligava mesmo. Aí eu respondi que não porque voc~e sabe que eu te amo e que eles deveriam fazer o mesmo. Daí eui falei. Qué passar a mão em mim? Ele respondeu que sempre quis, então ele passou a mão em mim dentro d’água, puxou meu biquíni, se esfregou em mim com aquele pau duro e tentou me beijar, mas eu não deixei. Meu pau já estava trincando e nos beijamos e íamos transar ali mesmo no sofá, quando uma gritaria saiu do quarto deles e desceu as escadas quebrando todo nosso clima. A Grazi tinha contado pro Valter sobre a traição e ele não estava acetando bem. A roupa suja começou a ser lavada e ofensas mutuas eram laçada pelo ar. Claudia puxou a Grazi para fora para tentar acalmá-la, enquanto eu puxei o Valter para a cozinha e lhe servi uma bebida. Foi difícil apaziguar a situação, mas os ânimos se acalmaram por fim. Porém, um ficava evitando o outro e o resto da tarde ficamos assim, eu conversando e ouvindo ele e a Claudia fazendo o mesmo com ela.À noite, durante o jantar, foi aquele climão com os dois evitando até se olhar.Como não tínhamos planejado sair, nossas roupas erram confortáveis. A Claudia estava com um vestido de malha branco com listas horizontais pretas comprido até ao meio das coxas enquanto que, a Grazi envergava um vestido cor de vinho de seda bem soltinho que mais parecia uma camisola também comprido até ao meio das coxas grossas e com um decote que deixava seus seios fartos super tentadores. Eu e o Valter estávamos apenas com bermudas e camisetas, pois o calor era grande.A certa altura da noite o papo esgotou, pois os dois nem se olhavam, foi então que a Claudia jogou a última cartada para tentar reaproxima-los. Ela se levantou, foi até o som e colocou uma seleção de musicas românticas.— Que tal se a gente dançar, pessoal? — Falou ela balançando seu corpo ao ritmo da música.— Só se for com o Paulo, porque não quero nem chegar perto daquele grosso. — Falou a Grazi virando o rosto e cruzando os braços irritada.—E quem disse que eu quero chegar perto dessa traidora? Só me levanto desse sofá se for pra dançar com a Claudia. — Disse o safado já com segundas intenções.— Tudo bem, gente, o Valter dança comigo e a Grazi dança com o Paulo. — finalizou minha esposa com sabedoria.A música era romântica e, nós, os dois casais trocados, íamos dançando colados movimentando nossos corpos ao ritmo suave da melodia. Era nítido que a Claudia e o Valter estavam se curtindo, pois se cochichavam coisas e riam um para o outro. As mãos dele alisavam as costas dela e ela, languidamente se deixava envolver. Eu també
m não deixei de aproveitar a gostosa da Grazi e me esfregava de leve nela sentindo seus seios esmagados contra meu peito e o cheiro gostoso de seus cabelos. Eu a elogiava e ela ria.— Olha lá o Valter e a Claudia, tão agarradinhos como um casal de namorados. Você não tá com ciúmes não? — Perguntou ela.— Não, eles estão só se curtindo um pouco, assim como nós. — Falei tentando quebrar o clima de ciúmes que havia brotado no olhar dela.— Ele deve tá esfregando o pau duro nela. — Disse ela com um pouco de raiva na voz—E daí? Eu também estou com uma ereção enorme me esfregando em você, o que que tem?— Falei encarando-a em um meio sorriso.— Tô percebendo, seu tarado. — Fala ela com um risinho sacana, — É melhor nós irmos beber alguma coisa. — Completou ela. A sala de estar de minha casa no sitio é ampla, e o centro onde estávamos dançando tem o piso rebaixado quarenta centímetros numa extensão de cinco por cinco, parecendo uma arena e é forrado com um, felpudo e macio tapete. Eu e Grazi subimos e fomos para o berzinho, distante alguns metros da,( arena), onde Valter e Claudia dançavam num super clima de romance. Grazi se sentou num dos bancos junto ao balcão, eu lhe servi uma dose caprichada de Red Label e me sentei junto dela e ficamos assistindo ao casal.— Me conta o que que tá rolando aqui, Paulo, uma troca de casais? — Pergunta ela bebericando o uísque.— Eu acho que pra isso acontecer só tá faltando você querer. — Falei colocando a mão no joelho nú dela que estava com as pernas cruzadas exibindo sua exuberante coxa bronzeada.Percebi que seu olhar ficou parado olhando os dois se esfregando na sala e sua língua umedeceu sensualmente seus lábios protuberantes enquanto seus seios, super durinhos pareciam querer pular fora do decote.Então vi que o Valter escorregara a mão esquerda sobre a bunda de Claudia e a acariciava de leve por cima do vestido. Percebi que aquilo excitava a Grazi, então, me posicionei atrás dela com as mãos em sua cintura e fui dando beijinhos em sua nuca.— Tudo bem? Você não está com ciúme do Valter? — Perguntei antes de continuar e avançar nos carinhos.— Pra falar a verdade, não, eu tô é com vontade, muita vontade. — Falou isso, descruzou as pernas a abriu-a, apenas um pouco, porém, sem desgrudar os olhos do casal que já se beijava sem nenhum pudor.Claudia já estava com o vestido erguido expondo sua bundinha arrebitada com a calcinha branca enfiada entre as nádegas e tendo as mãos do seu novo amante a massageá-las com volúpia.Percebi então que era minha chance e, ainda por trás, escorreguei minha mão direita pela parte interna de sua coxa até pousá-la em sua bocetinha por cima da calcinha de seda, enquanto minha mão esquerda apertava seu seio farto e pontudo de tesão.—Daqui a pouco o Valter vai meter gostoso na Claudinha. — Falei em seu ouvido, nessa hora, ela soltou um suspiro entrecortado por um gemido, sua xoxota estava encharcada.— Me come também, Paulo, me come.Não havia mais espaço para nada, abaixei minha bermuda e me virei de frente para ela; me ajeitei entre suas pernas que, imediatamente me envolveram, mas não a penetrei ainda, apenas fiquei roçando meu pau duro em sua bocetinha por cima da calcinha enquanto a beijava com desejo. Por alguns minutos paramos de dar atenção ao casal que se sarrava na sala para nos concentrarmos em nós. Fiz com que aqueles seios fartos pulassem para fora do decote e os chpei, matando assim um desejo antigo meu. Depois, a coloquei sentada sobre o balcão; pus seus pés um em cada banco mantendo suas pernas bem abertas e enfiei a cara entre elas puxando a calcinha preta de lado e comecei a chupar com volúpia sua boceta carnuda e depilada. Enquanto isso, na sala, minha mulher estava só de calcinha atoladinha ajoelhada de frente para nosso amigo e pagando-lhe um boquete em seu pau grosso.Senti várias vezes a Grazi estremecer em minha língua, gemendo feito louca e percebi que ela estava curtindo a visão do casal na sala.— Não aguento mais, quero chupar teu pau também.Então, me ajeitei meio sentado no banco e ela se ajoelhou em minha frente e pôs-se a chupar meu pau bem lentamente.Olhei e vi minha esposa e o marido dela, eles estavam deitado sobre o tapete felpudo. O Valter estava com a cara enfiada entre as pernas dela chupando-lhe a bocetinha, depois, puxou a calcinha dela tirando-a por completo e se ajeitou sobre a fêmea, com a mão direita ele encaixou seu pau grosso na entradinha de Claudia, depois, com as duas mãos apoiadas no chão, atolou inteiro arrancando um gritinho de minha mulher que me fez tremer de tesão. Claudia estava com as pernas abertas e os joelhos dobrados tendo o Valter entre elas dando vigorosas estocadas que faziam seus pezinhos balançarem a cada golpe. Seus gemidos enchiam o ambiente que exalava sexo por todo lado.Não aguentando mais, tirei o vestido da Grazi e fiz com que ela se debruçasse sobre o balcão arrebitando bem sua bundinha que, como a de minha mulher, exibia a marquinha do biquíni que me deixava louco, abaixei sua calcinha e me ajeitei atrás dela, porém, não a penetrei de imediato, apenas coloquei na entradinha e fiquei brincando um pouco enquanto o casal a nossa frente metia gostoso.— Vem, Paulo, mete essa pica em mim, mete. — Falou ela quase sem voz arrancando as palavras da garganta.Cravei-lhe então meu pau que escorregou inteiro para dentro dela e passei a comê-la vigorosamente enquanto assistíamos ao casal na sala gozando feito loucos em espasmos frenéticos.Sua bundinha tremia toda a cada estocada minha.Claudia e Valter, já recompostos, estavam abraçados perto de nós curtindo nossa foda. Percebi que o pau de meu amigo já dava sinais claros de recuperação e Claudia também percebeu, então, ela cochichou algo em seu ouvido e o pau levantou de vez. Minha esposa, então, sorrindo o pegou pela mão e subiram as escadas em direção ao nosso quarto no andar de cima. Aquela cena foi demais pra mim e ejaculei como um cavalo dentro da Grazi, a qual eu já sentira que tinha gozado muitas vezes antes de mim.Depois, descemos para a sala onde, há pouco, o Valter comeu minha esposa e nos sentamos no sofá, eu nos servi mais uma bebida e ficamos curtindo o pós sexo, conversando como verdadeiros amigos, sem mascaras.— sabe, Paulo, — fala ela se aconchegando em meu ombro, — amo muito o Valter e é com ele que eu quero ficar o resto de minha vida, mas sempre tive vontade de transar com outros homens e viver situações novas…é muito bom ter liberdade de se relacionar com outras pessoas…Será que é tão monstruoso assim desfrutar dessa liberdade? — Falou ela acariciando pelos do meu peito enquanto eu observava as roupas da Claudia, junto com as do Valter, espalhadas pela sala, principalmente a calcinha dela em um canto, aquilo me dava uma certa satisfação que não consigo descrever.— Não, não é monstruoso, Grazi, apenas a maioria da sociedade ainda não está preparada para isto, mas, no seu caso, é preciso apenas que o Valter aceite bem. — falei com intuito de tranquiliza-la.—Essa não foi a primeira vez de vocês, não é— Perguntou ela levantando a cabeça e me olhando nos olhos.Então, contei-lhe tudo desde o início. Seus olhos brilhavam a medida que eu avançava a narrativa e, de ela soltava interjeições do tipo… “ puts, se o Valter fosse assim…” ou “ adoraria fazer também…”Quando terminei, a mão dela já envolvia meu pau super duro e o massageava. Ela então me beijou, apaixonadamente.— o que será que eles estão fazendo lá em cima? — Perguntou ela co jeito sacana.—Trepando, ora essa. — respondi simplesmente. — Quer ir até lá espionar.Ela nada disse, apenas se levantou eufórica e subimos as escadas.Abrimos a porta do quarto com cuidado e vimos os dois dormindo nus e exaustos. O Valter de barriga pra cima com o pau mole caído para a esquerda e a Claudia deitada de lado sobre o peito dele com a perna dobrada sobre a barriga de seu amante expondo sua coxa grossa e sua bunda fenomenal.Fiz sinal para a Grazi e fomos para a suíte tomar um banho,
o box estava molhado.— eles transaram aqui, — falei baixinho, ela riu.— Você não tem mesmo ciúmes dela, Paulo? — Perguntou ela quando já estávamos no chuveiro nos alisando e beijando.— Não. — respondo simplesmente. — Ela me ama e sei que no final da noite ela estará em meus braços. Sei que com os outros ela só trepa, mas comigo faz amor de verdade é inigualável.— Acho que estou apaixonada por você, seu filho da puta dos meus sonhos. — Falou ela e me beijou, fazendo com que sua língua invadisse minha boca gostosamente. Depois, se enroscou em mim enrolando suas pernas em minha cintura enquanto eu a segurei pelas nádegas e meu pau escorregou para dentro daquela bocetinha quente. Agora era ela quem se movimentava subindo e descendo bem devagar fazendo com que meu pau se atolasse nela até que gozamos juntos trepando em pé em baixo do chuveiro e, devo confessar que foi uma experiência totalmente nova para, pois nunca tinha transado naquela posição.Depois, fui ao closet, ao lado da suíte e peguei uma toalha grande para nós e nos secamos um ao outro e nos beijamos novamente.— Vamos lá pro quarto ver o que aqueles dois estão aprontando? — Sugeri, ela apenas concordou com um aceno de cabeça e um risinho safado.Saímos do closet e entramos no quarto e demos de cara com aquela cena maravilhosa. Os dois estavam deitados lado a lado. O Valter estava deitado ainda de barriga pra cima agora com o pau duro e Claudia deitada de lado com a perna enroscada na dele, beijava-lhe a boca enquanto o punhetava gostoso.Sentei-me na poltrona no canto do quarto aos pés da cama e a grazi sentou-se em meu colo, passou o braço por sobre meu pescoço e ficamos curtindo o namoro dos dois. Seus olhos quase não piscavam. O pau do macho estava muito duro e, minha mulher, então passou a perna por cima encavalando-se nele, mas não se deixou penetrar ainda, apenas encaixou aquela tora grossa entre suas nádegas e continuou a beijar-lhe a boca enquanto esfregava aquela rola no meio de sua bundinha arrebitada. Eu adorava quando ela fazia isso comigo e percebi que ela estava fazendo pra me provocar.— Adoro quando ela faz isso. — Falei, já com o pau novamente duro.— Ah! Então você gosta de ter o pau entre carnes suculentas, hen. Pois vou te mostrar um truquezinho que só uma peituda pode fazer. — Disse isto e escorregou de meu colo indo direto para o meio de minhas pernas, encaixou o cacete entre seus seios fartos e começou uma, deliciosa espanhola, outra novidade para mim que nunca tinha experimentado. Entre um estocada e outra de seus seios, meu pau encontrava sua língua em caricias absurdamente deliciosas.Quando olhei de novo para a cama, Claudia já cavalgava, freneticamente seu amante fazendo o cacete desaparecer em meio a marquinha da tanguinha, enquanto o barulhos molhado de seus beijos e de sua boceta ecoavam pelo quarto, isso sem contar com os gemidos roucos.A certa altura da foda, eles cochicharam alguma coisa, ela então saiu de cima dele e se ajeito de quatro na beira da cama com o rosto encostado no colchão e ele veio por trás e cravou-lhe o pau em estocadas violentas que faziam barulho quando suas peles se chocavam.— O que você acha de irmos pra cama e transarmos ao lado deles? — Falei sugestivo.Ela se levantou e fomos. A Grazi se ajeitou de quatro ao lado de Claudia, as duas se olharam, disseram alguma coisa e riram. Eu fui por trás e cravei-lhe o pau em estocadas fortes e compassadas. Os gemidos das duas se misturando era maravilhoso de se ouvir. Aquela estava sendo a foda mais gostosa de minha vida e, tenho certeza que do Valter também.A certa altura, o macho que até então possuía minha mulher, fez sinal para que trocássemos, concordei e, rapidamente, sai de dentro da mulher dele e ele da minha e invertemos. Claudia gozou no momento em que a penetrei e eu também depois de umas três estocadas dentro dela. Logo depois, grazi e Valter também terminaram em espasmos loucos e caíram exaustos no colchão entre beijos e juras de amor.Eu e minha esposa vimos que estávamos sobrando e fomos tomar banho no outro quarto. Depois nos deitamos.— Você gostou de dar pra ele? — Gostei, ele é muito bom de cama, dá pra repetir se você quiser…—Se você e eles quiserem a gente repete. — Falei— é, sem vergonha, eu vi que você gostou de transar com a Grazi. — Falou ela dando-me murrinhos no peito com ciúmes.— Tá com ciúmes é?— Tô! Principalmente quando vi vocês se beijando junto ao barzinho, por isso deixei o Valter vir por cima, pra não ver vocês transando, mas depois me acostumei e até gostei.— O que você disse no ouvido dele lá em baixo que o pau dele ficou duro na hora. — Perguntei curioso. Ela riu— Eu disse que queria fazer anal com ele, então a gente subiu e ele comeu meu rabinho no chuveiro. — Completou ela triunfante.—Você jurou que seu cuzinho era só meu. — Falei indignado.— Você tava comendo a Grazi… fiquei com ciúmes e você mereceu… — Completou ela fazendo beicinho.— Tudo bem, cê sabe que eu te amo, né. — Falei vencido.— Também te amo, Paulo, cada dia mais. — Nos beijamos e apagamos, pois já eram três da matina e, na manhã seguinte… Bem na manhã seguinte já é uma outra história.

A Esposa na Prisão

Alex foi o último dos cúmplices de seu primo Dakota a ser preso, mas também foi o que pegou a maior pena, dez anos em regime fechado, por ser o mais velho do grupo, com vinte anos de idade. Ele tinha cabelos lisos e loiros, olhos azuis e pele branca. foi o que mais agrediu Amanda, pois era bastante musculoso e forte. Mas esse corpo escultural de nada adiantou quando chegou à prisão de Underground, pois a cela em que foi parar no bloco C, tinham três caras bem mais fortes e musculosos que ele, Esses eram Bill, Rocky e Hoffman.A primeira noite de Alex atrás das grades foi bem intensa, pois ele apesar de ter um corpo de macho por fora, por dentro era um completo medroso que só batia em garotas. Bill e os outros logo percebem isso.- Vista isso aqui! – Hoffman ordenou, o entregando uma lingerie roxa – Vai dar certinho em você!Quando Alex vestiu a peça íntima feminina, ele notou que tinha uma fenda na parte de trás da calcinha própria para sexo anal.- Caramba, ficou muito gostosa vestido assim – Bill afirmou.- Ficou mesmo – Rocky concordou – Agora vamos ver se na prática é gostosa assim!Hoffman então foi até Alex, o abraçou por trás e começou a tocar seus mamilos. Já Bill foi direto ao ponto, e levantou as pernas de Alex as colocando sobre seu ombro, fazendo com que a fenda da lingerie abrisse deixando o ânus de Alex virado para o pênis de bill. Ele então começou a transa com uma enfiada delicada já tinha certeza que a bunda de Alex era virgem, e se fez verdade pois seu pau foi totalmente espremido pelo ânus dele. Bill tratou logo de dar a segunda enfiada, só que mais forte, e sentiu a primeira gemida Alex. Após isso ele ficou excitado com o gemido e começou a aumentar o ritmo, três, quatro, cinco, seis, sete bombadas fortes, e o gemido aumentava junto… Oito, nove, Dez enfiadas, e o rosto de Alex ficou rosa. Hoffman, que ainda estava o segurando por trás e apertando seus mamilos, segurou o pênis e o enfiou também no ânus de Alex, agora um pouco mais aberto por conta das primeiras enfiadas. Então ficaram os dois espremendo Alex, um na frente e um atrás, como um sanduíche, enquanto seus pênis eram espremidos que ânus dele.Alex fazia careta sentindo bastante dor, mas também sentia um pouco de prazer pelos toques de Hoffman em seus mamilos.- Ei eu quero participar! – Rocky disse enquanto tirava a calça – Será que cabem três ao mesmo tempo?- N-Na… Na… Não! P-Po… Fav… – Alex disse gemendo e virando os olhos.- É melhor não! – Bill respondeu – Ele não aguenta ainda.Eles se ajoelharam no chão, ainda espremendo Alex, para que Rocky pudesse pôr o pênis na boca dele. O boquete também iniciou-se lentamente mas logo foi acelerando para acompanhar o ritmo da transa que já estava bem intensa. Trinta e sete, trinta e oito, trinta e nove, quarenta bombada na traseira, e o seu entorno já estava vermelho e liso.Os três tiveram orgasmo ao mesmo tempo, o que fez com que a porra disparada no ânus de Alex vazasse e melasse quase toda a parte de baixo de sua lingerie, já na boca não teve esse problema já que ele bebeu tudo sem deixar cair uma gota.Bill e Hoffman deitaram em uma das beliches na cama de cima e de baixo respectivamente, já Rocky deitou-se com Alex na parte de baixo da outra beliche, deitados de conchinha. Ele relaxava um pouco sua bunda que ainda doía enquanto Rocky dava beijos em seu pescoço o abraçando por trás.- Eu marquei o casamento para amanhã – Hoffman comunicou.- Mas já? – Bill questionou – Não acha muito cedo?- Temos que cuidar do que é nosso, não é todo dia que aparece um fêmea bonito assim – Hoffman disse – Pelo menos não nessa cela!- O que Você acha Rocky? – Bill perguntou.- Eu concordo com o Hoffman!- E você Alex, está de acordo?- Bem, se garantirem que me protegerão dos outros presos, eu estou! – Alex disse – Com qual de vocês eu irei se casar?- Dos três! – Rocky respondeu.- O quê? Eu vou ser esposa dos três? – Alex perguntou surpreso.- Sim! Ou prefere ser uma puta e dar pra todos da prisão? – Hoffman perguntou – Além de estar sujeito à agredirem você, oi até matá-lo!- Bem… Nesse caso então eu aceito!Eles então foram dormir…No dia seguinte, Calvin, que era o tatuador da prisão, veio até a cela deles, trazido pelo carcereiro. Alex vestiu a mesma lingerie roxa da noite anterior, e estava de quatro na cama, esperando para ser tatuado.- Qual é o novo nome dele? – Calvin perguntou.- Não é pra tatuar o nome dele idiota! E sim o nosso – Bill disse.- Eu sei cara! Estou perguntando para poder espalhar para os outros o nome da esposa de vocês – Calvin explicou.- Eu não pensei num nome! – Bill disse.- Que tal Alex Texas! – Rocky sugeriu.- De onde tirou isso? – Bill perguntou.- É o sobrenome de uma atriz pornô famosa! – Rocky respondeu.- Bem, eu gostei – Hoffman disse.- Que seja! – Bill disse.Calvin então começou a tatuar com tinta preta os nomes dos três na bunda de Alex. O primeiro foi o de Hoffman, na nádega direita, seguido pelo de Bill, bem abaixo, já o de Rocky foi tatuado na nádega esquerda. O procedimento durou cerca de uma hora, e Alex deu várias gemidas durante esse tempo, pois sentiu bastante dor.- Agora você é oficialmente esposa dele – Calvin disse – Hora da foto!- Que foto? – Alex questionou.- A foto sua, de calcinha e tatuado! – Calvin disse.- Como assim, vocês não me falaram nada disso! Pra quê essas fotos – Alex perguntou, meio nervoso.- Como pra quê, pra mandar para sua mãe hora! – Calvin respondeu.- Eles não podem saber que fiz sexo à força aqui dentro!- Ah eles não vão saber disso, mas sim que fez e vai continuar fazendo sexo com seus maridos, como qualquer esposa! – Bill disse – Agora anda logo, tira essas fotos logo.Alex não tinha escolhas, então levantou-se e ficou na parede nas poses que eles mandaram para tirar as fotos. A primeira foi de costas e olhando para a câmera do celular, com as mãos na parede. A segunda foi de lado para a câmera também a olhando, fazendo sinal da paz com as duas mãos e empinando a bunda. E a terceira foto foi de frente para a câmera com as mãos na cintura, fazendo biquinho com os lábios.Alex, quando Calvin saiu, pediu suas roupas de detento que estavam ao lado da cama onde Bill sentou-se, e ele fez sinal negativo com a cabeça.- Chegou a hora da lua de mel! – Rocky disse.Os três então tiraram suas roupas e deram início à lua de mel dos mais novos recém casados da prisão. Passaram a manhã inteira transando e há cada gozada no traseiro de Alex, suas nádegas ardiam mais até que seu ânus por conta da porra caindo sobre suas tatuagens.

convenci minha mulher a dar pra outro parte 3

OBS: Para entender este relato aconselho que leiam os dois anteriores.Oi pessoal, meu nome é Paulo e, dando continuidade à série de contos que venho publicando, vou poupá-los das apresentações, pois já as fiz nos dois últimos episódios que publiquei assim com a descrição de minha mulher sobre quem posso garantir que é muito gostosa pra transar e melhor ainda de ver ser fodida por outro macho.No domingo de manhã, o Ronaldo voltou pra a casa dele. Eu e a Claudia aproveitamos o resto do dia na chácara e só voltamos à noite para casa. O fim de semana foi ótimo.Durante algum tempo o Ronaldo tentou sair com minha mulher algumas vezes, mas ela sempre o repeliu.- Foi bom mas, foi só aquele momento,- dizia ela ao rapaz que se mostrou super apaixonado.Nossa vida sexual continuou quente. Certa noite, eu entrei no quarto e flagrei a Claudia sentada na cabeceira da cama olhando uma foto do Jorge em seu tablete ( justamente a foto que bati quando ele a pegava vigorosamente de quatro na cama), tendo uma das mãos dentro da calcinha. Quando me viu ela nem se abalou, pois não temos segredos um para o outro e continuou calmamente sua contemplação. Sentei-me ao lado dela e olhei a foto maravilhosa, depois a encarei. Ela me fitou com seus olhinhos semicerrados e sua boquinha entreaberta silenciosamente implorando por um beijo. Não resisti e a beijei apaixonadamente. Lentamente, fomos nos deitando, meu pau estava trincando de tão duro. Coloquei minha mão em sua xoxota por dentro da calcinha e assumi o posto que até então era da mão dela e passei a buliná-la. Claudia estava encharcadíssima. Sua boceta praticamente implorava para ser penetrada. Não perdi tempo, tirei sua tanguinha e cai de boca em sua bocetinha loura, depilada e toda rosinha e suguei todo seu melzinho. Ela estava úmida como nunca e uivava de prazer sentindo minha língua explorar sua xoxota.Quando percebi que ela já estava no ponto para ser penetrada, fui subindo devagar pelo seu corpinho cobrindo-a de beijos até chegar em sua boquinha e beijá-la lentamente.- Vire-se de quatro. Quero comer você como o Jorge te comeu.Ela, sem demora, me obedeceu e ficou de quatro arrebitando sua bundinha com marca de biquíni e meti com violência fazendo-a vibrar com os golpes de minhas estocadas, num misto de raiva e tesão por ela estar com saudade do Jorge.Claudia gemia feito louca gozando num prazer sem fim. Ejaculei também dentro dela e dormimos abraçados de conchinha.Em outra noite, eu, com muito tesão, resolvi acariciar minha mulher que dormia a meu lado. Massageei sua linda bunda e escorreguei o dedo entre suas pernas buscando a xoxota por cima da calcinha. Ela molhou-se na hora e arrebitou a bundinha.- Aiiiiiií, Jorge, que saudade. Vem….me come toda, vem….- Disse ela dormindo.Levei um choque. Estaria ela apaixonada pelo cara? Estaria ele em primeiro lugar em sua vida? Ou seria só vontade de meter com ele de novo? Se fosse só isso, tudo bem, mas e se fosse paixão….? Bem…se fosse paixão eu estaria fodido e isso me apavorava. Meu tesão esfriou na hora e não consegui dormir o resto da noite.Na manhã seguinte, era sábado, como não tinha dormido mesmo à noite, levantei logo cedo. Minha cabeça rodava num turbilhão de pensamentos absurdos e desconexos.“Estaria eu perdendo a mulher que amo?- Pensava eu intrigado. Eu tinha que tirar esta história a limpo. Quando ela acordou, eu a chamei para uma conversa depois do café da manhã.- Claudia…-comecei meio titubeando nas palavras.- Nos últimos tempos eu tenho notado que você tem procurado com certa frequência aquelas fotos que tiramos aquela noite no motel com o Jorge. Noto, também que você excita com a lembrança dele. Por acaso você está com saudade do cara? – Interroguei.- Sim! Estou.- Respondeu ela na lata. Como já disse, não temos segredos um para o outro.Gelei na hora.- Talvez você esteja…apaixonada por ele…?- Falei, pausadamente com medo da resposta.- Tá louco, Paulo. Lógico que eu NÃO TÔ APAIXONADA POR ELE.- Frisou ela enfatizando as palavras.- Como é que você tem certeza de que é só saudade e não paixão?- Porque eu sei muito bem a diferença entre um sentimento e outro. Quase toda mulher sabe.- E qual é a diferença? – Perguntei enfático.Ela levantou-se da mesa do café e veio em minha direção, acariciou-me o rosto e disse sorrindo.- Bobinho! Tá com medo de perder a esposinha é?Permaneci em silêncio fitando-a.- Quando uma mulher tá apaixonada por uma cara, ela não pensa em outra coisa a não ser nele. Ela quer estar todas as horas com ele quer ir ao Shopping com ele, quer ir ao cinema com ele, emfim, quer fazer tudo com ele.- E pelo Jorge não é assim?- Perguntei interrompendo-a.- Não. Na verdade o que eu sinto pelo Jorge é vontade de transar com ele, pois eu só penso nele quanto tô com tesão e mais nada. Eu só tenho vontade de trepar com ele de novo. Isto porque ele é muito bom de cama. O Jorge é um verdadeiro garanhão e mete muito gostoso e você sabe disso. Com ele eu transo e com você eu faço amor. Com ele é superficial e com você é profundo. Com ele é apenas sexo e com você é toda minha vida. – Terminou ela dando-me um beijo molhado.- Eu te amo muito, querido.- Falou ela fitando-me com seus lindos olhos azuis e com os braços em torno do meu pescoço.- Eu vivo muito bem sem o Jorge ou qualquer outro homem. Sem você minha vida não tem sentido.Nos beijamos. Meu pau estava duro como pedra e transamos ali mesmo na cozinha. Ela se apoiou na pia, arrebitou ainda mais sua bundinha tesuda, abriu as pernas e dobrou levemente os joelhos para frente. Eu puxei sua calcinha de lado e meti gostoso em sua bocetinha quente e respirei aliviado por saber que ela ainda me amava de verdade.Naquele dia me senti mais seguro ainda para viver com ela aventuras deixando-a livre para explorar sua sexualidade.                      Aquela transa tinha começado na cozinha e acabou no quarto e, como era sábado passamos a manhã toda dormindo.Eu acordei no final da tarde e fiquei observando-a dormir. Aquele corpo nu todo perfeito e torneado a deitado a meu lado com marca de biquíni trazendo a lembrança das mãos de Jorge vasculhando todos os seus recantos mais íntimos; os beijos molhados e aquele cacete enorme se afundando naquela bocetinha depilada e apertada fazendo-a revirar os olhos entre gemidos de tirar o folego totalmente submissa àquele macho. Todas estas lembranças me deixavam louco.“- Ela é linda demais e merece todo prazer do mundo e com quem tiver vontade”Eu a acordei sussurrando em seu ouvido e dando leves mordiscadas no lóbulo de sua orelha. Ela abriu os olhos e sorriu.- Tá querendo me comer de novo é?- Sussurrou ela languidamente em um risinho safado.- Não. Tô apenas querendo conversar um pouco, te perguntar algumas coisas.-Perguntar o quê, por exemplo?- Falou ela me fitando com sua cara de sono.- Se vice quer transar com o Jorge novamente.- De repente…Você deixa…? Eu dar pra ele de novo?- Disse-me ela com seriedade.-Depois do que você me disse hoje de manhã, eu deixo você trtansar a vontade com quem você quiser.- Falei na lata.Ela sorriu e me beijou eufórica quando eu dei o número dele e, ansiosa, ela passou o resto da tarde teclando com ele.À noite], ela veio toda dengosa.- Você deixa mesmo eu transar com ele de novo, amor?- Claro – E não vai se importar se eu convidá-lo a passar o próximo final de semana com a gente no sítio?- Claro que não me importo. O sorriso de alegria se estampou no seu rosto. Combinamos então que passaríamos o próximo sábado e domingo juntos os três no sítio.A partir desse dia fiquei mais seguro em relação aos verdadeiros sentimentos dela por mim e pelo Jorge.. Senti-me mais dono da situação, mais à vontade pra curtir minha tara e proporcionar mais prazer a minha esposa.Propus então a ela de irmos no sábado logo pela manhã. Passei mensagem ao Jorge e combinamos o horário. Dei o endereço a ele que disse que chegaria um pouco mais tarde, al
i pelas dez.No sábado bem cedo partimos. Eu já tinha dispensado os funcionários para o fim de semana. Queríamos o sitio só para nós três.A Claudia estava linda usando o biquíni amarelo que lhe dei de presente, contrastando com sua pele dourada. Não é fio dental, mas é bem pequeno e marca seu corpinho realçando sua linda bunda; sua boceta saliente e seus seios durinhos e empinados.Ela não quis ficar a beira da piscina, pois o sol estava forte e, após um mergulho, estendemos uma toalha bem grande no gramado um pouco afastado da piscina mas embaixo de uma árvore e nos deitamos lado a lado. Claudia ficou de bruços e pus-me a acariciar suas costas e seus cabelos loiros. Ela dormiu e eu fiquei observando antegozando o momento de ver sua bocetinha linda sendo castigada pelo monstro de vinte e dois centímetros que estava a caminho. Meu pau estava super duro sob a sunga até que ví meu celular acendendo na grama a meu lado. Era o Jorge dizendo que já estava no portão de entrada. Levantei-me bem devagar para não acordar a Claudia e fui busca-lo.Nos cumprimentamos e ele perguntou por ela. Eu disse que ela estava dormindo no gramado e combinamos de fazer-lhe uma surpresa.Quando saímos para o gramado, o que vimos foi a coisa mais linda que a natureza podia nos proporcionar. A Claudia dormindo de bruços com sua bundinha arrebitada para o céu e marcada pelo biquíni. Jorge, imediatamente, tirou a roupa e ficou só de sunga, chegou perto dela e deitou-se a seu lado. Bem lentamente, desceu a mão pelas costas de minha esposa deslizando os dedos entre suas pernas onde se deteve massageando sua bocetinha por cima do biquíni enquanto lambia, de leve, sua nuca. Ela foi acordando bem devagar.- Aiiii… Paulo.- Gemeu ela e se virou.Seus olhos se acenderam quando viu que era o macho que ela adora.- Jorge! Que saudade.- Falou ela se agarrando a ele e beijando-o com paixão.Eu me sentei no chão e fiquei curtindo aquela cena linda do dois lado a lado deitados no chão se acariciando e beijando com paixão matando a saudade .O Jorge, como eu já disse em outras oportunidades, não é um cara bonito. Cinquentão, careca, magro e com algumas rugas de expressão a vincar-lhe o rosto, mas minha mulher o deseja e o deseja muito. O tesão que ela sente por ele é enorme.Se tem uma coisa que a Claudia sabe fazer bem é beijar, e quando está com tesão então é maravilhoso. Seus beijos molhados estalam na boca de seu amante enquanto este acaricia sua coxa e sua bunda com aquela mão enorme.Então ele escorrega a mão pela parte de dentro da coxa de minha esposa fazendo-a abrir as pernas. Ele então enfia a mão por dentro do biquíni e vai acariciando a bocetinha saliente e depilada de minha mulher que solta um forte gemido de prazer. Ele a penetrara com o dedo. Claudia está super excitada, quase enlouquecida e seus seios parecem que vão furar o biquíni de tão durinhos que estão.-Quero teu pau e quero agora. Mete em mim, mete, meu gato.- Ordenou ela.Ele a obedece. Rapidamente, ele retira a sunga e aquele pau enorme e grosso pula para fora balançando. A Claudia está completamente entregue e o aguarde de pernas abertas sobre a toalha no chão.Jorge não retira a tanga do biquíni, apenas a puxa de lado deixando a boceta molhada e cheirosa de minha esposa exposta. Ele se ajeita entre as pernas dela e, como na primeira vez, fica passando aquela cabeçona entre os grandes lábios daquela xoxotinha para, em seguida, encaixá-la na entradinha e vai forçando, abrindo caminho entre as carnes macias e rosadas daquela lourinha linda que se entrega a ele com desejo.- Claudia não consegue articular palavras, apenas geme gostoso com sua vozinha rouca no mais puro tesão.- Que bocetinha apertada…- Fala ele também embriagado de desejo. As pernas dela o envolvem cruzando os calcanhares em suas costas enquanto ele a penetra fundo com estocadas vigorosas que fazem o corpinho dela tremer em baixo dele.. Jorge a beija e Claudia geme dentro da boca dele ecoando um efeito enlouquecedor. Fico doido e gozo sem nem mesmo tocar em meu pau. Estas cenas me fascinam. Toda aquela transa é maravilhosa. Ela tem um orgasmo avassalador e grita se agarrando nele. Ele, por sua vez, acelera as estocadas e goza dentro dela se contorcendo todo.Exaustos, deitam-se lado a lado. Então eu os deixo a sós e vou para a churrasqueira para preparar o almoço enquanto os amantes põem a conversa em dia.À noite, servi o jantar. O Jorge estava alinhado com uma roupa social muito elegante e minha esposa, super produzida em um vestido branco de alcinha com meias 7/8 também brancas de ligas presas à cintura realçando suas coxas grossas e bronzeadas.Jantamos e conversamos animadamente. Depois, me ofereci para tirar a mesa enquanto os dois foram para a sala namorar no sofá. Servi-lhes vinho e me sentei a alguma distancia para observá-los, mas não muito longe, pois queria ouvir o que diziam. A cena era linda. O casal sentado juntinho cada qual com uma taça de vinho e se olhando apaixonados.Isso já não me incomodava, pois sabia que os sentimentos dela por mim eram superiores assim como os meus em relação a ela.Minha esposa, sensualmente com suas pernas cruzadas exibia sua coxa fenomenal envolta por meia branca, cujas ligas apareciam levemente pelas barras do vestido que subira, enquanto, Jorge, com dois botões da camisa bege abertos exibia parcialmente seu peito com alguns pelos já brancos.-Eu tava com muita saudade de você, Jorge.- Fala ela olhando-o nos olhos.- Eu também tava morrendo de saudade de você.- Diz ele após bebericar um gole do vinho.Claudia sorri seus dentes brancos emoldurados pelo batom vermelho em seus lábios carnudos e lhe acaricia o rosto satisfeita por tê-lo ao alcance das mãos.- Nunca mais esquecia aquela noite no motel com você. Vivi outras experiências de lá para cá, saí com outras garotas mas, nenhuma igual a você. Falava ele encarando minha esposa nos olhos que, aquela noite eram dele. Ela toda era dele até que o dia amanhecesse.- Bobo!- Falou ela sorrindo ainda acariciando seu rosto.- Eu não sou tão fantástica assim vai.            – É sim! Você é a mulher mais linda e gostosa que já foi pra cama comigo. Alias, pra dizer a verdade, não sei o que você viu em mim.            – Eu te adoro, meu preto. Você me dá muito tesão. Esse seu pintão grosso me deixa doida e o carinho com que você me trata misturado ao desejo que você demonstra por mim só aumenta minha vontade de dar pra você. – Falava ela ofegante, sua boceta já devia estar encharcada e seus durinhos e pontudos pareciam querer saltar fora do vestido.            – Eu dou pra você a hora que você quiser. – Continua ela – Você pode tocar meu corpo onde e como você quiser . eu sou tua.            Nessa hora ,ele coloca a taça sobre a mesinha de centro, ela o imita e, logo em seguida os dois se abraçam e colam os lábios em beijos molhados e estalados..            A mão dele pousa sobre o joelho de Claudia e faz com que ela descruze as pernas abrindo-as e deslizando pela parte de dentro da coxa até alcançar a boceta a qual foi acariciando por cima da calcinha branca. Neste momento eu me sentei um pouco mais de frente para eles para poder aprecias melhor aquela cena maravilhosa. Minha esposa com as pernas abertas tendo a mão de Jorge entre elas enquanto se beijavam e gemiam ao mesmo tempo.          Sem poder conter mais o tesão, ela puxa o decote do vestido para o lado libertando seus seios que pulam para fora se oferecendo ao macho. Jorge os abocanha e os suga com desejo.          – São perfeitos,- balbucia ele.          – São seus,- geme ela.          O pau dele está super du
ra o parece querer rasgar a calça e pular sobre a fêmea gostosa que o excita.            – Quero chupar teu pau.- Decreta ela.          Jorge rapidamente solta o cinto e se livra da calça e da cueca libertando aquele mastro negro.            Claudia ainda cobrindo seu amante de beijos, desliza a mão sobre aquele membro e o massageia retribuindo a caricia que ele lhe fizera, para, logo em seguida debruçar-se sobre ele e envolve-lo com os lábios.             Meu pau estava rachando ao ver minha mulher se deliciando ao realizar todos os desejos daquele macho e os dela.             Jorge geme e revira os olhos. Ela estava de joelhos no chão com a bundinha arrebitada para mim, sua calcinha enfiadinha me deixaram louco e não resisti. Fui até lá, puxei a calcinha de lado e me pus a chupar com gosto aquela bocetinha cheirosa e depilada, preparando-a para o pau do Jorge. Ela gemia feito louca.          – Não aguento mais, minha gata, vem e senta nele com essa bocetinha apertada. – Disse ele louco de tesão.         – Tudo o que você quiser, meu homem. – Fala ela sorrindo languidamente e se encavala nele rebola sobre aquela vara esfregando a xoxota nele por cima da calcinha. Jorge já não aguenta mais de tesão e desliza as mãos sobre a bunda dela assumindo o comando da transa. Com uma das mãos ele puxa a calcinha de lado e com a outra encaminha a tora para a entradinha da boceta e a penetra com vigor fazendo com que deslize todo para dentro.                Aiiii… que delicia…- Geme ela em êxtase sentindo-se preenchida.               Claudia fica parada curtindo enquanto ele mete gostoso fazendo com que aqueles seios maravilhosos balancem sobre seu rosto. Ela arrebita a bunda e posso ver aquele pau enorme sendo engolido por sua xoxotinha enquanto seu cuzinho lindo parece clamar por mim. Ela adora fazer anal comigo, diz que tenho jeito e não resisti, corri para o quarto e peguei o KY e lambuzei meu pau todo. Eu então me ajeitei atrás dela. Jorge parou os movimentos percebendo minha intensão e abriu a bunda dela com as duas mãos para facilitar minha entrada. Claudia ficou quietinha me esperando. Eu então a penetro bem devagar. Depois, eu e Jorge iniciamos os movimentos alternadamente fazendo com que Claudia experimentasse uma dp pela primeira vez na vida. Foi uma sensação única para nós três. Eu e o Jorge podíamos nos sentir roçando nossos membros um no outro dentro dela que delirava e gemia feito doida. Depois de alguns minutos eu senti que ia gozar e tirei o pau pra fora ejaculando sobre a calcinha dela enquanto Jorge ainda meteu com vigor por algum tempo mas ejaculou dentro dela que já estava quase desfalecida pelos orgasmos que teve.         Exaustos, os dois se beijaram ofegantes. Em seguida, Claudia me olha e dá uma piscadela satisfeita. Depois, os dois, de mãos dadas subiram as escadas em direção ao quarto, ela ainda vestida e com as meias 7/8, embora desalinhada e o Jorge nú.          Eu resolvo deixar que o casal desfrute do resto da noite sozinhos, com privacidade. Eles merecem… A Claudia merece.          Tomo um banho frio e vou para o quarto de hospedes. Durante a noite escuto os dois transando até alta madrugada até que silenciam de vez.          Ouço barulho de chuveiro . Mais tarde, a porta do quarto em que estou se abre e minha mulher aparece com os cabelos loiros molhados e vestindo apenas uma camisa branca minha.             – Posso dormir aqui com você?- Pergunta ela fazendo dengo.             – Ué! Pensei que você quisesse dormir com ele…             – Não. Você sabe muito bem que não consigo ficar longe de você por muito tempo. – Falou ela com o dedinho na boca.            – Eu ter amo, Paulo, muito viu. – Falou isso e se aninhou em meu peito           – Gosto muito dessas aventuras com você. Talvez possamos tentar algo diferente. – Falou ela e, antes que eu percebesse, dormiu.ContinuaQuem gostou comente e me mande email

UMA VEZ CORNO, SEMPRE CORNO…pra toda vida!

Tudo aconteceu no carnaval de 2018, antes dessa pandemia horrível surgir. Eu estava preparada pra aprontar nos 4 dias de folia e mais 4, depois. Meu marido adora me ver com outro macho. Ele é um boi lindo, com pinto de corno, bem pequenininho, manso e dedicado. Já tive vários namoradinhos, com o consentimento do meu coroa (61 anos), careca e com barriga de cerveja. Meu nome é Fernanda, tenho 30 anos e sou uma gata loirinha e deliciosa, tipo ninfeta e bem putinha. Chamo a atenção dos machos por onde passo, pelo meu estilo de “Panicats”. Uso roupas bem provocantes, valorizando minha bunda malhada, pernas firmes e meus peitos siliconados. Décio já se acostumou a ver os homens me cantando e leva numa boa. Ele me incentiva e me libera. Com alguns fixos eu até saio sozinha e passo, as vezes, dias fora de casa.Bem, vamos lá.Temos um apartamento no Guarujá, de frente pra praia. Todos os anos, nessa época, ficamos nele de 8 a 10 dias. Desta vez, meu marido desceu para ficar comigo até terça, pois tinha compromisso com seus negócios, já na quarta feira de cinzas, até Sábado ao meio dia. Eu ficaria “sozinha”, esperando ele vir me buscar para subirmos a serra, no domingo a noite.O povo é bem animado e há vários grupinhos que organizam um carnavalzinho na rua, tanto de dia como a noite. Rola marchinha e até funk. Os barzinhos ficam lotados. Eu sempre uso meus NANO BIQUÍNIS, escolhidos pelo maridinho, para deixar a marquinha de puta em dia. Eles mal cobrem o meu corpo, deixando os homens malucos e as mulheres, putas da vida.Os grupos sempre passam pela areia da praia, chamando todo mundo. Eu ali, tomando meu sol para reforçar a marquinha de putinha, não aguento e saio acompanhando a galera, dançando e me exibindo. Só coloco um shortinho por cima, que me deixa com as poupas de fora, ficando somente com a parte de cima do biquíni. Décio junta nossas coisas e vem atrás, sempre mantendo uma pequena distância para não assustar os gatos, muito menos afastá-los de mim. Em uma dessas baladinhas vespertinas, aconteceu o que queríamos. Num grupinho de marchinha, que passou arrastando vários foliões pela beira mar, dois morenos gostosos encostaram em mim e já foram me abraçando e se esfregando. Eles se revezavam, me segurando pela cintura. Eu ia dando corda e correspondendo a cada toque, até que um deles me abraçou por trás, dançando e sarrando o pau na minha bunda. Em poucos segundos, fizeram um sanduíche de mim. Todo mundo estava animado e quase ninguém se preocupava com o que estava acontecendo, pois era uma festa de carnaval. Tudo era folia e brincadeira. Eu sentia suas rolas duras, dentro dos calções de praia. Maliciosamente, eu esbarrava minhas mãozinhas nelas, fingindo ser sem querer. Eles estavam sem camisetas, exibindo seus peitorais fortes e abdominais definidos. Meu corninho ficava ali, a poucos metros, só de olho. Depois ele me confessou que estava com o seu pintinho, de 11 cm, “meio esperto” e totalmente úmido, com a cueca toda melada, vendo sua mulherzinha rodando na mão dos machos. De repente, um deles perguntou sobre a minha aliança na mão esquerda.- A princesa é casada?- Sim gato, sou cansadíssima. Porque, tem algum problema?- Não, lógico que não. Por mim, ok….mas e o maridão?- Ele sabe que você está aqui, toda disponível?- Gato, ele não só sabe como está nos vendo, mas relaxa pois meu esposo não morde, é bem bonzinho e manso. Ele curte ver sua mulherzinha assim, se divertindo, toda sapeca e faceira. Pode chegar junto!Ambos ficaram olhando pros lados, pra tentar descobrir quem era meu marido. Eu me divertia com a situação. Facilitei para eles, agarrando o primeiro e lhe dando um baita beijo de língua. Depois foi a vez do outro, e assim ficamos revezando a sem vergonhice. Os mais conservadores iam se afastando, sendo que outros olhavam e cochichavam. Nós três já estávamos bem a vontade, quando Décio resolveu se aproximar e nos tirar dali, se apresentando aos meus dois pegadores.- Olá, tudo bem?- Estava observando vocês. Vi que gostaram da minha esposa.- Que tal irmos para outro lugar?- Podemos tomar algo e conversar um pouco.- Estamos em nosso apartamento aqui perto. Lá podemos ficar mais tranquilos.Os dois machos riram e toparam na hora.- Claro que sim, tio.- Estamos muito afim de conhecer melhor essa gata.- Vamos cuidar muito bem dela.- Então vamos, é logo ali.Ver meu marido me oferecendo para aqueles dois tarados, me deixou mega excitada. Décio é bem safado e muito corno. Ele gosta de receber meus beijos, enquanto eu pago boquete para o macho. Fica sempre ajoelhado comigo, do meu ladinho, só esperando seu brinde. Adora o sabor e odor de uma rola, tanto na minha boca quanto na bucetinha. Diz que é salgadinho e bem “saboroso”. Mania de corno….rs. Outra coisa que ele ama, é chupar preservativo que o macho usou pra me comer, todo preenchido. Eu levo sempre pra ele, seu sacolé de porra, quando saio sozinha com algum contatinho. As vezes são duas, três ou mais camisinhas, cheias de leite de macho. Quando ele está mais taradinho e “descontrolado”, despeja a gala ainda moreninha na minha xoxotinha e lambe tudo. Chupa com vontade a minha menininha, toda depiladinha e inchada, de tanto levar pau. Depois ele coloca o látex dentro da boca, e fica chupando até não sobrar nenhum vestígio de esperma. Nós fomos andando dois quarteirões, até o nosso prédio. Eu fui de mãos dadas com os machos, indo na frente, enquanto meu marido nos seguia bem atrás. A poucos metros da portaria, trocamos de lugares. Eu entrei acompanhada do maridão, com nossos convidados ao lado, bem comportados. Foi assim também no elevador, devido as câmeras. Já dentro do nosso espaçoso Ap, com varanda de vista para o mar, começou a pegação. Léo (27) e Caio(25) eram primos, moravam também em São Paulo e estavam hospedados num hotelzinho bem simples, no centro.Enquanto Décio pegava umas bebidas, os dois já foram me atacando. Eles estavam famintos por mim. Me beijavam e chupavam meu pescoço, me deixando toda molhadinha. Estávamos dançando na varanda do apartamento, olhando o mar e namorando, quando o corninho chegou com um balde de gelo, whisky, enérgico, vodka e cervejas. De onde estávamos, conseguimos ouvir muito bem as marchinhas de carnaval, que propagavam pela rua. Estava um clima perfeito, música, bebidas, calor e cheiro de testosterona no ar. Meu marido servia as bebidas pra mim e para os meninos, que o chamavam de Tio a toda hora…rs. Eu adorava aquilo tudo, achando muito engraçado. Meu corninho realmente tem cara, jeito e até idade para ser meu tio e dos machos. Eu me casei com Décio, por causa de dinheiro e também por ser muito liberal, com objetivo de ser submisso a uma mulher mais nova. Nos conhecemos através de um anúncio pela internet, num site de relacionamento daqueles eróticos. O que me chamou a atenção em seu perfil, de cara, foi: “Sou Viúvo, com excelente situação financeira, sem filhos, pinto pequeno e meio broxa, com a intenção de um relacionamento liberal. Busco uma mulher mais nova, para continuar sendo o corno que sempre fui. Sou submisso e aceito todas as regras impostas a um manso frouxo, que nasceu para agradar sua rainha”.Era tudo o que uma putinha como eu queria e precisava, um coroa rico, patrocinador e de mente aberta, que acredita na matemática perfeita, onde Esposa Hotwife + Marido Cuckold + Comedor Alfa = PURO PRAZER.          Décio já era chifrudo no primeiro casamento, quando aprendeu a arte de ser traído. Eu só aperfeiçoei sua cornitude….rs, dando um toque de “adestramento” e humilhação, que ele ama nos dias de hoje..rs. Sua primeira esposa morreu no motel, há 5 anos, trepando com um novinho que era seu amante. Tinha 45 anos e sofreu um infarto fulminante, por um problema congênito. Mesmo a esposa não abrindo o caso que tinha, Décio sabia de tudo e nunca tomou uma atitude. Gostava de ser chifrado e aproveitava disto. Era a única forma de se sentir útil e vivo, pois já sofria com problemas de ereção. Na ép
oca, o grande desafio era esconder as escapadas da quarentona safada, dos amigos e da família, que ele se afastou depois que me conheceu. Na noite fatal, recebeu a ligação do amante avisando o que tinha acontecido e correu até o local, para liberar o macho do problema e tomar seu lugar. Deu uma propina pro porteiro do motel, que confirmou que marido e mulher estavam juntos na hora do ocorrido. Assim, ninguém ficou sabendo que a puta morreu na pica de um alfa. Foi muito difícil pra ele, pois amava sua esposa adúltera. Vim para preencher esse vazio em sua vida, devolvendo sua alegria e seus chifres.Fomos todos para o quarto. Eu ali, no meio de dois homens safados, deixava meu maridinho com o pinto “ativo”, suficiente para uma punheta. Enquanto bebíamos, íamos nos esfregando. Eu já estava de joelhos, pronta pra mamar. Quando os machos tiraram suas ferramentas pra fora, levei aquele susto gostoso que toda puta ama. Eram duas cacetas bem grandes, grossas e cabeçudas. Tinham aquelas veias roliças, que mais pareciam nervos. Os dois primos tinham muito em comum e podiam ser, sem sombra de dúvidas, atores de filme pornô. Eu peguei naquelas toras, uma em cada mão, sentindo o peso delicioso de dois machos comedores. Leo ostentava 25 cm de verga, enquanto Caio possuía 23. Minha mão não fechava e minha boca salivava….rs. Cai matando naquelas picas, feito uma cadelinha faminta, enquanto via meu corninho se acabando na mão. Seu pintinho cansado estava como sempre, meia bomba, porém animado…rs. Era só me ver com outro, que ele logo saia do estado de falecimento total, ressuscitando-se. Eu conseguia engolir as rolas até quase o talo, com uma habilidade adquirida em anos como chupeteira. Fazia jus ao apelido que ganhei no tempo de colégio, quando chupava os moleques para ganhar R$ 30,00. Eu era conhecida como Fernandinha garganta de ouro….rs. Eu gosto de chupar, babando no pau. Vou até o fundo e volto trazendo aqueles fios de saliva, que deixa o alfa louco. Curto muito quando eles me pegam pelos cabelos, fodendo minha boca com força como se fosse uma xoxotinha. Amo sentir a cabeça da rola violentando minha amídala. Outra coisa que me deixa com a buceta e o cuzinho piscando, é quando enchem minha boquinha de gala. Sentir os jatos de porra no fundo da garganta, faz qualquer putinha como eu, se apaixonar. No momento, eu estava feito uma bezerrinha, mamando desesperadamente. Chamei Décio para ficar ao meu lado. Ele veio correndo, como sempre. Eu chupava uma pica e lhe dava um beijo bem apaixonado, chupava a outra e dividia os fluidos/baba com ele. Foi assim, até os machos mandarem ele pro canto e me deixarem peladinha. Léo caiu de boca na minha xoxota lisinha, me dando um chá de língua. Enquanto eu chupava o Caio, ia rebolando na cara do seu primo, até que tive meu primeiro e intenso orgasmo. Ah….. como foi bom!Aquilo me deixou mais putinha, ao ponto de abrir minhas pernas e me entregar aquelas duas toras. Eles traziam nos bolsos das bermudas, duas camisinhas cada. Já haviam saído, com a intenção de conseguirem alguma transa, aqueles gostosos. Eu sabia que quatro preservativos seriam pouco, para acalmarem meu fogo. Os deixei colocarem os látex e me posicionei para receber tudo o que merecia, na frente do meu Corno. Vi Décio muito empolgado, manipulando seus 11cm de pinto. Ele olhava nos meus olhos de um jeito bem cúmplice, cheio de amor. Os alfas iam falando com ele, para deixar bem claro o que ia acontecer.- Tio, fica aí no seu canto e veja como se come uma vagabunda.- Vamos esculachar legal sua esposa.- Depois seu pauzinho aí, vai dançar dentro dela.- Sua mulherzinha não vai nem te sentir, lá dentro….kkkkk.- Bate sua punhetinha e curte a festa.Fui totalmente possuída pelos meus dois novos amantes. Iam se revezando, em várias posições. Aproveitaram muito de mim, sem dó. Fuderam muito minha xoxotinha melada. Apanhei, dei e gozei pacas. Usaram a bucetinha e não tiveram pena do meu anel. Socaram com muito força no meu cú, me fazendo ter orgasmos múltiplos. A minha sorte é que sempre carrego meu tubo de KY na bolsa, para essas ocasiões. Aprendi a ser uma mulher previnida. Fiz pela primeira vez, dupla penetração. Foi o máximo ter duas picas dentro de mim, a melhor experiência em toda minha vida de esposa adúltera. Meu cuzinho ficou um túnel, depois das pirocadas. Mostrei pro meu marido o quanto sou uma puta, cavalguei, sentei, quiquei, rebolei, gemi, gritei e até xinguei o CORNO, para humilhá-lo na presença dos Alfas. Décio aceitava tudo, assistindo e se masturbando. No final, eles tiraram as camisinhas e me deram um banho de porra. Léo gozou em cima da minha bucetinha e na barriga, enquanto Caio lavou minha cara e meus peitos. Além de serem dois cavalos, eram verdadeiros reprodutores, com vasta ejaculação. Foram muitos jatos me acertando e no final, eu parecia um bolo coberto de leite condensado….rs. Os meninos saíram da cama e foram para a sala, beberem um pouco e verem o movimento da nossa sacada. Foi a hora de Décio fazer o que mais gosta, ele veio até mim e me beijou, sentindo toda a gala. Lambia meu rosto e dava beijinhos na face. Limpava todo o vestígio de esperma que encontrava, engolindo ou dividindo comigo. Foi descendo, chupando meus seios regados, minha barriguinha e a “pocinha” de gala que se formou dentro do meu umbiguinho. Ele perecia um gato, usando a linguinha pra beber seu leitinho. Eu ia observando e incentivando a faxina. Quando chegou na minha bucetinha, se esbaldou, chupando e limpando tudinho. Me fez gozar gostoso com o seu carinho. Via seu pauzinho reagir a cada lambida. Por fim, ele colocou a pistolinha em mim e começou a me comer. Eu não sentia seu “pipi”, mas valorizava seu esforço. As vezes escapava, pois não conseguia total ereção devido sua “broxice”, sempre em estado meio flácido. Eu amo quando ele se dedica a mim, com amor e paixão. Em poucos minutos, ele gozou dentro e já caiu de boca na sua própria sujeira. Ele, naquela hora, deveria estar bem satisfeito e alimentado. Fui para o meu banho e chamei os meninos para irem comigo. Ficamos os três, namorando no chuveiro, enquanto meu lindo corninho trocava a roupa de cama e arrumava as toalhas pra gente. Depois que saímos, ele entrou para se limpar. Eu levei meus machos até a varanda e começamos e relaxar, bebendo um pouco e conversando. Já estava começando a anoitecer, quando Caio e Leo disseram que iriam embora. Eu, na hora, os interrompi:- Como assim, gatos?- Irem embora pra onde?- Só estamos começando nossa festa.- Vamos para o hotel, descansar um pouco pra amanhã. Aí, a gente se vê. Acho que seu marido já recebeu chifre demais, por hoje…rs.- Meu Corno não cansa de levar galha. Ele gosta, incentiva e me apoia.- Vocês viram que ele é bem manso.- Vamos fazer o seguinte, passa o endereço do hotel, liga lá e avisa que uma pessoa vai pegar suas coisas. Aí vocês vem pra cá e ficam conosco a semana toda. Tem muito conforto e espaço aqui, e a cama é grande…rs. É suficiente pra nós três….rs.- Meu marido vai lá e cata tudo.- Pô gata, será que ele não vai achar ruim?- E ele vai dormir aonde?- Ele se ajeita no sofá ou na caminha que temos, no quarto de hóspedes.- Mas conhecendo ele, do jeito que conheço, vai querer jogar um colchonete no chão, pra dormir no mesmo quarto que a gente. Ele curte assistir meu namoro, enquanto se acaba na mão. É feliz assim e se diverte!- Puts amor, seria uma boa mesmo, pois o local onde estamos é uma espelunca. O Hotelzinho e o quarto são muito ruins, mas é o que podemos pagar. – Falando em pagar, como reservamos por uma semana, temos que acertar tudo na saída.- Não se preocupem com isto. Décio acerto tudo, pega as coisas e traz pra cá. Na volta, ele compra mais camisinhas na farmácia pra vocês. Acho que iremos precisar de um estoque aqui….rs. Hoje ainda é Sábado e temos mais 8 dias aqui na praia. – Tem outra coisa também, meu corninho vai subir na terça para trabalhar e não quero ficar sozinha. Podemos aproveitar bastante. Ele até ficará mais tranquilo, comigo aqui em boa companhia….rs.- Ne
m se preocupem com nada, pois temos tudo aqui, bebidas, comidas e dinheiro. Será tudo por nossa conta. Vocês só precisarão me fazer gozar muito, além de me darem muita pica.- Pô gata, proposta aceita. Será um prazer, aliás…..você terá muito prazer.- Quando seu marido voltar, na sexta, não vai passar na porta….kkkkkkk.- kkkkkkk…..ele só volta no Sábado, então terá que se abaixar mais ainda para entrar…rs.Já estávamos encerrando o assunto, quando Décio chegou e nos viu rindo. Expliquei tudo à ele, que concordou e reforçou o convite para os machos. É por isto que eu amo meu marido e nunca vou deixá-lo, nem mesmo trocá-lo por outro. Ele quer me ver feliz e não mede esforços. – Tio, lá no quartinho tá tudo espalhado. Tem roupa na cama e cuecas sujas, jogadas no chão do banheiro. – Sabe como é, né?- Tem tênis de baixo da cama e meias usadas em algum canto.- Só junta tudo e traz, que aqui a gente separa o que é de quem. – Presta atenção e da uma verificada geral, pra não esquecer nada. – As malas estão ao lado de cada cama. – Tem uma despesa de frigobar também, de umas cervejas, salgadinhos e chocolates. É só acertar junto com as diárias.Nossa….eu tava adorando vê-los dando ordens para o meu marido, que docilmente balançava a cabeça, em respeito aos Alfas. Literalmente eles estavam dizendo quem mandavam ali.Décio ouviu tudo atentamente e saiu para sua função, de pegar tudo dos meninos no hotel, pagar as despesas e passar na farmácia para umas comprinhas. Pedi pra ele trazer muitos preservativos no tamanho Extra Grande, que foram os que eles usaram pra me comerem, além de dois tubos de KY para um anal gostoso. Também mandei comprar pílula do dia seguinte, caso alguma camisinha estourasse. Mesmo usando anticoncepcional, não queria correr nenhum risco de engravidar, já que havia observado que os dois gozavam muito forte e em grande quantidade. Eram praticamente dois cavalos reprodutores. Meu marido fez tudo certinho e voltou em duas horas, trazendo também três pizzas para jantarmos. O corninho é um fofo e sabe agradar sua putinha e os comedores. Comemos, bebemos e fomos para mais uma trepadinha, antes de dormir. Eu, Caio e Léo ficamos na cama, comigo no meio. Temos uma super King (203 x 193), mega suficiente para três amantes….rs. Então, o corno teve que se ajeitar no chão, aos pés da cama. Improvisamos um colchonete, usando dois edredons. Para travesseiro, ele usou uma almofada. Eu e os machos dormimos grudadinhos, todos pelados. Décio usou sua cueca samba canção, bem larga e surrada. Durante a noite, as vezes, sentia um deles me cutucando a bunda, com o pau duro. Me aconchegava e rebolava gostoso, meio sonolenta. O safado só botava a camisinha e cravava em mim, de conchinha, metendo até gozar. Voltava a dormir pro outro lado e logo, era o outro abusando de mim. O corno roncava, nem imaginando que sua mulherzinha continuava sendo violentada pelos novos “namorados”. De manhã, no chão, tinham alguns preservativos usados, todos espalhados e cheios de esperma. Só aí, o corno descobriu o que havia ocorrido enquanto dormia. O jeito foi recolher todos vestígios. Os dias foram maravilhosos, pegamos sol, dançamos, brincamos o carnaval, bebemos, comemos e trepamos muito, sempre com meu Corno ao lado. Na praia, ele pagava todas as despesas no quiosque e nos barzinhos. Os machos estavam bem a vontade, sendo bancados pelo meu marido. Eu estava bem soltinha, curtindo meus meninos. Nem lembrava do meu marido….rs.Na terça, a tarde, Décio subiu a serra. Fiquei com Caio e o Léo, que se sentiam donos da casa. Só andavam pelados e me comiam toda hora, em qualquer cômodo, de qualquer jeito. Era no chão da sala, no corredor dos quartos, na cozinha, no box do banheiro e até na varanda, de madrugada. Eu estava toda arrombada tanto na buceta, quanto no meu cuzinho. Na quinta feira, eu já havia perdido o medo da gravidez e abandonamos os preservativos. Eu estava confiando 100% no meu contraceptivo. Os dois me enchiam de gala. Sentia os jatos lavando meu útero e estava amando tudo aquilo. Fizemos até uma Live para o meu marido, que se acabava na punheta do outro lado. No Sábado, de manhã, Décio chegou no litoral trazendo presentes. Pra mim, outro Nano Biquíni lindo. Pros meninos, ele trouxe dois relógios em agradecimento por me fazerem companhia, e me feito gozar muito. Eu pedi pro Caio e Léo descerem pra praia, enquanto curtia um pouco os carinhos do meu corninho. Botei Décio pra me chupar e ver o resultado dos dias as sós com os Alfas. Tinha muito leite dentro de mim, depositados logo antes dele chegar. Recebi muito lambida do meu lindo manso, sendo cuidada e mimada. Décio chupou e engolia muito leite, me agradecendo por fazê-lo o maior e o mais feliz CORNO do mundo. Ah, os machos?Eles viraram meus amantes fixos e ainda metemos muito em São Paulo. Levamos eles pra passarem essa pandemia com a gente. Estão há 1 ano morando em casa. Décio os registrou em uma das suas empresas e lhes pagam para “trabalharem” em Home Office, comigo ….rs.        

Fazendo a mudança da crente

Ruthi ,uma vizinha que frequenta a mesma igreja que nos,é separada e uma de suas filhas me chamou para levar sua mudança o o Paraná,mas como ela teve que ir antes combinamos de eu sair no sabado,e a RUTHI me perguntou de ela podia ir junto, minha esposa não tem ela com bons olhos dis que a Ruthi dá bola prós irmãos da igreja,sabendo disso falei pra Ruthi que a levaria mas minha esposa não poderia saber .Mal acabei de falar Ruthi disse sem problema seu com ela é ciumenta .Combina mos de sair de madrugadinha Tudo certo cheguei no Paraná ajudei a descarregar,mas os donos da mudança estavam trabalhando,eu e a Ruthi descarrega mos,comentei com ela que de a filha dela comenta de que a Ruthi tinha viajado comigo Faria problema com minha esposa,Ruthi falou.Não tem problema descarrega nos e vamos embora minha filha não vai nem imaginar que eu estive aqui,mas ela teria que voltar comigo pois estava sem dinheiro ,assim pegamos a Estrada de volta,resolvi voltar pelo litoral foi quando Ruthy disse nossa faz tempo que não vejo o mar,parei na Praia e lá foi ela disse que ia molhar os pés ,aproveitei e dei mergulhos de repente a Ruthy leva um caldo de uma onda mais forte.Aí conexa a a aventura,meu caminhão é carroceria e pequeno eu tudo bem pra me trocar uso banheiro de bar mas e A Ruthy,só com a roupa do corpo,não podia ficar molhada,então sugeri.olha tem uns motel aqui vc pode ir lá tomar banho e espremos sua roupas secarem,Já meio pensativo sabe como é.Ruthy deu uma enroladinha mas disse tudo bem.Achei um motel entrei com a camionete,e fomos pro quarto,lá entre outros comentários Ela disse de sua mulher fica sabendo já pensou,disse só se vc falar já tá tudo escondido sua vinda,nem passar rumos da situação.Ruthy foi o o banho mas o voz era de vidro pude ver tudo quando ela percebeu ela disse nossa vc epode ver disse sim e completei e estou gostando,ela respondeu safadinho,ela de Costa para mim não percebeu tirei minha roupa e de pau duro fui até o voz e falei já que é essa a situação vou tomar banho com vc,ela de virou e quando me vou eu estava batendo uma punheta e disse vou te chupar toda,olhou e passou a língua entre os lábios e disse seu tarado sem VERGONHA,e já foi pegando no meu pau e disse faz tempo que não vejo um pênis duro,falei pra ela diga Carvalho dis,ela massagendo o pau falou pau,carralho cacete .abaixei e vai de boca na boceta,Ruthy não aquela mulher 46anos corpo usadinho mas o que importa é o fogo dentro dele,e ela tinha(tem) ela na primeira chuvada começou a temer e rebolar eapertava minha cabeça como se quisece enfiar na buceta,parei de chupar e a levei até a cama nem o taxa molhada ela já deitou e abriu as pernas e pediu chupa mais chupa,peguei meu pau e levei até sua boca ela só sei beijar então beija filha da luta ela beija mas não ocupava liguei a TV botei no canal porno e mostrei e daquele jeito ela olhou e começou a chupar a cabeça ,eu voltei a buceta,mordia chupava e ela só gemia com a rola na boca não aguentei e gozei ela tentou tirar o pau da boca quando forçei de volta e disse não mama vai mama e ela olhou pra mim e que manada ela deu pra finalizar ainda mandei ela lamber tudo e ela só na obediencia,perguntei vc quer rola querela disse quero rola vc foi o primeiro a gozar na Minha boca agora. Me fode vai safado enfia essa Rola na buceta .passei a rola entre os lábios da buceta toda molhada pra cima pra baixo e dava um forçadinha Mas não metia,dois minutos mais ou menos Ruthy começou a falar vai carralho mete logo puto,e me puxava PA que a rola entrase.quando ela me seu uma chave de oPerna e foi entrou até o saco ela gritou isso tudo fode fode carralho,filme rolava na TV oPelo espelho vi o cara meter no vi da atris,ai falei pra Ruthy vou disse vc toda tesão luta do carralho ela respondia vai pode fode tudo jafodeu minha boca agora do de minha buceta,quero vc de quatro vagabunda disse virei a ela ficou de qutro meti na buceta e começei a enfiar o de no cuzinho ela na hora disse só o dedo ai ,eu falei dedo é o carralho tirei o pau e forcei o vizinho ela tentava escapar e Gritava não ai não peguei a do força de dei uns tapas na cara dela e falei vc disse que queria se fodida toda não foi vagabunda ela olhou pra mim acho que com medo fiquei puto com a recusa e ela disse devagar e só a cabeça,passei a chupar a buceta dela outra vez e ela pra minha surpresa pediu a rola e fez uma mamadinha deliciosa.ela de quatro apontei a rola e fui metendo devagar cuzinho apertado ela parada como uma estátua,a cabeça entrou ela disse tá bom tira porra eu disse porra vai nesse Tavinho pastoso e toquei de um vez ela gritou que todo motel ouviu,mas já era mandei ela abrir mai as pernas e comecei vai vem devagar ela gemia,de dor,depois de uns minutos ela já dia dia chega é a primeira vá chega da próxima vá deicho,mas agora quero disse e a minha buceta com essa Rola deliciosa Continuo fodendo a Ruthy mas ao contrário do que minha esposa pensa quem fez ela ficar safada foi eu porque até então Ruthy era um exemplo de crente,continua mas na cama e um exemplo de luta que adota feder e dar o daninha. Tudo por minha culpa e eu assumo trepamdo com ela sempre que dá e ela dá gostoso

ESPOSA PUTA, SERÁ?

CASADO A SEIS ANOS COM RAQUEL NÃO ERA O MARIDO IDEAL POREM ERA UM BOM MARIDO TRABALHADOR CARINHOSO E ATENCIOSO FAZENDO DE TUDO PARA DAR O MELHOR PARA MINHA ESPOSA AINDA MAIS AGORA QUE TENCIONAVAMOS TER NOSSO PRIMEIRO FILHO, O PROBLEMA É QUE RAQUEL TEVE UMA CRIAÇÃO RIGIDA COM FORMAÇÃO RELIGIOSA TANTO É QUE SEXO PARA ELA É SOMENTE PARA PROCRIAR E SEMPRE NA POSIÇÃO PAPAI MAMÃE, QUANDO QUERO ALGUMA COISA DIFERENTE NA CAMA, TENHO QUE TRABALHAR MUITO A QUESTÃO, ANAL NEM EM SONHO PORQUE SEGUNDO ELA É PECADO E SÓ CONTINUO CASADO PORQUE NOS AMAMOS DEMAIS E SEI QUE AINDA VOU FAZER DELA MINHA PUTA, COMO ME PEDIU E QUE TIVESSE PACIENCIA COM ELA PORQUE COISAS QUE ACHAVA ABOMINAVEL EM RELAÇÃO A SEXO ELA JÁ FAZ MESMO NÃO DEMONSTRANDO MUITO INTERESSE COMO ME CHUPAR O QUE FAZ SEM MUITA VONTADE ALEGANDO NÃO TER PRAZERR NENHUM NISSO, QUANDO CHUPO SUA BOCETA TENHO QUE BEIJAR ELA A FORÇA PORQUE TEM NOJO TANTO É QUE NO COMEÇO ATÉ VOMITAVA, AGORA JÁ ACEITA COM MAIS NATURALIDADE E ASSIM VEZ OU OUTRA SAIO COM OS AMIGOS PARA BEBER E VEZ OU OUTRA TERMINAMOS NUM PUTEIRINHO DA TIA DE UM DOS AMIGOS E LÁ ENCONTRO SIMONE MINHA PUTINHA FAVORITA QUE DEIXA EU FAZER DELA GATA E SAPATO SEMPRE ME PEDINDO PARA QUE LEVE ELA EMBORA DALI PORQUE VACILOU E SE APAIXOUNOU POR MIM O QUE ME DEIXA UM POUCO PREOCUPADO, POREM NÃO DEMONSTRO AFIRMANDO QUE NÃO QUERO RELACIONAMENTO COM NINGUÉM FAZENDO SEUS OLHOS BRILHAREM QUANDO MINTO QUE O DIA QUE ISSO ACONTECER ELA SERA A ESCOLHIDA. MINHA CUNHADAINHA ESTAVA DE CASAMENTO MARCADO COM UM CARA BOBÃO QUE É DE SUA IGREJA E AO CONTRARIO DA IRMÃ ESSA CUNHADA E BEM SAFADA ME DEIXANDO EM DUVIDAS ALGUMAS VEZES PORQUE PARECE ME DÁ MOLE PRINCIPALMENTE QUANDO ESTA JUNTO COM SEU NOIVO. DIREFENTE DE TODOS É MEU CUNHADO QUE É UM PEGADOR QUE VIVE DANDO PROBLEMA PARA OS PAIS PORQUE SEMPRE TEM RECLAMAÇÃO DELE QUE NÃO DEIXA ESCAPAR NENHUMA DAS IRMAZINHAS DA IGREJA INCLUSIVE A MULHER DO PASTOR, CORRE BOATO QUE ELE JÁ PEGOU E O QUE DEIXA MINHA CUNHADA APAVORADA É O FATO DELE AFIRMAR QUE VAI PREPARAR A DESPEDIDA DE SOLTEIRO DO CUNHADO NUM PUTEIRO BRINCANDO COM O CUNHADO QUE LÁ ELE VAI APRENDER A USAR UMA XOXOTA. MINHA CUNHADA ESTAVA CADA DIA MAIS APAVORADA VENDO CHEGAR A DATA, FICANDO MAIS CALMA QUANDO RAQUEL FALOU QUE UMA AMIGA SUA ERA ESPECIALISTA EM EVENTOS E COMBINARIA COM ELA A DESPEDIDA DE SOLTEIRO DO MOLEQUE O QUE DEIXOU MINHA CUNHADINHA MAIS CALMA SENDO O PROBLEMA AGORA RAQUEL ME CONVENCER A IR PORQUE TODOS OS AMIGOS QUERIAM PULAR FORA PORQUE EVENTO DE IGREJA NÃO É PARA NOSSA TURMA, ATÉ QUE O CUNHADO ENTROU EM CENA COMBINANDO QUE FOSSEMOS PORQUE TINHA ORGANIZADO TUDO COM A AMIGA DE RAQUEL E QUE IA VALER A PENA. ESSA AMIGA CHEGAVA A FICAR CORADA QUANDO FALAVA COM RAQUEL QUE QUERIA SABER TUDO SOBRE O EVENTO TANTO É QUE NUMA TARDE ELA COMENTOU COMIGO QUE PRECISAVA DESCOBRI O QUE A AMIGA ESTAVA FAZENDO PORQUE ESTAVA MENTINDO PARA ELA E COMO NÃO TOCOU MAIS NO ASSUNTO, NO DIA MARCADO RUMAMOS PARA LÁ FICANDO ENCANTADOS COM A DECORAÇÃO TENDO COMO TEMA ALGUMA COISA SOBRE ROMANOS E O BOM É QUE A BEBIDA E CHURRASVCO ERA FARTA. A TARDE CHEGAVA QUANDO TENCIONAVAMOS IR EMBORA PORQUE ALGUÉM COMENTOU QUE DEVIAMOS TERMINAR NO PUTEIRO E JÁ COM A PICA DURA PENSANDO NA BOCETINHA DE SIMONE MUDEI DE IDEIA QUANDO AQUELA MORENA CHEGOU VESTINDO UM MACACÃO PRETO COLADO AO CORPO MOSTRANDO CLARAMENTE O ROSADO DOS MAMILOS E DA BOCETA CARNUDA DEVIDO A TRANSPARENCIA DO TECIDO ANUNCIANDO QUE QUEM QUISESSE PARTICIPAR DA BRINCADEIRA DEVIA TIRAR A ROUPA E SEGUIR ELA SENDO MEU CUNHADO O PRIMEIRO A FICAR NU E NÃO QUERENDO SER O ULTIMO FIQUEI PELADÃO TAMBÉM TENDO QUE AJUDAR A TURMA TIRAR AS ROUPAS DO NOIVO E SEGUINDO ELA FOMOS PARA UM SALÃO COM ILUMINAÇÃO AMENA E CADA UM ROLAVA UMA ROLETA COM NUMEROS COM DESENHOS DE BOCA, CU E BOCETA COM TODOS QUERENDO O CU, FEITO O SORTEIO EU PEGUEI O DESENHO DE BOCA SENDO LEVADO PARA UMA CABINE COM ABERTURA NA ALTURA DA CINTURA E ENFIANDO O CACETE ALI RECEBI UMA DAS MELHORES CHUPETAS QUE JÁ TIVE NA VIDA TANTO É QUE GOZEI RÁPIDO POR JÁ TER BEBIDO COM A MENINA CONTUNUANDO CHUPANDO DEPOIS DE CUSPIR A PORRA E JÁ PRONTO PARA GOZAR NOVAMENTE ALGUÉM TEVE A FELIZ IDEIA DE TROCAR COM NINGUÉ RESPEITANDO MAIS AS REGRAS COM UM AMIGO ME DANDO O NUMERO COM UMA BOCETA E ENTRANDO NA CABINE VI A BUNDA MAIS LINDA DO MUNDO PARECENDO COM A DE RAQUEL E MAIS QUE DEPRESSA ENCAPEI O PINTO E METI COM VONTADE NAQUELA BOCETA QUE PARECIA TER SIDO FEITA PARA MIM ME DELICIANDO OUVINDO A MENINA GEMENDO DEMAIS ENQUANTO METIA E TAENTAVA TODO CUSTO DEIXAR QUE METESSE EM SEU CU COM ELA FALANDO MANHOSAMENTE QUE NÃO PORQUE ERA MUITO GRANDE PARA ELA E JÁ COM AS PERNAS BAMBAS DE TANTO METER QUANDO A MOÇA GEMEU ALTO ANUNCIANDO QUE ESTAVA GOZANDO NOVAMENTE ENCHI O PRESERVATIVO DENTRO DE SUA BOCETA DE PORRA E NÃO CONSEGUINDO PEGAR O CU PORQUE ESTAVA MUITO CONCORRIDO SAI PARA BEBER FICANDO MELANCOLICO AO LEMBRAR DE RAQUEL E O QUE HAVIA FEITO PORQUE COM CERTEZA ALGUÉM COMENTARIA ESSA LOUCURA E ELA PODERIA ACABAR DESCOBRINDO O QUE ACONTECEU O QUE ME DEIXOU MAL PORQUE NÃO PODIA DAR ESSA DECEPÇÃO PARA ELA E PENSANDO NELA TENCIONANDO PEGAR ELA NEM QUE FOSSE A FORÇA TIVE QUE ME IMPOR COM MEU CUNHADO QUE ME MOSTROU A CALCINHA QUE HAVIA ROUBADO DE UMA DAS MENINAS E QUE AQUILO ACABARIA EM SURUBA E ISSO ME DEU MAIS FORÇA PARA SAI DALI INDO EMBORA PARA CASA ME DECEPCIONANDO POR NÃO ENCONTRAR RAQUEL QUE NÃO ATENDIA O CELULAR COM A CUNHADA FALANDO QUE SUA IRMÃ SAIU COM AS AMIGAS E PELO JEITO NÃO TINHA HORA PARA VOLTAR. HORAS DEPOIS JÁ CALMO PONDEREI QUE ELA NÃO ERA OBRIGADA A ME ESPERAR UMA VEZ QUE EU É QUE CHEGUEI EM CASA MAIS CEDO E DEPOIS DE UM BOM BANHO FUI DORMIR.ACORDEI COM RAQUEL ME CHUPANDO COMO NUNCA ANTES NA VIDA E ME VENDO ACORDAR SENTOU EM MEU CACETE QUE ENTROU GOSTOSO EM SUA BOCETA MELADA COM ELA FFAZENDO ESCANDALO QUE COM CERTEZA TODOS DO QUINTAL OUVIRAM E GOZANDO COMO NUNCA ANTES CAIU AO MEU LADO SE TREMENDO TODA E MAIS QUE DEPRESSA FUI CHUPAR SUA BOCETA TENDO IMPRENSÃO DE ESTAR MAIS ABERTA E MELADA E INDO BEIJAR ELA NÃO SE OPOS ME BEIJANDO COMO NUNCA NA VIDA FALANDO COISAS SEM SENTIDOS AFIRMANDO QUE ESTAVA PRONTA PARA SER A PUTA QUE EU SEMPRE QUIS E GOZANDO CHEGOU A CHORAR DE PRAZER EM MEU CACETE. NO BANHO DEIXOU QUE COMEÇE SEU CU NÃO ME DEIXANDO QUE SAISSE PARA PEGAR O PRESERVATIVO E GEMENDO COMO LOUCA PARECENDO ENLOUQUECIDA DE PRAZER GOZOU GOSTOSO ME AGRADECENDO MUITO E ENQUANTO NOS BEIJAVA LEMBREI DA CALCINHA QUE MEU CUNHADO ME DEU E QUE ESQUECI NA PIA NÃO JOGANDO NA PRIVADA COMO TENCIONAVA E MESMO PREOCUPADO RESOLVI FICAR NA MINHA FINGINDO NÃO SABER DE NADA.RAQUEL ESTAVA CADA DIA MAIS PUTA TANTO É QUE AS CALCINHAS DE TITIA FORAM TROCADAS PELAS DE VADIA, SEGUNDO SUA MÃE, NUMA TARDE EM QUE PEGUEI ELA NA PIA QUANDO FIZ ELA DEBRUÇAR NA MESA E LEVANTANDO SUA SAIA QUASE TIVE UM TRECO AO VER ELA USANDO A CALCINHA QUE SEU IRMÃO ME DEU NAQUELE DIA E COM O CACETE PARTECENDO FERRO DE TÃO DURO NUMA EXCITAÇÃO ESTRANHA QUE ME DEIXAVA ALUCINADO DE TESÃO FIZ RAQUEL URRAR ENQUANTO METIA NELA QUE GOZANDO DEMAIS QUIS SABER O QUE ACONTECEU POR ESTARDAQUELE JEITO COM ELA ME BEIJANDO TERNAMENTE GEMENDO ABAFADO ENQUANTO METIA NELA FICANDO FELIZ QUANDO FALEI SER POR AMAR ELA DEMAIS.RAQUEL ME PROVOCA DEPOIS PEDE ARREGO DE TANTO QUE METO EM SUA BOCETA MELADA COM O TESÃO A MIL SÓ EM IMAGINAR OUTROS CARAS COMENDO ELA TENDO DUVIDAS SE ELA ESTEVE LÁ NAQUELE DIA OU FOI SÓ COENCIDENCIA POR ELA TER UMA CALCINHA IGUAL, E ISSO ESTOU TRABALAHNDO PARA TENTAR DESCOBRI.                                    

MINHA ESPOSA OU MINHA PUTA?

De repente comecei notar minha esposa me evitando sutilmente e assim em poucos dias decidi dormir em quarto separado não querendo mais tomar as rédeas do relacionamento porque sempre que isso acontecia eu me impunha tendo vezes que pegava ela a força fazendo ela mudar de ideia enquanto chupava sua xoxota e quando metia ela urrava de prazer jurando me amar para sempre pedindo que nunca desistisse dela, porem agora era diferente porque ela tinha que se comprometer também com esse relacionamento e assim com o passar dos meses via ela mais a vontade principalmente quando eu não estava por perto. Numa tarde estava em meu quarto/escritório atualizando uns gráficos tencionando sair a noite porque sentia a necessidade de me divertir um pouco quando ela chegou toda sem graça e sem jeito falou se podia sair com suas amigas porque precisava espairecer um pouco e não tendo minha atenção saiu batendo a porta. Arrependido pelo modo que a tratei fui em seu quarto para me desculpar e da porta entre aberta fiquei de pau duro me segurando para não entrar agarrar a filha da puta e acabar com essa frescura, porem me segurei ao ver aquela bunda linda e maravilhosa com a calcinha vermelha atolada nela moldando a xoxota que fora feita sob medida para meu cacete e os seios a mostra no sutiã meia taça com ela cobrindo tudo aquilo com um vestidinho rodado muito curto e decotado para uma mulher casada que sairia a noite sem a presença do marido e colocando salto alto cobriu o corpo com um sobre tudo e saindo me pegou na sala pensativo. Sentando a minha frente pediu mais uma vez que precisava sair me pedindo se podia ligar para ir buscar ela caso necessário e me dando conta que era o melhor a fazer tendo que me esforçar demais para não agarrar aquela deusa e fazer amor com ela mesmo que fosse a força, vi ela saindo rebolando mais que o normal demonstrando estar feliz e ansiosa. Estava na terceira dose de uísque quando minha irmã ligou avisando que estava no bar de um amigo em comum bebendo com minha esposa e amigas quando alguém ligou e ela saiu de fininho saindo dali me dando as características, me dando um grande esporros ao saber que não era eu falando que fosse atrás dela porque devia cuidar melhor do que é meu porque sabe o quanto a gente se ama e que era obrigação minha não deixar ela fazer besteira pondo tudo a perder. Depois de montar e desmontar meu revolver umas três vezes com uma vontade enorme de ir atrás da vadia e meter bala nos dois, me dando conta do quanto eu amava minha esposa e não aguentaria viver sem ela e me acalmando mesmo porque tentava me convencer que ela jamais faria isso comigo lembrando nossas juras eternas de amor. Convencido de que teria que confiar nela sai para beber encontrando velhos amigos e bebendo e conversando querendo me atualizar soube que um amigo havia separado da esposa, com todos concordando que era uma loira linda e gostosa e que estava morando sozinho na casa que era de seus pais e que estava bem porque esta pegando segundo ele linda e gostosa porem não abre pra ninguém quem é e num estalo cheguei a me engasgar quando alguém falou de seu carro e fingindo esta passando mal dando desculpas que é porque a tempos não bebia, sai dali com sangue nos olhos porque esse amigo tem histórico de pegador e pelo que sei transa até com suas irmãs não deixando escapar um rabo de saia. Lembrava vagamente onde sua mãe morava e depois de passar umas três vezes naquela rua pensava em ir embora quando minha esposa saiu daquela casa parando na calçada parecendo uma puta porque seu vestido mal cobria sua bunda deixando as polpas de fora e inerte sem consegui acreditar no que via fiquei na minha quando ele tirou o carro parando ao lado dela e quando foi abrir a porta para ela entrar prensou ela no carro dando um beijo de tirar o fôlego na vadia chegando a levantar seu corpo com ela desistindo de segurar a barra do vestido que ele tentava levantar mostrando boa parte de sua bunda e convencendo ele que se afastou para juntar as mãos e pedir algo para ela que de olhos arregalados tentava negar e de tanto insistir ela se afastou dele olhando para um lado e outro da rua e não vendo ninguém além dos poucos carros que passavam por ali minha querida e amada esposa segurou a barra do vestidinho dando quase para ver seu corpo tremer e tirando o ficou somente de salto alto no meio da rua com ele filmando ela com o celular e quando ela quis entrar no carro ao ver um casal chegando ele não deixou, me dando dó junto com a excitação estranha que sentia ao ver desespero na cara de minha esposa que apavorada correu para dentro da casa com ele trancando o carro e indo atrás dela alisando o cacete por cima da calça. Não conseguia acreditar no que acabar de ver enquanto um filme passava em minha mente e dando um tempo assim que o casal virou a esquina entrei escondido naquela casa e do corredor ouvia os gemidos e risinhos de minha esposa e da janela vi ela de quatro e o amigo mandando vara nela com estocadas vigorosas fazendo ela pedir mais e quando ela gemeu falando abafado que estava gozando, ele jogou ela na cama abocanhando sua xoxota melada chupando como louco fazendo minha amada se contorcer na cama revirando os olhos falando coisas sem sentidos. O cara não tinha pressa parecendo ter todo o tempo do mundo para chupar a boceta de minha esposa que parecia perder os sentidos em orgasmos intermináveis ficando uma eternidade molinha para voltar a si em seguida continuando gemendo com o cara ora chupando parecendo estar com raiva dando a impressão que arrancaria o grelo de minha amada, ora com calma passando a língua em toda extensão de sua boceta; quando ela falou algo o cara levantou dando o cacete que é bem menor que o meu para minha amada chupar sentando em seu peito chegando a quase afogar ela quando deitava o corpo em cima dela com sua pica atolada naquela boquinha que tanto beijei quando o cacete do cara queria amolecer ela intensificava as chupadas parecendo desesperada e com o tesão a mil vendo minha esposa gemendo abafado com o cacete do cara atolado na boca e com a xoxota escancarada virada para mim com seu prazer escorrendo dela, lágrimas corriam em meus olhos lembrando que mal me chupava e não deixava que chupasse sua boceta alegando nojo, quando metia me xingava se fosse um pouquinho mais fundo sendo rara as vezes que conseguia meter tudo nela, anal nem em sonho, agora o cara fazia dela gata e sapato o que me deixava profundamente triste tendo certeza que nunca em amou de verdade. Estava perdido em pensamentos ela empurrou ele quase me dando um flagrante porem quando quis sentar em cima dele falou algo tentando consolar ele ao ver sua pica murcha e levantando pegou sua calcinha na bolsa rodando no dedo mostrando para o cara que mostrando um brilho diferente nos olhos vestiu a calcinha de minha esposa não conseguindo esconder o cacete que parecia pedra de tão duro e enquanto metia como louco em minha esposa que segurava sua cintura com as pernas, mas que depressa comecei a filmar aquela cena no mínimo inusitada com o escândalo de minha mulher tomando o ambiente quando ela virou de lado embaixo do cara até alcançar sua bunda onde puxava a calcinha fazendo entrar mais na bunda do rapaz que alucinado encheu ela de porra quando ela enfiou o dedo em seu cu com ele chegando a estremecer esticando o corpo fechando a bunda prendendo a mão dela em suas nádegas e assim que caiu para o lado, mais que depressa minha esposa pulou em cima dele chupando seu cacete até deixar ele limpo e quando começou a endurecer novamente ela se impôs avisando que tinha que ir embora e enquanto se arrumavam sai dali e do carro vi ela saindo de cabeça baixa de mãos dadas com ele partindo dali a seguir. Dirigia a esmo pela cidade sentindo lágrimas esquentarem minha face por saber que perdi o grande amor de minha vida quando apaguei acordando três dias depois do coma induzido com minha esposa vindo me abraçar chorando muito pedindo mil perdão jurando nunca mais me magoar me deixando atordoado por não lembrar nada além das dores pelo corpo todo. Durante os setes meses de r
ecuperação onde um carro invadiu o sinal e pegou o meu de lado minha esposa em nenhum momento saiu do meu lado e quando os amigos vieram me visitar seu amante veio junto e do quarto depois que todos foram embora, fingi não ver ela dando um tapa na cara dele mandando o embora tendo trabalho para consegui fugir sem importar quando ele ameaçou contar a verdade para mim com ela mais aliviada ao voltar para o quarto depois de colocar ela para fora me vendo dormir sem saber que fingia. Numa noite sonhava que voava em direção ao paraíso tendo calafrios no pé da barriga e num desses acordei com minha esposa intensificando as chupadas ao me ver acordar me pagando a melhor chupeta de minha vida chegando a engasgar quando enchi sua boca de porra com ela engolindo o que deu e enquanto limpava o queixo vendo meu cacete ainda duro sentou em cima rebolando gemendo e chorando como louca só parando quando enchi sua boceta de porra a qual chupou me deixando limpo e duro novamente e agora mais calma sentou em cima me abraçando não sabendo se gemia rebolava ou gozava em meu cacete. Durante o resto de minha recuperação ela não me dava tempo me pegando,a s vezes até três vezes por dia e com a vida voltando ao normal numa das visitas dos amigos soube que o amante de minha esposa voltara com a esposa com os amigos tirando sarro dele porque era o único que não sabia que a mulher queria um filho dele para deixar ele na lona e assim seguia a vida só não sendo feliz por inteiro mesmo com a plena dedicação e cumplicidade de minha esposa porque não conseguia esquecer ela dando para o amigo. Num domingo quando fomos almoçar no shopping próximo de casa encontramos esse amigo e esposa e antes de parar para falar com ele minha esposa foi ao banheiro e enquanto conversávamos em direção as mesas ele falou para a esposa que sentasse que já voltava o que me propus mais que depressa acompanhar ela fingindo não ver seu risinho malicioso ao me ver olhando discretamente para sua boca carnuda com o batom vermelho destacando ainda mais seus lábios e seios volumosos porem firmes e de olho na esposa que conversava com o amigo não deixando que chegasse perto dela, quando ele veio para a mesa dei um beijo de despedida nela no canto de sua boca com ela rindo ao me pegar olhando para o meio de suas pernas que mostrava o volume de sua xoxota moldada no famoso capô de fusca e da mesa com minha esposa de costas para eles vez ou outra nossos olhares se cruzavam com ela rindo chegando a levantar discretamente a taça no ar brindando comigo e com certeza que pegaria mentia para minha esposa que meu sorriso era por causa dela em agradecimento pelo apoio que sempre me deu. Minha esposa falava comigo que alheio não conseguia tirar os olhos do rabo da mulher do amigo que abraçada nele vez ou outra deitava a cabeça em seu ombro para olhar para mim rebolando gostoso parecendo jogar a bunda em minha cara com minha esposa tendo que segurar em meu queixo para que olhasse para ela e quando me questionou dei um bom gole no vinho e falei que estava muito agradecido por ela preferir ficar ao meu lado porem notava que tinha algo atrapalhando nosso relacionamento e vendo ela procurando palavras para falar comigo coloquei o dedo em sua boca com ela segurando minha mão para chupar meu dedo ficando mais aliviada quando falei que essa conversa seria inevitável porem pedi que falasse somente quando tivesse coragem de me contar tudo em detalhes. Naquela noite minha esposa pediu arrego avisando que precisava dormir porque tinha reunião importante dia seguinte mesmo assim mandei que me chupasse mais um pouco até gozar em sua boca com ela dormindo em seguida isso porque só a esperança de pegar aquele monumento de mulher além de dar o troco no amigo me dava uma excitação extrema tanto é que dia seguinte quando minha esposa se despediu com um beijo agarrei ela jogando a na cama sem importar com suas reclamações fazendo ela urrar de prazer ficando mais aliviada ao constatar que estava vestida com roupas comportadas por baixo do sobre tudo. Dias depois encontrei a esposa do amigo acompanhando ela até seu carro depois de marcar para almoçarmos juntos quando abri a porta do carro quando ia entrando grudei nela dando um beijo em sua boca com ela resistindo a principio porem foi se entregando aos poucos e não fosse algumas pessoas por ali tinha metido naquela delicia que do carro avisou que o marido viajaria dia seguinte e depois de levar ele no aeroporto me encontraria para jantar. Parecia um adolescente em seu primeiro amor e em casa tive trabalho para me desvencilhar da esposa que me queria de qualquer jeito porem tinha que guardar focas para o dia seguinte. Estava quase dormindo com a ansiedade a mil quando minha esposa chegou de mansinho me dando um beijo gostoso sussurrando em meu ouvido pedindo se deixava sair com as amigas dia seguinte e mais que depressa disse que tudo bem porque aproveitaria para sair com os amigos também. Naquela noite fingi não ver ela chorando baixinho ao meu lado e depois do dia mais longo de minha vida cheguei no lugar marcado com a esposa do amigo saindo do carro vindo em minha direção me deixando deslumbrado com tamanha beleza simpatia e formosura e abraçando a mim trocamos um beijo delicioso como dois apaixonados e enquanto caminhava de mãos dadas comigo ficando um pouco para trás comentando sobre sua bunda deliciosa com ela rindo quando entramos no elevador, não fosse o segurança nos alertar sobre as câmeras teríamos feito amor ali mesmo e da porta enquanto nos beijava indo em direção ao quarto nossas roupas foram ficando pelo chão e de joelhos na cama um de frente ao outro enquanto admirava sua beleza e gostosura com os seios apontados para mim nos seios que foram feitos sob mediadas para minha boca quando olhei para sua xoxota moldada na calcinha branca fiz ela estremecer ao passar os dedos nela com ela se agarrando a mim para nos beijar com ela demonstrando estar muito necessitada e deitando ela rolou para cima de mim soltando um sonoro ai quando minha pica alojou no meio de suas bunda e rebolando deitou voltando a me beijar e me dando um banho de língua desceu para chupar meu cacete comigo tendo que pedir calma e dar dica de como chupar com ela afirmando que o marido não gosta quando ela faz isso nele alegando que é coisa de puta e puxando ela para mim, quando afastei a calcinha de lado dando de cara com a xoxota mais linda e perfeita que já vi chegando a me dar medo com o escândalo que fazia quando meti a língua nela chupando gostoso com ela afirmando que poucas vezes o maridão fez isso nela e com suas pernas em meu ombro sorvendo sua essência com minha boca grudada em sua xoxota dando total atenção a seu grelo quando ela estremeceu mais uma vez num orgasmo maravilhoso senti ela apreensiva ao me ver encapar o cacete e decidido a fazer ela implorar para que metesse chupei ela um pouco mais sentindo ela derreter em minha boca e quando suguei com força seu grelo ela estremeceu revirando os olhos esticando o corpo para trás dando pernadas no ar a seguir para que saísse dela e enquanto beijava sua boca ela pediu que metesse avisando que fosse devagar porque era muito grande para ela e beijando sua boca ora chupando seus seios ia cada vez mais para dentro dela sentindo meu cacete tomar todo espaço de sua boceta quando senti as bolas baterem em sua bunda vendo ela parecendo ter ataque epilético levantou as pernas segurando os pés no ar fazendo eu ir mais para dentro dela e enlouquecida me xingava arranhava minhas costas me beijava mordendo meus lábios e gemia tanto é que o serviço de quarto chegou a bater na porta depois de ligarem varias vezes sem resposta e com ela já molinha de tanto gozar repetindo exaustivamente que nunca ninguém comeu ela tão bem comida assim estrebuchou quando enchi o preservativo dentro de sua boceta de porra caindo em cima dela para um merecido descanso. Durante o banho prensei ela na parede e meti mais um pouco sem preservativo porque ela não me deixou ir buscar e enquanto metia ela riu perguntando se queria ele ao me ver alisar seu cuzinho com a ponta do dedo e mais que depr
essa depois de chupar sua boceta por uma eternidade aproveitando para untar seu cu metendo dedos nele molhado com seu gozo ela mais que depressa ficou de quatro pedindo que quebrasse o cabaço de seu cu o que não tive muito trabalho para meter mesmo sentindo ele muito apertado o que me fez gozar antes do previsto o que foi bom porque ela implorava para que parasse avisando que teríamos outras vezes para isso. Durante o jantar ri e fiz ela ri muito quando comentei algo sobre seu marido nos pegar com ela me olhando ao falar serio que deixasse de ser bobo porque seu marido era amante de minha esposa e rindo nos beijamos e indo para a cama decidimos passar juntos nossa noite eterna de amor. Dia seguinte cheguei em casa por volta das nove horas com minha esposa preocupada quando deu showzinho querendo saber onde estava falei que contava onde estava e o que estava fazendo com ela se calando quando disse que me contasse primeiro. Horas depois ela chegou toda ressabiada me falando que estava com as amigas e por beber demais me ligou varias vezes para que fosse buscar ela e como não atendi ela ligou para um amigo que trouxe ela em casa e quando ia falar mais interrompi falando que estava tudo bem que confiava nela. Os dias seguintes dava pena de ver ela se esforçando para fingir que estava tudo bem parecendo não ter coragem de me contar o que estava acontecendo, o que não fazia questão nenhuma de saber e numa tarde em que encontrei minha amante depois de uma transa maravilhosa onde ela enlouqueceu comigo comendo lhe o cu enquanto lanchávamos ela me contou que tomou tudo do marido deixando ele na lona mesmo porque a empresa que ele gerencia é do pai dela me orientando a fazer o mesmo porque conhecendo seu ex ele vai com tudo para cima de minha esposa querendo dinheiro e naquela mesma semana broqueei os cartões de credito desfazendo deles vendo os carros e fechei nossa conta conjunta rindo por dentro ao ver o desespero de minha esposa que agora apavorada não sabia o que fazer com seu amante chegando ameaçar ela querendo alguma ajuda e confesso que se me contasse até ajudava ela ajudar ele porem não teve coragem de me contar comigo só tomando providencia o dia que ela chegou com o rosto machucado em casa alegando ter sido e assim entrei em contatos com uns Mike amigos meu que deram um corretivo no menino desde então nunca mais soubemos dele. As vezes chego a ter pena de minha esposa que acredito esta ainda comigo porque não tem para onde ir mesmo assim não me pedi nenhuma solução para isso e não estando nem ai para ela vou aproveitando dela e de minha amante que, principalmente minha esposa faz tudo o que eu quero não medindo esforço para me ver feliz mesmo assim estou me preparando porque sei que um dia isso tudo passará porque o que importa realmente é estarmos bem com que amamos e ama a gente.      

Cuzinho da Internet

Eu sempre procurei sexo casual com garotas que conheço na internet. Comecei novinho nas salas de bate papo da Mandic e depois da UOL. Hoje está tudo mais fácil por causa de aplicativos como o Tinder e também porque é muito mais comum sair de verdade com alguém que conheceu através da internet. Esse gosto me seguiu até a vida adulta e continuo fazendo isso mesmo casado.Em tinha uns 35 anos quando conheci num aplicativo a Luana, uma menina de 18 anos. Ela era morena, com cabelo bem preto, comprido até a metade das costas e liso. Era baixinha, acho que 1,60 m, alguns podem achar ela um pouco gordinha para os nossos padrões de magreza, mas eu achei ela deliciosa, além dos seios bem grandes e com pássaros tatuados no antebraço.Passamos semanas conversando pelo skype, com ela me contando seus gostos no sexo. Até então ela só tinha transado com um homem, um ex-namorado. Mas ela se dizia bem safada. Adorava fazer boquete, tomar leitinho, além de liberar a bundinha. Eu fiquei doido para sair com ela, mas, por estar casado, eu tinha que ser discreto.Combinamos de nos encontrar um dia de semana de noite. Para minha esposa inventei um curso. E a minha ideia era comer a garota dentro do escritório em que eu trabalhava. Um lugar sem chances de ser importunado. Naquela época eu estava em uma empresa pequena que ficava em uma casa na região do Campo Belo, aqui em São Paulo. Eram poucos funcionários e era normal eu ficar sozinho na empresa até de noite, além de eu ter as chaves da casa. Luana gostou da ideia e as 20:00 horas peguei ela na faculdade onde estudava, na Av. Santo Amaro. Ela me esperava num ponto de ônibus e me cumprimentou com um selinho assim que entrou no meu carro. No caminho eu ia passando a mão em suas coxas e nos semáforos trocamos mais alguns beijos. Em pouco mais de 10 minutos já estávamos na porta do escritório.Infelizmente quando chegamos o carro do dono do escritório ainda estava parado na porta da casa e a luz da janela da sua sala mostrava ele trabalhando. A garota queria ir para um motel, mas eu convenci ela a esperar mais um pouco enquanto a gente trocava alguns beijos no carro mesmo. Estacionei na esquina e começamos a nos pegar ali dentro. Enquanto nos beijávamos eu passava a mão no corpo dela. Por cima da roupa segurava aqueles seios enormes e acariciava sua bunda, e ela segurava meu pau também por cima da calça social. Ela caiu de boca no meu pau assim que tirou ele para fora. Juro que nunca conheci uma garota tão tarada para mamar numa rola, pois ela simplesmente não tirou mais ela de dentro da boca. O dono do escritório só foi embora depois das 21:00 e ela ficou esse tempo todo me chupando, interrompendo uma única vez.Ela chupava, lambia ele todinho, beijava, passava a língua na cabeça e não parava nem para tomar fôlego. Eu aproveitava para passar a mão na bunda já por dentro da calça e da calcinha. Ela estava encharcada e eu esfregava o grelinho e depois enfiava dois dedos na bucetinha dela. Sem tirar o pau da boca a novinha só gemia. Comecei então a fazer carinho no cuzinho dela, apenas pressionando a entradinha com dedo do meio. A Luana, que não tirava o meu pau da boca, passou a gemer mais alto e também piscava o cuzinho, convidando meus dedos a entrarem. O seu cuzinho era muito guloso e meu dedo do meio entrou todinho sem qualquer resistência. O carro ficou com aquele cheiro delicioso de sexo anal, sem que ela parece um único momento de me chupar.De repente fomos surpreendidos por um carro da polícia militar. Ele passou bem de vagar ao nosso lado e o cretino do coxinha ligou a sirene e jogou aquela luz forte para dentro do carro. Luana deu um pulo e nos recompomos imediatamente. A dupla de infelizes não fizeram nada. Mas cortaram totalmente o nosso tesão.Sorte que minutos depois o dono do escritório puxou o carro e assim que ele virou a esquina entrei com ela na casa. Ainda na recepção voltamos a nos beijar, tirando a roupa um do outro. Totalmente pelados eu me deitei no sofá e ela se deitou por cima para fazermos um 69 bem desajeitado. A garota aproveitou para chupar minhas bolas enquanto eu me deliciava chupando a bucetinha dela e penetrava o cuzinho com meus dedos.Nas conversas pelo skype Luana me confessou que nunca tinha gozado recebendo sexo oral e eu queria ser o primeiro a lhe proporcionar essa delícia. Mas eu precisava de uma posição melhor, para chupar a bucetinha dela com toda a competência que a novinha merecia. Parei o 69, sentei ela no sofá me ajoelhei na sua frente e cai de boca naquela bucetinha novinha. Agora foi minha vez de me dedicar ao sexo oral. Eu lambia ela todinha… chupava o cuzinho, depois enfiava a língua dentro da bucetinha e, finalmente, lambia o grelinho. Fiz esse caminho que eu tanto adoro até sentir o grelinho dela totalmente intumescido. Enfiei, então, dois dedos na bucetinha, acariciando o tecido enrugado de dentro da entradinha, enquanto lambia vigorosamente o grelinho da garota. Demorou, mas a novinha foi ao delírio. Segurando minha cabeça para que eu não parasse, ela gozou gemendo bem alto e se contorcendo todinha na minha boca.Não dei nem tempo para a garota se recuperar. Coloquei a camisinha e meti nela em cima do sofá. Luana apenas gemia, me segurava e apertava minha bunda, enquanto eu também beijava seu pescoço e chupava seus seios. O sofá pequeno e duro não era confortável e como a gente estava quase caindo, fomos logo para o chão da recepção do escritório. Luana ficou de 4 no chão eu eu comecei a comer ela por trás. Estava uma delícia, mas os nossos joelhos logo começaram a doer.Eu queria comer ela na sala do dono do escritório e convidei ela para subirmos para o andar de cima. Já na sala do patrão, me sentei na cadeira dele para que Luana viesse por cima sentando no meu pau. Enquanto cavalgava, ela segurava seus seios para que eu chupasse, e eu apertava sua bunda, com uma mão em cada nádega. Logo voltei a acariciar o rabinho dela e penetrei com um dedo… E depois com dois.Pedi para comer a bundinha e ela concordou de imediato. A garota saiu de cima de mim e se apoiou na mesa, eu vim por trás e com ajuda da mão posicionei a cabeça do meu pau na portinha do cú. Devagar fui empurrando o pau para dentro e Luana com uma mão abria a bunda para facilitar a penetração. Logo eu estava com o pau todinho dentro daquele rabinho apertadinho e guloso, bombando bem gostoso nele. Eu puxava Luana pelos cabelos e beijava a boca dela enquanto segurava os seus peitos com as mãos.Sem tirar o pau de dentro do rabo dela, levei a garota de volta para a cadeira do dono da empresa, coloquei ela de 4 em cima do assento e novamente comi com vontade aquele cuzinho guloso. Luana gemia bem gostoso e aguentava firme as estocadas no seu cú. Eu seguia metendo firme e seu cuzinho começou a soltar gases, deixando a novinha envergonhada – sexo é assim mesmo, a troca de carícias tão íntimas está sujeita a essas coisas.Eu já estava quase gozando, e então Luana se ajoelhou na minha frente e voltou a mamar a minha rola. Ela olhava nos meus olhos e enquanto abocanhava o meu pau todinho. Depois tirava da boca e passava a língua em toda a extensão dele e, então, esfregava ele pelo seu rosto e seios. Finalmente, ela chupou minhas bolas, lambendo deliciosamente meu saco e me punhetando… Até que gozei deliciosamente no rosto da novinha.Fomos no banheiro nos limpar e Luana já queria um 2º round. Mas eu precisava de um tempo para me recompor e tinha que ir para casa. Deixei ela de volta na faculdade e fui para minha casa. Nos dias seguintes ainda nos falamos mais algumas vezes, mas nunca mais nos vimos.

negrões que fizeram dp anal com a esposa

Negrões que fizeram dp anal com a esposa. Em 03072005 Vou um fato que ocorreu na cidade de São Paulo, onde moro com minha esposa Janaína com quem me casei há três anos. Ela é uma bela mulher: 25 anos, 1,65m de altura, 50 kg, falsa magra, cabelos lisos, pele branca; eu me chamo Paulo, sou moreno, tenho 1,70m, 15x4cm de pau. Um certo dia na rotina da vida de casado, João um amigo falou, quando tomava uma cervejinha do final de semana, num barzinho do bairro, que tinha visto no classificado do jornal local uma casa do tipo de “swing”, mas com uns detalhes a mais, que seus quinze anos de casamento não estivera mais com aquele fogo do noivado e da lua-de-mel e foi com a esposa e tinham gostado muito e que a tesão do casamento aumentado. Alguns dias depois, pensei bem se Janaína aceitaria conhecer esse ambiente, até porque nós somos tradicionais. Mais um certo dia eu assistiu um filme erótico interracial, e ela ficou um pouco excitada… Conversei com ela e ela ficou meio receiosa se tinha alguém conhecido que poderia se expor como uma senhora casada. Afirmei que não tinha perigo pois os participantes usavam máscaras, era o mais discreto possível. Notei que ficou muito excitada em conhecer algo novo para o nosso relacionamento. No final de semana seguinte, sábado à noite, fomos para o local, da maneira mais discreta possível: ela colocou um vestido na altura do joelho, uma calcinha preta sumária, elástica, daquelas que enfiam dentro da bundinha magra, arrebitada e insinuante que ela tem. Eu coloquei uma roupa normal uma cueca de algodão macio para aumentar mais ainda o tesão. Chegando na casa por volta das 21h, tinha um manobrista a quem entreguei o carro; uma recepcionista muito bonita com umas roupas sumárias. A mulher nos explicou como funcionava as regras da casa. Fomos conhecer. Eram quatro estações, uma por cada quarto: a primeira com duas mulheres lindas e lésbicas, a segunda um casal fazendo carícia e sexo, a terceira três mulheres ávidas por sexo e a quarta dois negrões de paus enormes, mais ou menos o que ela tinha visto no filme pornô. A funcionária explicou que tínhamos que optar por uma estação cada um, e a partir daquele momento teríamos que nos separar e não poderíamos interferir no que o outro fizesse, pois tudo ali na casa era feito com muito profissionalismo. E após, o que terminasse primeiro aguardaria em um outro local o parceiro. Eu escolhi a terceira estação, Janaína a quarta. Fomos cada um para um quarto. Do meu meu quarto dava para olhar pelo buraco oculto que tinha na parede. As meninas de minha estação estavam com muita tesão, e expliquei para elas que estava com muita tesão em poder ver minha mulher sendo fudida por dois negrões, mais enquanto olhava ela pegavam no meu pau que estava rígido como uma pedra. Logo em seguida, vi Janaína entrar no quarto ao lado e tinha dois morenos sentados numa poltrona esperando por ela, ainda vestidos, um de 1,70 (Menor) e outro de 1,80m (Maior). No começo, observei sua timidez, ela sentou no meis dos dois, em pouco tempo, o mais baixo pegou a mão de Janaína e colocou-a na perna dele, enquanto isso o outro colocava a mão entre as pernas dela. Fiquei admirado com ela, pois já estava toda excitada e insinuante para cima dos dois. Ela começou tirar a roupa dos dois. Eu estava numa visão privilegiada, bem próximo, dava para ver quando ela ficou de quatro, a calcinha preta sumária enfiada dentro da bucetinha e do cuzinho virgem rosado de Janaína. Ela quando as toras dois homens ficou admirada, pois nunca tinha visto ao vivo paus daqueles tamanhos, pois o meu e de tamanho médio, os deles eram mais ou menos 23 x 5cm, ou seja umas toras pretas. Aquilo aumentava mais ainda meu tesão e as meninas diziam que estava ficando todo melado de tanta excitação. Janaína não perdeu tempo, enquanto chupava o Menor, ela pedia o Maior para lamber sua boceta. O pau dele mal conseguia entrar naquela boquinha linda de minha esposa, o negrão soltava gemidos de prazer daquele boquete; o outro deixou a boceta ela toda encharcada e pronta para ser penetrada e ela emitia grunidos de tanta tara que estava. Os três estavam bastante excitados com aquelas carícias, e eu estava para ejacular na boquinha da menina que me fazia também boquete. Tudo estava sob às ordens da minha esposa que pediu ao Menor que queria ser penetrada na boceta. Quando ele meteu a cabeça daquela pica grossa, ela gemeu e foi entrando bem lentamente, ela mandava enfiar mais e movimentar. Ela gemia de prazer de sentir um negrão lhe penetrar; enquanto isso o Maior já se preparava para penetrar Janaína. Imaginava como minha mulher agüentaria aquelas duas picas enormes. Depois de meia hora de trepação, já via a boceta dela mais larga de tanto aqueles dois porretes entrarem e saírem. Minha esposa estava transtornada de tanto tesão, pediu para os homens que queria agora os dois paus negros na buceta, uma dp vaginal. Eles não demoraram, lubrificaram com a saliva dela, que de imediato ficou em cima e sentada no maior com as pernas abertas e outro menor veio e socou o pau na boceta. Gozei pela primeira vez na boca da segunda moça. Estava em êxtase em minha mulher fazer uma dp vaginal com dois negrões. Ela gritava talvez de dor e tesão. Depois de muitas bombadas, eles tiraram os cacetes de sua boceta que estava toda melada de um líquido branco, esfolada e arrombada de tantas estocadas que ia até o útero. Ela não se conteve e disse para eles que queria terminar de realizar o sua fantasia sexual, que tinha muita vontade de penetrada pelo cu, já que o maridão nunca tinha tentado, ela apenas metia o dedinho masturbando-se e ficava com muito tesão, na sua ausência. Ela pediu apenas que fosse com muito carinho para que seu esposo não notasse, pois a boceta mesmo fodida volta logo a situação inicial. Eles disseram que eram profissionais e que ela iria gostar muito, e o marido também depois continuaria em comer o cuzinho dela sem nada perceber. Assim então o Maior pegou o gel e passou um pouco no dedo indicador e colocou bem na entrada do rabinho rosado virgem de Janaína que ficou toda se retorcendo de tesão; ele metia lentamente o dedo para abrir um pouco o buraquinho; em seguida lubrificou o dedo médio e introduziu os dois e girando ao mesmo até abrir mais um pouco o cuzinho virgem de Janaína. Fiquei em dúvida se ela agüentaria uma pica daquela grossura no cu, já que eu nunca tinha comido o rabo dela. Pensei em intervir, tarde demais… Mas estava sendo feito a vontade dela. Ela ficou de quatro, toda arreganhada e mandou que o Maior metesse o pau no cu dela; Ele passou gel também no pau e enfiou lentamente, eu via a pau dele brilhar, ela gemia de dor primeiramente, ah..ah…foi entrando devagar, pois o cacete era muito grosso; deu muito trabalho para entrar a cabeça, mas com alguns movimentos vi minha mulher ser deflorada o cuzinho rosado; com mais alguns movimentos foi enlarguecendo mais o rabinho dela. Janaína quis mudar de posição, por outro lado o Menor já estava de pau duro e lubrificado de gel e sentado na poltrona ao lado; que ela ficou sobre ele, arrebitou-se um pouco e deu para ver que o cuzinho dela já estava meio aberto, ela passou mais gel na entrada do cuzinho agachou-se lentamente com os pés em cima do sofá e pau duro do negrão Menor terminou de arrebentar o rabo de minha mulher; o cu dela estava todo esfolado do vai-e-vem daquelas picas duras e grossas, ela apoiava o peso do corpo todo no cu e permitia que entrasse até tocar nos sacos, permitindo que Janaína gozasse pela primeira vez. Eu estava com tanta tesão que não conseguia ter pena de Janaína. O Maior pediu que ela mudasse de posição com o seu colega. Ela tirou os pés do sofá e colocou apenas os joelhos; o Menor tirou o pau do cuzinho dela, que estava ainda mais arrombado, com as pregas do ânus um pouco salientes, e colocou na boceta, e outro Maior veio por trás e enfiou novamente no rabo dela que já estava bem folgado. Ela pedia que fodessem cada vez mais forte e em ritmo alucinado, ela gritava pedia que batesse na bundinha dela por
que queria gozar pela segunda vez, pois ela queria também o leite deles dentro dela. Os gemidos continuavam e os movimentos também. Eles mudavam de novo de posição. O Maior agora sentou no sofá e ela sentou no pau dele de costa para este e o Menor enfiou na boceta que continuou o ritmo alucinante; ela gritava, gemia, pediu fodessem forte; até que o Menor, que estava por cima, tirou o pau da boceta de Janaína, sorrateiramente, pois o ritmo era muito frenético e o cuzão dela estava muito aberto e talvez anestesiado de tanta pica, ele meteu no cu dela sem que percebesse foi assim penetrada duplamente no cuzinho; como diz o provérbio quando está dentro, deixa… os movimentos fortes continuavam.Eu gozei pela terceira vez vendo minha mulher com dois paus negros no cuzinho. Eles metiam muito forte nela que o cuzinho dela ficou bem largo; dava para caber a mão dela dentro; eles gozaram os dois no cuzinho de minha esposa; encheram de porra, simultaneamente o rabão aberto dela. Ela estava de quatro que dava para ver o leite branco ser expelido e escorrer do cu arrombado dela; era muita tesão. Ela terminou por lamber os paus melados de esperma dos dois negrões e seguida vestiu-se. Já era 03:00 h da manhã. E terminei minha sessão. Ela de cara safada já me aguardava na sala de espera e fingi que nada sabia. Naquela madrugada fomos para casa, dormimos bem. A vida conjungal melhorou. Janaína melhorou a performace sexual, agora ela me dar o cu sempre. Eu a enganei fingindo que tinha sido o primeiro a penetrá-la no cu, mas toda vez que lembro da cena dos dois negrões fazendo dp anal com ela eu gozo muito. Agradeci ao amigo João pela a informação. Se gostarem eu conto outros relatos. Votem!!!                                 

Usando a própria porra como lubrificante anal

Olá novamente, quem já leu meu primeiro conto, já me conhece, para quem não leu ainda, sugiro que leiam.Neste conto vou dar continuidade quando o velho me comeu com o pau mole.Depois da primeira vez que ele conseguiu enfiar aquele pau mole no meu cu, tivemos outras tentativas, mas o velhinho não era mais tão vigoroso, e só me causava frustração, teve um dia que ficou quase 1 hora e nada de o pau do velho entrar, fui embora, neste dia eu me acabei na punheta, cheguei a gozar 3 vezes de tanta vontade que eu estava de sentir algo na bunda. Daí tive uma ideia. Então dias se passaram, e aquele sr insiste que queria me comer, e eu disse que já estava cansado de tanto tentar e nunca gozar. Ele disse que desde a nossa última vez, ele estava sem tentar sexo, nem com a esposa, pois gostava mais da minha bunda do que da buceta dela. Resolvi dar outra oportunidade e a bunda também. Fomos na casa do sítio dele, onde sempre íamos, mas usei a ideia que tive, para não sair de lá insatisfeito de novo. Disse que daria novamente, mas ele me faria gozar primeiro me masturbando. Ele achou mei estranho, mas o fez, quando gozei, fiquei de quatro e mandei ele usar meu esperma como creme pra facilitar a entrada, e isso parece que serviu de afrodisíaco pra o velhinho, que ficou de pau duro, e conseguiu enfiar sem problemas, isso foi delicioso, sentir meu gozo quentinho sendo colocado para dentro do meu cuzinho junto com um pau que agora estava duro, depois de tanto tempo tentando, o velhinho realmente foi viril, e me deu um prazer enorme, encheu mru cu com a porra dele misturada com a minha. Mas foi a última vez que eu dei meu cu a ele. Depois desta experiência, quis saber qual o sabor de meu próprio prazer, mas já é assunto para outro conto.

Comendo minha enteada gostosa

Tenho 50 anos; 1,70 de altura, 78 kilos moreno e corpo malhado. Sou casado a 6 anso e a minha esposa tem uma filha de 18 anos. Morena corpo lindo, pernas bonitas e seios grandes e empinados. Desde que casamos ela veio morar com a gente e eu venho acompanhando seu crescimento assim como seus namoradinho.A alguns dias atrás ela ficou muito doente e quem cuidou dela fui eu. Leva e traz ao médico e madrugada acordado ao lado dela o que acabou aproximando muito a gente. Sempre pedindo por mim e eu sempre ao lado dela. Em certo momento chegou a pedir colo e ate sentar no meu para se sentir melhor. Nunca olhei ela com vontade de te-la mais ultimamente ela andava muito sensual e colocando roupas coladas e muito sensuais.Em um determinado dia que ela estava mal, me chamou e pediu para ajudar e pediu colo. Eu já tinha olhado pra ela, que estava de calça colada e toda enfiada marcando bem sua bucetinha linda e seus seios estvam pulando, bem altos e ela estava sem sutiã. Sentou no meu colo e eu já estava exitado so de olhar pra ela. A abracei e a coloquei no colo para acalma La; mais com medo por que estava de pau duro, então tentei encaixar e de forma que não percebe sea minha exitação. A apertei firme mais ela percebeu e se acomodou colocando meu pau no meio da bunda e deu uma reboladinha de leve, já que a minha esposa estava próximo.Encostou no meu peito e pude sentir sua respiração acelerada e ela fez questão de arrumar a blusa e mostrar seus seios lindos de forma discreta. Percebeu que eu tinha vistos e deu um leve sorriso. Depois disso fez ela dormir no meu colo fazendo carinho de leve nas suas pernas e sua bunda.No outro dia, ela estava melhor e veio me agradecer com um beijo de bom dia no canto da boca e com uma carinha de safada. Logico que retribui com carinho e uma palmadinha na bunda, com leve apertadinha. A minha esposa tinha que sair para fazer umas compras e íamos ficar so nos dois, era a chance de falar com ela. Morria de medo por que não sabia o que poderia acontecer. Em certo momento já sozinhos na cozinha, ela se agachou na pia para pegar alguma coisa e percebeu que eu não tirava os olhos dela, verdade já estava com muito tesão e queria logo agarrar ela. Queria muito mamar nos peitos dela que me deixam louco.Ela fez questão de arrumar os seios e acabou deixando a mostra um deles quando ia passando perto de mim, e ai eu não perdi oportunidade e comentei que eram lindos … ela riu e continuo andando devagar em direção a sala e deitou no sofá, deixando os seios lindos onde eu pudesse ver eles … e assim cheguei por trás e dei um apertao neles e disse que não agüentava mais. Ela disse na lata então pega, pode chupar se quiser e no mesmo momento cai de boca e mamei muito, ela so gemeia baixinho. Fui chupando e fazendo carinho nas pernas ate chegar na sua buceta, parecia apertadinha mais esta muito molhada … na hora que toquei ela deu um pulo e disse que não … fui devagar acariciando ate que ela não agüentou e abrui as pernas para que eu pudesse sentir sua buceta.Levantei e fiz ela sentir na Mao meu pau, ela so olhava, ate que tirei ele pra fora da minha vermuda na cara dela e ela olhou assutada dizendo como e grande, a minha mãe agüenta tudo isso ? eu respondi sim e vc Tb vai agüentar. Coloquei na cara dela e pedi para que chupase e ela prontamente atendeu meu pedido. Muita habilidade e com muita vontade, engolia ele todinho como uma profissional. Mamou bastante, quase me fez gozar de tão gostoso que chupou. Ai eu falei que era minha vez e ia fazer ela gozar como ninguém tinha feito antes baixei a calça e curtir ela de calcinha que era bem pequena e deixava ela linda e a sua bucetinha bem marcada. Deitei ela no sofá e comecei a curtir chupando toda ela. Fiz ela gozar na minha boca muitas vcs deixando ela com muito tesão ate ela pedir para que a comesse. Sente no sofá e fiz ela sentar no meu pau que estava doendo de tão duro. Sentou e foi logo ate o talo e ela começou a cavalgar de forma desesperada e gemendo muito. Falava que queria que eu a comesse igual a mãe dela, quero todo seu pau dentro de mim. Ai eu virei ela e quando vi ela de bunda empinada e de buceta arreganhada me deu mais tesão e fui logo socando nela muito. Ela reclamava que estava doendo mais pedia para socar e que estava gozando como nunca tinha gozado. Coloquei ela de lado para ver meu pau entrando e rasgando a sua bucetinha linda e apertadinha que estava arregazando toda o que me deu mais tesão e avisei que ia gozar. Ela pediu para que gozase dentro dela por que queria sentir minha porra dentro dela. Comecei a bombar com força ate que avisei que ia gozar e innundei a sua bucetinha, fazia muito tempo que não gozava tanto. Tirei meu pau da sua bucetinha e ela ficou olhando para o buracão que ficou e a minha porra escorrendo dela.Demos um tempo em silencio, eu fiquei curtindo aquele corpão ao meu lado e fazendo carinho nas pernas e nas suas tetas, chupando de leve. Ela foi tomar banho e se lavar e eu fiquei so curtindo mais com muito tesão ainda de pau duro.Não agüentei e fui ver ela tomando banho. Ela so me molhou e pediu para que saísse, mais eu recusei e falei que queria mais, ela disse que estava com sua bucetinha doendo mais virou de costas e abaixou. Quando a vi assim fui por trás e a abracei pegando ela pelos seus seios e apertando contra mim. Ela gemeu e se contorceu e sentiu meu pau na sua bunda. Abri devagar suas pernas e tornei a colocar meu pau na sua bucetinha. Foi no banheiro mesmo comecei a bombar ela começou a gemer e pedir mais. Levei ela para o quarto e deitei ela de pernas abertas para ver meu pau entrando na sua buceta maravilhosa. Mudamos de posição, coloquei ela de costas e comecei a chupar sua bunda e enfiei a língua no seu cuzinho, lindo e bem apertadinho. Ela se contorceu e comentou que era virgem e que tinha medo por que tinha tentado fazer anal mais tinha doido e nunc atinha feito, mais queria que eu fosse o primeiro.Peguei um óleo e passei no cuzinho dela e no meu pau, que a essa hora estava duro como uma pedra so de ouvir ela pedindo. Fiz devagar e com muito carinho. Quando coloquei a cabeça do meu pau no cizinho ela reclamou e pediu para tirar, mais eu deixei ate ela se acostumar com ele, e fui enfiando devagar ela começou a gostar e rebolar devagar. Comecei a bombar devagar ate que ela não sentia mais dor e pediu para socar tudo por que ela estava gozando e estava gostando. Virei ela de frente e com a buceta aberta enfiei no seu cuzinho que já estava macio e meu pau entro todinho nela e ela vendo começou a delirar gozando. Avisei que nia gozar ela pediu para socar com força que queria minha porra toda no cu dela. Foi uma gozada enorme, muita porra. Demorei para tirar de dentro dela por que queria curtir muito ela e fiquei beijando e chupando suas tetas lindas por alguns minutos e meu pau continuava duro dentro dela. Depois disso tomamos um banho e ficamos esperando a minha esposa chegar. Agora sempre que temos oportunidade nos agarramos e transamos em qualquer lugar da casa. Ela e muito fogosa e tarada e me deixa louco de tesao. Em outro conto vou contar como inniciei ela na DP;

Minha querida e gostosa Cunhada.

Mais uma vez vou, partilha um pouco de minha intimidade sexual com vocês, sou um leitor de todos os contos principalmente dos incestos. Bom tudo começou no dia que a delicia da irmã de minha esposa (cunhada) de 19 anos, veio morar em nossa casa, tinha brigado com a prostituta, mercenária e muito gostosa de sua outra irmã. Que mora atualmente em SP. Como minha casa é bastante grande tínhamos um quarto para hospedar a Maressa (pseudônimo), trouxe dotas as suas coisas guarda-roupa, televisão, som, vídeo e suas lindas e maravilhosas calcinhas, tanguinhas e etc… Eu como sempre prestativo, estou sempre perguntando se esta tudo bem, e que fique à-vontade que estas em sua casa. Minha esposa gosta de vestir roupas bem curtas quando esta em casa, e Maressa não fica para traz. Costuma dormir de camiseta de malha e só de calcinha quantas vezes já vi aquele rabinho destampado quando estas dormindo, fico pegando fogo, aceso e desforro na minha esposa que também e uma delicia de mulher, mas tenho muita atração por minha cunhada, sonho as vezes que estou saciando minha vontade com a boca naquela xoxotinha pequenina fazendo ela gozar muito e tremer de tanto prazer. Estamos no mês de janeiro de 2002, minha esposa esta de férias e meu único filho também, o ano todo minha esposa planejou passar um 15 dias na Bahia em uma casa de praia de sua tia, eu como sempre dou meu jeitinho de dar minhas fugidinhas, arranjei um trabalho para fazer e não poderia viajar, mas banquei toda sua viajem. Eu estava vendo ali uma oportunidade de traçar minha cunhadinha, levei minha esposa e filho para a rodoviária as 23:00 horas e voltei para casa pensando como que eu faria. Cheguei em casa e disse que ela poderia dormir no meu quarto, pois eu ficaria trabalhando no computador até mais tarde, o mesmo se encontrava no quarto dela e eu não queria incomodá-la. Já havia premeditado alguns lances para testar a aproximação, deixei bem encima do vídeo um filme pornô propositalmente, com desculpa de ter que bater na porta para pegá-lo. Ela despediu-se dizendo que iria dormir então dei a sugestão para ela, fechar a porta do quarto! Eu já estava super tarado com meu pau a mil quase rasgando minha bermuda. Depois de algum tempo, fui até a porta do meu quarto nas pontas dos pés, para não fazer barulho e por debaixo da porta dava para ver que a televisão estava ligada, mas não tinha som, deduzi então que a gostosinha estava vendo o filme pornô que eu havia deixado lá no quarto eu não agüentando de tanto tesão fui para o banheiro bater uma punheta, pois já estava quase gozando só de imaginar! Será que ela também estava se masturbando? Esfriei a cabeça e voltei para o quarto dela, quando escutei um barulho ela estava, no banheiro gozando ou se limpando, eu tinha minhas duvidas com relação a ela, dizia que era virgem! Será? Para minha surpresa ela veio até a min, eu estava sentada na cadeira, ela me abraçou por traz e disse! Se você não fosse meu cunhado, eu namoraria você! Eu levei um susto e perguntei! Porque esta me falando isso? Ela, por nada! Boa noite cunhado! Eu fiquei doido, estava com o pau duro de novo, tomei coragem e fui até o quarto com desculpa de pegar meu filme, a porta estava aberta eu devagarzinho fui entrando sem fazer barulho ela já estava dormindo ou fingindo, para minha maior excitação ela estava de bumbum pra cima e destapado cheguei bem pertinho e fiquei contemplando aquele monumento, abaixei e cheguei com o rosto bem perto do bumbum e percebi o perfume que quase me fez gozar ali mesmo, era óleo sevem com muito cuidado coloquei a boca bem devagar naquele carne quente e macia, que delicia! Fui beijando as nádegas bem devagar para não acordá-la, bem de leve toquei com a mão aquela carne, eu já estava aponto de fazer qualquer coisa para possuí-la, minha carne tremia eu estava alucinado com muito jeito fui me aproximando daquela mulher que estava ali ao meu alcance, com muito cuidado fui levantando sua camiseta, aquele perfume estava me seduzindo me deixando completamente hipnotizado, alucinado sei lá, muito doido. Já não dava mais para recuar! Eu estava obcecado por essa deusa grega do olímpo. Aquela calcinha de renda vermelha que combinava com sua pele bronzeada, eu já me encontrava colado ao seu corpo, será que ela esta acordada, era impossível alguém sentir os toques e não reagir fui mais ousado! Comecei a beijar seu pescoço e descendo sua coluna em direção a cintura bem pertinho da calcinha quando senti uma reação um leve tremor! Ai percebi que ela estava acordada e me dava consentimento de continuar as caricias. Num movimento mais rápido tirei sua camiseta onde toquei em seus seios que estavam enrijecidos com minhas caricias, lindos e durinhos, mas continuei com carinhos em suas costas, agora com mais vontade percorria com minha língua do cangote ao canal que vai dar bem próximo do anus quando lá ela arrebitava aquele bumbum de ouro, e que ouro! Então já estava na hora de tirar aquela calcinha, eu estava quase gozando só de tocar nela, mas precisava me controlar, para não penetrá-la logo, pois eu queria muito mais aquela noite, muito mais! Eu só escutava seus gemidos que eram reprimidos no travesseiro, derrepente ela me chama de meu amor, faça tudo que você quiser comigo sou toda sua, todinha sua, me faça de sua mulher. Tudo que você faz com minha irmã meu cunhadinho gostoso… Ela estava completamente louca de prazer, sentei encima dela do bumbum ainda de cueca com as pernas aberta para não machucá-la e poder roçar com meu pau já completamente duro que nem pedra num leve vai e vem só para vela implorar para penetrá-la, mas eu queria mais muito mais, queria vela gozar na minha boca, ela já estava tenta espasmo acho que estava gozando, nisso ela urrava feito louca, já não falava coisa com coisa! Como eu gostava, como fazia bem saber que eu estava proprocianando tanto prazer a uma mulher, minha parceira, então comecei de novo as caricias, eu ainda não havia tocado em sua xoxota, agora era hora de tirar sua calcinha, totalmente enfiada em seu canal retal, deu para ver que a calcinha estava enterrada em sua xoxotinha estava com as beiradas vaginal toda molhadinha, ai tive certeza que ela estava mesmo gozando e muito! Aquele bumbum me deixava louco eu beijava, dava mordidelas, dava chupões agora eu já penetrava minha língua entre suas pernas, com muito gosto ela estava completamente molhada… Agora eu mandei que ela abrisse um pouquinho suas pernas, sua xoxotinha estava totalmente molhada com liquido vaginais, imagina que delicia, coloque travesseiros em baixo para que focasse com o bumbum arrebitado deitei entre suas pernas para ficar mais a vontade com leves toques fui me aproximando da sua xoxotinha , com aponta da língua eu provocava reações em cadeia que todo o seu corpo respondia, fui bem devagarzinho penetrando minha língua em sua bocetinha deliciosa, enquanto eu penetrava sua grutinha de prazer comecei a bem de leve tocar seu anelzinho com a ponta do meu dedo, ela estava gozando novamente, e muito aí resolvi não maltratá-la tanto, comecei a sugar seu clitóris com força ela se contorcia rebolava pedia mais! Haaaaaa eeeeeuuu queeeero maissssssssss, meteeeeee em mimmmmm essaaaaaa linguaaaaaa aaaaaa, para minha surpresa descobrir que minha cunhada era virgem, era a primeira vez que era penetrada pela minha língua estava explicado porque tremia tanto quando penetre-a com minha língua, agora eu uma grande missão descabaça-la, lógico, com muito prazer eu faria isso! Comecei beijar seu anelzinho e com um dedo comecei um vai e vem bem gostoso em sua xoxotinha virgem, e com a língua seu cuzinho também virgem, agora eu sabia o que aquele babaca de seu namorado tanto queria, quem diria eu seria o primeiro! Então tinha que ser bem feito. Agora eu mudei de novo mudei de lugar, voltei a sugar sua grutinha e com um dedo comecei enfiando em seu cuzinho que agora estava introduzindo bem devagar em movimentos cadenciado com minha chupada em seu bucetinha toda encharcada de tanto prazer, ela já estava de quatro eu estava por
baixo fudendo sua bucetinha com a língua quase fiquei sem respiração quando ela começou a gozar ela sentou em minha cara fazendo pressão para baixo acho que pensou que estivesse em cima de um pau. Ela caiu desmaiada na cama eu já estava todo melado de pré-gozo, mas ainda não havia penetrado fui devagarzinho passando a mão em sua briguinha subindo para aqueles pelo par de seios que agora era só meu, com muito carinho aproximei de um deles e com a ponta da língua comecei a passando nos biquinhos para provocá-la ela me puxou e me beijou demoradamente um beijo molhado e delicioso, beijei sua orelha e dizendo bem baixinho que aquilo era só o começo, ela novamente deu uma gemidinha e dizendo quero mais agora era hora, pois também queria carinho ela de lado colocou sua perna sobre minha barriga e foi descendo e apertou quando estava bem em cima de mau pau quase estourando a cueca ela abaixou a perna e com carinho foi abaixando a mão até alcançar meu cacete por cima da cueca e perguntou baixinho se eu daria pala ela, eu disse ! Claro meu amor ele é todo seu pode abusar e se lambuzar com ele, ela então disse que queria colocá-lo na boca perguntou se eu mostraria a ela como fazer, ela Aproximou-se dele com muito carinho e tirou minha cueca para minha surpresa ela colocou ele todinho dentro da boca bem devagar quase explodi dentro daquela boca maravilhosa segurando com a uma mão ele e a outra procurando meu anelzinho fiquei espantado com aquele gesto, mas logo relaxei porque estava muito bom, pra quem nunca havia tranzado, antes ela sabia demais ela começou a subir e descer no meu pau sugando como se estivesse chupando um picolé, na verdade ela era uma aluna muito bem aplicada, pois ela estava fazendo comigo o que eu havia feito com ela se era bom para ela naturalmente seria bom para mim. Vi ali que Maressa seria uma grande amante, e que amante. Então não consegui mais segurar e gozei muito muito na sua boca , segurei sua cabeça para ela não rejeitar meu esperma, há muito tempo não gozava assim, ela num gesto de carinho deitou-se encima de mim, e ficou passando a mão em meu cabelo me beijando na boca com muita fome de desejo, não demorou muito eu já estava quase pronto de novo, fomos para o banheiro onde ela quis me dar banho achei ótima idéia, ela começou a ensaboar o meu brinquedo que já estava em riste novamente agora ela estava me masturbando deliciosamente, abaixou-se engoliu todo meu pau novamente, me deixando louco novamente, puxei ela pelos cabelos e beijei-a com muita sede me sentei na tampa do vaso e puxei ela para perto de mim e coloquei uma perna sua encima da minha para que ela ficasse com as pernas abertas e deixasse sua bucetinha livre para eu poder chupá-la de novo ela também já estava quase gozando, ela me pedia me fode meu gostoso me come agora quero ser sua todinha sua então resolvi fazer sua vontade. Como eu já estava sentado no vazo vai ser aqui mesmo abaixei sua perna e disse para ela sentar encima de mim, ela como aluna muito aplicada, foi descendo bem devagar eu coloquei meu pau na portinha da sua xoxotinha que já estava toda meladinha,que foi entrando bem devagar dentro daquela gruta do amor Maressa já estava gozando feito uma louca então para ajudar um pouquinho forcei e entrou tudo ela deu um gritinho rouco e me apertava arranhava minhas costas parecia que estava em tranze então comecei a dar estocadas para ela gozar mais, teve orgasmos múltiplos, me beijava alucinada me dia para não parar de fude-la, ela começou a fazer movimentos subindo e descendo, eu segurei ela tirei ela de cima de mim e coloquei ela de costa com uma perna apoiada encima do vazo e penetrei ela por traz onde dava para pegar em seus peitinhos e forçá-la para traz em movimentos cadenciados começamos a nos movimentar com fortes estocadas eu também estava gozando pela primeira vez dentro dela, e Como foi gostoso acho que nunca gozei tanto assim ,nem com minha mulher, nem com mulher nenhuma. Fomos para a cama então eu disse que agora eu queria seu anelzinho, ela não questionou. E me perguntou se doeria, desse que faria bem devagarzinho para não machucá-la ela concordou fui até o banheiro e peguei o óleo de amêndoa para facilitar a penetração ela fizemos um 69 para esquentarmos novamente eu não me cansava de chupar aquela xoxotinha era muito saborosa e ao mesmo tempo ia brincando com seu rabinho ela também brincava com o meu, então besuntei seu rabinho com o óleo de amêndoa e fui relaxando Sua cuzinho para receber meu cassete ela rebolava feito louca, já pedia para fude-la logo ela queria ser uma putinha para o cunhadinho que nem a irmã, minha irmã deve ser muito feliz ser fudida assim com um macho gostoso. Me fode meu macho me fode, começou a implorar como estava louca aquela mulher , de frente mesmo coloquei ela com as pernas no meu ombro e vem devagar fui colocando meu pau duro feito pedra ela ficou quietinha e fui forçando a entrada e olhando para seu rosto sentindo sua reação ela estava parada deveria estar doendo então comecei a dedilhar sua bucetinha ela gostou e começou a rebolar e forçar a entrada entrou a cabeça e fui carrasco e empurrei de uma vez até os ovos ela gritou Então fui masturbando-a ,e ao mesmo tempo fui tirando e colocando sempre no mesmo ritmo para provoca prazer e não dor ela começou a relaxar e passou a se movimentar agora mais frenética e mais uma vez foi uma loucura, ela rebolava e dia palavras desconexas , sem sentido, eu já sabia o que estava acontecendo ela estava novamente gozando tirou as pernas de cima do meu ombro e colocou em volta da minha cintura e me forçava nos movimentos, de penetração eu tirava meu pau até e colocava de novo ate o fundo, forçava as vezes devagar outra forçava, virei ela colocando ela de quatro subi em coma e fudia ela com força segurava ela pela cintura e davas fortes estocadas, a cada estocadas era um gemido de prazer. Fomos assim até eu não agüentar mais e gozar feito louco enchendo aquele cuzinho de porra como gozei de cair encima dela até o pau amolecer e sair sozinho de dentro dela… O dia estava amanhecendo era sábado poderíamos dormir até mais tarde, eu estava sozinho era folga de minha empregada alias minha esposa deu folga para a emprega durante as férias dela, com estou sempre viajando. Imaginem o que fiz? Cancelei minha viajam para comer a cunhadinha durante as férias de minha esposa, ainda bem que minha esposa confia na irmã, pediu que ela cuidasse de mim durante suas férias. Ela namorava na varanda, deves em quando ela ia onde eu estava e me dava um amasso, e depois que dispensava o namorado, nós nos amávamos feito dois loucos . Ela disse que terminaria o seu namoro porque, não acha justo enganar o rapaz, já que não sente nenhuma atração por ele! E que agora ela já tem um novo amor, por quem ela esta apaixonada, não sei se fico alegre ou preocupado. Já pensou? Nos moramos no Brasil e não no Marrocos….

A FILHA DE MINHA ESPOSA, MINHA AMANTE

ESTAVA NO QUARTO TERMINANDO DE ARRUMAR A BAGAGEM QUANDO KAROL, MINHA ENTEADA ENTROU COM OS BIQUINES NA MÃO QUERENDO SABER QUAL DEVIA USAR, NÃO QUERENDO QUE VISSE O VOLUME EM MEU CALÇÃO VIREI DE COSTAS FALANDO QUE QUALQUER UM ESTAVA BOM COM ELA INSISTINDO. QUANDO APONTEI O DE DETALHES VERMELHOS, ELA ME MOSTROU UM AMARELO PERGUNTANDO SE NÃO FICAVA MELHOR E NÃO QUERENDO ENCARAR ELA PORQUE USAVA CAMISETA BRANCA MARCANDO DEMAIS OS SEIOS AINDA EM FORMAÇÃO POR ESTAR SEM SUTIÃ E NA PARTE DE BAIXO USAVA NÃO SEI SE SHORT OU CALCINHA SENDO DOIS PANINHOS DE SEDA AMARRADO NA LATERAL DEIXANDO AS COXAS A MOSTRA DANDO PARA VER BOA PARTE DE SUAS VIRILHAS; QUANDO MARIANA, MINHA ESPOSA LIGOU AVISANDO QUE ESTAVA PEGANDO A RODOVIA DEPOIS DE PEGAR SEUS PAIS NA CIDADE VIZINHA, PARA AQUELE FINAL DE SEMANA PROLONGADO EM NOSSO SITIO, FIQUEI MAIS CALMO SABENDO QUE TINHA TEMPO PARA ME DELICIAR COM MINHA ENTEADA QUE A TEMPOS VEM SE INSINUANDO PARA MIM, E LIGANDO O ´FODA- SE´ RESOLVI DA TODA ATENÇÃO PARA A MENINA QUE ENFIANDO O BIQUINE POR DENTRO DO SHORTINHO ME PEDIU AJUDA PARA TIRA-LO E AMARRAR O BIQUINE. AJOELHANDO COM A CARA NA ALTURA DA XOXOTA DA MENINA DANDO PARA SENTIR O CHEIRO DO PERFUME EXALANDO DE SUA XOXOTA, CHEGUEI A SENTIR CALAFRIO NA ESPINHA QUANDO SEGUREI A FITA DO BIQUINE APROVEITANDO PARA ALISAR, ASSIM MEIO SEM QUERER A BUNDA DE KAROL QUE SOLTOU UM GRITINHO ABAFADO DE SURPRESA COM MEU TOQUE ME DEIXANDO VER SEU CORPO ARREPIAR, COM ELA ME EMPURRANDO ME CHAMANDO DE BOBO A ME VER COM OS OLHOS FIXOS EM SUA XOXOTINHA ESTUFADA E SALIENTE NO PANINHO DO BIQUINE, VIRANDO DE BUNDINHA PARA MIM FALTOU POUCO PARA NÃO FAZER BESTEIRA AO VER O PANINHO SUMINDO NAQUELA BUNDINHA REDONDA E ARREBITADINHA, COM ELA ME ACORDANDO QUANDO FALOU QUE ESTAVA MUITO APERTADO E QUE NÃO FICAVA BEM PORQUE ESTAVA MUITO CAVADO E INTERROMPENDO DEI UMA PISCADINHA FALANDO QUE APROVEITASSE PORQUE SÓ ESTAVA EU DE HOMEM NA CASA ALÉM DE MINHA MÃE, MINHA IRMÃ E SOBRINHA. QUANDO KAROL LEVANTOU NA PISCINA, MINHA IRMÃ DIVIDIA O OLHAR EM MIM E NA MENINA ME ENCARANDO AO VER ME COM OS OLHOS VIBRADOS NELA ENQUANTO BALANÇAVA OS CABELOS LOIROS JUNTANDO OS A SEGUIR ENROLANDO OS NA MÃO DEITANDO OS EM SEU OMBRO COM MINHA IRMÃ BALANÇANDO A CABEÇA NUM NÃO DE REPROVO AO VER A MENINA ME OLHANDO SORRINDO. QUANDO KAROL SAIU DA AGUA VINDO PARA MIM, NEM OUVIA O QUE MINHA IRMÃ FALAVA PORQUE NÃO CONSEGUIA DESVIAR OS OLHOS DAQUELE CORPINHO ESGUIO E CURVELINEO TENDO QUE ARRUMAR O CACETE NO CALÇÃO QUANDO VIROU DE COSTAS PARA SE ENXUGAR COM MINHA IRMÃ DANDO UM TAPA EM MINHA CABEÇA PEDINDO QUE TOMASSE VERGONHA ME FALANDO QUE ERA UMA CRIANÇA. QUANDO MARIANA CHEGOU ELA CORREU PARA O QUARTO VOLTANDO A SEGUIR COM O BIQUINE VERMELHO BEM MAIS COMPORTADO E ABRAÇADO A MIM ENQUANTO ESPERAVAMOS MARIA E SEUS PAIS CHEGAREM PARA NOS CUMPRIMENTAR, MINHA IRMÃ FALOU QUE TOMASSE CUIDADO FALANDO RINDO QUE A TENTAÇÃO ERA GRANDE. MARIANA VEIO PARA MIM ME ABRAÇANDO ME DANDO UM BEIJO COMO SE ESTIVESSE SÓ NOS DOIS ALI SEM IMPORTAR COM SUA MÃE E A MINHA PEDINDO QUE PARASSEMOS COM A POUCA VERGONHA E ENQUANTO CAMINHAVAMOS PARA A CASA CARREGANDO AS BAGAGEM, QUANDO NOSSOS OLHARES SE CRUZAVAM MARIANA MORDIA OS LÁBIOS, SINAL DE QUANDO QUER TRANSAR, DEIXANDO SEUS PAIS NO QUARTO SAIMOS PARA O NOSSO NOS PEGANDO EM BEIJOS ARDENTES ENQUANTO UM TIRAVA A ROUPA DO OUTRO SENDO MAIS FACIL PARA MIM PORQUE MARIANA USAVA APENAS O VESTIDINHO E AO ALISAR SUA XOXOTA FIQUEI COM A MÃO MELADA, POREM ELA NÃO ME DEIXOU CHUPA-LA AVISANDO QUE TINHA QUE SER UMA RAPIDINHA E QUE A NOITE IA ACABAR COMIGO. MARIANA MORDIA O LENÇOL PARA NÃO GRITAR COM A CARA E SEIOS APOIADOS NA CAMA, ABAFANDO OS GEMIDOS ENQUANTO DE JOELHO ATRÁS DELA METIA COM VONTADE ME DELICIANDO COM SUA BUNDA ARREBITADA COM O CUZINHO PISCANDO ENQUANTO SEU PRAZER AFLORAVA DE SUA BOCETA ESCORRENDO EM SUAS COXAS, QUANDO KAROL ENTROU FALANDO MÃNHÊEEEE, DE OLHOS ARREGALADOS, COM O TESÃO A FLOR DA PELE, SEGUREI MARIANA NÃO DEIXANDO QUE FUGISSE VIRANDO UM POUCO MAIS O CORPO DEIXANDO KAROL VER MINHA PICA ENTRANDO E SAINDO DA BOCETA MELADA DE SUA MÃE, TIRANDO QUASE TUDO DE SUA MÃE, METENDO NOVAMENTE CADA VEZ MAIS RÁPIDO ENQUANTO MARIANA NÃO CONSEGUIA SE CONCENTRAR EM MANDAR A FILHA SAIR DALI, GEMER MESMO SEM QUERER POR NÃO CONSEGUI CONTER O PRAZER OU IMPLORAVA PARA QUE PARASSE O QUE FIZ QUANDO ENCHI SUA BOCETA DE PORRA DEIXANDO QUE CAISSE NA CAMA SE COBRINDO AS PRESSAS TENTANDO RECUPERAR A RAZÃO PARA DAR ATENÇÃO A FILHA QUE NÃO CONSEGUIA TIRAR OS OLHOS DE MINHA PICA QUE JOGAVA LONGE OS ULTIMOS JATOS DE PORRA EM CIMA DO CORPO DA MÃE. MARIANA VOLTOU PARA O QUARTO HORAS DEPOIS TENDO TRABALHO PARA ME CONVENCER A SAIR DO PORQUE FINGIA ESTAR ENVEGORNHADO COM ELA ME DANDO BRONCA FALANDO QUE DEIXASSE DE SER BOBO PORQUE SUA FILHA SABIA MUITO BEM O QUE ERA AQUILO ME CONFIDENCIANDO QUE DESCONFIA QUE ELA JÁ ESTA ATÉ DANDO PARA SEU NAMORADINHO, O QUE ME DEIXOU BASTANTE ENCIUMADO. PASSAMOS UM DIA MARAVILHOSO E PARA ME EXIMIR DE QUALQUER CULPA, COMENTEI COM MARIANA QUE ME BEIJANDO FALOU QUE ESTAVA DE OLHO NA FILHA E QUE ERA NATURAL ELA ME OLHAR ASSIM PORQUE ASSIM COMO ELA, KAROL ME AMA ATE MAIS QUE O PROPRIO PAI. JÁ DE MADRUGADA TROCAVAMOS BEIJOS APAIXONADOS AGUARDAVAMOS TODOS DORMIREM, PRINCIPALMENTE AS MENINAS PARA COMEÇAR NOSSA SESSÃO DE FODA QUANDO MARIANA ME AGRADECEU POR AMAR DEMAIS ELA E SUA FILHA, NÃO FOSSE ESTAR ALISANDO MEU CACETE NÃO TERIA COMO DISFARÇAR O CACETE CADA VEZ MAIS DURO COM O TESÃO A FLOR DA PELE BEM MAIOR QUE A REPULSA ENQUANTO ME CONTAVA QUE O MOTIVO DE SUA SEPARAÇÃO FOI QUANDO NUMA NOITE DEPOIS DE SEU EX ‘JUDIAR’ DEMAIS DELA, COMO SEMPRE FAZIA DEIXANDO ELA DOLORIDA POR FAZER ANAL A FORÇA, QUANDO SAIU DO BANHO PEGOU ELE CHUPANDO A BOCETA DA FILHA TENDO TRABALHO PARA TIRAR ELA DELA PORQUE QUERIA METER NELA A TODO CUSTO FALANDO QUE SE NÃO FOSSE ELE SERIA OUTRO E SÓ CONSEGUIU EXPULSAR ELE DE CASA QUANDO COMEÇOU A GRITAR PEDINDO SOCORRO PELA JANELA E DESDE ENTÃO NUNCA MAIS SOUBE DELE. O DIA AMANHECIA QUANDO COLOQUEI MARIANA DE QUATRO E MANDEI PICA EM SUA BOCETA MELADA FAZENDO ELA GOZAR MAIS QUE ANTES, QUANDO PENSAVA EM ENCHER SUA BOCETA DE PORRA PELA TERCEIRA VEZ, ELA FALOU COM DIFICULDADE QUE COLOCASSE EM SEU CUZINHO ME PEDINDO COM VOZ MANHOSA QUE TIVESSE CUIDADO COM ELE E JÁ COM O SOL CLARO CONSEGUI ATOLAR ATÉ AS BOLAS NO CUZINHO DE MINHA AMADA COM SEU CU PARECENDO QUERER ESMAGAR MEU CACETE DE TÃO APERTADO QUE ERA, TENDO QUE TAPAR SUA BOCA PARA ABAFAR SEUS GEMIDOS QUANDO ALGUÉM BATEU NA PORTA QUERENDO ENTRAR ELA REUNINDO FALOU: AGORA NÃO KAROL, E SE ENTREGANDO AO PRAZER GOZOU COMO NUNCA ANTES ENQUANTO JUDIAVA DE SEU CU COM ELA RESPIRANDO ALIVIADA QUANDO GOZEI CAINDO EM CIMA DELA PARA NOS BEIJAR TROCANDO JURAS DE AMOR E JÁ QUASE DORMINDO ELA ME CHAMOU MANDANDO ME LEVANTAR PARA TOMAR BANHO AO VER MEU CACETE SAINDO DE SEU CU COM O PRESERVATIVO ESTOURADO E NÃO FOSSE KAROL INSISTIR QUASE DERRUBANDO A PORTA TERIAMOS NOS PEGADO NOVAMENTE NO BANHO. MARIANA SAIU DO BANHO PRIMEIRO TENDO QUE IR ATENDER A FILHA E ASSIM QUE SAIU DO QUARTO, ELA ENTROU NO BANHEIRO PARA CONVERSAR COMIGO DANDO PARA VER SEUS OLHINHOS BRILHAREM CHEGANDO A SUSPIRAR A ME VER PELADO, POR SORTE MEU CACETE FICOU SÓ MEIA BOMBA COM ELA NÃO CONSEGUINDO DESVIAR OS OLHOS DELE, QUANDO MARIANA CHEGOU NOS PEGOU CONVERSANDO NORMALMENTE E ENQUANTO LEVAVA A FILHA DALI ME DEU UMA PISCADINHA SORRINDO MALICIOSAMENTE QUANDO DEU UMA TAPA NA BUNDA DA FILHA PARECENDO SABER QUE ELA ENTRARIA EM BREVE EM MINHA PICA. ESTAVA TÃO FISSURADO EM KAROL QUE TUDO QUE FAZIA PARECIA MOTIVO PARA ME EXCITAR, QUANDO PEGAVA SUA MÃE ELA COMENTAVA SE ESSA EXCITAÇÃO ERA REALMENTE DELA O ERA PELA FILHA O QUE ME DEIXAVA COM A EXCITAÇÃO CADA VEZ MAIS INSUPORTÁVEL DEIXANDO CLARO QUE TINHA QUE PEGAR KAROL NA PRIMEIRA OPORTUNIDADE NEM QUE FOSSE SÓ PARA BRINCAR COM SEU DELICIOSO CORPO. NAQUELA TARDE QUANDO PERGUNTEI POR KAROL, MARIANA FINGIU PREOCUPAÇÃO COMENTANDO QUE A FILHA DEVIA TER IDO SOZINHA PARA A CACHOEIRA ME PEDINDO QUE FOSSE ATRÁS DELA, DEPOIS DE CAMINHAR POR QUASE CINCO MINUTOS CHEGUEI NO LOCAL AVISTANDO KAROL SENTADA NAS PEDRAS COM OS PÉS NA AGUA, A ME VER CH
EGANDO MERGULHOU INDO PARA DEBAIXO DA QUEDA D´AGUA, QUANDO CHEGUEI PERTO ELA SE JOGOU EM CIMA DE MIM ME SURPREENDENDO COM UM BEIJO BEM MELHOR E MAIS GOSTOSO QUE O DA MÃE FUNGANDO ABAFADO SOLTANDO UM UAU ARREGALANDO OS OLHOS QUANDO ENFIOU A MÃO EM MEU CALÇÃO PARA SEGURAR MEU CACETE FORÇANDO ELA PARA A MARGEM SENTEI ELA NAS PEDRAS LARGANDO NOSSAS BOCA PARA LAMBER E CHUPAR SEU PESCOÇO E ORELHA DEIXANDO ELA TREMULA E ARREPIADA COMENTANDO QUE EU ERA MUITO GOSTOSO PERGUNTANDO SE QUERIA NAMORAR COM ELA, QUANDO CHEGUEI NOS PEQUENOS SEIOS ELA JOGOU A CABEÇA PARA TRÁS GEMENDO DESPUDORADAMENTE ENQUANTO SUGAVA ELES PRENDENDO NA SUCÇÃO, QUANDO ELA DEITOU DESCI LABENDO SUA BARRIGUINHA ATÉ ME POSICIONAR COM A CABEÇA NO MEIO DE SUAS PERNAS FAZENDO ELA PIRAR QUANDO MORDI SUA BOCETINHA POR CIMA DO BIQUINE TIRANDO ELE COM DIFICULDADE FAZENDO KAROL ESTREMECER AO PASSAR A LÍNGUA DE SEU CU ATÉ SUA BOCETA SUGANDO SEU GRELO COM FORLA ENQUANTO ELA SE CONTORCIA ME DEIXANDO PREOCUPADO PELO MEDO DE SE MACHUCAR FICANDO MAIS A VONTADE QUANDO CONSEGUIU SEGURAR SUAS MÃOS E QUASE PERDENDO OS SENTIDOS SE TREMEU FECHANDO AS PERNAS TENTANDO ME TIRAR A FORÇA DELA ME DEIXANDO MARAVILHADO CONTEMPLANDO SEU CORPO NAQUELE ORGASMO INTENSO E AINDA OFEGANTE VEIO ME PARA BEIJAR ENQUANTO TIRAVA MEU CALÇÃO COM OS PÉS SE JOGANDO NA AGUA GEMENDO QUANDO MEU CACETE ACERTOU SUA XOXOTA E ARREGALANDO OS OLHOS DEIXANDO ESCAPAR AIS, REBOLANDO GOSTOSO, POREM QUANDO TENTEI TIRAR ELA ME PRENDEU COM SUAS PERNAS E INTENSIFICANDO O BEIJO QUE ABAFAVA SEUS GEMIDOS SOLTOU O CORPO FAZENDO MEU CACETE ESCORREGAR COMO FACA QUENTE NA MANTEIGA PARA SUA BOCETA COM ELA FAZENDO CARA DE DOR QUANDO A GLANDE BATEU EM SEU ÚTERO E CHORANDO E GEMENDO FALANDO COISAS SEM NEXO COMEÇOU UM REBOLADO GOSTOSO, QUANDO ME DEI CONTA PULAVA COMO DOIDA EM MEU CACETE TENDO QUE SEGURAR SUAS MÃOS PARA NÃO ME ARRANHAR E NEM MORDER MINHA BOCA COMO TENTAVA FAZER DANDO PARA VER O SANGUE QUE ESCORRIA DE SUA BOCETA SENDO LEVADO PELA CORRENTEZA O QUE ME DEIXOU PREOCUPADO TANTO É QUE CARREGUEI ELA NO COLO SEM SAIR DELA PARA FORA DA AGUA E DEBRUÇANDO ELA NA PEDRA FIZ A MENINA URRAR DE PRAZER METENDO COMO LOUCO EM SUA BOCETINHA E JÁ MOLINHA, QUANDO SE TREMEU EM MAIS UM ORGASMO MARAVILHOSO, SENTINDO QUE IA GOZAR TIREI RÁPIDO DE SUA BOCETA POR MEDO DE ENGRAVIDA-LA, QUANDO PRENSEI A GLANDE NA ENTRADA DE SEU CUZINHO TENCIONANDO ENCHER ELE DE PORRA, ELA SEGUROU AS NÁDEGAS ABRINDO AS E JOGANDO A BUNDA PARA TRÁS FEZ MEU CACETE ENTRAR ATÉ QUASE AS BOLAS EM SEU CU GULOSO ENQUANTO GOZAVA EM SUA BUNDINHA E NÃO DEIXANDO QUE AMOLECESSE ME DEIXANDO UM POUCO ASSUSTADO COM O ESCANDALO QUE FAZIA ME MANDOU METER SEM DÓ ME XINGANDO DE TUDO O QUE ERA NOME FEIO ENQUANTO CUTUCAVA CADA VEZ MAIS RÁPIDO E FORTE A PICA EM SUA BUNDA, QUANDO ESMOLECEU DEIXANDO O CORPO CAIR NUM ORGASMO ÉPICO, ENCHI SEU CU NOVAMENTE DE PORRA NÃO DANDO TEMPO NEM PARA DESCANSAR PORQUE OUVIMOS SUA MÃE NOS CHAMANDO, QUANDO ME VIU QUIS SABER DA FILHA E QUASE GRITANDO PARA ELA AVISEI QUE ESTAVA TENTANDO CONVENCER ELA IR EMBORA PORQUE HAVIA PERDIDO A PARTE DE BAIXO DO BIQUINE E MOSTRANDO MINHA CAMISETA PARA A FILHA MANDOU QUE FOSSE PARA ELA. QUANDO KAROL SAIU DA AGUA ME MANDOU VIRAR A CARA PARA NÃO VE-LA NUA ENQUANTO MARIANA SÓ FALTAVA MANDAR A FILHA ABRIR AS PERNAS PARA VER O ESTRAGO QUE HAVIA FEITO EM SUA BOCETA, NO CU NÃO PORQUE ME CONFESSOU DEPOIS QUE DAVA ELE SEMPRE PARA SEU NAMORADINHO E QUE AGORA SÓ DARIA PARA MIM. DEPOIS DESSE FATO TIVE QUE DÁ UM BREQUE EM KAROL TENDO QUE SER ATÉ MEIO MAU EDUCADO COM ELA PORQUE NÃO QUERI QUE SE APEGASSE A MIM DESSE JEITO, POREM NA ULTIMA NOITE QUE PASSARIAMOS ALI ENQUANTO TODOS ENCHIA A CARA RESOLVI NÃO BEBER NADA PORQUE DIRIGIRIA DE VOLTA NO DIA SEGUINTE, QUANDO DE MADRUGADA TIVE QUE LEVAR MARIANA NO COLO PARA A CAMA DE TÃO BEBADA QUE ESTAVA, KAROL DEITOU AO SEU LADO NÃO AVISANDO QUE NÃO SAIRIA DALI ENQUANTO NÃO FISESSE AMOR COM ELA ME DANDO TRABALHO PARA PODER CONSEGUI DÁ CONTA DO FOGO DA MENINA QUE CHEGOU A PEDIR ARREGO QUANDO METIA NELA CONTEMPLANDO O CORPO DESNUDO DE SUA MÃE AO NOSSO LADO, DESDE ENTÃO TENHO QUE TOMAR AZULZINHOS, EM ALGUMAS VEZES PARA PODER DÁ CONTA DA MÃE E DA FILHA, O QUE ME DEIXA MAIS DISCONFIADO QUE MARIANA SABE DE MIM E KAROL PORQUE SEMPRE QUE PEGO KAROL, A NOITE MARIANA VEM PARA MIM SÓ INDO DORMIR DEPOIS DE CABAR COMIGO NA CAMA.

Esposa ficou gravida do meu amigo

Erámos casados há cinco anos já, e apesar de ter tentado, Mary não conseguia engravidar. Mary tinha seus 25 anos, cabelos longos e lisos, um rosto muito lindo e corpo que chamava atenção na rua por onde passava.O sexo era muito bom nessa época, transávamos varias vezes por semana, mas nada de Mary engravidar, e isso começou a desgastar nosso relacionamento, pois era seu maior sonho.Após conversas e mais conversas fomos ao médico , exames e mais exames, e descobrimos que eu não podia ter filhos.A solução seria inseminação artificial, e na época custava horrores e nossa condição financeira não nos permitia.Esse era o sonho de Mary, ser mãe, e a partir desta descoberta ficamos muito desapontados, o relacionamento esfriou e quase nos separamos apesar de nos amar muito.Após muitas e muitas conversas, tomamos uma decisão, me doeu muito, mas amava e amo Mary demais, então resolvemos que ela seria inseminada, porém naturalmente.Para que não houvesse nenhum vínculo, escolheríamos dois candidatos, e seria inseminada por ambos, assim não saberíamos quem era o pai, e combinamos jamais fazer exames para saber.Mais um tempo se passou, e escolhemos Pedro, meu primo e Rubens um amigo de longa data.Restava a aprovação de ambos, e os chamamos para uma conversa franca.Após explicações sobre nossa situação, ambos se comoveram e aceitaram, e seria assim.:No período fértil, Pedro que morava ao lado, nos visitaria pela manhã e Rubens no início da noite.Mary os aguardaria na cama, de vestido, porém sem calcinha, eles entrariam, e Mary deixaria a buceta exposta para que vissem e batessem punheta, Mary já estaria com lubrificante, e quando fossem gozar, introduziriam o pau o mais fundo possível em sua buceta, dariam somente as bombadas finais , gozariam e tirariam o pau, se retirando imediatamente do quarto.( seria então somente a inseminação e mais nada ).Chegou seu primeiro período fértil, logo às 6 da manhã Pedro nos visita, Mary já o aguarda em nossa cama como combinado, Pedro entra, fecha a porta e minutos depois sai, sem falar nada.Entro no quarto e Mary segura sua buceta fechada, chora muito. Estava envergonhada, mas Pedro acabara de depositar seu semem como combinado.Conversamos e a consolei, e Mary ficou mais de uma hora com pernas fechadas mantendo o máximo de tempo o esperma de Pedro em sua buceta.À noite, foi a vez de Rubens, este chegou, me cumprimentou e como combinado foi ao quarto onde minha amada já o esperava, novamente algum tempo se passou, Rubens abre a porta, diz até amanhã e como combinado vai embora.Entro no quarto e lá está minha esposa, segurando a xota fechada, Rubens tinha acabado de gozar.Agora, Mary já mais tranquila conversava comigo enquanto mantinha sua portinha o mais fechado possível, evitando o desperdício de esperma em sua buceta.Ela teve impressão que Rubens tinha gozado muito mais que Pedro ( em quantidade ), estava mais calma com essa situação.Eu por meu lado estava ainda nervoso, adrenalina muito alta, tremia muito, extremo ciúme, e ao mesmo tempo um tesão incontrolável me possuía, mas procurava me acalmar.Mary procurou só tomar banho antes de dormir, mantendo assim a porra dentro de si.Transamos mais tarde, e nossa transa foi maravilhosa, gozamos juntos, Mary estava deliciosa.Seu período fértil todo foi dessa maneira, Pedro de manhã e Rubens à noitinha.Passado seu período fértil, ambos pararam de nos visitar e aguardamos o final do ciclo, o que para nossa decepção Mary ficou menstruada.Novamente aguardamos novo período, e repetimos a dose, Pedro de manhã e Rubens à noitinha.Já estávamos bem mais tranquilos quanto às visitas diárias, mais calmos, e eu do meu lado aproveitava o tesão que sentia na gozada de ambos e fodia Mary diariamente.Novamente não engravidou e repetimos a série pela terceira vez, sempre dessa maneira, Mary deixava que vissem sua buceta nua, se masturbavam e na hora em que iam gozar colocavam o mais fundo possível enchendo sua buceta com esperma.No meio deste ciclo fértil, após Rubens já ter saído, enquanto transávamos, Mary me pediu que eu não ficasse bravo, mas preferia que Pedro não mais nos visitasse, que fosse somente o Rubens.Não me deu grandes explicações, mas também me pediu que deixasse Rubens um pouco mais a vontade com ela, mais um pouco de tempo, e talvez, se não me zangasse, que deixasse ele gozar mais de uma vez compensando assim a falta de Pedro.Desconfiei, mas por amor aceitei e na noite seguinte Rubens chega, Mary já o aguarda, entra no quarto, porta se fecha, um tempo se passa, ouço gemidos abafados que vão aumentando, desta vez Rubens gozou e Mary o acompanhou…A porta permaneceu fechada, e mais um tempo se passou, novos gemidos, mais altos que os primeiros, ruídos de estocadas fortes e firmes, ouço Mary gozando de novo, mais um tempo e nova gozada e finalmente Rubens Goza em sua buceta.Desta vez abrem a porta, Mary deitada na cama, nua, Rubens também nú, mas agora entendi, seu pau flácido já era maior e mais grosso que o meu duro, e minha esposinha acabara de ser fodida por ele.Rubens se vestiu e foi embora para voltar dia seguinte, não aguentei e pulei em cima de Mary, meti fundo e senti a diferença, sua buceta mais aberta, mais macia. O macho acabara de foder e amaciar.Acabamos de meter e Mary começou a conversar comigo, dizia que o pau do amigo era uma delícia, e que nas primeiras vezes, ficou louca de vontade de experimentar de verdade e gozar naquela pica enorme e grossa, e que ele esporrava muito mais que Pedro, e seus jatos em sua buceta era uma delicia.Aquilo me deixou doido de tesão, e novamente fodi minha esposa gozando novamente.Os dias se seguiram, e Rubens fodia a buceta de Mary duas vezes por dia, e as vezes até tres comendo gostoso sua buceta.Passaram a deixar a porta aberta, onde eu podia ver Mary chupando o majestoso pau do amante para depois tê-lo em sua buceta, e Rubens bolinhando e chupando os peitos e buceta de Mary antes de comer.E, o mais maravilhoso, ver a buceta de Mary engolindo toda aquela pica dura e grossa, deixando só o saco de fora.Rubens passou a visitar fora do ciclo fértil também, foi onde Mary foi iniciada no anal, e Rubens também gozou em sua boca e peitos.Mary, que mal chupava, agora engolia toda a porra do amante, deixando a pica limpinha.Era lindo Mary lambendo a piroca, lambia toda a cabeça, chupava, tentava por todo na boca, e quando Rubens gozava, não deixava nem escorrer pelos cantos da boca.Rubens no início a penetrava lentamente e aos poucos ia bombando e aumentando as socadas até ficarem fortes.Com o passar do tempo, já entrava e a tratava feito puta, arrancando sua roupa, jogando na cama e já ia metendo a rola de uma vez só, ela gemia muito e chegava a sair lágrimas de seus olhos, pois ele praticamente a estuprava, mas ela confidenciava que gostava.Outras, ele a agarrava pelos cabelos e fazia ela chupar, fodendo sua boca e as vezes fazia ela engasgar.Muitas vezes assisti, batendo minha punheta, pois era lindo ela sendo currada.Por duas vezes fizemos DP, eu na buceta alargada e ele em seu cuzinho maravilhoso.Sempre no final da tarde, Mary já se preparava, e muitas vezes já estava pelada quando nosso amigo chegava.Algumas vezes chupava sua buceta, afim de excitá-la , para que a penetração fosse mais fácil, mas, mais fácil mesmo era quando eu a penetrava, pois estava mais larga e cheia de porra de Rubens.Essa relação durou mais quatro meses antes de Mary engravidar, e, continuou mais três depois de engravidar.Hoje nosso amado filho tem seus 20 anos, e nunca mais soubemos de Rubens, que por força do trabalho se mudou para outro estado, mas sempre que transamos, lembramos de seu amante dotado e da porra alheia em sua buceta.

A esposa de um amigo

Após várias conversas com meu amigo onde partilhavamos nossos desejos e fantasias, começamos a nos abrir um com o outro onde já falavamos e contavamos nossos momentos intimos com nossas esposas.Já conhecia o João desde os tempos do secundário. Nesse tempo até tinhamos assistido a vários filmes porno dentro de casa de um outro colega.Já não me lembrava que ele tinha estado presente mas com o desenrolar da nossa abertura um com o outro ele acabou me lembrando que um dia após vermos mais um filme desses com mais dois amigos nos masturbamos todos para cima de uma foto de um livro em que tinha uma mulher toda nua.Nas nossas conversas de café e algumas já atraves de sms que trocavamos lá fomos falando da esposa de cada uma. Ambos conheciamos a esposa um do outro até porque já tinhamos sido visitados e sido visita em ambas as casas para umas jantaradas.Até que eu lhe comecei a contar que frequentava praias de nudismo com minha esposa. E lhe dizia já os fetiches dela. Quer na cama comigo quer até de vez em quando fazermos uns trios com outros homens. Ele ficou maluco.Toda esta conversa já se desenrola ha coisa de um ano. Ele tambem começou a contar como sua esposa gostava de fazer as coisas mas que praias de nudismo nunca tinha ido nem falado com ela. Foi quando eu deixei sair um que pena pois seria uma oportunidade de ver tua esposa nua ao que ele respondeu que tambem gostava de ver a minha.Palavra puxa palavra, conto puxa conto e até ja contavamos a noite anterior com nossas esposas um ao outro. Até que de surpresa para ele mostrei-lhe duas fotos de minha mulher nua e uma outra onde ela me fazia sexo anal. Ele ficou fora de si. Mas me disse que a esposa dele nao o deixava tirar fotos com ela nua. Fiquei triste na altura mas a conversa sempre continuou.Ele por fim começou a levar as conversas para a situação de eu e minha esposa fazermos trios sexuais. Eu lhe fui contanto, de como aconteceu a primeira vez, contei mais algumas cenas dessas e ele com certa timidez deixou uma vez sair que tesao.Veio o calor no meio da primavera e ele me manda um sms a dizer que ia para a praia com a esposa. Eu logo perguntei se eles iam fazer nudismo onde ele repetiu o que ja me tinha dito que a esposa nao estava muito virada para isso mas que iam a uma que eu tinha indicado pois ela ao menos aceitou ir mas ficar de longe a ver o ambiente das pessoas fazendo nudismo. No final do dia contou que o que conseguiu dela foi só dar uma caminhada junto a agua entrando pelo local onde havia muitos homens e algumas mulheres nus mas ambos vestidos. E contou que a esposa ao regressar a toalha é que falou e lhe disse que as pessoas pareciam descontraidas se mostrando nuas e que nao tinham vergonha umas de serem gordas e estarem nuas outras de uma forma, e outras de qualquer outra forma. Ele aproveitou para tentar o que tanto queria que era lhe dizer algo a ver se a motivava para o fazer mas ela apenas comentava o que tinha visto ao ponto de lhe ter dito viste alguns homens que até estavam com o pau levantado e não escondiam de ninguem?. Lá fui sabendo mas a verdade é que as proximas idas deles a praia ele me contou que ou iam a praias normais ou faziam a mesma coisa de apenas caminhada no meio dos nus mas eles vestidos.Até que um dia lhe mandei eu um sms vou agora a praia com minha esposa, que era a mesma onde ele tinha estado com sua esposa mas disse-lhe nos iremos fazer nudismo. Ele só respondeu estou sozinho posso vos ir espreitar. Eu mandei sms a dizer que sim e lá fomos. Deitados na toalha nus, recebi uma sms dele a dizer que estava já lá mas que vestido e eu só lhe disse caminha pela borda da agua que vou convida-la a ir a agua e assim vais ver minha esposa ele mandou logo um ok e eu respondi para ele procurar que minha esposa nao o visse mas se o visse para ele nao dar bandeira de nada.La fui eu e minha esposa até junto a agua onde a minha esposa adora ficar molhando os pés como ela diz mas eu sei que o que ela adora é ficar se sentindo observado por todos aqueles homens nus. Alguns até mostrando seu pau a meia haste para ela.Vi João se aproximando de calão vestido e de chapeu (se calhar para se tentar disfarçar perante minha esposa) e eu procurei-a distrair para ela nao olhar para ele e dei-lhe hipotese de ele ver minha esposa toda nua, inclusive numa brincadeira com ela disse para ela apanhar um sargaço que estava junto a seus pes para ela arrebitar o cuzinho no momento em que meu amigo passava bem perto dela por tras de nós.Fomos de novo para a toalha e minha esposa se esparramou na toalha a apanhar sol e eu ainda a chamei para ela olhar para cima de nós e reparar o que um homem estava fazendo. Ela olhou e me disse ele esta cheio de tesao e batendo punheta eu ri com ela olhei para o mar mas ela ficou a ver o homem e me disse ele colocou-se de joelhos e está a fazer de conta que não sabe que eu o estou a ver mas acho que ele quer é mostrar-me que se está a masturbar. Eu só falei que ela tambem ja devia de estar com o mesmo tesao que ela pois a conheço e ela respondeu a dizer que sim. Nesse momento recebi um sms do João onde pedia desculpa mas ficou cheio de tesão de a ver nua.Acabou o dia de praia e nossas conversas continuavam nos dias seguintes onde ele me disse com toda a coragem que adorava fazer um trio comigo e minha esposa. Eu respondi que ela é que escolhia com quem faziamos. E muito falamos disso e de outras coisas como a questão de ele dizer que a esposa já tinha admitido um dia tentar fazer nudismo na praia e mais a frente ele até me disse que conseguiu dizer para ela que depois de verem um filme porno com sexo em grupo, se calhar seria engraçado ele ver ela dando para um outro homem. A resposta foi a normal que ele era maluco mas como disse ele sentiu que ela não ficou magoada com as palavras dele e ele insistiu e ela disse-lhe se ela um dia viesse a faze-lo com outro seria so pela vontade dele para que entao ele a pudesse ver. Ele lhe respondeu que bem lá no fundo era um sonho dele que se calhar apenas uma vez mas que gostava de a ver com outro. Ela segundo ele só lhe disse amor depois ve-se isso agora vamos ver o filme todo.Passados uns dias ele me diz que vai com a esposa de novo para aquela praia mas ela continuava a dizer que fazer nudismo não. Eu respondi a dizer que tambem ia mas eu ia fazer nudismo e ele mandou pode ser que ela te veja.Logo fui e acabei por chegar até primeiro que eles. Ele me avisou que estavam a entrar na praia e eu escondido deles procurei ver onde ficavam.Vi de longe que de facto nao tiraram os biquinis. Eu nú no meio de alguns homens e alguns casais estava controlando meu tesão do que me estava passando na cabeça e para não ficar de pau levantado. Não era o momento. Vi um casal muito perto de mim na grande marmelada mas sem fazerem sexo apenas no esfrega onde o homem nao escondia sua dureza e quando me lembrei dos meus amigos vi que eles se dirigiam para a agua mas já na direcção da parte do nudismo. Logo me levantei e fui até junto a agua e procurava disfarçar que os estava a ver a aproximar. Estavam tambem junto à agua um casal com a agua pelos joelhos onde a senhora tinha os mamas enormes e mais ao lado estavam dois homens um de pau feito e outro com o pau a meia haste. Reparei na Sandra, esposa do João, de olhos fixos no pau do senhor que estava de pau feito e olhei nesse momento o João que arregalou os olhos ao me ver ali nu quase na frente da esposa dele. Com tudo aquilo meu pau deu um pequeno sinal levantando um pouco e quando eles iam a passar por mim me virei e me fiz espantado por os ver ali. Ela com um biquini curto na parte inferior daqueles de apertar dos lados com um pequeno laço o que faza com que visse toda a sua anca e um soutien nao muito curto mas que tapava todo o tamanho de seus seios. Reparei em Sandra que ficou muito vermelha me mirando quer a cara quer baixando seus olhos e olhando meu pau que a dormia não estava. Não lhe dei tempo para pensar e logo me aproximei a cumprimentando como sempre lhe dando dois beijos na cara. Ficamos ali os 3 a conversar nao escondendo ela sua timidez mas tambem na
o disfarçando muito o desvio de seus olhos de vez em quando para o meu pau. Uma das vezes que senti que ela ia olhar levei a mao a meu penis e o arragacei um pouco como quem o coça.No meio da conversa vi o João arregalar seus olhos para algo atras de mim e olhei assim como a Sandra e eu ri e virei meus olhas para a Sandra e ela vermelha como um pimento olhava a cena de um casal que saia da agua onde o homem vinha de pau bem duro levantado e a mulher que com ele saia brincava com ele ora dando sapatadas no pau dele ora arregaçando-lhe o pau mostrando a todalidade da cabeça do pau dele.Nessa altura convidei-os a irem até a minha toalha para continuarmos a conversa. A Sandra logo respondeu é melhor não pois só nós estamos nus e parece mal ao que respondi que se quisessem podiam tambem tirar suas roupas e ela ao dizer que não eu contrapus dizendo que nao tinha nada de mal ficarem ali no meio vestidos.O João ainda me falou vem tu para junto de nos mas eu inventei dizendo que nao tinha calçao para poder ir para lá e insistindo dei dois passos e disse venham lá. Para minha estranheza a Sandra me seguiu e claro o João tambem. Ao caminhar no meio de vários homens nus reparei que a Sandra olhou bem para todos aqueles caralhos. Passou por nos um homem em sentido contrario a nos de pau completamente teso.Sacudi a toalha disse a ela para se sentar e o João e fiz por ficar mais um pouco de pé para lhe mostrar bem a frente da cara da Joana meu pau. Mas logo me sentei pois senti que estava a ficar de pau duro. A toalha era pequena para 3 sentados por isso ficamos quase colados com a Sandra no meio.A conversa virou para o nudismo onde ela perguntou pela minha Joana e eu disse que estava trabalhando se não estaria ali comigo. Ela ficou surpresa mas para tirar duvidas eu logo peguei no telemovel e mostrei fotos nossas fazendo nudismo. Acho que as fotos a tranquilizaram e aproveitei a dizer a João vai pegar vossas coisas e traz tudo para aqui. Logo se levantou e fui falando com a Sandra onde lhe perguntei se não gostava de nudismo e ela disse que nunca tinha feito mas que talvez gostasse. Fiz-me desentendido e perguntei O João não te deixa fazer? e logo ela disse que ele já lhe pediu para fazerem e eu disse para a Sandra então faz. Tira a roupa e surpreende o teu marido e ela disse que só se ele fizesse tambem. Quando João chegou passou cada um para a sua toalha. Ainda falei a ele para tirar o calção mas ele negou e eu não consegui dar-lhe o toque mas ficaram ambos vestidos.Deitados os 3 de barriga para baixo com a Sandra no meio tocou meu telemovel e tive de me levantar logo no momento em que sentia que estava com um tesao enorme. Mas fi-lo e fiquei de cocoras mesmo na frente da Sandra falando ao telemovel e reparei que ela nao tirava os olhos de meu pau duro. Acabou a chamada e guardei telemovel e levantei-me e vi os olhos de Sandra seguirem meu pau que cada vez pulsava mais só de sentir os olhos dela no meu pau.Deitei-me e para ver a reacção dela disse-lhe desculpa estar assim mas não pensava que tinha de me por de pé e não tive tempo e ela não respondeu mas João disse que parecia ser normal pois já tinham visto alguns de pau duro na praia. Sandra completou apontando para um senhor acima de nós que sacudia a toalha mas estava de pau feito e disse olhai ali mais um com o coiso assim.Rimos os 3 e a Sandra perguntou se não queriamos ir a agua. Concordamos.Nos levantamos e eu de pau feito e Sandra perguntou sorrindo e tu vais assim?Eu respondi não tenho escolha isto nao baixa ao meu mando rimos de novo com a Sandra olhando fixamente o meu caralho mas eu acrescentei mas isto não é justo Sandra. Tu estás sempre a olhar meu pau e eu so vejo os vossos biquinis. A rir a Sandra vira-se de costas para mim e diz então alguma justiça. desaperta ai o meu soutien. Logo me aproximei dela por tras e deitei as maos ao laço de seu biquini mas como que despercebidamente fiz encostar meu pau, facilitado por estar de pau feito, ao de leve numa sua nadega. Ela virou-se para mim nao se afastando fazendo meu pau deslizar nela e vi-lhe aquelas lindas mamas. João ao ver aquilo tira seu calção e fica nu. Eu aproveitei o pouco distanciar do João e lhe disse para Sandra desculpa ter roçado em ti o meu pau e ela olhou para o meu pau sorriu e disse não faz mal, foi bom. Fiquei maluco.Descemos até a agua e ela só se ria de quer eu quer o marido estarmos de pau feito e eu so olhava suas mamas e elogiei Sandra com essas maminhas tao lindas nunca as devias esconder atras de um biquini e ela sorriu e disse e segundo o meu marido boas tambem ao que respondi que eu iria adorar poder prova-las para saber se ele falava verdade. Ela disse que se notava bem e com uma grande gargalhada apontou para meu pau e disse será por causa de quem esse pau assim? e foi João quem respondeu prova as mamas dela e diz alguma coisa mas logo Sandra correu pela agua dentro a rir. Fiquei com João e só lhe perguntei posso avançar? e ele riu e respondeu com a cabeça.Fui em direcção à Sandra e mergulhei saindo da agua bem junto dela tendo ela me atirado com mais agua para a cara e fugiu. Fui atras dela e agarrei-a por trás segurando-a nas mamas e colocando meu pau duro bem no seu rego. Ela ficou quieta e eu tambem. Seu marido apareceu na frente dela a rir e disse apalpa bem as mamas dela e aperta-as que a Sandra adora isso. Ali senti-me finalmente a vontade.Virei-a de frente para mim e tornei a apalpar-lhe as mamas. Abracei-a bem colada a mim.O João mergulhou e senti na cabeça de meu pau que estaba esbarrada na Sandra que a cueca dela desliza por ele. Não me mexi e vi Joao com o biquini dela na mão. Ela se abraçou finalmente a mim e eu a beijei. Peguei nela pela cintura a elevando um pouco e nem tinha reparado que Joao tinha mergulhado de novo mas senti sua mão pegar em meu pau e a ser encostado na coninha de Sandra que se deixou deslizar e senti meu pau entrar nela.Não foi demorado e nos viemos ao mesmo tempo.Sandra abraçada a mim me beijando foi dizendo vamos sair daqui. João perguntou se eu já podia dizer se eram boas ou não as mamas dela e foi Sandra quem respondeu vamos para casa para ele provar melhor.Saimos dali segui-os no meu carro e mal entramos em casa logo Sandra me baixou o calçao me mamando o pau. João levantou o vestidinho da Sandra e Senti que estava metendo nela. Ela estava sendo empurrada pelo marido contra meu pau.Ele se veio rápido dentro da esposa que se foi lavar e ele me levou para o quarto deles.Lá chegado ele desabafou que estava muito feliz por ver a mulher dando para outro na frente dele e nessa altura ela entrou e disse que nunca tinha pensado que poderia ter sido escolhido para um trio como eles tanto o queriam mas que estava satisfeita e muito excitada por ter sido eu.Nesse momento senti João agarrar meu pau e me punhetear dizendo vamos ficar durinho para comeres a minha esposa todinha. Ela se agarrou a mim aos beijos, agarrei suas mamas e chupei, lambi, mamei e fui descendo até lhe lamber a coninha. Eu continuava com a piça presa na mão do João que me masturbava muito lentamente. Fiz ela se vir na minha lingua enquanto esticava minhas mãos para segurar suas mamas e foi quando ela se estava a vir que senti o marido dela abocanhar meu pau. Não estava à espera daquilo mas fiquei quieto o que me fez continuar a lamber sua coninha. Só que desta vez baixei uma mão e comecei dedilhando o cuzinho da Sandra. Não senti resistência e meti um dedo a medo mas continuava sem resistencia nenhuma nao sei naquela altura se por ela voltar a quase estar atingindo o orgasmo com a minha lingua e enfiei o dedo o mais que pude. Coloquei um segundo e só senti ela pe puxando o cabelo como se quisesse que eu entrasse de cabeça nela e ela veio-se de novo.Levantei-me e o João largou meu pau. Estava duro. Fui junto da cara de Sandra e dei para ela mamar. João aproximou-se e começou chupando as mamas da esposa e eu tirei o pau da boca dela e ofereci para ele que ficou a mamar enquanto a esposa estendia a lingua para me lamber os tomates.Por fim procurei a gruta dela e comecei a bombar e o João aproveitou para dar o pa
u à esposa para mamar. Quando o ouvi urrar gritei nao te venhas já e eles pararamFoi quando pedi ao João para se deitar e a Sandra se deitar de frente para ele metendo seu pau na coninha.Fiquei por momentos vendo aquele pau teso desaparecer naquela coninha linda e fui apalpando suas nadegas. Por fim coloquei-me a jeito e encostei meu pau no cuzito dela e perguntei posso meter aqui? e Sandra toda extasiada repondeu sempre sonhei com isso desde pequenina. Mete, mete todo bem fundo. Pela primeira vez vou ter dois paus dentro de mim. Claro que logo ataquei bem devagar mas ela gritou mete fundo todo caralho. Acho que foram essas palavras dela que fizeram com que o João se viesse logo de seguida. Eu continuei a meter e a tirar daquele cuzito até me vir todo. Fiquei parado por momentos em cima deles até que tirei o pau de dentro dela. Depois saiu a Sandra de cima do marido e vi o leite lhe saindo dos dois orificios para cima dos tomates do João o que originou gargalhada entre nós.Sandra não o deixou mexer e com uma mao ficou misturando os nossos leites pelos tomates, pelo pau e por todo o peito do marido.Fomos para o banho todos juntos. E Sandra perguntou-me gostaste? pensei que ias fugir quando o João de agarrou o pau e eu respondi que nunca fujo a nada e foi quando ela me perguntou gostava de ver meu marido ser chupado por um homem. Tu chupavas ele?. Não respondi. Ajoelhei-me e meti o pau do João na boca. Quando o senti bem duro perguntei para ela Sandra um desejo teu é uma ordem. Continuo a chupar até se vir ou como queres? Ela respondeu quero que o chupes mais e quando ele se estiver quase a vir tu tires da boca e ele se venha nas nossas caras enquanto nos beijamos. Não sei como João ainda tinha tanto esperma para nos atirar para a cara de ambos. Continuamos nos beijando mesmo com aquele esperma todo escorrendo em nossas caras. João tomou banho e saiu da banheira e Sandra já me masturbava de novo e por fim com a agua a cair nas suas costas baixou-se e com a boca me provocou de novo um enorme tesao. Quando o senti duro fiz ela se levantar e com ela de costas meti em sua coninha e não demorou para ela pedir vem-te agora que eu tambem me vou vir mas eu procurei aguentar e nao me vim. Ela sentiu que segurei e perguntou porque seguraste? queria o teu leite e já estou esgotada e eu so lhe disse quero teu cu para me vir. Só ouvi ela dizer nao demores para nos deitarmos a descansar que eu estou precisando. Fiz o esforço para não demorar.Depois do banho ela se foi deitar ao lado do marido que já dormia e eu me vim embora.Agora ele tantas vezes fala que queria ter o mesmo com minha mulher mas ela parece que nao vai muito na bola dele. Vamos ver

Esposa, Madame e Putíssima

Esposa, Madame e Putíssima, tudo ao mesmo tempo        Esta é uma história verídica, por isso devo, antes de ingressar na parte que me levou a conta-la aqui, situar nos no momento e ambiente que a proporcionou com todas as suas peculiaridades.        Peço um pouco de paciência, portanto aos leitores e leitoras que se propuserem a lê-lo.        Eu tinha 35 anos, trabalhava em uma repartição pública no Litoral de São Paulo, mais exatamente em uma cidade pequena que tinha em suas praias sua única atração. Fazia parte de minha função o contato com pessoas, principalmente as que vinham de fora para turismo ou visitas de verão.        Certa tarde, por volta das 14 horas aproximadamente, estacionou defronte à repartição onde eu exercia minhas atividades uma van , luxuosa á época, cujo modelo era de uso comum entre pessoas diferenciadas, abastadas e bem situadas socialmente. Dela desceu um casal, ele alto, claro, um pouco gordo, com cerca de 35 anos também e ela na casa dos trinta e poucos anos (que depois eu soube eram exatamente 34), loira, cabelos curtos, altura mediana, pele clara, olhos verdes, que ostentava roupas elegantes e de grifes famosas, embora esportivas, mas que denotavam apenas elegância ao vestir, sem nenhuma conotação de sensualidade. Parecia uma madame, dessas às quais não se consegue atribuir outra função que não seja a de mãe e esposa.        Estavam nitidamente tensos e abalados, como se alguma coisa assustadora houvesse ocorrido momentos antes e não era engano, aproximando-se o homem tentou de forma meio desconexa relatar um atropelamento de que fora autor, havia poucos minutos na rodovia próxima ao local onde eu trabalhava. Ele havia tentado socorrer a vítima mas sem sucesso, faleceu no local.         Assustado com a situação e temendo poder ser alvo de agressão por parte dos que transitavam pelas proximidades, de imediato procurou algum lugar neutro onde pudesse se recompor e recuperar a razão, perdida momentaneamente.        Interferindo no relato ela passou a contar os detalhes do fato, pois, embora nervosa, mantinha a condição de raciocinar.         Não importa muito o que ocorrera, o fato é que a partir dali acabei me tornando um aliado involuntário do casal que via em mim, não sei porque, um instrumento de defesa contra possíveis ataques dos furiosos moradores locais presentes no momento do acidente.        Ânimos serenados, após cerca de meia hora de tensão, o casal se preparava para ir de volta à sua residência de verão em uma cidade próxima quando a elegante senhora me perguntou se eu poderia servir como testemunha no caso de haver um processo contra seu marido, com o que concordei, não sem antes ressaltar que relataria apenas o que vi, ou seja, apenas o que ocorrera após a chegada deles até mim. Ela concordou, pegou o número de meu telefone, meus dados pessoais e declarou que era advogada e talvez fosse cuidar do caso na justiça, se necessário. Despediram-se e se foram.        Tudo teria terminado ali mesmo e naquele momento, não fosse o fato de que, cerca de quinze dias após, me ligou a distinta madame, querendo falar sobre o ocorrido e dizendo que, embora ainda não houvesse o processo, gostaria de conversar comigo sobre o acidente. Também advogado, imaginei que pretendesse montar uma estratégia de defesa e para isso buscasse apoio em mim e outras pessoas do local. Concordei e pedi que me procurasse no serviço dois dias após, quando eu estaria menos atribulado.        Dois dias depois, logo após o horário de almoço, chega até mim uma mulher um pouco diferente da que eu vira dias antes, estava bronzeada, muito embora ainda conservasse seu ar distinto e elegante. Conversamos sobre o acidente e no que eu poderia ajudar, ela se despediu e se foi novamente para a cidade vizinha.        Uma hora depois, o telefone toca e é ela mesma, dizendo que perdera algo e talvez tivesse esquecido na repartição, ao que eu respondi, após procurar alguns minutos que acreditava não ter sido ali. Feito isso ela continuou a conversa, dizendo de sua preocupação, suas atribulações e lastimando não ter tido mais tempo para conversarmos durante sua visita. Gentilmente se desculpou e fez um convite meio que formal para tomarmos um sorvete ou suco qualquer dia na cidade onde estava.        Entendi o convite como um compromisso formal, provavelmente para compensar minha participação como testemunha e certamente com o marido junto.        No dia seguinte novo telefonema para perguntar algo sem importância e aí eu já achei que talvez houvesse algum interesse pessoal em sua atitude, mas a imagem de distinção ainda predominava em minha mente. Vários telefonemas e dias depois, já tinha eu percebido que ela realmente queria algo além do testemunho, talvez uma aventura romântica típica de mulheres com aquela estampa. Acabei marcando com ela em uma Quinta-feira também à tarde para nos encontrarmos e tomarmos o comentado sorvete. Pela primeira vez se despediu deixando um beijo, o que me fez ter certeza.        Chego ao local combinado eu a encontro elegantíssima em um vestido Clodovil todo vaporoso, típico de verão, mas ainda nenhuma conotação de sensualidade, apenas elegante e bonito. O bronzeado havia aumentado em relação à última vez que a vira e o perfume exalado invadia minhas narinas de forma deliciosa.        Cumprimentei e, meio sem graça perguntei onde queria ir. Disse-me que gostaria que eu escolhesse, pois, eu era o convidado. Respondi a ela que gostaria de um local tranqüilo, onde pudéssemos conversar à vontade sem interferência ou olhares curiosos e ela concordou, perguntando-me mais uma vez. Onde?        Não punha muita fé naquele encontro nem em um possível relacionamento entre nós, porém, acho que até para me ver livre daquela situação meio incômoda logo, propus atrevidamente. Vamos a um Motel? – Nossa, que direto, eu pensei que você ia sugerir uma sorveteria ou uma cafeteria!!!- Bem, os Motéis são os lugares mais privativos, tranqüilos e íntimos que existem, isso não quer dizer que precisemos usa-lo em toda sua finalidade, podemos apenas conversar… falei eu já achando que havia ultrapassado o limite da ousadia…- Eu aceito, vamos a um Motel, acho que assim poderemos ficar mais à vontade mesmo… Principalmente visto dessa ótica que você colocou, totalmente nova para mim…- Percebi, então que não falava com uma principiante inexperiente, pelo menos algum caso ela já havia experimentado antes…No caminho para o Motel (que eu já havia planejado), conversamos normalmente, sem nenhuma insinuação de sexo nem toques físicos.Chegamos ao Motel por volta das 15 horas e se havia algum casal ali não chegamos a perceber, entramos, estacionamos e subimos até nossa suite (eu escolhera a melhor para o evento). Eu jamais tinha me envolvido com mulheres daquele tipo, casada, socialmente diferenciada, educada no exterior, rica elegante e muito bem cuidada, apesar da aparência ingênua.Adentramos ao apartamento e um beijo carinhoso e delicado deu início ao nosso contato físico, um beijo gostoso, cheirando ao perfume deslumbrante que ela usava. Fomos até o quarto.Ali chegando eu, ainda beijando apaixonadamente sua boca a coloquei sobre a cama deitada de costas, em seguida toquei seu corpo todo por cima das vestes começando a me excitar pelo que sentia. Seu perfume e sua pele macia a muito bem tratada me deixavam enle
vado e até mesmo com um certo espírito romântico. Isso, aliado ao fato de estarmos na intimidade, às escondidas, com cumplicidade me excitava cada vez mais. Ela correspondia plenamente.Falei então que precisava tomar um banho, pois o calor estava me incomodando e me dirigi ao chuveiro deixando-a no quarto deitada, com um olhar de anjo.Enorme surpresa ao voltar do banho, ela já havia tirado toda sua roupa e deitada na cama mais parecia uma deusa, o corpo bronzeado deixando entrever sua cor original apenas nas pequenas marcas de biquíni que tingiam parte de seus seios e minimamente os quadris, um corpo estonteante, com curvas sensuais, provocantes, as coxas roliças, grossas mas uniformes, em perfeita harmonia com o resto do corpo, cintura afinada, uma barriguinha impecável, os seios pequenos, mas firmes e tentadores, principalmente incrustados em uma mulher daquela idade, bicos grandes e escuros, os pelos pubianos loiros, iguaizinhos ao cabelo (era loira natural), os pés maravilhosamente delicados e macios, uma verdadeira deusa, provocante, sensual, surpreendentemente tentadora.De imediato minha excitação se tornou física e meu pau já se erguia acima da linha de sua base, querendo e pretendendo toca-la fosse onde fosse.Ela se levantou calmamente e disse que iria ela agora para o banho, que eu esperasse só um minuto. Beijando-me sem se encostar em mim foi para a ducha.Agora eu já estava ansiosamente excitado, esperando que ela voltasse do banho deitado de costas na cama macia e grande do motel. Ela desligou a ducha e saiu ainda se enxugando com a toalha do banheiro. Dirigiu-se a mim com um olhar provocante (que ela sabia fazer efeito imediato), aproximou-se e se encostou em meu corpo segurando-me pelo pescoço e beijando-me intensamente. Roçava seu quadril em mim que já estava totalmente de pau duro e parecia brincar com meu cacete por entre as coxas firmes, sedutoras e macias. Ela já me dominava totalmente, a partir dali eu faria o que ela quisesse para possui-la inteira. O corpo bronzeado que se encostava ao meu se fazia sentir quente e ao mesmo tempo aconchegante, macio e excitante, cheiroso e delicado como eu nunca vira.Ainda deitado de costas na cama a recebi sobre mim com aquele corpo divino que se revelara apenas momentos antes, escondido que ficara até então sobre as roupas elegantes e caras.Eu já não tinha mais o controle de minhas sensações, apenas a admirava e usufruía aquele momento de enlevo e excitação extremo.Falando baixinho de forma sensual ela começou a me dizer obscenidades deliciosas:- Vem pra mim meu tesão, vem pertinho de mim, eu sou sua puta a partir de agora, eu sou sua cadelinha, faça comigo o que faria com qualquer putinha da rua, eu quero ser possuída, eu quero ser comida, eu quero que você me foda todinha, diga-me o que você quer que eu faça e farei bem gostoso, diga…- Atordoado de tesão e felicidade eu, estremecendo-me todo só consegui dizer: Me chupa tentação, me chupa gostoso…Sem nenhuma cerimônia nem hesitação ela começou a se movimentar com a boca na direção de minha pica, beijando primeiro meu pescoço, depois meu peito, depois a barriga, em seguida a virilha (o que me provocou cócegas) e em seguida meu saco, sempre, com as mãos macias preparando antes o terreno onde iria colocar a boca macia e sensual. Sua boca era quase irresistível, lábios rosados, macios e salientes, com um beicinho sensual no lábio inferior, os dentes maravilhosamente brancos se sobressaiam sobre a pele bronzeada pelo sol da praia, o sorriso que lembrava muito o que tem a atriz Cameron Diaz combinava perfeitamente com seus verdes e provocantes olhos.Seguiu seu caminho em direção a meu pau com uma dose de sensualidade impressionante, era realmente uma mulher muito, muito experiente nisso, me deixava estático e ao mesmo tempo a ponto de explodir de tesão. Meu pau já doía, até, de tão duro quando ela encostou os lábios úmidos em sua glande. O toque macio daquele beijinho simples quase me fez gozar naquela hora mesmo, mas ela, experiente, esfregou sua boca para baixo, sem coloca-lo dentro, até chegar ao talo de meu pau enrijecido e pulsante.Devagar foi novamente subindo até atingir o cabresto da glande exatamente o lugar onde mais se desenvolve a excitação e com a língua macia e rosada começou a contornar a agora já enorme e vermelha cabeça de meu cacete que pulsava enlouquecido. As mãos delicadas, macias e tratadíssimas acariciavam as bolas de meu saco de maneira suave mas profundamente excitante. Eu já não agüentava mais, tentei segurar o gozo intenso que se avizinhava quando ela, percebendo meu desespero afastou um pouco a boca e me pediu calma, pois iria me proporcionar um prazer muito maior.Voltou a cuidar de minha glande inchada e ansiosa com a boca macia, primeiro envolveu-a toda com seus lábios sensuais, deixando-me ver a cabeça de meu pinto dentro de sua boca, depois, lenta, úmida e deliciosamente foi colocando o resto de meu pau boca adentro, demonstrando por suas bochecas avolumadas que meu pau mal cabia em sua pequena boca macia. Em seguida já estando com metade de meu pau dentro da boca, começou a passar a língua úmida bem levemente sobre meu cabresto e me olhava provocantemente com aqueles olhos verdes penetrantes e safados, como que rindo de meu desespero e excitação.Indo além do que eu esperava continuou a enfiar em sua boca meu caralho pulsante, senti que chegara à garganta, embora não houvesse chegado ao talo ainda, o toque foi inconfundivelmente prazeroso e me vi sem meios de segurar o gozo. Um leve beliscão em meu saco me fez capaz de resistir mais uma vez e seu olhar cheio de erotismo me mostrava que ainda não era hora.Surpreendendo-me mais uma vez continuou sua tarefa de engolir meu caralho, prendeu a respiração e afundou mais um pouco aquele mastro em sua boca e garganta. Senti a cabeça passar pelo apertadinho canal que identificava a garganta deliciosa daquela irresistível puta disfarçada de madame. O pau fora até o talo, seus lábios agora roçavam meu saco por baixo e meus pelos do púbis por cima, meu cacete estava inteiro dentro da boca dela e eu não conseguia imaginar como cabia naquela boquinha delicada.Com leves movimentos de vai e vem ela mesma se encarregou de provocar minha excitação final, eu sentia a cabeça entrar e sair da garganta apertada na qual ela recebera todo o meu caralho. Agora eu fui quem tentou retardar, embora com pouco sucesso, segurei sua cabeça pela nuca e apertei forte contra mim, fazendo entrar na boca o pouco que sobrara, de meu pau, senti que ela reagiu. Com o movimento brusco eu lhe impedira a respiração e ela desprevenida tentava suportar o sufoco. Eu continuava a segura-la apertada contra mim, com todo meu cacete dentro de sua boca, via pelos olhos arregalados dela que o ar já lhe faltava, o rosto ficava rosado, mas ela não tentava se safar, vinha de encontro a mim com uma volúpia impressionante e ainda movimentava meu cacete dentro de sua garganta de forma a me proporcionar um inigualável e supremo prazer.Não agüentei mais e gozei. Gozei copiosamente ali mesmo dentro daquela garganta sublime e aconchegante para meu caralho, gozei como nunca havia gozado antes, jorrou minha porra por quatro ou cinco vezes em golfadas memoráveis, estremeci e quase cai da cama onde estávamos, agora eu de joelho e ela de quatro a engolir toda aquela enxurrada de porra que eu expelia.Não reclamou nem deu sinal de insatisfação, simplesmente afastou um pouco a cabeça de meu corpo e mantendo ainda mais da metade de me pau dentro de sua boca, continuou a sorve-lo e a passar sua língua deliciosa pela cabeça saliente e entumecida, agora satisfeita. Mais alguns minutos e ela tirou meu pau de sua boca, lenta e deliciosamente, voltou a me beijar a virilha, a barriga, o peito, o pescoço até chegar novamente à boca, momento em que senti o gosto lascivo de sexo com que estava impregnada. Ficamos assim por cerca de um minuto, um colado ao outro.Achei então que era minha vez de lhe proporcionar prazer, pois o que eu recebera fora um verdadeiro êxtase. Colocando-me sobre ela, ajoelhei-me sobre
a cama com seu corpo entre minhas pernas e comecei a beijar seu pescoço, descendo até os seios irresistíveis. Ao beijar e mordiscar o seio esquerdo senti que seu bico se avolumava e se enrijecia tanto quanto há pouco meu pau o fazia. Aquele bico saliente, durinho já se alojava todo em minha boca excitada que o mordiscava provocantemente.Passei, então, a massageá-lo com os dedos enquanto descia com a boca úmida para a altura da barriga firme e bem malhada, cheirosa, ostentando um umbigo sensual e muito bonito, que já me fazia ter vontade de fodê-lo também, passei a língua pelo interior do umbigo e desci para o púbis, onde senti os macios pelos loiros, depilados de forma a mostrar apenas uma pequena mecha dourada acima da vagina todinha raspada, pequenina, rosada, perfeita. Coloquei meus lábios sobre a pequena grutinha, ví que com minha boca entreaberta ela ficava toda dentro do círculo de meus lábios, eu podia lambe-la toda em um só movimento sem tira-la da boca. Passei, primeiro delicadamente, depois com um pouco mais de pressão, minha língua por toda sua extensão externa, sentia os grandes lábios se entumecerem, incharem e ficarem cada vez mais quentes em minha boca.Daí pra frente, colocando minha cabeça entre suas coxas gostosíssimas passei a sorver voluptuosamente aquela bucetinha deliciosa, minha língua deslizava delicada entre os lábios interiores da xotinha loira, cheirosa, saborosa, macia e úmida que ela me oferecia com muita tesão entre gemidos baixinhos de prazer e loucura, as pernas apertavam minha cabeça e as mãos a puxavam contra seu corpo como que querendo que eu entrasse inteiro por sua buceta até seu útero.Fazia movimentos lentos, porém firmes e eficazes na busca de excita-la o máximo possível antes de faze-la gozar. Sentia o líquido vaginal cada vez mais intenso invadir minha boca e o corpo dela estremecer a cada movimento calculado de minha língua.Cheguei com a ponta da língua ao grelhinho saliente e endurecido que ela ostentava na parte superior da bucetinha, senti sua uretra e alí também toquei com a ponta da língua como que querendo penetra-la, voltei ao grelhinho gostoso e já totalmente exposto.Fazia com minha língua movimentos para cima e para baixo naquela deliciosa saliência , cuidadosamente para não incomoda-la, procurando manter a delicadeza mas ao mesmo tempo não perder a habilidade de excitar. Ela correspondia com gemidos cada vez mais prolongados e a respiração ofegante, se contorcia com minha cabeça entre as coxas e com a bucetinha inteira em minha boca, forçando de vez em quando seu corpo contra minha cabeça. Minha língua continuava, agora penetrando suavemente o canal de sua buceta maravilhosamente saborosa com movimento de entrar e sair, atingindo conforme percebi as pequenas saliências de seu ponto G, ela ia ao delírio e os gemidos já eram breves gritos de prazer, seu corpo se contorcia cada vez mais intensamente e sua respiração já era á era de quem está prestes a gozar. Continuei com habilidade minha tarefa para retardar-lhe o gozo ao máximo, voltei aos lábios internos, depois aos externos e em seguida ao grelho totalmente exposto (que pude perceber tinha em torno de um centímetro) e entumecido, onde me detive por mais alguns poucos minutos de extremo prazer para ela. Em seguida percebendo que ela iria gozar antes do que eu imaginara ser o ponto de êxtase, dirigi minha língua totalmente umedecida de saliva e do suco vaginal que ela expelira profusamente até seu delicioso cuzinho. Um cuzinho apertadinho, sem marcas de quaisquer rompimentos, sem vestígios de arrombamento, perfeito. Percebi que ele estava lubrificado, provavelmente por algum supositório que ela usara antes de nos encontrarmos, talvez já esperando uma aventura anal. Passei minha língua por toda a volta daquele orifício divino e perturbador e enfiei parte da língua em seu interior de uma estocada só. Ela vibrou, estremeceu e gemeu altíssimo demonstrando um prazer repentino, que até me preocupou, pensei te-la desmaiado, mas não ocorreu, ela continuou gemendo, agora movimentando a bunda e aquele maravilhoso cuzinho em direção à minha boca, como que querendo que eu me dedicasse somente a ele, que eu o lambesse mais e mais profundamente, que eu enterrasse toda minha língua em suas profundezas.Com voz transtornada pelo prazer me dizia:- Isso, é ai mesmo…, é ai…, eu adoro…, eu quero mais…, lambe…, enfia a língua…, me faz gozar…, eu adoro…, chupa meu cu…, mete a língua…, esfrega sua boca nele…, entra com sua cabeça no rego de minha bunda, vai, continua… E voltando a pressionar a bunda contra minha cabeça quase me fez perder a respiração. Ajeitei-me de forma a poder respirar e continuei a estocar com a língua aquele cuzinho delicioso, ela ia às nuvens, via estrelas cadentes e continuava a gemer e a se contorcer como uma cobra.- Pára meu tesão…, pára…, eu vou gozar…, volta pra buceta…, me faz primeiro gozar pela frente…, depois volta pro cu…, eu adoro isso…Eu estava totalmente impedido de falar, mesmo que quisesse, com todo o meu rosto tomado pela sua lindíssima e macia bunda, mas exultava de prazer, meu pau já estava de novo mais duro que uma rocha e ela, percebendo isso, se esgueirou até ele e com as mãos maravilhosas começou a acaricia-lo de forma magistral enquanto gemia forte e ofegava continuamente.Repentinamente ela entrou no transe do gozo, apertou meu caralho com as mãos, gritou alta e prolongadamente e gozou. Minha língua estava todinha dentro de seu cu e eu percebi nitidamente as contrações que ele fazia com frenesi… Ela gozou de forma retumbante, estremeceu-se todinha e eu junto, chegava a grunhir de prazer fazendo um som gutural que jamais poderia ser simulado. Ela estava gozando como nunca gozara antes….Continua…

Amanda conhece o mundo

Olá! Meu nome é Amanda, e essa é a história da primeira vez que tomei coragem de aparecer pro mundo. Se gostarem, um dia conto como foi que nasci, e minhas primeiras aventuras enquanto invadia a vida do sapo com quem divido o corpo. Mas hoje o papo é mais recente, depois que já tive algum treinamento solo e precisava de mais e sabia que a vida poderia me dar. Primeiro, um rápido contexto.O sapo se divorciou, depois de quase 10 anos de casamento. Passado o luto esperado e aceitável, comecei a sussurrar no ouvido dele, pedindo espaço. Você não tem mais por que esconder. A casa é sua, ninguém vai saber nem ver. Mas e se eu trouxer alguém aqui? Aí você esconde tudo num canto antes. Você sabe que não vai trazer ninguém sem planejar primeiro. E foi assim que comecei a comprar minhas primeiras coisinhas: umas calcinhas, um scarpin e uma sandália de salto, um vestidinho… uma camisola de seda, que comecei a usar para dormir até perceber que precisaria de outro pijama quando tivesse que lavá-la, e foi assim que tive meu primeiro short-doll. Coisas poucas, mas que pela primeira vez eram minhas de verdade, e não usadas na surdina de alguma mulher com quem dividia moradia (esposa, mãe, tia, empregada…) ou que comprava e com dor no coração jogava fora depois de matar uma necessidade pontual. Também comprei meu primeiro consolo, e parei de improvisar com coisas fálicas que tinha em casa. Com o tempo, comecei a me arriscar mais e comecei a usar minhas roupas todo o tempo que estava em casa (no início com um baita medo de ser chamada por algum vizinho), depois comecei a ir de calcinha pro serviço, primeiro umas calçolas para ver se marcava a roupa e alguém percebia, depois umas shortinho, até as rendadas, as fio-dental, e por fim as fio-dental de renda! Por esses dias tinha comprado também um plug com vibro, tanto pra brincar em casa quanto pra acostumar meu cuzinho. Resolvi ir um dia com ele pro trabalho, desligado, claro, sob uma calcinha de shortinho. Me senti a cachorra! A Amanda estava lá e ninguém nem percebia, e a adrenalina e a pressão de estar sentada deram o que fazer pra eu não me contorcer nem gemer às vistas dos colegas. Quando o tempo plugado começou a ser demais eu pensei ah, agora aguenta até em casa que eu não tenho o que fazer com você aqui!, mas no final do dia deu tudo certo. Mas eu queria mais!E aí chegaram minhas férias e o início propriamente deste conto. Com o tempo que agora sobrava, daria pra eu organizar uma saída efetiva e me sentir viva socialmente, não só individualmente. Como eu poderia me sentir Amanda? Usualmente só sentia atração por mulheres (com pinto ou buceta, as duas sempre me ligaram), mas perto delas eu não conseguiria me sentir mulher, precisava de mais contraste. Então decidi que seria um boy. Mas qual boy? Ainda não estava pronta pra me abrir com amigos gays, fora que sempre senti deles certo desprezo por homens que não gostavam de parecer homens; diziam que eram gays porque gostavam de outros homens, se fosse pra ficar com uma mulherzinha pegariam mulheres. Então vai ser pagando mesmo, afinal não tô querendo casamento e apresentar pros pais, quero só uma transa em que me sinta feminina! Comecei a buscar nuns sites rapazes que atendessem homens e mulheres (na minha cabeça seria mais fácil eles toparem o que eu propunha). Peguei alguns zaps de uns mais másculos, mas que pareciam que não iam ser que nem ator pornô que só fica socando – fantasiava eu ser princesinha, acariciada, desejada e, claro, penetrada. Com um deles a conversa foi bem legal, ele entendeu o que eu queria, explicou como era o programa, acertamos preço e só faltou a data. Combinamos que seria num motel próximo ao local em que ele atendia, que era só eu chegar lá, pegar um quarto e chamá-lo. Isso ia ser ótimo, porque me daria um tempo pra me montar nos detalhes.A segunda etapa era me preparar: escolhi a lingerie, a roupa, os sapatos. Tinha que preparar o corpo também: decidi fazer um jejum de masturbação por uns 10 dias, pra ficar louquinha; fiz a chuca… e marquei salão! Gente, que desespero!! Fui buscar num bairro longe, pra evitar ser reconhecida, mas valeu a meia hora de trânsito. As meninas eram ótimas! Fizeram de tudo pra me deixar relaxada e disseram que sempre tinham cliente como eu. A primeira coisa da agenda era a depilação. Completa! A depiladora tosou tudo o que dava na maquininha antes de começar na cera, e eu estava constrangida com medo de ficar duro na frente dela, mas acho que ela adivinhou, ou a experiência já a guiava, porque ela falou pra eu ficar deitada de barriga pra baixo primeiro. Após os primeiros puxões, eu sabia que não ia ter como nada mais ficar duro naquela hora, provavelmente naquele dia. Saí lisinha, toda vermelha, dolorida e ardida. Não ia ter como sair naquele dia. Conversei com a cabeleireira e a manicure se teria que remarcar, mas elas deram a ideia de deixar as mãos e os pés prontos, o cabelo (uma peruca) arrumado e eu pegaria no dia, e a maquiagem elas me ensinariam no horário pra fazer sozinha depois. Maqueie uma CD e ela fica linda um dia, ensine-a se maquiar, e ela pode ficar linda sempre! Para as mãos, eu iria usar unhas postiças, mas toda a preparação e até a cor eu já poderia deixar prontas e só colar na hora. Resisti à tentação de usar a francesinha, muito clichê para uma primeira vez, e fui de vermelhão. Foi a cor do pé também, e este ia ter que ficar bem escondido das pessoas caso eu fosse sair pra algum lugar até poder dar seguimento ao plano.Mas felizmente, com sorte e bastante hidratante, dois dias depois eu estava inteira e ainda lisinha para tentar de novo. Contatei o bofe, ele disse que estava com a tarde livre. Nova chuca. Partiu salão pra pegar a peruca. Deixei o carro por ali, e peguei um uber pro motel. Oi, gato, cheguei. Estou no quarto tal. Tá bom, princesa, daqui a 1h chego aí. Beijos. Hihihi, me chamou de princesa! Não pude conter o risinho afetado. Mas era hora de trabalhar. Duchinha pra tirar o suor de nervoso, xixi (sentada) pra não ter vontade, dentes escovados para hálito refrescante. Coloquei uma calcinha branca de renda e que levemente enfiava na bunda, não até em cima, mas que abria e começava a cobrir a partir da metade. Era uma que dava pra enfiar o pinto pra trás, assim que ele colaborasse em amolecer um pouco e não babar ainda. Com essa calcinha usei um espartilho, também branco e rendado, que conseguia prender bem meus peitos pra fazer um voluminho. Não dava pra fazer uma espanhola, mas já dava pra ser mordiscado e apalpado. O espartilho tinha umas ligas, que passei por baixo da calcinha e prendi umas meias 7/8 de cor nude. Antes da roupa foi a vez da maquiagem. Foi bom ter um dia entre o salão e a saída pra poder treinar. Não acho que fiz feio: ficou aquela cara leve, com as maçãs coradas como se estivesse um pouco envergonhada e os lábios rosas e brilhantes; os cílios deram mais trabalho, mas eles ficaram compridos e fiquei piscando várias vezes pra mim mesma no espelho. Foi a hora do vestido: um evasê floral de fundo creme e flores azuis, sem mangas, bem abertinho e rodado nas pernas, fechado no zíper nas costas. Cobria todo o espartilho, mas deixava a marca de que ele estava ali debaixo. Coloquei minha peruca, loira-escura e cheia de cachos, mais ou menos o que seria se meu cabelo natural fosse comprido e farto. Por fim, calcei os sapatos, uma espadrille azul de salto com laço de cetim pra amarrar no tornozelo. O salto anabela combinava perfeitamente com o tipo do vestido. Ai meu deus, as unhas!! Colei as benditas e enfeitei as mãos com uns aneis e pulseiras. Também coloquei brinquinho com pingente, nada muito pesado porque eram de pressão. Perfumei, levantei até o espelho e vi tudo que tinha feito, e achei que estava bom.Agora era esperar. E segurar o nervosismo. Não faltava muito, a produção comeu quase toda a hora que ele tinha pedido pra eu esperar. Ensaiei mais uns passos pelo quarto para não fazer feio com o salto, mas já estava bem treinada. Senta e espera, mulher! Cheguei, avisou a mensagem
no zap. Cruzei as pernas na beirada da cama e fiquei olhando pra porta. Toc, toc. Tá aberta, entra., na voz mais fina que deu pra fazer sem esganiçar. Ele entrou e já trancou. Quando virou pra mim, falou fazendo graça como aquele meme Roi. Amanda, né?. Eu ri e ele veio me cumprimentar com beijinho no rosto e sentou ao meu lado. Meu coração estava disparado! Eu comecei a arfar, e isso chamou os olhos dele pro decote. Lá embaixo, um volume começou a ficar sensível com eu sentada em cima. Ele perguntou se eu queria mudar alguma coisa das nossas conversas, e eu fiz que não com a cabeça. Quis deixar mais ou menos delineado os termos gerais antes, pra não quebrar o clima combinando na hora.Ele passou as costas da mão no meu rosto e perguntou se eu estava nervosa, e eu fiz que sim com a cabeça. Ele pegou nas minhas mãos e se levantou, e puxou para eu me levantar com ele. Estávamos com praticamente a mesma altura, ele era mais alto do que eu tinha pensado, porque compensou meu salto e ainda tinha um dedinho a mais. Ele fez um carinho no meu rosto de novo e aproximou a boca da minha. Segurou um tempinho ali, pertinho, e então me beijou. Um selinho primeiro, pra ver como eu respondia, aí me viu de olho fechado esperando e me beijou de novo, agora de língua. Enquanto o beijo durava, ele apoiou minha nuca com uma mão e pegou na cintura com a outra, me deixando mais presa perto dele. Coloquei minha mão espalmada sobre o peito dele, e quando percebi já estava roçando ela pra cima e pra baixo, acariciando por cima da camisa. A mão da cintura desceu e começou a fazer carinho na minha bunda, depois a apertá-la. Nisso minha boca escapou do beijo para arfar, e ele desceu a boca dele para meu pescoço, beijando e dando umas lambidinhas. Foi meu primeiro gemido. Nisso ele passou a mão por debaixo do vestido, pegando na minha bunda direto na pele e na calcinha, enquanto alternava os beijos no pescoço e na boca. Quando minha mão que estava apoiada no peito dele correu para desabotoar o primeiro botão, a mão dele na minha nuca foi para as costas e desceu um pouquinho o zíper do vestido. Ele olhou pra mim um pouco e disse primeiro as damas, eu sorri e abri mais um botão, e ele desceu mais um pouquinho do zíper. Fomos assim até eu tirar a camisa dele e ficar com o vestido aberto, cai que não cai. Fiz carinho na pele do peito dele, passando as unhas vermelhas de leve, sentindo roçar nos pelos dele. Ele deu a volta atrás de mim e me abraçou, beijando meu pescoço e passando a mão nos meus peitos pela primeira vez. Cheirava meu pescoço, deu umas mordiscadas no ombro e começou a beijar as costas, na parte aberta do vestido. Ao mesmo tempo, desceu uma das mãos, levantou a saia do vestido e ficou acariciando o lado de dentro da minha coxa, acima e abaixo da linha da meia. Então fez meu vestido cair. Dei um passo pra frente, pra passar por cima da roupa caída, e percebi que ele já tinha tirado a calça também. Como?! Quando?! Ele era mágico?! Ele estava de cueca boxer preta e de pau duro lá dentro. Cheguei perto dele de novo, e dessa vez fui eu que fiquei de costas, pra ser encoxada. Assim que ele me abraçou, até arrebitei a bunda pra trás, pra sentir encaixando bem o volume dele no meu vão, com os tecidos da cueca e da calcinha servindo de barreira. Ele passou um braço pela minha cintura (o qual abracei) e com a outra mão apertou meus peitos, enquanto me chupava o pescoço. Comecei a esfregar a bunda nele, de cima pra baixo, e estava gemendo baixinho, quase na mesma frequência da respiração. Virei de frente pra ele e nos beijamos de novo, de olhos abertos, respirando forte, e desci minha mão até a cueca e peguei o volume, duro, quente. Esfreguei por cima da cueca, mas queria mais, mais.Comecei a abaixar, devagarinho, levando minha boca (a essa altura já praticamente sem batom nenhum) da boca dele pro pescoço, do pescoço pro peito, do peito pra barriga, da barriga pra entrada da virilha, e daí para cima da cueca. Dei uns beijinhos e corri os lábios para cima e para baixo, com a cabeça meio de lado. Nisso já estava agachada, apoiada na ponta dos pés e dos saltos, e pensei rapidamente se daria pra aguentar naquela posição ou se teria que ajoelhar. Parecia mais sexy ficar nos saltos, então ali fiquei, e puxei a cueca dele pra baixo. O pau dele saltou pra fora e ficou de frente pra mim. Era como eu tinha visto na internet e nas fotos que ele me mandou: bonito, entre rosa e roxo, cabeça grande e bem desenvolvida, mas no geral não era enorme que parecesse que ia machucar, tomei cuidado com essa triagem. Mas o cheiro não tinha como saber antes, e era bom, e ele deu uma leve perfumada na região. Peguei nele e admirei um pouco, acariciei a cabeça de leve com o dedão e dei uma bombada para sentir a pele, que não era nem de mais nem de menos, fechando direitinho com uma ponta da cabeça sobrando, e abrindo com a facilidade que a pele ajudava puxando pra trás. Olhei pra cima e ele estava me olhando, estudando se eu gostava do que via e se estava me sentindo realizada. Ele fez um carinho no meu rosto, como quem dissesse pra fazer as coisas no meu tempo, que fizesse quando me sentisse preparada. Dei uns beijinhos em volta da cabeça, e a primeira lambida no freio dela. O pinto dele deu uma latejada e eu senti que ele gostou. Isso me deu coragem pra colocá-lo na boca e começar a chupar. Eu sei que devia ter colocado camisinha, mas estava doida para sentir o gosto dele! Não era meu primeiro boquete, comentei lá em cima já ter saído com garotas trans, mas era meu primeiro boquete num homem, com a figura masculina ali na minha frente para reforçar a minha figura feminina. O jeito como ele me tratava como uma ficante, namorada ou amante é o que me deixava mais excitada e com vontade de agradar além de me saciar. Fui chupando, ora de olhos fechados, ora olhando pro pau quando tirava da boca, ora olhando pra cima, e tinha horas que o via me olhando de volta, e em outras ele tinha fechado os olhos e jogado a cabeça pra trás. Ele estava curtindo também. Às vezes masturbava ele junto, às vezes só apoiava e algumas tentava sem as mãos, segurando as pernas dele. Ele pôs a mão no meu cabelo, primeiro fazendo um carinho, depois apoiando para ditar um pouco o ritmo. Foi aí que eu percebi que ele já tinha feito isso com alguma outra CD antes, porque em nenhum momento a peruca ameaçou sair do lugar, embora a pegada fosse firme. Comecei a chupar no ritmo que ele pedia, masturbando ele junto. Uma ou outra vez ele apertou para que eu fosse mais fundo, mas sem forçar. Junto com o gosto dele apareceu aquele gostinho de pré-gozo, então fui tirando ele da boca, deixando só a língua na ponta da cabeça pra ver se conseguia puxar aquela liga. Veio um pouco. As pernas já começavam a doer, então levantei e sentei na cama, puxando ele pra minha frente pra eu continuar. Aí ele me disse Gatinha, se continuar assim eu vou acabar gozando, só pra te avisar. Eu parei de chupar e fiquei segurando o pau dele, punhetando bem devagar enquanto pensava que rumo as coisas podiam tomar. Se você gozar, vai precisar dar uma parada antes da gente continuar? Ele disse que não, que só pararia quando eu quisesse parar. Então voltei aos meus afazeres, dessa vez excitada para dar prazer pra ele. Como estava sentada em cima do meu próprio pau, que se espremia duro virado lá embaixo, rebolava na cama me esfregando. Como estava sensível! Já devia estar toda melada! E fui chupando, chupando, lambendo a cabeça, esfregando os lábios no corpo, chupando de novo, chupando com a boca apoiada na mão que punhetava ele, as duas subindo e descendo juntas, e a língua lá dentro ficava apoiada sempre na cabeça, fazendo uma mistura de sucção com os lábios, lambida no freio com a língua e punheta com a mão, aumentando o ritmo, aumentando o ritmo, até que começou a ficar bem rápido e comecei a sentir ele tremer, e ele começou a gemer e eu sabia que estava quase. Senti o gosto um pouco antes das primeiras latejadas, lá dentro, tudo fechado, enquanto ele dava o gemido maior do orgasmo dele. Era bastante porra, quente, l
eitosa, saborosa. Ele não tinha gozado havia um tempinho. Será que tinha guardado quando precisei remarcar depois do salão? Segurei o pinto na boca sem mexer por um tempinho, até ele se acalmar, depois tirei numa última chupada para não deixar nada escorrer e saboreei, revirando o gozo com a língua, apertando contra o céu da boca pro aroma impregnar, até que engoli, passando a língua nos lábios para sentir se não tinha me lambuzado. Punhetei devagarinho para ver se tinha sobrado algo, e uma gota escorreu, e a peguei com a ponta da língua seguindo o caminho contrário até a abertura. Ele então se inclinou até minha altura, e me beijou com carinho. Fiquei com medo desse carinho ser uma finalização, porque eu ainda estava doida, subindo pelas paredes. O pau estava na mão, e não saía mais nada, mas ainda estava duro, como ele prometeu. Aí ele disse Agora posso cuidar da minha princesa? e me puxou mais pra cima na cama, me deitando. Pegou em uma perna e correu a mão pela meia até o laço do meu sapato, e desamarrou, descalçando e colocando o pé de volta na cama. Fez o mesmo com o outro pé e deitou ao meu lado, meio por cima, enquanto começou a me beijar tudo de novo, como no início, mas agora na horizontal, e agora ele pelado e eu de lingerie. Beijei aquela boca me sentindo desejada, viva. Quando ele passou a mão deslizando das minhas costas para minha bunda, aproveitei o impulso da pegada e joguei a perna por cima dele, e ele começou a me alisar da bunda pra perna, e da perna pra bunda, e eu sentindo a troca do tato da pele, da renda da calcinha e no nylon da meia, ficando cada vez mais louca entre beijos na boca e no pescoço. Ele levou a mão para meu peito, e apertava e mordia e chupava o biquinho duro que ele puxou pra fora do bojo. Continuou com a mão ali e começou a descer pela minha barriga, por cima do espartilho, arranhando a cintura, o que me fez dar uma contorcida meio de tesão, meio de cócegas. Ao tentar descer mais um pouco, eu segurei a mão dele. Eu não tenho pinto., tínhamos combinado nas mensagens, e a segurada foi pra lembrá-lo disso, mas não precisei dizer nada, ele só fez um shh… sussurrado no meu ouvido e eu me entreguei toda. A mão desceu, correu de leve por cima da frente da calcinha e foi parar lá embaixo, onde ele começou a esfregar como se fosse um clitóris, por cima do tecido que segurava tudo virado pra trás. Dei um gemido agudo, a sensação da renda esfregando na minha cabeça com os dedos dele era demais. Ele voltou a chupar meu peito enquanto me masturbava assim, e eu prendi a cabeça dele contra meu corpo com minha mão, entrelaçando minhas lindas unhas vermelhas no cabelo dele. Quando soltei, ele também trocou de chupão para beijo, e voltou para minha boca, dando uns beijos molhados, lambendo meus lábios, puxando minha língua, bem carnal. E eu salivando com aqueles beijos, quase babando. E era exatamente o que ele queria, pois logo subiu a mão e colocou o dedo na minha boca, e eu chupei. Primeiro o indicador, depois o médio, e babei ele todinho, chupava ele molhado, e voltava de boca aberta pra não sugar de volta, e lembrava da sensação que tive agorinha há pouco quando era o pau dele que eu chupava. De dedo bem molhado, ele voltou a pegar na minha bunda e puxar minha perna pra cima da perna dele, e começou a entrar com o dedo por baixo da calcinha, a brincar na entrada do cuzinho. Rebolei e me esfreguei, e ele voltou a me beijar, enquanto brincava, e começou a deixar o dedo mais rígido e a entrar, e quando vi já estava dentro. Deixou eu me acostumar um pouco, me dando uns selinhos enquanto isso, e quando eu comecei a puxar uns beijos mais quentes, começou a me trabalhar com o dedo. Fazia um pouco de entra e sai, mas nunca tirando tudo, aí segurava um pouco lá e começava a levantar e descer o dedo lá dentro, como se estivesse apertando uma tecla, mas era meu botão, minha próstata, e a cada apertada eu sentia um frio no pau como se estivesse pra gozar, aí ele voltava para o entra e sai, pressionando o dedo pra baixo, esfregando o botão. E assim ia revezando. Que timing ele tinha! Eu só gemia, não conseguia nem beijá-lo direito mais, só segurava ele no meu pescoço, até que pedi, não, implorei!: Vem dentro de mim!!Ele parou o dedo dentro, olhou pra mim e perguntou Você quer?, Quer mesmo?, e eu só respondia Uhum! num gemidinho agudo. Ele deu uma última apertada no botãozinho e escorregou o dedo pra fora, e até dei um pulinho com a sensação. Aí ele me deitou de barriga pra baixo e começou a tirar a minha calcinha, tirando a parte que estava enfiada na bunda e puxando o que deu até enroscar no pau. Não tenho pau, não tenho pau…, eu dizia pra mim mesma quando ele me virou de volta com as costas no colchão, mas ele tirou o resto da calcinha ignorando completamente o aparecido que estava duro lá. Foi bom ter passado as ligas por baixo, pois não precisou soltar as meias nessa hora. Aí ele levantou um pouco minhas pernas pela parte de trás do joelho e começou a lamber meu cuzinho. Lambia como se fosse uma bucetinha, passando a língua bem molhada e macia, desenhando os contornos, beijando de lábios cheios, chegando ao períneo e voltando, endurecendo a ponta como se fosse penetrar. Eu estava entregue, deitada molinha e recebendo aquele trato todo. Quando comecei a gemer de novo, supliquei Me come!!. O mágico já estava de camisinha colocada e um tubo de gel na mão quando parou de me chupar, e lambuzou a mão, o pau e meu cu piscante. Encostou na porta e deixou ali, e eu queria escorregar pra baixo pra encaixar logo, mas ele usou de novo a tática de dividir minha atenção com o beijo, e estava deitado por cima de mim quando penetrou. Eu era dele, um com ele, uma amante plugada com o cara que a estava deixando realizada! Aos beijos, fomos fazendo um papai e mamãe que eu sabia que não era a coisa mais fácil em sexo anal, mas estava muito natural, minhas pernas bem pra trás presas nos braços dele enquanto ele estava por cima de mim. Foi metendo, no início devagar, sempre observando minha reação, aí foi metendo mais forte, mais firme. Ele levantou o torso, ficando de joelho perto da minha bunda, sem nunca tirar o pau, e começou a meter enquanto me segurava pela cintura. Joguei minhas pernas por cima do ombro dele. Sempre foi minha posição favorita quando era eu, ou melhor, o sapo, que estava no lugar dele. Ver o outro ponto de vista me deixou mais doida: eu via minhas pernas para cima, de meias que ele beijava enquanto passava a mão quando soltava da cintura, fui subindo e vi os pés, e neles as unhas vermelhas pela transparência da meia, e enquanto processava essa feminilidade ia sentindo aquela sensação do pau dele entrando e saindo, esfregando meu botão como se fosse um ponto G. Comecei a entrar num transe com isso, a gemer mais alto, a rebolar e a me contorcer na cama, apertando os lençóis, jogando a cabeça prum lado e para outro como se estivesse possuída, e quando vi estava puxando minhas pernas com as minhas mãos. Ele entendeu o que estava acontecendo e deitou por cima de mim de novo, metendo forte e contínuo enquanto eu entrelaçava as pernas por trás dele, porque daquele jeito não era pra parar de jeito nenhum, estava ótimo, estava perfeito, eu estava louca, minha cabeça estava vazia, viajando, e eu gemendo, gemendo de boca aberta, gemendo de boca fechada, até que o friozinho que dava na cabeça do pau explodiu e começou a cair porra minha por toda minha barriga. O pinto latejava sem nem ter sido encostado. Meu quadril se contraía de um jeito que eu não sabia se era querendo tirar meu amante ou prendê-lo pra sempre. Mas ele não quis sair. Esperou ali quietinho, como eu esperei ele se acalmar quando o fiz gozar primeiro, e só então saiu, devagarzinho, fazendo um pop no desencaixe e um outro pulinho meu. Minhas pernas caíram, meus braços caíram, meu rosto caiu de lado e parecia que eu tinha morrido. Eu estava acordada, mas não sabia dizer nada que acontecia em volta, parecia momentaneamente tudo escuro. Quando voltei a enxergar e a respirar um pouco melhor, virei de lado e el
e encaixou de conchinha em mim, e não dissemos nada por uns minutos. Nem sei dizer se adormeci.Quando ele viu que eu estava mais recomposta, foi tomar um banho. Quando saiu, eu estava sentada de joelhos na cama, ainda um pouco ofegante, a peruca descabelada mais ainda no lugar, e tinha o dinheiro combinado ao meu lado. Ele se vestiu, sentou ao meu lado, pegou o dinheiro, disse que esperava que eu tivesse gostado (safado, era óbvio que eu tinha adorado!), deu um último beijo, um selinho mais prolongado, agradeceu e saiu. Fiquei uns minutos relembrando o acontecido, passando os dedos nos lábios e correndo pela pele nos pontos principais em que fui tocada, até que foi minha vez de tomar um banho, arrumar minhas coisas, fechar minha conta, voltar para onde estava o carro e ir pra casa. Transar com um cara foi muito melhor do que eu jamais imaginaria, contanto que eu fosse a mulher dele e ele assim me tratasse. Dormi aquela noite e várias outras seguidas completamente satisfeita.

Meu amigo iniciou minha esposa

Desde que me casei sempre tive o desejo de ser corno, me abri com minha esposa falei tudo prá ela, ela achou estranho pois nunca tinha passado pela cabeça dela outro homem, casou-se virgem pois é de família tradicional, passamos muito tempo só conversando sobre isso, calculo uns 3 anos, aos poucos foi gostando de se imaginar com outro homem, passou a gostar de ser paquerada na rua, em lugares e cada vez mais foi se abrindo, se soltando de sua formalidade,lógico sendo discreta, depois de um tempo era só falar de outro já molhava a calcinha, até pensei que não iria passar daquilo. Mudamos de cidade porque ela tinha prestado um concurso público e foi chamada onde moramos até hoje e eu fui trabalhar em uma empresa onde conheci Pedro um cara gente boa e de confiança, na época eu assinava uma revista masculina e recebia pelo correio em minha cx postal e levava no serviço pra gente ver e foi aí que ele começou a falar de sua fantasia e reclamar da esposa que era muito fria e devagar no sexo e eu tinha muita vontade de falar do meu desejo de ser corno, ele tinha muita vontade de pegar uma mulher diferente más tinha receio de alguém ficar sabendo pois a cidade é pequena, e eu falava dele pra minha esposa, ela perguntava como ele era, na época ela tinha 33 anos eu sou 12 anos mais velho que ela e meu amigo tinha 36 anos. Eu sempre gostei de usar calcinha minha esposa não simpatizava no início mais depois se acostumou, um dia estava abaixado arrumando um ventilador e eu estava com uma camiseta curta e apareceu a calcinha do lado de trás, eu nem imaginei nada que pudesse aparecer, Pedro ficou olhando e me perguntou se eu estava de calcinha, quase caí de costas, me deu um calafrio, fiquei sem palavras más não tinha o que inventar a única solução foi falar a verdade pra ele que eu gostava, ele quis saber o que minha esposa achava falei que ela já tinha se acostumado e naquele embalo do acontecido criei coragem e falei tudo pra ele da vontade que tinha de ser corno, da convivência que tinha com minha esposa a respeito daquilo, foi uma longa conversa ele entendeu tudo e me perguntou se eu deixava minha esposa ficar com ele já que esse era meu desejo, falei que de minha parte tudo bem sem problema más que tinha que falar com ela. Em casa falei tudo o que tinha acontecido ela nem acreditou, ficou parada mordendo os lábios depois disse que tudo bem más era pra conversar e não pra transar, queria conhecê-lo primeiro, no outro dia falei pra ele então ele entendeu o lado dela que queria sentir segurança até porque não conhecia outro homem, aquela coisa de marinheiro de primeira viagem, e ele me disse que queria ficar sozinho com ela pra se sentir a vontade até porque nunca tinha tido essa experiência também de ficar com uma mulher casada com a permissão do marido, entendi e falei que iria sair e deixar eles a sós, depois do nosso expediente de trabalho ele foi em casa pois a empresa tinha dois horários dás 06:00h às 14:00h e dás 14:00h às 22:00h a gente estava no período da manhã e o horário de trabalho dela sempre foi meio período, na parte da manhã então tem a tarde livre, assim que ele chegou sai de carro confesso que senti ciúmes e tesão ao mesmo tempo sabendo que minha querida estava com outro homem em nossa casa e só voltei depois de 4 horas. Ele tinha acabado de sair quando cheguei, ela estava com uma cara de safada, disse que tinha gostado que ele beijava bem, que era bonito, que tinha um corpo bonito, que era carinhoso, que tinha passado muito a mão em suas coxas pois ela estava de Mini saía, chupou os peitos, foi muitos amassos, aquilo me deixava com ciúmes e tesão ao mesmo tempo, estava me sentindo corno, uma sensação gostosa e diferente típica de corno, no outro dia ele não pode ir em casa pois tinha uns negócios pra ver, mas no próximo voltou fiz a mesma coisa saí quando cheguei depois de 4 horas tinha acontecido, ele tinha me transformado em um verdadeiro corno, ela me contou como tinha acontecido e no outro dia ele também me falou e gostei mais da versão dele, com mais detalhes, disse que assim que saí foi beijando e agarrando e gostou da roupinha que ela estava deu mais tesão, uma micro saia e uma blusinha de alcinha bem decotada e sem sutiã e ao passo que ia agarrando ela foi tirando a blusinha percebeu que não ofereceu residência, que ela estava bem solta, tirou e caiu de boca nos seios médios dela, estavam em pé na sala, pegou na bunda apertou e foi subindo a sainha enquanto se beijavam, ela estava diferente do primeiro encontro disse, viu que ela estava eufórica puxou a sainha dela pra cima foi tirando ela ajudou, ela estava com uma tanguinha vermelha enfiada no rego disse que ficou louco de tesão ao ver aquele corpo lindo e como era gostosa, pegou na mão dela e fez dar uma volta, adorou a bunda dela e ela o beijou e pediu pra ir pro quarto, ele a colocou sentada na cama e ficou bem na frente dela, ela apertou o pau por cima da bermuda e foi abaixando deixando só de cueca, ele ajudou a se livrar da bermuda e tirou a camiseta e por cima da cueca ela apertava o pau, passava as mãos pelo corpo dele procurando sentir, apertava as coxas, passava as mãos na barriga, era uma novidade pra ela, um homem diferente que por bastante tempo só era uma imaginação, ela puxou a cueca e o pau saltou bem perto do rosto, ele disse que ela arreganhou os olhos e admirou o tamanho, ele não era um bem dotado, tinha 17cm e bem grosso más pra ela era um super pau porque o meu tem só 11cm e fino, ele terminou de tirar a cueca ela pegou o pau começou a chupar falava que era muito grosso, disse que deu vontade de gozar na boca dela de tão macia e carinhosa depois mandou deitar na cama, tirou a calcinha e caiu de boca na buceta depiladinha dela, ela se contorcia e gemia, teve um orgasmo e o corpo dela tremia depois se colocou no meio das pernas dela passou o pau na bucetinha molhada forçou a entrada percebeu que estava apertada ela deu um grito e pediu pra por devagar porque era muito grosso e que o meu era fino e pequeno ele disse que foi fazendo movimentos de vai e vem devagar pra ir se acostumado enquanto chupava os seios e a beijava, ela estava tensa e tremia um pouco, ele a chamava de tesuda e gostosa, falava bem no ouvido dela, o pau do seu corno é pequeno é, ela fungava e com voz sufocada dizia que era fino e pequeno, aos poucos foi afundando o pau pra dentro dela ao passo que ia entrando ela ia gemendo mais alto e emitindo um aaaaaiiiiiii ele dizia no ouvido dela, de hoje em diante você é minha puta, seu corno falou que você queria experimentar outro homem não era isso que você queria sua puta, agora toma ferro na buceta, ela começou a gozar ao mesmo tempo chorar e gritar alto, a essas alturas ele tinha enterrado tudo dentro dela, depois a colocou de quatro e começou a bombar forte e bater na bunda dela, ela agarrava no lençol chorava e gritava ele puxava os cabelos ela soluçava ele foi aumentando o ritmo das bombadas e explodiu num gozo dentro do útero dela, deram um tempo, ela tremia e soluçava e disse que não estava aguentando mais, ficaram descansando um pouco conversaram, ela disse que eu sempre quis ser corno e ela ficou com vontade de outro e que não sabia que era tão bom assim, depois começaram outra vez meteram durante quatro horas, ele meteu de tudo quanto foi jeito, queria explorar o corpo dela, ela tem coxas grossas, cintura fina e bunda grande, depois foram pro banheiro colocou ela sentada no vaso segurou na cabeça e mandou chupar o pau dele, enquanto ela chupava ele falava que a partir daquele dia ela seria sua puta forçava o pau até na garganta fazendo engasgar e sair lágrimas dos olhos, perguntou se já tinha engolido porra, balançou a cabeça que não pois na verdade eu nunca tinha gozado na boquinha dela a gente só fazia o tradicional papai mamãe agora ela estava ali sendo tratada como puta e aprendendo novas coisas que nem imaginava existir ela se entregava passivamente sem resistência, batia o pau no seu rosto mandava falar que era sua puta, perguntou se o corno tinha comido o cuzinho disse que
nunca então falou que puta tem que ser completa, tinha que dar o cuzinho também, mas que iria fazer em outra oportunidade depois foi bombando em sua boquinha e falou que ia gozar e encher a boca dela e era pra engolir tudo quando gozou ela engasgou, mas ele segurou firme a cabeça dela e mandou limpar bem o pau fez engolir tudo, ela aprendeu rápido e foi bem obediente coisa que ele gostou muito nela e a partir daquele dia passou ser amante dele ficou dolorida por três dias, a buceta inchada e a bunda ardendo, foram amantes por cinco anos virou uma puta nem parecia mais aquela mulher um pouco tímida e ele se tornou o macho exclusivo dela, meu pau depois nem fazia efeito pra ela, durante esse tempo tirou sua virgindade anal, depois ele saiu da empresa e mudou-se, e como eu já não conseguia satisfaze-la passou a fazer sexo casual e eu um corno assumido

Confissões de uma casada liberada – parte II

Faz muito tempo que trocava e-mails com uma amiga que surgiu na net. Ela hoje se mudou para Portugal, fugindo do caos que o PT deixou no Brasil. Sossegou um pouco – ela diz que só um pouco… – e me revelou toda uma correspondência que tinha com uma outra amiga, essa bem da pá virada. Pediu-me que que editasse esse material e fosse postando.Este é seu segundo relato:Eu tinha feito um novo amigo numa sala de chat da net. A gente conversava muito, e claro, a conversa sempre acabava sendo bem apimentada. Ele começou a me cobrar um encontro. Mas acabava sendo complicado, os dois casados, quando um poderia, o outro não estava livre, sabem como é, não?Já estava já pronta para ficar aqui no trivial – até que é bem variado – com o marido e completando na mãozinha nas horas vagas, porque aquela pica não ia ter jeito. Quando menos esperava, uma brecha se abriu: pois não é que na sexta o marido aparece dizendo que ia pescar com uns amigos e ia levar os filhos.De repente fiquei sabendo que ia ficar sozinha até domingo de tarde. Bom. meninas, não preciso explicar o que rodou na minha cabecinha…Afinal, vocês estão cansadas de saber – muitas aí que estão me lendo agora praticam… – que mulher quando quer dar ninguém segura!Pior foi o desespero porque daí não achava o cara. O celular não atendia, talvez tivesse mudado, e ele não aparecia na net e não respondia e-mail. Só fui achar o puto no sábado às 3 da tarde.4 da tarde estava entrando motel…Meninas: que delícia! A porra dele tem sabor daqueles temperos indianos! Hmmmmmmmmmmmmmm.Me fodeu de todo jeito até as 8 da noite. Me deu de mamar aquela rola deliciosa ( com aquele sabor curry no fim). Depois me deu um banho de língua completo, chupou minha buceta até eu gozar na boca dele.E me comeu, gente! Como me comeu…Me fodeu a buceta duas três vezes. Ficou maravilhado com meu cuzinho larguinho ( sempre fiz anal, desde o primeiro namoradinho ) e encheu meu rabo de porra.Queria que eu passasse a noite, porque a esposa dele também havia viajado. Uma pena, mas eu tinha de estar em casa. Como ia explicar se maridão telefonasse tarde da noite e eu não estivesse? Ambos dormimos tarde e ele sempre liga, tipo meia-noite quando viaja.Mas adivinhem onde estava eu domingo às 9 da manhã. Claro que vocês sabem, safadinhas: ali naquele mesmo motel, tomando outro banho de rolaOutra sessão de sacanagem…me fazendo a puta dele até uma da tarde.Marido chegou às 5, arrumou e limpou uma tonelada de peixe e guardou no freezer. Fiquei surpresa: pescou mesmo aquilo tudo ou comprou no caminho de volta?…rs…Como deu tempo, no meio da putaria que deve ter sido lá?…rs.Depois comeu primeiro uma pizza, depois eu…E diz que meu rabo tá cada vez mais gostoso.Sabem de uma coisa: sabendo fazer, sexo anal é uma delícia. E não tem jeito melhor pra cativar seu homem. Se alguma que me lê não faz, fica aqui meu conselho: deixe de ser boba e puritana e goze mais.Hoje estou toda ardidinha. Perdi a conta das fodas…

Mudança de vida

Olá, amigos, este é um relato real sobre mudança de minha vida, para melhor, é claro, ocorrida no corrente ano de 2004. Os moralistas ou falso-moralistas podem criticar mas eu, principal interessada, estou muito feliz e realizada. Sou a Ana, tenho 32 anos, bem casada, 1,67m 60Kg., seios médios,   coxas grossas, pele cor de mel, cabelos e olhos castanhos, e   tenho 2 filhos pequenos. Meu marido, André, 35 anos, é maravilhoso em todos os sentidos, desde o cuidado e carinho que dispensa a todos em casa, até seu extraordinário apetite sexual. Parece que é moda nos dias de hoje, ter fantasias a respeito de troca de parceiros, swing e coisas do gênero. Dentro dessa linha, há muitos anos fantasiamos sobre ter outros parceiros para finalidade única de ter prazer. André adora me ver bem vestida, com roupas provocantes e insinuantes e sempre comenta quando alguém elogia minha aparência. Na verdade ficamos os dois a mil quando percebemos que algum cara fica de olho em mim. No ultimo final de ano, como sempre, houve uma festa na empresa em que meu marido trabalha e ele pediu que eu fosse “vestida para matar” no que foi atendido com esmero. Era uma noite quente, então usei um vestido branco, um pouco transparente, justo, não muito curto, mas com umas aberturas laterais que não deixavam muito para os caras imaginarem pois ofereciam uma visão panorâmica de tudo que queriam ver, ou quase. Já a parte superior, sem soutien, me exibia quase toda, frente e verso, seja pelos decotes, seja pela transparência. Não seria necessário dizer que fui o centro das atenções de todos os marmanjos presentes e da inveja e reprovação das mulheres. Depois que rolou muita bebida, os elogios e insinuações começaram a ficar mais soltos, a ponto de ter ouvido várias vezes, em tom meio que sussurrado, coisas do tipo, gostosa, tesão, etc. O mais atrevido de todos foi o Roberto, chefe do André, que teve a cara de pau de dizer na frente de todo mundo, inclusive de sua esposa que lhe aplicou uma potente cotovelada, que eu estava tão gostosa que ele não cobraria absolutamente nada para me comer. Todo mundo riu, se divertindo, e soltando mais um monte de piadinhas, mas a verdade é que eu estava adorando provocar aquele bando de marmanjos. Depois da festa, meio altos pela bebida, voltamos para casa super excitados e é claro transamos fantasiando a respeito do tesão coletivo que eu provoquei, e quando André me perguntou se eu de fato gostaria de dar para algum dos seus colegas, respondi que seria mais fácil eu dizer que não gostaria de dar apenas para uns poucos com quem não simpatizava, pois quase todos me deixaram “molhada”, e muito a fim de dar, com seus comentários. Perguntou se eu daria inclusive para o Roberto, seu chefe, que era um cara mais velho, ouviu que sim, que inclusive eu já havia pensado algumas vezes nessa possibilidade, e que havia notado o tamanho absurdo de suas mãos e a grossura de seus dedos, imaginando o que ele não faria com aquela mão no meio de minhas pernas. André falou que poderíamos pensar em algo a respeito e que, ele, também, estava a fim de variar com a sua secretária, também casada, de 25 anos, bastante atraente e que, segundo ele, estaria insatisfeita em casa e a fim de algo mais com ele. Perguntou se eu me importaria e ouviu que não, desde que fosse apenas prazer e que tomasse os cuidados devidos. Ficamos por aí e dormimos que nem pedras já que no dia seguinte André não iria trabalhar devido às férias coletivas da empresa. Viajamos ao litoral para as festas de fim de ano, com as crianças, mas sempre que tínhamos a oportunidade de estar sós fazíamos amor, e sempre falando sobre seus amigos, imaginando as loucuras que eu poderia fazer com eles, e sua secretária, que ele me confessou já ter dado uns bons e definitivos amassos no fim do expediente. Na volta à vida normal, logo nos primeiros dias de trabalho, André me contou primeiro que havia “almoçado” com a secretária num motel e que havia sido muito legal, e que eles gostariam de repetir a dose de vez em quando, e, segundo, que os comentários a meu respeito na empresa estavam a mil, todo mundo elogiando como eu estava gostosa e provocante na festa de fim de ano, e dizendo que invejavam o André pela mulher que tinha em casa. No meio desses elogios e brincadeiras, o André foi chamado em particular por Roberto, que além de seu chefe é seu amigo de longa data, dizendo que gostaria de tomar um choppinho com ele no final do expediente para levar um papo a respeito de uns planos que tinha para a empresa e que não gostaria de falar com o pessoal todo por perto. André disse que tudo bem, me avisou que chegaria tarde e no final do dia foi encher a cara com o Roberto.

ERA CORRIGIR OS SEIOS MAS O CIRURGIÃO COMEU MINHA ESPOSA

SOU O XXX CASADO COM A LELEZINHA , 34 ANOS , MORENA CLARA , 1,70M , 60 KG , CABELOS CASTANHOS A ALTURA DO BUMBUM , PEITÕES , RABO MÉDIO , LINDA , ROSTO FINO , NARIZ PERFEITO , SORRISO MAROTO , ENCANTADORA ,BEM MINHA ESPOSA ENCANOU QUE TINHA QUE TIRAR UM POUCO DOS PEITÕES , ELA QUERIA MENORES , EU DISSE PRA QUE FAZER ISSO EU ADORO MAMAR ESTES BITÉLOS ASSIM , MAS ELA DISSE AMOR EU QUERO DIMINUIR , FOI INDO ATÉ UE ELA ME CONVENCEU E FOMOS A UMA CLINICA ESPECIALIZADA ,A RECEPCIONISTA JÁ FEZ UMA FICHA E AGURDAMOS , ELA NOS CHAMOU 10 MINUTOS DEPOIS E NOS DIRECIONOU AO CONSULTÓRIO , ENTRAMOS E ALI UM MÉDICO DE UNS 60 ANOS , UM CARA DE 1,70M , 60 KG , APROXIMADAMENTE , BR , DE ÓCULOS E GRISALHO , ELE CONVERSOU FEZ UMA ANÁLISE DOS FATOS , MINHA ESPOSA ESTAVA DE VESTIDO DE ALCINHA SOLTINHO , ELE ANDOU COM A CADEIRA PARA UM ESPAÇO ABERTO DENTRO DO AMPLO CONSULTÓRIO , PEDIU PRA ELA SE LEVANTAR E FICAR A FRENTE DELE , EU SENTADO OLHANDO , ELA SE LEVANTOU E FICOU DE FRENTE PRA ELE , ELE DISSE TIRE OS SEIOS PRA FORA , ELA TIROU OS BRAÇOS DAS ALÇAS DO VESTIDO , FICOU DE SUTIEN , ELE DISSE VIRE DE COSTAS , ELA VIROU, ELE DESABOTOOU O SUTIEN DA MINHA ESPOSA E DISSE VIRE DE FRENTE PRA MIM , ELA VIROU DE FRENTE PRA ELE E ELE FALOU ,TIRE O SUTIEN , ELA O TIROU , OS DOIS PEITÕES LINDOS A FRENTE DELE , ELE PASSOU A LINGUÁ NOS LÁBIOS E EU ALI SENTADO VENDO , ELE SE LEVANTOU , COLOCOU AS DUAS MÃ0OS POR BAIXO DOS PEITÕES E DEU UMA ERGUIDINHA , PEGOU NOS DOIS BICOS , ALISOU ELES POR CIMA , EU VENDO AQUILO , ELE A VIROU DE COSTAS E COLOCOU AS MÃOS POR BAIXO DAS AXILAS DELA E SEGUROU NOS SEIOS DELA , MAS O FDP ENCOSTOU O CACETE NO RABO DELA E EU IMAGINEI QUE PUTARIA É ESSA , MAS ELE SOLTOU , PUXOU A CADEIRA PRA MESA E FALOU , FICA 10 MIL REAIS PARA ERGUER UM POUCO , MAS POR PURA ESTÉTICA POIS SÇÃO DOIS SEIOS LINDOS , COMPLETOU AINDA DIZENDO E O SENHOR O QUE ACHA , EU DISSE É VONTADE DELA , ELE DISSE MAS VC QUE USA E SÃO LINDOS , QUE FDP , FOMOS EMBORA E ELA DISSE NÃO GOSTEI DISSO , EU DO QUE , DE FICAR PEGANDO EM MEUS PEITOS , MAS ACHO QUE ELA CURTIU , 8 DIAS DEPOIS NOS LIGARAM , POIS DISSE QUE O DR HAVIA CHAMADO MINHA ESPOSA LÁ PARA CONVERSAR , POIS TINHA UM OUTRO MÉTODO TALVEZ ELA SE INTERESSASSE , MAS EU DESCONFIEI , FALEI VOU COM VC , FOMOS , ELA DE VESTIDO SUTIEN E UM FIO MINUSCULO , ENTRAMOS NO CONSULTÓRIO E ELE NOS MOSTROU OUTRO MEIO DE FAZER A CIRURGIA , MAS PEDIU PRA VER OUTRA VEZ , SEI QUE ELE HAVIA ANOTADO TUDO ,ELE PEDIU PRA MINHA ESPOSA FICAR AGORA DE CALCINHA , QUANDO ELE VIU O FIOZINHO ELE ENDOIDOU , ELE DAVA VOLTAS AO REDOR DELA O OLHO DELE FILMAVA TODO O RABO , OS PEITOS , ELE DISSE O SENHOR É SORTUDO , EU QUIETO , MAS ELE TOCOU MINHA ESPOSA , PRIMEIRO NOS SEIOS , ELA DE BOA , MAS ELE NÃO RESISTIU E TOCOU NO RABO DELA , EU JÁ ESTAVA COM TESÃO EM VER OUTRO MACHO RODEAR ELA DE FIO DENTAL , EU JÁ IMAGINAVA EE PENETRANDO MINHA ESPOSA , ELA QUIZ SAIR , MAS DEI UM TOQUE PRA ELA FICAR , ELE DISFARÇAVA , MAS NÃO RESISTIU E TOCOU ELA OUTRA VEZ AGORA NA VAGINA , O PAU DELE ESTAVA DURISSIMO NA CALÇA BRANCA , EU DE PAU DURO SENTADO , ELE , ME PEDIU DESCULPAS E A ABRAÇOU POR TRÁS , SEGURANDO NOS PEITÕES E SARRANDO O PAU NA BUNDA DELA , EU LOUCO DE TESÃO , ELA DEU UMA MEXIDINHA NA BUNDA , ELE FOI DESCENDO LAMBENDO AS COSTAS DELA E FOI DESCENDO ATÉ O RABO DA MINHA ESPOSA , BEIJANDO O RABO DELA , LAMBENDO O REGO , ,PEGOU MINHA ESPOSA PELA MÃO SENTOU ELA DE CALCINHA NA ESCRIVANIA DELE , SENTOU NA CADEIRA E , LAMBIA AS COXAS DELA , PUXOU A CALCINHA DE LADO E LAMBEU A BUCETA DELA EU ME LEVANTEI E PROCUREI UM MELHOR ANGLO , ELE CHUPOU A BUCETINHA DELA , ELE SENTADO ERGUIA AS PERNAS DELA E LAMBIA O CUZINHO DELA , MINHA ESPOSA DELIRANDO NA LINGUÁ DELE , ELE GRUDOU NO GRELINHO DELA E CHUPOU QUE ELA GOZOU NA BOCA DELE , EL E TIROU A CAMISA , SAPATOA CALÇA E CUECA , UM PAU DE UNS 16 CM GROSSO , ELE TIROU MINHA ESPOSA DA MESA , A SENTOU NA CADEIRA E ELE SENTOU NA MESA , MINHA ESPOSA MAMOU O PAU E AS BOLAS DELE , O PAU DELE BABANDO E ELA ENGOLINDO A BABA , EU FIQUEI PELADO E BATENDO UMA , FOI ENTÃO QUE ELE LEVOU MINHA ESPOSA PARA UM COMODO LATERAL COM CAMA , ELE DEITOU LUBRIFICOU O PAU GROSSO E MINHA ESPOSA VEIO SENTAR EU FUI BEM ATRÁS DELA , PELA PRIMEIRA VEZ VI MINHA ESPOSA EM OUTRA VARA , ELA SENTOU QUE ENCHEU A BUCETINHA LISINHA , ELA SUBIA E DESCIA , ELE FALAVA PALAVRÕES , CHAMAVA MINHA ESOSA DE SAFADA , CADELA , CACHORRA , MINHA PUTA SAFADA , O FUMO ENTRANDO EU CURTINDO ELA DEU UM GEMIDO E DISSE VOU GOZAR NESSA TORA E GOZOU , ELE TAMBÉM ENCHEU A BUCETA DELA DE PORRA , ELE COM PAU DENTRO E EU GOZEI EM CIMA DO PAU E BOLAS DELE, MINHA ESPOSA FUDEU COM ELE UNS 7 MESES , MAS NÃO FEZ A CIRURGIA , ELE GOSTAVA DOS PEITÕES COMO ELA TEM ,LEIA MEUS CONTOS , VOTE NELES .

Confissões de uma casada liberada – II

Faz muito tempo que trocava e-mails com uma amiga que surgiu na net. Ela hoje se mudou para Portugal, fugindo do caos que o PT deixou no Brasil. Sossegou um pouco – ela diz que só um pouco… – e me revelou toda uma correspondência que tinha com uma outra amiga, essa bem da pá virada. Pediu-me que que editasse esse material e fosse postando.Este é seu segundo relato:Eu tinha feito um novo amigo numa sala de chat da net. A gente conversava muito, e, claro, a conversa sempre acabava sendo bem apimentada. Ele começou a me cobrar um encontro. Mas acabava sendo complicado, os dois casados, quando um poderia, o outro não estava livre, sabem como é, não?Já estava já pronta para ficar aqui no trivial – até que é bem variado – com o marido e completando na mãozinha nas horas vagas, porque aquela pica não ia ter jeito. Quando menos esperava, uma brecha se abriu: pois não é que na sexta o marido aparece dizendo que ia pescar com uns amigos e ia levar os filhos.De repente fiquei sabendo que ia ficar sozinha até domingo de tarde. Bom. meninas, não preciso explicar o que rodou na minha cabecinha…Afinal, vocês estão cansadas de saber – muitas aí que estão me lendo agora praticam… – que mulher quando quer dar ninguém segura!Pior foi o desespero porque daí não achava o cara. O celular não atendia, talvez tivesse mudado, e ele não aparecia na net e não respondia e-mail. Só fui achar o puto no sábado às 3 da tarde.4 da tarde estava entrando motel…Meninas: que delícia! A porra dele tem sabor daqueles temperos indianos! Hmmmmmmmmmmmmmm.Me fodeu de todo jeito até as 8 da noite. Me deu de mamar aquela rola deliciosa ( com aquele sabor curry no fim). Depois me deu um banho de língua completo, chupou minha buceta até eu gozar na boca dele.E me comeu, gente! Como me comeu…Me fodeu a buceta duas três vezes. Ficou maravilhado com meu cuzinho larguinho ( sempre fiz anal, desde o primeiro namoradinho ) e encheu meu rabo de porra.Queria que eu passasse a noite, porque a esposa dele também havia viajado. Uma pena, mas eu tinha de estar em casa. Como ia explicar se maridão telefonasse tarde da noite e eu não estivesse? Ambos dormimos tarde e ele sempre liga, tipo meia-noite quando viaja.Mas adivinhem onde estava eu domingo às 9 da manhã. Claro que vocês sabem, safadinhas: ali naquele mesmo motel, tomando outro banho de rolaOutra sessão de sacanagem…me fazendo a puta dele até uma da tarde.Marido chegou às 5, arrumou e limpou uma tonelada de peixe e guardou no freezer. Fiquei surpresa: pescou mesmo aquilo tudo ou comprou no caminho de volta?…rs…Como deu tempo, no meio da putaria que deve ter sido lá?…rs.Depois comeu primeiro uma pizza, depois eu…E diz que meu rabo tá cada vez mais gostoso.Sabem de uma coisa: sabendo fazer, sexo anal é uma delícia. E não tem jeito melhor pra cativar seu homem. Se alguma que me lê não faz, fica aqui meu conselho: deixe de ser boba e puritana e goze mais.Hoje estou toda ardidinha. Perdi a conta das fodas…

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