CORNO PORTUGUÊS 01

Tenho vinte e seis anos e sou Português, desde muito novo que me considero voyeur pois arranjava sempre desculpa para entrar no quarto da minha mãe quando sabia que ela estava a vestir-se ou a mudar de roupa, muitas punhetas bati quando espreitava pela fechadura da porta ela a tomar banho, com o passar dos anos fui descobrindo outras taras relacionadas com o voyeurismo como por exemplo ouvir uma mulher a contar ao pormenor e usando palavrões a vida sexual dela mesma ou de uma amiga, ver uma mulher a masturbar-se de preferencia a meter na cona os mais variados objectos, ver uma mulher a mijar nas mais variadas posições e nos mais variados locais fora do normal, saber que uma mulher anda fora de casa sem soutien e de saia sem cuecas, etc.Espero não ser cansativo mas vou tentar relatar o mais pormenorizado possível como conheci a mulher que me realiza todas as minhas taras e fantasias. Aos dezoito anos conheci Clara criei uma grande amizade e dois anos depois me casei, uma mulher de dezassete anos com cabelo um pouco a baixo dos ombros, liso, castanho, olhos esverdeados, um metro e setenta cm, sessenta kg, com umas mamas volumosas mas nada de exageros e bem delineadas, umas nádegas medias, umas coxas não muito grossas mas bem feitas e um triângulo de cona bem volumoso pelo que dava para perceber quando a via de calças jeans esta mulher tem feito de mim um dos homens mais felizes de Portugal e também um grande corno manso. Nos primeiro tempos em que convivi com a Clara ela parecia uma mulher muito pudica e reservada, entretanto a nossa amizade foi crescendo tanto que começamos a sair juntos para passear e conversar, quando saíamos vestia sempre roupas fechadas e largas, calças jeans, saia sempre pelo joelho ou ainda mais compridas, apesar das muitas tentativas que eu fazia demorou quase três meses para deixar-me dar-lhe uns beijos na boca, só ao fim de mais de meio ano é que consegui apalpar-lhe as mamas e a cona mesmo por cima da roupa, com o aumentar da nossa amizade e confiança ela começou a estar mais à vontade comigo e um dia num fim de tarde muito quente de verão convidei-a para jantar e depois irmos a um bar de praia, já por volta da meia noite fomos para o carro conversar um bocado e qual não foi o meu espanto quando pouco tempo depois de termos saído do bar ela me diz que estava com uma enorme vontade de mijar e sem mais nem menos, abre a porta do carro e mesmo ao lado mete as mãos por baixo da saia , tira por completo as cuecas, levanta s saia, põe-se de cocaras e começa a mijar, depois que acabou de mijar pôs-se de pé, abriu as pernas e limpou a cona com as próprias cuecas, dobrou-as na mão, arranjou a saia e entrou novamente dentro do carro sem cuecas, isto tudo sem nunca me ter dado hipóteses de lhe ver a cona, a única coisa que consegui ver foram as coxas e as nádegas de perfil, mas ao ver essas partes do corpo dela que nunca lhe tinha visto e o simples barulho do mijo a bater no chão deixou-me com tanto tesão que quando ela entrou dentro do carro viu perfeitamente e com cara de admirada perguntou porque tinha ficado assim excitado, foi quando lhe expliquei que eu tinha algumas taras e que naquele momento ela tinha feito duas coisas que deixavam mesmo tarado e muito excitado, mijar à minha beira e estar sem cuecas junta de mim, ela riu-se e disse que um outro dia gostaria de conhecer todas as minhas taras e como se nada se tivesse passado continuamos a conversar de coisas banais, talvez provocado por umas cervejas que tinha-mos bebido ao jantar e depois no bar um pouco mais de uma hora depois de ela me ter oferecido aquele espectáculo dela a mijar ali pertinho de mim, sem dizer volta a sair do carro, levanta a saia agora virada para mim, abriu as pernas e mesmo de pé voltou a mijar, vim-me dentro das calças só de ver aquela cona maravilhosa a mijar que até à data ainda não tinha visto, só com um triângulo de pelos na parte de cima logo a cima da racha, quando acabou voltou a limpar-se com as cuecas dobrou-as muito bem e ofereceu-mas de recordação, depois que reparou que eu me tinha esporrado exigiu que eu lhe desse também as minhas cuecas todas esporradas, tirei-as na hora e dei-lhas como ela queria, como seria inevitável acabamos aos beijos, apalpadelas e a bater uma punheta um ao outro, foi a primeira vez que ela me pegou na piça e eu lhe mexi na cona. No sábado seguinte fui busca-la depois do almoço para irmos mais uma vez passear e como sempre lá vinha ela com uma blusa muito larga de botões à frente mas apertados até ao pescoço, umas calças jeans relativamente largas e com uns ténis calçados, mas vinha com um pequeno saco de viagem que eu pensei ser onde ela trazia o biquini e a toalha de praia pois tinha-mos colocado a hipótese de irmos para a praia mas enganei-me completamente, quando já estava-mos bem longe da zona onde ela morava e a chegar a uma área de serviço da auto-estrada ela pede para parar porque precisava de ir à casa de banho (banheiro como dizem os Brasileiros), com muita pena minha porque pensei logo que ela ao ir lá já não iria mijar à minha frente, mas parei na dita área e ela lá foi à casa de banho e levou o tal saco de viagem, quando saiu da casa de banho quase que me esporrava só de a ver, vinha uma mulher completamente diferente, parecia mesmo uma puta, vinha com a mesma blusa mas toda aberta só com um nó na zona da barriga que deixava ver perfeitamente o rego e mesmo o contorno das mamas, com uma micro-saia que quase deixava ver a cona e umas sandálias de salto como eu nunca a tinha visto a usar e que ao caminhar a fazia mexer de tal maneira o corpo que mesmo ainda longe do carro deu logo para perceber ela tinha tirado o soutien pois as mamas abanavam ao ritmo do caminhar dela, mas fiquei maluco foi quando ela estava já próxima do carro e começou a pegar numa mama de cada vez com movimentos provocatorios, começou a apertar os braços contra as mamas para realçar o rego e as fazer quase sair fora da blusa, quando se sentou dentro do carro começou a beijar-me, pegou na minha mão e a levou ás próprias mamas para eu as apalpar primeiro por cima da blusa e depois por dentro directamente naquela pele macia das mamas que eu nunca tinha sentido e sempre a beijarmo-nos depois puxou a saia para cima levou-me a mão à cona e com um dedo dela forçou um dos meus dedos para dentro dela e disse: “Sente como fico entesada quando me visto assim” estava mesmo molhada aquela puta mas como estava-mos num lugar onde estavam sempre a passar pessoas ela pediu para parar-mos e para irmos passear junto de uma praia que ela mesmo escolheu, quando lá chegamos o meu tesão era tanto que tive que fazer um grande sacrifício para a piça baixar e puder sair do carro sem passar vergonha, depois novamente a pedido dela peguei em duas toalhas de banho e fomos caminhando pela areia até chegar-mos a uma zona de dunas onde não tinha ninguem, ai ela pediu para ficarmos por ali porque que lhe apetecia conversar e apanhar sol ao que lhe respondi que tinha deixado o fato de banho no carro, ela riu-se e respondeu que também não tinha biquini mas que podíamos apanhar sol nus, fiquei logo cheio de tesão novamente pois era a primeira vez que a ia ver toda nua, que loucura de mulher ela se estava a mostrar, não tinha nada com a mulher reservada que era em casa, mais tarde no decorrer da nossa conversa ela acabou por me explicar que na presença do pai comportavam-se assim porque ele era muito conservador e não admitia que mesmo dentro de casa ela ou a mãe andassem mais à vontade e por exemplo vestissem roupas que ele considera-se provocantes mas que quando ele não estava ou por qualquer razão passava uns dias fora de casa era muito diferente pois a mãe era muito mais moderna na maneira de pensar e até muito liberal pois não tinha qualquer problema em sair do banho só de cuecas e soutien ou mesmo só enrolada numa toalha de banho e que apesar dela na época não o fazer na presença do filho não se importava que a Clara andasse nua à beira do irmão nem do contrario, ela contou-me que no verão quando o pai
passava uns dias fora que ela e o irmão passavam a maior parte do tempo nus e a mãe só em cuecas e soutien ou por exemplo só com um top e cuecas, voltando um pouco atrás lá acabamos por nos despir por completo, era a primeira vez que eu fazia nudismo fora de casa e ainda para mais na presença de uma mulher, tive que me deitar imediatamente de barriga para baixo para esconder o tesão com que estava, a minha piça parecia uma barra de ferro, pouco tempo estivemos parados a apanhar sol pois o meu tesão era tanto que eu mesmo comecei a dar-lhe uns beijos e a apalpa-la toda o que ela deixou sem qualquer problema, depois comecei a tentar foder com ela mas ela sempre se negou e até me obrigou a vestir e a sairmos da praia para desconsolo meu mas o que é que eu podia fazer, era a vontade dela, saímos da praia e eu convidei-a para jantar, ela aceitou mas com a condição de não ter que ir casa vestir outra roupa, que vestiria aquela com que saiu de casa ou então que se fosse minha vontade vestiria as cuecas e que ia jantar comigo como estava, aceitei a ultima hipótese e fomos jantar, já no restaurante durante o jantar acabei por lhe pedir para ser minha namorada mas ela pediu conversarmos um bocado sobre coisas muito serias da vida dela antes de me responder a esse meu pedido pois gostaria de contar-me parte da vida dela e só depois disso é que ela me dizia se sim ou não, mas que talvez eu até já não estivesse interessado nela como namorada mas que agradecia que pudesse-mos continuar amigos como até esse dia, como é lógico aceitei e depois do jantar voltamos para junto da praia para ela poder contar-me tudo o que queria pois eu já adivinhava que o assunto era complicado, mas isso vai ficar para um próximo relato meu pois este já está muito longo e talvez cansativo.Se quiserem trocar impressões ou ideias deste bocado da historia real da minha vida, aviso que ás vezes passa-se uma semana ou mais que devido à minha profissão não venho à internet, se isso acontecer guardem uma resposta minha pois prometo responder a todos os e-mails que me mandarem logo que não sejam a propor encontros pessoais ou outro tipo de contactos pois a pessoas com essa ideia peço o grande favor de não me contactarem porque não escrevo estes relatos para incentivar esse tipo de coisas e não é isso que procuro mas sim, porque como gosto de ler relatos escritos por outras pessoas sinto-me na obrigação de também participar, por isso mensagens ou e-mails de pessoas que tenham essa ideia honestamente não são bem aceites e nem tão pouco me darei ao trabalho de responderei e não quero depois ser intitulado de mal educado por proceder assim.Muitos beijos para as mulheres e abraços com amizade para os homens que leiam este meu relato que volto a afirmar é a pura realidade e é escrito com a autorização e ajuda da Clara a minha adorada e muito bem comportada esposa fora de casa na cidade onde moramos ou nos arredores onde seja possível alguém nos conhecer e grande puta dentro de casa ou muito longe dela.Jorge Rocha                                                                

ELA FOI ASSEDIADA NA PRAIA, NÃO RESISTIU E FUI CORNO.

Somos um casal, eu 32 e ela 26. Tudo isso aconteceu num final de semana prolongado que resolvemos passar no litoral. Ficamos em uma pousada e logo no primeiro dia fomos para uma praia de mar raso e calmo. Ela estava a fim de tomar sol e eu só queria descansar numa sobra qualquer e tomar minha cervejinha. Quando chegamos ficamos sentados numa mesa sobe a sobra de uma árvore, onde ela começou a se preparar para tomar sol. Num dado momento ela comentou que tinha um rapaz que parecia estar paquerando ela. Eu discretamente olhei para ver quem era e percebi que realmente havia um rapaz, aparentando uns 22 a 23 anos, sentado em um muro de uma casa em frente à praia, distante uns 60m de nós. Notei que o rapaz parecia atraente e percebi que ela estava gostando. Ri pra ela e disse que por ela estar muito linda e gostosa ele a estava paquerando e não dei muita atenção, voltando a ler minha revista e bebendo minha cervejinha gelada. Ela se deitou de frente para o rapaz e ficou tomando sol e, numa olhada disfarçada, percebi que o cara realmente estava paquerando ela e ela paquerando ele. Fiquei com ciúmes, mas ao mesmo tempo com um tesão danado ao imaginar ela sarrando com ele no mar. Enchi um copo de cerveja e ofereci para ela e perguntei o que ela achou do admirado e ela respondeu que achou ele um gato. A partir daí eu percebi que algo poderia acontecer, pois ela estava empolgada e excitada com tudo aquilo. Fiquei meio sem saber o que fazer, se incentivava ou acabava com aquela situação. Resolvi não interromper a paquera deles, pois estava muito excitado e curioso para ver no que ia dar. Continuei dando cerveja para ela e ela, que não é muito de bebida, estava bebendo bastante. Criei coragem e disse pra ela retribuir a paquera e fiquei observando sua reação. Ela ficou calada e pediu mais cerveja. Eles passaram um bom tempo trocando olhares e sorrisos disfarçados cada um bancando o tímido. Essa era a primeira vez que isso acontecia, e eu estava achando muito gostoso ver minha mulher de paquerinha com outro cara bem ali na minha frente. Já havíamos falado sobre isso. Quando estamos transando eu insinuo que tem outro cara comendo ela e ela entra no jogo, me chama de corninho e goza aos gritos, me dizendo que se é pra mim satisfazer ela dá pra outro na minha frente. Mas naquele momento a coisa estava começando a acontecer, não era mais fantasia. Ela estava se insinuando para outro, e pra mim isso era muito excitante. Em frente ao muro onde estava o rapaz havia uma pequena aglomeração de pessoas. É que uns pescadores tinham acabado de trazer o pescado para a beira da praia e acho que estavam selecionando o que iriam levar. Todo aquele peixe, na praia, chamou a atenção de algumas pessoas. Minha esposa então me falou que iria ver o que era todo aquele povo junto. Na verdade o que ela queria era chegar mais perto do seu admirador. Assim que ela chegou ao aglomerado de pessoas o rapaz se deslocou para o mesmo lugar e eu fiquei observando. Ele se posicionou bem perto dela, por traz, mas sem encostar. Acredito que ela o tenha provocado de alguma forma, talvez encostando sem querer a bunda dela no rapaz, pois depois de algum tempo ele já estava, literalmente, encoxando ela, e ela agindo como se estivesse interessada no trabalho dos pescadores. Lá estava minha esposa, de biquíni, e com uma saia bem fina e curta cobrindo a parte de baixo. Essa era uma situação bastante perturbadora pra mim. Minha mulher estava sentindo a vara de outro macho encostando-se nela, roçando, empurrando, e ela permitindo tudo, muito provavelmente sentindo o tamanho e a grossura do membro dele. O que mais me excitava era a maneira como ela estava disfarçando, pois apesar de estar sendo encoxada ela se portava como se nada estivesse acontecendo. Eu sempre fantasiei presenciar uma cena destas, e agora era tudo verdade, bem ali na minha frente, os dois, coladinhos. Eu fiquei em êxtase total, mas me limitava a fazer uma leve massagem no meu pau e tomar mais cerveja. Bem coladinho na minha esposa o ousado jovem falou alguma coisa em seu ouvido e saiu em direção ao mar. Minutos depois ela veio em minha direção, sorrindo. O sorriso dela era diferente, era como se ela estivesse dizendo Viu o que eu tive coragem de fazer. Então perguntei a ela: como foi? Ela simplesmente riu. Eu perguntei o que o cara tinha dito no ouvido dela. Ela falou que ele tinha dito que ia tomar um banho de mar e que estava esperando ela lá. E agora o que eu faço? Perguntou ela. Então perguntei se ela queria ir. Ela disse: Não sei, acho que sim. Eu disse Então vá! Ela tomou mais um copo de cerveja, tirou a saia, ajeitou o cabelo, se preparou pra sair e perguntou: – E se ele quiser alguma coisa? Eu disse pra ela: – Faça o que tiver vontade, a partir de agora você é quem decide que vai fazer ou não, eu vou ficar aqui. Lá foi ela, caminhando para o mar, rebolando sua bela bundinha. Fiquei pensando como é gostosa a minha esposa, as pernas bem torneadas, cinturinha fina, com a pele lisinha, ainda mais bronzeada do jeito que ela estava. Ela estava indo ao encontro de outro macho, eu gelava só de pensar no que poderia acontecer. Sentia tesão, arrependimento, sentimento de perda, ansiedade tudo ao mesmo tempo e muito, mas muito tesão mesmo. O que eu acabei de fazer? Dei minha linda e jovem esposa pra outro cara? Mas agora já era tarde. Ela já estava entrando na água, e à medida que caminhava seu corpo ia sumindo até ficar com a água um pouco abaixo dos seios e a uma pequena distância do cara. Virou de costas pra ele, como se não tivesse ido por sua causa e ficou olhando para praia, para mim talvez, não sei ao certo. Acho que a partir daquele momento ela não era mais minha, não estava preocupada comigo, apenas pensava no que ia fazer para chegar ao seu mais novo pretendente. A partir daqui estarei relatando o que eu vi e já incrementado com o que ela me contou depois do ocorrido, quando chegamos de volta à pousada. De longe eu percebi que, de repente, ela tomou um susto dando um pequeno pulo e olhando pra traz para ver o que era. O rapaz, num impulso de ousadia mergulhou até ela e deu um pequeno toque em sua cintura. Com isso o clima de apreensão foi quebrado e os dois estavam conversando um de frente para o outro. Depois de um tempinho eu pude perceber, pela movimentação, que ela estava mexendo no corpo do rapaz por baixo da água, soube mais tarde pelo seu relato que logo após uma conversinha boba o rapaz perguntou se ela gostava de olhar os peixes; depois de um sim ele disse que tinha um bem grande pra mostrar a ela, no que ela perguntou onde estava esse peixe. Então ele guiou a mão dela até seu pau e ela pode sentir um cacete relativamente grande, grosso, cabeçudo e duro como ferro. Ficaram nessa troca de carinho por um tempo, ela estava alisando o pau do rapaz e ele retribuindo com a mão na bucetinha dela, confirmando o que eu tinha deduzido. Vi quando ele a abraçou e se beijaram longamente. Eu estava completamente anestesiado com a cena. Segundo ela, neste momento eles estavam no maior sarro, ela sentindo como era gostoso ser roçada por um pênis diferente do meu, na barriga, na bucetinha, nas coxas. Ele a levantou e ela passou suas pernas em volta da cintura dele. Essa posição permitia um contado bem melhor entre sua bucetinha e o pau dele. Ela disse que nesse momento ele que estava com pau de fora da sunga tentou afastar o biquíni dela pro lado pra tentar uma penetração, mas ela não deixou, estava decidida a não dar pra ele, só queria curtir aquele sarro maravilhoso. Eu a vi jogando a cabeça pra traz, sendo lambida no pescoço, entre os seios, sendo beijada na boca e vi também quando ela deu uma chupada nos mamilos do seu macho desconhecido que, pelas feições deve ter gostado muito. Ele retribuiu livrando os peitos dela do biquíni e os chupando. O desempenho de minha esposa estava digna de aplausos, uma verdadeira putinha nos braços de outro macho. Ela disse que o rapaz era muito tesudo, lambia ela toda, falava muita pornografia no seu ouvido, a chamava de nomes como: putinha gostosa, safadinha, t
esuda. Ela só fazia gemer e esfregar sua buceta contra o cacete dele. Ela me disse que estava com tanto tesão que achou até que iria desmaiar. De repente percebi que eles mudaram de posição. O cara tirou ela de sua cintura e a virou de costas pra ele. Acho que estava a fim de experimentar um roça-roça na bunda da minha mulher. Ela aceitou numa boa. Eu via que ela mantinha suas costas grudas no peito do rapaz que continuava dando beijos e lambidas na nuca dela. Neste momento eu percebi as expressões do rosto dela mudar, à medida que ela inclinava o troco para frente. Parecia que ela estava sentindo algo diferente agora. Ai meu deus, será que ele está metendo nela? Pensei comigo já preste a gozar de tanto tesão que aquela cena me proporcionava. Era isso mesmo! O cara tinha colocado ela de costa começou a esfregar o cacete nas nádegas dele e tentou mais uma vez puxar a calcinha do biquíni para o lado. Nesta posição ela não resistiu e deixou. Deixou o rapaz encostar a cabeça do pau na sua bucetinha molhadinha, mexeu e remexeu a cintura para facilitar a penetração aquela pica dura, grossa e cabeçuda dentro dela. Ela me relatou que era muito gostoso receber uma pica diferente da minha, que ele metia gostoso, no princípio com suavidade e depois com muita força. Ela gemia e ele continuava metendo nela. Ela pedia mais, ora completamente arqueada pra frente, quase com o rosto dentro da água, ora colada no tórax do seu macho sendo lambida e beijada. Eu olhava atentamente toda a cena, ela estava de boca aberta, com aquela cara de prazer, me traindo na minha frente, às vezes olhava pra mim. Tinha um garoto que estava a certa distância que também apreciava a cena. Certamente se masturbava como eu, só que com mais liberdade, pois estava dentro d’água. Além de estar dado prazer pra o cara que a comia e pra mim, minha esposa ainda dava prazer àquele espectador desconhecido e talvez a alguém mais que estivesse próximo, pois os dois não estavam mais preocupados em disfarçar, estavam visivelmente transando ali na água. Eu gozei apenas apertado meu pau sob o short. Vi que a fúria do jovem atrás de minha mulher tinha diminuído. Acho que deve ter gozado, passaram mais um tempinho grudados e logo depois se separaram. Deram um longo beijo e minha esposa foi se afastando dele, arrumando o biquíni e saiu da água vindo em minha direção. Ela chegou até a mesinha onde nós estávamos, deu um sorriso amarelo pra mim, estava visivelmente sem graça. Chamei-a e retornamos para a pousada sem dar uma palavra. Tinha realizado o meu sonho que era ver minha mulher dando para outro na minha frente, e agora, como seria nossa vida dali pra frente? Chegando à pousada, a confortei com um abraço e um beijo na boca e disse a ela que não ficasse constrangida pois tinha curtido muito toda aquela loucura. Ela me abraçou com força e chorando me pediu desculpas. Disse a ela que a amava ainda mais e comecei a beijá-la com mais volúpia, nos despimos e chupando sua bucetinha ainda vermelha e melada de porra do outro, pedi pra ela me contar os detalhes do ocorrido e em seguida, ouvindo os seus relatos com a voz trêmula e ofegante, a penetrei e gozamos um declarando amor para o outro. Fomos para o banho exaustos. Nunca mais vimos aquele rapaz, nunca mais repetimos aquela aventura. Hoje temos um relacionamento muito gostoso. Às vezes relembramos o acontecido e quando isso acontece a transa é sempre mais prazerosa.

Para servir, servem as escravas. (segunda parte)

             Tio João resolve brincar com as bolinhas. Ele joga as bolinhas de borracha e as duas escravas vão pegar como cachorrinhas. As duas brigam até para pegar as bolinhas com as bocas e levarem para o Dono. “Duas cachorrinhas obedientes, o titio tem.” incentiva Tio João porque sabe que tal coisa incentiva a obediência e o orgulho das escravas. Com as escravas, o Dono deve elogiar no momento certo e castigar também.   O Dono manda que beth vadia pega a cordinha e a escrava se encaminha até a caixa de utensílios para pegar uma corda com bolinhas em cada ponta.   Tio João enfia a bolinha de uma ponta no anelzinho de gisele e a outra bolinha no anelzinho de beth.   As duas andam lado a lado ligadas pela corda e essa visão é maravilhosa.

NÃO PRECISO DE AMOR, PRECISO SER AMADO.

CHEGANDO DE SURPRESA NA FESTA DE PREMIAÇÃO NA EMPRESA DE MINHA ESPOSA MESMO DEPOIS DE TER CONFIRMADO QUE NÃO IA FIQUEI RADIANTE AO VER MICHELLE NAQUELE VESTIDO LONGO DELINEANDO SEU CORPO CURVILINEIO COM OS SEIOS PARECENDO QUERER SALTAR PARA FORA, O SALTO ALTO EMPINANDO MAIS AINDA SEU BUMBUM O COQUE NO ALTO DA CABEÇA PRENDENDO SEUS LINDOS CABELOS LOIROS REALÇANDO MAIS AINDA SEU AR DE SAFADINHA, FIQUEI NA MINHA SEM DEIXAR QUE ME VISSE E ASSIM ME CONTROLAVA PARA NÃO PEGAR OS TARADOS NA PORRADA PORQUE ASSIM QUE TERMINOU SEU DISCURSO TODOS FAZIAM QUESTÃO DE CUMPRIMENTA-LA POREM QUANDO UM DOS DIRETORES ABRAÇOU ELA NÃO DEIXANDO QUE ELA ESCAPASSE DE SEUS BRAÇOS FALANDO ALGO EM SEU OUVIDO ANTES DE LARGAR ELA QUE PARECIA ESTA ENVERGONHADA E INTIMIDADA DEU UM BEIJO EM SUA FACE ACERTANDO O CANTO DA BOCA E COMO UMA CADELINHA FIQUEI SEM AÇÃO AO VER MINHA ESPOSA SEGUINDO DISCRETAMENTE AQUELE SENHOR QUE PASSANDO PELO SAGUÃO ABRIU UMA PORTA ESPERANDO QUE MINHA ESPOSA ENTRASSE TIMIDAMENTE E DEPOIS DE TER CERTEZA QUE NÃO HAVIA NINGUÉM MAIS POR ALI FECHOU A PORTA ME FAZENDO TREMER DE RAIVA E CIUMES.TENTAVA A TODO CUSTO ME CONTROLAR PASSANDO UM FILME EM MINHA CABEÇA DAS LEMBRANÇAS DE NOSSAS VIDAS QUANDO NOS CONHECEMOS AINDA NA ADOLESCÊNCIA E ENTRE IDAS E VINDAS CHEGAMOS AOS, EU VINTE ANOS MICHELLE VINTE E TRÊS E ASSIM DEPOIS DE SEIS MESES DE NOIVADOS NOS CASAMOS E NESSES SEIS ANOS DE CASAMENTO MICHELLE NUNCA DEU MOTIVOS PARA DESCONFIAR DELA MESMO ASSIM, ACHO QUE POR TER BEBIDO UMAS ME SENTI INCOMODADO E ASSIM DISCRETAMENTE SUBORNEI UM DOS FUNCIONÁRIO DO HOTEL QUE SERVIA COMO GARÇOM QUE ME LEVANDO PARA O HALL ATRAS DO HOTEL TINHA PLENA VISÃO DO AMBIENTE PELA GRANDE JANELA DE VIDRO DE ONDE VI SEIS SENHORES E TRÊS MENINAS, UMA MAIS GOSTOSA QUE A OUTRA JOGANDO BARALHO SENDO QUE UMA DELAS ESTAVA SOMENTE DE CALCINHA E SUTIÃ A OUTRA SOMENTE DE CALCINHA FIO DENTAL E SALTO ALTO A OUTRA COM UM CONJUNTINHO DE TOP E MINI SAIA PRETOS SERVINDO ELES PARA MINHA SORTE MICHELLE AINDA ESTAVA VESTIDA POREM SENTADA NUMA DAS PERNAS DO SENHOR QUE VEZ OU OUTRA ALISANDO SUAS COSTAS PASSAVA A MÃO EM SUA BUNDA COM ELA MESMO OLHANDO FEIO PARA ELE TIRANDO SUA MÃO DALI NÃO LEVANTAVA E ASSIM MORTO DE RAIVA E CIUMES ME DEI CONTA QUE MEU TESÃO ESTAVA AO EXTREMO COM MEU CACETE CHEGANDO A DOER DE TÃO DURO QUE ESTAVA E ASSIM TENTAVA A TODO CUSTO DISFARÇAR PORQUE VEZ OU OUTRA PASSAVA UM FUNCIONÁRIO POR ALI CONTRARIANDO MINHA VONTADE DE UM PUNHETÃO E ASSIM RESOLVI GRAVAR COM O CELULAR PARA CURTIR DEPOIS MESMO PORQUE NÃO QUERIA PERDER NADA DO QUE ACONTECIA ALI MESMO PORQUE VEZ OU OUTRA UM DOS SENHORES DAVA BEIJOS DE TIRAR O FOLEGO NA MENINA QUE ESTAVA SOMENTE CALCINHA ENQUANTO O OUTRO ALISAVA TIMIDAMENTE OS SEIOS DA OUTRA POR CIMA DO SUTIÃ PARECENDO SABER QUE ERA INÚTIL ELAS RESISTIR.NUM ESFORÇO TREMENDO ME SEGURAVA PORQUE MINHA VONTADE ERA ENTRAR ALI E PEGAR AQUELES VELHOS TARADOS NA PORRADA POREM QUANDO O SENHOR ALISOU A BUNDA DE MICHELLE MAIS UMA VEZ DANDO UM APERTÃO TEVE QUE SEGURAR EM SUA CINTURA PARA QUE NÃO LEVANTASSE PENA NÃO DEU PARA OUVI O QUE MICHELLE FALOU PARA ELE OLHANDO COM CARA FEIA E ASSIM QUE RELAXOU O SENHOR FALANDO ALGO PARA ELA ABRIU SEU VESTIDO QUASE ARRANCANDO DELA DEIXANDO MICHELLE QUASE NUA POR NÃO ESTA USANDO NADA POR BAIXO E SE DESVENCILHANDO DELA ESTRANHAMENTE FIQUEI FRUSTRADO AO VER MICHELLE LEVANTANDO COBRINDO OS SEIOS MAIS QUE DEPRESSA E SEGURANDO O VESTIDO LEVANTOU RÁPIDO E JÁ COM A MÃO NA PORTA O SENHOR SEGUROU ELA POR TRÁS FAZENDO ELA VIRAR CALANDO SUA RECLAMAÇÃO COM UM BEIJO NA BOCA QUE A PRINCIPIO MICHELLE TENTOU RESISTI ARREGALANDO OS OLHOS QUANDO ELE ENFIO A MÃO DENTRO DE SEU VESTIDO ALISANDO SUA BOCETA DEIXANDO MICHELLE INDECISA NÃO SABENDO SE GEMIA ABAFADO COM ABOCA GRUDADA NA DAQUELE VELHO TENTAVA SEGURAR SUA MÃO OU IMPEDIA QUE ELE TERMINASSE DE TIRAR SEU VESTIDO QUE CAINDO EM SEUS PÉS MICHELLE CHUTOU O PARA LONGE E SE ENTREGANDO DEFINITIVAMENTE AO SENHOR ESTICOU UMA DAS PERNAS PARA TRÁS DO SENHOR TRAZENDO O PARA MAIS JUNTO DELA E SEM LARGAR A BOCA DE MINHA MICHELLE O SENHOR ABRIU A CALÇA E SE AJEITANDO FEZ MICHELLE ARREGALAR NOVAMENTE OS OLHOS E ENCARANDO O SENHOR PARECEU NÃO ACREDITAR QUE ELE ESTAVA DENTRO DELA E COM AS PERNAS ENTRELAÇADAS NA CINTURA DO SENHOR QUE SEGURANDO ELA ATE COM CERTA FACILIDADE IA LEVANDO MICHELLE PARA A CAMA QUANDO O OUTRO RAPAZ ABRAÇOU ELA POR TRÁS BEIJANDO SUAS COSTAS DEIXANDO ELA ARREPIADA NÃO SABENDO SE BEIJAVA O SENHOR OU O QUE ESTAVA ATRAS SENDO INÚTIL TENTAR ESCAPAR QUANDO O CARA DE TRÁS ESFREGOU O CACETE NA BUNDA DE MICHELLE QUE RELUTANTE NÃO SABENDO SE APELAVA PARA O SENHOR TENTANDO ESCAPAR DANDO TRABALHO PARA ELE SEGURAR SUAS PERNAS ABERTAS OU RECLAMAVA COM O CARA ATRAS QUE FEZ ELA GEMER A PRINCIPIO DE DOR METENDO DE UMA SÓ VEZ EM SEU CUZINHO QUE RARAMENTE DEIXAVA EU COMER ALEGANDO NÃO GOSTAR DE ANAL E NUM SINCRONISMO O CARA LEVOU ELA PARA CAMA TRAZENDO MICHELLE PARA SEU COLO FAZENDO MICHELLE SOLTAR UM GRITO ESTARRECEDOR QUE COM CERTEZA TODOS OUVIRAM PORQUE AO FAZER ISSO O CARA ENTROU COM TUDO EM SEU CU SEGURANDO ELA DE PERNAS ABERTAS ENQUANTO O SENHOR SE PREPARAVA SE AJEITANDO EM SUA FRENTE PARA METER NOVAMENTE EM SUA BOCETA ME DEIXANDO ESTARRECIDO PORQUE O CACETE DO SENHOR DAVA QUASE O DOBRO DOS MEUS VINTE E DOIS CENTÍMETROS E BEM MAIS GROSSO NÃO ME DEIXANDO ACREDITAR QUE TUDO AQUILO COUBE NA BOCETE DE MINHA AMADA E VENDO O CORPO DELA CHACOALHAR COM AS ESTOCADAS CADENCIADAS DOS TARADOS ESPORREI A SECO MELANDO A CALÇA QUANDO O TERCEIRO SENHOR VEIO PARA JUNTO DELA TENDO QUE SEGURAR SUA MÃO NA PICA DELE E SE AJEITANDO PARA COLOCAR O CACETE NA BOCA DE MICHELLE QUE AGORA URRAVA DE PRAZER TENDO TRABALHO PARA REBOLAR A BUNDA PRESA ENTRE OS DOIS CACETES TIVE QUE SAIR DALI POR CAUSA DO ALVOROÇO DOS CURIOSOS QUERENDO SABER O QUE ESTAVA ACONTECENDO AFINAL AQUELE HOTEL ERA DE FAMÍLIA E SAINDO DALI NÃO CONSEGUINDO ACREDITAR NO QUE VI LIGUEI PARA A POLICIA DENUNCIANDO UM ESTRUPO DANDO ENDEREÇO E NUMERO DA SUITE E JÁ NA SAÍDA VI A VIATURA DE POLICIA CHEGANDO RINDO POR DENTRO TENDO QUE ESCONDER O MOLHADA EM MINHA CALÇA.DIRIGI A ESMO PELA CIDADE DEPOIS DE TROCAR A CALÇA POR UMA BERMUDA QUANDO ME DEI CONTA JÁ NEM SABIA ONDE ESTAVA PARANDO NUMA BODEGA PARA PEDIR INFORMAÇÃO ME ENCANTEI COM UMA MORENINHA TIPO MIGNON COM SEIOS QUASE GRANDES BUNDINHA ARREBITADA CABELOS NEGROS E LONGOS CAÍDOS NA FACE COBRINDO SEUS OLHOS NEGROS E CATIVANTE E JÁ NA TERCEIRA CERVEJA ME SENTINDO A VONTADE PORQUE PAGUEI UNS TRAGOS PARA A RAPAZIADA PRESENTE AO ME VER PAQUERANDO A MENINA O SENHOR QUE ME ATENDIA FALOU QUE PODIA TIRAR O CAVALINHO DA CHUVA PORQUE DÉBORA NÃO QUERIA SABER DE NAMORAR SENDO SUA PREOCUPAÇÃO TRABALHAR E ESTUDAR PORQUE SUA PROMESSA É DAR UMA VIDA MELHOR PARA ELE E SUA ESPOSA QUE FAZEM DAS TRIPAS CORAÇÃO PARA DAR TUDO DE BOM E MELHOR PARA A FILHA E ASSIM SEM ME DAR CONTA CONVERSAVA ANIMADAMENTE COM DÉBORA QUE ME CONFIDENCIOU QUE ESTAFA FODA TRABALHAR NUMA LOJA TENDO QUE PAGAR PAU PARA A DONDOCAS E PATRICINHAS E ESTUDAR A NOITE E COMO QUE SEM QUERER DESCOBRI O NOME DA LOJA JÁ COM UM PLANO EM MENTE DE PEGAR AQUELA DELICIA NEM QUE FOSSE PARA UMA NOITE DE PRAZER MESMO TENDO QUE PAGAR POR ISSO.O DIA AMANHECIA QUANDO CHEGUEI EM CASA ENCONTRANDO MICHELLE QUE FINGIA DORMIR DEPOIS DE CHORAR MUITO, SOUBE DEPOIS E ASSIM QUE DEITEI AO SEU LADO SENTINDO O CACETE DAR SOCO NO AR TAMANHO TESÃO EM LEMBRAR O QUE AQUELES TARADOS FIZERAM COM MINHA AMADA ESPOSA E NÃO CONSEGUI PARAR DE PENSAR EM DÉBORA, POREM COMO NÃO TENHO VOCAÇÃO PARA CORNO TENTEI ESVAZIAR A MENTE MESMO PORQUE VINGANÇA E COMO PIZZA AMANHECIDA FICA GOSTOSA COMER NO OUTRO DIA DE MANHÃ E FRIA. DIA SEGUINTE ACORDEI PENSANDO NO QUE FAZER DA VIDA NEM ME IMPORTANDO A NÃO VER MICHELLE NA CAMA PENSAVA ME LEVANTAR QUANDO ELA CHEGOU SORRIDENTE SE JOGANDO EM CIMA DE MIM ME BEIJANDO COM A TEMPOS NÃO ME BEIJAVA POREM QUANDO ROLEI PARA CIMA DELA NA CAMA JÁ COM A PICA EM RISTE ELA COMEÇOU A CHORAR E CONFESSO QUE SE TIVESSE ABRIDO O JOGO ME CONTANDO O QUE ACONTECERÁ ACHO QUE PERDOARIA ELA POREM DANDO MIL DESCULPAS ME ENCAROU VOLTANDO A CHORAR MAIS COMA CARA ENFIADA NA CAMA QUANDO FALO
U QUE ESTAVA ASSIM SÓ PODIA ESTAR GRAVIDA COMIGO DEIXANDO UMA PERGUNTA NO AR AO FALAR ‘SERÁ QUE É MEU’.OS DIAS SEGUINTES FORAM OS MAIS TERRÍVEIS DE MINHA VIDA PORQUE MICHELLE CADA VEZ MAIS DEDICADA E PRESTATIVA NÃO CONSEGUIA TER RELAÇÃO COMIGO O QUE AUMENTOU DEMAIS MINHA FOME DE VINGANÇA E ASSIM ERA COMUM CHEGAR TARDE ME CASA MUITAS VEZES DEPOIS DE TER BEBIDO UMAS E NUMA TARDE EM MEU ESCRITÓRIO NÃO CONSEGUINDO ME CONCENTRAR NO TRABALHO FUI PASSEAR NO SHOPPING E ASSIM QUE ENTREI NAQUELA LOJA VI A MORENA MAIS LINDA DA MINHA VIDA VIR CORRENDO EM MINHA DIREÇÃO COM O SORRISO MAIS LINDO DO MUNDO ME DANDO UM ABRAÇO FICANDO SEM JEITO AO SENTIR MEU CACETE CUTUCANDO SUAS COXAS E DISFARÇANDO DISCRETAMENTE ME CONVIDOU PARA ALMOÇAR COM ELA FALANDO QUE SUA MARMITA DAVA PARA NÓS DOIS POREM DEIXANDO ELA SURPRESA SEGUREI ELA PELA MÃO LEVANDO A PARA ALMOÇARMOS NO RESTAURANTE PROXIMO DALI COM ELA RELUTANTE E AO ACEITAR FINGI NÃO VER ELA SEM GRAÇA AO CONVERSAR COM SUA GERENTE E INTERVINDO FALEI PARA ELA MANDAR A GERENTE ENFIAR A LOJA NO CU E ME ENCARANDO, ATE ACHEI QUE CHAMARIA A POLICIA DEMOS UM TCHAUZINHO PARA A ELA E ENQUANTO COMÍAMOS NÃO PUDE NOTAR A PREOCUPAÇÃO DE DÉBORA QUE AGORA ESTAVA SEM EMPREGO. NÃO SABIA SE COMIA OU ADMIRAVA AQUELA DELICIA DE MULHER QUE USANDO CALÇA JEANS JUSTA DEIXAVA A BUNDA MAIS EMPINADINHA MOLDANDO A CINTURINHA FINA TANTO É QUE ELA ATÉ BRIGOU COMIGO MANDANDO QUE NÃO OLHASSE TANTO PARA SEUS PEITOS MESMO PORQUE SÓ DAVA PARA VER O SUTIÃ. ENQUANTO CONVERSÁVAMOS E COMÍAMOS SENTI DÉBORA MAIS CALMA E ESPERANÇOSA QUANDO PERGUNTEI O QUE SABIA DE ADMINISTRAÇÃO COM ELA TECENDO SEU CURRICULUM AFIRMANDO CUIDAR A TEMPOS DAS FINANÇAS DA LOJA E SEGURANDO SUA MÃO EM CIMA DA MESA FALEI QUE RESOLVESSE SUA SITUAÇÃO COM A LOJA NÃO DEIXANDO ELA DESANIMAR AVISANDO QUE MEU ADVOGADO A PROCURARIA PARA INTERMEDIAR ISSO E QUE DESCAÇASSE UNS DIA PORQUE DORAVANTE TRABALHARIA PARA MIM.   ME OLHANDO COM OS OLHOS MAIS LINDO ME DANDO TRABALHO PARA SEGURAR A VONTADE DE BEIJAR AQUELA BOCA CARNUDA E APERTAR EM MEUS BRAÇOS AQUELA DELICIA DE MULHER RESPONDI QUE MINHA VONTADE ERA TER ELA COMO MINHA ESPOSA PARA TODO O SEMPRE E SEM GRAÇA AO PERGUNTAR O QUE ME IMPEDIA UMA VEZ QUE ELA TAMBÉM SENTIU FORTE ATRAÇÃO POR MIM ABRI O JOGO CONTANDO EM DETALHES, MENOS OS PICANTES, MINHA REAÇÃO COM MICHELLE E ANTES DE FALAR QUALQUER COISA DISSE QUE DEPOIS QUE RESOLVESSE EM DEFINITIVO MINHA SITUAÇÃO COM MICHELLE COM ELA ME ORIENTANDO PARA QUE PERDOASSE SUA FRAQUEZA ME DEIXANDO SEM RESPOSTA QUANDO PERGUNTOU SE NUNCA HAVIA TRAÍDO ELA, ATE PENSEI NESSA POSSIBILIDADE SEM DESCARTAR A CHANCE DE TER DÉBORA NEM QUE FOSSE COMO AMANTE E ASSIM NAQUELA MESMA NOITE COMECEI A SER MAIS RECEPTIVO COM MICHELLE E DIAS DEPOIS QUANDO ELA ME LIGOU ME AVISANDO QUE VIESSE LOGO PARA CASA DEPOIS DE UM JANTAR MARAVILHOSO MICHELLE VEIO PARA CIMA DE MIM PARECENDO ESTAR NO CIO ME DEIXANDO FAZER DELA GATA E SAPATO NAQUELA NOITE INTERMINÁVEL DE AMOR E SEXO POREM PELA MANHÃ ENQUANTO ELA TOMAVA BANHO SEU CELULAR TOCOU E ATENDENDO ME IDENTIFICANDO COMO SECRETARIO DELA GELEI COM A ADVOGADA DO SENHOR DANDO AS COORDENADAS PARA QUE ELA FOSSE VISITAR ELE NA CADEIA COMO DA ULTIMA VEZ IMPLORANDO PARA QUE NÃO FALHASSE ALEGANDO QUE ELE ESTA AMEAÇANDO SE MATAR CASO ELA NÃO O VISITE E SAINDO DO BANHO ENROLADA NA TOALHA QUE FOI AO CHÃO QUANDO SENTOU EM CIMA DE MIM VI SEU OLHAR MORRER QUANDO DISSE QUE O MELHOR ERA ELA PEGAR SUAS COISAS E SUMIR DE MINHA VIDA E RELUTANTE AFIRMANDO ME AMAR DEMAIS QUE NUNCA ME TRAIU MUDOU DE IDEIA QUANDO MANDEI O FILME DAQUELA NOITE PARA SEU CELULAR E CHORANDO NÃO CONSEGUINDO OLHAR EM MINHA CARA QUIS EXPLICAR O PORQUE AQUELE VELHO TEM TOTAL DOMÍNIO SOBRE ELA E NÃO QUERENDO SEQUER OUVI SUA VOZ MANDEI QUE SUMISSE DALI E ASSIM QUE SAIU VOLTEI A DORMIR DEPOIS DE MUITO CHORAR SENTINDO COMO QUE UMA BOMBA ESTIVESSE DILACERADO MEU CORAÇÃO.DIAS DEPOIS COMEÇANDO A REFAZER MINHA VIDA CONTRATEI DÉBORA SENDO ELA MINHA MELHOR AMIGA E CONFIDENTE E SÓ AINDA NÃO PEGUEI ELA DE JEITO PORQUE SEI QUE DÉBORA MERECE MUITO MAIS QUE UMA NOITE DE PRAZER E ISSO AINDA NÃO TENHO CONDIÇÃO NEM SEI SE TEREI POR PENSAR DEMAIS EM MICHELLE AINDA MAIS AGORA QUE VOLTOU A MORAR NA CASA DA MÃE E O QUE ME MATA É SABER QUE UMA VEZ POR SEMANA ELA VAI VISITAR SEU HOMEM NA CADEIA.DÉBORA FAZ QUESTÃO DE PARTICIPAR DE TODA MINHA VIDA E DIAS DESSES FALANDO DE MINHA TRISTEZA TROCAMOS NOSSO TÃO SONHADO PRIMEIRO BEIJO E MESMO AINDA AMANDO MICHELLE SEI QUE MEU FUTURO É AO LADO DE DÉBORA QUE PELO QUE SINTO SERÁ APENAS MAIS UMA EM MINHA VIDA.                                

Minha namorada me fez de corno no camping

Olá! Vou contar outra aventura que eu e minha namorada Cládua tivemos faz algum tempo. Somos jovens e loucos de tesão. Eu tenho 28 e ela 23, eu alto e ela bem gostosa. Na cama vira uma putinha, adora chupar, dá de quatro, etc. Bom, era verão e estávamos acampanhando em Santa Catarina, de barraca, num camping enorme que tem em garopaba. Desde que chegamos começamos a reparar nas pessoas que acampavam por perto. Era carnaval e o lugar estava lotado, barraca do lado de barraca. Na primeira noite de carnaval saímos e curtimos bastante. Conhecemos e encontramos alguns conhecidos, bebemos uma cervejinha e quando voltamos pro acampamento, lá pelas 5h da manhã, trepamos feito loucos dentro da barraca apertada. Ouvimos ainda alguns gemidos vindo dos nossos vizinhos. Foi bastante excitante. Na outra noite, que estava prometendo, começou a chover logo que anoiteceu. Para variar, em carnaval sempre chove. Começamos a beber uma caipirinha enquanto fazíamos a janta. O pessoal das barracas ao lado estavam bem agitados também. Nas barracas mais próximas tinha dois casais, cada um na sua, e mais dois amigos. Por volta das 21h, um dos carinhas se aproximou da nossa barraca e pediu isqueiro emprestado. Emprestamos, já meio alegres, e perguntamos onde era o agito ontem. Carlos, o nome dele, disse que seria na Ferrugem. Dissemos a ele que estivemos lá ontem e que foi legal. Ele concordou e acabou sentando. Oferecemos a caipirinha, enquanto ele acendia seu cigarro. Ficou conosco por volta de meia hora e disse que iria tomar um banho e que passaria ali para nos convidar para ir junto. Como ambos gostamos da aparência dele (jovem, alto, moreno, estudante) achamos que seria legal e divertido. Continuamos bebendo, só que agora cerveja (não somos de tomar tragos, mas carnaval é carnaval). Por volta das 23h, ele aparecer com seu amigo, Pedro. Ambos sentaram e ofereceram o trago deles, tipo uma batida. Aceitamos e trocamos as bebidas. Colocamos um som e ficamos conversando. Cláudinha estava vestida com uma saia justa e um top generoso. Seus seios ficavam um pouco a mostra, e eu adorava isto. Sua sainha permitia ver suas coxas, o que me deixava louco de tesão. A esta altura já estavamos bem alegres e acredito que os nosso dois novos amigos também. Era dificil para minha namorada esconder sua bucetinha, pois todos nós quatro estávamos sentados em pedras, pois nem nós nem eles tinham cadeiras. Ela cruzava as pernas seguidamente, pra se ajeitar melhor na pedra, e com isso, suas coxas faziam nós três delirar. Isso mesmo, nós três, porque nesta altura os dois amigos, Carlos e Pedro, não escondiam a excitação. A chuva começou a apertar e ficar mais forte. Trocamos o CD várias vezes, os dois refizeram as batidas, abrimos mais latas de cerveja e continuávamos ali. Muitas pessoas já estavam indo para folia, outras continuavam no camping na esperança de parar a chuva. E nós quatro parecíamos não se importar tanto, pois nossa festa já tinha começado. Conversamos alegremente e sempre bebendo. Acho que já era 1h da manhã e eu estava já meio tonto. Meu pau continuava duro, na medida em que pensava que dali a pouco iria comer a Claudia, e também, por que não, que algo poderia acontecer. Foi neste momento, em que eu estava pensando nisso, que a Claudia começou a mudar de atitude. Começou a se portar como uma putinha, cruzando as pernas de minuto em minuto, se abaixando para pegar cigarro, isqueiro, bebida, mostrando seus seios. Os dois já estavão completamente tarados, e acredito eu, que não entendiam muito a situação. Cláudia, então, começou sutilmente a me esnobar, me tratar como um cahorro. Pedia pra mim se levantar, buscar outra bebida, trazer um CD, alcaçar alguma coisa. Ao mesmo tempo em que ficava meio grilado, meu pau endurecia mais ainda. Mas não sabia o que fazer. Carlos e Pedro não arredavam o pé, e Claudia gostava da situação, fazendo questão de continuar o papo e as atitudes de puta. Foi então que eu disse que estava meio bêbado e que de repente tinha vontade de dormir. Os dois exclamaram, disseram que não, que era cedo, que a noite prometia, que era carnaval, enfim, fizeram a parte deles, temendo não desfrutar mais das curvas da minha namorada. Claudia, mais uma vez, se fêz de louca e disse que não queria dormir agora, e disse que os dois cuidavam dela. Olhei bem nos olhos dela e dei um beijo melecado em sua boca, senti sua respiração ofegante. Os dois nem acreditavam. Entrei para a barraca e me deitei. Fiquei ouvindo a conversa deles, que de início, continuava a mesma: música, festas, carnaval, praias, trilhas ecológicas, acampamentos, etc. Mas passado uns dez minutos começaram a conversar mais intimamente. Carlos dizia que tinha brigado com a namorada há pouco tempo. E Pedro dizia que não tinha namorada, somente amantes, em que ele trepava sem preocupação em compromissos. Claudia ria e contava que eu e ela eram ótimos amantes, que trapávamos todo dia. Contou inclusive, que ontem, quando chegamos, tinhafeito sexo animal, e que tínhamos ouvidos gemidos. Os dois começaram a rir e disseram que provavelmente os gemidos vinham da barra deles. Claudia perguntou então como? se os dois estavam juntos. Aí riu e perguntou se eram gays. Pedro riu mais ainda e disse que não. Disse que eles tinham conhecido uma garota que quis dar pros dois. Bom, foi só falar isso que minha namorada, agora mais puta do que nunca, disse que já tinha feito menage comigo e com outro cara. Os dois então ficaram inquietos. Notei que Carlos olhava pra dentro da barraca, pra ver se realmente eu estava dormindo. Ele não podia me ver direito, e eu estava imóvel, parecendo dormindo. Embora, nesse momento, tamnaha excitação, eu já batia uma punheta bem devagarinho. Claudia se levantou e perguntou pra eles se conseguiram foder (foi esta palavra que ela usou) a garota, pois a barra deles era menor que a nossa. Carlos, muito esperto, disse: Então venha conhecer! Ela disse: eu vou. Então entrou na nossa barraca, mexeu na bolsa e disse baixinho em minha direção: vou ali e já volto. Eu, que tinha recolhido o pau rapidamente, fingi estar dormindo. Claudia saiu e foram os três. Fiquei mais um minuto na barraca e sai. Olhei em direção a barraca deles, que ficava uns 5 metros da nossa e verifiquei se na outra barraca não estava aquele casal. Fui devagarinho na direção deles e percebi que tinham apagado a luz que ilumina por dentro da lona. Cheguei bem perto, sentei na grama ao lado da barraca. Não podia ver muito, mas ouvia gemidos, bem fortes, ofegantes e com certeza eram da Claudia. Deu pra ouvir bem direitinho: fode gostoso. Era a voz dela. Meu pau quase estourava, e acabei tirando ele pra fora. Estava meio escuro, e fiquei com medo de alguem me ver. Mas mesmo assim, fiquei ali, ao lado da barraca onde minha namorada era comida pelo Carlos e pelo Pedro. Os barulhos aumentaram, eram barulhos de estocadas, fortes. E também barulho de boquete abafado. Me aproximei da entrada da barraca, ainda tonto mas com muito tesão e pude ver melhor os vultos. Claudia estava de quatro, Pedro comia sua bucetinha (ou seria o cuzinho) e Carlos dava o pau pra ela chupar. Ficaram assim uns 10 minutos e podeis trocaram. Eu já tinha gozado no chão e já estava na segunda punheta. Treparam mais uns 10 minutos e Carlos (que agora comia ela por trás) começou a gozar. Em seguida Pedro gozou na sua boca, Claudia agora gritava, dizia que era puta, que ia dar pra eles na minha frente, etc. Eu louco. Louco de tesão. Voltei rapidamente pra nossa barraca, me limpei e deite. Em seguida veio a Claudia. Logo que ela entrou, fingi despertar. Ela deitou do meu lado, acendeu um cigarro e disse que tinha ido ver os equipamentos dos nossos novos amigos (falou a verdade né!). Perguntei se eles foram legais com ela, e a putinha safada suspirou e disse que muito. Que já tinha combinado uma praia amanhã. Peguei nos peitos dela, apertei, tirou seu top e comecei a chupá-los. Ela gostou mais não entendeu muito. Meti minha mãe na xoxotinha dela e percebi que estava quente e húmida, bem arregaçada. A´´i tive a id
éia de dedilhar o cuzinho dela e aconteceu o que eu temia. Estava bem arregaçado também, quente, meio melecado. Ela só suspirava e continuava fumando o cigarro dela. Então ela pegou meus cabelos, e começou a puxá-los em direção s aus buceta, já baixando a calcinha. Ajudei ela a tirar a minúscula calcinha e ela esfregou meu rosto na sua buceta e disse que era pra mim chupar, que se eu não chupasse dava pros nossos amigos na minha frente. Fingi não saber de nada e caí de boca. Chupei muito, dando umas mordidinhas. Sentia que a buceta tinha sido penetrada, mas não importei. Ela era muito gostosa, uma verdadeira puta. Trepei com ela por cima, depois pedi para comer o cuzinho. Ela deixou, disse que estava louca pra dar o rabo. Penetrei ela gostosa. Enfiei devagarinho e logo comecei as estocadas. Foi então que percebi dois vultos debaixo de nossa lona. Olhei e era Carlos e Pedro, trazendo uma batida. Disse pra eles esperarem um pouco, que podiam ver. Claudia começou a gozar, gritar, me arranhar, e disse que precisava de mais um pau na boca. Aí Carlos se aproximou e foi tirando o pau pra fora. Eu continuava metendo, e comecei a dar tapas na bunda dela, dizendo que ele era puta. Bom, foi só o começou de um carnaval onde dividi minha namorada com dois caras. Trepamos aquela noite inteira, trepamos no outro dia, na praia, em cachoeiras e chagamos a foder com eles dentro do nosso carro, estacionados numa rua escura da Ferrugem. Somos de Porto Alegre, temos pouca experiência masm muito tesão. Se algum casal (ela já chupu uma bucetinha e gostou, e adora seu chupada por uma fêmea) ou homem quiser entrar em contato nos escrevam. Gosto de vê-la fudendo com outros, mas com respeito e camisinha sempre. Adoraria ver ela fudendo com um coroa, mas acredito que ela ficaria receosa. Teríamos que seduzí-la tipo num bar, dar uma cervejinha pra ela e esfregarmos os paus nela. Aí ela viraria putinha e deixaríamos dividí-la… quem sabe até uma dupla penetração!

ACHO QUE SOU CORNO MESMO

NO MEU PRIMEIRO CONTO, CONFESSEI QUE DESCONFIAVA QUE ERA CORNO. SEGUINDO ALGUNS CONSELHOS DE AMIGOS QUE POSTARAM, COMECEI A JOGAR INDIRETAS PRA MINHA MULHER.DE TANDO EU FICAR PERGUNTANDO, E EU APROVEITAVA QUE ELA GOSTA QUE EU FAÇO MASSAGEM NOS PEZINHOS DELA DEPOIS DO BANHO, FAZIA ELA ME CONTAR ALGUMA COISA INTERESSANTE QUE ACONTECEU COM ELA. AÍ ELA ME DISSE:VOCÊ QUE MESMO SABER? TÁ BEM, VOU TE CONTAR O QUE ACONTECEU COMIGO.TINHA UM CARINHA NO SERVIÇO, ELA ERA ENFERMEIRA, QUE VIVIA ME CANTANDO, QUANDO ESTÁVAMOS SOZINHOS, ELE FICAVA ME PEGANDO POR TRÁS E ME APERTANDO, EU MANDAVA PARAR COM ISSO. UM DIA, VOCÊ CHEGOU EM CASA BÊBADO, BRIGANDO E XINGANDO A TOA SEM EU FAZER NADA, JÁ ERA 18 HORAS, E EU TINHA QUE TRABALHAR, POIS TRABALHAVA A NOITE NO HOSPITAL, SAÍ PUTA DA VIDA, PEGUEI CARONA COM UMA AMIGA, POIS ESTAVA ATRASADA.ESSE MEU COLEGA, ASSIM QUE CHEGUEI, JÁ COMEÇOU A ME CANTAR, DIZENDO QUE ERA LOUCO POR MIM, QUE IA ME LEVAR PRA CAMA DE QUALQUER JEITO, NÃO SEI PORQUE, DEVIA SER A CARÊNCIA, NÃO ME IMPORTEI E APENAS SORRI. EU E ELE ESTÁVAMOS NO PREPARO DOS MEDICAMENTOS, E NÃO TINHA NINGUÉM POR PERTO, O SAFADO APROVEITOU QUE NÃO RETRUQUEI, ME PEGOU POR TRÁS, ENQUANTO EU ESTAVA OCUPADA E COMEÇOU A ME APERTAR. PUDE SENTIR O VOLUME DO CACETE DELA NA MINHA BUNDA E FIQUEI MOLHADINHA NA HORA. ELE VIROU DE FRENTE E DEU UM SELINHO NA MINHA BOCA, ESTAVA TÃO ZANGADA COM VOCÊ QUE NEM ME IMPORTEI.LÁ PELAS QUATRO HORAS DA MADRUGADA, ERA HORA DO DESCANSO. A GENTE FICAVA EM UM QUARTINHO COM BELICHES. ESTAVA TÃO CANSADA, QUE DEITEI COMO UMA PEDRA. FOI QUANDO, DE REPENTE, SENTI ALGUMA COISA NA MINHA BOCA, ESTAVA ESCURO E NÃO DEU PRA VER DIREITO, MÁS DEU PRA NOTAR QUE ERA UMA PICA. NA CARÊNCIA E SONOLÊNCIA, ABRI A BOCA E DEIXEI ACONTECER. CONFESSO QUE ACORDEI PELA MANHÃ, E ESTAVA SOZINHA NO QUARTINHO, SENTI UM GOSTO DE QUIBOA NA BOCA E FIQUE ME LEMBRANDO DO OCORRIDO, ALGUÉM TINHA GOZADO NA MINHA BOCA ENQUANTO EU ESTAVA DORMINDO. POIS É MEU AMORZINHO, SE VOCÊ QUERIA UM CHIFRINHO, EU TE DEI, MESMO SEM QUERER. AÍ EU PERGUNTEI SE O CARA CONTINUOU A CANTÁ-LA, FOI QUANDO ELA ME DISSE: CHEGA, JÁ FALEI DEMAIS.

adoro saber que minha esposa me trai

Sei que tem muita gente que ainda não acredita que possa existir alguém que se excite de verdade com coisa a respeito de sua mulher ,seja esposa noiva ou namorada eu também não acreditava antes .Eu sempre lia revistas com essas historias e me excitava em saber que um cara tinha tesão em ver sua mulher exibindo seu corpo ou se insinuando para outro ou deixando outro homem se aproximart e tocar.mas achava que isso era so fantasia que não era real.com o tempo de tanto ler e me excitar com isso eu comecei a tbem sentir tesão em pensar em minha mulher fasendo isso no inicio eu fantasiava sozinho mas depois comecei a contar a ela com cuidado para não assustar ,no inicio ela achou estranho mas depois começou a gostar e a me ajudar pois ela tem um corpao e é muito fácil p ela atrair os olhares dos homens ,e sempre que ela ganha uma cantada ou olhada mais maliciosa ela contribui com o cara e depois me conta tudo.A primeira historia que ela me contou foi de uma vigem em um ônibus lotado que ela teve que pegar como ela tem a bunda muito grande e bonita atrai logo olhares e mãos bobas dentro do ônibus ela parou nom meio que não dava mais p ir para a frente então veio logo um h atrs dela e tentou passar por trás dela mas foi impossível então ele comentou com ela que não dava para passar e ela falou é eu também não consegui passar daqui mas daqui a pouco começa a esvasiar ,ele ficou mais tranqüilo mas ficou encostado nas costas dela no inicio ele tentou manter a distancia mas era impossível e ficou colado na bunda dela ela ficou quietinha e ele começou a ficar de pau duro entaoela aproveitou e deixou lê fazer isso ele vendo que ela não falou nada relaxou e ficou com o pau duro e completamente encostado nela ela falou qur a viagem durou uns 25 minuto e ele começo a conversar com ela e ela retribuiu e retribui tbem se encostando cada vês mais nele tantto que ele não agüentou e gozou molhando até a roupa dela mas não dava p perceber pois o tecido escondia antes de descer ele deu um cartão com telefone a ela e um beijo no rosto.Quando ela chegou em casa foi logo me contando vc não imagina o que me aconteceu um cara me encostou na bunda dentro do ônibus veio até aqui e gozou wm mim e me mostrou a roupa molhada e falou aind que ganhou um cartão com o telefone dele . a noite enquanto transávamos eu mandei ela ligar e eles ficaram namorando no telefone mais de 50 minutos e fis ela gozar falando as maiore s sacanagens com ele e ele também gozou ouvindo ela .hoje em dia els são amntes saem juntos sempre que podem e a cada foda nova ela me faz um relato minucioso de como ele meteu nela como ela chupou ele e quants vezes meteram eu fico so batendo punheta e ouvido tudo já que ela qquando chega não agüenta mais nada fala que ele é muito fominha e deixa ela exausta .entao so me resta ouvir tudo que é o que mais adoro fazer mesmo,é minha fantasia predileta.so em narrar esse conto e saber que ouras pessoas irão saber que sou corno já me excita muito .gostaria que vc que gostou e quer conhecer minha esposa e saber outros contos mandenos emails para se tiver fotos melhor ainda responderemos assim que recebermos .Minha mulher é morena com coxas grossas peito grande e gostoso ,bunduda                                

FESTA COM EX NAMORADO PRESENTE = CORNO

Tenho 30 anos, me chamo Vítor, casado há 2 anos com Cristina, uma moreninha linda de 25. Eu formado em Administração e ela em Letras. Ambos servidores públicos federais aqui em Brasília. Minha esposa é linda, corpinho tipo magra falsa e muito simpática. A conheci quando ela ainda estava na faculdade. Fui seu segundo namorado. Márcio, colega da faculdade, foi seu primeiro namorado, namoro esse que durou apenas oito meses, pois assim que ela me conheceu, rompeu o namoro com ele pra ficar comigo. Márcio se formou junto com minha esposa e, assim que terminou o curso, se mudou para Vitória/ES, sua terra natal. Ele era boa pinta e confesso que tinha ciúmes dele, apesar de ser um cara muito simpático e boa praça. Como ele era muito amigo de meu cunhado, vez ou outra nos encontrávamos, até ele se mudar para Vitória. Nossa vida sexual está a mil. Gostamos de fantasiar nossas transas. Tenho fantasiado ela transando com outro homem. Ela fica excitada quando falo no ouvido dela esse meu desejo e ela pergunta se tenho vontade de ser corno, respondo que sim e gozamos gostoso. Essa fantasia tem nos deixado muito excitados e, ultimamente é ela quem toma a iniciativa de me chamar de corninho quando estamos transando.      Márcio foi convidado para a festa de formatura de meu cunhado, ficando hospedado na casa de sua tia aqui em Brasília, onde morou enquanto estudava. A festa foi numa casa especializada em eventos, num bairro afastado, com amplos salões e jardins. Meu cunhado reservou uma mesa enorme onde estava reunido familiares e amigos. Minha esposa estava linda, com um vestido decotado com uma abertura lateral, deixando suas belas coxas à mostra. Quando Márcio chegou foi uma festa, visto que há quase dois anos não aparecia em Brasília. Percebi que minha esposa ficou um pouco emocionada ao vê-lo, se cumprimentaram com um forte abraço, beijinhos na face e ficaram de mão dadas por alguns segundos. Márcio sentou-se ao lado de meu cunhado, quase de frente pra nós. A festa rolava e Cristina, que não é de beber muito, já tinha tomado duas doses de margarita, drink que ela gosta muito, e percebi que os dois trocavam olhares com muita frequência.Ao lado de onde estávamos havia outro salão enorme onde rolava música eletrônica. Uma colega de minha esposa nos convidou para dançar mas, como não curto muito essas músicas, preferi ficar. Minutos depois o Márcio levantou-se e também se dirigiu ao salão. Quase quinze minutos depois resolvi ir ao banheiro e quando passei ao lado do salão pode ver que Cristina dançava animadamente com o Márcio, sorridente e alegre como ela sempre foi. Fiquei enciumado e pensei em cortar o barato mas, junto com o ciúme veio também um tesão enorme só de imaginar ela dando pra ele. Segui para o banheiro e quase não consigo urinar, visto que meu pau não baixava de tão duro. Voltei pra mesa e, após alguns minutos eles também voltaram. Minha esposa pediu outro drink e me beijou na boca. Senti que ela estava excitada e passei a beijá-la mais forte e levei minha mão entre suas coxas por sob a mesa e percebi sua calcinha encharcada. Por que toda essa excitação, perguntei baixinho em seu ouvido e ela respondeu que eu sabia muito bem o porquê. Dei outro beijo de língua nela e disse pra tomar cuidado pois a festa estava cheia de parentes e amigos. Nesse momento márcio levantou-se e, novamente, se dirigiu para o salão de música, acompanhado de meu cunhado e sua namorada e outros amigos. Cristina tomou em um só gole o restante do drink, me deu outro beijo e, sem falar nada, se dirigiu também para o salão. Fique na mesa com o pau duro como rocha e imaginando o que poderia rolar. Eu estava excitadíssimo mas também preocupado, visto que Cristina já tinha tomado três doses de margarita e poderia dar bandeira numa festa com vários parentes e amigos. Alguns minutos depois vejo, de onde estava sentado, minha esposa e Márcio saindo do salão e se dirigindo ao jardim externo, próximo aos estacionamento. Peguei meu copo de cerveja e, disfarçadamente, me dirigi para o mesmo local, só que dando a volta por outro lado, de forma que ninguém percebesse e me aproximei o máximo que podia, evitando que me vissem. Somente os manobristas e outro casal desconhecido estava no local naquela hora. Não dava para ouvir o que falavam, mas a conversa estava animada pois sorriam o tempo todo. Aos poucos ele foi se aproximando cada vez mais de minha esposa e não demorou estava acariciando seu rosto. Ela segurou suas mãos, tipo tentando afastá-lo, mas sem empurrá-lo de perto de si, falou alguma coisa e em seguida o beijou na boca. Ele a pegou pelo braço e a levou para o estacionamento, em local mais escuro. Tentei segui-los mas tinha um espelho d água me impedido de passar. Resolvi dar a volta e seguir em direção ao estacionamento pelo outro lado e pode ver, por entre os carros estacionados, eles de pé se beijando, grudados um no outro. Fiquei os observando sem que percebessem, trêmulo, ofegante, coração disparado, boca seca e com um tesão inexplicável. Como já estava ficando tarde e várias pessoas já estavam se dirigindo ao estacionamento, momento em que a iluminação do local foi reforçada, os obrigando a abandonar o local e voltarem para a festa. Fiquei onde estava por uns quinze minutos, sem saber o que fazer. Sentindo muito ciúmes, tesão e medo de perde-la. Resolvi voltar para a mesa e chegando lá, Cristina e Márcio estavam sentados um ao lado do outro. Tinha uma cadeira vaga ao lado da minha esposa e pra lá me dirigi e sentei ao seu lado. Peguei em suas mãos, dei um beijo em sua boca e não dei nenhuma demonstração do que tinha visto minutos atrás e para minha sorte, ninguém também percebeu nada. Só eu é que percebia o semblante de frustação dos dois por não poderem permanecer por mais tempo no estacionamento. A festa foi aos poucos se esvaziando e, quando estávamos nos preparando para ir embora, perguntei ao Márcio se queria uma corona até a casa de sua tia. Ele respondeu que sim, visto que tinha vindo à festa com uma amiga mas ela já tinha ido embora. No carro, à caminho da casa da tia de Márcio, percebi o quanto minha esposa e Márcio estavam excitados e eu, de pau duro desde que eles foram dançar pela primeira vez, tomei coragem e resolvi convidar o Márcio para dormir em nosso apartamento, visto que estava tarde da noite, sua tia morava longe e nosso apartamento tinha dois quartos e um banheiro sobrando. Nesse momento minha esposa me olhou meio que assustada mas com um brilho nos olhos. Márcio respondeu que se era melhor pra nós, visto que sua tia morava muito longe, e se não fosse incômodo, aceitaria. Nesse momento, peguei na mão de minha esposa e apertei com força e em seguida dei um beijo em sua boca, tipo dando a dica aos dois do que estaria por vir. A viagem foi tensa e silenciosa, acho que nós três estávamos com o mesmo pensamento. Chegando na garagem do nosso prédio, tomei coragem e virei para os dois e disse a eles o que tinha visto no estacionamento da festa e que não precisavam se desculpar, pois, apesar do ciúmes, também senti muito tesão e propus curtir uma noite a três. No elevador, peguei a mão da Cristina e a entregue ao Márcio, que a puxou pra si e deu-lhe um beijo na boca. Mal trancamos a porta do apartamento e Márcio e Cristina já foram se despindo um ao outro. Minha esposa soltou o vestido, ficando só de calcinha e sutiã e passou a desabotoar a camisa de Márcio, passando as mãos em seus peitos peludos, chupando seus minúsculos mamilos. Márcio retribuiu, soltando o sutiã de Cristina, deixando no ar seus peitos durinho e redondinhos e em seguida passou a chupá-los com maestria. Sentei-me no sofá, tirei meu pau pra fora da calça e fique me punhetando, vendo aquelas senas que fantasiava virar realidade. Márcio abriu o zíper, baixou as calças e ficou só de cueca e Cristina tirou a calcinha, expondo a bucetinha quase toda depilada e molhadinha. Ajoelhou-se e desceu a cueca do Márcio, expondo uma pica dura, grossa e cabeçuda, já babando o lí
quido lubrificante em sua ventosa e passou a chupá-la. Quase não coube em sua boca. Após uns cinco minutos, Márcio pegou minha esposa pela cintura e a colocou, delicadamente em meu colo, ajoelhou-se entre suas pernas e passou a chupar sua bocetinha. Cristina, aos gritos de tanto tesão, deitou-se em meu tórax, se virou em direção ao meu rosto e passou a me beijar, pedindo para eu sentir o gosto da pica do Márcio. Enquanto eu a beijava na boca e pegava nos biquinho durinhos de seus peitos, Cristina deve seu primeiro orgasmo. Márcio se ergueu, subiu em cima de minha esposa, fazendo uma espécie de sanduiche, abriu suas pernas que a esta altura estavam trêmulas, posicionou sua pica grossa e cabeçuda na entradinha de minha esposa e a penetrou, lentamente. Cristina se agarrou em suas costas e, num estado de transe, começou a gemer e a falar da saudade que sentia daquela pica. É inexplicável o tesão que sentia, vendo outro macho em cima da minha esposa. Vez ou outra ela se virava pra mim e perguntava se eu estava gostando de ser corninho e eu, alucinado de tesão, respondia que sim e que ela podia dar pra ele quando quisesse, e que entedia o por que dela sentir tanta saudade da pica do Márcio. Márcio, até então calado, se declarou de paixão pela minha esposa, dizendo que precisava dela, que sentiu muitas saudades e que queria ela de volta. Cristina, gemendo, respondeu que a partir de agora era dos dois e anunciou seu segundo orgasmo. Márcio continuou a bombar sua pica na bucetinha de minha mulher e após uns dez minutos os dois gozaram aos gritos e minha esposa teve seu terceiro orgasmo. Marcio saiu de cima de minha mulher e se sentou ao nosso lado, exausto. Cristina então se levanta, deita no tapete que estava estendido no chão, abre as pernas e pede para eu chupar sua buceta esporrada. Deitei ao seu lado e disse a ela que estava com muito tesão, pois ainda não tinha gozado, mas que estava meio constrangido de chupá-la. Ela me beijou na boca, disse que me amava, e que tinha muita vontade de me ver chupando porra e me puxou para o meio de suas pernas. O tesão falou mais forte e chupei toda a porra que estava na entradinha e em seguida a penetrei, sentindo que ainda tinha porra dentro de sua buceta, gozei como nunca tinha gozado em toda a minha vida.Fomos os três para o banho, Márcio no Banheiro social e eu e Cristina no banheiro da suíte. No banho, estávamos meio sem graça, principalmente eu. Ela percebendo, me abraçou, me beijou na boca e disse que sempre me amou, caso contrário não teria rompido o namoro com o Márcio e que agora me ama mais ainda. Perguntei se ela iria mesmo dar pra Márcio novamente e ela respondeu que sim, hoje mesmo e quero você participando mais, sempre tive vontade de receber uma dupla penetração na buceta e quero ver se consigo. Voltamos para a sala, eu de bermuda e Cristina de camisolinha, e encontramos o Márcio, também muito sem graça enrolado em uma toalha. Minha esposa, alegre e extrovertida como sempre, tratou de animar o ambiente, abrindo uma cerveja gelada e colocando uma música suave pra tocar. Num instante estávamos os três no maior astral, comentando a aventura e nos preparando para mais uma sessão de sexo a três, dessa vez com dupla penetração na buceta. Márcio agora faz parte de nosso casamento. Vez ou outra nos encontramos.

DUVIDOU, VIROU CORNO

Me chamo Ari, casado, 45 anos, 1,75, 75 kg, loiro. Trabalho numa empresa de informática. Conversando com os colegas de trabalho, resolvemos que iriamos bater uma bolinha aos sábados. Alugamos a quadra e conseguimos reunir dois times. Tudo acertado, no sábado fomos a nossa primeira partida. Foi muito legal, o pessoal se descontraiu muito. Após o término do jogo, fomos tomar aquela ducha. Todos pelados e claro não tem jeito de espiar o tamanho do pau. Lógico que bem discreto. Logo percebi que tinha um rapaz, João, com seus 30 anos, também casado, disfarçadamente ficava olhando para minha rola, que mede 23cm. Na verdade não tinha muita amizade com ele. Quando percebia que ela estava olhando, eu claro, para ver o que acontecia, começava a ensaboar e a alisar a minha rola. Olhava pra ele e via que estava vidrado com olhar fixo. Até ai não tinha a mínima ideia qual seria a dele. Como ele trabalha em outro Departamento, raramente nos encontrávamos. Os dias foram se passando e eu não via a hora de chegar o sábado pra saber qual era a dele. Já tinha até bolado um plano pra poder ficar a sós com ele. Finalmente o sábado chegou. Após o término jogo, me aproximei dele e disse. -João, estou sem carro, você poderia me dar uma carona? -Claro. Sem problemas. -Vamos assim mesmo, sem tomar banho, tudo bem? -Pra mim está tudo bem. Entramos no carro e após algumas quadras, pedi pra que ele parasse para que pudéssemos conversar. Fui logo direto ao assunto. -Cara, no sábado passado quando estava tomando banho, percebi que você não tirava os olhos da minha rola. Fiquei a semana toda pensando o porquê da sua atitude. -Na verdade é que eu nunca tinha visto uma rola tão grande e grossa como a sua. Nem eu sei o porquê fiquei tão admirado de ver tamanha ferramenta. Sabe, eu sou casado, muito ativo. Mas foi só admiração mesmo. -Mas, você não gostaria de pelo mesmo dar umas pegadinhas, quem sabe dar uma bela chupada? -Não, nem pensei nisso. -E quando você estava transando com sua mulher, não ficou pensando nessa rola entrando na bucetinha dela? -Na verdade pensei sim. Mas nada comentei. Pois ela é muito puritana nesse sentido. Uma que não aceitaria ela me traindo e outra eu DUVIDO que ela também aceitaria. Do jeito que ela é recatada, fiel, eu DUVIDO. -Você duvida mesmo que ela não aceitaria? Eu tenho certeza que se ela visse o meu pau duro, ela toparia. E você também toparia, vendo essa rola todinha dentro da buceta dela? -Nunca tinha pensado nisso. Mas eu ainda DUVIDO que ela aceita. -João, para que realmente possamos tirar a sua dúvida, aceita um plano -Meio a contra gosto, aceito. Qual é o plano? -Muito simples. Vamos até a sua casa, e você diz que o chuveiro do clube estava em reforma e fomos tomar um banho. Eu vou primeiro e esquece de me dar a toalha. E você vai comprar umas cervas. Não se preocupe que eu não vou atacar a sua mulher. Tudo bem? -Aceito, mas continuo duvidando que você consiga alguma coisa. Chegando em sua casa, ele me apresentou sua esposa, a Rose, 1,65, seios médios, bundinha durinha, lábios carnudos. Por sinal bem gostosinha. Ela ficou surpresa por ainda estarmos com uniformes do jogo. Ele explicou os motivos e ela aceitou. Indicou pra mim onde era o banheiro. João saiu pra comprar as cervas. Eu tomando banho, fiquei pensando na Rose e logo meu pau ficou duro. È agora que vou dar o golpe. Gritei do banheiro: -João por favor pode me trazer uma toalha? (claro que eu sabia que o João não estava e era ela quem viria trazer). Deixei a porta totalmente aberta e fiquei alisando o meu pau que estava duríssimo. Quando ela chega pra me entregar a toalha, foi aquela surpresa. Eu naquele estado, e ela sem saber o que fazer. Ficou paralisada, olhando fixamente pro meu cacete que eu continuava a alisar e a balançar. Eu com a cara de pau, disse. Me desculpe, eu pensei que fosse o seu marido que iria me trazer a toalha. E como que sem graça, pequei a toalha e me virei. Percebi que ela ficou um tempo paralisada sem saber o que fazer. Saí do banho e não a encontrei. Logo em seguida o João chegou com as cervas. Perguntando; Tudo bem por ai? Tudo em ordem. Nisso a Rose chegou, mas não teve coragem de me encarar. Sentamos e fomos tomar as cervas e jogar um pouco de conversa. Eu muito sacana, ficava alisando a minha rola por cima da calça, pois tinha percebido que ela não tirava os olhos. Em dado momento eu disse: -Joao, aconteceu algo que eu queria lhe dizer. Não foi culpa de ninguém. Espero que você não fique chateado comigo e nem com a Rose. È que eu pedi uma toalha, e eu não sabia que você tinha saído, a Rose foi me levar e me viu nu. Claro que nós dois ficamos envergonhados. Mas, preferi falar agora na frente dos dois para deixar tudo esclarecido. Espero que você compreenda que não houve nenhuma maldade de ambos. -Pra mim tudo bem. Essas coisas acontecem. E Pra você Rose está bem? -Claro que também fiquei muito chateada, mas foi sem querer. Tudo bem. Me despedi e fui embora marcando um almoço com o João na segunda feira. Durante o almoço fui logo perguntado: -E ai João, o que tem a me dizer? Conversou com a Rose sobre o acontecido? -Conversamos sim. Ela me disse que nunca tinha visto um pau tão grande e grosso. Aliás ela só tinha visto e experimentado o meu, pois nos casamos novos e ela virgem. -Foi só isso? -Olha cara, enquanto ela dizia isso meu pau não sei porque ficou duro e ela acabou percebendo. Enfiei a mão em sua buceta e notei que estava toda melada. Acabamos transando muito. Ela parecia uma loba. Gemia, pedia pra enfiar tudo. Gozamos várias vezes. -Você perguntou se ela gostaria de experimentar a minha rola? -Em um dado momento quando estava metendo em sua buceta, perguntei se ela estava pensando na sua rola, e afirmou que sim, e gozou logo em seguida. -Amigo, agora chegou a hora do xeque-mate. Você ainda continua DUVIDANDO que eu coma sua mulher? -Ainda continuo sim. Acho que foi só aquele momento. No domingo, transamos normal como das outras vezes. -Então você aceita um novo desafio? -Aceito sim. Vou pagar pra ver. Eu confio totalmente nela. -Tá bom. Então vamos fazer o seguinte. Na próxima quarta-feira, você liga pra ela, dizendo que você esqueceu de trazer um pen drive e que eu vou passar lá pra pegar por volta das 18 horas e você vai chegar um pouco mais tarde. Mas, 15 minutos depois você entra pra ver o que vai estar acontecendo.OK? -OK Finalmente chegou a quarta-feira. No horário combinado estava tocando a campainha. Para minha surpresa, Rose veio me atender com o cabelo soltos, um shortinho realçando sua buceta e uma blusinha sem sutiã. Toda sorridente, me deu um forte abraço e eu já fiz questão de encostar o meu pau em sua coxa e me convidou pra entrar. Ofereceu-me um café. Sentamos e eu lhe perguntei sobre o acontecido do sábado. Ela com uma carinha de safada me respondeu que nunca tinha visto nada igual. Levantei –me e fui em sua direção. Passei a mão em seu rosto e dei-lhe um tremendo beijo em sua boca carnuda. Ela novamente ficou sem nenhuma reação. Dizendo; não isso não pode acontecer. Sou casada e com o seu amigo. Nunca fiz nada disso. Está errado. Para com isso se não eu vou contar pra ele que você me atacou. Mas, percebi que não estava convicta no que estava dizendo e passei a beijar o seu pescoço alisar seus peitinhos que já estavam bem durinhos. Peguei sua mão e dirigi para o meu pau que a esta altura já estava querendo sair das calças. Ela, para que ele já está chegando. Acabei tirando sua blusa e chupei aqueles lindos seis. Para, para, que eu não vou aguentar. Quanto mais ela falava mais eu a acariciava. E mais ela ia cedendo. Como você chupa gostoso. Isso, continua. Ai que delicia, chupa meus peitos, aiiiiiiiiiiiiiiiiiii vou gozaaaaaaaaaaaaaaaaaaaarrrrrrrrrrrr só de saber que outro macho está me chupando. Nossa que gostoso. Já havia passado o tempo que tínhamos combinado do João chegar em casa. Ele já deveria estar chegando. Fiquei com mais tesão ainda, porque ele iria ver sua mulher se transformar numa verdadeira putinha. Abaixei minhas calças, e m
eu pau saltou pra fora, batendo em seu rosto. Ela ficou impressionada. Segurou com as duas mãos e começo a bater uma punheta lentamente como se estivesse segurando um troféu. Nossa Ari como é grande e grosso, queria que você me comesse de tudo que é jeito mas não sei se vou aguentar tudo isso. Você me arrombar, vou ficar larga e o João vai perceber. Então começe a chupar esse pau. Chupa minha gostosa, hoje você vai sentir o que um verdadeiro pau na sua boquinha Enfiava o que cabia na boca, lambia de cima até as bolas, depois subia até a cabeça vermelha. Enquanto chupava o que sobrava ela com as duas mão bati uma punheta. Que boca maravilhosas. Chupa sua gostosa, sua putinha era esse pau que você estava querendo. Sim. Que pauzão gostoso. Quando estava quase gozando percebo que o João estava na sala. Ela não tinha percebido. Aí meu tesão foi a mil. Segurei a cabeça dela, forçando sua boca dentro do meu pau, agora vou gozar nessa Não resisti e ejaculei muita porra quase que ela ficou engasgada. Isso sua puta, engole minha porra. Isso que você queria? Sentir esse pau na sua boca …….a porra escorria por toda a sua cara……… Aí aconteceu . Ele viu o João na sala. Ele estava sem calças, batendo uma punheta. Meu amor, desculpe, mas não resisti Esse pauzão do seu amigo. Juro que queria experimentar. Sou culpada, faça o que você quiser que eu aceito. Foi aí que João se declarou. Eu fui o culpado disso tudo. Eu DUVIDA que ele te comeria. Foi um plano; Mas, estou tão contente e feliz, porque acabei de descobrir que fundo eu queria era mesmo que você transasse com outro macho e que tivesse uma pica desse tamanho. Veja o estado que estou. De pau duro, batendo uma punheta, vendo esse tremendo caralho na sua boca. Agora entrei pro clube dos cornos. Levamos Rose pra cama. Ficamos todos nus. Chupei aquele linda bucetinha até ela gozar em minha boca. Chupa meu gostos, que língua gostosa, aiiiiiii eu também vou gozar. Abri suas pernas, deixando bem amostra sua bocetinha toda molhada, agora vou meter essa rola todinha.. Meu amor será que você vai aguentar? Vai com calma…… Eu cada vez estava mais tesudo. Veja meu corninho ele vai meter nessa buceta que era só sua. Veja o tamanho. Vou ficar toda rasgada. Comecei a forçar a cabeça, mas estava difícil de entrar, escorregava muito, Aí pedi pra o corninho me ajudar. Segura meu pau para não escapar. Ele, mas eu nunca peguei em nenhum outro pau. Sei que você também está com vontade de sentir essa rola. Olhou pra mulher e ela acenou com a cabeça. Pegou no meu cacete e começou a bater uma punheta de leve. Admirado, dizia..como é grande, grosso, gostoso e aumentava a punheta. Eu sei que você também queria sentir. De uma molhadinha na cabeça pra poder entrar melhor. Ele não se fez de rogado. Abocanhou com tudo aquela tora. Rose ficou surpresa de ver ele sugando com tanta vontade aquela rola. Tá gostando, meu corninho. Isso sim que uma verdadeira rola. Deixa ele me arrombar, deixa. Consegui meter a cabeça, ela soltou um urro de dor. Para, você está me arrombando. Não vou aguentar. Parei e esperei a dor passar. Fui enfiando lentamente cada centímetro em sua buceta que agora já estava toda molhada. Quando já tinha entrado até a metade, comecei um vai e vem. Ela gemia urrava que pau gostoso . Enfia mais, quero tudo na minha buceta. Veja meu corninho estou aguentando tudo. De uma só vez, enfiei tudo o que faltava. Saiu lágrimas de seus olhos, Urrava, gemia. Seu FDP meteu tudo de uma só vez? Aí que dor, tira, tira,, Eu parei para que ele pude se recompor. Agora sim, vamos meter de verdade……sua puta, gostosa vai ficar toda arrombada…….. ela, vou gozarrrrrrrrrr……..aí que delicia………… continuei num vai e vem frenético. Tirava e enfiava tudo de uma só vez. Ela gemia, mete mete tudo. Veja meu corninho isso sim que é rola…..que gostoso mete mais……….Fiz ela ficar de quatro. Aí ficou mais gostoso ainda. Metia tudo…. Enquanto fodia ela de quatro ela fazia um tremendo boquete no corninho. Aí que delicia, sentir dois paus. Que gostoso. Maravilhoso. Mete, mete tudo,,,vou gozar di novooooooooooooo…… Eu também não resistindo tirei todo o meu pau de dentro de sua buceta, fiz os dois ficarem deitados lado a lado E o corninho batendo uma tremenda punheta, acabei gozando nas suas bocas e caras. Era tanta porra que ambos ficaram todinho esporreados. Os dois me chuparam até meu pau ficar todinho limpinho. Fomos tomar um banho e comer alguma coisa pois ninguém é de ferro…….Fomos pra cama novamente e Deixe começou a fazer uma bela chupe no meu pau. Quando já estava em ponto de bala disse: Agora vou cavalgar bem gostoso nesse cacete. Colocou sua buceta em meu pau e forçou a entrada. Mesmo depois de já estar acostumada, foi difícil a entrada. Falou: Corninho ajuda a enfiar tudo em minha buceta. Ele mais que depressa segurou meu cacete e direcionou pra entrada, sem antes dar uma bela chupada, que deixou o meu pau bem molhado. Foi entrando e ela gemendo e gritando. Aí que delicia de cacete, me arromba toda. Olha corninho como entra gostoso. Quero tudo dentro de mim. É bom demais esse cacete todo dentro de mim. Pedi pro corninho meter em seu cuzinho, Agora ela estava com duas rolas. Foi a loucura. Como é bom demais ter duas rolas. Sempre imaginei isso. Agora tenho dois machos me comendo. Aceleramos Aí não aguento mais, vou gozarrrrrrrrrrrrrrr. Seu corpo ficou inerte. Claro que eu também queria comer seu cuzinho. Sai da minha posição, coloquei-a de quatro e falei. Agora é minha vez de comer esse cuzinho. Fez uma carinha de medo, mas disse. Sou sua putinha, quero levar tudo no meu cuzinho. Vem. Enfiei a cabeça e fui colocando bem devagar até que consegui enfiar tudo. Que cuzinho apertadinho, Ela gemia e gritava. Mete, mete tudo. Quero ser arrombada. Comecei um vai e vem frenético. Entrava tudo até o saco bate em sua bundinha. Quando meu cacete estava tudo dentro daquele cuzinho, olhei pro corninho que estava batendo uma punheta e disse “Você ainda DUVIDA da sua querida mulherzinha? “ Não duvido de mais nada. Então agora vou comer ela quando eu quiser. Tá certo? Se ela quiser pode comer, pois eu também adorei ela ficar toda arrombada. Não aguentando mais, gozei como louco em seu cuzinho. A porra escorria pela sua bundinha, e pedi pro corninho lamber tudo. Ela já exausta, ficou deitada sem se mexer. Ao me despedir disse a ele: Sabe você tem uma bundinha muito gostosa. Duvida que………..Ele sem deixar de completar a frase, falou. Não vou duvidar de mais nada. E acabamos caindo na risada. Pelo menos uma vez por mês fazemos a nossa festa. E aos sábados continuamos com nosso jogo e na hora do banho ele só fica olhando pra minha rola……… Amigos do conto erótico ; Nunca duvidem………..que pode acontecer……….            .    

Esposa viajou com o macho e o corno ficou em casa

Meu nome é Marcos,tenho 48 anos,1,68m,moreno claro,casado a 10 anos com Andreia,38A,morena clara,1,55m,45kg,seios medios,boca carnuda,enfim,um tesão de mulher para a idade.A algum tempo atrás,estavamos transando quando resolvi confessar para ela meu desejo de ser corno.Ela não entendeu e eu então expliquei que sentia tesão em imaginar ela sendo fodida na nossa cama,enquanto eu ficava assistindo e me masturbando.Cheguei a dizer que se fosse o Nivaldo ou o Geraldo,amigos meus,ou o Fabricio,um primo,eu ficaria muito feliz pois sonhava com um deles comendo ela. O tempo passou e um belo dia nós brigamos,tendo sido o motivo de estarmos hoje dormindo em quartos separados. Andreia para se distrair,se matriculou numa academis de dança de salão e , todos os sabados as 18:00 hrs , ia para as aulas. Lá ela conheceu o Silvio,um coroa de 52 anos,divorciado,grandão,peludo e grisalho.Silvio passou a ser seu companheiro de aula.Em casa era só Silvio para lá,Silvio para cá,Silvio isso,Silvio aquilo,etc.Comecei a achar que ela estava sentindo algo pelo cara pois,fisicamente , ele era do tipo que a atraia,principalmente por ser peludo. Um dia,apos lavar o quintal,entrei em casa e escutei ela no telefone conversando com a irmã.Na hora não liguei mas,ao passar no corredor,ouvi ela dizendo que tinha achado um cara maravilhoso , carinhoso,que fazia ela delirar.Riram as duas e minha esposa disse que ela,sua irmã, logo iria conhece-lo.Fiquei encucado com aquilo.Uma coisa é voce fantasiar na cama, outra completamente diferente é voce saber disso sem querer.Passei ,ora a me excitar imaginando,ora a me odiar pela ideia que tive. Num sabado fui ao shopping onde funciona a academia para pega-la de surpresa.Queria ir ao cinema e tentar,quem sabe,procurar sabero que estava acontecendo. Cheguei na academia e perguntei pela Andreia.Disseram que ela havia saido naquele instante e,se eu corresse,talvez a pegasse no estacionamento.Como sabia onde ela parava o carro,fui até lá.Já estava escuro quando sai e,ao chegar no carro da minha esposa,tive a impressão de ouvir sua voz vindo do carro ao lado.olhei e,para minha surpresa,Andreia estava aos beijos com Silvio no carro dele.Como o vidro estava um pouco arriado,dava para ouvir seus sussurros e gemidos aos ser beijada e tocada por aquele homem.Me escondi atrás do nosso carroa.Meu coração disparou,minha boca ficou seca.Não sabia se sentia ciumes ou tesão.Fiquei com o pau duro.Quando caiu a ficha,tornei a olhar para o carro e vi que Silvio , pelos movimentos de quadris que fazia,dava a imprssão de estar arriando o seu moleton.Eu não acreditei quando ele deitou o seu banco e Andreia caiu de boca naquele nervo enorme que saia do meio das suas coxas.Aquele pau era,no mínimo,o dobro do meu e bem mais grosso.Ver minha esposa lamber a cabeça,tentar abocanhar aquilo tudo,me deixou triste.Mais incredulo fiquei quando ouvi nitidamente ele dizer que iria gozar e,para minha surpresa,ela deixou que ele acabasse na sua boca,engolindo toda a porra que o macho acabara de expelir. Logo ela que nunca permitiu sequer que eu gozasse na sua boca.Eles se arruamra,eu me escondi e eles sairam.Dei um tempo e fui novamente na academia.Ela estava conversando com umas amigas e demonstrou surpresa ao me ver.Nem quis ir a cinema algum,voltamos para casa e continuamos a nossa vida de dormir em camas separadas.Fiquei imaginando aquele cara metendo na bocetinha dela,no seu cuzinho.Isso ora me deixava excitado , ora me deixava triste. Semana passada ela disse que iria ao Rio ver alguns familiares e que ficaria na casa da irmã que mora sozinha e é desquitada,apesar de ser mais nova. Ficaria 1 semana e voltaria no próximo sábado. Ao leva-la na rodoviaria , fui tomar um café enquanto esperava o onibus e.quem vejo de repente entrando na rodoviaria com uma sacola de roupas parecendo que ia viajar: O Silvio. Aguardei um pouco e logo depois ele voltou apressado e ficou num local que eu ,provavelmente não o veria.Ela falou para ele onde eu estava e,consequentemente,ele iria para o Rio com ela.Comecei a ficar excitado com a ideia de , enquanto eu trabalhasse durante a semana toda,minha esposa viajaria com o amante e,possivelmente,iria dormir com ele na casa da irmã pois,como já disse,a irmã já sabia do seu caso. Disfarcei ,voltei a plataforma e dei uma desculpa para ir embora logo.Dessa forma deixei o campo live para que eles embarcassem juntos no mesmo onibus rumo ao Rio.Hoje estou só em casa.Cuido dos cachorros e das minhas filhas.Pela manhã fico imaginando o Silvio metendo nela e ela pedindo para ele pegar papel para ela se limpar depois do gozo.Digo isso pois ela adora transar de manhã.Imagino aquele cara dormindo na casa da minha cunhada e com a minha esposa.Se bobear,ele come a cunhada tambem.Imagino o papo das duas.Minha cunhada deve estar se referindo a mim como corninho e rindo,coisa que ela sempre faz em situações semelhantes.Tenho me masturbado muito só em tentar imaginar como eles devem estar metendo.Acho que minha vocação para corno voltou novamente.Espero que um dia eu possa assistir eles transando na minha cama,enquanto eu me masturbo.Vou mudar a estratégia.Farei tudo o que ela quiser,desde que ela continue a me fazer de corno.O pazer é indescritivel.                                       

PEDIRAM E ACEITEI SER CORNO

Meu nome é Vander, Tenho 32 anos, sou casado com Adriana, uma linda morena de 27 anos, não temos filhos. Trabalho em uma Estatal aqui em Brasília e minha esposa também e servidora pública Federal. Temos um bom padrão de vida e ótimos relacionamentos aqui na Capital Federal.Minha esposa recebeu um convite de sua amiga Rejane para passarmos um final de semana, juntamente com seus familiares e amigos, em sua casa de campo, próximo da cidade de Pirenópolis/GO, 150 km de Brasília. Chegamos lá por volta de 14h de sábado. Fomos muito bem recebidos pela Rejane, a qual nos apresentou os demais convidados, Ronaldo seu marido e Carlos e Osvaldo amigos do marido dela, seus pais e outros adolescentes parentes dela. O marido da Rejane e seus familiares já era nossos conhecidos. Já o Carlos e o Osvaldo eram novidades. Ambos aparentavam seus 28 a 30 anos, ótimas aparências, muito educados e divertidos.Pirenópolis faz muito calor e resolvemos ir para a piscina nos refrescar. Colocamos nossos trajes de banho e fomos todos pra água. Modéstia parte, minha esposa é muito bonita e tem um corpinho escultural e percebi que o Carlos e o Osvaldo a observavam muito. Ficamos à beira da piscina batendo papo, bebendo cerveja, uísque e beliscando alguns petiscos. Carlos e Osvaldo puxavam assunto com minha esposa. Ela estava sentada e eles de pé em sua frente e eu, um pouco mais afastado fiquei observando e pude perceber que ambos eram sarados e o volume sob suas sungas, principalmente o do Osvaldo, indicava serem bem dotados e percebi que minha mulher vez em quando, disfarçadamente, fixava os olhos naqueles monumentos.O papo estava animado entre eles e resolvi não interromper e fiquei conversando com os pais da Rejane e os observando discretamente. Fiquei com ciúmes, mas também com tesão, pois sempre fantasiei outros machos transando com ela. Assim passamos a tarde e combinamos que á noite iríamos os seis para a cidade, que fica a menos de 15 km da fazenda, pois a noite lá era muito animada e tinha bons restaurantes. Resolvi ser o primeiro a me banhar e deixei todos na piscina. Logo em seguida a Rejane e minha esposa foram para o banho e Ronaldo ficou conversando com os seus dois amigos. Já de banho tomado voltei para a varanda e fiquei contemplando o anoitecer na fazenda enquanto os demais se banhavam para seguirmos para a cidade. Passados alguns minutos vi a Rejane e minha esposa vindo em direção à varanda e conversando baixinho. Fiquei curioso em saber o que elas falavam e me escondi atrás de umas plantas onde dava para ouvi-las sem que percebessem minha presença. Elas se aproximaram e o papo era o que eu estava imaginando. Rejane estava contando para minha esposa que seu marido falou pra ela que o Carlos e o Osvaldo estavam encantados com a beleza dela. Adriana então respondeu que também achou eles tesudos e comentou sobre o volume dos membros deles e disse que se estivesse desacompanhada não saberia se resistiria ao assédio deles. Rejane então respondeu à Adriana que se ela precisasse de ajuda que poderia contar com ela e logo em seguida voltaram para a sala. A conversa que ouvi me deixou confuso. Senti um misto de ciúmes, raiva e tesão. Meu pau estava duro como rocha e o coração disparado. Resolvi não comentar nada e ver no que iria dar. Afinal ela é de carne e osso. Eu também sinto tesão por mulheres gatas e não podia condenar os dois por achar minha mulher gostosa.Ficamos todos prontos para partirmos e Adriana estava divina, num vestidinho solto, tecido fino, batendo pouco abaixo de suas coxas, sandálias altas e sem sutiã. A Rejane não ficava atrás. Ela também era muito gostosa. Como a Rejane e Adriana queriam ir juntas, elas foram com o Ronaldo e eu Carlos e Osvaldo seguimos no meu carro. No caminho, fiquei a pensar se o Ronaldo também não estava disposto, assim com a Rejane, a ajudar minha mulher a transar com os dois. Minha imaginação estava a mil, ficava visualizando os dois comendo ela, nós seis numa orgia, os três comendo ela e a Rejane a ajudando, as duas se beijando na boca e nós quatro assistindo… Eu realmente estava muito excitado com a conversa que tinha ouvido delas na varanda da fazenda.Os dois eram pessoas agradáveis e muito simpáticas, e no percurso eles, por duas vezes, tocaram no assunto de que eu era um cara de sorte por ter uma mulher tão bonita e simpática. Confesso que ficava excitado com todos aqueles elogios e disfarçava.Na cidade fomos para um barzinho onde serviam ótima comida e começamos a beber e conversar. Minha esposa sentou-se ao meu lado e de frente para o Osvaldo. Conheço muito bem minha mulher e senti que ela estava muito excitada. Num dado momento o Ronaldo, marido da Rejane, me convidou para uma partida de sinuca num bar próximo. Gostávamos muito de jogar sinuca, mas aquele momento não era o mais propicio e inicialmente recusei. Mas devido à insistência dele e o incentivo das duas, percebi que nós dois não era para estar ali. Fomos e combinamos de nos encontrar mais tarde.Só estávamos nós dois jogando e meu pensamento era só no que estavam armando. Num dado momento o Ronaldo me chamou num canto e meio trêmulo, me confessou que tinha uma fantasia de ser corno e ver sua esposa sendo possuída por outros homens e me perguntou se eu tinha esse mesmo desejo. Fiquei calado por alguns instantes e perguntei a ele o que estava pretendendo com aquela conversa. Ele me olhou e me disse que era o que eu estava pensando. Então perguntei se ele estava querendo entregar a Rejane para o Osvaldo e o Carlos e ele me respondeu que sim e que minha esposa também queria dar pra eles, pois a Rejane tinha lhe contado e me convidou para ser corno junto com ele. Poderíamos assistir eles comendo elas no motel da cidade. Fiquei mudo e meu coração parecia o motor de um formula um, acelerado a dezessete mil batidas por minuto. Confessei a ele que também tinha essa fantasia, mas não tinha coragem de realizá-la. Ele então me confessou que a Adriana tinha dito à Rejane que tinha o desejo de dar pra outro com o marido assistindo e, como também temos essa fantasia, resolveram convidá-los para um fim de semana na fazenda. Fiquei indignado, mas o tesão que sentia com aquela conversa não me deixava esboçar uma reação agressiva. O Ronaldo então me disse que se eu não topasse não teria nenhum problema, pois eu poderia pegar a Adriana e ficar passeando pela cidade até eles realizarem suas fantasias com o Carlos e o Osvaldo e me alertou que a Adriana, com certeza iria ficar muito frustrada, pois ela tinha confessado para a Rejane que estava muito a fim de participar.O tesão que sentia era tanto que topei e perguntei como seria. Ele me disse que quando retornássemos ao bar onde elas estavam daria um sinal para a Rejane que eu tinha concordado e, a partir daí, O Carlos e o Osvaldo assumiriam nossos lugares e nos dois ficaríamos apenas assistindo eles namorando e, mais tarde, partiríamos todos para um motel. Poderíamos acompanhá-los, eu a Rejane e o Carlos numa suíte e você, Adriana e o Osvaldo em outra suíte. Minha boca secou, meu pau parecia que ia explodir e meu coração parecia querer sair pela boca o ouvindo falar tudo aquilo. Pagamos a conta e retornamos ao bar e lá chegando, fomos recebidos com alegria e Ronaldo então deu o sinal à Rejane que em seguida chamou a Adriana para o banheiro.Elas retornaram do banheiro e se sentaram ao lado de seus novos amantes, A Rejane com o Carlos e minha esposa com o Osvaldo. Percebi o quanto Adriana e Rejane estavam felizes, seus olhos brilhavam. Ficamos conversando como se nada estivesse acontecido e, lentamente o ambiente foi ficando mais descontraído e eles começaram a se acariciarem e logo estavam se beijando na boca. Eu e Ronaldo ficamos paralisados, olhando nossas esposas namorando na nossa frente, aquelas senas e a excitação tomou conta do ambiente. Que delícia ver o Osvaldo sarrando a Adriana. Ela estava tão excitada que os bicos de seus peitinhos estavam para furar o vestido fino que usava. Sua bucetinha devia estar toda encharcada naquele momento. Eu confesso que já e
stava ansioso para irmos todos para o motel. Num dado momento ela se levantou, veio até mim. Deu-me um beijo e disse-me que eu era o máximo, e retornou aos braços de seu amante.Por volta de meia-noite pagamos a conta e nos dirigimos para o motel. Eu, Adriana e o Osvaldo no meu carro e o Ronaldo, Carlos e Rejane no outro carro. No percurso, fiquei observando os dois no banco de trás no maior amasso e vi quando ele enfiou os dois dedos na bucetinha dela. Que loucura, quase gozei ali mesmo. Osvaldo entrou na suíte com minha esposa nos braços e logo a jogou na cama e a despiu, beijou e chupou seus peitinhos por um longo tempo e foi descendo a língua até sua bucetinha encharcada e começou a chupar com volúpia. Adriana, aos gritos foi tirando sua camisa e em seguida sua calça e quando baixou sua cueca, pulou pra fora o que já imaginava. Uma pica que a deixou de olhos arregalados. Não era muito comprida, mas grossa e cabeçuda. Ela o pegou e colocou na boca e, olhando pra mim, chupava com entusiasmo e pediu para que me aproximasse, abriu o zíper de minha calça, tirou meu pau pra fora e deu algumas chupadas, pediu para que me abaixasse e me deu um beijo na boca e pediu para eu chupar o pau do Osvaldo. Neguei, ela então me acariciou e, me chamando de amorzinho e corninho, insistiu, dizendo que eu tinha que experimentar aquele monumento. Obedeci e ela o pegou e colocou na minha boca. Dei umas três chupadas e o devolvi a ela. Adriana estava irreconhecível, trêmula e ofegante, pedindo para que eu olhasse sua mulherzinha sendo possuída por um pauzudo gostoso e pediu para eu pegar o cacetão dele e ajudá-lo a penetrá-la. Obedeci, peguei seu pica, o posicionei na sua entradinha e empurrei seu corpo contra o dela e fiquei olhando aquela pica grossa entrando na bucetinha de minha mulher. Ela gritava e, me chamando de corninho, pedia para chupar a buceta dela com o pau do Osvaldo dentro. Que delícia vendo aquele pau entrando e saindo bem na minha cara e eu a chupando. Depois que ele a penetrou ela começou a dizer coisas do tipo: Olha meu corninho sua esposa sendo fudida por um macho gostoso, ai…ui…tá gostoso demais…mete…mete muito…mostra pro meu corninho como se faz uma mulher gozar…ai…vai…vai…ha…ha…nossa…goza na minha buceta…goza vai…me enche de porra…olha meu corninho ele vai gozar na minha buceta e quero que você me chupe depois tá. Fala comigo meu corninho…fala vai…há…há…há…vou gozar de novo…ai…ai…ai…E assim ela ficou, gemendo e me dizendo que sempre teve vontade de me fazer corniho e se eu estava gostando. Estava para gozar e ela pediu para chupar minha pica e em seguida me mandou tirar o pau do Osvaldo da buceta dela e dar mais uma chupada e em seguida beijá-la. Obedeci e quando a beijei ela começou a gritar dizendo que era para o Osvaldo a penetrar novamente e em seguida teve seu segundo orgasmo junto com o Osvaldo que inundou sua bucetinha de porra. Ela então se libertou do Osvaldo e, me chamando de corninho, pediu para eu chupar sua buceta melada de porra do macho dela. Meu tesão era tanto que mandei ver e em seguida a penetrei e gozei, enchendo sua buceta de porra novamente. Caímos os três na cama exaustos. Amanhecemos o dia metendo de todas as formas, inclusive com uma DP. Eu a penetrei no cú e o Osvaldo na buceta.Voltamos todos para a fazenda e dormimos até duas horas da tarde. No domingo à noite, voltamos pra cidade e repetimos a dose, só que dessa vez eu fiquei com o Carlos e a Rejane numa suíte e o Ronaldo, minha esposa e o Osvaldo em outra. Foi uma aventura e tanto.

Corno

Bom fui casado por 16 anos acabei me separando e morando sozinho ate conhecer outra mulher e sempre tive a fantasia de ser corno mas minha nova esposa tinha uma cabeça mais fechada apesa de termos 40 anos mas aos pouco fomos coneversando sobre traição estas coisas.Um certo dia estavamos deitados olhando filme porno no celular aonde aparecia a esposa e o marido e o amigo entao falei pra ela viu e normal e ela me respondeu..nao sabia destas coisas.foi entao onde falei pra ela ..tenho vontade de ser corno..ela me olhou assustada ..falei e serio..dai paremos de conversar e partimos para aquele sexo gostoso e percebi que ela tinja gostado da ideia por ver que ela fazia um sexo diferente daquele dia.entao passou uns 3.4 dias voltamos a ver filme .foi onde ela me falo ..amor sabe aquilo que vc me falou…oque amor…a vontade de ser corno..ah sim lembro..então amor vamos fazer assim .vc tem vontade de ser corno nao e….sim amor .ela me fala faço esta fantasia pra vc mas tenho uma fantasia tb…qual amor..o mesmo homem que va me fuder na sua frente vai temque fuder vc amor..repo di oque amor..ela.sim vc temque ser a putinha dele tb..amor numca fiz isso..ela me respode munca fiz sexo com 2 homens tb rsrsrsrs..respondo vou pensar..e comecei a pesquisar sobre isso pois realmente numca tinha dado meu cuzinho rsrsrs..um certo dia falo com ela amor topo fazer a sua fantasia mas com o seguinte proposta..Fala amor..vamos arrumar um cara dotado ppis quero ter ver sendo bem socada…ela.amor tudo bem quero ver ele arrombar seu cuzinho tb rsrsrs…Entao foi hora de arrumar um cara dotado e que topasse comer nois dois..entrei na internet e logo achei um cara dotado 22cm por 6 de grossura.mostrei para minha esposa ela assustada me disse nossa amor que pauzao sim amor e este que vamos sair ..ela no começo fico assustada mas topo..logo marcamos com o cara somos ate ele em outra cidade perto da nossa e encontramos num estacionamento de um super conversamos sobre o assunto pois numca fizemos esta loucura.passados uns 40 minutos de conversa fomos ao motel minha esposa ja tinha tomado 4 latao de cerveja rsrs..chegando la tomamos um banho minha esposa foi tomar banho por ultimo enquanto isso eu e o outra cara conversando nisso abre a pprta do banheiro um silêncio..minha esposa sai toda sexy e com aquela cara de safada que eu numca tinha visto…minha esposa 1.65 bem gordinha e gostosa um bundao de tirar o fôlego..Neste momento eu e o cara se olhamos sem saber oque fazer rsrsrs pois ate entao ela era timida nestas coisas..Pois bem ela partiu para cima do cara direto falando nao era isso que vc queria meu corno..falei sim era bem isso com aquele ciume mas tb com um tremendo tesão. Entao ela foi tirando a cueca dele bem devagar e eu so de olha naquela pazao enorme e me babando pra chupar com ela quando ela tira a cueca dele sai pra fora aquele pauzao enorme e tao duro que parecia um ferro e eu so de olho..minha esposa demorando para chupar ele so alisando como se estivesse sem pressa so apreciando aquele belo puzao e eu ja estava com meu cuzinho piscando de tesao e todo babado,quando pela minha surpresa minha esposa me fala..vem aqui corno.fui ate ela,e ela me fala chupa este pauzao agora minha cadela eu me abaixei fiquei de joelho e comecei a chupar aquele belo pau e minha esposa me xingando de cadela de puta eu estava naquele tesao babando nele quando sinto minha esposa lambusando meu cuzinho e metendo os dedinhos dentro dk meu cu..Fica bem quetinho que vou abrir se cuzinho corno para ele meter gostoso aquele misto de medo e tesao ao mesmo tempo.Minha esposa manda o rapaz se deitar e eu sentar em cima daquele pauzao assustado falo..amor e muito grande..Ela me fala nao era isso que vc queria agora aguenta que depois sera monha vez de devorar este pauzao..Bom com meu cuzinho bem lubrificado pela esposa parto pra cima dele e começo a sentar devagarinho aquele cabeção começou a entrar devagar quanto mais entrava mais tesao e dor ao mesmo tempo mas o tesao era tanto que a dor ficou de lado quando escuto minha esposa falar soca de vez este pauzao neste corno e o cara sem dó enfiou tudo nossa fui a loucura com aquilo e minha esposa mostrando sua buceta escorrendo de tesao quanto aquele pauzao entrava e saia e eu gemendo e gritando de tesao nossa uma loucura mesmo depois de tanto comer meu cuzonho acabei gozando e o cara nem reação de gozar,finalmente deu aquela gozada meu pau tem 18cm mas nao muito grosso…Me recuperi daquele foda gostosa e falei para minha esposa agora e vc ela numca tinha ficado com um cara dotadao ela partiu pra cima e falando agora aguenta corno que ele vai me fuder como numca fui nossa que tesao meu pau ja começou a ficar duro denovo..Fique assistindo aquele pauzao arrombando a buceta da minha esposa ele gemendo alto e mandando ele fuder com vontade do jeito que o corno nao fode..Quando ecuta ela falar vem aqui corno fui logo ela mandava ele tirar o pauzao de dentro da buceta para mim chupar o pauzao todo meledo uma delicia..Fiz a mesma coisa que ela tinha feito antes enquanto ele fodia aquela buceta safada fui e comecei a chupar o cuzinho dela e quando ela percebei comecei a fuder o cu dela nesta hora ela estava recendo dois pau ela foi a loucura e nao demorp e gozou que fez squirt de tanto gozo..Sai de cima ja tinha aberto o cuzinho dela ma dei o cara arrombar o cuzinho dela ela prontamente ficou de 4..falei para ele soca com vontade desta cadela foi entao que ele soco e ela comecou a gritar dizendo..ta doendo devagar..eu falava para ele soca ..ela gemendo e gritando ta doendo..dai ela percebeu que nao iroa adiantar falar que estava doendo comecou a falar..come este cu para o corno ver como se come vai safado come o cu desta puta ..Deus uns 30 minutos o cara falou vou gozar foi ai de deitei do lado dela e falei goza em cima deste casal puta e corno nossa mal eu saberia que aquele pauzao teria tanto leite nós lambusou todinho…Nossa …Ficamos ali deitado por uns 15 minutos para se recuperar..levantamos tomamos um banho e coneversamos..Nossa foi o melhor sexo das nossas vidas ate hoje ……aindo quero iniciar ela na zoofelia com outro cara que tenha um cachorro grande e que possamos nois 4 fuder ela e eu o corno.somos do rio grande do sul…na regiao do vale do cai…

Minha vida de corno (parte 2)

(continuação do conto Minha Vida de Corno – Pate 1)(conto 315)…depois que saí da casa do Sr.Carlos, não sabia pra onde ir, nem o que fazer, então fui até a casa de um primo meu (Roberto) que sempre fomos grandes amigos e resolvi relatar o ocorrido.

MESMO MERECENDO NÃO ACEITO SER CORNO.

DE UNS TEMPOS PARA CÁ AS COISAS FORAM ESFRIANDO E FINGINDO NÃO VER ESSA INDIFERENÇA QUE IMPERAVA EM MEU CASAMENTO ME AFUNDEI NO SERVIÇO A PONTO DE CHEGAR A CASA E A ESPOSA JÁ ESTA DORMINDO E QUANDO ACORDAVA ELA JÁ HAVIA SAÍDO. DE REPENTE ELA COMEÇOU A ME DÁ MAIS ATENÇÃO DEIXANDO SEMPRE NO AR DUVIDAS PARECENDO ME CULPAR POR ALGO QUE NÃO SABIA O QUE ERA E POR TER O RABO SUJO FICAVA NA MINHA TENCIONANDO DESCOBRI ATÉ ONDE MINHA ESPOSA SABIA DE MINHAS AVENTURAS, POIS ASSIM PODERIA PREPARAR MINHA DEFESA. NUM DOMINGO DESMARQUEI COMPROMISSOS PARA PODER ACOMPANHÁ-LA NA FESTA DE SEUS PAIS ONDE TIVE MUITA DIFICULDADE EM SEGURAR MEU CIUMES AO VER MINHA ESPOSA FLERTANDO NA CARA DURA COM SEU PRIMO QUE PELO QUE SEI NAMOROU COM ELA NA JUVENTUDE E ELA SEMPRE FALOU DELE COM MUITO CARINHO SÓ NÃO FIZ BESTEIRA PORQUE DESCOBRI QUE DAVA MOLE PARA O PRIMO SOMENTE QUANDO ESTAVA EM MINHA PRESENÇA TANTO É QUE NUM MOMENTO QUE DE ESPREITA VI OS DOIS NO CORREDOR O PRIMO FOI PARA CIMA DELA PRENSANDO ELA NA PAREDE ALISANDO SEU CORPO TENTANDO A TODO CUSTO BEIJAR SUA BOCA E AMEAÇANDO GRITAR XINGANDO O DE TUDO O QUE ERA NOME ELE A LARGOU E DANDO DE CARA COMIGO FICOU SEM GRAÇA TENTANDO AGIR NORMALMENTE POREM CONHECENDO DEMAIS MINHA ESPOSA SEI O QUANTO AQUILO MEXEU COM ELA E QUERENDO TIRAR A PROVA FINGI ALGUÉM ESTA ME LIGANDO E ATENDENDO DEIXEI ELA CURIOSA COM O DRAMA QUE FIZ FALANDO QUE NÃO PODERIA ATENDER E ASSIM QUE DESLIGUEI ME VENDO PREOCUPADO ELA VEIO FALAR COMIGO ME INCENTIVANDO A IR SOCORRER UMA DE NOSSAS ASSOCIADAS EM CAMPINAS POREM QUANDO SE OFERECEU PARA IR JUNTO DISSE QUE NÃO IA COM ELA CONCORDANDO ENTÃO QUE FOSSE E NOS DESPEDIMOS COM ELA ME DANDO UM BEIJO COMO Há TEMPOS NÃO ME BEIJAVA DEIXANDO ME SENTI TODA SUA ESSÊNCIA E DE PICA DURA NEM EU MESMO ACREDITANDO NA BESTEIRA QUE ESTAVA FAZENDO PROMETI LIGAR A NOITE EM CASA PARA SABER SE ESTAVA TUDO BEM E SAINDO DALI PAREI NO BAR DE UM AMIGO TOMEI UMAS E FUI PARA CASA DEIXANDO O CARRO NA QUADRA DE BAIXO E ME ESCONDENDO NO SÓTÃO DE ONDE TEM SE PLENA VISÃO DA SALA E MEZANINO FIQUEI NA MINHA IMAGINANDO O QUE MINHA ESPOSA ESTAVA FAZENDO NAQUELA HORA UMA VEZ QUE VI O PRIMO OURIÇADO AO SABER QUE ESTAVA INDO EMBORA. ESTAVA QUASE MORRENDO DE ANSIEDADE QUANDO LIGUEI PARA MINHA ESPOSA NO CAIR DA NOITE COM ELA ME AVISANDO QUE ESTAVA TUDO BEM E QUE ESTAVA CHEGANDO EM CASA DE UBER E OLHANDO PELA JANELA VI O CARRO DO PRIMO PARANDO EM FRENTE DE CASA E QUANDO PENSAVA EM CHEGAR MAIS PERTO PARA VER O QUE ESTAVA ACONTECENDO MINHA ESPOSA DESCEU APAVORADA DO CARRO ARRUMANDO OS CABELOS E AJEITANDO O VESTIDO E JÁ NO PORTÃO FOI ALCANÇADA PELO PRIMO QUE GRUDANDO ELA POR TRÁS BEIJAVA SUA NUCA ALISANDO SEUS SEIOS E TENTAVA A TODO CUSTO LEVANTAR SEU VESTIDO E DE TANTO INSISTI ELA VIROU PARA ELE FICANDO NA PONTA DOS PÉS PARA SE ENTREGAR AQUELE BEIJO SEM IMPORTAR COM SEU VESTIDO NA CINTURA NA FRENTE DE NOSSA CASA CORRENDO O RISCO DOS VIZINHOS VEREM COM ELE NÃO SABENDO SE ALISAVA BUNDA DA VADIA FAZENDO A CALCINHA ENTERRAR MAIS OU ALISAVA A XOXOTA COM ELA ENVOLVENDO ELE MAIS NO ABRAÇO LARGANDO A BOCA DELE PARA GEMER DESPUDORADAMENTE POREM QUANDO ELE ABAIXOU SUA CALCINHA DEIXANDO A NO MEIO DA BUNDA SEGURANDO A MÃO DO PRIMO LEVOU O PARA DENTRO E PRENSANDO ELA NA PORTA SE BEIJAREM QUASE RASGANDO AS ROUPAS LAMBENDO SEU QUEIXO E PESCOÇO VOLTANDO VEZ OU OUTRA PARA A BOCA E ENQUANTO ALISAVA OS SEIOS DE MINHA AMADA QUE SE RETORCIA DE PRAZER O PRIMO DEIXAVA ELA CADA VEZ MAIS LOUCA E ENTREGUE MAMANDO ALTERNADAMENTE EM SEUS SEIOS E MORTO DE CIUMES E TRISTE PORQUE A TEMPOS NÃO PEGAVA MINHA AMADA DE JEITO GASTANDO MINHAS ENERGIAS COM AS VADIAS DA RUA E COM A PICA EM RISTE PARECENDO ALHEIO A TUDO VOLTEI A MIM COM OS GEMIDOS ESCANDALOSOS DE MINHA ESPOSA E COM A PICA NA MÃO ALISAVA DE LEVE PORQUE NÃO QUERIA GOZAR NA PUNHETA VENDO O PRIMO PARECENDO QUERER ENGOLIR A XOXOTA DA PRIMA QUE DEITADA NO SOFÁ COM AS PERNAS NO OMBRO DO PRIMO E JURO QUE MORRI QUANDO ELE AJEITOU EM CIMA DELA E METEU EM UMA SÓ ESTOCADA COM ELA GEMENDO COMO VADIA REBOLANDO NA PICA DO PRIMO QUE AJEITANDO MINHA ESPOSA DE QUATRO NO SOFÁ METEU COM GOSTO EM SUA BOCETA DANDO PARA OUVI O BARULHO MOLHADO DAS ESTOCADAS MESMO COM O ESCÂNDALO QUE A VADIA FAZIA E QUANDO O PRIMO FEZ MENÇÃO DE TIRAR DELA GEMENDO ALTO ELA JOGOU O CORPO PARA CIMA DELE NÃO DEIXANDO O FUGIR GOZANDO COMO DOIS APAIXONADOS E AINDA ARFANDO REBOLANDO EM CIMA DA PICA DO PRIMO COM SUAS MÃOS ENCIMA DAS DO PRIMO EM SEUS SEIOS QUASE INFARTOU A ME VER OLHANDO PARA ELA E PONDO O PRIMO PARA CORRER DALI NÃO QUERENDO DAR TEMPO NEM PARA COLOCAR AS ROUPAS SÓ ENTENDEU A ATITUDE DA PRIMA QUANDO TAMBÉM ME VIU E MAIS QUE DEPRESSA SUMIU DALI COM MINHA ESPOSA CORRENDO PARA O QUARTO.O DIA AMANHECIA QUANDO MINHA ESPOSA VEIO SEM JEITO SENTAR A MINHA FRENTE PARECENDO ESTAR COM VERGONHA DE MOSTRAR SEU CORPO E ME ENCARAR E ME VENDO ALHEIO A TUDO CURTINDO MEU UÍSQUE CHOROU ESBRAVEJOU PEDIU PERDÃO ME CULPANDO POR TER ME TRAÍDO E NÃO DANDO OUVIDO FUI PARA O QUARTO DE HOSPEDES TRANCANDO A PORTA DORMINDO COMO A TEMPOS NÃO DORMIA DEPOIS DE CHORAR MUITO TENTANDO LEMBRAR QUANDO MINHA FALHA PARA MERECER TUDO AQUILO. ACORDEI COM MINHA SOGRA AO TELEFONE ME CHAMANDO PARA ALMOÇAR E CONVERSAR E DECIDIDO A MANDAR A FILHA EMBORA ENCONTREI ELAS NA MESA COM MINHA ESPOSA NÃO CONSEGUINDO ME ENCARAR SÓ FALANDO COMIGO PARA ME CULPAR E POR RESPEITO A MINHA SOGRA NÃO METI A MÃO NA CARA DA FILHA QUE INSISTIA EM AFIRMAR QUE ME TRAIU PORQUE TRAI ELA PRIMEIRO E MINHA SOGRA APERTANDO A FILHA ELA ACABOU CONTANDO QUE O PRIMO CONTOU EM DETALHES MINHA TRANSA COM MARILDA UMA EX MINHA AFIRMANDO QUE FOI NA CASA DE UM AMIGO E PARA TERMINAR O BLÁ BLÁ BLÁ FALEI QUE PEGASSE SUAS COISAS E ACOMPANHASSE A MÃE AO SAIR E DESPEDINDO DE MINHA SOGRA FUI PARA O BAR BEBER COM OS AMIGOS ONDE ENCONTREI QUE SE PRONTIFICOU A ME SERVIR A NOITE TODA E DESDE ENTÃO NUNCA MAIS TIVE NOTICIAS DE MINHA EX ESPOSA ATÉ DIAS DESSES TENDO QUE TROCAR AS CHAVES E SISTEMA DE ALARME DE CASA MUDAR NUMERO DO TELEFONE E PROIBIR SUA ENTRADA EM MINHA EMPRESA PORQUE ARREPENDIDA DEPOIS QUE DESCOBRIU SER ARMAÇÃO DO PRIMO QUE SÓ QUERIA CATAR ELA VIVE ME ATORMENTANDO PARA VOLTAR. MESMO AMANDO DEMAIS MINHA ESPOSA NÃO QUERO PENSAR NISSO AGORA PORQUE COMO SOU MUITO FILHO DA PUTA MARQUEI PARA SAIR COM A ESPOSA DO PRIMO PARA DAR O TROCO NELE POREM ISSO CONTO DEPOIS.

CORNO DEPOIS DA FESTA

Tenho 26 anos e Beth, minha esposa 21. Eu estava casado há poucos meses com Beth, quando um colega de trabalho, o Beto, nos convidou para uma festa de aniversário em seu apartamento. Apesar de não conhecermos nenhum dos convidados da festa, nós tivemos uma noite maravilhosa na casa do Beto. Minha esposa Beth estava maravilhosa e dançou muito com quase todos os convidados da festa. Ela vestia uma minissaia que chamava a atenção de todos os caras da festa.Eu estava orgulhoso do sucesso que minha esposa fazia na festa, sendo o centro das atenções. Ela estava bem descontraída e achei que, pelo fato de ela ser fraca para bebidas, e ter abusado um pouco da cerveja, ela não iria aguentar muito tempo acordada. O fato dela ter dançado a noite toda também acabou contribuindo para que ela, antes mesmo do fim da festa, se deitasse num sofá da sala e dormisse ali mesmo. Eu continuei curtindo a festa, conversando, fazendo novos amigos e até dando umas paqueradas enquanto ela cochilava no sofá.Em certo momento quase todos já haviam ido embora exceto nós, o Beto e um amigo do Beto, o Jorge. Eu estava largado em uma poltrona num canto da sala e então o Beto veio da cozinha com mais algumas latas de cerveja, falando que tínhamos que acabar o estoque e que ele não queria ver cerveja sobrando. Embora já estivesse quase completamente bêbado, eu acabei aceitando para não ser indelicado com o meu anfitrião.Beto assim que chegou procurou algum lugar para sentar, e como eu estava numa poltrona, e o Jorge em outra na mesma sala, ele acabou erguendo as pernas da Beth para sentar no sofá maior e depois colocou-as de volta em cima das suas coxas.Eu então disse: ‘Está tarde. É melhor a gente ir pra casa.’Beto respondeu: ‘Eu acho que do jeito que você tá chapado é melhor você ficar por aqui até passar o fogo e depois vocês podem ir amanhã cedo. A Beth tá apagadinha aqui, se você topar dormir aí nessa poltrona, a Beth dorme aqui no sofá grande, não tem problema, pois ainda tem os dois quartos pra eu e o Jorge! Pode ser? Perguntei!Claro, sem problemas, respondeu Beto!‘Tudo bem…eu acho que você tá certo. Vou dar um tempo aqui. Valeu!’Como eu sabia que não teria que dirigir, continuei bebendo com os colegas e papeando.O Beto e o Jorge continuaram conversando e trocando figurinhas sobre ex-namoradas. Eu podia ver que o Beto, além de ficar olhando as pernas da minha amada, começou a fazer uma massagem de leve no pezinho da Beth enquanto falava com o Jorge. Fingi que estava apagado devido ao excesso de bebida e, cada vez que eu dava uma olhadinha disfarçada, eu via o Beto sendo mais ousado nos carinhos.Primeiro massageando os tornozelos da Beth depois passando a mão na batata da perna. Neste ponto eu já não sabia mais se eu continuava a fingir que estava apagado ou dava sinal de vida para interromper aquelas ousadias com minha esposa. Eu comecei a perceber que Beto estava de fato com segundas intenções. Meu pau começou a ficar duro, pois eu estava vendo uma cena que eu já havia desejado algumas vezes nas minhas fantasias.Decidi continuar a fingir que estava apagado para saber até aonde esta história iria chegar. Fiquei com meus olhos semiabertos e, como a luz era pouca, os dois achavam que eu já estava em sono profundo. Não fosse o imenso tesão que tomava conta de mim naquele momento, eu colocaria um ponto final naquela história, pegaria a Beth e sairia xingando o Beto. Mas no estado que eu estava, aquela cena era muito excitante e estimulante para mim.Eu nunca tinha traído a Beth e acho que ela também nunca me traiu. Nem mesmo tínhamos tido alguma relação com outros parceiros além de nós no casamento. Nós éramos recém-casados e ainda cheios de amor. Mas sempre tinha a fantasia de ver ela transando com outros caras.Eu, cuidadosamente, me ajeitei melhor na poltrona, colocando a minha cabeça para trás e ficando numa posição mais confortável e de melhor visão, sem que eles percebessem. Desta forma poderia observar tudo o que acontecia com os meus olhos semiabertos sem dar bandeira. ‘Parece que a Beth é fraca pra beber…’, eu escutei o Jorge falando para o Beto. ‘Eu taquei cerveja nela a noite toda respondeu Beto.’‘E ela aceitou?’‘Claro…aliás a Beth é um tesão, hem.? Pena que ela acabou de casar. Que desperdício.’‘É… eu fiquei dançando com ela a noite todo. Nossa que tesão. Eu segurei ela pela cintura e fiquei só passando a mão nela. Ela é muito gostosa.’‘Eu só não dei em cima dela porque o marido dela estava por perto. Aí eu fiquei só bebendo com ela e por causa disso ela ficou assim, nesse fogo…risos’Enquanto eles conversavam eu percebi que o Beto já passava a mão nas coxas da minha esposa, chegando perto da calcinha dela e por baixo da minissaia. O Jorge, vendo aquilo, se aproximou e se ajoelhou ao lado dela. Ele estava entre a Beth e a minha visão, mas eu podia perceber que ele, neste momento, abria a blusa da minha esposa.‘Caraca…que peitinho tesudo tem a Beth!’. Jorge sussurrava para o Beto logo depois de ter aberto a blusa da Beth. ‘Que tesão… durinho… uma delícia…’, replicou o Beto enquanto levantava a minissaia da Beth. Eu podia ver sua mão deslizando por cima da calcinha da Beth. Ele foi puxando a calcinha dela até que apenas uma fina faixa de pano permaneceu entre os dois lábios da bocetinha delicada e depilada de minha esposa.‘Olha só isso cara…que bucetinha linda…que tesão de mulher…será que ela é safadinha’. Enquanto o Beto falava isso, com uma mão ele ia esfregando a calcinha dela contra a xaninha e com a outra ele liberava o seu caralho completamente duro para fora da calça. O Jorge se debruçou nos seio da Beth e passava a língua nos mamilos. Eu conseguia ouvira até os pequenos chupões que ele dava nos bicos dos peitinhos da Beth.Beto se levantou e, aproveitando que Jorge se ocupava chupando o seio da Beth, tirou toda a sua roupa. Seu pau duro balançava no ar com seus movimentos e parecia bem maior, mais grosso e cabeçudo que o meu.Ele voltou ao sofá, arrastou a Beth um pouco para o lado, abril suas pernas e se posicionou entre elas e começou a chupar a bucetinha da minha esposa e a enfiar o dedo, primeiro um e em seguida dois dedos juntos e comentou com o Jorge que ela estava molhadinha e em-seguida, pôs os pés da Beth em sua cintura, inclinou-se para baixo e foi deslizando seu pau enorme e cabeçudo para dentro da bucetinha da minha amada esposa. Nesse momento, conhecendo a Beth como conheço, percebi que ela estava acordada e curtindo aquela situação, caso contrário, sua bucetinha não estria tão lubrificada a ponto do enorme pau do beto escorregar pra dentro dela daquele jeito. Vendo aquela cena e sabendo que a Beth estava fingindo dormir e aceitando tudo numa boa, fiquei completamente transtornado de tesão. Meu pau doía de tão duro que estava.O Jorge se ajeitou novamente para chupar os seios da minha esposa. Ele chupava com vontade e batia uma punheta enquanto o Beto continuava metendo sua rola na bucetinha da minha esposa. Jorge foi se ajeitando até ficar com o pau na cara de Beth e não parava de chupar ela enquanto esfregava sua pica na boca e no rostinho da minha amada esposa.Neste momento eu percebi que o Beto gozava dentro da minha esposa e também gemia muito sussurrando como ela é gostosa. Mal o Beto tirou sua pica o Jorge tomou seu lugar e começou a foder a minha esposa de uma forma mais ritmada e firme que o Beto. O Jorge além de bombar a pica na boceta da minha esposa ainda acariciava ela, passando a mão por seu corpo e curtindo cada pedacinho daquela pele macia e jovem. Beth, que fingia estar num sono profundo, começou a fazer expressões de tesão enquanto era fodida pelo Jorge e chegava mesmos a dar alguns gemidos baixos. Ela começa a responder à foda fazendo alguns movimentos espasmódicos que eram ditados pela cadência do Jorge.Não demorou muito e Beth parou de fingir que estava adormecida e passou a agarrar o Jorge pelas costas e anunciou que estava tendo um orgasmo e pelo jeito aquele foi um dos bons. O Jorge acompa
nhou ela e também descarregou toda a sua porra dentro da bocetinha recém-fodida pelo Beto. Parecia que com aquilo a Beth teve um outro orgasmo logo em seguida e desta vez gemia muito mais alto e falava palavra ininteligíveis. Jorge tapou a boca de minha esposa e pediu para tomar cuidado para não acordar a vizinhança e em seguida a beijou na boca.Após se refazerem, os dois deixaram a sala e foram para os seus quartos dormir e Beth foi para o banheiro e em seguida à cozinha, tomou água e voltou para o sofá, sempre com o cuidado de não me acordar e em poucos minutos caio no sono. Fiquei a noite toda sem conseguir dormir, bati duas punhentas antes de amanhecer o dia. Beth acordou bem cedinho e sentou-se ao meu lado. Fiquei esperando pra ver se ela me falava alguma coisa mas até hoje, nem uma palavra sobre a trepada com o Beto e seu amigo.No Trabalho o Beto também nunca tocou no assunto e não dá a menor demonstração de que ele e seu amigo comeram minha esposa. Continuamos amigos e meu relacionamento com a Beth está cada dia melhor. Preferi não falar nada e deixar que eles pesem que não sei de nada. Optei por ser corno enganado. Minha dúvida e se minha amada esposa continua dando para os dois. Será?

Virei corno sem perceber

Olá! Me chamo Rafael, tenho 28 anos, e a história que vou contar agora aconteceu há 3 anos atrás, na época em que namorava a minha atual esposa fazia uns 8 meses. A Evelyn sempre foi muito linda, morena de olhos verdes, com um corpo de dar inveja a muita novinha de 15. Na época, ela tinha 23 anos, com bunda e peitos fartos, além de umas coxas grossas muito gostosas.Quando nos conhecemos, ela já tinha se relacionado com vários caras, e tinha uma vida sexual muito ativa. Adorava sair pra balada com vestidos apertados, curtíssimos, muitas vezes sem calcinha. E eu a conheci justamente numa ocasião dessas. Um primo meu tinha me levado pra curtir uma noite dessas, quando vi a Evelyn dançando na pista. Foi amor à primeira vista, além de um corpo escultural, ela era muito linda. Conversamos bastante, e eu não acreditava que ela tinha se interessado em mim.Passou um tempo, e começamos a namorar. Mesmo estando comigo, ela continuava a mesma mulher de antes. Saía de microssaia, com shortinhos mostrando a poupa da bunda, topzinhos curtos e super decotados. Eu não me importava. Gostava que ela atraísse a atenção de outros machos, isso até me excitava, fazia eu me sentir fodão, tipo, “podem até olhar, mas ela é só minha!” E a Evelyn, percebendo que eu não tinha problemas com isso, se aproveitava para andar o mais puta que podia. Nunca teve um namorado que havia deixado ela andar do jeito que gostava, e que ainda incentivasse isso.Quando completamos seis meses de namoro, eu a convidei para morar comigo. Eu a amava muito, queria me casar com ela, quem sabe ter filhos. As coisas deram muito certo, estava amando morar com a Evelyn. O problema era que, na época, eu estava trabalhando num callcenter, e o meu cargo me fazia sair de casa às 10 da manhã, e eu chegava de volta só às 22h. Então, quando eu chegava, estava super cansado, e na maioria das vezes não tinha a menor vontade de transar. Acontece que ela era muito fogosa. Como eu tinha dito, antes de namorarmos, ela tinha uma vida sexual muito ativa, chegava a transar três vezes por dia, mas eu não tinha esse pique todo, e acabava deixando ela na mão.Os tempo passou, e ela começou a ficar chateada com isso. Dizia que eu não a amava, que eu não a satisfazia, que estava carente e que não aguentava mais. Eu tentava contornar, dizendo que trabalhava para dar uma vida melhor a ela, que a amava sim, e que o amor era muito mais do que só sexo, e ela começou a dizer que, se eu não queria comê-la, ela encontraria alguém que quisesse. Eu sempre ria quando ela falava isso, porque sabia que ela só estava me provocando, ela sabia que eu gostava de saber que os machos a cobiçavam. Nessa noite, transamos bem gostoso e fomos dormir com ela falando sobre isso, que se a nossa vida sexual continuasse parada daquele jeito, uma hora ou outra ela ia me colocar chifres, e eu nem ia perceber.Quando estávamos com oito meses, ela me chamou para irmos num clube de rock que tem aqui na cidade. Segundo ela, um carinha da faculdade dela tinha chamado uns amigos para curtir a noite, e ela queria muito sair para beber.— Já que você não me come, pelo menos me leva pra beber – ela disse, toda manhosa.Naquela noite, saí do trabalho lá pelas 21h, e como tínhamos marcado de nos encontrar na frente do clube, fui direto para lá. Quando cheguei, logo a encontrei na fila. Estava com um microvestido preto, tão decotado que os peitos quase pulavam para fora, e tão curto que quase dava pra ver a bunda dela inteira. Como sempre fazia nesse tipo de festa, estava sem calcinha, e só de vê-la assim na fila, já comecei a ficar de pau duro. Percebi que não estava sozinha, tinha vários caras ao redor dela, provavelmente amigos da faculdade.Um dos caras estava particularmente perto, pareciam estar conversando bem juntinhos. Resolvi me aproximar e cumprimentei os dois. Assim que cheguei, eles se afastaram, e pensei ter visto a Evelyn esfregando a calça do sujeito na altura da rola. “Deve ter sido só impressão”, pensei, e apertei a mão dele. Ele se apresentou como Ricardo, amigo de faculdade da Evelyn, e por um momento percebi que a mão dele estava meio melecada, cheirando a buceta. Não questionei, apenas dei um oi, e me virei para ficar com a minha amada.Quando entramos no clube, o grupinho da faculdade já foi pegando uma mesa para sentar, e antes que eu pudesse ir junto com a Evelyn, ela me pediu para comprar umas bebidas pra gente. Tudo bem, dei um beijo nela, e saí para enfrentar a fila do bar do clube, que era enorme e ficava bem no fundão do lugar. Devo ter esperado uns vinte minutos na fila, e quando finalmente voltei na mesa, vi que Evelyn estava sentada do lado de Ricardo e de um outro amigo da faculdade, Tiago. Estava no meio deles, com a cabeça no ombro de Ricardo, e um braço no colo de cada um, rindo enquanto parecia… acariciá-los por baixo da mesa.Percebi que Tiago e Ricardo estavam olhando para o decote de Evelyn, e imaginei que ela estivesse fazendo aquilo para me provocar, então me aproximei. Só tinha lugar para mim do outro lado da mesa, então sentei de frente para Evelyn, que se ajeitou na mesa, saindo do ombro de Ricardo, mas mantendo as mãos no colo dos dois. Eu não percebi na hora, mas o cheiro de buceta na área da mesa estava muito forte.— Já voltou, amor? – ela perguntou, dando risadinhas. Tiago e Ricardo também deram uma risada.— Já, e trouxe as bebidas.Ela pegou o copo e virou tudo de uma vez. Ficou um pouco tonta, mas logo se voltou para mim.— Poxa, será que você pode trazer mais?Como um bom marido que sou, deixei ela voltar a… conversar com os amigos da faculdade e fui pra fila do bar novamente. Quando voltei, coisa de meia hora depois, vi que a mesa estava quase vazia. O pessoal tinha levantado para dançar, e vi Evelyn na pista. Estava tocando funk, e ela rebolava junto com Tiago e Ricardo. Quando descia até o chão, o vestido já curto dela subia, e quando ela se abaixava para rebolar, eu podia ver a bucetinha molhada dela de relance. Percebi que, enquanto rebolava, esfregava a buceta bem perto dos paus de Tiago e Ricardo, bem provocativa mesmo, e quando começava a dançar mais perto, sempre passava a mão na calça deles.Quando os três voltaram para a mesa, vi que Tiago e Ricardo estavam muito duros, e Evelyn muito bêbada. Já era tarde, e vários dos amigos da faculdade já estavam indo embora. De repente, ela me perguntou:— Amor, o Tiago e o Ricardo podem dormir lá em casa? Eles tão bêbados demais pra ir embora de carro.Olhei para eles, e nenhum dos dois parecia bêbado. Mas tudo bem, eu disse que sim, mas lembrei a ela que precisaria dormir assim que chegasse, porque no dia seguinte acordaria cedo para trabalhar. Ela deu uma risadinha, concordando, e fomos todos para casa no meu carro. Obviamente, Evelyn quis ir no banco de trás para não deixar os rapazes sozinhos. Talvez estivesse imaginando coisas, mas pensei tê-la ouvido gemer baixinho durante o caminho, fora o cheiro de buceta que começou a empestear o carro.Quando chegamos, peguei um colchão de solteiro reserva que tinha guardado para visitar, e coloquei na frente da nossa cama de casal. Sugeri que os dois teriam que se apertar ali no colchão, enquanto eu e a Evelyn dormiríamos na nossa cama.— Poxa, amor, vai deixar eles apertados ali no chão? Sacanagem fazer isso com os meus amigos.— Bom, podemos deixar um deles ali, e o outro se aperta com a gente na cama de casal. Acho que cabe três pessoas aqui em cima.Ela fez uma careta.— Amor, seja um bom anfitrião, não deixa eles dormirem no chão. Deixa eles ficarem na nossa cama que eu tomo conta, por favoooor. – ela fez uma carinha de pidona e me deu um beijo.Eu analisei bem o pedido dela, olhei para a cama no chão e suspirei.— Tudo bem, mas só dessa vez!Ela deu uma risadinha, me agradeceu, e me deu mais um beijo. Deitei no colchão duro que estava no chão, enquanto ela se ajeitava na nossa cama. Deitou no meio dos dois, claro. Naquela noite, eu não dormi muito bem. Os três fizeram muito barulho de noite. Acho que estavam apertados, porque não paravam de s
e mexer na cama, que balançou a noite toda, fora que a Evelyn não parava de gemer e reclamar. Acho que no fim, foi melhor mesmo eu ter dormido no colchão, senão não teria acordado bem para ir trabalhar no dia seguinte.Quando acordei no dia seguinte, a Evelyn ainda tava dormindo do lado dos outros dois. Não a acordei, ela ficava tão linda quando estava dormindo. Saí para trabalhar e só voltei de noite. Ela estava toda alegre e parecia ainda mais bonita que o normal. Me disse que, depois que acordou…. conversou um pouco com os amigos, e eles foram embora só mais tarde.Eu não sabia na época que já era corno, apesar de ter ficado com a pulga atrás da orelha, mas foi assim que eu virei corno sem nem perceber.

A Pizzaria – Fase 3 – Capítulo 17

A PIZZARIA – FASE 3 – CAPÍTULO 17Atenção:Atendendo aos pedidos, esse é o décimo sétimo capítulo da Fase 3, da série “A PIZZARIA”. Antes de prosseguir com a leitura, leia, neste mesmo site, a fase 1 da série original (A PIZZARIA), do mesmo autor.A “Fase 3 ” apresenta o total de 20 capítulos mais longos e será postado, semanalmente, nesse site, um ou dois, até o final.Caso alguém se interesse em receber os 20 capítulos de uma vez, os mesmos serão enviados em arquivo único PDF, com 245 páginas, aproximadamente, através de e-mail, mediante o pagamento de R$10, 00 (dez reais) em depósito bancário no Banco do Brasil, Bradesco ou CEF (Lotéricas) sem a necessidade de identificação do depositante e/ou do envio do comprovante do depósito. Basta fazer o pedido através do e-mail do autor.O valor é justo e é uma forma de ajudar a manter a continuação da série.Obrigado.A PIZZARIA – FASE 3CAPÍTULO 17Entendi que a Denise, finalmente iria topar atender aos meus anseios, mas, como eu já houvera dito antes, também havia a sua exigência como contrapartida:Daí ela foi me dizendo:—Olha, Edu. Você sabe que eu nunca menti pra você.—Claro, Denise. Eu sempre confiei em você.—Mas porque você tá me falando isso Denise?Então, ela confessou:—Eu conheci uma pessoa Edu!—Conheceu onde Denise?—No meu trabalho.—E quando foi isso?—Já tem umas três semanas, Edu.—Mas ficamos uma semana apenas conversando até acontecer.—“Acontecer” Denise?—Sim Edu. É isso mesmo que você pensou!Já sabendo do que se tratava, lhe questionei:—Mas é pessoa daqui da nossa cidade Denise? Você endoidou?Ela explicou:—Ele não é daqui Edu. Quando nos conhecemos ele vinha de cidade vizinha até o hospital, visitar a mãe que foi operada.—Mas ela ficou internada só uns oito dias e depois teve alta.—E foi durante esses dias que fomos conversando.Fingindo-me de desentendido, eu lhe perguntei:—E o que tem a ver esse cara com o fato de você topar dar pro noivo da Leila, Denise?—Ele gostou de mim, e eu sinto tesão por ele Edu.—Hummm.—E ele te cantou logo, amor?—Logo não. Depois que a mãe dele saiu do hospital ainda ficamos mais uma semana apenas conversando, sem fazermos nada íntimo.—E ele sempre me dizia que eu fico linda toda de branco!E antes que eu lhe observasse provável entrave, ela foi se justificando:—Mas eu não queria mais sair com pessoa que tivesse conhecido no hospital, amor.—Pra não acontecer de novo toda aquela confusão.Eu concordei:—Claro nem pensar.E observei lhe: —Mas agora você já o conheceu lá. —E alguém mais sabe de vocês, Denise?—Só a Valdete que sabe amor.—E quem é a Valdete, Denise?—Ora Edu. Ela também é enfermeira, e trabalha junto comigo.—Ela é casada com o Marcinho, aquele que trabalha na ambulância do SUS, amor.—Você endoidou Denise? E se ela conta isso pro marido dela? Estamos fodidos!—Ela nunca vai contar Edu! Ela também fica com um médico de fora que vem aqui toda semana.—E eu sei do caso deles e daí uma de nós ajuda a outra, entendeu?—Quando eu saio rapidinho com o Gustavo (novo amante) ela fica no meu lugar e segura a minha barra com a enfermeira chefe.—E quando é a vez de ela sair com o médico, eu faço o mesmo pra ela, entendeu?Em seguida, curioso lhe perguntei:—E em que lugar você está se encontrando com o seu amigo Denise?—Ora, Edu. Lógico que na nossa casa! Não iríamos no motel né? Nem daria tempo!—Caralho Denise! Você trouxe macho estranho pra dentro da nossa casa de novo?—Não percebe que se algum vizinho ver homem entrar aqui irá desconfiar?—Não tem perigo de alguém ver não Edu. Ele para o carro na outra rua e vem a pé com cuidado.—Nós transamos rapidinho, amor!—Puta que pariu! Pensei comigo.—Não bastasse a minha mulher ser uma biscate, agora arranja uma colega do trabalho que pelo visto é pior do que ela.—Depois falam que os homens têm fetiche em comer enfermeiras, e vão dizer que é preconceito.—Ruim mesmo fora eu saber que a Denise deveria estar dando escondida há mais de duas semanas. Então, eu lhe questionei:—E porque você não me falou sobre isso desde o começo, Denise? Precisava fazer na surdina, safada?—Porque o conheci no hospital amor. Deu confusão aquela vez, lembra?—Você já havia me falado pra eu não mexer com ninguém de lá, e eu fiquei com medo de você me xingar, amor.—Foi só por isso que eu não te contei Edu.—Desculpa tá amor?—Mas porque você foi colocar a Valdete nessa história Denise?—Não se preocupe com ela, amor. Somos cúmplices e guardamos os segredos uma da outra. Fica tranquilo.Como diz o ditado, agora que a minha esposa já deu para mais um, só me restava aceitar o chifre, até porque, de repente, a enfermeira Valdete poderia ser uma mulher interessante. E se o marido dela já é corno de um macho, jamais eu poderia descartá-la. Quem sabe, mais adiante, quando as coisas se acalmar, eu posso colocá-la no meu radar.Então eu perguntei a ela:—E o que você pretende fazer amor?Denise respondeu-me:—Eu quero curtir mais tempo com ele Edu!—Não quero continuar a meter aqui em casa rapidinho.—Quero passar algumas noites a sós com ele amor!—Trepar muito!—E longe daqui, os olhos curiosos e bisbilhoteiros não me verão falando com ele.Tive que concordar:—Sim Denise. Já que aconteceu mesmo, melhor vocês se verem em local seguro.Daí, ela foi direta:—Ele deixou o telefone, e se você concordar, eu posso marcar encontro e passar a noite na cidade em que ele mora, amor.—Hummm…—E você está afim de dar a bunda pra ele também, amor?—Não sei se chegaria a tanto, Edu.—Ah! Para com isso! Eu te conheço cachorra!—Fala a verdade, piranha: tá com vontade de dar tudo pra ele né?Daí, como sempre, ela se rendeu:— Estou Edu. Ele é muito gostoso!—Hummm……..safada!—E aonde vocês irão se encontrar na cidade dele, biscate?—Ele é casado Edu!—Você terá que ir comigo até lá, pra ninguém desconfiar, entendeu?—Ele mora em cidade mais ou menos pequena, e é bem conhecido.—Mas por acaso ele quer fazer em três, Denise? Menage?—Não, não Edu.—Eu e você vamos sozinhos, e ficamos num hotel, em quarto de casal normal.—Daí ele vai chegar nesse hotel depois de nós, e irá alugar um quarto de solteiro, marido!—Hummmm—Mas, e depois Denise?—Depois você será o que sempre foi!—O que eu sempre fui, Denise?Ela respondeu-me curto e grosso:—Corno mais uma vez!E continuou:—Você trocará de lugar com ele, Edu. Você deverá ficar sozinho no quarto de solteiro e ele dormirá comigo no outro quarto.E provocou-me:—Fala a verdade, safado: você sente tesão quando eu dou pra macho diferente, né?—Não sei, Denise!—Sente sim, filho da puta!—Já fez até a minha irmã dar pra outro só pra você sentir prazer seu safado!—Mas você pode ter certeza que eu vou gozar gostoso no pau dele, marido corno.E provocou-me mais:—Você não vai falar nada, cachorro?—Fala aquelas coisas pra me dar tesão, fala seu puto!—Tá bom, amor. Eu deixo você dar!—Você gosta de pau diferente nessa buceta né, safada?—Fala o que você quer fazer, vagabunda!Então, toda dengosa, ela me interrompeu perguntando:—Onde nós paramos a nossa conversa mesmo, amorzinho?Eu lhe respondi:—Você disse que nós dois iriamos ficar num quarto de casal, e que depois ele iria chegar ao hotel e ficaria num quarto de solteiro ao nosso lado, Denise.Ela concordou:—Ah sim. Isso mesmo, Edu.E confirmou:—Depois você troca de quarto com ele, sem ninguém perceber, entende amor?— E daí você fica sozinho no outro quarto, esperando eu dar bem gostoso pra ele a noite toda, amor.—Fico tarada não só de imaginar o pau dele na minha buceta, mas também pelo fato de você estar ali no quarto ao lado curtindo o chifre!—Putz! Não vejo a hora! Fiquei com muito tesão naquele safado, Edu!—Por pouco eu não beijei ele lá hospital, sabia?—Puta que pariu, safada! Você tá mesmo doida de vontade de meter com ele né?—Estou! Quero fazer tudo com ele, amor!—Para Denise. Assim você
me deixa com tesão, biscate!—Você vai dar a bunda pra ele, filha da puta?—Vou Edu. Vou chupar a pica dele, e vou deixar ele gozar na minha boca!—Quero tuuuudo!Denise parecia fora de si ao imaginar esse novo encontro, e continuou dizendo:—Me leva lá pra eu dar gostoso pra ele, que eu vou deixar esse noivo da sua amiga doidinho de vontade pra transar comigo, Edu.—Esse crente vai ver o que é pegar uma mulher no cio, Edu!—Se você queria uma esposa piranha achou, safado!—E você irá foder muito a noivinha dele, cachorro!Em seguida, já tirando a roupa, ela me pediu:—Tô morta de tesão, Edu.—Mete forte na minha bunda agora, safado.—Goze dentro do meu cu, filho da puta.Em seguida, quando ela saiu apressada rumo ao nosso quarto, puxei-a pelo braço e a impedi de ir até lá, pois a sua irmã ainda dormia na nossa cama.Pedi a Denise que adentrasse ao quarto dos meninos enquanto fui rapidamente no banheiro do corredor. Meu pau estava estourando de tesão. Quando cheguei Denise estava deitada de bruços no sofá cama, com a enorme bunda nua para cima a me esperar.Despi-me rapidamente, untei depressa o meu cacete com saliva, e penetrei com vontade o seu anel.Quando finalmente o cuzinho gostoso engoliu o pau, toda entregue, Denise apenas suspirou gozando:—AAiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii—AAAiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiEu também fui em seguida:—UIiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii—UiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiApós nos relaxarmos da apressada foda, continuamos a conversa de antes, e assim ficamos combinados: eu levaria a Denise na cidade vizinha para ela dar para o macho casado, o qual ela se encantara e, em troca, ela seduziria o Thor na pizzaria para fazê-lo adentrar ao nosso esquema. Em seguida, tentando me bajular, Denise comentou:—Ai amor. Estou cada dia mais apaixonada por você!—Você é muito gostoso, sabia?—Acho que você tem um tchan, especial, sei lá!—Eu não saberia mais viver sem você, safado.—Não me deixa não que coisas muito boas podem vir pra nós amor!—Você ainda não viu nada!Para não ser indelicado, argumentando que poucos homens aceitariam ter esse “tchan” especial, que nada mais era do que o famoso chifre, eu lhe retribui os elogios:—Eu também te amo, Denise.—Você é uma esposa maravilhosa!Ela agradeceu-me:—Obrigada, Edu. E repetiu:—Só não quero que você brigue mais comigo, amor.—Tá bom, Denise. Me perdoe se eu fiz alguma coisa errada antes.Em seguida nos beijamos apaixonadamente, mas demos conta de que, infelizmente, teríamos que enfrentar mais um dia de trabalho.Por fim, tive que concordar que a Denise sabia me envolver nesse lance da sedução. E, a propósito, gostei quando ela mencionou que “poderão vir coisas muito boas pra nós” e que “eu ainda não vi nada!” Mas, sinceramente, eu pensei comigo que se fosse avaliar melhor, por enquanto, o meu lucro nessa história estaria sendo abaixo de zero, pois a minha esposa estaria dando para dois homens diferentes enquanto eu, de novidade, não teria mais ninguém, pois já havia fodido antecipadamente a futura esposa do evangélico.Enfim, ponderei que isso faz parte do jogo. E, como sempre, justifiquei-me: quem vai dar é a Denise, e nessa altura dos acontecimentos, ela ter dois homens a mais, ou a menos para lhe foder, não fará diferença alguma.Tive que lastimar o fato de eu ainda não conhecer pessoalmente a sua amiga Valdete, a qual trabalhava no mesmo hospital que a minha mulher. Mas ponderei que uma futura amizade com a nova enfermeirinha poderia ser proverbial.Agora, só restava-me aguardar os futuros acontecimentos.Continua no próximo capítulo…

CORNO DA GORDINHA

TUDO BEM PESSOAL , SOU O LUCIANO TENHO 39 ANOS , BR ALTO E DE BOA , CASADO COM A DAIANA DE 33 ANOS UMA GORDINHA MUITO GOSTOSA E FOGOSA , A SAFADA ADORA FUDER E FAZ DE TUDO VIU , SABE AQUELE DETALHE , BARBA CABELO E BIGODE , POIS É GORDINHA GULOSA , POIS BEM , O FATO É QUE MORAMOS EM UM BAIRRO , ONDE A UM TEMPO ATRÁS APARECEU O LEANDRO , COMO EU TENHO UMA IRMÃ A ALESSANDRA 42 ANOS , CASADA , ENTÃO A 2 ANOS ATRÁS ESTE LEANDRO APARECEU E COMEÇOU A FLERTAR MINHA IRMÃ CASADA , MINHA IRMÃ É MUITO GOSTOSA E DESCOBRI QUE O SAFADO ESTAVA COMENDO MINHA IRMÃ , MESMO ELA CASADA , MAS ELA SAI COM ELE QUE ERA SOLTEIRO , ELE COMIA MINHA IRMÃ NA CASA DELA QUANDO O MEU CUNHADO NÃO ESTAVA , LEVAVA ELA PRO MOTEL E TAMBÉM COMIA NA CASA DELE , DEPOIS DE COMER BEM MINHA IRMÃ , PASSADOS 2 ANOS ELE SE CASOU COM UMA GORDINHA DELICIOSA TAMBÉM ,MINHA IRMÃ MUDOU DO BAIRRO , ENTÃO COMO EU TENHO MINHA ESPOSA E ELA FAZ CAMINHADA TODOS OS DIAS , DESCOBRI QUE O LEANDRO TAMBÉM FAZ CAMINHADA , MAS MINHA ESPOSA COMENTOU SOBRE AS INVESTIDAS DELE NELA , PORRA ME DEU MUITO TESÃO EM SABER E COMECEI A FALAR PRA ELA QUE ERA PRA DEIXAR ELE DOIDO , MAS EU QUERIA MESMO QUE ELE CONSEGUISSE COMER MINHA ESPOSA , POIS EU SABIA QUE ELE COMIA MINHA IRMÃ E MEU CUNHADO NUNCA SOUBE EU ACHO , ENTÃO ELA SAIU COMIGO DE MANHÃ FOMOS CAMINHAR E ELE ESTAVA LÁ ELA DE SHORT APERTADINHO , GOSTOSA COXUDA , ELE COLOU ATRÁS E ASSIM ANDAMOS BASTANTE , MAS INCENTIVEI ELA ANDAR COM ELE E NO OUTRO DIA ELA FOI E ELE ESTAVA LÁ A ESPOSA DELE TRABALHA , SOZINHO ELE CONSEGUIU CONVIDAR MINHA ESPOSA A IR A CASA DELE , ELA NÃO TOPOU , MAS EU FIQUEI NERVOSO E FALEI PORQUE VC NÃO FOI , ELA FALOU VC ESTA DOIDO , TORNEI A INCENTIVAR ,EU SABIA QUE ELA ESTAVA DOIDA PRA DAR PRA ELE E EU DOIDO PRA ELA DAR , NO OUTRO DIA ELA FOI E PROVOCOU O CARA CAIU E CONVIDOU ELA DISSE SIM VOU EM CASA TOMO BANHO E SUBO , E ASSIM FIZERAM , ELA CHEGOU EM CASA TOMOU UM BANHO E FALOU VOU NA CASA DO LEANDRO ELE ME CONVIDOU , EU AJUDEI NA ESCOLHA DA ROUPA , VESTIDINHO AZUL E CALCINHA ENTERRADA NO RABINHO DA GORDINHA , ELA FOI PRA CASA DO CARA EU EM CASA IMAGINANDO , QUANDO ELA VOLTOU CANSADA DE TANTO FUDER , ME CONTOU QUE QUANDO ELA CHEGOU LÁ O CARA , JÁ ESTAVA PELADO COM O PAU ENORME DURÃO , GRUDOU ELA , BEIJOU ELA , ERGUEU O VESTIDO E LAMBEU A BUNDONA DELA , ENFIAVA A LINGUÁ NO REGO QUE CHEGAVA NO CUZINHO , ELA DISSE QUE RAPIDINHO ELE DEIXOU ELA PELADINHA E PRA COMPLETAR O TESÃO ELA MAMAVA O CACETE DELE , AS BOLAS , ELE CHUPOU A BUCETA, PEITOS E O CUZINHO DELA , ELA GOZOU NA BOCA DELE DEPOIS DE LEVAR MUITA VARA ,O FDP , COMEU A BUCETA , COMEU O CUZINHO E AINDA GOZOU NA BOCA DA MINHA ESPOSA , EU CLARO ELA CONTANDO ISSO EU ALI DE PAU DURO ELA DE VESTIDO EU TIREI O VESTIDO DELA E FUI FAZENDO TUDO QUE ELE FEZ , MAS NÃO AGUENTEI E GOZEI NO CUZINHO DELA , MAS FAZ 3 MESES QUE ELE ESTA COMENDO MINHA ESPOSA , TODA VEZ QUE ELA SAI PRA FUDER COM ELE ELA ME AVISA , DIZ VOU LÁ FAZER AMOR UM POUCO , ELE COME AS VEZES NA CASA DELE , AS VEZES NO MOTEL , MAS ELE SABE QUE EU SEI QUE ELE COME MINHA ESPOSA , EU JÁ FALEI PRA ELA QUE QUERO ASSISTIR ELE COMENDO ELA E A ESPOSA DELE JUNTAS , VAMOS AGUARDAR PRA VER SE QUANDO A ESPOSA DELE DESCOBRIR ELA ACEITE, MUITO BOM SER CORNO ASSIM , SABE A MAIORIA DOS HOMENS DESEJAM ISSO , OU SEJA DESEJAM VER OUTRO MACHO MONTANDO EM SUAS COMPANHEIRAS , ALGUNS GUARDAM SÓ PRA ELES POIS SENTEM VERGONHA.conto recebido de um marido que adora ser corno.

A MINHA VIDA DE CORNO PARTE 05

        Este conto não é de minha autoria, porém, fico extremante excitado quando o leio, ele está dividido em 05 (cinco) partes e gostaria que o autor ou qualquer um outro corno ou comedor entrasse em contato comigo para me ensinar a ser tão corno quanto ele, tenho uma noiva que é o maior tesão e gostaria que ela fizesse comigo tudo o que esta mulher fez com este corno e me casar com esta maravilhosa mulher (morena, pele clara, olhos castanhos, 1,70 mt, 56 kg, peitinhos durinhos, uma bunda espetacular e uma boceta que já agüentou cacetes de vários calibres), troquei o nome da esposa do relato pelo de minha noiva e não sei como colocar em prática tudo o que nele está escrito, se alguém puder me ajudar, por favor, entre em contato pelo e-mail que segue ao final do conto.

FUI SER CORNO EM BRASÍLIA

Cheguei a Brasília há dois anos, logo após me casar. Chamo-me Leonardo e minha esposa Regina. Nossa cidade, no interior de Minas, é pequena e por conta disso, Regina foi minha primeira namorada e eu o primeiro namorado dela. Passei num concurso público para trabalhar na Capital Federal e para ela vir junto tivemos que nos casar às pressas para ela me acompanhar. Casamos, ela com 17 e eu com 21. Os pais dela tiveram que autorizar, junto ao Juiz da cidade, o casamento, pois ainda era de menos. Ambos inexperientes, ela tímida e sempre muito reservada, nossa iniciação sexual não foi das melhores. O tempo passou fomos nos abrindo e fazendo sexo todos os dias, mas ela sempre muito acanhada.Quando mudamos, escolhemos uma casa, numa Cidade Satélite onde morava Adilson, filho de um amigo dos meus pais, que trabalhava na capital. Ele era casado, pai de um filho, 35 anos. Ficamos amigos do casal e sempre frequentávamos a casa deles e eles a nossa. Adilson tinha uma casa muito boa e com piscina e nos finais de semana ele sempre nos chamava para um churrasquinho, cervejinha e banho de piscina. Com o tempo fui percebendo que ele não tirava os olhos de minha espoa. Quando estava só de sunga, dava para ver o volume e perceber claramente que ele era bem dotado. Percebi também que Regina, sempre que tinha oportunidade, fixava os olhos entre suas pernas. Ele disfarçava, mas dava para perceber que a desejava e, quando Regina ficava só de biquíni, o volume entre suas pernas aumentava e ele tinha que sentar para disfarçar, tamanho era o tesão dele pela minha mulher. Um dia resolvi conversar com minha esposa sobre isso e ela, muito sem graça, disse-me que também vinha percebendo isso, e me tranquilizou, dizendo que ele nunca fez nada além de olhar e que eu tinha que confiar nela, pois me ama e jamais pensou em nada. Estava enciumado, mas confesso que também com tesão, sabendo que ela estava sendo desejada.Um dia, retornando ao trabalho, após almoçar, parei numa casa lotérica para pagar uma conta e, sem querer, tranquei a chave dentro do carro. Como era perto de casa, antes de tentar um chaveiro, resolvi voltar à pé e pegar as chaves reserva. Ao me aproximar, vi o carro do Adilson estacionado na porta. Meu coração disparou e fiquei curioso em saber o que ele viera fazer em minha casa. Entrei sem fazer alarde e ao me aproximar da sala, olhei com cuidado e me deparei com minha esposa só de camiseta, traje que ela adora pra ficar em casa quando está só, conversando com o Adilson. Resolvi escutar o que eles conversavam e retornei ao quintal e entrei por uma porta lateral que dava acesso a um cômodo tipo mezanino, de onde dava para ver toda a sala de estar sem que eles me vissem e eu pudesse ouvir o que falavam. Ele a estava assediando, dizia o quanto ela era linda e muito gostosa, que morria de excitação por ela, que não aguentava mais e resolveu passar para visitá-la enquanto eu trabalhava, pois nunca tinha tido oportunidade de falar isso a ela. Apesar das investidas dele, para minha alegria, ela rebatia, dizendo, muito sem graça e trêmula, que era casada e que me amava e que jamais iria me trair e que não mais fizesse isso. De onde estava, dava para ver os dois e ele, já de pau duro, dava par ver sob a calça, se aproximou dela e com muito jeitinho, foi acariciando seu rostinho e insistindo na sedução. Ela, meio sem ação, fixava os olhos para o pau duro dele sob a calça e, já demonstrava certa fraqueza, mas tentava resistir ao seu assédio. Pensei em interromper tudo, mas confesso que estava muito excitado com aquilo tudo e resolvi esperar para ver qual a reação dela. Ele se aproximou mais dela e já quase juntos, pegou seu rostinho e começou a beijá-la. Ela, no início, tentou empurrá-lo e se soltar dele, mas seu corpo foi amolecendo e se entregou ao beijo. Pensei comigo mesmo. Ou interrompo agora ou vou ser o mais novo corno da cidade. O tesão falou mais forte e confesso que fiquei com medo também e deixei rolar. Eles se beijaram por alguns instantes e de repente Regina o afastou e disse que não ia transar com ele e que só queria ver o pau dele, pois só conhecia o meu pau e tinha curiosidade de ver o dele, pois ela já havia percebido que era bem maior que o meu. Ele, não se fez de rogado, abriu o zíper e colocou o pau pra fora já duro como rocha pedindo para ela pegar. Meio receosa ela segurou e começou a punhetar. Ele excitadíssimo pedia para ela chupar. Ela resistia, mas não demorou muito e agachou, começando um boquete. Nessa hora ele ficou de lado, exibindo um pica monumental, devia ter uns vinte centímetros e o pior, era grossa, muito grossa. Nem em filmes de sacanagem tinha visto um pau daquele tamanho. Ela, já totalmente entregue e gemendo, tentava abocanhar tudo aquilo e, com um prazer que eu nunca tinha visto. Ela chupava, esfregava-o na cara e lambia o líquido que saia de sua cabeçona. Ele, elogiando sua performance, forçava a cabeça dela contra o pau, que de tão grande, só entrava até o meio daquela boquinha linda. Nessas alturas, eu já estava pra gozar na cueca. Nunca imaginei que minha esposa, com apenas um ano de casada e dezoito aninhos fosse tão safadinha daquele jeito. Ela quase não chupava meu pau.Adilson, já dando sinais de que ia gozar, tirou o pauzão da boquinha dela e a puxou pra si, dando-lhe um beijo brusco e violento, arrancando suspiro e gemidos dela. Em seguida, arrancou com força a calcinha dela e se agachou, iniciando uma chupada em sua bucetinha com muita vontade, a fazendo ter, aos gritos, seu primeiro orgasmo. Ele, que tem quase dois metros de altura, ergueu minha pequena esposa e apoiou seu corpinho no encosto do sofá, abriu delicadamente suas pernas e direcionou aquele monstro na entradinha de minha esposa e foi penetrando, lentamente até entrar tudo, a fazendo gemer, e começou um vai e vem, no início lento e delicado e depois foi aumentando o ritmo e os gemidos dela acompanhando, até que ela começou a gritar e teve seu segundo orgasmo e em seguida ele também gozou e a inundou de porra. Era porra que não acabava, e quando ele tirou o pau seu esperma escorreu por entre suas pernas. Nunca tinha visto minha esposa daquele jeito. Ela estava transformada, uma verdadeira putinha. Regina não resistiu à curiosidade de ver o pauzão dele e se entregou sem nem se preocupada de estar transando sem camisinha e até correndo o risco de engravidar.Adilson se jogou no chão quase desfalecido e Regina, com dificuldade, pegou a camiseta que usava para se limpar. Em seguida, deitou em cima dele e o beijando, falou que aquilo tinha sido maravilhoso, mas que seria a última vez e pediu segredo a ele. Ele concordou e, a pedido dela, se vestiu e com um sorriso feliz na cara, deu o último beijo na sua boca e se foi. Aproveitei que ele tinha ido embora e Regina estava no banheiro pra sai rapidinho do meu esconderijo, com a minha calça toda melada de porra, e fui procurar um chaveiro.Passei a tarde toda sem conseguir trabalhar e de pau duro, sempre pensando nas cenas que tinha visto. Minha esposa, de apenas dezoito anos me corneando com um pirocudo de trinta e cinco e ainda por cima casado, me deixou muito excitado e também muito preocupado com o futuro dali pra frente. Decidi não falar nada com eles e fingir que não sei de nada. À noite quando retornei, senti ela mais fogosa, assanhada, rindo muito, do tipo menininha sapeca. Mas tarde na cama ela estava mais solta. Para minha alegria, tomou a iniciativa de chupar meu pau, chupando com voracidade até eu gozar. Refizemo-nos e em seguida comecei a chupar sua bucetinha e senti o quanto estava inchada e vermelha e logo em seguida a penetrei e senti que estava mais molhadinha que de costume e ela mais fogosa, gemia e me beijava loucamente. Foi a melhor trepada que realizamos desde o casamento. O pauzão do Adilson fez muito bem pra ela. Com certeza ela vai dar pra ele mais vezes e eu estou adorando ser o mais novo corno da praça. Vou guardar segredo e espero que ela continue dando pra ele, pois estou adorando ser o mais novo corno de Brasília.

Fui corno

Fui corno.Sou Pedro, 38 anos, casado com Meire, 37 anos, loira, olhos castanhos claros, seios médios, bunda média para grande, 1,68m 65 kg.Normalmente eu viajava muito, e numa destas viagens, como sempre, liguei para a esposa, porém, neste dia liguei num horário atípico, pois o trabalho iria até tarde.Normalmente eu ligava a noite, mas neste dia ela não atendeu, eram por volta das 15hs.Dia seguinte, também não atendeu e no terceiro dia também. Fiquei preocupado sem ter ou dar notícias.Neste último dia, não conseguindo falar com ela, liguei bem mais tarde e então ela finalmente atendeu.Disse que tinha ido ao mercado, mas pensei comigo…. três dias seguidos?Bem, a semana passou, e nos dias seguintes novamente tentei ligar nestes horários a tarde, e ela não atendia.Achei estranho o acontecido, mas pode acontecer, não é?De volta em casa, quis saber o porquê de não atender, recebi desculpa do mercado, …. mas todos os dias? Forcei a barra, ela engasgou….Começou a chorar muito, pediu desculpas, e, aos prantos confessou…. estava tendo um caso com um vizinho, o Shigeu, um japonês duas casas ao lado.Imediatamente fiquei puto, e comecei a brigar com ela. Aos prantos me pediu perdão, disse que eu a deixava sozinha por muito tempo, e o Shigeu a tinha confortado, que estava carente e que era humana.Decidi me separar, e ir embora, como era tarde, deixei para a manhã seguinte.Meire chorou a noite inteira, dizendo que me amava, e que a culpa era minha por deixá-la sozinha.Disse que se eu a perdoasse nunca mais aconteceria.Tive a noite toda para refletir, eu a amo, e havia realmente deixado ela sozinha e carente e com suas promessas resolvi perdoa-la.Perguntei a quanto tempo estavam transando, Meire respondeu que a quatro meses já, e que a cada dois dias ia na casa dele onde passava a tarde fazendo sexo.Era fato… eu tinha levado um chifre, mas fazer o que, acontece.Nos dias que se passaram, Meire estava super carinhosa, amável, dizia que me amava e tal.Fizemos sexo várias vezes, e durante nossas fodas quis saber mais sobre o ocorrido.Meire, agora sem constrangimento, contou que a primeira vez foi fraqueza, pois estava com muito tesão e ele também, e acabou rolando um papai e mamãe que durou mais de uma hora sem parar, e que ela havia gozado diversas vezes.Mas nas vezes seguintes, saíram do papai e mamãe, e que apesar de japonês, Shigeu é muito sem vergonha e até que dotado na grossura, e que a partir daí buscaram varias variações sexuais, tendo iniciado ela num anal e oral engolindo o esperma.Comigo, posso dizer que ela não fazia oral, menos ainda deixar gozar na boquinha.Confesso que ela me contando me deu sim muito tesão, a perdoei e transamos de diversas formas, fazendo anal e gozando em sua boca também, onde ela comparou os sabores, dizendo que a porra dele era mais doce e a minha parecia vinho seco.Conversamos e Meire pediu que deixasse ela conversar com seu amante, que terminariam e não mais se veriam.Ela então ligou para ele e marcou para conversarem no dia seguinte.Neste dia eu estava de folga em casa quando ela veio até mim e disse que ia falar com ele e por um ponto final na relação, me deu um beijo e saiu dizendo que em no máximo 15 ou 20 minutos estaria de volta.Eu a beijei e a vi sair porta a fora.Estava com um vestido leve, porém comportado, não me preocupei que algo pudesse acontecer de novo.Passou meia hora e nada, uma hora e fiquei com a pulga atrás da orelha, já ia sair para ir atrás dela quando chegou, esbaforida, ofegante.Começou a chorar, eu a abracei e ela falou, – Amor, desculpa, não consegui….E ficou aos prantos, me comovi, eu a abracei, e pedi que se acalmasse.Meire cheirava a sexo, compreendi que acabara de fazer sexo com seu amante.Fui ficando cada vez mais excitado, comecei a beijá-la e abraça-la, ela por sua vez tentava sair de mim.Tanto forcei que ela cedeu, tirei seu vestido, rasguei sua calcinha, expondo sua buceta totalmente melada , avermelhada e inchada do outro comer.Sem dó finquei minha pica, que de uma só vez entrou com muita facilidade, tanto pela mistura do melado da Meire como a porra de seu amigo que acabara de gozar ali, como também estava mais laceada pela grossura da pica que acabou de foder.Compreendi nesse momento que Meire já não era mais só minha, mas teria que ter um amante que a comesse e acabasse com seu fogo.Fodi sua buceta por alguns minutos e gozei, misturando agora as porras dentro da esposa.O Tesão era muito, então a beijei dizendo que a entendia e a perdoava, sabia que ela precisava de mais uma pica, e que seria então seu cumplice.Meire me beijou agradeceu, e se abaixou , fazendo a melhor chupada no pau que já recebi, me fazendo gozar novamente e agora em sua boca. Sim, agora era corno oficialmente.Foram amantes por mais um ano, quando ele teve que se mudar.Como cumplice, a ajudei arrumar outro macho, este, por sua vez era mais longe, então a levava de carro, e aguardava enquanto ele a comia em seu escritório.Enquanto a aguardava no carro, pensava comigo, sou corno dela, ela está metendo gostoso com o macho, eu aqui, as pessoas passando por mim e não imaginam que sou corno, meu tesão ia a mil, e , Meire não se fazia de rogada, dando com muito gosto para mim quando chegávamos em casa, e no caminho me contava o que faziam, me deixando com mais tesão ainda.Passado algum tempo, conhecemos Mauricio, um comedor dotado.Este eu a levava até ele, ficava junto aos dois enquanto se beijavam e se acariciavam, tirava a roupa dela, deixando-a nua para ele, enquanto ele se desfazia de suas roupas.Beijavam-se e se acariciavam, se chupavam, e no momento certo eu intervia, segurando ela por trás, levantando suas pernas e suportando seu peso em meu colo, então ele vinha, apontava seu pau que aos poucos sua buceta ia engolindo.Então eu a deixava com ele e saia, aguardando ele foder gostoso sua buceta.Às vezes a chamava pelo celular para irmos e ela dizia que queria mais um pouco, então eu sempre a esperava e a levava para casa exausta.Uma das vezes me deixaram assistir, onde o rapaz com muita habilidade comeu sua buceta de várias posições, forçando sempre até o talo, sua ereção prolongada a fazia gozar muitas vezes e deixando sua buceta por várias vezes esfoladinha, em seguida, vinha o anal, onde ela fazia um esforço muito grande para aguentar toda a pica, chegava a chorar, mas bravamente resistia e aguentava, fazia sempre esse macho gozar com uma linda chupada, que ia da cabeça até as bolas fazendo com que este urrasse de prazer.Afinal,Fui corno

Exposa e seu ex

Esposa e seu ExSou Mário e minha esposa Vera, temos 45 e 40 anos.Vera é branquinha, quase loira, cerca de 1,68m 70 kg, olhos castanhos claros e cabelos longos e claros seios médios , quadril largo, coxas grossas, bunda empinada , já eu sou um cara normal, 1,70 75 kg olhos e cabelos castanhos. Fui eu quem tirou sua virgindade, e até então sexo somente comigo.Tudo começou já a algum tempo atrás, na cama, eu e Vera sempre conversávamos sobre tudo inclusive sobre sexo, e numa destas conversas , quis saber se ela tinha alguma curiosidade ou vontade ou arrependimento.Vera em sua sinceridade, me contou de Fábio, um ex namorado, que na verdade tinha curiosidade, um certo arrependimento e ficou uma certa vontade.Curioso quis saber mais, e Vera me contou então.Fábio, foi se ex, tinha pegada forte, beijo excepcional, e sarrou Vera por diversas vezes.Nunca fizeram sexo, mas no meio dos malhos que davam , se roçavam muito, e vera percebia o volume que se formava nas calças de seu namorado na época.Parecia ser muito grosso e grande, e, ficou a vontade de ter experimentado, e arrependimento de não ter deixado rolar, pois ela ainda era virgem e achava que esse não era o momento.O destino fez com que se separassem, Fábio foi para longe, Vera teve mais dois namoricos até me conhecer, e nos casamos.Depois desta confissão, Fábio vira e mexe, vinha parar em nossa cama, no meio de nossas fantasias.Vera ficava por demais excitada, se melava toda e gozava gostoso. Eu também ficava mais excitado que o normal e gozavamos muito gostoso.Em uma de nossas conversas, Vera perguntou se eu deixaria ela experimentar o Fábio se o reencontra-se um dia, respondi que sim, que ela tinha o direito de experimentar algo diferente, mesmo porque eu tinha saído com várias mulheres antes dela, então achava justo que ela ao menos experimentasse um diferente pelo menos.Tempos passaram, acho que quase dois anos, e Fábio sempre estava em nossas transas por pensamento.Numa ida ao supermercado, Vera empalideceu e ficou nervosa, eu estava junto, percebi e quis saber o por que?Vera, tremula e nervosa, aponta para um homem com aproximadamente nossa idade e fala.- Amor, aquele é o Fábio, eu sei que é!-Tem certeza querida?-Sim , eu o reconheci-Vai lá, passa por ele e veja se te reconhece!Ela não queria, forcei a barra e fiz com que passássemos ao lado dele, e ele a reconheceu.Fábio era um moreno, alto , simpático, nada de extraordinário, mas bem apessoado.Fingi não ter percebido e sai de perto, o homem puxou papo com ela, fiquei ao longe observando, depois de uns 20 min. ela veio até mim , eu sorri e perguntei.. – Era ele?-Sim eraNão falou mais nada, e, em casa cutuquei a onça. Vera então me contou que ele havia casado e separado e que estava solteiro, tinha um escritório de contabilidade. que havia voltado a São Paulo já a três anos e logo em breve iria se mudar para outro estado. Falou também que ele havia lhe dado o numero de seu telefone.Nessa noite em nossa transa, fiz questão de por ele em nossa cama, dizia a ela para imaginar Fábio comendo ela , ela ficou excitadíssima e gozou gostoso.Dia seguinte perguntei se não ia ligar, ela disse que não, que ela não era dessa mulheres, e que fantasia era fantasia.Mais dois dias passaram e eu continuava insistindo pra ela ligar, e só bater um papo, por a conversa em dia e tal.Ela aceitou e acabou ligando, ficaram quase duas horas ao telefone. transamos gostoso, mas não fantasiamos.Nos dias que se seguiram, ele passou a ligar pra ela quase diariamente, pois na primeira ligação ela passou o numero para ele. Ele ligava nos horários que nosso filhos não estavam em casa e com o passar dos dias, percebi que os papos estavam cada vez mais quente. Sempre transávamos e agora mais que nunca Fábio estava quase diariamente em nossa cama. Alguns dias depois, toca o telefone, já sabíamos quem era, deixei Vera ao telefone e fui ao banho.Quando sai do banho e Vera não percebeu isso, vi que ela estava com vestido levantado acima da cintura, calcinha semi abaixada, e ela se masturbava enquanto estava no telefone com ele. Esperei ela gozar e desligar o telefone, a abracei, beijei, e disse.. – Amor, chegou a hora, se quiser marcar , marca com ele, vi você se masturbando até gozar, já fui beijando ela, levei para a cama e fodemos gostoso.Ela disse na cama que ele tava insistindo para saírem, que poderia ir ao escritório dele, e passariam uma tarde juntos.Insisti que ela aceitasse, que seria apenas uma vez e ela disse que ia pensar.Mais alguns dias passaram, e ela me liga no trabalho, afoita, nervosa, disse que tinha acabado de falar com ele, e tinha aceitado, disse que combinaram que seria uma vez apenas e depois nada mais.Marcaram para o próximo sábado, as 13 hs em seu escritório. O resto da semana foi uma tortura para ambos.Estávamos nervosos, e ela mais ainda. Combinamos que eu a levaria e esperaria no carro, e que se algo que ela não gostasse acontecesse eu interferiria.Transamos muito nessa semana, e enfim na sexta feira ela se preparou, fazendo depilação, unhas, cabelos etc.Sábado, o dia tão esperado chegou e desde cedo ela passou se preparando, parecia uma adolescente virgem que finalmente ia perder a virgindade de caso pensado.Ficou quase duas horas em frente ao espelho se maquiando, ajudei a escolher sua roupa intima, uma calcinha pequena, branca e de rendas e sutiã também branco e de rendas.Ela estava uma princesa, muito linda mesmo, colocou um vestido leve de alcinha, comprimento no meio das coxas, estava nervosa, assim como eu também.Deu a hora e saímos, chegamos ao endereço, estacionei, estava excitadíssimo, quase gozando na calça e ela também.A porta da rua estava fechada, ela me beijou e saiu, tocou a campainha, alguns segundos se passaram, abriu a porta, ela entrou e fechou a porta.Meu tesão era intenso, eu seria corno dai alguns instantes, ele a comeria, seria seu macho, ela experimentaria outro pau que não o meu.Cerca de 20 minutos se passaram, mil coisas na minha cabeça, o que estaria acontecendo? estariam se beijando? se chupando? ele já estaria comendo ela? será que ela estaria gozando?Olho para o prédio, e ela esta na janela, me olhando, vejo quando ele a abraça por trás, segundos se passam, meu celular toca, é ela, teria desistido? aconteceu algo?Atendi afoito, pronto para tirá-la de lá. Ela contou rapidamente que havia olhado algumas vezes pela janela e Fábio percebeu, ela abriu o jogo com ele sobre mim, que estaria esperando.Fábio, entendeu de pronto, e pediu que ela me ligasse, pedisse para eu entrar e esperar então na ante sala, pois aquela rua era perigosíssima, e ele temia por mim.Aceitei, meu coração mais que disparado, fui para a porta, ia tocar a campainha e a porta se abriu, era Vera.Entrei e fechei a porta, Vera sorriu para mim e foi subindo a escada, eu a puxei e conferi, já estava sem sutiã, levei a mão em sua gruta, estava sem calcinha, buceta toda melada, Fábio já tinha brincado um pouco ali, até chupado talvez, e foi o que ela confirmou depois, quando ela me ligou, instante antes estavam fazendo oral, e ela chupava sua pica.Subimos, no patamar superior Fábio nos aguardava, estava nú, pau em riste, duro , muitíssimo grosso, cabeçudo.Me cumprimentou, e agradeceu pela oportunidade, pois também tinha um tesão enrustido por Vera, por não ter tido nada com ela. Pedi que ele fosse carinhoso com ela.Ele mais uma vez agradeceu, e disse que seria demais carinhoso, que não nos arrependeríamos. Vera a esta altura estava a seu lado, e com a mão na rola dele, ele tirou seu vestido na minha frente e deixou-a nua, aquela visão quase me fez gozar ali mesmo.Estávamos na ante sala e ele pegou-a pelo braço e levou-a para sua sala, me chamou e eu entrei, ele mostrou sua sala, que tinha uma mesa de escritório, algumas cadeiras, um sofá amplo, seria ali que ele a comeria, da janela vi meu carro do outro lado, em sua mesa algumas camisinhas, e uma delas já aberta e pronta para uso.Ele me pediu que aguardasse na ante sala, que teria café, água e banheiro assim como uma tv, pediu que eu ficasse a vontade,
eu sai e ele fechou a porta atrás de mim.Sentei no sofá, mil coisas se passavam na minha cabeça, meu coração a milhão, adrenalina em níveis altíssimos, meu pau parecia que ia explodir de tanto tesão. Me aliviei numa punheta rápida, mas meu pau continuou duro.Vários minutos se passaram, comecei a ouvir gemidos, logo os gemidos aumentaram, sabia que ele estava comendo sua buceta, as estocadas eram cada vez mais fortes, o sofá batia na parede, imaginava como estava sendo a foda.Foi quase uma hora Fabio fodendo Vera pelos barulhos, ela gozou varias vezes, até que acalmaram.Mais alguns minutos e a porta abriu, Fábio saiu, pau mole, e mesmo mole maior e mais grosso que o meu duro.Fábio foi ao banheiro, em seguida ela saiu, nua também, buceta vermelha e inchada, me beijou, Fábio saiu do banheiro e ela entrou.Fábio disse que ela era um tesão , um mulheraço, uma buceta de ouro. Enquanto ele a elogiava, ela saiu do banheiro.Abraçou o amante na minha frente, ajoelhou e começou chupar sua pica na minha frente.Chupava gulosamente como nunca tinha feito comigo. Seu mastro foi crescendo e tomando vida de novo. uma vez duro ele a levou para dentro de novo.Mais alguns minutos e nova foda acontecia. Esta durou muito mais, mas Vera gozava como louca na pica do rapaz que a fazia de puta.Comeu ela de quatro de frente, papai e mamãe, frango assado.Saímos de lá tarde da noite Ambos extasiados de sexo, exaustos e eu havia gozado na punheta algumas vezes.Em casa Rose não quis que a tocasse, pois estava ardida, mas me contou detalhes de sua foda com o amante comedor.Ele foi muito carinhoso, e deixou-a muito excitada e melada antes de por a rola em sua buceta, chupou sua buceta, bolinou , fez ela chupar muito seu pau, e quando colocou, foi penetrando bem lentamente, pois tinha consciência do tamanho da rola.Conforme a cabeça do pau foi entrando, pela pressão que fazia nas paredes da sua buceta, Vera já teve o primeiro orgasmo,Bem lentamente ele foi movimentando e deixando ela acostumar com seu novo brinquedo. ela disse que se sentiu virgem de novo, e que tinha impressão de sua buceta estar sendo rasgada pelo amante que a beijava muito equanto forçava a entrada.Vera foi valente, e recebeu a rola inteira dentro de si, e depois aguentou firme as estocadas que recebeu. Perdeu as contas de quantas vezes gozou. Chupou muito o cacete , lambeu, chupou, mordeu, tudo que tinha direito.Fábio gozou três vezes, duas na buceta com camisinha, e uma no rosto dela e peitos.Na manhã seguinte meu amor me aceitou no sexo e metemos gostoso. Sua buceta ainda estava folgada e aberta, mas numa maciez nunca vista, muito molhas e ainda inchada do pinto anterior.Gozamos duas vezes. Vera sabia que não veria mais o amante, e tinha tirado o máximo proveito da foda com o namorado.Nossa vida sexual mudou muito depois disso, e mudou para melhor.Foi a foda de nossas vidas.

Thiago seduziu e comeu minha namorada

Tudo começou quando a amiga da minha namorada nos chamou para ir a uma balada, que ela queria muito ir e não tinha mais ninguém pra acompanhá-la. Como não tínhamos mais nada pra fazer aquele dia, topamos.Fui pegar minha namorada e ela estava linda, com uma blusinha bem justa evidenciando todas as suas curvas e uma calça de malha bem coladinha, tinha caprichado na maquiagem e no perfume.Chegamos na balada e já estava bem cheia, muita gente dançando. Nós pegamos umas cervejas e sentamos para esquentar. A Luciana logo foi à caça, pra não perder muito tempo de vela com a gente.Não demorou muito e se enturmou com dois caras nas pista de dança. Vieram até nós, fomos apresentados e se juntaram a nós na rodinha.Seus nomes eram Rodrigo e Thiago. Eles estavam bem descontraídos, disputando a presa fácil, até que ela escolheu um e já tascou o beijo.O Thiago pareceu meio decepcionado, mas ficou na dele. Estava meio embriagado e ficou conversando comigo e com a Jenniffer enquanto os dois estavam aproveitando.Vocês se livraram dela, mas alguém continua segurando a vela, o Thiago falou rindo. Não tem problema não, né?,completou. Respondi que não, sem problemas.Ele falava bastante, praticamente sá o ouvia e não falava uma palavra, mas com o tempo a Jenniffer começou a trocar mais conversa com ele e eu mais escutando.Depois de um tempo, a Luciana saiu com o Rodrigo pro canto pra ficarem mais à vontade e nos deixou lá. Foi quando o Thiago virou pra mim e perguntou: Vocês não dançam? Só ficam aí parados?Eu ri e respondi normalmente, sem perceber suas intenções: Não gosto muito, nem sei dançar direito.Jenniffer respondeu quase no mesmo tom, deu um sorriso e concordou comigo. A gente não tem muito jeito pra coisa, ela disse.Foi aí que o Thiago virou pra ela e a chamou pra pista: Ah, que isso, não tem segredo. Eu te ensino, vem!, disse ele estendendo a mão pra ela.Ela sorriu meio sem graça e pegou na mão dele: Não custa nada tentar, mas sá um pouquinho.Thiago logo virou pra mim, com uma cara meio alegre e perguntou: Sem problemas, né?, eu respondi que não.A Jenniffer me entregou sua bolsa pra eu segurar e os dois começaram a dançar, era um ritmo mais animado de dance music.Os dois começaram a dançar bem na brincadeira mesmo, só se divertindo. A Jenniffer estava muito acanhada ainda e apenas tentava repetir os passos do Thiago, que dançava mais solto.Eu estava do lado ainda comentando, esboçando uma ginga e tentando alguns passes, sá pra não ficar alí estático no meio da pista de dança.O que eu pensei que seria bem rápido, passou a demorar mais do que o esperado. O tempo ia passando e a Jenniffer cada vez mais descontraída e mais perto do Thiago.Já fazia cerca de 20 minutos que estavam lá dançando e parece que por alguns momentos ela se esquecia completamente da minha presença, alí bem ao seu lado.As músicas foram mudando, ritmos mais lentos, os dois cada vez mais juntinhos nas pista e as mãos do Thiago já tomando conta da cinturinha da minha Jenniffer. Já estava me sentindo meio desconfortável, mas não queria ser chato e pedir pra Jenniffer parar, porque ela parecia se divertir (e como).Demorei demais a tomar uma atitude, quando eles já estavam bem grudadinhos eu resolvi falar: Jenniffer, você quer ficar muito mais tempo? Não queria chegar tarde em casa, a gente ainda vai demorar depois (íamos para o motel).Já era tarde, ela estava totalmente envolvida com a situação: Ah, logo agora que a gente está se divertindo você quer ir embora? A gente não sai nunca quase, vamos ficar mais um pouco, ela falou, como se fosse totalmente normal a diversão da qual ela se referisse fosse ficar abraçada com um cara bem alí na minha frente.O Thiago já todo ciente de que tinha dominado a minha namorada, mesmo comigo do seu lado, ainda foi todo irônico: A noite está só começando, cara. Relaxa, pega uma bebida lá pra gente e se divirta também.A Jenniffer completou logo sua fala: Pra mim traz uma Heineken. E ele: Pra mim também. Como eu não queria ser chato, fui rapidinho no balcão e pedi duas cervejas, eu mesmo nem estava com vontade nenhuma de beber.No que eu voltei, os dois estavam conversando baixinho e sorrindo, no maior clima. Aquilo me deixou muito puto, minha vontade era de chegar lá separando os dois e ir embora logo, mas como eu sabia que ela reclamaria muito depois, falando que estava com ciúme bobo e agindo infantilmente, resolvi me controlar.Cheguei com as cervejas pensando que fossem se desgrudar um pouco, já que provavelmente parariam de dançar para beberem. Entreguei na maior calma: Voltei! Trouxe as cervejas.Sem sequer olhar pra mim, com os olhos fixos no Thiago, a Jenniffer continuou alí enrolada com o cara e pediu mais um minutinho: Peraí! Só a música acabar.No que os dois pararam de dançar pra pegar a cerveja, o Thiago continuou com a mão na cintura da Jenniffer e ela na dele, como se fossem dois namorados pegando os pedidos do garçom.Eu logo cheguei e peguei ela pela cintura, dei um beijo na testa dela e perguntei: E aí, está se divertindo?. Eles se largaram e ela respondeu: Sim, bastante, até que eu não danço tão mal, falou rindo e bastante alegre.Logo o Thiago começou a papear com a Jenniffer, dessa vez sem se preocupar em notar minha presença, perguntou sobre a vida dela, onde ela estudava, onde trabalhava, onde morava e mais um monte de conversa furada. Nisso ela nos chamou para sentar e fomos procurar uma mesa vazia.Sentamos e a conversa continuou, os dois continuaram a se conhecer melhor e eu nem abria a boca. Até que a Luciana ligou para a Jenniffer avisando que já tinha ido embora com o Rodrigo, que mais tarde ele a levaria em casa.O Thiago logo falou: Nossa, não acredito que aquele vagabundo me deixou aqui! Estou de carona com ele. Pô, não é a primeira vez. Nás rimos e a Jenniffer logo se ofereceu: Pode deixar que a gente te dá carona (na verdade, eu). Eu só concordei: É, esquenta não, tranquilo.A Jenniffer foi ao banheiro e eu fiquei sozinho na mesa com o Thiago, praticamente nem conversamos. Ele só repetiu: Esse Rodrigo é um filho da puta, sempre me deixa na mão. Eu ri e falei: É, quando o cara se dá bem esquece dos amigos mesmo.Quando ela voltou, ele foi ao banheiro também e eu aproveitei pra falar com a Jenniffer: Vamos embora, já está tarde e a gente ainda tem que sair. Ela não pareceu animada com minha ideia, mas já foi mais redutível que da última vez: Você que sabe, vamos embora então.Logo o Thiago voltou e a gente disse pra ele que íamos embora, ele pediu a saideira e fomos pra pista de dança. Só mais um pouquinho, sá tomar a última cerveja, disse ele animado nos chamando para a pista.Não fizemos objeção, fomos pra pista e dançamos os três. Estava tocando música eletrônica, então sem muito contato, mas mesmo assim os dois ficaram de frente e tirando uma casquinha de vez em quando.Saímos da balada e ele logo pediu o telefone da minha namorada: Pra não perder o contato, outro dia a gente marca de sair de novo todo mundo. Não vou ficar de vela dessa vez, prometo, ele falou na brincadeira. Os dois trocaram telefone, eu nem anotei o dele e ele nem pediu o meu.No que entramos no carro, ele sugeriu que a noite não terminasse alí: O que acham da gente comprar umas cervejas e terminar a noite lá em casa?. Eu não gostei muito da ideia, mas logo a Jenniffer respondeu: Por mim tudo bem. O que você acha, bem?. Eu só respondi: Ah, não sei, você que sabe. Ela não exitou e cravou: Então vamos.Paramos num posto e compramos algumas long necks, ele sugeriu tomar duas alí e quando ele já estava terminando a segunda a Jenniffer estava ainda no começo da segunda garrafa. Ele logo se aproveitou pra encher o saco dela: Dá conta de nada, hein? Já terminei a minha.A Jenniffer já meio embriagada virou pra ele com uma carinha de safada e falou: Eu viro isso aqui agora, quer pagar pra ver?. Ele só botou mais pilha: Duvido! Pago mais três pra você, se conseguir.Ela não chegou a virar, bebeu em umas três goladas e com certo tempo entre elas. Mesmo assim foi bem rápido
e ele todo animado: Nossa, agora botei fé, vamos lá que eu vou pegar mais pra você.Quando fomos entrar no carro, a Jenniffer me surpreendeu bastante, entrou no banco de trás com o Thiago e já falava tudo rindo naquela animação de bêbado: Vamos, vamos! Está esperando o quê? Eu quero beber, vamos logo. Nisso ela pegou mais uma longe neck e começou a beber depressa.Eu perguntei se ela não queria ir na frente, ela disse que ia ficar alí mesmo com as cervejas. Não falei nada e fui embora, a casa do Thiago era sá algumas ruas de lá mesmo e logo chegaríamos.Quando saímos, ela gritando numa animação incrível, nunca tinha a visto tão solta na minha vida. Ajoelhou no banco de costas pra mim, do lado do Thiago, e falou: Bebe logo, coisa, você que não está bebendo nada. Pegou a long neck na mão dela, encurvou a cabeça dele e começou a despejar cerveja na boca dele, caindo tudo no banco e foi subindo jogando na cabeça dele.Ele ficou só rindo: Está me molhando todo, danadinha!. E ficaram rindo lá, gritando, conversando, tem algum problema? Tem que virar homem, rapaz.Chegamos no apartamento do Thiago e logo ele foi ligando o som, abrindo mais uma long neck e bebendo. Colocou um sertanejo, a Jenniffer me pegou e começamos a dançar meio sem saber o que fazer, mas ela bem safada se esfregando em mim e me beijando. Só parava pra pegar uma cerveja na mesa e dar uma golada.Fiquei menos puto com a situação depois disso, fui me soltando e curtindo a minha namorada naquele estado que nunca a tinha visto antes.Pena que não durou muito, o Thiago chegou querendo a sua parte também: Minha vez agora! Vão me deixar aqui sá assistindo?. Ela nem esperou eu reagir e logo pulou nos braços do Thiago e começaram a dançar bem agarradinhos.Naquele momento eles não se importavam mesmo com a minha presença, se eu era seu namorado ou qualquer outro. A mão dele deslizava sobre o corpo da minha namorada, e a dela sobre o corpo dele, e eu alí parado sem reação, só observando. Foi quando a mão dele desceu e deu uma apertada bem gostosa naquela bundinha macia dela, ela deu uma rebolada e gritou um ai bem safado.Quando eu olhei aquilo, minha cabeça foi a mil e eu não sabia mais o que fazer. O que foi que eu fiz? Deixei minha namorada ser dominada por um desconhecido a noite inteira bem do lado dela. Mas aquela situação começou a me excitar e eu continuei imável observando um cara fazendo o que queria com a minha namorada sem dar moral pra minha presença.Não demorou e os dois começaram a se beijar, as mãos dele já passavam livremente sobre o corpo dela, acariciando a bunda dela e os peitos, e ela esfregando a mão no pau dele.Ficaram lá se acariciando e se beijando mais um tempo, até que a Jenniffer se virou de costas e empinou a bundinha bem em cima do pau duro do Thiago, e falou pra mim: Amor, olha o que esse safadinho fez comigo! Ele tem o pau tão duro e gostoso, quero ficar com ele mais um pouquinho. Você deixa sua namoradinha se divertir mais um pouquinho com o nosso novo amiguinho, deixa?.Ele não esperou eu responder e logo foi tirando o cinto e depois a camisa, ela se virou e abaixou as calças ele e ficou lá esfregando a cara no pau dele sobre a cueca e lambendo, como um cachorro morto de fome.Eu não sabia o que fazer, mas a excitação tomou conta de mim no momento e falei: Vai lá, faz o que você quiser!”A Jenniffer só ficando mais excitada com o que eu falava, terminou de tirar a roupa dele e depois ele veio tirar a dela: Fica olhando como se trata uma putinha, corninho! Eu vou comer ela todinha e você vai só olhar.Eu não tinha mais opção nenhuma mesmo naquele momento, então me entreguei À tentação mesmo aquilo me corroendo por dentro. Me senti muito fraco, me deu até vontade de chorar, mas eu continuei o assunto: Vai, come a minha namorada, mostra pra ela o que é bom! Você gosta, né, safadinha? Gosta disso, né?.Ela virou pra mim enquanto ela terminava de tirar sua calça e a deixando de quatro sá de calcinha no sofá da sala: Adoro! Seu corno, aprende como um homem de verdade faz, corninho! Olha aqui a vadiazinha dele rebolando gostoso no pauzão dele.E o Thiago aproveitou pra dar um monte de tapa naquele bundão gostoso alí de frente pra ele. Safada! Gostosa! Sabia que você ia liberar essa xaninha pra mim, danadinha, e ela só gemendo: Ai! Ai! Vai, vai, vai gostoso!.Ele logo tirou a calcinha dela e começou a bombar por trás da minha namorada, e ela gemendo alto pra acordar o prédio inteiro, nem ligava pro barulho. Vai, gostoso! Mete, vai! Mete gostoso! Ui, ai, mais, assim mesmo, mostra pro meu corninho como faz.Eu e a Jenniffer estávamos de frente um pro outro, enquanto o Thiago comia ela sem dá por trás, e ela gemia com carinha de safada e pedia mais.Ele parou, puxou ela pelo braço e a chamou pra dentro: Vamos pro meu quarto. Eu fiz que ia, mas ele logo se virou pra mim e disse: Fica aí, corninho! Espera aí sentadinho.Eles entraram no quarto e trancaram a porta, eu desliguei o som e fiquei sá escutando os gemidos da minha namorada dando pra outro.Acabei tirando o pau pra fora e comecei a bater uma punheta pensando naquela situação tão embaraçosa, embora isso me deixasse um pouco com remorso. Mas eu me entreguei e bati uma das bronhas mais gostosas da minha vida.Depois de um tempo os gemidos pararam, sá ouvia vozes baixas deles conversando por um tempo e alguns minutos depois foram tomar banho juntos.Cerca de uma hora depois de entrarem no quarto, abrem a porta e a Jenniffer toda alegre com a situação falando que queria mais: Eu vou voltar, lindo! Quero muito mais de você, achei maravilhoso.O Thiago já me tratava como um capacho naquele momento, percebendo que não ia sequer brigar com a Jenniffer por me trair na minha frente: Me agradece, corno! Comi sua namorada de jeito, dei um trato nela pra você.Ela foi na onda e também debochou de mim: Vai, amor! Agradece ele por fazer esse serviço pra você, quem sabe ele seja bonzinho e faça de novo.Eu já totalmente conformado com a situação, já sabia que a minha vida dalí pra frente seria de corno manso, que a minha namorada não ia mais me respeitar nunca mais: Obrigado por comer minha namorada, Thiago. Pode fazer de novo, por favor?.Ele riu e disse: Claro que sim, só trazer ela aqui e me pedir com jeitinho. Da práxima vez eu deixo você assistir tudinho enquanto bate uma punhetinha, corno.Nás nos despedimos e fomos embora, deixei a Jenniffer em casa sem nos falarmos muito no caminho. Você me surpreendeu, nem reclamou de nada, ela disse. Quem me surpreendeu foi você, ficou flertando com o cara na minha frente e cedeu a todos os desejos dele. Ela riu e disse que eu fui mole e que a cerveja ajudou.No outro dia, ela me ligou meio com peso na consciência pedindo desculpas, mas ao mesmo tempo botando a culpa em mim e falando que quer mais.Como você deixou sem fazer nada? Eu estava bêbada, você foi muito mole. Você gostou, né? Não sabia que você gostava de me ver sendo dominada por outro homem. Foi muito bom, ele é muito gostoso, quero sair de novo com ele, você é o melhor namorado do mundo por entender que eu preciso realizar minhas fantasias.Combinamos que ela me contasse tudo que fizesse sempre, e se possível que eu fosse junto. Ela disse que não ficaria mais acanhada na minha frente e que flertaria com homens na minha frente, e que estava excitada sá de pensar na situação.A partir daí a minha vida com a Jenniffer nunca mais foi a mesma, sempre com muitas aventuras. Ela nunca me deixou dar bola pra outra menina, só ela que pode, e eu como um bom corno manso aceitei tudo.Nás vimos o Thiago mais algumas vezes, os dois são amigos até hoje. Ele começou a namorar e parou de sair com a Jenniffer, mas ainda se perdem uma vez ou outra como dois bons amantes.

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