Manhãs de sábado – II

Saímos do parque e seguimos em direção da quadra onde estavam nossos pais, Nelsinho estava contente e eu muito apreensivo e preocupado com a reação de Sérgio que já se encontrava junto a nossos pais. Logo percebi que nada falara, pois meu pai disse que Sérgio não tinha nos encontrado e perguntou-me onde estávamos, enquanto com um sorriso safado nos lábios, o mesmo, dizia-me que por solicitação de meu pai saíra em nossa busca para avisar-nos da hora do retorno para casa.   

SEXO ORAL NA LOIRINHA

Não sei se vocês, leitoras dos meus contos, já repararam que tenho uma leve queda por loiras. Pois é, adoro todas, mas as loiras…. Irresistíveis. Gosto do tipo Suzana Werner: Loirinha, pele branquinha, bochechas rosadinhas, enfim…Bom, nesse conto, a penetração foi apenas um complemento, vou detalhar mais o que aconteceu nas preliminares. No meu caso que sou quarentão, é essencial, pois a segunda ou terceira ereção já fica meio complicado e como a garota que transei era mais nova e muito fogosa, tive que me desdobrar nas preliminares senão, provavelmente ela não gostaria muito do nosso caso. Não tive muita dificuldade porque ela era exatamente o tipo de mulher que adoro. Loira, 1, 55 mais ou menos, uns 55 kg, cabelos lisos até o meio das costas, pele clarinha, uns 27 ou 30 anos no máximo, enfim um tesão de loirinha.Como eu a conheci? Por aqui mesmo, através dos meus contos, ela leu alguns, gostou da minha maneira de escrever, nos comunicamos durante algumas semanas, e…Ela mora sozinha, e como sou corretor de imóveis, foi fácil arrumarmos um motivo para que fosse em seu apartamento sem gerar desconfiança de porteiros, vizinhos e demais curiosos. Fui fazer uma “avaliação” apenas.O primeiro contato ao vivo é meio constrangedor, mas assim que entrei em seu apartamento e a vi, segurei em suas mão, nos olhamos em meio a sorrisos sem graça e sem dizer uma palavra sequer, nos beijamos longamente. Não estranhe as coisas que fizemos, pois tudo foi previamente combinado, em nossos contatos através de e-mail e encontros em salas de bate papo, sempre dissemos um ao outro o que gostamos de fazer. Pedi a ela que vestisse um vestido bem solto e decotado, adoro isso, e ela estava vestida do jeito que pedi. Nosso beijo foi muito longo, um beijo apaixonado. Fechei a porta atrás de mim e nos agarramos, ela abriu minha camisa e passava as mãos em meu peito, nossos corpos estavam colados, nossas bocas também, colocava minha língua inteira dentro de sua boca, ela mordia, chupava e eu fazia da mesma forma. Adorei ter sua língua dentro de minha boca. Isso me excitava demais. Nem preciso dizer que meu pau já estava estourando o zíper da minha calça. Ainda encostado na porta, ela se virou e começou a esfregar sua bundinha em meu pau. Ela me prensava forte contra a porta e rebolava bem de leve, eu acariciava seus seios por cima do vestido e beijava sua nuca, colocava minha língua em sua orelha, reparei que sua pele se arrepiava toda, ela segurava em minha cintura apertando-me contra ela. Por cima do vestido, sentia os bicos de seus seios duros, ela começou a passar seu pezinho em minha canela me deixando doido de tesão, pois ela sabia que eu gostava disso. Segurou-me pela mão e me levou até seu quarto, nos beijamos novamente, então ela se afastou, abriu a janela de seu quarto e debruçou na janela como se estivesse olhando para fora naturalmente. Aproximei e encostei em sua bundinha deliciosa, segurei em sua cintura e fiquei encochando-a delicadamente. Ela empinava bem a bundinha e eu fazia movimentos como se estivesse transando, movimentos suaves. Ela gemia de tesão e vi que estava prestes a gozar, então me ajoelhei no chão e comecei a beijar suas pernas. Levantei seu vestido e vi sua tanga branca, deixando as polpinhas da bunda aparecendo, não resisti, beijava aquela bundinha branquinha deliciosa, passava meu rosto, a língua, e coloquei minha boca em sua bocetinha, por cima da calcinha mesmo. Senti ela gozando, sua calcinha ficou úmida, seu corpo estremecia, só parei de chupa-la quando ela deu o último suspiro de tesão. Ela fechou a janela e deitou em sua cama ficando com as pernas para fora da cama. Lentamente tirei seu vestido deixando-a apenas de calcinha, observei seu corpo perfeito, seus seios eram lindos, durinhos, bicos rosados e não resistindo mais, comecei a chupa-los. Deliciei-me em seus seios durante uns vinte minutos aproximadamente, minhas mãos percorriam em seu corpo, acariciava sua bocetinha, que novamente estava latejante. Seus seios não eram grandes e entrava quase todo em minha boca, mordiscava seus biquinhos rosados, fui descendo minha língua por sua barriga até chegar em sua virilha. Ajoelhei no chão e tirei sua calcinha, sua bocetinha era vermelhinha, poucos pelos, convidativa ao sexo oral, beijei seu umbigo e fui descendo novamente, abri suas pernas e dei leves mordidas em sua coxa, na parte interna bem próximo a sua bocetinha, ela segurava na minha cabeça forçando-me a chupa-la, mas desci por suas pernas, beijei cada milímetro, beijei seus pés, dedinho por dedinho, fui subindo pela outra perna até chegar em sua bocetinha. Comecei beijando as laterais, minha loira urrava de tesão, passava a língua entre a bocetinha e o cuzinho e isso deixava-a totalmente arrepiada, coloquei minha língua bem pertinho de seu cuzinho e fui subindo, passei por sua bocetinha bem devagar, abri com meus polegares seus lábios vaginais e coloquei minha língua lá dentro, nesse instante ela começou a gozar e eu passei a chupa-la com mais vigor, sugava seu clitóris colocando-o dentro de minha boca, ela se contorcia de tesão e cruzou suas pernas em volta de minhas costas me apertando, beijava sua bocetinha como se fosse um beijo de língua, fazia movimentos circulares, segurei em sua bunda e levantei um pouco para que ficasse de frente com meu rosto, ela delirava de tesão me pedindo para que não parasse e obedeci e chupei-a com mais gosto ainda até que ela lentamente foi se soltando e relaxando, gemia baixinho, disse que nunca tinha sido chupada tão gostoso antes. Puxou-me pela mão e me deitou ao seu lado. Ficamos namorando um tempinho e ela me perguntou se eu não queria dar um banho nela. Topei prontamente, pois meu pau já estava quase estourando e não agüentava mais de vontade de fode-la. Entramos no banho e logo estávamos totalmente ensaboados, minhas mãos deslizavam em seu corpo, estava colado atrás dela sentindo sua bundinha roçando em meu pau e acariciando seus seios. A espuma em nossos corpos era muito excitante, muito bom passar a mão no corpo dela, sentir toda a maciez de sua pele, o tempo todo ela acariciava meu pau e até que não resistindo mais a tanto tesão, pedi a ela para arrebitar sua bundinha e encostar na parede pois ira fode-la em pé e fui prontamente atendido. Segurei em sua cintura, posicionei meu pau e fui colocando bem devagar, entrou tudo, lentamente ela começou a rebolar, eu segurava em sua cintura e a puxava para trás fazendo com que meu pau a penetrasse fundo, acariciava seus seios durinhos, ela rebolava muito gostoso. Ela me disse para come-la da maneira que eu quisesse pois não iria gozar naquele momento, então eu me encostei na parede e pedi que ela fizesse os movimentos. Com meu pau todinho dentro, ela passou suas mão por trás de mim segurando em minha bunda e me apertou com força e começou a rebolar em meu pau, rebolava forte e parava, inclinava seu corpo para frente, arrebitava a bundinha e me segurava forte novamente fazendo meu pau entrar até o talo, alternava movimentos rápidos e lentos e não agüentei cinco minutos com isso e gozei, gozei como nunca, vários jatos de esperma saíram do meu pau inundando sua bocetinha loira, agarrei forte em sua cintura e cheguei até a levanta-la do chão de tanto tesão. Nos beijamos longamente e terminamos nosso banho. Nem preciso dizer que depois disso rolou muita transa, principalmente de 4 que é uma das posições que mais gosto, um 69 delicioso, cheguei a colocar minha língua em seu cuzinho fazendo-a delirar de tesão. Mas isso foi apenas o complemento de uma preliminar que nunca mais esqueço. Também… essa loirinha é meu sonho de consumo. Beijo a todas.

Transei gostoso com dois peões do meu marido e ele gozou só de olhar

Eu adoro o meu marido, mas ele tem umas manias que eu vou te contar, viu. Uma das mais irritantes é o tal do futebol. Não, ele não joga futebol, ele só assiste. Ai toda quarta-feira junta um bando de homem lá em casa, fazendo uma sujeirada danada. Isso para não falar na gritaria. E não adianta eu pedir para eles maneirarem, toda quarta eles estão de volta.Engraçado é que quando conheci o Carlos eu jamais ia imaginar o gosto dele por essa bobagem. Ele é um sujeito culto, trabalha com uma engenharia complicadissima (fez mestrado na alemanha!) e ainda assim fica doido com o tal do futebol. Assim toda quarta feira a noite eu não tinha sossego.Meu marido juntava sempre uns 10 colegas para assistir as partidas, sempre bebendo. E eles bebiam de tudo, o Carlos nunca teve frescuras e se dava bem com todo mundo. Por isso, em que pese ser um dos engenheiros, convidava até mesmo os peões para ir pra nossa casa. Então tinha desde o whisky dele, passando por cerveja e até cachaça mesmo. Vocês imaginem o que é aturar um bando de homem tonto gritando e fazendo sujeira por causa de futebol. Era o que eu aguentava.No início eu tentava ficar no quarto lendo alguma coisa ou assistindo um filme, e o barulho sempre atrapalhava. Um dia fiquei tão puta da vida que resolvi tocar o foda-se e fui até a sala beber com eles. Como detesto futebol, me sentei na mesa da copa e beberiquei uma vodka gelada, pura, enquanto observava aquele bando de marmanjo. Eu tinha uma má vontade danada com aqueles caras, mas reparei que alguns deles eram até bonitinhos. A vodka descia cada vez mais suave… No intervalo do jogo eles resmungaram qualquer coisa e rumaram para a cozinha. Passaram todos por mim e o Carlos ainda brincou, na maior cara de pau:- Olha quem apareceu… Não sabia que você gostava de futebol! Mas veio tão mansinha que nem te vi que você estava ai.- Uai, estou aqui sim. Vocês bestas só tem olhos pra esse futebol e nem lembram mais que mulher existe. Um deles, que depois vim a saber que se chamava Henrique, teve a pachorra de dizer: debochando;- Mas é claro, você nem para fazer um tira gosto pra gente.Ele falou isso e riu, outros riram também. Fiquei com muita raiva, me levantei e respondi que eu podia fazer muito, e dei ênfase no muito, muito mais do que um tiragostinho, mas que o que eu fazia não era pra qualquer um não. O Carlos ficou lá com aquela cara de pastel que ele faz quando faço algo inesperado. Mexi meu cabelo, peguei minha garrafa de vodka, o copo, e voltei pro quarto. Foi só quando me deitei na cama que percebi que eu estava com um pijaminha curtíssimo, as pernas todas de fora, uma calcinha preta minúscula e os peitos parcialmente cobertos pela transparência da blusinha.Por isso a cara de pastel do Carlos!, pensei. Ele deve estar pensando que eu estava me ensinuando para algum dos colegas dele, senão todos!. Nisso me deu foi uma vontade de rir e a raiva até passou. Nunca havia parado pra pensar nisso de que um bando de homens bêbados estava dentro da minha casa, e eu bêbada também… imaginei um daqueles homens entrando no meu quarto e me pegando de jeito, beijando meus peitos, arranhando a minha nuca com aquelas mãos enormes. Carinhosamente levei minhas mãos até a minha bucetinha e toquei uma gostosa e bem devagar, sentido aqueles lábios grossos se umedecendo aos poucos… o desgraçado que falou em tiragosto de repente invadiu minhas ideias e gozei imaginando aquele filha da puta me chupando enquanto eu esfregava aquela cara dele contra a minha buceta.Fiquei ali deitada e, na hora em que fui encher mais um copo de vodka, reparei que havia uma mensagem de whatsapp no meu celular. Era o Carlos.Anna, você quer me matar! Se exibir assim pra galera toda não dá! Me diz ai se algum te interessou que a gente vê o que faz.Vocês já viram que esse meu marido é fogo, né?Respondi pelo zap que eu queria o do tiragosto. Rapidinho ele me respondeu:Mas Anna, justo o Henrique? Ele trabalha comigo, é um subordinado meu, fica chato!Eu sabia que o Carlos estava era de charminho e devia estar com aquele pau dele explodindo na cueca. Respondi:O problema é seu, quem mandou trazer esse monte de homem pra casa? Agora se vira.Lógico que ele se virava! Então eu tive uma idéia e, só de sacanagem, fui até a cozinha para fritar uns kibes que tínhamos lá e fazer o tal do tiragosto. Fui vestida do jeito que eu tava. Cheguei na cozinha e gritei de lá:- Henrique! Henrique! ! Você não queria tiragosto? Então agora vem cá me ajudar, mocinha!Nisso os colegas dele comecaram a rir e a zoar muito da cara dele, mas ele nao saía do lugar. Dai eu fui até a sala e falei:- Será que ele tem medo de cozinha ou é de mulher mesmo? Pra fazer gracinha você é bom, né?Ai que cairam na pele dele mesmo! E ele se levantou e foi, todo sem graça, pra cozinha.- Não se preocupe que já tá tudo pronto, você só terá que servir – eu disse enquanto retirava os kibes da fervura e colocava num prato forrado com papel toalha. E ele, sério, fazendo esforço para olhar no meu rosto:- Então tá bom.Joguei meus cabelos pra trás, deixei minha blusinha cair de lado, mostrando um pouquinho de um seio, e disse:- Na hora que vocês forem embora, você volta. Hoje.E ele se fazendo de desentendido:- Mas seu marido vai sair também? – Vai servir esse tiragosto. Se for esse machão ai mesmo, volta, quero ver se tem coragem!Ele foi servir o kibe e o pessoal fez a maior arruaça, chamando ele de ajudante do lar. Ele, muito puto, deixou o prato numa mesinha e voltou a assistir o jogo, bebendo até não poder mais. Reparei que o Carlos uma hora chegou até ele e falou alguma coisa. Eu saí dali, vodka na mão, e fui ao quarto para passar uma bela duma maquiagem. Aquele dia eu queria ver um pau manchado com meu batom. Será? No horário habitual o barulho cessou e o pessoal começou a se despedir e foram finalmente embora. Nisso entra o Carlos no meu quarto, me abraçando por trás e roçando o pau duríssimo na minha bunda.- Anna, você não sabe o tesão que você me dá…Ele falando isso e agarrando minhas pernas e meus peitos, beijando a minha nuca. Me arrepiei inteira e fui rebolando de leve naquele pau duro que eu sentia sobre a calcinha.- Ah, Carlos… Atentou, agora guenta. Vou dar pros seus colegas e depois que eu estiver bem esquentada, quem sabe, sobra um pouquinho pra você. – E se eles não vierem? Não fala assim comigo que eu fico louco!- Se eles não vierem eu deixo você tocar umazinha enquanto eu desfilo aqui pra você. Peguei no pau dele, tirei ele pra fora. Estava imenso e bonito, duro feito pedra. Me agachei e dei uma bitoquinha bem de leve na cabecinha do pau, depois um selinho na boca do Carlos.- É para eu não borrara maquiagem e o batom, tá? E punhetei um pouquinho aquele pauzão enquanto nos esfregávamos. O Carlos estava se esfregando bem gostoso em mim, quando a campainha tocou.- Deixa que eu atendo, Carlos. Deixa que eu atendo.E fui pra porta, enquanto Carlos me chamava de espetáculo. Abri-a e, para minha surpresa, estava o Henrique e um outro cara.- Me desculpa, Anna, é que eu vim de carona com o Beto.Beto era outro peão da empresa, mas não trabalhava com o Carlos. Era um moreno claro, forte, de cabelos curto e uma cara meio grossa. Era bem sério e fez uma cara de o que que eu posso fazer? Qquando o Henrique aludiu à carona. Achei isso engraçado e ri.- Então vamos entrando…Peguei Henrique pela mão e o puxei pra dentro. Ele com a outra mão abraçou a minha anca e fez como que fosse me beijar. Parei de repende e falei epa!!. Passei as mãos em seu ombro, depois em seu peito.- Você é assim rapidinho? Olha que não vai dar conta…Nisso ele já me agarrou firme e tascou-me um senhor beijo na boca, agarrando firme a minha anca com uma das mãos, enquanto com a outra alisava, também firme, minhas costas. Sentia a língua dele, quente, enfiando em minha boca, aqueles lábios duros mas ao mesmo tempo macios envolvendo a minha boca. O cara era 10! Ele foi se ajeitando e pude sentir seu pau duro machucando minha coxa. Parecia boa coisa, e isso eu iria descobrir. Finalmente termina
mos aquele beijo e eu já estava toda molhada. Só de sentir aquele braço forte me agarrando eu já me arreganhava toda. O Beto ainda estava de pé perto da porta, que estava aberta. – Bom, vamos entrar, vamos nos sentar ali no sofá. Pega a cerveja na geladeira, Henrique.Enquanto ele pegava, fechei a porta e o Beto sentou no sofá. Nem sinal do meu marido. Henrique entregou uma cerveja para o Beto, abriu outra e deixou na mesinha. Veio pra cima de mim e me agarrou de novo, prensando meu corpo contra a parede, dessa vez passando uma das mãos na minha virilha e na buceta, enquanto a outra me agarrava pelos cabelos da nuca. Sentia aquela pele áspera do seu rosto roçando em meu pescoço e aquele pau duro na minha perna. Enfiei as mãos por debaixo da calça dele e apertei sua bunda, durinha. Ele ficou beijando meu pescoço e eu senti que ele queria era meus peitos, então fiz menção de tirar a blusa, o que ele de pronto entendeu. Arrancou a minha blusa e passou a beijar e chupar desesperadamente meus peitos, que eu eafregava em seu rosto. Agora estava eu ali só de calcinha, me agarrando a um peão do meu marido enquanto o outro, sentado num sofá, nos observava. E então meu marido também apareceu, sentou no sofá e tirou o pau para fora, punhetando de leve. Fui tirando a roupa do Henrique e, meu deus, que corpo bonito ele tinha. Ele era bem forte, apesar de una leve barriguinha, e era mais peludo e roludo que o Carlos. Quando vi aquele cacete grande e grosso, roxo e veiudo ainda por cima, até me assustei. Ele roçou aquilo sobre a minha calcinha e eu pude sentir seu calor. Dai o desgraçado só pegou com a sua mão e afastou a calcinha, roçando a cabeça do seu pau na minha bucetinha que já estava encharcada. Certamente por causa do meu marido e sua punheta nada discreta, acho que beto se animou e também começou a tocar uma. Simplemente desceu as calças e começou. Aquilo era demais pra mim! Três homens com seus paus duros por minha causa, querendo me comer, me desejando! Tive vontade de enfiar os três na minha boca e gemi alto. Aquele cacete do Henrique, grande, grosso e duro esfregando na minha bucetinha estava me deixando louca. Dei uma mordida no pescoço do Henrique e ordenei:- Vem comigo para o sofá. Tirei minha calcinha, que só de zueira joguei em cima do Carlos, e me sentei do lado do Beto. Ele nao era nada atraente, mas aquele pau duro era irresistível. Já fui logo pegando o pau dele com uma das mãos, enquanto com a outra peguei o do Carlos. Fiquei punhetando os dois. Abri bem as pernas e Henrique, percebendo o que eu queria, agachou-se e caiu de boca na minha buceta. Ele chupava muito bem, enfiava de leve, mas com firmeza, aquela língua quente entre meus lábios. Já estava indo à loucura, quando fiquei sedenta de chupar também. Largueu o pau do Carlos, passei uma das pernas sobre a cabeça do Henrique, ficando de quatro apoiada no sofá, e beijei deliciosamente o pau do Beto. Meu marido até mudou de posição para ver a Anna dele ali de quatro chupando aquele pau quente e duro, que eu nem tinha reparado direito como era. Ai eu me arreganhei toda, o rabo e a buceta empinados pra cima, esperando o pau do macho que viesse. Senti uma mão dura agarrando minhas ancas, uma grossura desconhecida buscando caminho entre as minhas pernas. Era o Henrique, louco de tesão com aquele pauzão maravilhoso, penetrando de uma só vez a minha bucetinha. Gemi alto, meus gritos abafados por aquele pau quente na minha boca. A cada estocada forte que o Henrique dava, o pau do Beto trombava na minha boca. Eu tirava ele da boca e o esfregava na cara, ai o Beto segurava minha cabeça com violência, voltando minha boca para o seu pau. De tanto eu tirar o pau da boca e esfregar na cara, Beto percebeu o que eu queria e ficou ele mesmo esfregando aquele mastro contra meu rosto, e eu lambendo, beijando, aquele pau que se esfregava na minha pele lisa e branquinha. Henrique não dava sossego e além de agarrar minhas ancas e estocar forte, me dava tapas na bunda que abafavam o som do saco dele batendo contra a minha buceta. Quanto mais ele estocava e me agarrava, mais eu gritava e tentava enfiar o pau de Beto na boca. Ele, safado, percebendo isso, ficava desviando o pau da minha boca toda hora, até que pegou minha cabeça e enfiou o pau de uma só vez na minha boca. Eu gritava, ou tentava gritar, mas o som saia abafado pelo pau na minha boca. Pau que crescia, crescia, eu sentia o Beto arfando cada vez mais, as veias do pau dele se estufavam, ele iria gozar. Tentava de todos os meios tirar o pau dele da minha boca, mas ele não deixava, e o Henrique sem dar uma trégua, metendo cada vez mais forte. Senti um leve gosto saindo do pau de Beto, e de repente ele puxou o pau e melou todo meu rosto com se gozo. A visão daquele pau esguichando porra em cima de mim me fez gozar loucamente, eu gritava e gritava e gritava e aquilo não parava. Henrique começou a agarrar com força minha anca e tremer aquela pica dentro de mim, falando:- Ai eu vou gozar, ai eu vou gozar, eu vou, eu vou…Desesperada de tesão, com o gozo ainda pulsando, peguei de novo o pau de Beto e chupei aquele pau meia bomba, todo melado, com aquele gosto salgado característico. De repente Henrique puxou o pau pra fora de uma só vez, me fazendo dar um último grito, e senti aquela rola enorme e quente despejar sua porra no meu rabo, apertando o pau contra o meu cuzinho e melando meu rabo e minhas costas toda de porra.Eu ainda sentia aquela onde de gozo subindo e descendo no meu corpo, estava suada e melada. Queria mais. Beto se levantou do sofá e eu ali deitei, arrebitando meu rabinho para o Carlos. Queria que ele me comesse o rabo enquanto eu ainda sentia aquela gostosa tremedeira de gozo. Fiquei ali deitada, rabo arrebitado, mexendo devagarzinho de um lado para outro. Ele veio e pegou em meu ombro:- Anna, não vai dar. Ver você gemendo assim no pau desses caras foi demais pra mim. Acabei gozando. Gozando sozinho, sem nem tocar uma. Daqui a pouco a gente faz…Daqui a pouco eu nao queria. Queria era naquela hora. Fiquei até um pouco com raiva, sabe. Mas fazer o que? Não se pode ter tudo sempre.Rapidamente os comedores foram embora. A sensação de gozo aos poucos acabou e eu fui direto tomar um banho, aquela porra na minha cara já estava secando e estava incomodando para piscar os olhos.

Comento a Mulher do Meu Tio

Eu teunho 15anos, e a namorada do meu tio tem 24 e ela i loira tem um par de peitoes grandes. bundinha media durinha rosto angelica, e tenho uma rola de 20×8, e meu tio o corno tem 29 anos.E eu estava no banhiro e quando eu sai do quarto para ir no bnheiro eu fechei a porta aifui po banheiro e o banhiro a porta n tm como tranca e como eu estacom o meu pau na minha mao mixando ela entra e ve meu pau e fica adimirando a minha rola,ai eu ja guardei minha rola pra dentro da minha cueca e ela saiu desfarçando,ai fui por quarto e guando estou assistindo tv ela entra no quarto e diz se aquela rola era tudo meu mesmo e eu falei que é, ai ela perguntou se podia pegar na minha rola, ai eu falei para se queria pegar podia e ela tirou minha cueca e pegou e quando ela pegou ela ficava apertando ai ei falie pr ela me mastubar e ela começou ai passou uns 10 minuto ela n aguentou e começou a mechupar e n aguentei e coloque minha mao na cabeça dela e forçava sua cabeça contra minha rola ee eu tintia minha rola virando a garganta dela e seugurava ai quando ela nao aguentava mais e soltava a cabeça dela e saia cheio de baba,ai ficamos mas uns 30 minhuto assim, e depois eumperguntei se ela queria para ai lela falou claro que n eu quero sentir essa rola no meu cu e na minha buceta quero que vc me fode todinha pq o seu tio n chega nem nos seus pes,ai ela tem uns peitoes grande e madei ela calvagar no meu pau ela se ajeitou e sentou e qualdo ela esta a sentando na minha rola ela chorava de dor e saia um pouco de sangue ai ficamos uns 40 minuto so ela sentando e rebolando e calvagando na minha pica ai quando ela calvogava eu so csegurava nos seus peitos lindo que chupava e ficava ali mas uns 40 minuto, ai quando ela levantou epa deitou na minha cama e abriu as penas e mantou eu fudela mas ante ela passo a mas na sua buceta e tinha um buraco aberto que eu inha t]deixado ela arrombada como ela pediu ai ela mandou eu fodela assim mesmo mas insima dela, ai ficamos mas uns 30 minuto, ai e falei para ela ficar de 4 ela ficou e fui no banheiro pegar lubrificante do meu pais e ai passei no seu cuzinho para ficar molhado e no meu pau e ela mandou eu ir devaga pq minha rola e muito grande e fui e so encostei a cabeça da minha rola tendro delaela começou achorae geme ai eu fui devagar e coloque o meu pau deuma vez so ai ela chorou e gemendo de tesao e e chorando por causa que estava saindo sanguem pq minha rola é grande e ela falou que a rola do meu tio era pequena,e fui betendo dela e metia com foter e securava nos seu peito para n balançarmuiuto ela so gemento ai ficamos por mais uns 40 minuto ai,ai ela ja tinha gozado umas 10 oiu mais vezes, ai ela colocou a mao do seu cu e i ficou um buracao so seu cu,eu pedira ela se bodia comer a sua buceta ai ela me deixou comer, ai de 4 mesmo emeti na sua buceta e ai ja tinha passado uns 10 minuto ai eu goze na sua buceta e no su cu cabelo peito e na boca pouquinho nunca tinha visto tao porra minha assim,i ela comesoua me chingar pq tinha gozado da sua buceta pq esta esta va mestruada, ai ela se a calmou e fomos para o banhiro tomar um banho e la rolou uma esponhola chpetinha e de 4 e tudo de novo maas foi pouquinho pq meus ppais chegara,ai a gora n deseu ela acha que esta gravida de mim, e eu esquici tem uma picina em casa e ai ela quando esta so nos e la ficame masturbando e ficon passando a mao no seus peito e buceta e no cuzinho ai ela falou que ele so falou que esla tinha mas berta ai ela deu uma descupa.

Bendito genro

Perdi meu companheiro de três décadas de vida em comum quando ele tinha 54 anos e eu recém completara 48 anos. Gaspar foi fulminado por um enfarte. Morreu dormindo. Ele foi meu primeiro e único macho, até morrer. Além da perda emocional, dos transtornos legais e da tristeza que nos causou o passamento do Gaspar, também eu prontamente senti a falta de um cacete gostoso para cavalgar, pois findo o impacto inicial da perda do meu amor, comecei a sentir também a perda do meu homem, daquele homem gostoso que chegava a me acordar de madrugado, para dar uma trepada. O fato agora era que Gaspar não estava mais conosco e, portanto, era passado. E eu, mulher ativa, vigorosa, cheia de tesão, precisava dar um jeito não só na vida como no fogo da minha boceta. Tentei, confesso, recorrer ao sexo pago, mas não só recusei-me ao primeiro encontro marcado com um boy, como contei essa intenção para minha única e abençoada filha Isadora; casada e mãe de uma linda menininha. Ela me desaconselhou de todo e ainda, vejam vocês, se propôs a me ajudar na empreitada. Pediu-me tampo até o dia seguinte, deu-me um gostoso beijo de filha e foi cuidar da sua pequeninha. Na tarde do dia seguinte, comigo envolvida em fazer todas as tarefas que até há pouco tempo o Gaspar fazia, recebi a visita da minha filha. Radiante, ela foi logo afirmando que conversara detalhadamente com o Honório, seu marido e meu genro, sobre ele se dividir sexualmente entre ela e eu. Aquilo, a princípio, me chocou e constrangeu. Foder com meu genro, sob o consentimento da mulher dele, minha filha? Com certeza o mundo estava ficando louco ou tinha sido virado de pernas para cima. Isadora, porém, não aceitou nenhum de meus argumentos iniciais e ainda me recomendou que a ouvisse com paciência e discernimento, porque não era nenhuma loucura o que ela estava propondo. Segundo me confidenciou, Honório era um garanhão na cama, sempre com mais tesão do que ela sentia, e querendo de toda forma repetir as trepadas, quando ela, Isadora, já se sentia plenamente satisfeita. E, além do mais, se fosse para eu procurar sexo pago, certamente iria ter muito mais frustrações do que gozo. Isadora revelou que na noite anterior combinara tudo direitinho com o marido dela, que ele topou fazer a experiência proposta, ao menos até que eu encontrasse um novo homem à minha altura, para viver comigo. E minha filha foi além, avisou-me para estar pronta na manhã seguinte, bem cedinho, que o Honório passaria para me pegar. Ele era proprietário de um varejo de frutas e verdura e em alguns dias da semana ia até a central de abastecimento de uma cidade próxima, para refazer o estoque dos produtos que comercializava. Só me restou agradecer emocionada à minha filha, dar-lhe um beijo afetuoso e aguardar o dia seguinte. Por volta de cinco horas da manhã, Honório tocou a campainha aqui de casa. Eu, que mal pregara olhos naquela noite, tamanha minha ansiedade, já estava a postos para embarcar com ele no seu caminhão. Assim que me ajeitei na carona, meu genro me puxou para perto de si e me beijou calorosamente a boca. Desde que Gaspar se fora, eu não havia mais sido beijada na boca por nenhum outro homem, de modo que nem seria preciso ressalvar que aquele demorado beijo do Honório me fez encharcar a calcinha de gozo. Quase sem fôlego, depois que ele me largou, perguntei qual o roteiro que ele traçara para o nosso dia. Falou-me então que, primeiro de tudo, iríamos até a Ceasa da cidade vizinha, carregaríamos o caminhão, que era refrigerado, e depois estaríamos livres para fazer o que nos desse na telha. Minha santa filha Isadora tinha liberado ele para um dia inteiro de aventuras e sexo com a mãezinha dela. Carregado o caminhão, tocamos direto para um motel de beira de estrada, onde Honório e Isadora costumavam parar para foder, quando a esposa ia com ele até a Ceasa. Segundo me contou, foi ali que ele e Isadora “projetaram” minha linda netinha Celine. Quando entramos no quarto, percebi que o pau do meu genro estava quase rasgando sua calça. Rapidamente, desafivelei seu cinco, baixei sua calça e pude então avaliar melhor as dimensões daquela ferramenta, que abocanhei com gula voraz. Honório gemia e sussurrava que minha filha nunca tinha-lhe aplicado um boquete tão “cruel”. E olha que ele adorava os boquetes dela. Ponto para mim que, já devidamente pelada, puxei meu genro para cima de mim e ajudei sua enorme vara a arrombar minha boceta faminta. Ele agarrou meus glúteos e me puxou energicamente contra sua genitália, praticamente enterrando também suas batatas na minha gruta. Foi a conta para eu ter meu primeiro orgasmo. Uma explosão de gozo e prazer, que se repetiu por outras duas vezes até o momento em que senti uma enchente de porra inundar-me a vagina e o útero. Honório tinha gozado e injetado seu fervente sêmen dentro de sua sogra. Tudo com o consentimento da sua patroa Isadora, não por acaso filha da sogrinha amada. Foram horas deliciosas que eu e Honório passamos pelados na cama do motel, ora indo para uma ducha, ora dando mais uma trepada. De fato, meu genro era um garanhão, e pela primeira vez na vida senti inveja da minha filha. Por egoísta, claro, por querer o Honório só para mim. Mas nosso acerto prossegui por mais dez meses, tempo que levei para arrumar um novo macho, descomprometido. De modo que hoje estou numa muito boa com o Jaime, enquanto minha santa e querida filha voltou a desfrutar com exclusividade da gostosíssima vara do seu marido Honório, que tão bem apagou meu fogo durante os tempos de minha viuvez. Bendito Honório e Santa Isadora.

PARAENSE – Marta

Sou Paraense, tenho 32 anos, morena, cabelos curtos, seios fartos, xana depilada, bumbumzinho, mas guloso. Sou bi, casada, meu marido sabe e apoia.Marta, vinda do interior, estava passando uns dias na casa de outra prima nossa. Quando a chamei para passar um final de semana em casa, não sabia o que estava por vir. Meu marido estava viajando a trabalho. Estavamos felizes de nos revermos, depois de quase cinco anos. Conversamos bastante, atualizando as histórias. A noite, antes de dormir, fui tomar banho e, só mulher em casa, Marta veio também. Nós duas nuas no banheiro, reparei nas curvas generosas da minha prima. Ela se juntou a mim no box, e começou a me ensaboar por trás. Os ombros, as costas, descendo até meu bumbum, e, com a mão ensaboada, minha vulva por trás. Então sussurrou no meu ouvido: -Lembra, prima? Fiquei meio sem jeito, já fazia tanto tempo. Levei na brincadeira, e rindo, respondi que sim, lembrava, mas já fazia muito tempo. E me apressei em sair do banho. Só havia uma toalha no banheiro, então me enxuguei e deixei a toalha para ela. Fui ao quarto, tentando tirar as lembranças da cabeça. Marta veio em seguida, enrolada na toalha. Eu me esticava para alcançar uma calcinha na parte superior do guarda roupa, onde ficava a roupa lavada. Ela me abraçou por trás, envolvendo meus seios com as mãos, beijando minha nuca, dizendo:-Deixa eu te mostrar o que eu aprendi nesses anos, deixa? Arrepiada, uma onda de calor em todo meu corpo, fiquei molinha, me desvencilhei de seus braços, dizendo: -Doidinha, para de brincadeira.Pelada, sentei na beirada da cama, tentando me recuperar da moleza do súbito tesão. Marta arrumou os travesseiros atras de mim, e gentilmente me deitou sobre eles, me deixando inclinada. Não resisti mais a minha prima. Se ajoelhou na minha frente. Carinhosamente foi erguendo minhas pernas, até me arrumar na posição “frango assado”. Ficamos nos olhando, curtindo a espectativa do que viria a seguir. Quando ela começou a aproximar o rosto do meio das minhas coxas, senti meu coração acelerar. Gentilmente, com as pontas dos dedos das duas mãos, ela afastou os lábios da minha boceta, terminado de me arregaçar por inteira. A visão do seu rosto atrás do meu monte de vênus, como o sol se pondo por trás de uma montanha, me enchia de tesão, e eu sentia minha xoxotinha umedecer. Marta assoprou de leve minha vulva, que sensação! Fechei os olhos, ela me lambeu. Ahhh, suspirei. Abri os olhos. Ela me olhava, com a ponta da língua entre os lábios, me mostrando que estava me saboreando. Safada. Pisquei pra ela. Ela colocou a língua pousada dentro da minha boceta, me tampando com ela. Mexeu de um lado para o outro o rosto, deixando a língua imóvel. Ahhh, que loucuraaa. Segurei os joelhos contra os seios, inclinando a cabeça para frente, tentando ver o que ela estava fazendo em mim. Ela se escondeu, deixando só a ponta da língua no finalzinho da minha boceta. Safadaaa. Ela queria mesmo, e sabia como, me matar de tesão. Ela havia aprendido muito, desde a época em que apenas masturbava-mos uma a outra, na rede em que dormia-mos juntas. Foi assim que descobri a masturbação, nos dedos da Marta.        Coloquei a mão sobre minha xana, tentando tocar a língua dela com as pontas dos dedos. Ela percebeu e não se fez de rogada, deu pinceladas com a língua na pontinha dos meus dedos, revezando com a entrada da minha grutinha. Estiquei o dedo médio, e ela o engoliu, passando a língua dentro da boca, mamando no meu dedo do prazer. Que delicia. Nunca tinha experimentado tantas sensações assim, ao mesmo tempo. Retirei o dedo de sua boca, e deslizei a mão pela boceta, parando quando meu grelo ficou entre o V que os dedos fazem. Puxei a pele para trás, exibindo meu pinguelinho para Marta, e fechei os olhos, esperando. Marta rodeou com lambidas circulares em volta de meus dedos, sem tocar no meu moranguinho, e quando percebi, ela estava lambendo meu cuzinho, que nessa posição, estava tão exposto como todo o resto de mim. Um frisson percorreu todo meu corpo, que loucura aquela língua no meu cú, e eu expondo meu grelo assim. Marta girava a ponta da língua dura pela borda do meu cuzinho, e de vez em quando forçava na portinha. Cada estocada lambuzava mais meu anus de saliva, e no meio das minhas pernas tudo era umidade. Salivei na ponta dos dedos da outra mão, e comecei uma lenta massagem em meu grelo. Marta colocou toda a boca aberta sobre mim, envolvendo o finalzinho da minha xana e meu cuzinho ao mesmo tempo. Por dentro da boca ela movia a língua, pincelando tudo que estava lá dentro.De olhos fechados, eu girava meu dedo melado, esfregando meu pinguelo e me lembrava de quantas vezes acordei na total escuridão da nossa casa no interior, sem energia elétrica, com os dedos da Marta em minha boceta. Sem dizer nada, me ajeitava na rede, abrindo mais as pernas, para que ela pudesse fazer o que quisesse com minha xoxotinha quase sem pelos. Até hoje a conservo raspadinha, só com um tufinho de pelos sobre o capô-de-fusca. Deitadas cada uma para um lado da rede, de camiseta, sem calcinha, ficava fácil. Fingindo estar dormindo(no começo era assim), pousei a mão sobre seu monte de vênus. Logo ela se ajeitou também, afastando uma perna, ficando minha mão em contato com sua xana. Ela dedilhava minha bocetinha, afastando os lábios e passando o dedo por toda ela. Eu não mexi a mão, encaixando disfarçadamente as costas do dedo médio em sua racha, sentindo o calor e a umidade da minha prima. Percebendo que eu estava fingindo, ela dava leves beliscoes nos labios da minha boceta, repetidamente, até que eu não aguentando, sorri, e comecei a dedilha-la também. Marta sempre foi mais atrevida do que eu, mas eu era tão sacana quanto ela, só não tinha tanta coragem, por isso não a recriminava e sim, a seguia nas traquinagens.Como não a recriminei agora, que ela subiu com a língua por dentro da minha xoxota, até alcançar o grelo que eu massageava. Colocou-o entre os lábios e deu seguidos beijinhos chupados e molhados. Eu agora o mostrava com as duas mãos, e sentia sua língua resvalar nos meus dedos quando ela começou a lamber meu moranguinho. Sempre fui muito úmida, e sentia meu caldo escorrer ate os dedos da Marta, que os havia pousado sobre minha boceta aberta. Sorvendo meu grelo, ela me penetrou com o dedo médio, e pude sentir depois de tantos anos, novamente minha prima me explorando por dentro. Ela não fazia entra e sai, e sim movimentos giratórios, circulares, do jeito que eu tanto gosto, e havia lhe dito tanto tempo atrás. Olhei para ela, e ela piscou pra mim. Ela se lembrava!Larguei meu grelo, e envolvi seu rosto com as duas mão, acariciando-a enquanto ela me dava prazer oral. Coloquei seus cabelos para trás, como a crina de uma égua, e sem interferir com seus movimentos, fiquei segurando-a assim. Ela esticava a lingua e pincelava meu pinguelinho, e eu balançava as pernas escancaradas, louca de tesão. Seu dedo massageava meu útero, meu ponto G, tudo enfim. Marta, vô gozar, eu sussurrei para ela.Goza pra mim, goza prima!Ela colocou outro dedo em mim, e os mexia como duas gangorras, subindo e descendo alternadamente. Lambeu mais forte e mais rápido meu grelo, me levando a me contorcer num gozo maravilhoso. Meu corpo arqueava e eu tentava girar, presa pela língua e dedos da minha prima gostosa.Te amoooo, te amoooo, eu repetia para ela enquanto gozava em sua boca. Prendia sua cabeça entre minhas coxas, me rendendo aos últimos espasmos. Marta continuava com a boca em meu sexo, agora me lambendo suavemente de baixo até em cima, como uma gata lambe seus filhotes. -Também te amo, prima. Ela disse entre uma lambida e outra. Relaxando as pernas, me estiquei na cama. Marta, já sem a toalha há muito tempo, veio se deitar ao meu lado, me abraçando. Seus lindos seios fartos, junto aos meus, uma perna sobre as minhas, me envolvendo, deitada em meu ombro. Sorrimos, e pela primeira vez, nos beijamos. Um beijo que veio naturalmente, como se fossemos um casal de namorados. Gostoso, carinhoso. O tes
ão se acendendo novamente. Abracei minha prima, sentindo sua pele, percorrendo suas costas com a mão, sentindo suas curvas. Toquei seu bumbum. Enchi a mão com ele. Marta chupava minha língua. Eu a apertava e puxava pela bunda, ela agarrando meu seio, apertando o mamilo na palma da mão. Passei os dedos por dentro de seu rego, tocando o anus e chegando na vulva. Depois de tantos anos, eu tocava novamente a xoxotinha da minha prima. Marta gemia baixinho no meu ouvido. Escorregando um pouco, coloquei o rosto em seus seios. Assim, de ladinho, um sobre o outro, os mamilos durinhos, as aureolas grandes. Beijei e lambi os mamilos, girando a língua pelas aureolas, massageando a boceta úmida com as pontas dos dedos. Marta gemia e suspirava, curvando a cabeça para trás. Encaixando a boca, sugando, fazendo vácuo e lambendo o mamilo dentro da boca, usando nela a minha técnica de chupar pica, desenvolvida com a prática de 3 anos de relacionamento. Ainda mamando, virei minha prima de barriga para cima, abrindo suas pernas. Parei para olhar sua xoxotinha. Os pelos aparados baixinho, formando uma penugem em todo o seu capô-de-fusca. Raspadinha em volta, do mesmo jeito que a minha, mas com os lábios mais avantajados e saltadinhos. Uma coisa linda. A cobri como se minha mão fosse um biquini, como se diz, “enchi a mão de boceta”, sentindo os lábios entre os dedos. Movendo de um lado para o outro, sentindo a umidade da xoxota de Marta melar meus dedos. Nos beijamos, enquanto eu iniciava a masturbação em minha prima. Coloquei a pontinha do dedo sobre seu grelo, com uma leve e constante pressão, fazendo Marta gemer, me abraçando forte. Eu esfregava gostoso o seu pinguelo, e podia senti-lo durinho, por sob a pele. De vez em quando eu descia mais a mão, para melar os dedos no caldo que escorria da grutinha. Isso fazia Marta abrir as coxas, como que desabrochando sua xoxotinha para meu toque. Eu não me fazia de rogada, e explorava sua fenda por alguns segundos, antes de subir deslizando para o grelo. Os gemidos e as contrações em sua barriga denunciaram seu gozo. Com as mãos na cabeça, Marta assanhava os cabelos compridos, enquanto eu me distanciava de seu rosto, e apreciava a visão de seus grandes seios, de mamilos durinhos, ela gozava arqueando seu corpo e apertando os olhos. Eu siriricando rapidamente, apenas com a ponta do dedo do prazer sobre o grelo, como minha prima gosta.-Aaahhhh , to gozando, aahhhhh, to gozando… –Goza gostoso meu amor, goza…Um beijo a todas. Novata-Bi

festa com Michelly

Sou casado e tanto eu quanto minha esposa gostamos de transar, de vez em quando, com travestis. Já saímos algumas vezes com bonecas e foi sempre ótimo para os dois. Numa dessas vezes marquei no privê de uma linda mulata, Michelly, em Copacabana, que já havia me avisado que só não chupava mulher, mas o resto faria de tudo.

Eu e meu gato e um passivo gostoso

Eu sei li contos e acho interessante mesmo, resolvi contar um dos meus, eu e meu gato moramos juntos tem 4 anos somos dois ativos e gostamos de sexo e temos um maior tesão um pelo outro já realizamos várias fantasias um legal aconteceu esse ano, uma semana antes como de costume locamos um filme de sacagem gay e a maioria das cenas tinhas sexo a três, dai ficamos temos a mania de quando terminar o filme ficarmos fazendo todas o que filme no filme, só que vimos que faltava outra pessoa, da resolvemos fazer aquele jogo, pegamos o carro e saimos fomos a boate mais nada e também para não dar na cara tinha muitos amigos lá, pensei e se fomos ao parque da cidade pois aqui em brasília a pegação e solta lá ele concordou claro tava com a pica dura, dai fomos chegando lá já estamos morrendo de tesão pois enquando eu dirigia ele fazia um boquete para me deixar animado , certo quando paramos em um estaciomanto parou um carro do lado não demos muita importância o cara desceu e foi na frente, tem várias árvores no local dai entramos tb, quando chegamos lá não foi dificil encontrar outros caras já tava rolando a maior suruba 5 caras juntos se mastubando e se chupando, entramos no jogo só colocamos nossos paus para fora foi uma chupação loca os caras ficamos loucos temos o mesmo tanho de cacete os dois tem 19cm o dele é mais grossinho, delicia e o meu macio dai ficamos ali nos beijando e os caras mandando ver, começamos a perceber que os caras estavam todos loucos de tesão mas estavmos seu camisinha quando resolvemos voltar para pegar a camisinha o cara do carro ao lado fchegou perdo e disse – Ei vc não querem fazer algo gostoso em um lugar melhor ai eu logo perguntei, vc gosta de ser passivo? ele olhou e pergutou só passivo? respondi sim, ele disse que nunca tinha feito e dai resolveu aceitar ele nos seguiu com seu carro dai fomos resolvemos deixar o carro dele em um estacinamento, chegando lá ele entrou no nosso carro, meu garinho dirigia e eu fui atras, ele logo foi abrindo o ziper e me chupando gostoso meu pau da doendo de tanto ser chupado naquele dia , quando chegou no motel ele fomos logo tirando a roupa e ele foi tomar banho enquanto isso meu gatinho me beijava e me chupava i começamos um 69 delicisoso adoro sua pica e gostosa e sempre sai aquele caldinho e ele adoro meu sacão dai ficamos ali quando o cara entrou pedimos para ele ficar no meio ele já tava louco disse que eramos os caras mais gatos e gostoso que ele já viu , dai quando ele deitou no meio da gente começamos a chupar sei petinho ele era magro tinha o corpo como o nosso bem definido dai descemos e fomos para sua pica grande uns 20 cm começamos a chupar gostoso meu namorado como sempre chupando o saco e eu mamando gosto aqula vara, ele tava louquinho de tesão dai era vez dele deitamos e ele começou a mamar a gente os 2 ao mesmo tempo, ele tava feliz dav para ver na cara dele dai ficamos louco de tesão e não dava mais para aguentar gozei na boca dele e logo meu namorado gozou tb ficamos ai deitados e oc ra ainda como um fogo ele ficamos nos beijando tomamos mais uma cerveja e começamos ele começou a brincar com meu cacete novamente começou a chupar e meu gatinho começou a gostar e foi lá tb me chupou me senti um rei tava louco de tesão começamos chupar cada um uma pica como a cama era grande eu chupava ele ele chupava meu gato que me chupava dai ficamos assim, dai pequei ele e coloque no meio novamente meu gato começou chupar ele tb e eu abrir sua bunda e que bunda era aquela, abri gostoso e meti a lingua ele gemia de tesão coloquei a bunda dele na cara do meu gato e ele lambeu tb ele resolveu colocar a camisinha nos dois cacetes colocou com a boca, delicia quem já fez sabe, nisso ele pediu para ficamos deitados com a barriga para cima o cara estava louco para dar ele colcou ky nno cuzinho e nas picas logo sentou no meu cacete ele gemia fala putaria chamva de meu macho meu namorado queria ver então foi para tras e lambia meu saco enquanto ele sentava gsotoso no meu cacete eu tava estourando de tesão novamente nisso quando meu gatinho deitou ele era vez dele , sertir o cara tb ele tava louco de vontade nisso e ajudei pois seguei o cacete dele e o cara sentou foi entrando tudo ele senta e subia em um vai e vem maravilhoso aie fiz o mesmo lambia o saco do meu gatinho ele adorou isso nesse momento me veiu a ideia de por um dedo no cu do gatinho e ele foi gostando e coloquei dois, claro vc sabem qual era minha intenção né, coloquei mais gel no meu cacete e fui penetrando ele como a pica do meu gto dentro eu não acreditava o que eu estava fazendo a mesma coisa que eu vi no filme nossa senti o cacete do meu gato junto e que delicia eu pensava como o cu daquele apertado poderia aguentar duas picas, nossa ai ficamos um bom mempo ele gemia e chorava e quanto mais ele pedia para parar ai eu media mais, tirei quando tava cansando da posição nisso ele tava louco e queiria gozar da meu gato tiramos a camisinhas e e ficamos de pé na cama perto do rosto dele e nos beijando falei o quando amava ele e queria sempre aquilo já que era ativos e gostamos disso envie o dedo no cuzinho dele e ai gozamos na cara do cara que tb gozou logo em seguinda nunca gozei tanto a porra melou o cabelo e o peito do cara. foi muito legal, fomos tomar um banho os três na banheira e depois fomos para casa o cara foi embora ele era de sampa e nunca mais vimos novamente, espero que tenham gostado um abraço!

Achei meu amante perfeito

Olá meus queridos, saudades de vocês, vim hoje contar para vcs não sei se chamaria de conto, talvez seria mais uma novidade da minha vida. Como vcs sabem eu tinha aquele amante virtual que nunca passou do virtual, e detalhe talvez sempre tenha sido só uma ilusão da minha cabeça, dos meus desejos, por que na verdade pra ele nunca passou de um momento virtual. Mais enfim acabou mesmo, e pra sempre, ele se foi como apareceu do nada, e eu achei alguém especial, alguém que não quer só um virtual e sim um real e estou muito contente, pois já até marcamos de nos encontrarmos e vcs vão ter muitos contos meu para ler podem ter certeza. Então era isso que tinha para contar para vcs meus amores, já que gosto de manter vocês atualizados da minha vida, em breve voltarei com fotos do meu novo amante não virtual rsrs, mais real. Beijos e lambidas.

SOU CASADO MAS UM PAU FINO COME MEU CUZINHO

O CANALDOSCONTOS TRÁS PARA VC ESTE BELO CONTO , EU SOU O ERICK 28 ANOS CASADO COM A SUELEN 26 ANOS , 1,68M , 65 KG , PEITOES E RABAO ,BOM ENTREI NO SITE PRA ZOAR MAS TEM MUITO CARAS CASADOS INCLUSIVE , COMECEI BATER PAPO , PUNHETAS NA CAM , GOZAR VENDO PAU , MAS UM DIA EU CONHECI NO SITE UM CARA COM NIKE DE PAU FINO , TROQUEI IDÉIA E FOMOS PRA CAM O PAU DELE TEM 19 CM ,MAS FINO ,ME DEU TESÃO E O CARA CASADO TAMBÉM, BOM COMBINAMOS DE NOS ENCONTRAR , ELE PEDIU PRA LEVAR CALCINHAS SUJAS DA MINHA ESPOSA , MARCAMOS A NOITE ,LEVEI DUAS CALCINHAS COM CHEIRO DE BUCETA , ENTREI NO CARRO DELE , FOMOS PRO MOTEL ,O CARA LEVOU 3 CALCINHAS DA ESPOSA DELE , CHEIRAMOS AS CALCINHAS , O MEU PAU E O DELE DUROS , EU PELADO ELE PELADO , O PAU DELE FINO COM CABEÇA FINA EU LOUCO PRA DAR O CUZINHO , MAS PUNHETEI ELE , MAMEI A LINGUIÇA E AS BOLAS   BATIA COM O PAU NA MINHA LÍNGUA, MUITO TESÃO EM CHEIRAR AS CACINHAS COM CHEIRO DE BUCETINHA E CUZINHO , ELE LUBRIFICOU O PAU ENORME E FINO , PORRA QUANDO ELE COLOCOU NO MEU CUZINHO , GEMI DE TESÃO, EU DE 4 ELE COMIA EU SENTIA DESLIZAR ATÉ O PÉ , QUE DELICIA DE VARA , MAS PEDI PRA SENTAR , ELE CHEIRAVA AS CALCINHAS E COMIA COM GOSTO EU SEM POR A MÃO GOZEI GEMENDO NO PAU , GEMI IGUAL UMA CADELA ,A PORRA CAIA NA BARRIGA DELE , PORRAAAAA CARALHOOOOOO, LEVEI UMA LEITADA NO CUZINHO , ESTOU DANDO SENPRE PRA ESSE CARA ADORO O PAU FINO NO CUZINHO , NÃO JUDIA MUITO , MAS LEVO AS CALCINHAS SUJAS PRA ELE CHEIRAR .MUITOS CASADOS DANDO O CUZINHO.

Nós tres,eu, meu esposo e nosso amigo.

Por traz daquela calma, gentileza, e até certos galanteios esconde-se uma fera sexual,este amigo que me faz gozar tanto, junto com meu esposo.Caros amigos muito me apraz escrever-lhes novamente. Quem já leu minhas histórias anteriores, sabe muito bem do caso que temos a muitos anos com nosso amigo, pois bem outro dia como de costume levaram-me, a um lindo quarto de motel, no caminho sempre fico a imaginar o que estes dois loucos vão aprontar hoje.Para tirar um pouco do calor que emanava de meu corpo entrei no chuveiro e fui tomar aquele banho gostoso, ainda não era hora de usar a banheira, nosso amigo entrou logo depois acariciou-me, estranhei que não me arretasse, como sempre faz, levou-me novamente para a cama,e lá sim começou a beijar meu corpo sedento de sexo, de lado e de frente para ele deixou minha bundinha exposta, meu esposo começou a beijá-la e enfiar carinhosamente a língua em meu cuzinho, o membro duro dele roçava meu grelo, um calor vertiginoso se apoderava de meu corpo, aquela língua penetrando meu rabinho, meu esposo enfiava ela toda, rodeava a portinha e enfiava de novo, no auge do arreto fiquei de frente e sua língua começou a chicotear minha bucetinha e meu grelo.Nem me dei por conta de tanto tesão, só senti quando nosso amigo já estava com seu pau todo enterrado em meu rabinho, e começou a fincar com força me enterrando seu pau inteirinho, tirava e enfiava tudo de novo, e a língua de meu marido a chupar meu grelo e minha buceta, de vez em quando meu esposo se ajeitava dava umas enterradas ate o fundo, tirava botava, e outra vez voltava a me chupar, certo momento o prazer era tanto que gemi inconseqüentemente, gozando por todos os poros com um pau enterrado em meu cuzinho e aquela língua me fazendo gozar e gozar cada vez mais.Nosso amigo não gozava, então pediu para eu ir por cima de meu esposo, e aí começou a cravar-me com uma força incrível, seu pau inteirinho em meu cuzinho.Meu esposo por sua vez socava até o fundo de minha buceta chegando a levantar meu corpo com suas enfiadas, quando senti os dois paus incharem dentro de mim, o calor subiu, sabia que ia receber o gozo supremo de meus dois machos, gozei junto com eles.Neste idílio carinhoso levamos mais de hora, deixaram-me descansar ao bailar de suas mãos a me acariciar.Nosso amigo convidou-me a ir para a banheira, aquela água reconfortante faz com que meu corpo acenda novamente, suas mãos percorriam todo meu corpo, seus beijos depositados carinhosamente em meus seios faziam com que minha buceta piscasse de tesão e vontade de ver me possuída com aquela força que não sei de onde tira, pois é de um furor intenso ao me penetrar, incansável quando esta me comendo.Abraçados ele fez-me sentar em seu colo deixando a cabeça a roçar os grandes lábios, beijando-me segurava minha cintura, eu o abraçava e beijava-o querendo receber seu membro, quando senti suas mãos forçarem meu corpo e numa única enterrada enfiar inteiro seu pau, de tão duro que estava sentia o latejar em meu ser, rebolei junto com a água a balançar, queria sentir seu leite quente inundar minhas entranhas, rebolava com o pau todo enterrado, não deixei ele fazer o vai e vem queria sentir seu membro o mais fundo possível, fui aos céus ao sentir o latejar aumentar, apertei o que pude minha vagina querendo extrair seu suco do prazer, sentir meu útero ser banhado pelo liquido quente da vida Novamente ele com extremo carinho banhou-me, levando-me para perto da cama enxugando-me com delicadeza.Nestas horas é que penso como um homem rude do campo, criado nas lides do campo, com pouca instrução ser de uma meiguice imensa, sua energia sexual é admissível, pois é sabido que o trabalho que exige forte esforço físico chega a fazer grandes atletas. Voltando ao embate sexual, ficamos conversando por longo tempo,leves caricias percorriam meu corpo, as vezes as mãos se encontravam querendo os dois acariciar a mesma parte de meu corpo, muito tempo depois meu esposo e eu beijávamo-nos, encostando-se em minhas costas nosso amigo com o membro duríssimo, enfiou suavemente mas com firmeza ele todinho em meu cuzinho, começou um vai e vem vagaroso, trazia a cabeça ate a beiradinha e enterrava devagar até o fundo , e assim ficou por um bom tempo a comer minha bundinha, uns dez minutos antes de gozar começou um enlouquecido vai e vem, acariciando meu grelo com força, abri o mais que pude as polpas de minha bunda, abracei-me fortemente a meu esposo, joguei minha bunda para traz para que ele me enterrasse tudo,e gozei no momento em que minha bundinha recebia todo seu leite.Este nosso amigo foi-se para longe, procuramos um outro com amizade e companheirismo, dos arredores de Porto Alegre, podemos aos fins de semana visita-lo, se possuir sitio em cidades próximas adorariamos passear,eu adoro flores e animais, temos uma familia, pois por força de trabalho não podemos nos ausentar para muito longe, ele sera único amante devendo ser livre, sem homo e sem pegação,eu não quero causar problemas conjugais e nem ser solução.Sou morena clara, cabelos medianamente longos, entre em contato enviando foto principalmente de rosto p/análize de sua simpatia.Um abraço e grande beijo a todos e aos promotores deste site.Já fizemos muitos amigos virtuais através dele.                                

Marcelo & Sonia 22 – Renata

Marcelo & Sonia 22 – RenataSonia adormeceu, eu e Edna a deixamos dormir e fomos nus para a sala. Edna me abraçou se encostando toda em mim, segurando meu pau, sua boca procurou a minha, nos beijamos no meio da sala, segurei a bunda imensa dela com as duas mãos, apertando, sua boca grandona chupava meus lábios, a levei para o sofá e sentei, Edna sentou no meu colo, nos beijamos com desejo, ela me olhou e sentou no chão no meio das minhas pernas, sua boca beijou meu pau duro, engolindo ele todo, sentia os lábios no cabo grosso do pau. Sua boca beijava minha barriga, subia chupando meu peito, mamando os bicos, ela tornava a descer, lambendo, esfregando os lábios até engolir o pau todo. Ela me fez deitar e continuou mamando, chupando o saco, beijando o cu, tentei tirar a boca dela, deixa Marcelo, pediu, colando a boca me deixando doido, seus lábios grossos e molhados chupavam aonde queriam a empurrei para o chão. Edna deitou toda aberta, a boceta dela era enorme, montei nela, ela se agarrou no meu corpo, me chamando para dentro, o pau entrou todo, sentia os lábios grossos da boceta grudados no cabo da pica, meti forte nela, Edna gemia com o pau todo na boceta, sua boca me beijava com desespero, ela me apertava contra ela, empurrando a boceta para frente, suas mãos acariciavam minhas costas, segurando minha bunda grande, o dedo acariciava o cu, senti o dedo grosso dela me invadir, deixa Marcelo, ela pedia, ela não se contentou só com um dedo, passou a enterrar dois dedos, deixei. Continuei metendo forte na boceta dela, deixando ela fazer o que queria comigo. Ela beijava meu ombro, o pescoço, procurando minha boca. Edna virou ficando de joelhos apoiada nas duas mãos, com o bundão empinado, abri o rabão e encostei o pau duro no cu, ela gemeu quando o pau entrou, puxei os quadris enterrando tudo, Edna gemia alto tomando no cu, eu metia forte nela, botando tudo, Edna gemia, me chamando de filha da puta, me mandando meter forte. Não aguentei e gozei enchendo ela de leite, ela deitou me puxando, ficamos abraçados nos beijando, Edna me beijava todo, sua boca desceu pelo meu peito, me virando, beijando minha bunda, me abrindo e me chupando, sua mão masturbava meu pau, me deixando alucinado, ficamos assim no chão, gozei novamente com a boca gostosa dela, me enlouquecendo. Fomos para o sofá e ficamos abraçados nos beijando, Sonia acordou e veio nua para a sala, ela sorriu quando nos viu. Vocês já estão assim? Nesse dengo todo. Falou brincando. Edna levantou e abraçou Sonia beijando ela na boca, Edna levou Sonia para o sofá e sentou do meu lado com as coxas abertas, Sonia ajoelhou no meio das pernas dela e Edna trouxe o rosto dela para sugar sua boceta, Sonia esfregou os lábios, beijando a boceta, Edna gemeu enterrando a cara dela na sua boceta, Sonia chupava com gosto a boceta dela, mamando o bocetão de Edna. Sonia me olhava e voltava a chupar a boceta dela.Edna me olhou, Marcelo pega o pau no quarto, mandou. O pau estava em cima da cama com um tubo de creme do lado. Levei para a sala, Edna levantou e ajudei-a a prender o cinto. Ela fez Sonia levantar, se beijaram e Edna acariciou o rabão dela, abrindo e passando creme no cu, seu dedo melado entrava todo no buraco. Sonia gemia cada vez que ela enterrava o dedo, Edna melou o pau com creme e fez Sonia ajoelhar no sofá com o bundão empinado, Edna ficou atrás e abriu as nádegas fartas. Sonia sabia que ia tomar no cu. Olhou-me e eu vi que ela estava doida para dar a bunda. Edna encostou o pau grosso e forçou, o cu abriu e a pica entrou, Sonia gemeu alto, aai ai ai Edna ai, Edna segurou ela pelos cabelos, deixa eu comer para o Marcelo ver que você esta dando esse rabão para mim, você deu esse rabo enorme para mim, o dia todo. Sonia chorou quando o pau grosso entrou todo, ficou chorando baixinho, tomando no cu. Edna metia tudo, castigando o rabão dela, Sonia me olhava gemendo, sendo comida na minha frente. Eu me masturbava olhando. Ai Marcelo, ela ta metendo na minha bunda, eu to larga de tanto da pra ela, olha amor como ela bota no meu cu, querido. Enfia tudo Edna pro Marcelo ver como eu dou a bunda para você. Ai que pau grosso, caralho, eu adoro sentir um pau grosso no cu. Mete querida, meu marido sabe que eu sou puta. Sonia falava fora de si. Edna ficou abraçada na cintura dela, metendo tudo no rabão, Sonia gemia desesperada, ela gozou com o pau todo no cu, Edna continuou metendo, abracei Edna por trás colocando o pau no meio das nádegas dela, ela gemeu quando o pau entrou, fizemos um trenzinho, Edna metia forte em Sonia com o meu pau todo no cu. Gozei enchendo o bundão dela com meu leite grosso. Ela continuou metendo em Sonia até ela gozar chorando histérica no consolo grosso de Edna. Fomos para a cama, abraçados. Nem jantamos naquela noite, ficamos metendo até tarde. Edna dormiu na nossa cama.Todo marido que já viveu uma situação dessas sabe como e gostoso dividir a esposa com outra mulher. Edna passou a comer Sonia todo dia, deixou de ser empregada e mudou para o quarto do lado do nosso, todas as noites ela dormia na nossa cama. Edna virou o macho da minha esposa, Sonia se entregava toda para ela. Edna dominava minha esposa na cama, as duas ficavam em casa nuas, sozinhas, se esfregando, Edna comia o rabão dela várias vezes. Sonia não resistia, gostava do jeito dominador de Edna. Apanhava na cara e na bunda enorme. Depois, tomava no cu chorando aguentando o consolo grosso de Edna.Minha esposa e Edna se davam cada dia melhor, ela sabia deixar minha esposa doida, tudo ia muito bem. Uma tarde Sonia e Edna estavam nuas na sala, Edna sentada no sofá e Sonia ajoelhada no meio das pernas dela, chupando o bocetão de Edna. Nem perceberam o barulho da porta se abrindo. Quando perceberam, Renata nossa filha, estava parada segurando uma mala. Renata ficou parada vendo Sonia nua de joelhos chupando a boceta daquela mulher grandona. Sonia ficou sem ação quando viu Renata ali parada. Não sabia o que fazer! Sonia e Edna se levantaram nuas, Renata olhava para as duas sem conseguir controlar o olhar que teimava em olhar para aquelas duas bocetas enormes. Edna viu como Renata olhava para sua boceta, Renata não disse nada, usava um vestido muito justo e curto, Sonia olhou para Edna, vai lá pra dentro Edna, eu falo com ela, Edna saiu sem falar nada. Quem é essa mulher? Renata perguntou. Sonia sem graça encarou Renata. Vamos conversar no meu quarto, pediu. Renata deixou a mala na sala e foi com a mãe para o quarto… …….

REALIZEI O SONHO DE MINHA PRIMA. DAR PRA DOIS

Vou começar falando como é minha prima, seu nome é Rafaela, tem 1,72 de altura, loira, uma bundinha empinadinha, e aqueles peitinhos médios bem durinhos, 18 aninhos de idade. Depois que eu tirei a cabacinha dela (no conto “TIRANDO O CABAÇO DE MINHA PRIMINHA” confira como foi), descobri que a vagabunda tinha gostado muito de ser fudida e certo dia quando estávamos transando, Rafaela acabou me contando que tinha um sonho erótico, e que era transar com dois homens ao mesmo tempo, então contei pra ela que também tinha um sonho erótico, que era transar com ela e sua irmã Daniela juntas. Ficamos um tempão conversando (depois que eu já havia fudido a sua xaninha e cuzinho), e disse a ela que ia convidar um amigo meu para realizarmos o sonho erótico de Rafaela, mas que em troca, ela teria que convencer a sua irmã a transar comigo. Rafaela concordou me dizendo que se não conseguisse convencer sua irmã ela arrumaria uma amiga que eu já conhecia e que era muito gostosa, e então topei.

Perdi o selinho da buceta com o marido da minha irmã – 3ª parte

Perdi o selinho da buceta com o marido da minha irmã – 3ª parteprincesa quero ver essa bucetinha de perto, atendi prontamente, vem, chega mais perto, sente o cheiro dela, degusta meu melzinho. Ele me puxou pelas pernas até a beirada da cama, se aproximou sentiu o cheiro da minha buceta, e ali permaneceu por cerca de cinco minutos com o nariz colado nela, parecia paralisado, extasiado, enfeitiçado com meu cheiro delicioso de fêmea no cio. Em seguida começou a passar a língua devagar e ao poucos foi enfiando a língua e mordendo meu grelinho. Eu me contorcia de prazer, gemia pedindo pra ele continuar que estava muito gostoso. E sem dó caiu de boca na minha buceta, chupando com vontade e ficando com a cara toda lambuzada, chupou de novo me fazendo gemer cada vez mais alto e me fazendo chegar ao meu primeiro gozo na sua língua quentinha e afiada.. Em seguida ele levantou-se ficando de pé na minha frente, entendi o recado, me sentei na cama ficando com sua pica diante do meu rosto, nem precisava dizer o que ele queria, peguei e comecei a punhetar bem de leve, vendo e apreciando aquela cabeça grande sumir e reaparecer em minha mão, levei ele até minha boca e comecei a fazer um boquete, ele gemia me chamando de cunhadinha puta, safada. Fui aumentando o ritmo tentando engolir o máximo que conseguia e me engasgando com aquela coisa dura na minha boca, ele começou a fazer um vai e vem lento e eu desfrutando ao máximo daquela rola grande do meu cunhado, ele gemia feito louco mas eu controlava pra não deixar que ele gozasse. Que delicia de Rola cheia de veias que a deixava ainda mais grossa e mais gostosa… Ele me botou de quatro, e apontou sua pica na minha buceta, e foi pincelando minha bucetinha e falando: Sente e veja o que você vai ter que aguentar hoje a noite inteira cunhadinha gostosa … Hummmmmmmmmmmmm que delícia!!!! é claro que eu quero todo dentro de minha buceta machucando ela bem gostoso. Ele voltou a chupar minha buceta e foi lambendo… chupando e mordendo meu grelinho e chupou feito um louco falando que BUCETINHA DELICIOSA vou meter nela bem gostoso, depois de chupar bem e deixar ela mais melado do que já estava encostou sua pica na entradinha da buceta e pincelou mais uma vez, eu louca pra ser penetrada disse: Hummmmmmmmm tá gostoso meu tesão, então enfia essa rola gostosa de uma vez na minha bucetinha vai!!!! mete logo gostoso vai!!! atola essa PICA deliciosa dentro da minha bucetinha e alarga ela com seu cacete gostoso… Depois disso ele obedeceu e foi enterrando sua jeba em mim, metendo cada centímetro da sua vara na minha buceta, Começou a enfiar o pau devagarinho na minha buceta, eu sentia aquilo entrando e gemia pedindo pra ele enfiar logo. Ele então atendendo meu pedido enfiou com tudo em uma única estocada. Eu gritei com a dor sentindo meu homem romper minhas entranhas,   que dor senti como se tivesse rasgado minha buceta, meu deus, pensei que ia desmaiar, achei que nunca ia parar de entrar, o tesão foi tanto que gozei assim que ele deu sua primeira estocada, gritei como uma cadela, enfim um homem de verdade, uma pica de verdade, minha bucetinha acostumada com pintinhos, sofria para agasalhar aquela tora, ele não parou e nem eu queria, mas pedi pra ele tirar que estava doendo. Ele disse que ia passar logo e começou a movimentar devagar, fazendo um vai e vem, eu fui relaxando e aos poucos a dor foi diminuindo e dando lugar ao prazer. Ele começou a aumentar o ritmo e me chamando de cadela safada e foi me fodendo gostoso. Eu gemia, pedia pra ele me arrombar todinha, como se ele já não tivesse feito isso, me fazer sua mulher, chamando ele de cunhadinho gostoso, safado etc.A dor era suportável mas o prazer era maior ainda, por isso eu pedia, fode minha buceta com força, arromba sua cunhadinha puta, safada, e ele meteu forte, com selvageria como eu queria, Ele não parou e continuou bombando com selvageria e eu gemendo muito de dor e prazer ao mesmo tempo… Ele continuou metendo forte e foi ficando gostoso eu me empinava cada vez mais para que ele entrasse com vontade e fui gemendo gostoso Aiiiiiiiiiiiii, UIiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii que delícia Hummmmmmmmmmmm como você é gostoso meu tesão que cacete enorme e delicioso… isso meu tesão mete essa rola deliciosa na sua cunhadinha, METE!!! ERA ISSO QUE VC QUERIA FUDER MINHA XOXOTINHA…. não para vai!!!! minha xotinha é toda sua meu amor fode ela bem gostoso fode… fode com vontade… e ele cravou aquela espada bem fundo na minha buceta, parecia que ia romper meu útero até que a dor aumentou e ficou insuportável e eu implorei, chega cunhado não aguento mais, tá esfolando minha buceta!!!, pela primeira vez eu chorei feito uma criança na vara dele, que deu uma última estocada com força me segurando forte pela cintura e gozou feito um jegue enchendo minha buceta com muita porra. Foi um alívio depois que ele tirou sua tora de dentro de mim, ele foi até o banheiro pegou um espelho e trouxe, eu estava deitada e ele disse: abre as pernas cunhadinha e veja o estrago que fiz na nossa bucetinha… estava muito inchada e com um rombo enorme, minha buceta estava ardendo, queimando, toda arregaçada e vermelha como brasa, mas eu não queria perder a pose nem pontos pra minha irmã, se ela aguentada aquilo na buceta quase todos os dias a anos eu também teria que aguentar, afinal é isso que nós gostamos, pau grande e grosso, mesmo dolorida e rasgada eu queria mais na buceta e ainda no cuzinho, tinha que me acostumar com aquele tora nesses quinze dias que minha irmã estava fora, afinal ela pediu pra eu tomar conta dele, que ele era só meu nesse tempo e eu tinha que fazer jus ao presente que ela me deu.“ Caro leitor, se você gostou desse conto vote, mas também comente, e sempre importante ter o seu voto mas também saber o que você acha do conto que leu, se te deixou excitado(a) se te deixou com tesão, se você se masturbou imaginando estar vivendo aquela aventura, ou estar no lugar daquele personagem. Seu comentário me ajudará a escrever cada vez melhor pra aumentar a sua libido e fazer você gozar cada vez melhor. Agradeço, Bjsss Mayara Nascimento” 10/08/2015

SOU CASADO MAS O PEDREIRO COME MEU CUZINHO

O CANALDOSCONTOS TRÁS PARA VC ESTE MARAVILHOSO CONTO , BEM SOU O MURILO 29 ANOS , 1,75 M , 80 KG , MORENO CLARO , MALHADO , CASADO COM A ELOÁ DE 25 ANOS , 1,67M 49 KG , SEIOS MÉDIOS , BUNDA MÉDIA , CABELOS CURTOS LOIROS , BEANQUINHA , BOM , ESTAMOS CONSTRUINDO E SEMPRE ESTOU NA OBRA , MAS EU ESTAVA CONVERSANDO COM O PEDREIRO SEU JARBAS 60 ANOS , NOS FUNDOS DA OBRA ELE ABRIU A BRAGUILHA TIROU O CACETE PRA FORA E MIJOU , UM PAU DE 17 CM , MAS GROSSO , DEI UMA OLHADA , MAS COMECEI A PENSAR NAQUELE PAU , ME DEU MUITO TESÃO, COMO ENTRO NO SITE E MUITOS CARAS CASADOS ADORAM DAR O CUZINHO , EU AGORA PENSANDO NA VARA DO COROA ,FUI OUTRAS VEZES , NUMA DAS VEZES CRIEI CORAGEM E FALEI E SEU JARBAS A DONA JUDITE SOFRE COM O SENHOR , ELE PORQUE VC FALA , FALEI UM PAU GROSSO DESSE , ELE RIU E DISSE NADA , COM GEL ENTRA BEM.KKKK , ELE COMEÇOU A PASSAR A MÃO NO PAU E VI O CACETE DELE DURO , CRIEI CORAGEM E PEGUEI NO PAU GROSSO DO PEDREIRO , MAS O SERVENTE ESTAVA LÁ , FALEI PRA ELE , EU VOLTO AQUI AS 17 HS , FUI EMBORA , TOMEI BANHO DEPILEI PAU , BOLAS E CUZINHO ,VESTI UM SHORT , PEGUEI GEL E FUI , UM VELHO ESPERTO DISPENSOU O SERVENTE , CHEGUEI LÁ , CONVERSAMOS , VI O PAU DELE ENDURECER ,ABRI O ZIPPER DELE TIREI PRA FORA A TÓRA , PUNHETEI , ELE SE DIRIGIU A UMA MESA DE MADEIRA , TIROU A ROUPA , AI SIM VI O MASTRO GROSSO , AS BOLAS ENORMES , ELE SENTOU NA MESA , EU PUNHETAVA ,LOGO COMEÇOU A BABAR , EU NUNCA FIZ ISSO COM HOMEM , MAS SEMPRE TIVE TESÃO EM DAR PRA COROAS , O PAU COM UMA CABEÇA FINA , MAS O CORPO GROSSO MAMEI ENGULINDO A BABA , MAMEI AS BOLAS DELE , ELE GEMIA , O PAU , AS BOLAS SUADAS , MAS MAMEI , EU TIREI O SHORT E PASSEI GEL MO MEU CUZINHO E NO PAU DELE , SENTI ELE ENCOSTAR A CABEÇA DO PAU NO MEU CUZINHO , IMAGINEI PORRA SOU CASADO E VOU LEVAR VARA NO CUZINHO , SE MINHA ESPOSA VER ISSO , MAS ELE FALAVA RELAXA , EU COM MEDO FECHAVA O CUZINHO , O VELHO SAFADO DAVA TAPINHAS NA MINHA BUNDA E FALAVA RELAXA O CUZINHO VAI , EU RELAXEI , ELE FOI INTRODUZINDO , FOI ENTRANDO POIS O GEL AJUDA MUITO , MAS EU SENTIA DOR , MUITO GROSSO , ABRINDO MUITO MEU CUZINHO , EU MORDI MEU SHORT QUE ESTAVA NA MESA E GRITAVA , MAS FICAVA UM GRITO SUFOCADO , MAS ELE COMIA MEU CUZINHO QUE DOR ,MAS O VELHO É EXPERIÊNTE , PEGOU EM MEU SACO , ACARICIAVA , PEGAVS MEU PAU E DIZIAVISSO ALIVIA UM POUCO   EU CHOREI DE DOR ,MAS GOZEI COM O PAU DELE NO.MEU CUZINHO , ELE GOZOU DENTRO DE MIM ,QUANDO TIROU O PAU , ESTAVA COM SANGUE , AGORA ELE JÁ ME COME DE BOA , EU HOZO SENTADO NO PAU DELE , AS VEZES VOU DAR PRA ELE , NA CASA DELE , ELE JÁ ME COMEU LÁ , COM A ESPOSA DELE FAZENDO ALMOÇO ,QUANDO QUERO DEIXAR ELE DOIDO , LEVO UM FIOZINHO SUJO , DA MINHA ESPOSA , ELE CHEIRA , SENTE O CHEIRO DA BUCETINHA E DO CUZINHO DELA , FICA LOUCO E ME PEGA DE JEITO , FOTO DO PAU DELE .LEIA OS CONTOS DESTE CANAL.

Foda especial a três (1)

A vida sexual minha e a da Márcia durante o namoro e noivado sempre foi quente. Mas ainda assim nunca alcançamos o limite nem procuramos tipos diferentes de aventuras. Após casarmos e finda a lua-de-mel, minha cunhada que morava no interior pediu que a gente abrigasse a filha dela, sobrinha da Márcia, uma menina de 17 anos, para que ela pudesse continuar os estudos na capital, morando conosco. Claro que aceitamos, principalmente porque a Elizabeth, ou Beta, era a sobrinha preferida da Márcia, que a tinha criado desde que nascera devido aos afazeres da mãe. Beta, nos seus 17 anos, era uma coisa pra lá de linda. Nos seus 1,65 e 58 quilos, nos seus cabelos castanhos lisos e finos a cair nos ombros, no seu bumbum arrebitado e seios grandes para a idade, nos seus olhos verdes como esmeraldas, causava sensação por onde passava. A Márcia, 28 anos, era uma mulher fogosa nos seus 1,70 de altura e 65 quilos, seios pequenos e de bicos pontudos, xoxota depilada e carnuda, bunda bem saliente pela qual eu era louco, e eu sabia que ela e a Beta já tinham se relacionado sexualmente como só as mulheres sabem. Nos primeiros meses nada ocorreu, até a Elizabeth começar a namorar com um rapaz de nome Henrique. Ficávamos a vigiar esse namoro, não ostensivamente, mas através de alguns buraquinhos na janela do nosso quarto que dava para o terraço. Vimos nessa vigilância o quanto a Beta era atrevida. O Henrique, tímido e simples, foi aos poucos perdendo essa timidez devido aos avanços da Beta. Eu e a Márcia, no quarto, ficávamos vendo tudo. Nosso tesão aumentava quando a Márcia pegava o pau do Henrique e começava a chupar com vontade. Quando conseguiu levar o Henrique a chupar a bucetinha dela. Aos poucos, até o dia em que ela conseguiu fazer o namorado faturar a xota, eu a Márcia fomos testemunhas escondidas de tudo. Depois, a gente ia pra cama e trepava como dois loucos. Até o dia em que eu não agüentei e perguntei para a Márcia: “Não seria ótimo que a Beta estivesse aqui na cama com a gente?” Ela riu e respondeu que tinha pensado a mesma coisa. Assim, num sábado, logo depois que o Henrique se despediu, indo para casa, a Beta entrou na sala e nos viu a ver um vídeo pornô onde duas mulheres transavam com um homem. Olhamos para ela e ela estava de olhos arregalados vendo tudo, pois a Márcia nesse instante chupava o meu cacete com vontade. “O que foi, meu bem? Assustou-se?”, perguntei. “Nada, nada, desculpe. Eu não sabia que vocês estavam…” “Tudo bem, querida”, disse a Márcia, “não fique chateada não”. Eu, porém, fui mais além: “Por que não fica junto com a gente e curte o momento. Você sabe que é gostoso, não sabe?” Ela saiu correndo para o quarto, como se estivesse com medo. Márcia me olhou e disse:”Acho que você assustou ela”. Levantou-se e foi atrás da Beta e não demorou muito as duas retornaram abraçadas e sorridentes. Márcia olhou para ela e apontou para mim dizendo: “Vá lá comprovar, querida. Vá lá”. Beta veio até junto de mim e pegou no meu cacete, já completamente enrijecido e começou a acariciá-lo. Beijou bem na pontinha, no buraquinho e depois começou a lamber ele. Com carinho colocou meu pau na boca e começou a chupá-lo como se chupa um picolé. Fiquei louco. “Espera, espera”, disse e tirei logo toda minha roupa. A Márcia fez o mesmo, ajudando a Beta a ficar nua também. Meu tesão aumentou. Era uma visão linda, as duas, juntas, nuas como deusas. A Beta com uma bucetinha peludinha e a Márcia depilada como uma neném. Me deitei no chão da sala e puxei a Beta pelas coxas e ela colocou a bucetinha na minha boca e eu comecei a chupa e a lamber aquela gruta deliciosa toda encharcada de gozo. Enquanto eu fazia tudo isso, a Márcia mamava os seios da sobrinha gostosa e ela gemia baixinho. “Ai, ai, que gostoso, ai…aiii..” As coxas dela eram lindas. Márcia se levantou, acendeu a luz da sala e na iluminação forte eu pude ver tudo da garota. A bucetinha rosada e peludinha toda melada do gozo dela Consegui separar as nádegas e vi o cuzinho escurinho e cinzento a piscar para mim. Lambi e lambi e lambi com vontade. “Também quero”, pediu a Márcia e também deu pra lamber tanto a bucetinha da Beta como o cuzinho. Depois foi a vez da Beta agradecer e começar a lamber e a enfiar sua língua vermelha na xota da Márcia. Eu vi a buceta da Beta arreganhada e fui por trás me enfiando dentro dela com toda vontade. Dei muitas bombadas e quando senti que iria gozar saí e ofereci meu pau para a Márcia que gulosa recebeu meus jatos de porra enchendo sua boca. A Beta não perdeu tempo e colou sua boca na da Márcia e ambas aproveitaram todo o meu suco. “Gostei tanto”, disse Beta, quando a gente descansava. “Você quer mais?”, perguntou a Márcia. “Claro. Quero!”, respondeu Beta. “Ele vai fuder teu cuzinho. Eu sei que ele quer isso”. “Não sei. Tenho medo”, disse Beta. “Não tenha medo. A gente prepara você”, respondeu Márcia e tomou logo a atitude, cuspindo naquele lindo cu virgem, enfiando o dedo indicador, cuspindo mais, enfiando mais dois dedos, para depois ao ver que tudo estava ido bem me chamar. Meu pau já estava duro como um pedaço de cano de ferro. Me posicionei por trás da Beta e ajudado por Márcia comecei a enfiar. No começo a Elizabeth até que aceitou, mas quando eu forcei o pau dentro daquele buraquinho ela soltou um berro e escapuliu. “Não tô preparada, não tô preparada”, disse, correndo para o quarto e lá se trancando. Um tanto frustrado, olhei para a Márcia, mas ela apenas sorriu e disse: “Fica pra outra vez. Fode o meu”. Claro que atendi ao seu pedido. Em outro espaço eu continuarei a história.

O NOVO AMIGO DE MEU MARIDO I I I

A língua de Cláudio já estava em minhas virilhas e eu já tinha aberto minhas pernas ao máximo. Ele puxou uma almofada para baixo de minha bunda e foi empurrando ela para cima até que ela ficasse quase por baixo de minhas costas. Depois ele pegou mais duas outras almofadas e, agora sim, usou-as para levantar bem a minha bunda, de maneira que não só a minha xoxota ficasse exposta mas, também, o meu cuzinho. Quando a operação chegou nesse ponto, a língua de Cláudio que não tinha parado nem um segundo, já estava tocando o meu clitóris. Bem de leve, sem nenhuma pressa. Vez ou outra ele dava uma lambida mais pesada usando a língua inteira e passando-a por toda a minha boceta mas logo ele voltava a trabalhar somente com a pontinha dela e somente do meu botãozinho. A umidade de minha bocetinha estava aumentando rapidamente e eu já tinha gozado umas duas vezes naquela boca, quando percebi que a língua estava descendo mais um pouco. Notei que Cláudio, com as duas mãos, abriu a minha bundinha e começou a lamber diretamente no meu cuzinho. Tive uma sensação que nunca tinha sentido antes. Foi demais. Logo ele voltou para a minha bocetinha e, em seguida, voltou para o meu cuzinho. Enquanto ele lambia o meu cuzinho, eu percebia que ele roçava o meu clitóris com o nariz. Isso, para mim, estava sendo uma experiência inédita. De repente, senti que um dedo estava sendo introduzido na minha boceta, indo buscar o meu mel em suas partes mais profundas. Depois, o mesmo dedo, levava o mel até à portinha do meu ânus onde era depositado. A coisa estava ficando tão gostosa que num gemido, sem que ele tivesse que pedir nada, eu virei minha bunda para cima e a ofereci em sacrifício. Mas Cláudio não tinha pressa. Primeiro ele se reacomodou, pegou uma das minhas mãos e dirigiu os meus dedos para a minha própria boceta. Enquanto eu acariciava o meu grelinho, ele reorganizou as almofadas colocando, agora, uma em baixo de cada um dos meus joelhos, tudo isso, sem parar de lamber a minha boceta e o meu cu, sem deixar de ir buscar com os seus dedos, que se misturavam com os meus, o melzinho lubrificante para transportá-lo para o meu cuzinho. Eu pensava comigo: Meu deus, que coisa gostosa! como eu pude ficar tanto tempo sem isso?… Eu já estava ansiosa por levar um pau na bunda. Eu já estava quase no ponto de gritar com ele para que ele me enrabasse logo. Quando eu já estava quase louca de tesão, ele começou a aprofundar um dedo no meu traseiro. Foi delicioso. Aquele dedo foi entrando e me provocando uma sensação muito gostosa. Ele ficou brincando com aquele dedinho durante alguns minutos. Depois ele tirou o dedo. Eu reclamei: “-Não tira não, meu bem… tá gostoso! Cláudio fez que não ouviu. Voltou a atacar com a sua língua.Pouco depois ele veio novamente com o dedo. Só que agora eram dois. Ele começou a fazer uma leve massagem com eles na portinha do meu cu e, bem devagarzinho, foi enfiando eles dentro da minha bundinha. Soltei um urro de prazer. Que tesão, Cláudio, que coisa boa meu bem… acho que eu nunca gozei tanto. Quando é que você vai me enrabar de verdade, amor? -Você quer que eu faça isso? ele perguntou. -Claro! eu estou doidinha de vontade de sentir esse seu pauzão entrando no meu rabo “-Então, disse ele, você vai ter que aprender a implorar por isso. Quando você estiver querendo dar o cu, você é que tem que pedir para o seu parceiro, sabia? Cu oferecido é muito mais gostoso. Então eu peço: Cláudio, põe no meu cuzinho, amor. Me enraba. Me fode a bunda. Você não vê que eu tô doidinha de vontade de dar o meu cuzinho pra você? -Foi aí que ele me surpreendeu: -Você não quer esperar o Rodrigo? você não quer reservar o cabacinho deste cuzinho lindo e gostoso para o seu maridinho? Nããoo!, gemi eu, eu quero dar o meu cu agora e quero dar pra você. O Rodrigo já descabaçou a minha boceta. Foi você quem me fez ficar com tesão no cu. Então merece comer ele primeiro que qualquer outro. Vaaii loogo amor… não sacaneia este cuzinho que você deixou todo babadinho de tesão. Come ele logo, por favor Então, Cláudio se resolveu. Ele se ajoelhou por trás de mim e pediu para eu arrebitar minha bundinha bem pro alto. Depois, pegou as minhas duas mãos e, colocardo-as em minhas nádegas, pediu para que eu mesma abrisse a minha bunda para ele poder me enrabar com gosto. Enquanto assim eu fazia, ele comentou que a visão das minhas mãos com as minhas duas alianças, uma de brilhantes e a tradicional de ouro, na mão esquerda, abrindo a bunda em oferenda, davam a ele o maior tesão do mundo. Aí, ele foi aproximando, com a mão direita, a cabeça do seu pau, posicionando-a bem no meu cuzinho. Ele me orientou para ficar bem calma e relaxada. Depois ele foi pressionando bem devagar até sentir que as preguinhas do meu cuzinho cedessem e dessem passagem para aquela enorme chapeleta. Senti um dorzinha muito ligeira que logo se dissipou em tesão. Cláudio tinha ficado parado, sem forçar a passagem, apoiado com as duas mãos no chão, somente com a glande dentro do meu ânus. Aí eu ouvi sua voz sussurrante perguntar: -Tá doendo, amor? “-Não, meu amor! pode enterrar ele até no talo!… E foi o que ele fez. Suave e firmemente, Cláudio fez deslizar aquele monstro inteirinho para dentro do meu cu. Eu dei um gemido bem alto mas foi de puro prazer. Quando senti que o seu saco estava encostando na minha racha, eu disse, num sussurro: Que delicia! se eu soubesse que dar o cu era tão gostoso, eu já tinha pedido pro Rodrigo me enrabar há muito tempo. Ele ficou enterrado dentro do meu rabo, mordendo a minha nuca, por uns 30 segundos. Depois, ele tirou quase tudo e deixou somente a cabeça do seu cacete encaixada no meu buraquinho. Eu mesma fui arrebitando a bunda e empurrando ela para trás, até conseguir tragar aquela delicia de pau para dentro do meu rabo novamente. Dali pra frente, foi só prazer. Cláudio fodeu no meu cu por quase uma hora. Quando ele percebia que ia gozar, ele parava um pouquinho, novamente com a cabecinha encaixada só na portinha. Eu, que já tinha entendido a manobra, dava um tempinho para ele se segurar e depois, lentamente, voltava a engolir novamente aquele poste de carne pela minha estreita passagem traseira. Enquanto ele fodia o meu rabo ele, também, mordia a minha nuca e tocava uma siririca no minha xoxota. Quando eu percebi que ele ia gozar, procurei apertar o pau dele com o meu cuzinho recém descabaçado e pedi: “-Clááuudio, goza no meu cuzinho!, enche ele com a sua porra quentinha, meu amor! Mal acabei de pedir e ele me entupiu o cu com a sua porra quente. Foi uma delicia! Ele rolou para o lado e ficou quietinho. Logo depois eu disse: -Amor, dar o cu mais de uma vez por dia faz mal pra saúde? -Não! ele respondeu, o que não pode é por o pau na bocetinha depois que tiver posto ele dentro do cuzinho. Tem que tomar banho antes e lavar o pau bem lavadinho, por que? -Porque eu quero fazer uma surpresa pro Rodrigo hoje á noite. Agora vamos tomar um banho que a cozinha nos espera. Já deve ser quase 18 horas. Tomar banho, sim, mas cozinha não. É que você não viu, mas quando eu entrei eu já deixei o jantar na geladeira. Tá tudo pronto. Eu tinha lá no meu freezer tudo pronto e congelado. Eu trouxe uma bela duma lazzagna e uma perna de cabrito assada. É só colocar no micro-ondas e descongelar. Vamos ao banho? -Cara!, desse jeito eu acabo me apaixonando por você. Eu respondi e fomos rindo, nós dois, na direção do banheiro da nossa suíte. Antes, demos uma arrumadinha na sala, pegamos a toalha, a saída de praia e a minha calcinha. Quando entramos no banheiro, enquanto eu jogava as roupas no cesto, Cláudio pegou o relógio que tinha deixado em cima da pia e disse: -Tesão, ainda são 16:40. Que tal um mergulho? -Claro!, disse eu, Por que não? E, então, nós voltamos para a piscina. Cláudio foi andando ao meu lado, abraçando a minha cintura e, vez por outra, alisando a bundinha que ele tinha acabado de deflorar. Eu estava muito feliz e parecia uma criança que tinha acabado de descobrir o mundo. Eu estava completament
e nua e Cláudio tinha calçado um par de chinelos do Rodrigo que encontrara no banheiro. Pelo menos, no tamanho dos pés, eles eram iguais. Para prevenir a nossa volta, levei duas toalhas de banho. Ficamos até 18 horas mergulhando, conversando e trocando carinhos dentro da piscina. Confirmando todas as expectativas, nós nos entendemos em todos os assuntos possíveis. A impressão que tínhamos era a de que nos conhecíamos há muitos anos. Tivemos um momento muito legal, dentro da água. Foi quando eu fiquei sentada no primeiro degrau da escadinha e Cláudio ficou no meio das minhas pernas, chupando e lambendo a minha bocetinha. Depois nós nos recolhemos. Aproveitamos para levar para dentro os copos e a garrafa de cerveja vazia. Calcei as minhas sandálias que haviam ficado por lá e fomos, finalmente, para o nosso banho. Cláudio me instalou dentro da nossa hidro aquecida, me deu um beijo e disse: -Amor, eu vou dar uma chegadinha até em casa. Lá eu tomarei o meu banho, trocarei a roupa e volto, tá? Tentei argumentar para que ele ficasse comigo mas ele acabou me convencendo de que precisaria trocar de roupas e que não viera preparado para ficar direto já para o jantar mas, garantiu, voltaria bem rápido. Então eu apenas pedi um novo beijo e ele se foi. Fiquei curtindo o meu banho que estava delicioso. Acabei dormindo na banheira e acordei com o barulho de alguém entrando pela casa. Era o Rodrigo. -Ei!, que folga é essa? Cadê o Cláudio? Pensei que fosse pegar vocês dois no pulo! Eu dei um sorriso enigmático e disse: -Puxa, amor, levei até um susto. Acho que eu cochilei aqui na banheira. Que horas são?” -19:10 “-Nossa!, então eu não cochilei. Eu dormi mesmo! -Como é? O Cláudio veio, ou não veio? e o nosso jantar?, sai, ou não sai?, eu não vi movimento nenhum de cozinha… -Calma amor!, uma pergunta de cada vez, tá? O Cláudio veio. Passou a tarde aqui comigo e, agora, ele foi na casa dele para tomar banho e trocar de roupa. Já deve estar voltando. O jantar tá confirmado e já está tudo pronto. O Cláudio trouxe tudo pronto da casa dele. Tá tudo pronto, dentro da geladeira. É só por no micro-ondas e levar pra mesa. -Então, vocês passaram a tarde fazendo o quê? “-Fizemos, de tudo um pouco…. Quando eu ia completando a resposta, ouvimos o barulho do portão se abrindo. Eu disse ao Rodrigo que era o Cláudio chegando pois eu tinha deixado um controle com ele e pedi para ele ir receber o nosso convidado. Antes de ir ele me deu um beijo e me disse: -Então, depois você me conta tudinho?… -Conto! respondi com um olhar e um sorriso bem safado.Enquanto Rodrigo foi receber o nosso convidado e sai da banheira, passei por uma ducha, me sequei e fui ao closet para me vestir. O quê vestir?, eu pensei. Fiquei examinando o meu guarda-roupas inteirinho. Cheguei a experimentar uns dois ou três vestidos e três ou quatro calcinhas. Depois, tirei tudo e optei por examinar o guarda-roupas do meu marido. Ele tinha umas camisas de seda com mangas compridas. Vesti uma bem vistosa e com uns desenhos num tom cinza-prata, dobrei as mangas até á metade dos braços e olhei no espelho. Ela cobria até 4 dedos abaixo da minha bocetinha. sendo que o último botão ficava bem em cima do meu clitóris. Para dar um tchan a mais, marquei a minha cintura com um cinto de barbantes que ficavam pendentes até ao meio da coxa e coloquei uma correntinha de ouro, bem delicada, como tornozeleira. Voltei a me examinar no espelho. Acho que ficou ótimo! pensei. Deixei os dois primeiros botões da camisa abertos e falei comigo mesma: `-Tô pronta! Calcei uma sandália prateada com saltos bem altos, pra combinar com a camisa, e parti na direção dos meus homens.Ao chegar na sala, percebi que naquela noite eu seria a convidada. A mesa já estava posta. Rodrigo tinha se encarregado disso e Cláudio, de avental, já estava pilotando o micro-ondas. O som já estava acionado numa seleção bem romântica. Quando eles me viram daquele jeito, Rodrigo me olhou meio espantado com a minha ousadia mas, mesmo assim, fez: -Fiu-fiu!, como você está tesuda, meu amor!, tá vendo Cláudio? Ela quer estraçalhar com a gente! Cláudio respondeu:-Cara, o dia em que eu arrumar uma mulher gostosa como a sua, eu caso na hora! Eu, sorri agradecendo os elogios e perguntei: -Posso ajudar em alguma coisa?” “Não! disse Rodrigo, é melhor você esperar vendo TV. Você aqui, gostosa desse jeito, vai acabar atrapalhando o serviço dos seus servos. Ao ouvir isso, eu virei-me teatralmente e caminhei com um rebolado bem sensual, até à sala da TV. Quando eu lá cheguei, que surpresa, vi que os safados tinham ligado o condicionador de ar e colocado no vídeo, um pornô de boa qualidade. Pensei comigo: Eles já prepararam o campo de batalha! pelo jeito é para esta sala que eles irão me trazer depois do jantar. Certamente, serei eu a sobremesa. Olhei para a telinha e vi que eu tinha chegado justamente no momento em que uma loira estava sendo fodida por três homens ao mesmo tempo. Um comia sua boceta, outro comia o seu cuzinho e, enquanto isso, um terceiro estava fodendo na sua boca. Vi, que ela estava super satisfeita e pensei comigo: Será que um dia terei essa oportunidade? Fiquei por ali vendo o desenrolar das cenas e já estava ficando excitada quando ouvi que eles estavam me chamando. Quando eu cheguei, nova surpresa: Eles tinham reduzido a luz da sala ao mínimo possível e, que românticos, tinham acendido duas velas altas sobre a mesa. Cada um deles de um lado, convidaram-me para sentar à cabeceira da mesa. Rodrigo me entregou um copo de champanhe enquanto Cláudio afastava a cadeira para que eu me sentasse. Pelo jeito, a noite prometia ser muito agradável. Rodrigo, que é canhoto, sentou-se à minha direita e Cláudio à esquerda. Antes de começarmos a nos servir senti que ambos colocavam suas mãos em minhas coxas e a acariciavam delicadamente. Aquilo me deu arrepios. Eu fiz questão de servir o prato de cada um deles. Primeiro fiz o prato de Cláudio e depois o de Rodrigo. Depois eles aguardaram eu servir o meu prato e demos início ao jantar. Poucos foram os momentos em que não tive as duas mãos me acariciando por baixo da mesa. Elas não só tocavam as minhas coxas como, muitas vezes, disputaram o espaço da minha bocetinha que já estava toda úmida.Comemos a lazzagna e o assado que estavam uma delicia. Tomamos três garrafas de Moet-Chandon super geladas. Eu já estava leve e solta. Depois eu, fiz questão, me levantei e fui buscar um licor no nosso barzinho. Quando abaixei-me para pegar o litro na parte debaixo do armário, percebi que, ambos, quase tiveram um ataque. A camisa subiu e meu rabo ficou completamente exposto ao olhar daqueles dois machos tesudos. Sem sair da posição, com a bunda toda para cima, do alto de meus saltos, eu voltei a cabeça na direção deles e perguntei: -Qual vocês preferem? temos Fra-Angélico e Cointreau! -Capa da Play-boy! disse Rodrigo. “-Americana! completou Cláudio. Todos nós rimos pois nós três tínhamos entendido a observação. Eu disse -Eu amo vocês! e, pegando os dois litros e três copinhos apropriados, voltei para a mesa. Bebemos o nosso licorzinho e, depois, eu estiquei os meus braços até prender cada um deles pelas suas nucas. Depois puxei, um de cada vez para perto de mim e dei um beijo de língua, bem caprichado, em cada um deles. Depois, como eu havia previsto, eles me arrastaram para a sala da TV com o pretexto de vermos um filminho Fiz que acreditei e nos dirigimos para lá. No caminho, os dois aproveitaram o meu rebolado e cada um tratou de enfiar a mão por baixo da camisa que eu estava vestindo para passarem a mão na minha bunda. Após tê-los instalado, os dois, no meio de um amontoado de almofadas, propiciei-lhes um novo show ao me abaixar novamente na frente deles para acionar o video-cassete que já tinha rebobinado o filme. Quando o filme começou a rolar, disse que ia até à cozinha buscar gelo para preparar uma boa dose de uísque pra gente. Quando voltei, nova surpresa! Ambos já tinham se livrado de suas roupas e estavam com seus cacetes, completamente duros e pront
os para entrarem em ação, deitados lado a lado. Não restou-me outra alternativa a não ser colocar o baldinho de gelo em cima da mesa de centro e, pegando uma pedra de gelo em cada mão, partir para ficar no meio deles e começar a passar o gelo nos lábios, no peito e no ventre de cada um dos meus garanhões, entremeando o gelo com beijos apaixonados, tentando reproduzir aquela cena do filme 9 semanas e meia de amor. Deve ter dado certo porque os cacetes de cada um davam pulos de alegria e eles dois gemiam baixinho. Vez ou outra eu sapecava um beijo em cada um daqueles dois caralhos, deixando-os cada vez mais empinados e cheios de desejos. Eu estava me achando o máximo. Minha boceta já estava super melecada, de tanto tesão que eu estava sentindo. Quando as pedras de gelo se derreteram eu peguei outra a coloquei na minha boca. Enquanto em acariciava um dos meus homens com um das mãos, eu corria a minha boca, com o cubo de gelo entre os dentes, pelo peito, pela boca, pelo ventre e pelo caralho do outro. Depois eu invertia tudo e começava de novo. Sempre tendo o cuidado de atender aos dois, me desdobrando para não deixar que nenhum deles se sentisse prejudicado. Quando o gelo acabou de novo, eles estavam com o corpo bem molhado e eu continuei acariciando os dois. Comecei a engolir, completamente, ora o caralho d’um ora o caralho d’outro. Enquanto eu engolia o de um, eu acariciava e punhetava o de outro. Vi que era perfeitamente capaz de satisfazer os dois e que se continuasse naquele trabalho eles logo iriam gozar. Continuei, cada vez caprichando mais nas chupadas e nos carinhos. Num dado momento, quando eu estava com o caralho de Rodrigo enterrado bem no fiando da minha garganta, senti que ele me segurou pelos cabelos e começou a gemer. Eu fiz mais pressão com a minha boca e chupei com mais vontade. Depois eu afrouxei um pouco e vim com a pontinha da língua, lambendo desde o seu saco até à chapeleta para, depois, num só golpe, engoli-lo até à raiz. Senti que o seu pau estava pulsando e, no segundo seguinte, senti que ele descarregava uma enorme carga de porra na minha garganta. Engoli todo aquele creme e continuei mamando e lambendo o seu cacete até deixá-lo limpinho. Depois continuei a fazer carinhos bem suaves no cacete de meu marido, que estava entrando em estado de repouso, e voltei a minha boca para o caralho de Cláudio que, clamava por minha atenção. Recomecei as mamadas no seu pau e, com ele, dado à intimidade que tínhamos conquistado naquela tarde, eu fui mais ousada. Quando fui lamber o seu saco, fiz questão de descer a mínha língua um pouco mais abaixo e a enfiei, o mais que pude, dentro do seu cu. Depois de pressionar um pouco aquele buraquinho, fui passando a língua através de seu saco, subindo pela haste do seu caralho e, quando cheguei na chapeleta, dei uma leve mordidinha seguida de um beijo. Depois, percorri o caminho de volta. Percebi que, quando aproximei a minha língua do seu cu, Cláudio chegou a levantar a bunda para facilitar o trabalho. Novamente pressionei a ponta da minha língua naquele botão e voltei, vagarosamente, para a chapeleta. Quando eu ia começar a voltar, vi que o seu cacete começou a dar uns pinotes e que ele iria gozar imediatamente. Sem perda de tempo, engoli até onde pude para não perder nenhuma gotinha daquela porra gostosa. Eu tinha feito os meus dois machos gozarem na minha boquinha. Foi tão bom que achei que poderia acabar ficando dependente daquilo.Missão cumprida, enquanto os dois entraram num processo de recuperação, eu levantei-me, peguei um copo e coloquei quatro pedras de gelo. Derramei uísque até à borda, mexi o gelo com os meus dedos, dei um longo gole e passei o copo para Cláudio. Depois, dirigi-me para um outro lado da sala, onde havia outro monte de almofadas, ao lado de um grande espelho. Enquanto caminhava, fazendo meneios com os meus quadris, livrei-me do cinto e da camisa. Depois deixei-me cair, de bruços em cima das almofadas, de forma que o ponto mais alto das almofadas se encaixasse em meu ventre, fazendo questão de deixar o meu rabo completamente arrebitado. Além disso, eu abri bem as minhas pernas e dei uma ligeira flexionada nos joelhos, ficando como um jóquei montado em um cavalo. Dessa maneira o meu cuzinho deve ter ficado perfeitamente exposto. Pelo espelho, eu tinha uma visão completa dos meus dois parceiros, que continuavam escarrapachados no chão. Vi quando Cláudio passou o copo para Rodrigo e deu um toque nele, fazendo um sinal com a cabeça, em minha direção. Rodrigo olhou e fez uma cara de espanto e um gesto de aprovação para o amigo. Cláudio se levantou e partiu para cima de mim. Ele veio e eu pude ver pelo espelho que, na medida em que ele se aproximava, o seu caralho foi se levantando e ficou apontado para cima. Vi, também que meu marido se levantou, deu o último gole na dose de uísque, depositou o copo na mesa e, também, veio na nossa direção. Quando Rodrigo chegou perto, Cláudio já tinha se deitado atras de mim, e estava começando a lamber a minha boceta. Rodrigo nunca tinha me visto nessa posição e, muito menos, chupado o meu mel dessa maneira! Para fazer isso, o nariz de Cláudio estava encaixado diretamente no meu cuzinho que já estava começando a ficar assanhado. Ao se dar conta da situação, completamente fora dos nossos padrões, meu marido ficou com o rosto completamente transfigurado pelo tesão. Seu cacete parecia que ia levantar vôo. Ele se aproximou de nós e, ajoelhando-se à minha frente, segurou-me pelas têmporas e conduziu o seu caralho, duríssimo como eu ainda não tinha visto, para dentro da minha boca. Eu estava começando a entrar em órbita. Quando Cláudio começou aquele seu trabalho de preparar o meu cu para a penetração eu fui à loucura. Meu marido, que ainda não conhecia a técnica, também ficou alucinado. Cláudio estava caprichando ao máximo. Quando ele começou a penetrar o meu cuzinho com a sua língua, transportando para ele o mel que buscava na minha boceta, eu fiquei completamente arrepiada. Meu marido deitou-se, ficando com a sua cabeça na mesma altura da minha e começou a me beijar na boca, a lamber as minhas orelhas, beijar os meus olhos e ouvidos e a sussurrar que me amava, que eu era o máximo e nunca tinha ficado tão tarado daquele jeito. Aí eu comecei a falar com a voz bem gemida: Amor!, sabe o que o Cláudio tá fazendo?… ele tá lambendo o meu cuzinho!… agora ele tá enfiando o dedo nele… tá lubrificando ele com saliva e com o suco da minha bocetinha… pra deixar ele bem gostoso… pra você poder me enrabar!… você quer comer o meu rabo, amor?… quer encher o meu cuzinho de porra?… Rodrigo endoidou de vez. Sua respiração mudou. Com a voz embargada de emoção, ele falou dentro do meu ouvido: -Que tesão, amor! eu quase gozo só de ouvir você falar assim… eu posso, mesmo, atolar o meu cacete no seu cuzinho?… cuzinho que eu sempre cobicei… Pode amor! Eu tinha medo de dar o meu cuzinho mas o Cláudio… ele me ensinou o jeito. Tem que lubrificar ele direitinho, do jeito que ele tá fazendo, e depois você põe só a cabecinha… fica sem mexer e espera que eu engulo o seu caralho com o meu cuzinho… você quer experimentar?… -Claro que eu quero! Já tô indo… Dizendo isso, Rodrigo se posicionou ao lado de Cláudio que, gentilmente, cedeu-lhe o lugar. Cláudio teve, ainda, o prazer de abrir com suas mãos a minha bundinha para que Rodrigo pudesse encaixar a sua chapeleta no meu buraquinho. Talvez, em virtude do cacete de Rodrigo ser um pouco menor ou porque eu já estivesse adquirindo uma certa prática, não senti dor alguma. Quando eu senti que a cabeça do pau dele tinha se alojado no meu cuzinho, comecei a rebolar e a empurrar a minha bunda de encontro a ele. Só parei quando senti que as bolas de seu saco tinham encostado na minha xoxota. Para que eu pudesse empurrar a minha bunda para trás, eu tive que ir levantando o apoio dos meus joelhos e arrebitando bem o bumbum. Para aproveitar este espaço, Cláudio se deitou, com o rosto para cima, atras de Rodrigo e deu um toque nele, para que ele abrisse as pe
rnas, também. Rodrigo entendeu logo a manobra de seu amigo e, com o cacete inteiramente atolado na minha bunda, abriu espaço para que Cláudio entrasse por baixo dele e de mim como um mecânico entra embaixo de um carro. Quando percebi, Cláudio estava pedindo passagem já debaixo da minha barriga. Tive que apoiar-me nos meu braços e, logo, Cláudio tinha se colocado totalmente embaixo de mim. Como num passe de mágica, seu rosto apareceu embaixo do meu e a gente começou a trocar olhares cúmplices e a se beijar. Rodrigo tinha ficado meio em pé, meio agachado e, lentamente, entrava e saia do meu cuzinho. Foi quando Cláudio sugeriu: -Vamos tentar encaixar um cacete na sua bocetinha deliciosa? – Será que eu agüento os dois duma vez só?, eu gemi, torcendo para que ele insistisse na idéia. Ao invés de responder, simplesmente, ele foi guiando o seu caralho com a mão e eu logo senti que ele estava posicionado corretamente. Cláudio levava jeito para essas coisas… não me restou outra alternativa, senão ir descendo os meus quadris, sem deixar escapar o pau que estava no meu rabo, para ir engolindo também o cacete de Cláudio que, estava duro como pedra. Procurei um ponto de equilíbrio e fiquei parada numa posição onde eles poderiam, cada um por sua vontade própria, enfiar e tirar seus caralhos de dentro de mim, como melhor lhes aprouvesse. Foi uma delícia. Cláudio arqueava seu corpo para cima e enfiava seu cacete na minha xota. Rodrigo empurrava seu corpo para baixo e enfiava o seu no meu cuzinho. Eu estava no céu. Às vezes um estava fora e o outro estava dentro mas, quando os movimentos coincidiam e os dois me penetravam ao mesmo tempo, eu tinha a impressão que os dois estavam juntos no mesmo buraco. Nunca tinha imaginado, sequer, que alguém pudesse gozar tanto do jeito que eu estava gozando.Eles se ajustaram tão bem que quando um diminuía a velocidade de suas bombadas, o outro também diminuía. Quando um aumentava, o outro idem. Parecia que eles tinham combinado e ensaiado tudo aquilo. Tinha momentos que os dois paravam de se movimentar e ficavam somente com as chapeletas, cada uma delas, ajustadinha num buraquinho. Aí, então, eu me realizava. Começava a rebolar a minha bunda, vagarosamente, muito lentamente, ora empurrando para cima, ora puxando para baixo. Eles começavam a gemer e a urrar de prazer mas, para interromper o gozo, atolavam seus caralhos bem no fundo de mim e me impediam de mexer. Eu ficava, literalmente, empalada, no meio dos dois. Que delicia!…Chegou uma hora em que nós não aguentamos mais segurar. Foi uma gritaria e uma gemeção generalizada. Nós três gozamos juntos. Eu tomei um verdadeiro banho de porra. Quando eles tiraram seus paus de dentro de mim, vazou porra pra todo lado. Fui para o banheiro vi que eles tinham, mesmo, pensado em tudo. Até a hidro já estava cheia. Entrei primeiro na ducha e antes determinar, meus dois garanhões; já estavam adentrando ao banheiro e pude notar que eles estava falando algo como Pena que a gente não tenha se conhecido antes… e, nisso, eu estava de pleno acordo com eles. Sem dar tempo para que eles me segurassem no chuveiro, entrei dentro da hidro, que estava tépida, misturei bastante xampu e adicionei três bolinhas de óleo perfumado. Liguei a bomba dágua e procurei relaxar o mais que podia. Um, depois do outro, eles tomaram suas duchas e vieram para junto de mim. “-Quem esqueceu de trazer um uisquinho pra nós, favor ir buscar Eu falei rindo, sem abrir os olhos. Só escutei um -Par ou impar? do Cláudio e um – Deixa que eu vou do Rodrigo. Enquanto Rodrigo foi buscar o litro, o gelo e os copos, Cláudio, aproveitando que estávamos um de frente para o outro, ficou acariciando os meus pés e esfregando os dele nos meus seios. Logo Rodrigo chegou e pulou pra dentro da hidro. Começamos a conversar e Rodrigo quis saber como tinha sido a nossa tarde, visto que, pela performance que eu tinha demonstrado, alguma coisa tinha mudado. Eu sorri e falei. -Querido, eu não falei no telefone que ia convidar o Cláudio para vir me ajudar? -Pois é!, você falou, mas eu tinha entendido que a ajuda seria na cozinha” “-Então! é esse celular que não deixa a gente entender direito. Eu disse – cuzinhar – e não, cozinhar. Você é que entendeu mal!… Os dois caíram na risada e, depois eu e o Cláudio contamos para ele, tintim por tintim, como foi que eu acabei sendo enrabada por usar mal o vernáculo. Nós acabamos ficando por ali durante um longo tempo. Deixamos rolar, tomamos a nossa bebidinha trocamos muitos carinhos e pensamos em como nossa vida iria ficar mais gostosa dali pra frente. Algum tempo depois, eu comecei a trocar beijos e caricias mais ousadas com meus dois homens. Quando ambos já estavam excitados novamente, eu também, falei: -Vocês não têm um amigo legal? Eu vou ficar com uma portinha vaga… -Ah é, né? pra você pode, né?… Agora é a nossa vez de virar bicho – Não é Rodrigo?… Você que é marido, trate de garantir a nossa exclusividade aí… Todos nós rimos da reação de Cláudio. E embora Rodrigo tenha se comprometido a não permitir chifres neles dois… eu acabei dobrando o machismo deles, mas essa é outra história. Caso vocês queiram saber, escrevam para mim.                                

A FILHA DE MINHA ESPOSA, MINHA AMANTE

ESTAVA NO QUARTO TERMINANDO DE ARRUMAR A BAGAGEM QUANDO KAROL, MINHA ENTEADA ENTROU COM OS BIQUINES NA MÃO QUERENDO SABER QUAL DEVIA USAR, NÃO QUERENDO QUE VISSE O VOLUME EM MEU CALÇÃO VIREI DE COSTAS FALANDO QUE QUALQUER UM ESTAVA BOM COM ELA INSISTINDO. QUANDO APONTEI O DE DETALHES VERMELHOS, ELA ME MOSTROU UM AMARELO PERGUNTANDO SE NÃO FICAVA MELHOR E NÃO QUERENDO ENCARAR ELA PORQUE USAVA CAMISETA BRANCA MARCANDO DEMAIS OS SEIOS AINDA EM FORMAÇÃO POR ESTAR SEM SUTIÃ E NA PARTE DE BAIXO USAVA NÃO SEI SE SHORT OU CALCINHA SENDO DOIS PANINHOS DE SEDA AMARRADO NA LATERAL DEIXANDO AS COXAS A MOSTRA DANDO PARA VER BOA PARTE DE SUAS VIRILHAS; QUANDO MARIANA, MINHA ESPOSA LIGOU AVISANDO QUE ESTAVA PEGANDO A RODOVIA DEPOIS DE PEGAR SEUS PAIS NA CIDADE VIZINHA, PARA AQUELE FINAL DE SEMANA PROLONGADO EM NOSSO SITIO, FIQUEI MAIS CALMO SABENDO QUE TINHA TEMPO PARA ME DELICIAR COM MINHA ENTEADA QUE A TEMPOS VEM SE INSINUANDO PARA MIM, E LIGANDO O ´FODA- SE´ RESOLVI DA TODA ATENÇÃO PARA A MENINA QUE ENFIANDO O BIQUINE POR DENTRO DO SHORTINHO ME PEDIU AJUDA PARA TIRA-LO E AMARRAR O BIQUINE. AJOELHANDO COM A CARA NA ALTURA DA XOXOTA DA MENINA DANDO PARA SENTIR O CHEIRO DO PERFUME EXALANDO DE SUA XOXOTA, CHEGUEI A SENTIR CALAFRIO NA ESPINHA QUANDO SEGUREI A FITA DO BIQUINE APROVEITANDO PARA ALISAR, ASSIM MEIO SEM QUERER A BUNDA DE KAROL QUE SOLTOU UM GRITINHO ABAFADO DE SURPRESA COM MEU TOQUE ME DEIXANDO VER SEU CORPO ARREPIAR, COM ELA ME EMPURRANDO ME CHAMANDO DE BOBO A ME VER COM OS OLHOS FIXOS EM SUA XOXOTINHA ESTUFADA E SALIENTE NO PANINHO DO BIQUINE, VIRANDO DE BUNDINHA PARA MIM FALTOU POUCO PARA NÃO FAZER BESTEIRA AO VER O PANINHO SUMINDO NAQUELA BUNDINHA REDONDA E ARREBITADINHA, COM ELA ME ACORDANDO QUANDO FALOU QUE ESTAVA MUITO APERTADO E QUE NÃO FICAVA BEM PORQUE ESTAVA MUITO CAVADO E INTERROMPENDO DEI UMA PISCADINHA FALANDO QUE APROVEITASSE PORQUE SÓ ESTAVA EU DE HOMEM NA CASA ALÉM DE MINHA MÃE, MINHA IRMÃ E SOBRINHA. QUANDO KAROL LEVANTOU NA PISCINA, MINHA IRMÃ DIVIDIA O OLHAR EM MIM E NA MENINA ME ENCARANDO AO VER ME COM OS OLHOS VIBRADOS NELA ENQUANTO BALANÇAVA OS CABELOS LOIROS JUNTANDO OS A SEGUIR ENROLANDO OS NA MÃO DEITANDO OS EM SEU OMBRO COM MINHA IRMÃ BALANÇANDO A CABEÇA NUM NÃO DE REPROVO AO VER A MENINA ME OLHANDO SORRINDO. QUANDO KAROL SAIU DA AGUA VINDO PARA MIM, NEM OUVIA O QUE MINHA IRMÃ FALAVA PORQUE NÃO CONSEGUIA DESVIAR OS OLHOS DAQUELE CORPINHO ESGUIO E CURVELINEO TENDO QUE ARRUMAR O CACETE NO CALÇÃO QUANDO VIROU DE COSTAS PARA SE ENXUGAR COM MINHA IRMÃ DANDO UM TAPA EM MINHA CABEÇA PEDINDO QUE TOMASSE VERGONHA ME FALANDO QUE ERA UMA CRIANÇA. QUANDO MARIANA CHEGOU ELA CORREU PARA O QUARTO VOLTANDO A SEGUIR COM O BIQUINE VERMELHO BEM MAIS COMPORTADO E ABRAÇADO A MIM ENQUANTO ESPERAVAMOS MARIA E SEUS PAIS CHEGAREM PARA NOS CUMPRIMENTAR, MINHA IRMÃ FALOU QUE TOMASSE CUIDADO FALANDO RINDO QUE A TENTAÇÃO ERA GRANDE. MARIANA VEIO PARA MIM ME ABRAÇANDO ME DANDO UM BEIJO COMO SE ESTIVESSE SÓ NOS DOIS ALI SEM IMPORTAR COM SUA MÃE E A MINHA PEDINDO QUE PARASSEMOS COM A POUCA VERGONHA E ENQUANTO CAMINHAVAMOS PARA A CASA CARREGANDO AS BAGAGEM, QUANDO NOSSOS OLHARES SE CRUZAVAM MARIANA MORDIA OS LÁBIOS, SINAL DE QUANDO QUER TRANSAR, DEIXANDO SEUS PAIS NO QUARTO SAIMOS PARA O NOSSO NOS PEGANDO EM BEIJOS ARDENTES ENQUANTO UM TIRAVA A ROUPA DO OUTRO SENDO MAIS FACIL PARA MIM PORQUE MARIANA USAVA APENAS O VESTIDINHO E AO ALISAR SUA XOXOTA FIQUEI COM A MÃO MELADA, POREM ELA NÃO ME DEIXOU CHUPA-LA AVISANDO QUE TINHA QUE SER UMA RAPIDINHA E QUE A NOITE IA ACABAR COMIGO. MARIANA MORDIA O LENÇOL PARA NÃO GRITAR COM A CARA E SEIOS APOIADOS NA CAMA, ABAFANDO OS GEMIDOS ENQUANTO DE JOELHO ATRÁS DELA METIA COM VONTADE ME DELICIANDO COM SUA BUNDA ARREBITADA COM O CUZINHO PISCANDO ENQUANTO SEU PRAZER AFLORAVA DE SUA BOCETA ESCORRENDO EM SUAS COXAS, QUANDO KAROL ENTROU FALANDO MÃNHÊEEEE, DE OLHOS ARREGALADOS, COM O TESÃO A FLOR DA PELE, SEGUREI MARIANA NÃO DEIXANDO QUE FUGISSE VIRANDO UM POUCO MAIS O CORPO DEIXANDO KAROL VER MINHA PICA ENTRANDO E SAINDO DA BOCETA MELADA DE SUA MÃE, TIRANDO QUASE TUDO DE SUA MÃE, METENDO NOVAMENTE CADA VEZ MAIS RÁPIDO ENQUANTO MARIANA NÃO CONSEGUIA SE CONCENTRAR EM MANDAR A FILHA SAIR DALI, GEMER MESMO SEM QUERER POR NÃO CONSEGUI CONTER O PRAZER OU IMPLORAVA PARA QUE PARASSE O QUE FIZ QUANDO ENCHI SUA BOCETA DE PORRA DEIXANDO QUE CAISSE NA CAMA SE COBRINDO AS PRESSAS TENTANDO RECUPERAR A RAZÃO PARA DAR ATENÇÃO A FILHA QUE NÃO CONSEGUIA TIRAR OS OLHOS DE MINHA PICA QUE JOGAVA LONGE OS ULTIMOS JATOS DE PORRA EM CIMA DO CORPO DA MÃE. MARIANA VOLTOU PARA O QUARTO HORAS DEPOIS TENDO TRABALHO PARA ME CONVENCER A SAIR DO PORQUE FINGIA ESTAR ENVEGORNHADO COM ELA ME DANDO BRONCA FALANDO QUE DEIXASSE DE SER BOBO PORQUE SUA FILHA SABIA MUITO BEM O QUE ERA AQUILO ME CONFIDENCIANDO QUE DESCONFIA QUE ELA JÁ ESTA ATÉ DANDO PARA SEU NAMORADINHO, O QUE ME DEIXOU BASTANTE ENCIUMADO. PASSAMOS UM DIA MARAVILHOSO E PARA ME EXIMIR DE QUALQUER CULPA, COMENTEI COM MARIANA QUE ME BEIJANDO FALOU QUE ESTAVA DE OLHO NA FILHA E QUE ERA NATURAL ELA ME OLHAR ASSIM PORQUE ASSIM COMO ELA, KAROL ME AMA ATE MAIS QUE O PROPRIO PAI. JÁ DE MADRUGADA TROCAVAMOS BEIJOS APAIXONADOS AGUARDAVAMOS TODOS DORMIREM, PRINCIPALMENTE AS MENINAS PARA COMEÇAR NOSSA SESSÃO DE FODA QUANDO MARIANA ME AGRADECEU POR AMAR DEMAIS ELA E SUA FILHA, NÃO FOSSE ESTAR ALISANDO MEU CACETE NÃO TERIA COMO DISFARÇAR O CACETE CADA VEZ MAIS DURO COM O TESÃO A FLOR DA PELE BEM MAIOR QUE A REPULSA ENQUANTO ME CONTAVA QUE O MOTIVO DE SUA SEPARAÇÃO FOI QUANDO NUMA NOITE DEPOIS DE SEU EX ‘JUDIAR’ DEMAIS DELA, COMO SEMPRE FAZIA DEIXANDO ELA DOLORIDA POR FAZER ANAL A FORÇA, QUANDO SAIU DO BANHO PEGOU ELE CHUPANDO A BOCETA DA FILHA TENDO TRABALHO PARA TIRAR ELA DELA PORQUE QUERIA METER NELA A TODO CUSTO FALANDO QUE SE NÃO FOSSE ELE SERIA OUTRO E SÓ CONSEGUIU EXPULSAR ELE DE CASA QUANDO COMEÇOU A GRITAR PEDINDO SOCORRO PELA JANELA E DESDE ENTÃO NUNCA MAIS SOUBE DELE. O DIA AMANHECIA QUANDO COLOQUEI MARIANA DE QUATRO E MANDEI PICA EM SUA BOCETA MELADA FAZENDO ELA GOZAR MAIS QUE ANTES, QUANDO PENSAVA EM ENCHER SUA BOCETA DE PORRA PELA TERCEIRA VEZ, ELA FALOU COM DIFICULDADE QUE COLOCASSE EM SEU CUZINHO ME PEDINDO COM VOZ MANHOSA QUE TIVESSE CUIDADO COM ELE E JÁ COM O SOL CLARO CONSEGUI ATOLAR ATÉ AS BOLAS NO CUZINHO DE MINHA AMADA COM SEU CU PARECENDO QUERER ESMAGAR MEU CACETE DE TÃO APERTADO QUE ERA, TENDO QUE TAPAR SUA BOCA PARA ABAFAR SEUS GEMIDOS QUANDO ALGUÉM BATEU NA PORTA QUERENDO ENTRAR ELA REUNINDO FALOU: AGORA NÃO KAROL, E SE ENTREGANDO AO PRAZER GOZOU COMO NUNCA ANTES ENQUANTO JUDIAVA DE SEU CU COM ELA RESPIRANDO ALIVIADA QUANDO GOZEI CAINDO EM CIMA DELA PARA NOS BEIJAR TROCANDO JURAS DE AMOR E JÁ QUASE DORMINDO ELA ME CHAMOU MANDANDO ME LEVANTAR PARA TOMAR BANHO AO VER MEU CACETE SAINDO DE SEU CU COM O PRESERVATIVO ESTOURADO E NÃO FOSSE KAROL INSISTIR QUASE DERRUBANDO A PORTA TERIAMOS NOS PEGADO NOVAMENTE NO BANHO. MARIANA SAIU DO BANHO PRIMEIRO TENDO QUE IR ATENDER A FILHA E ASSIM QUE SAIU DO QUARTO, ELA ENTROU NO BANHEIRO PARA CONVERSAR COMIGO DANDO PARA VER SEUS OLHINHOS BRILHAREM CHEGANDO A SUSPIRAR A ME VER PELADO, POR SORTE MEU CACETE FICOU SÓ MEIA BOMBA COM ELA NÃO CONSEGUINDO DESVIAR OS OLHOS DELE, QUANDO MARIANA CHEGOU NOS PEGOU CONVERSANDO NORMALMENTE E ENQUANTO LEVAVA A FILHA DALI ME DEU UMA PISCADINHA SORRINDO MALICIOSAMENTE QUANDO DEU UMA TAPA NA BUNDA DA FILHA PARECENDO SABER QUE ELA ENTRARIA EM BREVE EM MINHA PICA. ESTAVA TÃO FISSURADO EM KAROL QUE TUDO QUE FAZIA PARECIA MOTIVO PARA ME EXCITAR, QUANDO PEGAVA SUA MÃE ELA COMENTAVA SE ESSA EXCITAÇÃO ERA REALMENTE DELA O ERA PELA FILHA O QUE ME DEIXAVA COM A EXCITAÇÃO CADA VEZ MAIS INSUPORTÁVEL DEIXANDO CLARO QUE TINHA QUE PEGAR KAROL NA PRIMEIRA OPORTUNIDADE NEM QUE FOSSE SÓ PARA BRINCAR COM SEU DELICIOSO CORPO. NAQUELA TARDE QUANDO PERGUNTEI POR KAROL, MARIANA FINGIU PREOCUPAÇÃO COMENTANDO QUE A FILHA DEVIA TER IDO SOZINHA PARA A CACHOEIRA ME PEDINDO QUE FOSSE ATRÁS DELA, DEPOIS DE CAMINHAR POR QUASE CINCO MINUTOS CHEGUEI NO LOCAL AVISTANDO KAROL SENTADA NAS PEDRAS COM OS PÉS NA AGUA, A ME VER CH
EGANDO MERGULHOU INDO PARA DEBAIXO DA QUEDA D´AGUA, QUANDO CHEGUEI PERTO ELA SE JOGOU EM CIMA DE MIM ME SURPREENDENDO COM UM BEIJO BEM MELHOR E MAIS GOSTOSO QUE O DA MÃE FUNGANDO ABAFADO SOLTANDO UM UAU ARREGALANDO OS OLHOS QUANDO ENFIOU A MÃO EM MEU CALÇÃO PARA SEGURAR MEU CACETE FORÇANDO ELA PARA A MARGEM SENTEI ELA NAS PEDRAS LARGANDO NOSSAS BOCA PARA LAMBER E CHUPAR SEU PESCOÇO E ORELHA DEIXANDO ELA TREMULA E ARREPIADA COMENTANDO QUE EU ERA MUITO GOSTOSO PERGUNTANDO SE QUERIA NAMORAR COM ELA, QUANDO CHEGUEI NOS PEQUENOS SEIOS ELA JOGOU A CABEÇA PARA TRÁS GEMENDO DESPUDORADAMENTE ENQUANTO SUGAVA ELES PRENDENDO NA SUCÇÃO, QUANDO ELA DEITOU DESCI LABENDO SUA BARRIGUINHA ATÉ ME POSICIONAR COM A CABEÇA NO MEIO DE SUAS PERNAS FAZENDO ELA PIRAR QUANDO MORDI SUA BOCETINHA POR CIMA DO BIQUINE TIRANDO ELE COM DIFICULDADE FAZENDO KAROL ESTREMECER AO PASSAR A LÍNGUA DE SEU CU ATÉ SUA BOCETA SUGANDO SEU GRELO COM FORLA ENQUANTO ELA SE CONTORCIA ME DEIXANDO PREOCUPADO PELO MEDO DE SE MACHUCAR FICANDO MAIS A VONTADE QUANDO CONSEGUIU SEGURAR SUAS MÃOS E QUASE PERDENDO OS SENTIDOS SE TREMEU FECHANDO AS PERNAS TENTANDO ME TIRAR A FORÇA DELA ME DEIXANDO MARAVILHADO CONTEMPLANDO SEU CORPO NAQUELE ORGASMO INTENSO E AINDA OFEGANTE VEIO ME PARA BEIJAR ENQUANTO TIRAVA MEU CALÇÃO COM OS PÉS SE JOGANDO NA AGUA GEMENDO QUANDO MEU CACETE ACERTOU SUA XOXOTA E ARREGALANDO OS OLHOS DEIXANDO ESCAPAR AIS, REBOLANDO GOSTOSO, POREM QUANDO TENTEI TIRAR ELA ME PRENDEU COM SUAS PERNAS E INTENSIFICANDO O BEIJO QUE ABAFAVA SEUS GEMIDOS SOLTOU O CORPO FAZENDO MEU CACETE ESCORREGAR COMO FACA QUENTE NA MANTEIGA PARA SUA BOCETA COM ELA FAZENDO CARA DE DOR QUANDO A GLANDE BATEU EM SEU ÚTERO E CHORANDO E GEMENDO FALANDO COISAS SEM NEXO COMEÇOU UM REBOLADO GOSTOSO, QUANDO ME DEI CONTA PULAVA COMO DOIDA EM MEU CACETE TENDO QUE SEGURAR SUAS MÃOS PARA NÃO ME ARRANHAR E NEM MORDER MINHA BOCA COMO TENTAVA FAZER DANDO PARA VER O SANGUE QUE ESCORRIA DE SUA BOCETA SENDO LEVADO PELA CORRENTEZA O QUE ME DEIXOU PREOCUPADO TANTO É QUE CARREGUEI ELA NO COLO SEM SAIR DELA PARA FORA DA AGUA E DEBRUÇANDO ELA NA PEDRA FIZ A MENINA URRAR DE PRAZER METENDO COMO LOUCO EM SUA BOCETINHA E JÁ MOLINHA, QUANDO SE TREMEU EM MAIS UM ORGASMO MARAVILHOSO, SENTINDO QUE IA GOZAR TIREI RÁPIDO DE SUA BOCETA POR MEDO DE ENGRAVIDA-LA, QUANDO PRENSEI A GLANDE NA ENTRADA DE SEU CUZINHO TENCIONANDO ENCHER ELE DE PORRA, ELA SEGUROU AS NÁDEGAS ABRINDO AS E JOGANDO A BUNDA PARA TRÁS FEZ MEU CACETE ENTRAR ATÉ QUASE AS BOLAS EM SEU CU GULOSO ENQUANTO GOZAVA EM SUA BUNDINHA E NÃO DEIXANDO QUE AMOLECESSE ME DEIXANDO UM POUCO ASSUSTADO COM O ESCANDALO QUE FAZIA ME MANDOU METER SEM DÓ ME XINGANDO DE TUDO O QUE ERA NOME FEIO ENQUANTO CUTUCAVA CADA VEZ MAIS RÁPIDO E FORTE A PICA EM SUA BUNDA, QUANDO ESMOLECEU DEIXANDO O CORPO CAIR NUM ORGASMO ÉPICO, ENCHI SEU CU NOVAMENTE DE PORRA NÃO DANDO TEMPO NEM PARA DESCANSAR PORQUE OUVIMOS SUA MÃE NOS CHAMANDO, QUANDO ME VIU QUIS SABER DA FILHA E QUASE GRITANDO PARA ELA AVISEI QUE ESTAVA TENTANDO CONVENCER ELA IR EMBORA PORQUE HAVIA PERDIDO A PARTE DE BAIXO DO BIQUINE E MOSTRANDO MINHA CAMISETA PARA A FILHA MANDOU QUE FOSSE PARA ELA. QUANDO KAROL SAIU DA AGUA ME MANDOU VIRAR A CARA PARA NÃO VE-LA NUA ENQUANTO MARIANA SÓ FALTAVA MANDAR A FILHA ABRIR AS PERNAS PARA VER O ESTRAGO QUE HAVIA FEITO EM SUA BOCETA, NO CU NÃO PORQUE ME CONFESSOU DEPOIS QUE DAVA ELE SEMPRE PARA SEU NAMORADINHO E QUE AGORA SÓ DARIA PARA MIM. DEPOIS DESSE FATO TIVE QUE DÁ UM BREQUE EM KAROL TENDO QUE SER ATÉ MEIO MAU EDUCADO COM ELA PORQUE NÃO QUERI QUE SE APEGASSE A MIM DESSE JEITO, POREM NA ULTIMA NOITE QUE PASSARIAMOS ALI ENQUANTO TODOS ENCHIA A CARA RESOLVI NÃO BEBER NADA PORQUE DIRIGIRIA DE VOLTA NO DIA SEGUINTE, QUANDO DE MADRUGADA TIVE QUE LEVAR MARIANA NO COLO PARA A CAMA DE TÃO BEBADA QUE ESTAVA, KAROL DEITOU AO SEU LADO NÃO AVISANDO QUE NÃO SAIRIA DALI ENQUANTO NÃO FISESSE AMOR COM ELA ME DANDO TRABALHO PARA PODER CONSEGUI DÁ CONTA DO FOGO DA MENINA QUE CHEGOU A PEDIR ARREGO QUANDO METIA NELA CONTEMPLANDO O CORPO DESNUDO DE SUA MÃE AO NOSSO LADO, DESDE ENTÃO TENHO QUE TOMAR AZULZINHOS, EM ALGUMAS VEZES PARA PODER DÁ CONTA DA MÃE E DA FILHA, O QUE ME DEIXA MAIS DISCONFIADO QUE MARIANA SABE DE MIM E KAROL PORQUE SEMPRE QUE PEGO KAROL, A NOITE MARIANA VEM PARA MIM SÓ INDO DORMIR DEPOIS DE CABAR COMIGO NA CAMA.

FUDENDO A NOITE NA ESTRADO DO SITIO

ME CHAMO VANIA TENHO 38 ANOS BRANQUINHA , MEIO GORDINHA E TARADA POR VARA , LOGO APÓS EU TERMINAR MEU PRIMEIRO CASAMENTO FUI MORAR COM OS MEUS PAIS E EM UMA CHÁCARA NA ZONA RURAL , POIS BEM´AQUI TEMOS INTERNET E COMECEI A CONVERSAR COM HOMENS EM UM SITE DE RELACIONAMENTO , FOI AI QUE CONHECI O RENATO ELE MORA NA CIDADE VIZINHA , FICAMOS CONVERSANDO E ELE DISSE SER CASADO TER FILHOS , CONVERSAMOS POR MAIS OU MENOS UMAS 2 HS , FOI ENTÃO QUE GOSTEI MUITO DO PAPO DELE , JÁ ERA POR VOLTA DE 22 HS E ELE O TEMPO TODO QUERENDO ME ENCONTRAR FALEI POXA OUTRO DIA NÉ A GENTE MARCA , MAS EU ESTAVA COM UM TESÃO ENORME POR ELE POIS ELE FALAVA UMAS SACANAGENS BEM GOSTOSA , QUANDO FOI 22.10 HS RESOLVI ENCONTRAR ELE E FALEI VOCÊ CONHECE A ESTRADA DE TERRA QUE VEM PARA TAL LUGAR ELE DISSE SIM , ENTÃO FALEI VOU ESTAR EM UM CARRO AZUL DA MARCA TAL , FOI ENTÃO QUE ELE DISSE ESTOU INDO ,MAS EU PERGUNTEI E SUA ESPOSA ELE DISSE FICA TRANQUILA , EU ENTÃO FUI , PAREI EM UM LOCAL ONDE CONHEÇO BEM SEI QUE FIZ UMA LOUCURA POIS NEM CONHECIA O CARA , CONVERSEI COM ELE NESTE MESMO DIA ,MAS EU ESTAVA COM TANTA VONTADE DE TREPAR QUE NÃO IMAGINEI NAS CONSEQUENCIAS QUE PODERIA ACONTECER , FOI ENTÃO QUE AVISTEI O FAROL DE UM CARRO QUE VEIO E PAROU ATRÁS DO MEU E DESCEU , ERA UM HOMEM ALTO, BRANCO, ATÉ BONITO , ENTROU NO MEU CARRO EU ESTAVA DE VESTIDO PARA FACILITAR POIS FUI ENCONTRAR ELE PRA DAR MESMO , ELE VEIO DE SHORT CONVERSAMOS UM POUQUINHO E COMEÇAMOS A NOS PEGAR DENTRO DO MEU CARRO ELE ME BEIJAVA E PASSAVA A MÃO NA MINHA BUCETA MELADINHA , O CACETE DELE ESTAVA ERGUENDO O SHORT , EU APALPAVA ELE DEITOU O BANCO DO CARRO E FICOU PELADO COM O PAU ERGUIDO EU COMECEI A MAMAR , ELE GEMIA , CHUPEI OS OVOS DELE TIREI MINHA CALCINHA MAS FIQUEI DE VESTIDO E SUBI EM CIMA DE UM JEITO QUE MINHA BUCETA CAREQUINHA FICOU NA BOCA DELE , ELE CHUPAVA DESESPERADAMENTE MEU GRELO ,LAMBIA MINHA BUCETA E MEU CUZINHO , O PAU DELE ERA MÉDIO MAS COM UMA GROSSURA BOA ENTÃO FUI SENTANDO NO PAU DELE SEM CAMISINHA E SENTEI ATÉ O PÉ ELE SEGURAVA MINHAS COXAS EU SUBIA E DESCIA , O CARA GEMIA COMO DOIDO ELE ME XINGAVA MUITO DE PUTA , CACHORRA , VADIA E MUITAS OUTRAS COISAS , EU ESTAVA COM MEDO ,MAS COM TESÃO , ELE ABRIU A PORTA DO CARRO SAIU ME COLOCOU DE 4 E EM PÉ FORA DO CARRO COMEÇOU AME FUDER COM FORÇA , ME DERRETI NA VARA DELE E GOZEI , MAS GEMI COMO UMA PUTA NA VARA DELE ENTÃO ELE ME ENCHEU A BUCETA DE PORRA , EU DOIDA PRA IR EMBORA MAS ELE ME SEGUROU MAIS UM POUCO LÁ E ENQUANTO NÃO COMEU MEU CUZINHO NÃO SAIU , AGUENTEI A VARA GROSSA NO CUZINHO ELE GOZOU DENTRO EU FUI EMBORA SAINDO PORRA DE DENTRO DO RABINHO , AINDA CONVERSEI COM ELE PELO SITE , MAS NÃO DEI MAIS ,POIS AGORA ESTOU MORANDO COM OUTRA PESSOA.

Bonita gostosa e exibicionista

Bonita – Gostosa e Exibicionista Tenho uma namorada de que modéstia parte é muito bonita e gostosa, ela tem 1,62 e um corpinho delicioso…bumbum grande e empinado, seios médios com bicos rosados, cintura fina, cabelos castanhos claros compridos, pele morena clara, firme e bem lisinha, aliás, para realçar mais isso tudo ela esta sempre bronzeada e é adepta a eliminar todo e qualquer pêlo que possa aparecer, deixando apenas uma quantidade mínima em forma de coração bem pequenino e bem aparado logo acima de sua linda bucetinha de tamanho médio, com um clitóris levemente avantajado do tipo que fica sempre expondo aquela deliciosa lingüinha por entre os grandes lábios carnudos, lábios esses aliais que lembram os lábios de sua boca, também carnudos, do tipo que vive fazendo biquinhos de mimo, pois ela só tem 21 aninhos e eu sou um experiente e bonito rapaz na casa dos 30 que trata de mantê-la sempre se sentindo gostosa, desejada, mimada e deixo ela brincar muito com meus vigorosos 18 cm. de pica firme e forte que assim se mantém até ela se saciar totalmente, quando nos amamos. Logo que começamos a namorar percebi que ela estava sempre bronzeada com marquinhas de um fio dental tão pequeno que nunca tinha visto assim antes, fazendo minha imaginação viajar ao imagina-la em algo tão pequenino com aquele lindo e liso corpinho desfilando pelas praias do litoral paulista. Ela então me revelou que só usava tais biquininhos na piscina de sua casa, pois eram escandalosamente pequenos e ela tinha vergonha de sair assim em público, muito embora sentia um certo desejo de ser observada daquele jeito se seus pais não a reprimissem. Aliando esse seu desejo secreto ao fato dela sempre estar usando roupa muito sexy, curta, decotada, transparente e cavada com saltos altos, que a deixam com o lindo bumbum sempre empinado de forma que sua xoxotinha poderia ser vista até por trás se não fosse as poucas roupas, comecei a notar seu gosto por provocar-me e naturalmente a todos que nos vissem passeando por ai. Um dia saímos para um final de semana numa pousada nos arredores da cidade, num sábado pela manhã, onde ela estava usando um micro vestidinho de seda soltinho e folgado, do tipo tubinho, branco, com um saltinho alto e uma carinha de muito sapeca. Paramos num posto na estrada p/ um café rápido e ao entramos no local que estava lotado percebi que muitas pessoas disfarçavam p/ vê-la passar, ela por sua vez me abraçava e beija meu pescoço demonstrando muita satisfação em estar ao meu lado, ao mesmo tempo em que rebola bem gostoso aquele linda bunda lisa que levemente estremecia a cada passo parecendo estar nua por baixo de tão pequena que era a tanguinha que usava. Notei que estava meio taradinha de tanto que me beijava e se esfregava, sentada num daqueles banquinhos redondos próximos do balcão. Foi então que eu disse que ela estava uma delicia de tão gostosa, que estava me deixando de pau duro, que do tamanho que era sua tanguinha todos que olharam deviam ter pensado que ela não tinha nada por baixo, uma vez que sutiã ela não usa mesmo. Ela disse que não se importava, que era tudo só meu e que aquilo a excitava, saber que todos estavam babando por ela e que logo ela estaria gozando no meu pau. Isso me causou um tesão danado, comecei a gostar da brincadeira, ansioso pela hora de desfrutar de tudo aquilo, queria que ela ficasse cada vez mais excitada e comecei a incentiva-la. Disse a ela: -Ta bom então neném, veja como aquele balconista não para de olhar p/ suas lindas pernas através desta parte de vidro do balcão de salgados onde estamos. Ela deu um sorriso e disse: – Não se importe – e veio me beijar, tendo que para isso esticar o corpo pro meu lado abrindo levemente as pernas e mostrando p/ o balconista o volume que sua xoxota fazia dentro daquela pequena porção de renda ultratransparente da qual era feita sua tanguinha (descobri depois), tudo bem iluminado penas luzes dentro do balcão de vidro tipo vitrine dos salgados. Acontece que ela prolongou o beijo, no começo fiquei um pouco enciumado, mas por estarmos usando óculos escuros fiquei com o olho aberto e pude ver o desconcerto do rapaz, que estava praticamente vendo toda a xoxota dela através da tanguinha, sua linda rachinha, seus lábios e sua lingüinha espremidinhos naquela renda. Nossa…isso me deixou taradíssimo. Saímos do local sobre o olhar de admiração de muitos, ao mesmo tempo em que o balconista se apreçou p/ ir ao banheiro…adivinhem pra que. Derrepente me vi tomado pela brincadeira e não queria parar, comecei a beija-la ainda no estacionamento, abri dois botões de seu vestido em cima deixando um grande decote e aqueles peitinhos que tanto amo e admiro estavam praticamente soltinhos, aparecendo ao menor movimento, à parte de baixo que já era curta, com ela sentada no banco do carro onde o encosto sempre fica mais inclinado que o normal, não conseguia esconder muita coisa, foi quando vi e fiquei sabendo como tinha visto também o balconista aquela linda xoxotinha, totalmente a mostra e apertadinha. Ao imaginar o que o rapaz tinha visto, meu tesão que parecia estar no limite se duplicou, nunca tinha ficado tão tarado assim, aquele rapaz nunca mais esqueceria o que tinha visto, pois ela é realmente linda, de beleza rara, muito gostosa e fizera de forma a parecer acidental, o que a inocentava de qualquer coisa. Foi quando eu disse que aquela tanguinha não tampava nada e só estava servindo apenas p/ apertar minha linda xaninha, que eu achava melhor ela tira-la. Ela por sua vez p/ apimentar a brincadeira concordou c/ o motivo que eu apresentei, mas disse para eu olhar p/ o lado p/ não ver, que ela era uma menina de família e tinha vergonha. Entendi e entrei no jogo, logo ela me dava aquela minúscula peça toda encharcada a qual de imediato levei ao rosto e pude sentir o magnífico cheiro da minha gatinha. Ela então c/ dois botões abertos em cima e sem calcinha agiu c/ naturalidade e disse que devíamos pegar a estrada, como se nada de anormal tivesse acontecendo, disse que a viajem era longa e que queria chegar logo p/ tirar toda aquela roupa (só estava de vestidinho e salto agora). Pegamos a estrada, porem antes abri a capota conversível do carro esportivo que estávamos e ela deitou um pouco mais o encosto do banco, tirou o salto e sentou sobre as pernas cruzadas, de forma que eu quase conseguia ver sua xaninha, mas podia imagina-la naquela posição, assim, abertinha com as pernas daquele jeito e com a inclinação do banco, voltada p/ cima, como se tivesse tomando sol. Eu, vendo seus lindos peitinhos pelo decote e quase conseguindo ver a vértice daquelas duas coxas deliciosas e abertas, estava com o pau latejando de tão duro, eu estava com uma calça de agasalho e ficava um mastro apontando p/ cima e molhando na ponta, por um instante eu liberei meu pau p/ vê-lo e ele estava tão “esticado” que sua cabeça brilhava e a pulsação podia ser vista a olho nu. Ela olhou p/ ele e disse: – Meu bem, guarde isso, já te disse que sou uma menina tímida e de família. Nesse instante estávamos ultrapassando um pequeno caminhão de uma empresa de piscinas e ela disse que queria anotar o telefone p/ seu pai, para eu diminuir a velocidade e ficar a lado do caminhão. Enquanto ela “anotava” lentamente o número do telefone na memória de seu celular, o motorista do caminhão se deleitava com a visão mais linda do mundo, tanto que deu uma balançada no caminhão e quase saiu da pista, acredito que estava tentando liberar o pênis da calça. Continuávamos de óculos escuros e ela evitava olhar diretamente p/ o motorista, mas eu pude ver que ele não conseguia parar de olhar p/ baixo. Ela demorou muito propositalmente p/ anotar o nome da empresa e os telefones impressos na porta do caminhão na agenda do celular, e eu estava com a adrenalina a mil tentando imaginar qual a visão que o motorista estava tendo dela naquela posição (semideitada, sentada sobre as pernas cruzadas voltada p/ cima), pois eu não tinha a visão completa mas ele olhava de cima p/ baixo, e isso durou mais o menos
5 minutos, pois ela fazia questão de errar e corrigir na hora a digitação no celular, pedindo que eu esperasse até ela terminar. Quando finalmente ela acabou de anotar, acelerei e deixei o caminhão p/ traz, que por algum tempo tentou acompanhar, mas foi inútil e logo ele sumiu no retrovisor. Não conseguia parar de imaginar qual era a visão daquele bem aventurado motorista, que pelo fato de vê-la mexendo no celular sem olhar diretamente p/ ele fazia parecer algo casual, “só uma pessoa tentando usar o celular”, e isso me deixava cada vez mais excitado, parecia que meu pau estava maior que o normal e eu nunca tinha sentido tanto tesão em toda minha vida, eu tinha que saber como ele (o motorista) tinha visto e resolvi a pretexto de ter que fazer xixi, parar o carro no acostamento logo após uma curva. Desci dando a volta por trás do carro e dizendo que ficaria ao lado dela e de costas p/ o transito fingindo que estava verificando algum problema. Quando parei ao lado dela quase tive um tréco, pois a minha linda xoxotinha estava reluzentemente exposta p/ o alto de forma que pelo grau de inclinação do banco a parte de baixo do seu lindo bumbum também estava aparecendo, deixando-se notar sutilmente onde ficava a “entrada” do seu lindo e igualmente liso cuzinho, tudo muito realçado pelas minúsculas marcas do biquíni. Ela estava excitada demais, a ponto de sua lubrificação ter deixado toda aquela região brilhando por causa da luz do dia. Eu já tinha entrado no jogo e resolvi leva-lo em diante, fiz de conta que nada percebera e tirei o pau pra fora para fazer xixi. Eu mesmo nunca tinha visto meu pau tão grande assim, lindo, pulsante, brilhante, e nunca tinha sentido algo daquele jeito. Qdo. ela olhou p/ o lado se assustou e disse: – Nossa amorzinho, vc. estava apertado mesmo né? – Vou ficar aqui olhando pelo retrovisor pra ver se não vem ninguém. Disse isso se aproximando do retrovisor e conseqüentemente ficou bem perto do meu pau. Dei uma bela balançada nele, e comecei a “tentar” fazer xixi”. Olhar o retrovisor era uma desculpa p/ ela observar de pertinho o espantoso estado do meu pau, que nessa situação demorou muito pra começar a fazer xixi, dando a ela um espetáculo à parte. Quando consegui começar dei um gostoso gemido como se estivesse gozando e percebi que ela discretamente levou o dedo da mão esquerda até seu clitóris enquanto dava uma mordidinha no lábio, num momentâneo descontrole de tanto tesão pelo que via, mas para continuar no jogo perguntei o que ela estava fazendo e ela se recompôs e disse: – Nada não, é que estou com muito calor, estou até molhada de tanto suor veja? Disse isso e passou a mão em toda extensão da xoxotinha em movimentos circulares dando umas três voltas e tirou a mão toda melada mostrando-a p/ mim e dizendo: – Ta vendo amor, ta quente hoje né? Meu coração parecia que ia sair pela boca, olhei p/ mão dela toda molhada e em seguida olhei sua bucetinha que agora brilhava muito mais, toda melada. Então ela falou: – O que vc. ta olhando? -Nossa !!! -Esqueci que estou sem calcinha!!! Pare de olhar e se aprece, temos que ir embora. Sou uma moça tímida, de família e estamos nos atrasando muito. Deitei-me então sobre a porta do carro para pegar no porta-luvas um papel p/ secar o pau, ficando bem pertinho de tudo aquilo, qdo. ela disse que guardaria o celular na bolsa que estava no banco de trás, virando-se p/ apanha-la, ficando com aquela linda bunda praticamente na minha cara, onde ela ficou o mais arrebitada possível fazendo-me ver a centímetros de distancia seu cuzinho e sua xoxotinha bem lisinhos e tudo muito molhadinho. Senti o cheiro do seu liquido, vi cada célula da sua xaninha e do seu cuzinho que deu uma piscadinha, tudo “acidentalmente, por causa do calor e do tamanho de sua micro saia”. Ela disse: – Ai… ta coçando aqui. Passou uma das mãos por entre as pernas e começou a massagear com a ponta do dedo seu cuzinho, bem lentamente, e por causa da lubrificação às vezes seu dedo dava uma entradinha e voltava, cuzinho este que ela não me dá por completo mas deixa-me colocar o dedo quando vai gozar e às vezes só a cabeça do meu pau, até eu gozar. Ela é demais, não penso em outra mulher pra nada, não consigo imaginar alguém que realize melhor as fantasia que eu tenho, nem que me mostre fantasias que eu tinha e nem sabia, como as desse dia. Eu estava vendo tudo enquanto batia uma gostosa punheta quando ela olhou pra trás e sem mudar a posição disse: – O que você esta fazendo? Já disse para não se aproveitar da situação, senão vou contar pra minha mãe quando voltarmos…vamos embora logo. Nesse momento aquele mesmo caminhão passou por nós, deu uma buzinada e foi parando no acostamento. Ela desvirou-se, eu voltei p/ o volante e parti acelerando, pois não queríamos conhecer ninguém, só brincar, aliás, o segredo da brincadeira era que tudo acontecia “acidentalmente” e com pessoas desconhecidas e sem acesso. Logo o caminhão sumiu novamente, estávamos excitadíssimos e ela agora colocará o salto novamente e ficara sentada normal, com as pernas entre abertas enquanto conversávamos e tentávamos disfarçar o tesão olhando a paisagem, mas eu não estava entendendo, aquilo era tudo muito novo e nunca imaginará permitir que minha gata se exponha daquele jeito, nem tão pouco que seria tão incrivelmente grande o tesão que isso nos causaria. Ao chegarmos na pousada fomos rápidos p/ um chalé, ela foi ao banheiro e quando voltou me encontrou deitado na cama nu com o pau grande e duro como descrito antes. Então eu disse que ela tinha sido uma menina levada e que iria ser castigada, chamei-a para perto e sem tirar o vestidinho ela subiu na cama e montou sobre meu corpo, encostando sua bucetinha na cabeça pulsante do meu pau e disse: – Que foi que eu fiz benzinho? Disse isso e começou a deslizar seu corpo sobre o meu e colocar meu pau pra dentro dela que estava fervendo de tão quente e molhada. Enquanto meu pau estava entrando ela dizia coisas do tipo: – Nossa…que tesão, – Que pau gostoso – Como ele ta grande e duro – Quero tudo isso dentro de mim – Me come meu macho – Come sua criancinha levada…come. Ela gozou rapidamente de uma forma descomunal, gemia e gritava de tesão, e mexia com força engolindo todo meu pinto dentro da bucetinha mais bonita e gostosa do mundo. Que cena maravilhosa. Depois que ela gozou bastante, ainda em cima de mim disse: – Vou te dar um presente especial agora…vou deixar vc. colocar a cabecinha no meu bumbum, mas só a pontinha ta? Quero que vc. goze assim. Disse isso e ficou de quatro com a pose mais ousada que já tinha visto. Perguntei se não ia doer, pois “meu menino” estava maior que o normal, e ela respondeu que usaria a técnica apropriada. (Ela disse ter lido em algum lugar que p/ não sentir dor o correto era ao invés de tentar sugar o pênis, contraindo o ânus, era forçar p/ fora, fazendo desse jeito com que o órgão de dilatasse e recebesse seu presentinho sem dor e com prazer). Mas que só era pra por até a cabeça. Sempre respeito os limites no amor e no sexo, assim encostei a ponta do pau naquele lindo e úmido botãozinho e bem devagar fui empurrando, enquanto ela ia rebolando e ajeitando, enquanto dizia: – Ai…que gostoso…isso amor, põe no meu cuzinho…que tesão,…põe esse pinto gostoso no meu cuzinho. Até que a cabeça havia sumido e ela então ficou rebolando com a ponta do meu pinto naquela linda bunda, dizendo que estava uma delicia, que ela me amava e adorava dar pra mim. Gente, essas coisas são inesquecíveis, a cena era linda demais, e eu finalmente gozei abundantemente na portinha do cuzinho dela. Nunca tinha gozado tanto assim, nem nunca sentido tanto tesão em toda minha vida. Meu pau se recuperou quase de imediato e depois de um banho ela ficou brincando de mamar nele durante muito tempo. Ficava olhando, admirando meu membro, punha minhas bolas na boca, lambia tudo e quando já estava toda tesuda novamente ficou de quatro e pediu que metesse com força na sua bucetinha. Como na segunda trepada o controle masculino é ma
ior, obedeci fielmente seu pedido e soquei com jeito e com força, de forma a não machucar mais a sacia-la totalmente. Ela gozou várias vezes comigo socando forte o pinto nela. Depois enquanto conversávamos contei-lhe que estava impressionado com o tamanho do tesão que causara nossa brincadeira e ela explico-me que foi tudo premeditado, pois ela esta fazendo psicologia e disse ter estudado que praticamente 100% dos homens tem fantasias com parceiras exibicionistas, no entanto a maioria não admite por preconceito, ciúme, questões sociais, de criação ou dogmáticas e acabam inibindo esse tesão, mas que mesmo os que não admitem adoram e procuram nas ruas mulheres desinibidas em trajes provocantes. Somente as pessoas de mente aberta são capazes de viver plenamente suas fantasias, mas que mesmo elas muitas vezes não encontram a parceira que acompanhe, acabam tendo vergonha de compartilhar com elas seus desejos e serem mau interpretados, o que os leva a busca de saciar tais desejos de outras formas, ou pior, com outras pessoas menos preconceituosas ou mais desinibidas. Perguntei então porque um outro homem vendo minha namorada me excitava tanto apesar de eu ser ciumento, e ela explicou que inconscientemente eu me projetava naquelas pessoas. Que era como se eu fosse o motorista do caminhão ou o balconista do bar. Acho que ela estava certa, pois nos dois casos meu maior tesão era imaginar e depois constatar que visão eles tiveram, como se fosse eu que tivesse acidentalmente vendo aquilo numa situação cotidiana. Meu tesão naqueles momentos atingiu picos nunca atingidos e sequer imaginados antes, e, ela me explicou que o tesão dela não estava relacionado com a pessoa que “acidentalmente a via” e sim no tesão que ela percebia que isso me causava, criando assim um circulo auto-estimulante que nos levava a sensações fantásticas e indescritíveis. Explicou-me também que tanto o exibicionismo como o ato de “acariciar-se, tocar-se, estimular-se”aos olhos do parceiro, como ela fez quando simulou estar suada mexendo na xoxotinha ou quando estava “coçando seu cuzinho” fazem parte dos maiores e mais fortes fetiches sexuais masculinos, entre outros de menor escala, classificados e estudados como “subjetiva e coletiva fantasia sexual masculina”, e que a maioria das mulheres por ignorar isso acha tais práticas um ato de vulgaridade e sentem vergonha de faze-las, tornando o problema mais cultural e de criação do que um desequilíbrio sexual como era encarado a até pouco tempo atrás. Ela disse que sabia na teoria que essas eram as duas maiores fantasias dos homens, mesmo que inconscientes, e que ela estava testando tais teorias ao mesmo tempo em que praticava para garantir que eu jamais tenha o menor motivo p/ olhar p/ outras mulheres, e que afinal de contas, feito de forma segura e longe dos conhecidos, tais brincadeiras também a excitam bastante. Acho que a experiência dela deu certo…e vocês??? Depois desse dia muitas outras loucuras dessa mesma natureza aconteceram, onde criamos inusitadas situações que ficam para as próximas histórias, mas sempre preservamos os níveis de segurança e discrição, fazendo tudo em lugares onde não nos conheçam e sem possibilidade de nos acessar ,de forma que tudo pareça acidental, apesar de nossa crescente ousadia… mas isso fica pra outra vez. Espero que tenham gostado, comentários podem ser enviados

De volta ao mercado de trabalho

Isso que relato hoje é do tempo em que trabalhei em empreiteira, viajando.Sou do interior de São Paulo eu tomava conta da parte logística e administrativa da obra.Um desses contratos foi no interior do Paraná e teve a duração de seis meses , o coordenador deixou que montasse a equipe da minha área como queria, ficamos então em quatro pessoas, Gilson 20 anos, Eduardo 16 anos (Aprendiz) e Léia 48 anos que tinha bastante experiência porém à quase 10 anos sem trabalhar, quando conversamos ela disse buscar se recolocar no mercado. Era uma mulher séria, branca, 1,65 de altura mais ou menos, cabelos castanhos claros quase loiros na altura dos ombros, três filhos e o mais novo tinha 19 anos, nosso papo fluía fácil conversávamos muito me disse ser um dos motivos de querer se recolocar no mercado de trabalho pois os filhos cresceram e ela precisava focar nela, por falar nela, era impossível não observar como tinha um corpo bonito, seios volumosos, coxas grossas e uma bunda bem grande.No terceiro mês do serviço em uma emenda de feriado na quinta-feira os funcionários de fora foram visitar as famílias, precisei ficar pois era fechamento de mês. Como todos que dividiam a casa alugada pela empresa comigo foram viajar acabei marcando nosso trabalho lá. Teríamos tranquilidade, espaço, mudaríamos um pouco de ares fora da empresa, sem contar uma churrasqueira que prometi acender ao término da nossa árdua tarefa de fechamento de mês. Como Eduardo era aprendiz não podia fazer horas extras, sobraram eu, Gilson e Léia, a equipe se encaixou tão bem que o serviço previsto em quatro dias ficou pronto e conferido em dois dias e meio ou seja em pleno sábado, pra mim promessa é dívida, disse que compraria as coisas para nosso churrasco liberei para que Gilson e Léia trouxessem seus pares e filhos no finalzinho de tarde inicio a da noite, liguei também para Eduardo que do churrasco poderia participar afinal era da equipe.Comprei as coisas, daria pra quase vinte pessoas com certeza. O primeiro a chegar foi o Gilson, levou a namorada e a cunhada, ofereceram ajuda e cada um pegou uma tarefa, eu pilotaria a churrasqueira, logo o Eduardo chegou com a namorada também, começamos os trabalhos, mandei carne pra grelha,Quase uma hora depois Léia apareceu sozinha, perguntei da turma dela, afinal tinha comprado comida para um batalhão, ela explicou que os filhos nos finais de semana sumiam um pra cada lado e o marido teve um imprevisto. Foi a primeira vez que vi a Léia bem a vontade, estava de vestidão tipo indiano e chinelinho, o pano molinho do vestido deixou a bunda dela ficou ainda mais contornada e bonita, aguçou bastante minha mente.Todo mundo participativo, cada um fazia um coisa, muita conversa, risada, eu fiquei na cerveja e soltando carne pra turma, Léia puxou uma cadeira perto da churrasqueira, pegou um copo e foi me acompanhando, fervemos no papo, pelas tantas rolou um caipirinha que a cunhada do Gilson fez. Depois da caipirinha percebi a Léia mais solta e eu também, soltava algumas indiretas e ela só ria mas nunca cortando o assunto.Por volta de 2hs da manhã a namorada do Gilson cansou então eles foram embora levando a cunhada, aproveitei e liguei para o pai do Eduardo que foi buscar o casalzinho de namorados como combinado.Fui me despedir da Léia mas ela se negou, disse que me ajudaria a arrumar tudo antes de ir, falei que faria isso no dia seguinte sem pressa e tinha carne na churrasqueira e eu queria aproveitar devagar tomando uma cerveja, estava precisando relaxar. Ela disse que seria minha companhia até o fim, perguntei do marido, respondeu que pela hora estava dormindo, ri, entranhei mas gostei da atitude e do rumo que a prosa foi.Se abriu, contou que não foi totalmente verdadeira comigo antes, queria voltar a trabalhar pelos filhos crescidos sim, mas também por que estava separada do marido, moravam na mesma casa mas cada um levava sua vida.Comecei a fazer perguntas embaraçosas de propósito, se fazia tempo a separação, ela disse que mais de um ano, perguntei se teve alguém nesse tempo, disse que não, falei que ela devia estar subindo pelas paredes, ri com cara de safado e ela também. Ai foi a vez a dela me perguntar se era difícil ficar sozinho esse tempo fora de casa, diga-se de passagem que estava com a mesma cara de safada que usei uns minutos antes. Respondi que sim e que só de ficar perto dela a coisa estava bem complicada pra mim, difícil me segurar, a gente ria se olhando, já sabíamos onde ia dar.Quando foi buscar mais cerveja eu tirei a carne do fogo e a segui, peguei na porta da geladeira, me esticou a mão com uma latinha, eu puxei a lata e ela junto que veio sem nenhuma resistência. No beijamos muito, coloquei ela encostada na pia, minhas mãos correram todo o corpo, ela realmente era muito gostosa e fogosa, deixou meu pau babando de tesão, estava muito duro. Levantei o saião do vestido, trouxe a calcinha até o chão tirando de uma perna, coloquei sentada na pia e desci para chupar, estava lisinha, era um buceta linda grande, carnuda, eu comi aquela mulher com a boca, gemia alto, eu estava adorando, enfiei um dedo e fiquei brincando com a ponta da língua no grelinho, quanto mais ela gemia mais eu me animava, enfiei dois dedos e ela gozou, tremia toda, cabeça pra trás, tremendo e gemendo. Aproveitei esse momento, corri no quarto de um amigo e não foi dificil encontrar camisinha, voltei rápido, ela estava descendo da pia, bochecha vermelha, suando, respirando fundo, minha cara estava melada, com o gosto e o cheiro dela. Puxei para a sala, sentada no sofá ficou só observando eu tirar a roupa, cheguei perto e joguei no chão bermuda e cueca, ela pegou meu pau, alisou, espalmou, apertou, puxou pra trás deixando a cabeça bem a mostra e chupou, alternou lambidas e chupadas na cabeça, nesse ponto eu já tinha saído do corpo, falava muita putaria, isso parece ter deixado ela com mais tesão por que começou a mamar feito uma puta, eu tirava o pau da boca e ela engolia rapidamente outra vez, eu tirava e batia com o pau da na cara dela, chamando de puta, vadia e outros nomes, ela só fazia realmente cara de puta. Mandei tirar toda roupa, nunca aquele corpo seria de uma mulher com três filhos, nunca!Sentei no sofá e só falei, Vem, e ela veio, sentou de frente pra mim, abriu bem as pernas, guiei a rola na entrada da buceta, senti melar e entrar, ela rebolou ajeitando e entrou o resto, suspiramos juntos, peguei os seios com as mãos, lambi os mamilos enquanto ela começava a rebolar, alternando um mamilo e outro mordiscava, ficamos uns 15 minutos assim.Levantei colocando ela de quatro no sofá, que rabo! Não aguentei, lambi aquele cuzinho, passava de baixo pra cima a língua da buceta até o cuzinho, sentia piscar na minha boca, levantei pincelei na bucetinha, quando falou, Come meu cu, nem acreditei nas palavras mas não esperei pedir outra vez, coloquei um dedo e fui forçando, ela mais uma vez parou e disse, vai de uma vez, não precisa disso, eu fiquei louco meu pau latejava, coloquei a cabeça entrada e dei uma forçada, senti se abrir um pouco e parei, nessa hora senti ela jogar o corpo pra trás e entendi o que queria, segurei na cintura e soquei, seco, forte, sem cerimonia. Ela deu um gemido bem alto e demorado, tirei mais da metade e fiz outra vez, dessa vez o gemido foi mais alto, forcei bem fundo não ficou nada pra fora, ai tirei tudinho, e no embalo soquei tudo no cu dela que deu até uma arriada no corpo e se tremeu toda, seu rabo se abriu e eu fiquei socando bem forte com um ritmo absurdo, ela gozou dando o cu e se tocando, tirei a camisinha e gozei na cara dela, foi uma gozada anormal, muita porra escorrendo naquela carinha. Ela ficou comigo o domingo todo, meus companheiros só chegariam na segunda pela manhã. Ainda assamos mais carne para almoçarmos e transamos a tarde toda, ela curtia muito sexo mas tinha um tesão louco no rabo e nada de carinho queria sempre forte e fundo, adorava sentir o rabo aberto, se curtirem conto mais sobre.Foram mais três meses de serviço e três meses muito bem aproveitados onde não posso reclama
r em nada da minha equipe

HISTÓRIA Nº2 “DEBAIXO DO LENÇOL…ACREDITE SE QUI

(HISTÓRIA Nº2 “DEBAIXO DO LENÇOL…ACREDITE SE QUISER”).Sempre procurei não deixar meu casamento cair na rotina, quem é casada sabe do que estou falando, é difícil de conseguir. Assim que casei conversei com meu marido sobre isto. Falei que nossa vida seria feita de emoções e que um segundo de mentiras poderia acabar com uma eternidade de verdades. Para não deixar as mentiras acontecerem nós tínhamos um momento na cama que era chamado de ACREDITE SE QUISER. Era o seguinte: Nos cobríamos com o maior lençol que tinha em casa. Debaixo do lençol valia tudo, só não podia cortar um ao outro, ou seja, tinha que deixar o outro falar o que quisesse, podia ser qualquer assunto: o que estava sentido, fantasias, cantadas, sonhos, verdades, mentiras, etc. Era um momento especial porque liberávamos totalmente falando de coisas que normalmente os casais não falam, inclusive segredos da intimidade. Por exemplo, meu marido contou dos troca-troca que fez quando era criança; que viu sua mãe transando com seu pai pelo buraco da fechadura; contou os detalhes de todas relações sexuais com sua noiva e cinco namoradas; disse ainda que tinha quebrado com o dedo a virgindade de uma namorada no dia do aniversário de dezoito anos dela; e que tinha recebido cantadas para ter relação homossexual mas que não teve coragem de aceitar; entre outras. Eu contei que tinha tido quatro namorados; que meu primeiro namorado tirou minha virgindade e tentou comer minha bunda e não deixei porque tinha um pau grande; que meu segundo namorado gozou na minha boca; que meu terceiro namorado tinha um pau pequeno e tirou a virgindade do meu ânus. Eu contei todas as minhas transas que na realidade não foram tantas assim, tudo nos mínimos detalhes. E revelei meu maior segredo que não tinha contado para ninguém. Foi o seguinte: No último ano da faculdade tinha um namorado, o quarto da minha vida. Morava numa cidade do interior de São Paulo e repartia aluguel do apartamento com uma colega da faculdade. A minha colega era estudiosa, bem comportada e não tinha namorado. Nós combinamos que quando eu estivesse no apartamento “namorando” daria duas voltas na chave da porta para ela não entrar, era nosso código. Um dia esqueci a chave com uma volta só, minha amiga entrou e me pegou no flagrante, estava no sofá, pelada e sentada no colo do meu namorado. Ela olhou discretamente não falou nada e foi para o quarto. A minha colega tinha uma amiga que fazia residência na faculdade de medicina. Ela convidou a amiga para ensinar uma matéria que estávamos com dificuldade. Isto foi numa sexta feira, e ficaríamos estudando o final de semana para prova de segunda feira. Só que ela recebeu um telefonema no sábado. Ela disse que era sua mãe pedindo para viajar para sua cidade. Ela viajou e me deixou sozinha com a sua amiga. No sábado lá pelas duas horas da manhã não estávamos agüentando mais estudar e fui tomar banho. Quando abri a ducha ela entrou no banheiro porque a porta estava encostada. O banheiro não tinha separação entre o chuveiro e a bacia, ela me viu pelada e começou elogiar dizendo que eu tinha um corpo muito bonito. Nesta época eu não gostava de me depilar e ela fez um comentário sobre meus pentelhos e disse que era totalmente depilada. Paramos o assunto por ai. O apartamento tinha duas camas, uma de casal que eu dormia e outra de solteiro da minha colega. Pedi para ela dormir na cama de solteiro e fui para minha cama. Vesti uma calcinha de malha bem folgada e uma camiseta que sempre gostava de dormir. Apaguei as luzes e logo em seguida ela apareceu perguntando se poderia dormir comigo. Achei esquisito, mas estava tão cansada que deixei. Logo em seguida peguei no sono. Acordei com ela chupando minha vagina. Ela simplesmente havia puxado minha calcinha do lado e estava com a língua bem em cima do clitóris. Olhei seriamente para ela e pedi para parar com aquilo, até empurrei um pouco, mas ela insistiu e segurou firme a minha cintura e pediu para que eu ficasse com as pernas abertas. Eu estava muito nervosa com toda aquela situação, mesmo assim relaxei um pouco e deixei acontecer. Ela começou a me fazer carinhos, alisando e chupando meios seios e me apertava com seu corpo e suas pernas estavam bem no meio das minhas quase que roçando a minha xoxota. Aos poucos ela foi enfiando sua cabeça embaixo das minhas pernas de modo que começou a utilizar sua língua de cima a baixo. Não aquentei de tesão e cheguei ao orgasmo. No final ela pediu para eu fazer o mesmo com ela e ainda quis beijar minha boca. Ai já era demais e não deixei e pedi para ela ir embora. No domingo minha amiga chegou de manhã, perguntou se eu tinha gostado do estudo. Achei estranho a volta antecipada da viagem e perguntei se ela sabia de alguma coisa, ela respondeu que sim e que tinha inventado a história da viagem só para amiga ficar sozinha comigo, disse também que era uma mulher “resolvida”, ou seja uma mulher que sabe amar outra mulher e já tinha transado com a amiga dela. Falou ainda que era apaixonada por mim e sentiu o maior tesão naquele dia que me flagrou transando com meu namorado, só que não teve coragem de se declarar. Xinguei ela de filha da mãe prá cima e falei que não esperava isto dela. Já estava no final do ano e deixei essa história pra lá. Só foi essa vez. Elas se formaram e nunca mais nos falamos. Com certeza teve mais detalhes, mais quem quiser saber mande um e-mail que prometo responder a todos. ANA CAROLINA                                                                

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