EU, MARCOS, ME APAIXONEI POR CARLINHOS, MEU CUNHADO

       Sou Marcos, 32 anos, casado com Marisa que tem um irmão a quem chamamos afetuosamente de Carlinhos. Comecei a namorar Marisa há dez anos e há cinco anos estamos casados. Meu cunhadinho tem 18 anos e há tempos percebi que Carlinhos era um rapaz especial. Bonito, simpático, ainda que um tanto tímido. Sempre nos demos muito bem e neste fim de semana aconteceu algo que selou definitivamente nossa amizade. Temos um apartamento na praia, prédio simples de quatro andares com 16 apartamentos e sou o síndico desse pequeno condomínio no qual as reuniões com os condôminos ocorrem bimestralmente sob minha direção. Na última reunião Marisa não pode me acompanhar e convidei Carlinhos para ir comigo. Confesso que uma ideia não saía da minha cabeça ao chamar meu cunhado. Este ficou contente e no sábado pela manhã rumamos no meu carro para o litoral.          No caminho conversamos sobre diversos assuntos até que perguntei a Carlinhos se ele tinha namorada. A resposta foi negativa e então maliciosamente emendei: “E namorado?” Carlinhos demorou um pouco para responder e por fim disse que não tinha namorado, mas sim um amigo especial chamado Paulo. Perguntei: “Como assim, Carlinhos, por que esse Paulo é especial?” Então meu cunhado contou que ele e Paulo às vezes ficam juntos. Perguntei se eles transavam e Carlinhos disse que sim. Com essa resposta confirmou o que eu imaginava, ou seja, que Carlinhos era homossexual, mas não manifestei nenhuma surpresa, deixando-o à vontade. Durante a viagem Carlinhos pediu para que eu não contasse nada para sua irmã e explicou que seus pais eram muito conservadores e que ele tinha que esconder deles esse fato. Respondi que ele podia confiar em mim.          Nossa conversa prosseguiu, agora de forma mais aberta e perguntei a Carlinhos como ele havia começado a transar dessa forma. Meu cunhado contou que tinha um amigo inseparável chamado Rogério e que os dois estavam sempre juntos estudando, jogando vídeo-game e tudo mais. Carlinhos contou que entre eles havia mais que amizade e certo dia aconteceu de se relacionarem sexualmente, o que passou a acontecer sempre que possível, na casa de um ou de outro. A família de Rogério, cujo pai é militar, mudou-se para o Norte do país e desde então a amizade continua mas apenas usando os recursos de internet. Continuam amigos e confidentes, com muita saudade um do outro. Foi então que Paulo entrou em sua vida com a diferença que Paulo se comporta como ‘macho’ e namorado de Carlinhos. Paulo, inclusive tem uma namorada.          Toda essa conversa me deixou excitado e eu não via a hora de chegarmos para eu poder tentar comer Carlinhos, que era o que eu mais queria. A essa altura eu tinha certeza que a intenção de meu cunhado também era dar o cuzinho para mim. Chegamos no litoral, o sol estava forte e fomos à padaria tomar café. Aproveitei e fui à farmácia para comprar um protetor solar porém o que eu queria comprar mesmo era gel lubrificante. No apartamento eu disse a Carlinhos para darmos um passeio na praia e como estávamos ambos de bermuda eu falei para ele tirar a camiseta que eu iria passar protetor nas costas dele. Tirei também minha camiseta enquanto meu cunhadinho tirava a dele e quando vi seu corpo o tesão tomou conta de mim totalmente.          Preciso falar um pouco sobre Carlinhos. Ele ainda não tem o corpo totalmente definido, é um magro elegante, 1,70m para uns 58 quilos de peso. Meu cunhadinho chama a atenção por seus modos delicados sem serem femininos. O que eu mais gosto nele são seus cabelos mais compridos que o normal, descendo pela nuca e quase sempre em desalinho pela testa, o que lhe dá um charme todo especial. Pode-se dizer que é um moço muito bonito com seu corpo de poucos pelos e que faz sucesso com as mulheres e com os homens também, tenho certeza. Conheço-o há tanto tempo agora estamos os dois aqui no apartamento da praia, bem à vontade e com muita vontade.          Comecei a passar protetor solar nas costas de Carlinhos acariciando-o com prazer. Meu pau logo endureceu e com uma das mãos desabotoei a bermuda, descendo-a; em seguida tirei minha cueca sem parar de esfregar as costas dele, a nuca, chegando com a mão até o rego de sua bundinha. Carlinhos jogava a cabeça para trás demonstrando gostar daquilo. Encostei meu pau levemente na bunda de meu cunhado que imediatamente colocou a mão para trás e tocou meu pau exclamando “Nossa!”, tirando de uma só vez sua bermuda e sua cueca, deixando surgir seu rabinho branco, liso, lindo demais e que eu tanto desejava ver e tocar. Coloquei meu pau entre suas nádegas o que fez Carlinhos dizer “Ai, que delícia, Marcos”. Segurando-o pela cintura puxei-o para junto do sofá e peguei o gel. Carlinhos abaixou-se naturalmente no braço do sofá com as pernas entreabertas e a bunda se oferecendo todinha para mim. Fiz uso do gel e apontei meu pau encostando em seu cuzinho.          Estávamos ambos tesudos e loucos para foder; eu para comer o cu de meu cunhado e ele para sentir meu pau dentro de seu cu. Meu pau não é dos maiores pois tem 16cm, mas é grosso e fui forçando para ele penetrar aquela bundinha tão bonita e gostosa, Aos poucos fui sentindo o calor interno de Carlinhos que gemeu quando a cabeça de meu pau passou pelo anel do seu cuzinho. Gemido de dor e de prazer seguido de um movimento que fez meu pau deslizar todo para dentro e os dois engatados passamos a fazer movimento juntos de vai-e-vem. Minhas mãos estavam nos peitinhos de Carlinhos, acariciando-os. Desci depois uma mão até seu pau que estava duro e o punhetei. Nenhum de nós aguentou mais e eu gozei naquele cuzinho que tanto desejava secretamente.          Descansamos um pouco e depois fomos almoçar num restaurante self-service. Durante o almoço conversamos e Carlinhos contou que há mais de dois meses não dava para o Paulo e que agora nem queria mais dar, preferindo a mim, mesmo com as dificuldades que poderiam aparecer. Quando voltamos ao apartamento fomos logo para o quarto e na cama de casal passamos a nos abraçar e beijar na boca, beijos ardentes mesmo e depressa fiquei com vontade de foder com meu cunhado outra vez. Ele pediu para esperar um pouco e chupou meu pau, no que me virei e peguei seu pau colocando-o na minha boca e ficamos nesse 69 delicioso. O pau de Carlinhos é quase do tamanho do meu mas bem mais fino. Virei Carlinhos de bruços e passei a chupar seu cuzinho, preparando para penetrá-lo outra vez. Dentro dele pude sentir a delícia do calor do cuzinho de meu cunhado que apertava seu ânus me proporcionando maior prazer, enquanto eu chupava sua nuca, orelhas e apertava seu pau numa punheta discreta. Fodi Carlinhos por quase meia hora deste jeito até que gozamos com gemidos bastante altos, os dois. E pegamos no sono do jeito que nós estávamos, eu dentro dele.          Quando acordei Carlinhos havia se levantado e lembrou que às 17 horas haveria a reunião de condomínio. Nos despedimos com um longo e carinhoso beijo, beijo de namorados. A contragosto desci para a reunião que contou, ainda bem, com apenas oito condôminos. a reunião teria sido muito mais rápida, não fosse um senhor chamado Teodoro que passou meia hora falando da necessidade de se construir um playground para as crianças (para a neta dele, isto sim). Já perdendo a paciência argumentei que o verdadeiro playground local era a praia. E minha cabeça estava em outro playground, o meu cunhado Carlinhos que me esperava com uma sunguinha minúscula e uma regata que mais parecia um baby-doll. Ao vê-lo assim me despi, abracei-o tirando sua sunga e erguendo sua camiseta e fomos para a cama onde ficamos nos beijando prolongadamente. Disse a Carlinhos que d
everíamos primeiro descer e comer uma pizza e foder gostoso na volta.          Na pequena pizzaria nós parecíamos namorados nos olhando nos olhos o tempo todo e disfarçadamente com mãos dadas. Carlinhos me perguntou se eu já havia saído com outros homens e lhe contei que só com travestis. Meu cunhado ficou espantado e disse: “Não acredito!”. Então contei que certa vez conheci uma travesti linda, morena alta e não resisti em ter minha experiência com ela. Chamava-se ‘Tatiana’ e seu corpo era maravilhoso com seios e uma bunda que confesso nunca havia visto igual. Depois de transarmos Tatiana perguntou se eu queria dar também e eu estava mesmo com um tesão enorme, mas o pau de Tatiana devia ter uns 20 centímetros. Era enorme e nem coube na minha boca quando o chupei. Voltei a encontrar com Tatiana disposto a dar para ela, mas todas as tentativas foram em vão porque a dor era maior que a vontade. Tatiana então me disse que tinha uma amiga chamada Cristina, que era graciosa e que tinha o pau pequeno. Marquei com Cristina a quem comi gostoso e que me tirou as pregas com seu pau que era a metade do pau de Tatiana. Comecei a gostar de dar o cuzinho para Cristina, mas para minha decepção ela voltou para Minas Gerais e decidi que não deveria me habituar a sair com travestis. Nunca mais sai com nenhum outro.          Carlinhos passou a mão no meu rosto e disse: “Agora você nunca mais vai sair com alguém que não seja eu, tá bom?” Concordei e fomos dar uma caminhada pela praia semideserta, de mãos dadas porque ambos estávamos nos apaixonando um pelo outro e não queríamos sequer deixar de nos tocar. Retornamos ao apartamento e já na cama aconteceu a surpresa quando Carlinhos falou: “Marcos, quero comer você, como a Cristina te comeu”. Sem nada responder me deitei de bruços, com travesseiros sob a barriga me preparando para receber o pau de meu cunhadinho. ele beijou meu cu, o penetrou com a língua, acariciou meios peitos, beijou a nuca, me deixou no maior tesão, até que abriu minhas nádegas e começou a penetrar meu cu. Soltei um grito de dor no início mas quando senti seu pau entrando centímetro a centímetro disse apenas: “Que delícia, Carlinhos, me fode gostoso, bem gostoso”. Foram dez minutos que me levaram às nuvens sentindo o que eu nunca havia sentido na vida.          Quando Carlinhos gozou dentro de mim eu o virei e com meu pau já endurecido o enrabei mais uma vez. E a cada vez que isso acontecia parecia ser ainda melhor porque estávamos íntimos agora. Namorados, amantes, sei lá o que. Assistimos a uma série de TV, os dois pelados e nos beijando o tempo todo. Fomos dormir às onze da noite porque no dia seguinte iríamos voltar pela manhã bem cedinho. Nessa noite Carlinhos me comeu duas vezes e eu meti nele mais uma vez. Estávamos exaustos mesmo de tanto meter. Exaustos e apaixonados um pelo outro. No retorno dirigi de mão dada com Carlinhos que por vezes enfiava a mão dentro da minha bermuda e eu acariciava seus peitinhos. Quando havia segurança trocávamos beijos rápidos. Avistei um motel na estrada e embiquei como se fosse entrar. Nos olhamos, rimos e eu disse: “Vamos para casa senão o povo vai ficar preocupado e sei lá o que vão pensar”. Carlinhos respondeu: “Jamais vão imaginar o que fizemos na praia”.          Eu e Carlinhos tomamos todo cuidado possível para que não percebam que somos amantes. Nem Marisa, nem meus sogros jamais comentaram nada, apesar de terem notado que eu e Carlinhos agora assistimos futebol juntos, corremos juntos aos sábados pela manhã e eu o ajudo nas dúvidas que tem com Matemática. Nem é preciso dizer que quando meus sogros saem eu dou um jeito de ir à casa deles para ficar com Carlinhos e o mesmo acontece quando Marisa não está em casa. Outro dia Carlinhos disse brincando: “Marcos, larga da minha irmã e casa comigo”. Respondi que não precisava porque eu preferia assim pois ninguém iria sofrer e nós, de certa forma éramos também um casal, casal secreto, mas éramos.

Viajando para reunião com minha esposa

Fazia tempo que tinha prometido a ela que quando fosse a reunião a levaria e chegamos a tarde e fomos direto para o hotel do evento e a noite saímos para passear,ver as lojas e na volta tivemos uma senhora foda aonde a deixei toda entregue e bem comida.Estaria envolvido na reunião o dia todo e meu irmão se prontificou a sair com ela e mostrar as lojas e um pouco da cidade.Ela me disse depois que estava no quarto se levantando,e indo para o banho quando o interfone tocou e dizendo que meu cunhado estava subindo,e na hora me deu um susto,mas me vi ficando toda molhada,e toda nua fui abrir a porta para ele ,e sorrindo foi tirando a roupa e logo deitada de pernas abertas recebia sua boca na boceta e seu dedo e quase de imediato entrei em gozo,e ele sorrindo disse gostou da surpresa minha cunhada favorita e me vi de 4 a beira da cama ,e ele de pé segurando minha bunda com suas mãos e veio socando com força e me vi sendo empurrada para frente,mas ele me segurando recebi uma senhora curra,aonde não respirava e ele dizendo sinta a pegado de um comedor marcando sua presa,e sorrindo foi me comendo de uma maneira suave ,mas na verdade amei ser currada tão forte pelo meu cunhado sacana.Fomos tomar uma ducha e logo voltávamos a cama e ele a foi envolvendo e logo se viu sentada na rola cavalgando como uma senhora puta e os seios lindos balançando,e ele a encarando dizendo estava com saudades da minha cunhada putinha.Saímos a conhecer a cidade e passei um dia maravilhoso,e varias vezes ele me abraçava e me beijava gostosoA noite fomos jantar juntos aonde agradeci a sua presteza,e ele olhando o irmão disse sua esposa é uma grande mulher…cuide dela com carinho

MEU CUNHADO ADORA MEU CUZINHO

ESTE CONTO EU RECEBI DE UM LEITOR , ELE DECIDIU COMPARTILHAR SUA EXPERIÊNCIA SEXUAL COM OUTROS LEITORES , ELE NARRA O SEGUINTE , SOU O ROBERTO , ME CHAMAM BETO TENHO 35 ANOS , MORENO DE ESTATURA MEDIANA , 35 ANOS CASADO COM A GOSTOSA DA ELOÁ DE 32 ANOS , MORO NA BAIXADA SANTISTA , BEM ESTAMOS CASADOS A UM TEMPINHO E TEMOS 1 FILHO , NA VERDADE EU SEMPRE TIVE RELACIONAMENTO COM MULHERES E DEPOIS DE CASADO ENTREI EM UM SITE ONDE OS HOMENS BATEM PUNHETAS UM COM O OUTRO ASSISTINDO , TAMBÉM NESTA SITUAÇÃO DE MUITOS CASADOS , NAMORADOS E NOIVOS ESTAR DANDO O CUZINHO , COMEÇOU A ME DAR UM TESÃO ENORME QUANDO EU VIA UM CACETE NA CAM , EU IMAGINAVA DENTRO DO MEU CUZINHO , BEM MAS TENHO UM CUNHADO DE 25 ANOS QUE SEMPRE DESCE PARA CÁ PEGAR UMA PRAIA , OUTRO DIA ELE VEIO E A MINHA ESPOSA SAIU PARA A PRAIA COM NOSSO GAROTO E A NAMORADA DELE , A LUIZA DE 21 ANOS UM TESÃO DE MULHER TAMBÉM , ELA E A MINHA ESPOSA SÃO MUITO GOSTOSAS , MAS FIQUEI COM O CUNHADO EM CASA E FUI TOMAR UM BANHO , PORRA SÓ TEM UM BANHEIRO ELE ENTROU PRA MIJAR E QUANDO TIROU O CACETE EU DEI UMA MANJADA , COMO ELE É SAFADO FALOU UÉ GOSTOU , EU FALEI MUITO , ELE BRINCOU E VEIO NA PORTA DO BOX COM O PAU PRA FORA , EU GRUDEI NO CACETE DELE , ELE NEM LIGOU E RAPIDINHO ESTAVA DURINHO , PUXEI ELE PARA DEBAIXO DO CHUVEIRO E MAMEI O CACETE E AS BOLAS DELE , MAS AI EU QUERIA MAIS TOMEI BANHO ELE TAMBÉM APROVEITOU E NOS ENCHUGAMOS FALEI QUERO MAMAR VC NA CAMA , O PAU DELE SAIA BABA , EU LEVEI ELE NA MINHA CAMA E SUGUEI TODA A BABA , CHUPAEI O SACO , LAMBI O CUZINHO DELE ELE DEITADO EU ME ACOCOREI E FUI SENTANDO ELE GEMIA E EU TAMBÉM , ALI EU SUBIA E DESCIA NA VARA EU SENTIA OS OVOS NA BUNDA , EU DEI UMA GOZADA QUE CHEGOU NO PEITO DELE , ELE ME ENCHEU O CUZINHO DE PORRA , FOMOS PARA A PRAIA COM AS MULHERES DEPOIS DE ESVAZIADO AS MAMADEIRAS , ELE ESTA VINDO DE 15 EM 15 DIAS PARA FUDER COMIGO , QUANDO ELE VEM COM A NAMORADA DAMOS UM PERDIDO NELA SEMPRE , DEIXO ELE DOIDINHO QUANDO MAMOM O PAU E AS BOLAS DELE , ELE É ATIVO SÓ ME COME EU SA MAMO , E CHUPO O CUZINHO DELE , E O PAU DELE CHEIO DE VEIAS DELICIOSO .

MEUNN

O CANALDOSCONTOS TRÁS ESTA TRAMA DE SEXO E TRAIÇÃO , SOU O EDIVALDO 38 ANOS , CASDO COM A LINDA MARIA EUNICE DE 19 ANOS , 1,67 ,60 KG , CABELOS LONGOS A ALTURA DO LINDO RABO GRANDE , SEIOS MÉDIOS , LINDA , COMO MORO COM MINHA MÃE, TROUXE MINHA ESPOSA PRA MORAR COMIGO AQUI NA MINHA MÃE, MINHA IRMÃ CASADA COM O LUIZ DE 27 ANOS MORA NO MESMO QUINTAL , CASA DOS FUNDOS , MAS O ACESSO LIVRE ENTRE AS CASAS , BOM EU TRABALHO O DIA TODO ,FOLGO 1 DIA POR SEMANA , MINHA IRMÃ TRABALHA NO COMÉRCIO , MEU CUNHADO O LUIZ TRABALHA MENOS , FICA BASTANTE EM CASA , MINHA ESPOSA NÃO TRABALHA , CUIDA SA CASA E FICA COM MINHA MÃE QUE É IDOSA , REALMENTE NUNCA IMAGINEI DESCONFIAR DA MINHA ESPOSA DELICIOSA , ELA USA SÓ FIOZINHO ENTERRADO E VESTIDO FICA UM TESÃO , MAS EU ESTAVA EM CASA E DEITADO NO QUARTO , MINHA ESPOSA NA COZINHA , OUVI ALGUEM PASSAR NO CORREDOR , ERA MEU CUNHADO , ELE PERGUNTOU NICE CADE O EDVALDO , ELA FALOU DORMINDO, ABRI UM POUCO A PORTA E DAVA PRA VER , ENTÃO ELE DEU UM ABRAÇO POR TRÁS, ENCOCHOU ELA NA PICA , ELA SE DESVENCILHOU E EMPURROU ELE , FALOU BAIXINHO , SEU LOUCO , ELE SAIU , EU DEITEI IMAGINANDO QUE EU ESTAVA CERTO , MAS ME CONTIVE E PASSEI O DIA ENCUCADO , QUERIA FALAR COM ELA , COM ELE , MAS DEIXEI PRA LÁ , ERA MINHA FOLGA ,MINHA IRMÃ FOI TRABALHAR , MINHA ESPOSA TOMOU BANHO FALOU VOU FAZER CAFÉ E BUSCAR PÃO, FALEI BLZ , VOU DORMIR UM POUCO MAIS , OUVI ELA FAZER CAFÉ , DEPOIS , SAIU E PERCEBI QUE ELA VEIP AOS FUNDOS , FUI DE PONTA DE PÉ , INACREDITÁVEL ,O SILÊNCIO, MAS A PORTA DA COZINHA ABERTA , ENTREI , MINHA ESPOSA ESTAVA MAMANDO MEU CUNHADO NO SOFÁ DA CASA DELE , ASSISTI UM POUCO , ELE SENTADO , PELADO TODO MAMADO ELA SE COLOCOU EM PÉ , DE COSTAS PRA ELE , ELE ERGUEU OVESTIDINHO , LAMVEU O RABO DELA , PASSOU SALIVA NO PAU ,MINHA ESPOSA SENTOU , ENTROU ELA GEMEU E CAVALGOU , ELA SUBIA E DESCIA , EU ENTREI NA SALA E FALEI BONITO , PRA VCS , ELA ASSUSTOU , MAS ELE FOI FRIO , DISSE EU ESTOU COM ELA A 6 MESES VOU FICAR COM ELA , FALEI VOU FALAR PRA MINHA IRMÃ, ELE FALOU ELA JÁ SABE , FOI MAIS LONGE AINDA DISSE A NICE ESTA GRAVIDA DE UM FILHO MEU , FOI DIFICIL ELA DISSE QUE QUERIA SER AMULHER DELE , MANDEI ELA EMBORA ELE ARRUMOU A CASINHA NO TERRENO DO PAI , ELA ESTAVA GRAVIDA , FOI MORAR LÁ , GANHOU NENÊ E ELE CONTINUA COMENDO ELA E MINHA IRMÃ, MUITO SORTUDO E AS DUAS OBEDECEM ELE ,PARECE 2 CADÉLINHAS

O NOVO AMIGO DE MEU MARIDO I

Meu nome é Elen e meu marido se chama Rodrigo. Tenho 32 e ele 35 anos. Somos casados há l0 anos a temos duas lindas filhinhas. Nossa vida a dois sempre foi muito boa.Somos uma família muito feliz e nos damos muito bem com nossas filhas cunhados, pais, sogros, tios e tias. Pertencemos a uma família tradicional e a nossa relação a dois, é melhor ainda. Somos da geração saúde. Rodrigo tem l,75 a pesa 80 quilos. São os 80 quilos mais bem malhados da cidade pois ele freqüenta uma academia três vezes por semana.Ele é lindo. Moreno, não usa barba ou bigodes, tem olhos pretos e cabelos mais pretos ainda, ligeiramente ondulados. Sou clara, bronzeadíssima, pois temos uma piscina de bom tamanho em casa, onde passo todas as manhãs. Sou um pouco menor. Tenho l,65 a peso 58 quilos. Meus cabelos ondulados são castanhos claros a cortados na altura dos ombros. Meus olhos são verdes e tenho seios médios e bem empinadinhos. Minha cintura é bem marcada pois tenho ancas largas a uma bundinha bem saliente. Ela é a minha marca. Quando jovem, eu me sentia constrangida pelos olhares que despertava na rua, na escola e, até mesmo, na igreja. Sim… na igreja! Eu tive uma educação muito rígida. Meus pais, como todos descendentes de poloneses, eram católicos fervorosos e, todos os domingos tínhamos o ritual da missa. Minha mãe fazia para mim uns vestidos longos, folgados, enfeitados com fitas a tudo mais. Quando eu andava pela nave da igreja, na hora de receber a hóstia eu ia toda envergonhada pelos olhares que, eu percebia, eram lançados no meu traseiro.Eu e meu marido sempre tivemos toda a liberdade um com o outro. Na cama, o nosso relacionamento era aquilo que se poderia classificar como ótimo. Ele, que também vinha de uma família religiosa, era super respeitador e já tinha me ensinado tudo que sabia em matéria de sexo.Uma vez logo depois do nosso casamento, ele tentou praticar sexo anal comigo mas eu senti dor e recusei. Depois daquele dia, talvez com receio de me deixar aborrecida, nunca mais insistiu no assunto. Fazíamos sexo praticamente todos os dias. Sempre começávamos pela boca. Nossas bocas famintas deslizavam sobre os nossos corpos a terminavam num clássico meia nove. Depois ele me penetrava com o seu lindo cacete de l7 centímetros de comprimento por 4 de diâmetro em todas as posições. A minha preferida era quando ele me pegava por trás, eu de joelhos bem separados e apoiados na cama, com o peito esmagado no colchão e com a boca, praticamente, dentro do travesseiro para poder sufocar os meus gritos de prazer. Nestas horas, ele se colocava ajoelhado atrás de mim e com as duas mãos apertando forte nas minhas nádegas me fodia como um louco, gozando dentro da minha bocetinha apertada ou, às vezes, tirando fora a esporrando na minha bunda a nas minhas costas. Entre uma transa e a outra, ficávamos nos beijando e nos excitando, falando um monte de sacanagens, um no ouvido do outro e sempre pudemos manifestar todas as nossas fantasias. Uma das fantasias de meu marido que no início me deixou preocupada mas que, com o passar do tempo, passou a ser a nossa fantasia era a do “ménage-a-trois”. Aliás, venho notando através de conversas com minhas amigas, que essa é uma fantasia que a cada dia recebe mais a mais adeptos. Agora, entre fantasiar a realizar as nossas fantasias, vai uma grande distância…Aquilo vinha em nossas cabeças sempre que ficávamos excitados durante as nossas transas e sempre sussurávamos em nossos ouvidos como seria bom compartilhar a nossa cama e as nossas loucuras com uma terceira pessoa.Embora fantasiar um menage a trois nos levasse ao auge do tesão eu preciso esclarecer que sou uma mulher super ciumenta e que nunca aceitei, nem ao menos por fantasia ou brincadeira, que um dia pudéssemos compartilhar a nossa cama com uma outra mulher. Isto ficou bem claro na nossa relação desde o inicio. Muito menos, permitir que meu marido saísse com outra para fazer qualquer tipo de programa que envolvesse sexo ou sentimentos amorosos. Neste ponto eu sou radical e aviso: Se acontecer, eu viro bicho.Estávamos indo muito bem com esta maneira de condimentar as nossas relações até que conhecemos Cláudio numa palestra que estava sendo realizada no anfiteatro da universidade onde trabalho. O tema da palestra era recuperação de pastagens, assunto que interessa muito ao meu marido que é pecuarista.Embora meu trabalho na universidade seja ligado ao departamento de química acompanhei o meu marido para participar do evento. Cláudio era um agrônomo que havia sido contratado por uma cooperativa da nossa cidade para implantar um novo sistema de vendas na empresa e estava ali representando a diretoria da mesma.Assim que chegamos, ele nos foi apresentado por uma de minhas colegas, a Leila, que era a chefe do departamento de zootecnia da universidade. Minha colega pediu-nos para ficarmos fazendo companhia para ele por alguns minutos pois ela estava muito atarefada com a organização do evento. Enquanto ficamos conversando com Cláudio, notei que ele não tirava os olhos de mim. Meu marido também percebeu e, depois que minha colega voltou para chamar o Cláudio para irem sentar-se em outro lugar, reclamou comigo dizendo que eu estava muito assanhada e que, enquanto ficara conversando com Cláudio mantive um sorriso constante e sacana do rosto. Respondi brincando que, afinal de contas, o cara era um gato e que eu não era de ferro. Para dar um tchan na conversa, eu lhe disse, com um sorriso e com uma voz bem sensual que, talvez, estivesse chegando a hora de passarmos das nossas fantasias para a prática. Notei que Rodrigo ficou preocupado com a minha resposta a me devolveu um olhar meio bravo, meio malandro e a conversa morreu por aí.A palestra terminou por volta de 23 horas a nós dois saímos dali com uma fome danada pois ainda não tínhamos jantado. Fomos direto para uma pizzaria. Enquanto aguardávamos que o garçom nos atendesse, minha colega de trabalho adentrou ao recinto acompanhada por Cláudio e, ao nos verem, seguiram na direção da nossa mesa.Percebi um ligeiro desconforto em meu marido mas ele foi muito gentil. Levantou-se reorganizando nossos lugares e convidou-os para ficarem conosco. Fizemos os nossos pedidos e logo estávamos saboreando deliciosos pedaços de pizza, acompanhados por duas garrafas de um vinho branco super gelado.Meu marido, que a principio estava meio calado, foi se descontraindo conforme fomos conhecendo melhor o acompanhante de minha colega. Depois de alguns momentos de papo, ficamos sabendo que ele era primo de Leila e meu marido descobriu que ele e Cláudio tinham muitas coisas em comum. Ambos tinham nascido em S. José do Rio Preto e torciam pelo Palmeiras. O Cláudio que tinha morado no Rio de Janeiro durante os últimos 20 anos, dai o seu sotaque delicioso, também era flamenguista, time que é da simpatia do meu marido. Ambos praticavam pesca submarina, gostavam de vôlei de praia e de filmes de aventuras. Além disso, ambos tinham uma coleção de armas.Cláudio nos disse que era solteiro, tinha 37 anos, e que tinha alugado um apartamento de cobertura num prédio recém construído em nossa cidade.Enquanto a conversa fluía e o vinho era degustado, a perna de Cláudio roçou na minha, por diversas vezes. Nas primeiras vezes, bati em retirada mas depois eu deixei rolar e foram muitas as vezes em que ele esfregou seu joelho direito na minha coxa esquerda, mal coberta pela mini saia que eu estava usando, sem contar as encaradas que ele me dava. Com medo que o meu marido percebesse alguma coisa, lembrei ao Rodrigo que já estava ficando tarde, que as nossas filhas estavam sozinhas em casa a que a gente devia continuar o papo num outro dia.Na saída, ao nos despedirmos, já nos dirigindo para os nossos carros, Cláudio nos convidou para jantar na semana seguinte. Rodrigo entrou no automóvel e dirigiu calado até chegarmos em casa.Já deitados, começamos a falar sobre a noite e, de repente, ele me perguntou se eu tinha sentido algum tesão pelo Cláudio. Fiquei meio assustada mas, não sei se foi porque eu estava meio de pilequin
ho, respondi que sim. Que, pra falar a verdade, eu tinha ficado molhadinha de tesão por aquele homem. Ele era do mesmo porte que o meu marido, claro, olhos azulados, bronzeado de praia e devia estar acostumado com um tipo de vida totalmente diferente da vidinha que a gente levava no interior. Aproveitando o embalo, disse também que eu tinha ficado muito excitada com o interesse que ele havia demonstrado por mim. Enquanto eu ia falando, fui me enroscando nele a acabamos tendo uma transa deliciosa. Naquela noite, Cláudio foi o parceiro da nossa suruba imaginária. Rodrigo deve ter gostado muito porque, surpreendentemente, conseguiu dar duas, uma atrás da outra, sem tirar o pau de dentro de mim, o que não era comum.Três dias depois, Leila me ligou dizendo que o Cláudio tinha se simpatizado muito conosco a que ele havia pedido o número do nosso telefone para nos convidar para jantar na próxima sexta-feira, dia em que ela, infelizmente, teria que estar viajando para Campinas, onde faz o seu mestrado na UNICAMP.À noite, ele ligou e conversou muitos minutos com Rodrigo. A conversa deve ter sido alegre pois Rodrigo deu boas risadas. Depois ele anotou o endereço e o telefone de Cláudio a ficou de confirmar se haveria condições da gente estar na cidade no dia do jantar. Quando desligou, notei que Rodrigo ficou meio estranho e acabou ligando para Leila. Após sondar, discretamente, a vida do Cláudio ele desligou e não falou nada comigo sobre o assunto. Fiquei na minha.No dia marcado para o jantar, Rodrigo me ligou do escritório perguntando se eu estava a fim de irmos jantar no apartamento de Cláudio. Eu respondi que sim. Que não via nenhum inconveniente e que poderia até ser divertido conhecer gente nova.Às 2l horas daquela sexta-feira nós estávamos entrando na cobertura de Cláudio. Rodrigo foi vestindo um jeans e um blazer. Eu caprichei um pouco mais. Vesti um vermelho, até aos joelhos, feito com um tecido bem macio e fino, com a cintura bem marcada por um lacinho preso atrás e que, além da semitransparência, tinha um decote que realçava bastante as minhas tetinhas e, ainda, deixava minhas costas quase que totalmente nuas. Por baixo, apenas uma calcinha da mesma cor, bem cavada e transparente, quase um fio-dental. Arrematei tudo isso com um salto bem fino e bem alto que deixava o meu já saliente bumbum mais empinado ainda, marcando bem a minha calcinha. O vestido tinha um traspasse a partir da cintura, do lado direito e, se eu desse um passo um pouco maior, este traspasse começava a abrir de baixo para cima e, quanto maior o passo, mais a minha perna direita ficaria exposta. Para se ter uma idéia, se eu desse um passo de 30 cm, minha coxa ficaria exposta um palmo para cima do joelho. Era uma roupa extremamente sexy.Assim que chegamos, fiquei surpresa ao verificar que nós estávamos sozinhos e que nós éramos os únicos convidados para o jantar. Fiquei até meio intimidada mas depois do primeiro cálice de vinho branco eu já estava solta a rindo de tudo que falávamos. Rodrigo e Cláudio logo se entrosaram e conversavam muito. Estavam tão entusiasmados com o papo que eu fui até ao terraço e fiquei um longo tempo sozinha admirando a cidade vista do alto.Uma meia hora depois, Cláudio nos chamou para a mesa que estava colocada na sala de jantar. Ele mostrou-se um excelente anfitrião. A mesa estava muito bem posta e ele revelou ser um grande cozinheiro. Serviu-nos um peixe delicioso que foi acompanhado por três garrafas de um famoso vinho alemão.Depois do jantar o clima já estava totalmente descontraído e nós fomos todos para uma confortável e ampla sala de estar, decorada com extremo bom gosto e onde havia um enorme espelho de cristal que tomava uma parede quase inteira. Foi neste espelho que vi que o meu rosto estava afogueado. Realmente, eu estava ansiosa e excitada por estar ali com dois homens que, eu sabia, estavam a fim de me foder.Deixei-me cair em um macio sofá, Rodrigo sentou-se numa poltrona e Cláudio colocou um CD orquestrado e bem romântico para rodar. Depois encheu nossos copos com mais vinho e sentou-se na outra ponta do sofá.O assunto, cada vez mais descontraído, logo resvalou para a vida do homem solteiro. Cláudio sorriu e disse que era uma barra. Às vezes a solidão batia doído mas que até então, não tinha encontrado a sua alma gêmea.Rodrigo, meio irônico, perguntou-lhe o que seria uma alma gêmea para ele. Ele, sem titubear, olhou bem para mim a disse: -Em primeiro lugar, ela teria que ser linda, charmosa a sexy como a Elen e, depois, teria que acompanhar todas as minhas loucuras Eu fiquei rubra e meu marido, sorrindo, quis saber quais seriam essas loucuras.“- Bem, ele disse, “- Eu estou solteiro até hoje porque ainda não encontrei uma fêmea que, ao mesmo tempo em que fosse tudo isso que eu já falei, ainda tivesse os mesmos ideais que eu. Ideais de liberdade que, acredito, tornariam o casamento muito mais atraente.” -Como assim?, quis eu saber, “- Quais seriam esses tão misteriosos ideais de liberdade? “- Olha!,   ele começou a explicar, “- O casamento, tal como está organizado hoje, é uma chatice. O sentimento de posse que um cônjuge desenvolve em cima do outro, o ciúme e a rotina, acabam com o tesão. Depois de pouco tempo ficam os dois amargando suas frustrações e enrustindo seus desejos mais secretos. Eu troquei um rápido olhar com meu marido e vi que ele continuava sorrindo. Criei coragem e disse “- Cláudio!, eu e o Rodrigo não somos assim não, sabe? nós temos consciência de que é preciso apimentar a nossa relação para não cairmos na rotina e não temos essa de ficar pegando um no pé do outro, não. Ele, olhando para o Rodrigo, disse: “- Dá pra perceber que vocês formam um casal feliz, realizado a liberado… “Bem, disse Rodrigo, “- Não é bem assim não. A Elen está dizendo apenas que a gente tem essa consciência mas, na verdade, ainda não conseguimos colocar a teoria na prática. Veja você que a nossa cidade é bastante provinciana, Aqui a gente não tem com quem compartilhar esse tipo de liberdade. Infelizmente, não estamos no Rio de Janeiro, meu caro.” “- Isso eu compreendo”, Cláudio emendou, “- Estou aqui há uns 6 meses e já deu pra notar a marcação do pessoal” “- Pois é”, disse eu, “- Imagine a gente, com uma família do tipo da nossa… na boca do povo. Cláudio sorriu e disse: “– É isto aí!, gente como a gente tem que se unir, se proteger e se respeitar. Fiquei muito feliz em conhecer vocês e espero que essa nossa amizade prospere sempre. “- Então, meu amigo, disse meu marido, “- Por que você não abre outra garrafa pra gente selar a nossa amizade? Todos nós rimos e Cláudio se levantou para ir até a geladeira. Enquanto ele foi cuidar de buscar mais vinho, meu marido veio até mim e, me erguendo do sofá, enlaçou-me pela cintura dando início a uma dança bem lenta. Quando Cláudio voltou nós estávamos enroscados um no outro, quase parados. Eu pendurada no seu pescoço e ele me segurando quase na altura das nádegas. Eu, querendo me exibir, dava uns passos ousados, fazendo meu vestido abrir ate à metade da coxa. Cláudio tornou a encher os nossos copos que estavam abandonados num aparador e, sentando-se no sofá ficou olhando para nós. Acho que quando foi buscar o vinho, ele deve ter mexido em algum tipo de controle pois eu tive a impressão que a iluminação tinha ficado mais suave… mais erótica, sei lá!…Enquanto nos movíamos lentamente pelo espesso carpete, meu marido sussurrava em meu ouvido: – Dessa vez, você não vai conseguir escapar. E eu sorria e sussurrava no dele: – Querido, quem disse pra você que eu quero escapar de alguma coisa? Ao ouvir isso meu marido beijou-me a fez as suas mãos deslizarem até ao meu traseiro e começou um movimento circular, com as duas mãos, fazendo o tecido leve do vestido escorregar sobre minha calcinha. Eu podia sentir o seu cacete totalmente duro entre as minhas pernas e ele foi descendo a sua boca pelo meu pescoço e pelo meu colo, quase fazendo um dos meus seios saltarem para fora do vestido.Entreabri
os meus olhos e notei que Cláudio estava se alisando por cima da roupa a que o seu membro já estufava a sua calça.Foi neste instante que o CD chegou ao final. – Que pena… agora que estava ficando gostoso eu disse sorrindo para eles. Meu maridinho me olhou cheio de tesão e disse: – Por isso não!, se é isso que você quer, deixa comigo… e partiu em direção ao equipamento para colocar um novo CD. Eu fui até ao aparador a tomei mais um pouco de vinho. Voltando para o centro da sala, eu chutei os meus sapatos para um canto a fiquei dançando ao som de uma música imaginária, gingando sensualmente os meus quadris na frente de Cláudio que continuava a alisar o imenso volume que se formara em sua roupa. Quando o som voltou a invadir o ambiente eu estendi os meus braços na sua direção e disse: – Vem que agora é sua vez de me fazer ficar doidinha… Ele olhou na direção de Rodrigo a eu vi que o meu marido fez aquele clássico sinal de positivo para ele. Então, sem tentar disfarçar a sua ereção, Cláudio veio na minha direção e, tomando-me delicadamente em seus braços, começou a me embalar, ao som de Smile, com Nat King Cole, super romântico, que meu maridinho havia escolhido para nós.Fui aos céus e imediatamente abracei-o pelo pescoço com as duas mãos entrelaçadas em sua nuca e o puxei para encaixar todo aquele volume no meio de minhas pernas ao mesmo tempo que ergui o meu joelho direito pela lateral de seu corpo, deixando minha coxa totalmente liberada para os seus olhos e mãos. Senti um verdadeiro dilúvio em minha calcinha quando ele também me deu aquela juntada com a sua mão esquerda, por baixo de minha roupa, segurando-me, diretamente pela bunda, fazendo-me sentir pequena em seus braços. Fiquei com medo da reação de Rodrigo, pois não tínhamos combinado nada sobre a possibilidade de um envolvimento concreto com Cláudio. Até ali a gente tinha trabalhado apenas com as nossas mentes. Nenhum de nós tinha, ainda, pensado na possibilidade de trabalhar com os nossos corpos. Então, meio com medo, entreabri os meus olhos a vi um Rodrigo super excitado, que se dirigia para o sofá, que estava tirando o pau para fora da calça e que, se acomodando por entre as almofadas, dava início a uma bela e lenta punheta. Fui à loucura. Desprendi a mão direita da nuca de Cláudio e comecei a abrir os botões da sua camisa enquanto ele, muito delicadamente, começou a puxar para os lados as alças do meu vestido que foi, lentamente, escorregando pelo meu corpo. Primeiro ele enroscou na cintura e Cláudio olhou, encantado, para os meus seios durinhos que destacavam a marca do top do meu minúsculo biquíni. Ao mesmo tempo em que ele começou a chupar os meus mamilos, ele levou uma de suas mãos para soltar o lacinho que prendia o vestido em minha cintura. Aí, completamente sem sustentação, o meu vestido começou a descer de vez. Conforme a gente ia se esfregando um no outro ele foi escorregando ate cair e ficar enroscado em meus pés. Eu, simplesmente, chutei-o na direção do meu marido que sorriu para mim, enquanto o pegava e levava ao rosto para sentir o meu perfume. Depois, com o olhar totalmente esgazeado, colocou-o estendido no encosto do sofá. Eu, só de calcinhas, continuei enroscada em Cláudio que, agora, debruçado em meus ombros, se esfregava em meus seios a com as mãos já enfiadas dentro de minha calcinha, alisava a minha bundinha empinada.Ao mesmo tempo que comprimia minha xoxota contra o seu cacete, apoiada pelas suas duas mãos em minha bunda, arqueei o corpo para trás e fui acabando de tirar a sua camisa. Depois, comecei a abrir o seu cinto e o zíper de sua calça. Quando o zíper ameaçou enroscar, endireitei o meu corpo e comecei a beijar o seu peito cabeludo, mordiscando-lhe os mamilos e fui descendo com a minha boca, na medida em que ia me ajoelhando à sua frente. Já de joelhos no chão, terminei de abrir a sua calça e a desci junto com a cueca. Imediatamente, um imenso caralho saltou para fora e, praticamente, me deu uma chicotada no rosto. Eu, que até então conhecia somente o pau do meu marido, fiquei maravilhada com aquela ferramenta, bem maior que a do Rodrigo. Muito tempo depois, fiquei sabendo as suas medidas: 20 X 5 de carne dura. Parecia uma obra de arte. Abri bem a minha boca e, com as duas mãos, guiei aquela linda peça até que a senti tocando no fundo da minha garganta. Depois, enquanto mamava como uma bezerrinha faminta, utilizando apenas a mão direita, livrei Cláudio de toda a sua roupa, inclusive os sapatos e as meias. Foi enquanto eu tirava a roupa de Cláudio que percebi duas outras mãos entrando no jogo. Senti um arrepio quando vi que o meu marido tinha se aproximado por trás de mim e que estava enroscando os seus dedos, suavemente, no elástico da minha calcinha. Lentamente, ele foi puxando a pecinha para baixo e aos poucos, a minha bundinha foi ficando exposta. Senti que Rodrigo estava beijando minhas nádegas e caprichei ainda mais na mamada que eu estava dando no cacete de Cláudio. Levantei meus joelhos, um após o outro, ajudando meu marido a me livrar da calcinha que, naquele momento, tinha se tornado supérflua. Ao terminar de tirá-la, Rodrigo deu-me uma mordida na nuca, o que me deixou super tesuda e arrepiada. Gemi de prazer. Gemido que foi abafado pelo pau de Cláudio em minha boca. Notei que o meu marido voltou para o sofá e recomeçou a sua masturbação, ora cheirando a minha calcinha, ora envolvendo com ela o seu cacete.Quando Cláudio já estava totalmente nu, puxei-o para o chão e ele deitou-se com as costas sobre o carpete ficando com o cacete bem duro, lustroso pela minha saliva, bem apontado para cima. Eu segurei aquele lindo mastro entre os meus dedos da mão esquerda, apoiei-me com a mão direita no peito musculoso de Cláudio e, de cócoras, fui encaixando seu caralho dentro da minha boceta. Eu estava de costas para o meu marido mas conseguia vê-lo através do imenso espelho que compunha a decoração do ambiente.Rodrigo, ainda acariciando o seu próprio pau, não perdia um só lance.Quando eu percebi que a cabeça do pau do nosso amigo estava encaixada bem na portinha da minha boceta eu, apoiada na ponta dos pés, levei a mão esquerda também para o peito de Cláudio e fui rebolando e descendo a minha bunda, bem devagarzinho, fazendo questão de deixá-la bem empinada, forçando o cacete de Cláudio para trás, de maneira que o meu rego ficasse bem aberto, expondo-me ao máximo ao olhar transfigurado de meu marido.Demorei mais de 3 minutos para engolir toda aquela cobra. Quando senti as bolas de seu saco encostadas na minha bunda, comecei um lento movimento no sentido contrário.O sacana no Cláudio, percebendo o espetáculo que estávamos proporcionando ao meu maridinho, pegou-me pelas duas nádegas a abriu a minha bunda até onde pode. Esticou um dedo até alcançar a minha boceta e, depois de lambrecá-lo bastante na minha umidade viscosa, levou-o até ao meu cuzinho e ficou brincando com ele, bem delicadamente. Embora eu não estivesse acostumada com aquele tipo de carinho, confesso que senti uma sensação muito boa. Como eu já disse, a nossa experiência em sexo anal tinha se resumido a uma fraca abordagem por parte de Rodrigo, no inicio do nosso casamento. Agora, eu estava começando a achar que tínhamos perdido alguma coisa.Mas, foi uma loucura. Eu fiquei naquele senta-levanta, engolindo e pondo para fora o imenso cacete de Cláudio na minha bocetinha, por mais de 25 minutos. Tinha momentos em que Cláudio me segurava em cima, deixando só a cabecinha de seu caralho encaixada na minha boceta a eu ficava louca de vontade de tragar aquele cacete até ao talo. Nessa hora, gemendo, eu pedia pra ele com voz de choro: – Não faz assim comigo… enterra este cacetão gostoso bem no fundo da minha bocetinha… não judia dela… E, então, num solavanco, ele me puxava para baixo com força, ao mesmo tempo em que, arqueando o seu corpo, enterrava-se todo e de uma só vez bem no fundo de mim, entupindo completamente aquela xoxota que, até então, só conhecia o cacete do Rodrigo. A sensação de estar experimentando um pica dif
erente me deixava completamente alucinada. Perdi a vergonha. Gemia e gritava como uma louca. Esqueci que meu marido, ao qual eu tinha sido totalmente fiel até àquele dia, estava ali, logo atrás de mim, vendo eu me comportar como uma puta, devorando aquele lindo macho que eu nem conhecia direito.Fui acelerando os meus movimentos e, entre gritos e gemidos de ambas as partes, eu e Cláudio tivemos um orgasmo inesquecível. Foi um orgasmo de cinema. Esgotada, arriei-me por cima de Cláudio e fui deitando-me ao seu lado. Estava tão relaxada e saciada que fui apagando. Acabei cochilando com a cabeça apoiada no braço daquele homem que me fizera gozar tão intensamente. Nem sei quanto tempo dormi.Quando acordei, me dei conta de que alguém havia colocado uma almofada sob minha cabeça e estendido um lençol sobre o meu corpo. Eu sentia que a minha boceta estava inchada e toda esporrada.Ouvi vozes. Enrolei-me no lençol a fui ver o que estava ocorrendo. Meus dois homens, já bem compostos, estavam sentados no terraço, conversando sobre seus assuntos preferidos.Eles já tinham tirado a mesa, empilhado a louça dentro da pia da cozinha e estavam tomando um licor.Fiquei um bom tempo olhando para eles, com muita ternura e me sentindo muito feliz por eles terem se dado tão bem e, porque não, fazendo mil planos para o futuro.Recolhi a minha roupa que já estava estendida no encosto de uma cadeira e fui ao banheiro onde tomei um reconfortante banho. Só depois de me arrumar, apareci no terraço para chamar Rodrigo para irmos embora.Eles ainda esticaram a conversa um pouco mais, mas logo se levantaram e começamos a nos despedir. Cláudio me deu um suave beijo nos lábios a me disse: – Muito obrigado por tudo, princesa. Você é uma delícia eu respondi – Nós é que agradecemos a sua hospitalidade. Espero que você nos dê a oportunidade de retribuir, qualquer dia desses. Rodrigo entrou na conversa e, sorrindo, disse: “- Podem marcar pra ontem, se quiserem, pois da próxima vez, eu não quero acabar na mão. Todos nós gargalhamos e eu e o meu maridinho fomos para casa felizes por termos realizado a nossa fantasia. Ou melhor: parte da nossa fantasia.Enquanto nosso carro deslizava pelo caminho da nossa casa, eu disse, numa voz bem suave, quase rouca: – Amor, não quero que você fique magoado comigo, mas eu tenho que confessar a você que eu gozei muito, aliás, eu gozei tanto que eu pensei até que fosse morrer! Rodrigo deu uma risada a disse: – Meu bem, nós viemos aqui pra isso, não foi? Eu ficaria aborrecido se você me dissesse, agora, que não tinha gozado, que não tinha gostado ou coisa parecida. Se você gostou, normal! -Eu não gostei… Eu adorei… foi a minha resposta. – Só fiquei aborrecida por você não ter participado. Por que você não chegou junto? Você não dizia que queria fazer um menage a trois comigo e com um outro homem? aí, ele me deixou muito feliz ao responder: Meu bem, quem disse que eu não participei? Eu também gozei bastante. Você não viu o tamanho da esporrada que eu dei quando gozei mas, tenho certeza, deve ter espirrado até lá perto de onde vocês estavam. Você não imagina o efeito que me causou o fato de ver você, ali na minha frente, fodendo com um cara diferente. Eu fiquei quase doido de tesão. Espero que você marque logo uma revanche Continua…                                

Fiquei louca pra foder com meu cunhado!!!

Fiquei louca pra foder com meu cunhado!!!Conto de Mayara Nascimento FOlá caros leitores, meu nome é Lucia e hoje vim contar que fiquei louca pra dar pro meu cunhado, sou casada e ele também, ele é o irmão mais novo do meu marido e desde que o vi pela primeira vez, na casa dos meus sogros, senti uma coisa diferente, sabe quando agente bate os olhos numa pessoa e os dois param, seus olhares se cruzam e parece que o destino conspirou pra que aquele momento acontecesse, parece rolar uma química, minha bucetinha ficou molhada e meu coração bateu diferente, principalmente com a maneira como ele me olhou, parecia me devorar por inteira apenas com seu olhar. Da minha parte, senti aquela vontade de possuir aquele homem e de ser possuída por ele… Eu casei virgem, meu marido foi o meu primeiro e único homem, e nunca havia pensado em ser infiel até aquele dia, mas depois que eu o vi, e ele me devorou com seu olhar, minha cabeça deu uma reviravolta e eu só pensava em encontrar uma maneira de fazer aquele homem me comer, me fazer sentir mulher de verdade, ser possuída de todas as maneiras, eu sabia que se eu provocasse ele conseguiria fácil. Pra completar, essa minha tara em dar pra ele,   uma semana depois, meu marido ao chegar em casa me contou que ele comia uma amiga da mulher dele, em casa mesmo, quando ele estava de folga e a mulher dele trabalhando, e que essa amiga era casada e o marido vivia viajando, e me contou todos os detalhes, agora que eu sabia que ele traia a mulher dele, fiquei mais tarada ainda, o difícil era encontrar uma maneira de me insinuar pra ele, já que sabe que sou sua cunhada e sempre fui um mulher direita, incapaz de cometer um deslize qualquer, e ele e meu marido eram unha e carne, e se eu me insinuasse pra ele poderia dar merda, se ele contasse ao meu marido. Mas como dizem que o maior desejo do cunhado é comer a cunhada e que home não perdoa uma buceta que tiver disponível eu me animei em dar uma brecha pra ver o que aconteceria. Quando meu marido-me comia era nesse cunhado que eu pensava, era ele quem eu desejava, e quando meu marido gozava e enchia minha buceta de porra era a pica do meu cunhado que eu sentia despejando esperma em minhas entranhas e eu gozava feito uma cadela no cio, e esse gozo era pro meu cunhado. Cada dia que passava a vontade só aumentava, eu estava louca pra dar pra ele, mesmo que fosse apenas uma vez, embora eu soubesse que não iria me satisfazer em dar pra ele só uma vez, com certeza iria querer mais e mais, só queria que ele me pegasse de jeito e me comesse gostoso como eu merecia ser comida, mas não sabia como proceder pra ele notar que eu queria ser pega daquele jeito, e que ele fosse um cafajeste comigo, como toda mulher gosta. Acho que nada é por acaso, e quando agente quer muito uma coisa, as vezes ela acontece sem agente menos esperar, algo conspira a nosso favor, acho que nada é coincidência, e sim providência, de quem, não sei, mais é… Tanto que meu marido me comunicou que convidou esse meu cunhado pra almoçar conosco num fim de semana, ele e sua esposa, fiquei feliz e concordei, embora meu marido não soubesse era uma maneira de ficar mais perto do meu cunhado e quem sabe surgisse uma oportunidade, mesmo pequena que fosse, pra eu demonstrar pra ele que eu o desejava, que eu queria ser comida por ele, e era justamente meu marido que estava providenciando isso, e quem sabe jogando seu irmão nos braços e na cama da sua própria esposa. Os dias demoravam a passar e minha ansiedade só aumentava, e eu querendo logo que chegasse aquele tão esperado final de semana pra ver no que iria dar. Quando chegou o domingo preparei um almoço bem gostoso e logo eles chegaram, nos cumprimentamos com beijinhos no rosto, mas meu cunhado inesperadamente me deu um beijinho bem mais demorado e no cantinho da boca, tremi, mas gostei e sorrindo agradeci a presença deles. Almoçamos todos conversando animadamente como todo almoço em família, e depois do almoço e sobremesa eu recolhi os pratos e fui levando pra pia pra poder lava-los, mas meu cunhado se ofereceu pra ajudar dizendo que em casa era ele quem lavava as loucas, a mulher dele confirmou dizendo que era assim mesmo, agradeci e aceitei a ajuda enquanto meu marido e a mulher dele ficaram na sala conversando. Enquanto eu ajeitava os pratos na pia ele passou por traz de mim me dando uma leve encoxada, talvez me testando, eu não esboucei qualquer reação, fiquei conversando normalmente e ele passou pela segunda vez relando na minha bunda e fazendo uma leve pressão, olhei pra ele com um sorriso de leve e acho que ele entendeu que eu estava gostando, na terceira vez ele encostou na minha bunda e deu uma paradinha, senti seu cacete duro fazendo pressão no meu traseiro, dei uma empinadinha na minha bunda forçando ela contra seu cacete e ele continuou ali com o cacete duro pressionando meu traseiro, senti suas mão por dentro dos meus braços alcançarem meus seios e ficar acariciando-os e seu hálito quente em minha nuca me beijando levemente. Não teve como não soltar um suspiro e eu leve gemido, minha bucetinha já estava escorrendo mas precisávamos nos conter, mesmo preocupada com meu marido e a esposa dele ainda conversando na sala, aquela situação estava deliciosamente gostosa, mas pedi que ele parasse, pois poderíamos a qualquer momento sermos pegos no flagra, pra gente se concentrar nas vasilhas a serem lavadas, e assim fizemos. Logo depois estávamos todos na sala conversando quando meu marido perguntou do café, meu cunhado logo se prontificou a fazer, fui com ele a cozinha pra mostrar onde estava o pó de café e o açúcar, e foi providencial pra ele me encoxar enquanto eu estava de frente pro armário pegando os ingredientes, ele me agarrou e sussurrou em meu ouvido: Ah cunhadinha gostosa, tenho sonhado com você todas as noites, estou louco pra comer essa buceta e esse cuzinho seu, e fazer você gozar gostoso no meu pau!!! Apenas respondi baixinho pra não ser ouvida por mais ninguém: Se eu pudesse deixava você me comer agora mesmo, estou louca pra sentir esse pau me invadindo, quero gozar muito nele…..Vem aqui amanhã, depois das nove estou sozinha!!! Levamos o café até eles e tomamos todos juntos, assim que terminamos meu cunhado e sua esposa se despediram e foram embora, nessa despedida mais uma vez ele me beijou no cantinho da boca… No outro dia de manhã, logo que meu marido saiu pro trabalho já fiquei na expectativa da chegada do meu cunhado, assim que a campainha tocou fui correndo abrir a porta, ele entrou já me agarrando e me beijando como era de se esperar, e eu já aguardava aquele beijo desde que nos vimos pela primeira vez, fomos logo pro meu quarto e ele já foi logo tirando minha roupa e depois a sua, pedi que ele esperasse um pouco pra eu poder tomar um banho… Nada de banho, respondeu ele, eu quero você assim… Mas estou suada, a noite fez muito calor…. Ele comeu sua buceta esta noite???Não!!! Então eu quero ela assim, suada, com cheiro de buceta mesmo… Me mandou deitar e já foi direto na minha buceta sentir meu cheiro de fêmea sem lavar me dando um verdadeiro banho de língua, principalmente na minha buceta e no meu cuzinho, depois nos meus seios lambendo e mamando cada um deles pra depois me beijar e me fazer sentir o cheiro e o gostinho da minha buceta em sua boca, delicia… Enquanto me beijava e já com seu corpo sobre o meu levei minha mão até seu cacete e guiei pra entrada da minha buceta que já estava ansiosa pra recebe-lo. Ele foi afundando sua pica em minha buceta toda meladinha e eu sentia seu pau ir abrindo caminho pra se alojar todinho dentro de mim, ele deu uma paradinha quando senti a cabeça da sua pica bater em meu útero, ela era quente, estava pulsando e eu contraia minha bucetinha louca de tesão com se ela abraçasse a pica dele agradecida pela invasão, eu gemia enquanto falava pro meu cunhado: Ah que delícia, quepica gostosa… Ele metia e socava com vontade na minha buceta, aquele desejo e de ser comida por ele estava valendo a pena, ele era de mais: Iiissooo… me foode cunhado gostooso…
. Arregaça minha buceta….. Acaba com meu tesão…. Me faz gozar na sua pica!!! Ahhhhh…. queee… gostooooosooo…. meeeeteeee… meeeeteee… tuuuudoooo…. Me trata como uma puta!!!   Me chama de vagabunda. Eu gosto, é minha fantasia! Com todo prazer, cunhadinha !!! Quero que goze muito na minha pica sua safada, gostosa. Hoje essa tua buceta molhadinha e apertada vai ser arregaçada por uma pica de verdade…” Iiissooo…… cunhado… safado… eu sei que você me deseja mais que tudo… vai… me fode gostoooso… me rasga toda…. agora sou sua puta…. Mete essa pica com força na minha buceta…. mete….me faz gozar nela… como seu irmão nunca fez… Ele metia e eu gozava na pica dele que me fazia sentir toda preenchida “Issssooooo…..cunhadinha, goza na minha pica, gozaaa “Quer gozar mais… quer…. cunhadinha gostosa? Vagabundinha, puta safada…!!! Eu delirava na pica dele principalmente quando me chamava de vagabunda e de todos aqueles adjetivos que toda puta gosta de ser tratada Aaaiiiii…. to gozaaaaando…. to gozaaannnnndo… naaaa… na tua piiiica….!!! Gooooza comigo… gooozaaaa….!!! Geme, sua puta; dá a boceta para mim, vagabunda, vadia! Vou te foder até você pirar! – Ele encheu minha buceta com uma quantidade imensa de porra, parecia que não iria parar mais de jorrar seu leite quentinho dentro de mim, ficamos os dois exaustos, suados e ofegantes, aquele desejo de dar pro meu cunhado estava sendo plenamente realizado, e com certeza essa seria a primeira de muitas trepadas que ainda daríamos pois tanto eu quanto ele sentíamos um forte desejo um pelo outro… Depois de um belo descanso comecei a acariciar aquela pica que acabara de foder minha buceta, ela ainda estava inerte e melada, arregacei a pele deixando aquela cabeça vermelha e molhada sair pra fora e fui passando a língua nela e logo senti a pica dele engrossar na minha mão, mamei como uma bezerra faminta, depois que ele estava totalmente duro e pronto pra mais uma batalha me deitei de bruços com um travesseiro embaixo do meu ventre e ele logo entendeu o que eu queria… Quero comer seu cuzinho, cunhada!! Da ele pra mim, dá!!! Sou sua puta, esqueceu? Aceito qualquer coisa que você quiser fazer comigo… Tesão de putinha, vou te deixar mais puta ainda, do jeito que eu gosto! Com as mãos abri minhas nádegas deixando meu cuzinho a seu dispor, ele passou a lamber meu cu, a deixa-lo molhadinho, com sua saliva molhou o dedo na minha buceta e meteu no meu cu… Ohhhhhhh! Enfia o dedo bem fundo no meu cu! Mete com força no meu rabo!!! Sem dó!! Ele mordia minha bunda enquanto fodia meu cu com o dedo tentando me deixar mais relaxada e meu cuzinho mais laceado pra receber sua pica… Ele deitou sobre mim e meteu sua pica na minha buceta deixando ela bem molhadinha com o meu e o seu gozo que ainda estava dentro dela, depois disse: Vou por tudo nesse seu cu gostoso, sua vadia, encher seu rabinho de porra… “Vem… meu tesudo… tarado… gostoooso…. vem logo vem!! Meu cuzinho tá louquinho por essa tua rola gostooosa…. olha só como ele pisca de vontade, olha!!! Vem rápido! Mete essa pica no meu cu logo! Ele ficou de joelhos entre minhas coxas enquanto eu ainda mantinha minhas nádegas abertas pra ele, e pincelou seu pau na portinha do meu cu, depois forçou a entrada fazendo a cabeça ficar bem encaixada, depois foi arriando seu corpo sobre mim enquanto sua pica ia abrindo caminho no meu anelzinho, não consegui segurar pois a dor era intensa e gritei: Aiiiiiiiii! Está me rasgandooooo todaaaaa! Eu gemia de dor e prazer, tentando abafar meus gritos no travesseiro, sua pica entrou rasgando no meu cu, dilacerando minhas pregas, até eu sentir suas bolas baterem na minha buceta e ele ficar parado em cima de mim, eu sabia que estava tudo dentro até o talo, meu cuzinho ardia em brasa quando ele começou a se movimentar… “Issssooooo….. foooode, foooode, foooode meu cu foooode… fooooode filho da puta, fooode gostooooso o meu cuuuuu” Mete bem fundo no meu cú!!! Meteeeeee!! – Ohhhhhhhh! Que gostosooooo, cunhado!!! Eu gemia e me contorcia de tanto prazer -Mete na sua cachorraaaa!! Mete bem fundooooo! Era gostoso de mais sentir a pica entrando e saindo bem justa no meu cu, apertadinho assim parecia dar mais pressão e a pica ficava cada vez mais gostosa entrando e saindo enquanto ele bombava forte no meu rabo… Não demorou muito pra eu anunciar: Estou gozandooo! Estou gozandooo! cunhado!!! Nunca tinha conseguido gozar com meu marido comendo meu cu, mas com meu cunhado foi bem diferente… Senti sua pica engrossar mais ainda alargando mais e mais meu cuzinho e ele anunciar: Ohhhhhh, Lúciaaa! Estou gozandoooo! Estou gozandoo nesse cuzinho gostosoooo!   Ahhh… Lucia… que cuzinho mais apertadinho e delicioso que você tem minha cunhadinha gostosa… Quero te foder sempre!!! Depois de comer meu cu, e descansarmos ainda com seu mastro no meu buraco, fomos pro banheiro e tomamos um delicioso banho juntos, com troca de carícias, beijos, abraços, juras de amor e promessas de fodermos mais vezes sempre que possível. Ele precisava voltar pra casa pros braços de sua esposa ingênua que não desconfiava de nada, e eu arrumar o quarto onde fodemos e preparar o almoço pro seu irmão, “meu marido” que não demoraria a chegar, precisava manter a pose de dona de casa exemplar e de mulher fiel e bem comportada como sempre fui….Mayara Nascimento F   23/05/2020

FESTA COM EX NAMORADO PRESENTE = CORNO

Tenho 30 anos, me chamo Vítor, casado há 2 anos com Cristina, uma moreninha linda de 25. Eu formado em Administração e ela em Letras. Ambos servidores públicos federais aqui em Brasília. Minha esposa é linda, corpinho tipo magra falsa e muito simpática. A conheci quando ela ainda estava na faculdade. Fui seu segundo namorado. Márcio, colega da faculdade, foi seu primeiro namorado, namoro esse que durou apenas oito meses, pois assim que ela me conheceu, rompeu o namoro com ele pra ficar comigo. Márcio se formou junto com minha esposa e, assim que terminou o curso, se mudou para Vitória/ES, sua terra natal. Ele era boa pinta e confesso que tinha ciúmes dele, apesar de ser um cara muito simpático e boa praça. Como ele era muito amigo de meu cunhado, vez ou outra nos encontrávamos, até ele se mudar para Vitória. Nossa vida sexual está a mil. Gostamos de fantasiar nossas transas. Tenho fantasiado ela transando com outro homem. Ela fica excitada quando falo no ouvido dela esse meu desejo e ela pergunta se tenho vontade de ser corno, respondo que sim e gozamos gostoso. Essa fantasia tem nos deixado muito excitados e, ultimamente é ela quem toma a iniciativa de me chamar de corninho quando estamos transando.      Márcio foi convidado para a festa de formatura de meu cunhado, ficando hospedado na casa de sua tia aqui em Brasília, onde morou enquanto estudava. A festa foi numa casa especializada em eventos, num bairro afastado, com amplos salões e jardins. Meu cunhado reservou uma mesa enorme onde estava reunido familiares e amigos. Minha esposa estava linda, com um vestido decotado com uma abertura lateral, deixando suas belas coxas à mostra. Quando Márcio chegou foi uma festa, visto que há quase dois anos não aparecia em Brasília. Percebi que minha esposa ficou um pouco emocionada ao vê-lo, se cumprimentaram com um forte abraço, beijinhos na face e ficaram de mão dadas por alguns segundos. Márcio sentou-se ao lado de meu cunhado, quase de frente pra nós. A festa rolava e Cristina, que não é de beber muito, já tinha tomado duas doses de margarita, drink que ela gosta muito, e percebi que os dois trocavam olhares com muita frequência.Ao lado de onde estávamos havia outro salão enorme onde rolava música eletrônica. Uma colega de minha esposa nos convidou para dançar mas, como não curto muito essas músicas, preferi ficar. Minutos depois o Márcio levantou-se e também se dirigiu ao salão. Quase quinze minutos depois resolvi ir ao banheiro e quando passei ao lado do salão pode ver que Cristina dançava animadamente com o Márcio, sorridente e alegre como ela sempre foi. Fiquei enciumado e pensei em cortar o barato mas, junto com o ciúme veio também um tesão enorme só de imaginar ela dando pra ele. Segui para o banheiro e quase não consigo urinar, visto que meu pau não baixava de tão duro. Voltei pra mesa e, após alguns minutos eles também voltaram. Minha esposa pediu outro drink e me beijou na boca. Senti que ela estava excitada e passei a beijá-la mais forte e levei minha mão entre suas coxas por sob a mesa e percebi sua calcinha encharcada. Por que toda essa excitação, perguntei baixinho em seu ouvido e ela respondeu que eu sabia muito bem o porquê. Dei outro beijo de língua nela e disse pra tomar cuidado pois a festa estava cheia de parentes e amigos. Nesse momento márcio levantou-se e, novamente, se dirigiu para o salão de música, acompanhado de meu cunhado e sua namorada e outros amigos. Cristina tomou em um só gole o restante do drink, me deu outro beijo e, sem falar nada, se dirigiu também para o salão. Fique na mesa com o pau duro como rocha e imaginando o que poderia rolar. Eu estava excitadíssimo mas também preocupado, visto que Cristina já tinha tomado três doses de margarita e poderia dar bandeira numa festa com vários parentes e amigos. Alguns minutos depois vejo, de onde estava sentado, minha esposa e Márcio saindo do salão e se dirigindo ao jardim externo, próximo aos estacionamento. Peguei meu copo de cerveja e, disfarçadamente, me dirigi para o mesmo local, só que dando a volta por outro lado, de forma que ninguém percebesse e me aproximei o máximo que podia, evitando que me vissem. Somente os manobristas e outro casal desconhecido estava no local naquela hora. Não dava para ouvir o que falavam, mas a conversa estava animada pois sorriam o tempo todo. Aos poucos ele foi se aproximando cada vez mais de minha esposa e não demorou estava acariciando seu rosto. Ela segurou suas mãos, tipo tentando afastá-lo, mas sem empurrá-lo de perto de si, falou alguma coisa e em seguida o beijou na boca. Ele a pegou pelo braço e a levou para o estacionamento, em local mais escuro. Tentei segui-los mas tinha um espelho d água me impedido de passar. Resolvi dar a volta e seguir em direção ao estacionamento pelo outro lado e pode ver, por entre os carros estacionados, eles de pé se beijando, grudados um no outro. Fiquei os observando sem que percebessem, trêmulo, ofegante, coração disparado, boca seca e com um tesão inexplicável. Como já estava ficando tarde e várias pessoas já estavam se dirigindo ao estacionamento, momento em que a iluminação do local foi reforçada, os obrigando a abandonar o local e voltarem para a festa. Fiquei onde estava por uns quinze minutos, sem saber o que fazer. Sentindo muito ciúmes, tesão e medo de perde-la. Resolvi voltar para a mesa e chegando lá, Cristina e Márcio estavam sentados um ao lado do outro. Tinha uma cadeira vaga ao lado da minha esposa e pra lá me dirigi e sentei ao seu lado. Peguei em suas mãos, dei um beijo em sua boca e não dei nenhuma demonstração do que tinha visto minutos atrás e para minha sorte, ninguém também percebeu nada. Só eu é que percebia o semblante de frustação dos dois por não poderem permanecer por mais tempo no estacionamento. A festa foi aos poucos se esvaziando e, quando estávamos nos preparando para ir embora, perguntei ao Márcio se queria uma corona até a casa de sua tia. Ele respondeu que sim, visto que tinha vindo à festa com uma amiga mas ela já tinha ido embora. No carro, à caminho da casa da tia de Márcio, percebi o quanto minha esposa e Márcio estavam excitados e eu, de pau duro desde que eles foram dançar pela primeira vez, tomei coragem e resolvi convidar o Márcio para dormir em nosso apartamento, visto que estava tarde da noite, sua tia morava longe e nosso apartamento tinha dois quartos e um banheiro sobrando. Nesse momento minha esposa me olhou meio que assustada mas com um brilho nos olhos. Márcio respondeu que se era melhor pra nós, visto que sua tia morava muito longe, e se não fosse incômodo, aceitaria. Nesse momento, peguei na mão de minha esposa e apertei com força e em seguida dei um beijo em sua boca, tipo dando a dica aos dois do que estaria por vir. A viagem foi tensa e silenciosa, acho que nós três estávamos com o mesmo pensamento. Chegando na garagem do nosso prédio, tomei coragem e virei para os dois e disse a eles o que tinha visto no estacionamento da festa e que não precisavam se desculpar, pois, apesar do ciúmes, também senti muito tesão e propus curtir uma noite a três. No elevador, peguei a mão da Cristina e a entregue ao Márcio, que a puxou pra si e deu-lhe um beijo na boca. Mal trancamos a porta do apartamento e Márcio e Cristina já foram se despindo um ao outro. Minha esposa soltou o vestido, ficando só de calcinha e sutiã e passou a desabotoar a camisa de Márcio, passando as mãos em seus peitos peludos, chupando seus minúsculos mamilos. Márcio retribuiu, soltando o sutiã de Cristina, deixando no ar seus peitos durinho e redondinhos e em seguida passou a chupá-los com maestria. Sentei-me no sofá, tirei meu pau pra fora da calça e fique me punhetando, vendo aquelas senas que fantasiava virar realidade. Márcio abriu o zíper, baixou as calças e ficou só de cueca e Cristina tirou a calcinha, expondo a bucetinha quase toda depilada e molhadinha. Ajoelhou-se e desceu a cueca do Márcio, expondo uma pica dura, grossa e cabeçuda, já babando o lí
quido lubrificante em sua ventosa e passou a chupá-la. Quase não coube em sua boca. Após uns cinco minutos, Márcio pegou minha esposa pela cintura e a colocou, delicadamente em meu colo, ajoelhou-se entre suas pernas e passou a chupar sua bocetinha. Cristina, aos gritos de tanto tesão, deitou-se em meu tórax, se virou em direção ao meu rosto e passou a me beijar, pedindo para eu sentir o gosto da pica do Márcio. Enquanto eu a beijava na boca e pegava nos biquinho durinhos de seus peitos, Cristina deve seu primeiro orgasmo. Márcio se ergueu, subiu em cima de minha esposa, fazendo uma espécie de sanduiche, abriu suas pernas que a esta altura estavam trêmulas, posicionou sua pica grossa e cabeçuda na entradinha de minha esposa e a penetrou, lentamente. Cristina se agarrou em suas costas e, num estado de transe, começou a gemer e a falar da saudade que sentia daquela pica. É inexplicável o tesão que sentia, vendo outro macho em cima da minha esposa. Vez ou outra ela se virava pra mim e perguntava se eu estava gostando de ser corninho e eu, alucinado de tesão, respondia que sim e que ela podia dar pra ele quando quisesse, e que entedia o por que dela sentir tanta saudade da pica do Márcio. Márcio, até então calado, se declarou de paixão pela minha esposa, dizendo que precisava dela, que sentiu muitas saudades e que queria ela de volta. Cristina, gemendo, respondeu que a partir de agora era dos dois e anunciou seu segundo orgasmo. Márcio continuou a bombar sua pica na bucetinha de minha mulher e após uns dez minutos os dois gozaram aos gritos e minha esposa teve seu terceiro orgasmo. Marcio saiu de cima de minha mulher e se sentou ao nosso lado, exausto. Cristina então se levanta, deita no tapete que estava estendido no chão, abre as pernas e pede para eu chupar sua buceta esporrada. Deitei ao seu lado e disse a ela que estava com muito tesão, pois ainda não tinha gozado, mas que estava meio constrangido de chupá-la. Ela me beijou na boca, disse que me amava, e que tinha muita vontade de me ver chupando porra e me puxou para o meio de suas pernas. O tesão falou mais forte e chupei toda a porra que estava na entradinha e em seguida a penetrei, sentindo que ainda tinha porra dentro de sua buceta, gozei como nunca tinha gozado em toda a minha vida.Fomos os três para o banho, Márcio no Banheiro social e eu e Cristina no banheiro da suíte. No banho, estávamos meio sem graça, principalmente eu. Ela percebendo, me abraçou, me beijou na boca e disse que sempre me amou, caso contrário não teria rompido o namoro com o Márcio e que agora me ama mais ainda. Perguntei se ela iria mesmo dar pra Márcio novamente e ela respondeu que sim, hoje mesmo e quero você participando mais, sempre tive vontade de receber uma dupla penetração na buceta e quero ver se consigo. Voltamos para a sala, eu de bermuda e Cristina de camisolinha, e encontramos o Márcio, também muito sem graça enrolado em uma toalha. Minha esposa, alegre e extrovertida como sempre, tratou de animar o ambiente, abrindo uma cerveja gelada e colocando uma música suave pra tocar. Num instante estávamos os três no maior astral, comentando a aventura e nos preparando para mais uma sessão de sexo a três, dessa vez com dupla penetração na buceta. Márcio agora faz parte de nosso casamento. Vez ou outra nos encontramos.

Fodendo minha mãe deliciosa

      Nunca pensei que poderia um dia estar escrevendo esta história, mas o que se passou merece ser conhecido por todos. Sempre tivemos um relacionamento normal lá em casa. Meus pais são carinhosos e minhas irmãs, pouco mais velhas que eu, sempre foram minhas companheiras. Com 24 anos, sou o caçula, e o que vou relatar começou a acontecer há uns 4 anos mais ou menos.

MINHAS MULHERES

QUERENDO FAZER SURPRESA PARA MINHA ESPOSA CHEGUEI EM CASA MAIS CEDO MESMO DEPOIS DE TER AVISADO QUE IA JOGAR BOLA COM A RAPAZIADA E ASSIM COM UM BOQUE DE ROSAS E CHAMPANHE ENTREI DE FININHO VENDO SOMENTE A LUZ DO QUARTO ACESSA E COM O CACETE DANDO SINAL DE VIDA RUMEI PARA LÁ E DO CORREDOR OUVI RISINHOS ESTALOS DE BEIJOS E GEMIDOS QUE AUMENTAVA CADA VEZ MAIS E DA PORTA VI MICHELLE NUA COM O RABO VIRADO PARA A PORTA MOSTRANDO A BOCETA MELADA DEITADA NO MEIO DAS PERNAS DO IRMÃO MAMANDO AQUELA PICA COM TAMANHA MAESTRIA DEIXANDO CLARO QUE ERA PERITA NO ASSUNTO E DE ESPREITA COM O CORAÇÃO NA MÃO NÃO QUERENDO ACREDITAR QUE AQUILO ESTIVESSE ACONTECENDO VIAJEI NO TEMPO LEMBRANDO NOSSOS SEIS ANOS DE RELACIONAMENTO SENDO DOIS DE CASAMENTO QUE PARA MIM ACABAVA ALI E COMO QUE ACORDANDO COMECEI A PENSAR BESTEIRA QUANDO IA INVADIR O QUARTO E METER PORRADA NOS DOIS ME SURPREENDI COM O CACETE DURO COMO POUCAS VEZES ME DANDO UM PRAZER EXTREMO E ASSIM ADMIRAVA O CARINHO E TALENTO QUE MICHELLE DAVA NAQUELE CACETE DESPERTANDO CIUMES PORQUE MAL ME CHUPA ALEGANDO NOJO E QUANDO CHUPO SUA BOCETA DEPOIS DE INSISTI SÓ ME BEIJA DEPOIS DE LAVAR A BOCA E AGORA CHEGAVA A ENGASGAR NAQUELE CACETE POUCO MENOR QUE O MEU FAZENDO O IRMÃO CONTORCER VIRANDO OS OLHOS DE PRAZER.MICHELLE CHEGAVA A BABAR NO CACETE E GEMENDO ABAFADO SEGUROU FIRME A BASE SUGANDO FIRME A GLANDE FAZENDO O IRMÃO EMPURRAR ELA JOGANDO A NA CAMA TENDO TRABALHO PARA SEGURAR A ESPORRA E DE NADA ADIANTOU RECLAMAR FALANDO COM VOZ DE CHORO QUE ELE PROMETEU SOMENTE UMA CHUPETA E AGARRANDO A IRMÃ PUXANDO A PELOS CABELOS AJEITOU ELA DE QUATRO NA BEIRADA DA CAMA E SEM IMPORTAR COM NADA O IRMÃO PINCELOU A GLANDE NOS LÁBIOS VAGINAIS DE MICHELLE E FORÇANDO A CABEÇA ENTROU FAZENDO MICHELLE GEMER ALTO ENQUANTO A PICA ENTRAVA SÓ PARANDO QUANDO AS BOLAS BATERAM EM SUA BUNDA QUANDO COMEÇOU A BOMBAR NUM VAI VEM CADENCIADO MICHELE COMEÇOU REBOLAR E SUAS RECLAMAÇÕES SE TORNAREM GEMIDOS, A PRINCIPIO TÍMIDOS E A MEDIDA QUE O IRMÃO AUMENTAVA AS METIDAS INDO CADA VEZ MAIS FUNDO NA BOCETA QUE JURAVA SER SÓ MINHA OS GEMIDOS E GRITINHOS IAM AUMENTANDO COM MICHELLE ANUNCIANDO ORGASMOS AVASSALADORES ME DANDO CERTEZA QUE NÃO ERA A PRIMEIRA VEZ QUE FAZIAM ISSO E QUANDO MICHELLE COMEÇOU A DELIRAR FAZENDO DECLARAÇÕES DE AMOR PARA O IRMÃO FALANDO QUE NUNCA SENTIU PRAZER IGUAL COM OUTRO HOMEM FAZENDO ELE RIR E AUMENTAR O RITMO DAS METIDAS QUANDO FALOU QUE NEM O BETO, UM AMIGO EM COMUM COME ELA TÃO GOSTOSO COMO ELE NESTE MOMENTO ATÉ MINHA PICA MURCHOU E COMO UMA ADAGA CRAVADA NO CORAÇÃO SAI DALI OUVINDO OS GEMIDOS DE MICHELLE CADA VEZ MAIS LONGE SEM CONSEGUIR ORDENAR OS PENSAMENTOS JÁ NA SAÍDA DE CASA ENCONTREI CÍNTIA A ESPOSA DE MEU CUNHADO QUE ME ABRAÇOU QUERENDO SABER PORQUE ESTAVA TREMULO E CHORANDO E OUVINDO OS GEMIDOS DE MICHELLE ME PEGOU PELA MÃO ME CHAMANDO PARA SAIR DALI ME AJUDANDO A ENTRAR EM SEU CARRO PARANDO MINUTOS DEPOIS NUM BAR DE UM AMIGO QUE NOS LEVOU PARA O RESERVADO E JÁ NO TERCEIRO UÍSQUE CÍNTIA ME ABRAÇOU QUASE SENTANDO EM MEU COLO ME MANDANDO SER FORTE PORQUE ELA SABIA MUITO BEM O QUE ESTAVA SENTINDO E BEM MAIS CALMO OUVIA MINHA CONCUNHADA E QUANDO ABRACEI ELA AGRADECENDO POR NÃO ME DEIXAR FAZER BESTEIRA AO ENXUGAR UMA LÁGRIMA EM MEUS OLHO ME PUXOU PARA ELA FAZENDO ME ENCOSTAR A CABEÇA EM SEU PEITO E SENTINDO SEU PERFUME INEBRIASTE E SEUS SEIOS EM MINHA CARA COM ELA FAZENDO CARINHO EM MINHA CABEÇA ME RECOMPONDO OLHEI PARA SEUS OLHOS NEGROS NOTANDO UM BRILHO DIFERENTE E QUANDO IA PEDIR DESCULPAS ELA ME SURPREENDEU COM UM BEIJO ME FAZENDO ESQUECER A VIDA E AUMENTANDO A INTENSIDADE DO BEIJO ABRACEI AQUELE CORPO QUENTE TRAZENDO ELA MAIS PARA MIM ALISANDO SUAS COSTAS FAZENDO ELA GEMER ABAFADO FALANDO ENTRE O BEIJO QUE SERIA MELHOR SAIRMOS DALI E DE MÃOS DADAS AINDA NOS BEIJAMOS COMIGO PRENSANDO ELA NO CARRO DEIXANDO SENTI MEU CACETE DURO CUTUCANDO SUAS PERNAS E ENTREGUE GEMEU ALTO QUANDO AUMENTEI A INTENSIDADE DO BEIJO E ENFIEI A MÃO POR BAIXO DE SUA BLUSA APERTANDO SEUS SEIOS POR CIMA DO SUTIÃ E ME CHAMANDO DE LOUCO ME ENCAROU A PRINCIPIO ACHEI QUE IA BRIGAR POREM OLHANDO ME NOS OLHOS PEDIU CALMA ME BEIJANDO NOVAMENTE PERGUNTANDO SEM DESGRUDAR NOSSAS BOCAS O QUE IA FAZER COM ELA E MAL CONSEGUINDO DIRIGIR COM ELA AGARRADA EM MIM ME BEIJANDO DESESPERADAMENTE PARECENDO A TEMPOS QUERER ISSO ALISANDO MEU CACETE POR CIMA DA CALÇA E COM ELA NOS BRAÇOS CARREGUEI A PARA A CAMA DAQUELE MOTEL DEITANDO CARINHOSAMENTE E LARGANDO NOSSAS BOCAS DESCI LAMBENDO SEU PESCOÇO APROVEITANDO PARA ABRIR SUA BLUSA E TIRANDO SEU SUTIÃ SEUS SEIOS SALTARAM COMO QUE FEITOS PARA MINHA BOCA E ALTERNANDO AS MAMADAS E CHUPÕES NELES BEIJANDO VEZ OU OUTRA SUA BOCA ABAFANDO SEUS GEMIDOS ABRI SUA CALÇA ENFIANDO A MÃO NELA PARA ALISAR SUA BOCETA MELADA ASSIM QUE ENFIEI O DEDO NELA PELA LATERAL DA CALCINHA ELA ENLOUQUECEU VINDO PARA CIMA DE MIM ENQUANTO ARRANCAVA A CALÇA ME JOGANDO DEITADO NA CAMA DESCEU SE CONTORCENDO EM CIMA DE MIM E QUANDO CHEGOU COM SUA BOCA ÁVIDA EM MEU CACETE MINHA CALÇA JÁ ESTAVA NOS PÉS E MAMANDO COMO NUNCA ALGUÉM ME CHUPOU NA VIDA CÍNTIA CHEGAVA A ENGASGAR SEGURANDO A GLANDE EM SUA GARGANTA E QUANDO ME VIA TREMER PARECIA ADIVINHAR QUE IA GOZAR TIRANDO QUASE TODO MEU CACETE DA BOCA SUGANDO A CABEÇA PARA MAMAR DE NOVO. POR MIM SE FICASSE SÓ NISTO JÁ ESTAVA SATISFEITO PORÉM QUANDO SAIU DE MIM MANDANDO ME ACABAR DE TIRAR A ROUPA ENQUANTO SE DESPIA MOSTRANDO ME O CORPO PERFEITO COM ROSTO DE MENINA SÓ NÃO MAIS LINDA QUE MICHELLE DEITOU DESESPERADA IMPLORANDO PARA QUE METESSE PORQUE NÃO AGUENTAVA MAIS REVELANDO QUE A TEMPOS SONHAVA COM ESSE MOMENTO POREM QUERENDO JUDIAR UM POUCO MAIS DAQUELA DEUSA DEITEI EM CIMA DE SEU CORPO QUE PEGAVA FOGO E BEIJANDO SUA BOCA DESCI LAMBENDO SEU PESCOÇO DANDO ATENÇÃO PARA OS SEIOS MAMANDO EM UM ENQUANTO ALISAVA O OUTRO FAZENDO CINTIA GEMER DESPUDORADA E DESCENDO FIZ ELA TREMER DANDO MORDIDINHAS EM SUAS COXAS E VIRILHAS FAZENDO ELA DAR UMA LEVE ESPIRRADINHA QUANDO SOPREI SUA BOCETA DANDO LHE UM LEVE ORGASMO E DESCENDO LAMBENDO SUAS PERNAS CHEGUEI EM SEU PEZINHO BEIJANDO E CHUPANDO SEUS DEDOS CONTEMPLANDO SUA BOCETA QUE MEREJAVA UM LIQUIDO VISCOSO E ESBRANQUIÇADO.DELICIAVA ME OLHANDO CÍNTIA QUE TREMIA DE PRAZER EM PEQUENOS ORGASMOS SE CONTORCIA COM A CÓCEGAS QUE FAZIA EM SEU PÉ E TENTAVA MANTER AS PERNAS FECHADAS TENTANDO ESCONDER A BOCETA MELADA POREM QUANDO COMECEI A FAZER O CAMINHO DE VOLTA ELA RELAXOU ABRINDO AS PERNAS MOSTRANDO A BOCETA QUE ANSIAVA POR PICA E QUANDO PASSEI A LÍNGUA EM SEUS LÁBIOS ELA SOLTOU UM GRITINHO TENTANDO A TODO CUSTO SEGURAR MINHA CABEÇA ALI QUE DESCENDO FUI BEIJAR SEU OUTRO PÉ OUVINDO ELA ME CHAMANDO DE FILHO DA PUTA PERGUNTANDO PORQUE FAZIA ELA SOFRER E QUANDO DEU UMA RELAXADA ACHANDO QUE DARIA O MESMO TRATAMENTO EM SEU PÉ METI A BOCA EM SUA BOCETA SORVENDO COM FORÇA PRENDENDO ELA EM MINHA BOCA INDO SOLTANDO AOS POUCOS ATÉ FICAR SOMENTE COM SEU GRELO E LÁBIOS PRESO NOS MEUS E QUANDO ESCAPAVAM REPETIA O MESMO GESTO E SUGANDO SENTINDO OS ORGASMOS DE CÍNTIA IR PARAR EM MINHA GARGANTA QUASE ME ENGASGANDO SERPENTEAVA A LÍNGUA EM SUA BOCETA ME DELICIANDO COM O ESCÂNDALO QUE TENTAVA A TODO CUSTO CONTER E NUM DESSES CHEGOU A URINAR DE PRAZER CHEGANDO A QUASE PERDER OS SENTIDOS TAMANHO ORGASMO QUE TIVERA E OFEGANTE SE TREMENDO SEM MESMO ESTAR TOCANDO NELA APROVEITEI PARA ENCAPAR A PICA E INDO BEIJAR SUA BOCA DIVIDINDO COM ELA SEU PRAZER ME AJEITEI NO MEIO DE SUAS PERNAS ABAFANDO SEUS GEMIDOS ENQUANTO MINHA PICA ATOLAVA EM SUA BOCETA TENDO QUE SEGURAR SUAS MÃOS PARA QUE NÃO ME ARRANHASSE MAIS E COM UMA DE SUAS PERNAS NO MEIO DAS MINHAS E OUTRA ENCOSTADA EM MEU PEITO FIZ CÍNTIA URRAR EM ORGASMOS DELIRANTES PORQUE QUANDO COMEÇAVA A GOZAR AUMENTAVA O RITMO DAS METIDAS O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL FAZENDO ELA ROSNAR EM DELÍRIOS CHEGANDO A MIJAR E CHORAR DE PRAZER E QUANDO PEDIU QUE TIVESSE DÓ DELA PORQUE ESTAVA SEM FORÇAS E QUASE MORTA DE TANTO GOZAR DEU MAIS UM ORGASMOS PRA ELA E ENCHI O PRESERVATIVO DENTRO DE SUA BOCETA DE PORRA CAINDO A SEGUIR EM CIMA DELA QUE ME BEIJANDO LEVANTOU COM DIFICULDADE ARRANCANDO O PRESERVATIVO E METEU A BOCA EM MINHA PICA MELADA SÓ PARANDO DEPOIS
DE DEIXAR ELA LIMPA E VER ENDURECENDO NOVAMENTE.CÍNTIA ME BEIJOU TERNAMENTE COMO QUE NOSSO BEIJO TOCASSE NOSSAS ALMAS E DEITADA AO MEU LADO AGRADECEU PELO PRAZER AFIRMANDO QUE SOUBESSE QUE ERA TÃO GOSTOSO ASSIM TERIA ME AGARRADO ANTES CONFIDENCIANDO QUE A TEMPOS FICAVA MOLHADINHA SÓ EM ME VER POREM AGORA NÃO PASSARIA MAIS VONTADE.A NOITE CHEGAVA QUANDO CÍNTIA ACORDOU E AGARRANDO MAIS EM MIM ME VENDO ACORDADO FALOU QUE DESDE ADOLESCENTE MICHELLE TEM CASO COM O IRMÃO E QUE ELE SÓ DEIXOU ELA NAMORAR COMIGO PORQUE MENTIU QUE ESTAVA GRAVIDA E PRECISAVA DE ALGUÉM PARA SER O PAI E ANTES DE FALAR QUALQUER COISA CÍNTIA FALOU QUE MICHELLE CONTOU QUE SE APAIXONOU POR MIM ASSIM QUE ME VIU E COM O TEMPO ACABOU FICANDO CADA VEZ MAIS APAIXONADA POREM NÃO CONSEGUE FUGIR DO DOMÍNIO DO IRMÃO QUE MANDA NELA E FAZ O QUE QUER DELA.ENQUANTO TOMÁVAMOS BANHO ATÉ TENTEI LEVAR CÍNTIA PARA A CAMA NOVAMENTE POREM O MAXIMO QUE ME DEIXOU FOI DAR UMA RAPIDINHA NO CHUVEIRO E ENQUANTO METIA E NOS BEIJAVA ALISEI SEU CUZINHO COM A PONTA DE MEU DEDO COM ELA LARGANDO NOSSAS BOCAS ME CHAMANDO DE SAFADINHO ME DEIXANDO DE PICA DURA PROMETENDO QUE NA PRÓXIMA DAVA ELE PARA MIM.ANTES DE ME DEIXAR EM CASA CÍNTIA ME FEZ PROMETER QUE SERIA NOSSO SEGREDO E QUE JAMAIS PODERIA DEIXAR ALGUÉM DESCONFIAR DISSO E ME VENDO PENSATIVO FALOU QUE SÓ NÃO ME BEIJAVA PORQUE ALGUÉM PODIA VER POREM AO DESCER DO CARRO QUANDO ME DEU O ROSTO PARA O BEIJO SEGUREI SEU QUEIXO E LASQUEI UM BEIJO EM SUA BOCA COM ELA ME CHAMANDO DE LOUCA MANDANDO ME TER PACIÊNCIA COM MICHELLE E QUE OLHASSE PARA O LADO PORQUE AS MULHERES DA FAMÍLIA SÃO TODAS DOIDAS POR MIM E QUE MICHELLE NÃO MENTIU E QUE ME PREPARASSE PORQUE COMO ELAS TODAS IAM QUERER VER SE ERA VERDADE MESMO TAL PROPAGANDA.NAQUELA NOITE EVITEI CONTATO COM MICHELLE FICANDO CADA VEZ COM MAIS RAIVA PORQUE AGIA COMO SE NADA TIVESSE ACONTECIDO POREM NA NOITE DO DIA SEGUINTE MESMO COM SUA FAMÍLIA EM CASA LEVEI ELA QUASE QUE A FORÇA PARA O QUARTO FINGINDO NÃO VER ELA OLHANDO PARA O IRMÃO COMO QUE DIZENDO QUE NÃO PODIA EVITAR E QUASE RASGANDO SUAS ROUPAS SEM IMPORTAR COM SEU CHORO QUERENDO SABER O QUE ESTAVA ACONTECENDO COMIGO E COM O CACETE EM RISTE METI UM TAPA EM SUA CARA QUANDO RECUSOU CHUPAR E CHORANDO MAMOU COM GOSTO COMO NUNCA ANTES EM NOSSO RELACIONAMENTO E JÁ QUASE MUDANDO DE OPINIÃO TENCIONANDO SER CARINHOSO, AO TIRAR SUA CALCINHA NOTEI SUA BOCETA MELADA COMO NUNCA ANTES COMIGO E CAINDO DE BOCA FIZ ELA GEMER ALTO DE PRAZER E COM A BOCA CHEIA DE SEU GOSTO ENCHI A BOCA DELA QUE QUASE VOMITOU ALEGANDO NOJO POREM QUANDO COLOQUEI A VADIA DE QUATRO E METI FUNDO EM SUA BOCETA ELA NÃO SABIA SE CHORAVA TENTAVA CONTER OS GEMIDOS REBOLANDO GOSTOSO JOGANDO A BUNDA EM MEU PAU.MICHELLE ANUNCIAVA ORGASMOS AVASSALADORES POREM QUANDO TIREI A PICA DE SUA BOCETA MANDANDO CONTINUAR DE QUATRO DEU TRABALHO PARA SEGURAR ELA QUE ME VENDO COLOCAR PRESERVATIVO APELOU DE TODAS FORMAS E JEITOS POREM QUANDO MANDEI QUE FICASSE DE QUATRO E ABRISSE BEM A BUNDA SENÃO ENCHERIA ELA DE PORRADA FAZENDO ELA ME OLHAR DE FORMA ESTRANHA QUANDO FALEI ALTO QUE VAGABUNDA TEM QUE APANHAR, NÃO ADIANTOU CHORAR SE CONTORCER E RECLAMAR QUE ESTAVA DOENDO E QUANDO COM A PICA TODA ATOLADA EM SUA BUNDA VENDO SEU CORPO ARREPIADO METI TAPAS EM SUAS NÁDEGAS FAZENDO ELA RELAXAR SENÃO OS TAPAS SERIA NA CARA E QUANDO METI SEM DÓ FAZENDO SEU CORPO CHACOALHAR NAS ESTOCADAS VIGOROSAS QUE DAVA EM SUA BUNDA OS GEMIDOS E GRITINHOS AGORA DESPUDORADOS ERA DE PRAZER COM ELA RECLAMANDO PORQUE NÃO FIZ ISSO ANTES COM ELA E ASSIM QUE GOZEI TOMEI UM BANHO RÁPIDO E SAI NÃO ENCONTRANDO NINGUÉM EM CASA E DA SALA GRITEI PARA MICHELLE QUE ESTAVA SAINDO E NÃO TINHA HORA PARA VOLTAR DEI UM TEMPINHO E ASSIM QUE O QUARTO DE HOSPEDES ABRIU CORRI PARA O QUARTO FLAGRANDO O IRMÃO QUERENDO COMER MICHELLE A FORÇA E DEPOIS DE DAR UMAS BOAS PORRADAS NELE METI UM TAPA NA CARA DE MICHELLE QUE TENTOU INTERVIR SOCORRENDO O IRMÃO E MANDANDO ELE IR EMBORA DALI JUREI MATAR ELE CASO AMENOS DESCONFIE QUE TOCOU SEQUER NA IRMÃ E ASSIM QUE ELE FOI EMBORA VOLTEI PARA O QUARTO PEGANDO MICHELLE PELOS CABELOS DANDO VÁRIOS TAPAS EM SUA CARA AFIRMANDO SER POUCO PORQUE VAGABUNDA TEM QUE APANHAR MUITO MAIS E IMPONDO CONDIÇÕES QUANDO DISSE QUE NÃO CONSEGUIA VIVER LONGE DE MIM DISSE QUE MATARIA ELA NA PANCADA CASO ME DESONRASSE NOVAMENTE O QUE JUROU NUNCA MAIS FAZER.DEPOIS DISSO NOSSO RELACIONAMENTO DEU UMA ESFRIADA MESMO COM MICHELLE SOLICITA E PRESTATIVA ME DEIXANDO FAZER O QUE QUISESSE COM ELA E NA HORA QUE QUISESSE E QUANDO AS COISAS COMEÇARAM A MELHORAR MINHA SOGRA ME CHAMOU PARA CONVERSAR QUERENDO SABER O QUE TINHA ACONTECIDO E LEMBRANDO O QUE PROMETI PARA CÍNTIA QUE FAZIA DE TUDO PARA EVITAR CONTATO COM ELA MARQUEI DE JANTAR FORA COM A SOGRA E NESTE JANTAR ROLOU UM HOTELZINHO ONDE CONTEI QUE MICHELLE HAVIA ME TRAÍDO COM BETO E QUANDO MINHA SOGRA QUIS SABER O QUE IA FAZER A RESPEITO DISSE QUE PERDOARIA MICHELLE MESMO PORQUE ACABARA DE TRAI ELA TAMBÉM FAZENDO ELA RIR QUE NÃO SERIA A ÚNICA VEZ.DESDE ESSE DIA MICHELLE VOLTOU A SER MINHA COMO NUNCA ANTES E MESMO DESCONFIADO QUE AINDA ME TRAI COM O IRMÃO ME ESFORÇO PARA NÃO ME ABALAR FINGINDO NÃO SABER MESMO PORQUE ISSO ME INCENTIVA A CONTINUAR TENDO CASO COM CÍNTIA QUE ME ARRUMOU DUAS PRIMAS E UMA TIA QUE SEGUNDO ELA ESTÃO VICIADAS EM MEU CACETE ALÉM DAS AMIGUINHAS QUE ME APRESENTA E VEZ OU OUTRA PEGO MINHA SOGRINHA QUE ADORA GEMER EM MINHA PICA.

Adorei a promoção da vivo – saindo novamente com a vendedora

Ola, venho contar outra experiência sexual vivida por mim, novamente com a Aline, vendedora da vivo, Loira, 1,65 aproximado de altura, corpo lindo, pernas grossas e com belas curvas, casada com Igor, um cidadão simples e que não sabe cuidar de uma bela mulher como a que tem, isso pelo que ela mesmo disse.Vcs devem ler o outro relato Adorei a promoção da vivo, para saber do que estou falando, apos a aventura do outro conto, continuei a conversar com a Aline via Whats, e minha esposa também, fiquei sabendo que elas haviam ido ao shopping aqui na minha cidade e feito compras em uma loja de lingerie, comprado algumas especiais para mim, as da minha esposa eu já havia visto e aprovado, mas a da Aline ainda não, mas ela havia me dito que queria me mostrar e fazer algo especial.Ela e minha esposa haviam combinado de neste domingo 10/08 iriam fazer um desfile especial para mim e depois haveria uma festinha particular, daquele jeito, bom no domingo, por volta das 15h, minha esposa recebe uma ligação da minha sogra, Inês, esta relatando que meu cunhado havia aprontado novamente e pedindo ajuda para minha esposa, eu disse para ela ligar para a Aline e combinar outro dia, mas ela disse que não, que era para eu pega-la no terminal como combinado e fazer as vezes de anfitrião, que ela iria na casa de sua mãe e tentaria voltar o mais rápido possível.No horário marcado, fui eu até o terminal e logo avistei aquela deusa, loira, estava em uma vestido curto vermelho e uma sacola nas mãos, ao me ver já deu aquele sorriso e veio em minha direção, me abraçando e beijando deliciosamente, adentrou ao carro e já pude ver que estava com uma calcinha toda de renda vermelha, bem pequena, pois ao se sentar sua saia subiu e me deu esta bela visão.Ela vendo o modo que a olhava disse que era apenas uma mostra, que ela iria fazer um verdadeiro desfile para mim, me dirigi para minha casa e já fui lhe explicando que minha esposa iria demorar, ela com um sorriso no rosto me disse que seria bom, pois poderia me sentir por completo só para ela, que ela adorava ter minha esposa junto, mas que queria poder estar sozinha comigo, que com minha esposa ainda não tinha conseguido se soltar por completo e que nesta noite, se minha esposa demorasse, iria soltar a fera comigo.Chegando em casa, vejo o carro da minha esposa na garagem e já digo que ela deveria ter resolvido os problemas e iria participar da festa, mas ao adentrar a minha casa, minha esposa estava acabando de arrumar algumas roupas em uma bolsa e apos cumprimentar a Aline com um beijo, disse que o irmão tinha aprontado uma coisa muito grave e que ela iria ter de ficar na casa da mãe para ajudar a ela e seu pai a resolver os pepinos e apoiar a cunhada, mulher do irmão.Antes de sair, ela passou próximo a Aline e lhe disse que era para aproveitar a noite toda, e que ficasse tranqüila para dormir comigo, pois só no outro dia iria voltar para casa; a Aline muito da safada, lhe respondeu que iria tomar conta de mim, dando aquele sorriso safado com uma cara de puta que vou te dizer, me deixou de pau duro na hora, minha esposa viu aquilo e antes de sair veio e me deu uma chupada deliciosa e depois um beijo ardente e foi embora.Olhei para a Aline e lhe ofereci uma bebida, ela pediu um vinho, e perguntou onde poderia se trocar, lhe mostrei o meu quarto e fui para a cozinha pegar o vinho na geladeira, coloquei gelo em um balde e dois copos e fui para a sala, a Aline voltou para a sala de salto alto e um ropão, pediu para eu a servir e apos tomar um pouco do vinho, disse que era para eu me preparar para o desfile, ao tirar o ropão, vi aquele conjunto vermelho que ela estava, a calcinha como disse minúscula, mal tampando sua deliciosa buceta, fio dental, o sutiã também pequeno e de renda, que deixavam os deliciosos seios daquela loira quase nus. eu peguei o controle do rádio e como já havia preparado uma trilha sonora romântica, liguei em um volume agradável, ela começou a desfilar e rebolar no ritmo das musicas, fazia movimentos sensuais que estavam me deixando cada vez mais excitado, ela fez um stripe lentamente, dançando um pouco nua a minha frente.Logo me disse que iria voltar e apos tomar mais um gole do vinho, seguiu para meu quarto novamente, ao voltar estava com uma conjunto de calcinha e sutiã pretos minúsculos, também estava de meia calça tipo arrastão pretas até as coxas e agora salto alto preto, nossa que delicia, ver aquela mulher daquele jeito, ela estava cada vez mais solta, desfilando, se acariciando e se masturbando na minha frente, vou te dizer que ela trocou de roupa umas 7 vezes ainda, na ultima vez, ela voltou com uma lingerie preta, porém o detalhe foi que quando ela se virou para me mostrar sua bunda, percebi um objeto introduzido em seu delicioso cú, ela havia colocado um plug anal e rebolava deliciosamente com aquele objeto na bunda.Nossa como era a ultima peça, me aproximei logo apos ela tirar a calcinha e retirei aquele plug com minha boca, e logo em seguida dei uma deliciosa lambida naquela gruta deliciosa, ela gemia e se contorcia de prazer, foi quando ela se virou e disse que tinha uma fantasia e queria realizar comigo, eu logicamente lhe perguntei qual seria esta fantasia e ela logo foi dizendo que com seu marido sempre foi um sexo mais comum, sem muitas variações e que ela tinha uma vontade louca de ser dominada e ser humilhada por um verdadeiro macho, que mandasse realmente nela e que a tratasse como um objeto sexual apenas.Eu lhe disse que isso seria um pouco fora do que eu gosto, pois nunca trato minhas parceiras como objeto, mas sim como companheira, mas disse que iria fazer o possível para lhe ajudar, pois queria muito lhe dar prazer, logo assumi uma postura de dom, mandando ela colocar a ultima lingerie que tinha vindo e a coloquei de quatro ao lado de onde estava sentado e mandei ela permanecer ali que iria em meu quarto buscar algo.Me direcionei a meu quarto e busquei no guarda roupa uns brinquedos que minha esposa usa com sua irmã e com outras convidadas, que era um chicote, uma coleira, alguns plugs e um pinto postiço que dava para grudar em um lugar para a mulher sentar nele, umas algemas e cordas, mordaça, venda e algumas velas e penas, voltei para a sala e a Aline estava obediente no mesmo lugar que havia deixado, ela observava a minha preparação na sala e a primeira coisa que fiz, foi lhe colocar a coleira, olhei para ela e disse;- Esta é a minha putinha, vc vai ser obediente, ou vai querer ser castigada?- Vou ser bem obediente meu senhor – ela respondeu._ Vamos ver, putinha – peguei um plug anal e comecei a introduzir naquele delicioso rabo, ela rebolava e gemia, eu lhe dei um tapa na bunda e disse – não quero escutar um barulho putinha, nem mesmo um gemido.Ela me olhou fundo nos olhos e disse sim senhor, lhe dei mais um tapa na bunda e deixei aquele plug anal no seu delicioso rabo, mandei ela deitar no chão, apos ela se deitar, amarrei suas mãos e seus pés um em cada ponta da sala, deixando-a de braço e pernas abertas e imobilizados, olhei para ela e disse:- Agora seu corpo é todo meu, para eu fazer o que eu querer e eu não quero escutar um gemido seu, pois se escutar vc vai ser punida – olhei para sua cara de safada e recebi a resposta.- Sim, meu senhor, meu corpo é seu, pode fazer o que quiser.Lhe dei um tapa no rosto, que percebi que ela adorou e lhe disse:- Não lhe perguntei o que eu posso ou não fazer, lhe disse que seu corpo me pertence agora e vc só pode dizer, sim senhor ou não senhor, e só pode falar o que eu lhe dizer para falar ou responder, sua puta, entendeu piranha?- Sim, senhor.- Novamente, não quero escutar um só gemido seu.Peguei uma pena e comecei a passar em seu corpo, que começou a se arrepiar, passava pelo pescoço, rosto, braços, até que cheguei nos seios, quando passei a pena nos seios ela mordeu os lábios para não gemer, seus mamilos estão duros, brinquei um pouco ali e depois comecei a descer, passando por sua barriga, ela se contorcia e mostrava que estava querendo gemer, mas estava se segurando.Parei por um instante e fique lhe observando, sua bucet
a estava encharcada, aquela delicia estava com muito tesão, deixei a pena de lado e peguei um gelo no balde onde estava o vinho, comecei passando em seus lábios e rosto, ela esboçou que iria dizer algo e eu já a repreendi, mandando ficar quieta, passei o gelo nos mamilos dela, nisso ela começou a soltar um gemido, que foi cortado por um tapa no seio, continuei e ela para evitar os gemidos mordia os lábios e se contorcia loucamente.Finalmente cheguei em sua buceta, que escorria seu delicioso mel, passei o gelo pelos grandes lábios e concentrei ele no grelho, ela não resistiu e começou a gemer:- Uiiiiiiiiiiiiiiii, que delicia, meu senhor, assim é maldaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaade!Dei um tapa em seu rosto, dizendo para ela se calar, pois não tinha mandado ela falar ou gemer e introduzi o delo em sua buceta, coloquei duas pedras de gelo naquela deliciosa gruta para derreter lá dentro e já aproveitei e dei aquela lambida, fazendo a puta gemer alto e enquanto eu chupava e lambia sua buceta, movimentava o plug em seu cú.Ela gemia alto e forte, mas este eu não puni, pois realmente estava delicioso, ver aquela deusa, tentar se conter, mas não conseguindo de tanto tesão, mas logo parei e comecei a observá-la, ver seu corpo se acalmar, aquela visão era uma verdadeira obra de arte, tirei minha roupa e levei meu pau até sua boca e a mandei chupar, devido a estar imobilizada sua movimentação era pouca e eu comecei a foder a boca dela com força, fazendo ela engasgar de vez enquando e ao mesmo tempo enfiava dois dedos em sua buceta, que estava geladinha por dentro devido as pedras de gelo que tinham acabado de derreter lá.Ela gemia, mas agora era um gemido contido, pois estava com meu pau em sua boca e eu continuava a foder sua boca com força, me afastei um pouco, peguei uma vela e acendi, comecei a pingar a cera derretida no corpo daquela deusa, dizendo que era uma das punições por ela não ter me obedecido, comecei a pingar em sua barriga, percebi uma mistura de dor e tesão, mais tesão que dor, fiz pingar cera em seus seios, principalmente nos mamilos, ela se contorcia e gemia alto, a desamarrei e falei para ela virar, deitando de barriga para baixo e voltei a amarrar aquela deusa.Com a vela ainda, derramei a cera em suas nadegas, retirei o plug de seu cú e com ele ainda aberto, pinguei cera dentro daquela delicia, ela gemeu mais alto ainda e arrebitou muito a bunda, fazendo que seu cú se arreganhasse mais ainda e eu enfiei a vela em seu cú, deixando a chama para fora e a cera escorrendo na bunda, ela gemia deliciosamente, peguei o chicote e comecei a bater naquela delicia de bunda, sem apagar a vela, deixei a bunda da Aline com algumas marcas do chicote, quando vi que a chama estava bem próxima a bunda, retirei a vela e a apaguei, limpei a cera que estava em sua bunda e a desamarrei.Mandei ela se limpar, pois ainda havia cera em seus seios e barriga e apos ela terminar, fiquei de pé e com meu pau duro em sua direção, mandei ela me chupar bem, ela estava completamente domada, chupava deliciosamente, peguei um vibrador e introduzi em sua bunda ainda vermelha, ela já havia gozado muito com aquela situação e me chupava com vontade, peguei meu pau e comecei a bater com ele em seu rosto, ela se deliciava, colocava a língua para fora e eu batia com o pau nela, deu uma verdadeira surra de pica naquela puta.Me deitei e mandei ela vir me cavalgar, ela direcionou meu pau em sua buceta, e se sentou de uma só vez, fazendo meu pau penetrar todo em sua buceta, sentir aquele frescor devido ao gelo e para falar a verdade, estava delicioso, ela rebolava e eu tava alguns tapas em sua bunda e ela rebolava mais ainda desta forma, chegando mais uma vez a gozar.Fiz ela se levantar e peguei o pinto postiço e o coloquei grudado no chão e mandei ela se sentar nele, o que foi obedecido imediatamente, ela subia e descia naquele pinto postiço e rebolava cada vez mais, fui até o balde de gelo e peguei mais algumas pedra, me aproximei e comecei a passar em seu cú, ela gemia alto e eu enfiei as pedras de gelo naquele delicioso cú e logo em seguida, apos esperar elas derreterem um pouco, enfiei meu pau naquela deliciosa bunda, que delicia, a Aline gemia como nunca gemeu, pois era a primeira vez que estava recebendo dois paus, e que estava adorando ser castigado pelo seu senhor.Ela gozou forte e eu bombava forte em seu delicioso cú, e dava tapas na bunda dela, isso fazia ela delirar de tesão, chegou até ao ponto de ficar completamente mole apos um gozo fenomenal, eu continuei a bombar em sua bunda e ela sem forças, só gemia de tesão, mal sabia ela que eu tinha preparado uma surpresa, pois aquele pinto postiço que estava em sua buceta era também um vibrador e neste instante eu o liguei, ela gemeu alto e forte, dizendo que era muita maldade fazer aquilo com ela, que estava delicioso, mas que ela não estava mais agüentando gozar mais, eu retirei meu pau do seu cú, mandei ela se levantar, ainda mantendo o postiço na buceta e ligado.Ela logo entendeu o que eu queria e de pronto começou a me chupar e masturbar ao mesmo tempo, lambia meu pau todo, não resisti por muito tempo e logo enchi a boca daquela deliciosa loira de porra, ela engoliu tudo e limpou todo o meu pau, eu olhei para ela e disse que ela era uma puta um pouco desobediente e que ainda iria ser muito punida em outras ocasiões, ela só dizia sim senhor.Fomos tomar um banho, onde ordenei a ela me lavar, deixar meu corpo limpo, ela obedeceu, limpava meu corpo com muito carinho, esfregava o corpo dela no meu, estava delicioso, logo acabamos de tomar aquele banho e fomos para a cama, descansar.Ficamos abraçados, curtindo aquele carinho, ela dizia que tinha se realizado, que estava totalmente satisfeita, que eu a fiz se sentir mulher de verdade, coisa que o marido nunca fez, ela reclamou que ela não se preocupava em lhe dar prazer, que apenas queria foder ela e depois a esquecia de lado.Acabamos dormindo daquele jeito, pois ela tinha dito ao marido que iria a um curso e só voltaria no dia seguinte a noite e como minha esposa também não estava ela me fez companhia.Pela manhã, acordo mais cedo que ela, preparou um delicioso café da manhã, ligo para minha esposa para saber como ela esta e passo os detalhes da noite com a Aline, porém recebo a grata noticia de que minha esposa já estava voltando para casa, nisso já aumento o café e deixo a Aline dormir mais um pouco.Continua…

A NAMORADINHA DE MEU FILHO- PARTE II

Olá a todos. Vivo no Porto, Portugal e vou contar-vos a ida ao Motel que tem camas redondas, com a namoradinha do meu filho, a Joana. Tenho 37 anos, 1,78m, 86 kgs., olhos e cabelo castanho, e a Joana, com 18 anos, morena, cabelo comprido, 1,75m, 55 Kgs, e um cuzinho espectacular. Combinei com ela para 3ª feira, acertando todos os pormenores na 2ª feira. Lembrei-me no fim-de-semana, que um cunhado meu também poderia ir. Já várias vezes temos comido uma mulher ao mesmo tempo. Liguei à Joana na 2ª feira e combinei tudo, e perguntei-lhe se queria fazer amor com 2 homens ao mesmo tempo. Chamo-me de tudo. Disse-lhe que se o meu cunhado não fosse (chantagem) eu também não iria e que ela poderia esquecer-me que nunca mais faríamos nada. Ela a muito custo cedeu. Na 3ª feira lá nos encontramos conforme o acordado. Entramos no quarto e ela ficou logo excitada quando viu a cama redonda. Comecei logo a apalpar-lhe o cú maravilhoso que tem e beijei-a na boca. O meu cunhado (Vítor) começou a apalpá-la também e a beijá-la. Tiramos as picas para fora e ela começou uma mamada monumental aos dois. Fomos-lhe retirando as peças de roupa lentamente. Até que tivemos a visão magnífica: Lindos seios (que eu já conhecia), uma cona carnuda e com poucos pelos. Deitamos a Joana na cama. Aí comecei a lambe-la e beijá-la toda, desde as maminhas até ao cuzinho, enquanto ela chupava a pica do Vítor. Deixei que fosse ele a meter primeiro naquela cona semi-virgem, já que eu queria era comer aquele cú lindo e arrebitado. Fomos metendo alternadamente na coninha enquanto ela chupava outro. Até que ela montou o meu cunhado. Aí fiquei com o caminho aberto para aquele cuzinho. Perguntei-lhe se queria sentir duas picas dentro dela. Disse que tinha medo, já que da outra vez eu a tinha aleijado um pouco. Coloquei um pouco de vaselina líquida e comecei a meter um, depois dois dedos no cú para a lubrificar bem. Tinha chegado a altura da namoradinha do meu filho sentir dois homens dentro dela. Apontei a cabeça da minha pica na entrada do cú e comecei a meter lentamente enquanto ela cavalgava o meu cunhado. Até que entrou toda. Aí foi magnífico. Os dois ao mesmo tempo e com toda a nossa vontade e loucos de tesão arrombamos a Joaninha. Trocamos várias vezes de buraco e gozamos várias vezes. Era linda a visão: Cona e cú cheios de leite que nem limpávamos. Até que paramos. Descansamos cerca de 15 minutos, e aí a safada começou a pegar nas duas piças e a mamá-las sofregamente. Bebeu o leite todo. Ela adorou fazer amor com dois, principalmente, talvez, com o futuro sogro e futuro tio. Combinamos que a partir de agora, uma vez por mês foderá com os dois e uma vez com um de nós. Depois vos contarei.

Meu cunhado me Deflorou

Tenho 19 anos e posso me considerar uma garota bonita e gostosa,malho muito e tenho tudo durinho e no lugar certinho. Tenho uma irma ,Lia que é casada com Leonardo,que alias é um tesão de homem. Eu e minha irmã nunca tivemos grandes afinidades ,depois que se casou e se mudou para o interior ,ai é que nos distanciamaos mais ainda,mas o destino nos reservas muitas coisas . Lia,há algum tempo andava sentindo fortes dores ,depois de muitos exames os médicos decidiram que tinham que opera-la . A cirurgia foi feita e ela teria que ficar alguns dias no hospital,e eu fui encarrega de ficar com meus sobrinhos .Arrumei a mala e fui pro interior .Enquanto separava minhas roupas ,pensava em deixar Leo maluco com meus shorts curtinhos . La faz muito calor ,teria boa desculpa. Quando cheguei Leonardo ja estava me esperando . Estava vestindo uma saia vermelha curtissíma e uma blusa branca,claro que sem sutiã. já tinha algum tempo que não via Leo,ele agora estava meio grisalho , devi a ter 30 e poucos anos ,alto ombros largos ,moreno queimado do sol e tinha um ar sério . Quando desci do ônibusnão pude deixar de perceber que seus olhos percorriam meu corpo. Confesso que senti uma certa excitação. Entrei no seu carro e fomos conversando. Ele perguntava da minha viagem e eu da minha irmã e de meus sobrinhos . Leo disse-me que havia arrumado o quarto de empregada para mim e que não reparasse pois o mesmo era pequeno,mas seria melhor do que ficar no quarto dos meninos Respondi que tudo bem mas pensei comigo duas semanas passam depressalembrando o conforto de meu quarto.Logo que cheguei ja comecei botando ordem na casa . Preparei o almoiço e servi. Não cozinho lá essas coisas ,mas as crianças adoraram,quanto ao meu cunhado,nem sei se sentiu o gosto da comida ,pois não desgrudava os olhos de minha bundinha arrebitada e que a saia marcava muito bem. Ele foi trabalhar,á tarde e eu fiquei mais a vontadepara cuidar das coisas e de mim. Quando ele chegou,a noite , os meninos ja haviam jantado e assistiam televisão . estava usando um short muito ousado,para provoca-lo.sentia-me muito bem assim provocativa , não que eu tivcesse algum interesse em meu cunhado ,apenas me divertia com a situação . Ele jantou e alegando estar cansado,uma vez que depois do trabalho ainda havia ido no hospital visitar minha irmã,foi dormir rapidinho,parecia estar fugindo de alguma coisa .Assim passaram-se tres dias ,minha irmjã estava se recuperando bem da cirurgia, e o médico disse que se ela continuasse assim em breve estaria em casa . Era um domingo ,depois do almoço,fomos visita-la no hospital.Na volta para casa paramos para tomar um sorvete ,eu sentada de frente para o Leo lambuzei propositalmente meus lábios e comecei a passar a língua sobre eles, Leo mais que depressa tomou seu sorvete deu uma desculpa e levantou. Droga queria que ele curtisse aquiulo,mas pelo contrário ,ele andava me tratando com frieza ,ficava pouco em casa. Mas percebia que quando chegava e me encontrava de shortinho não conseguia esconder sua exitação , aquilo para mim era muito divertido. A noite depois de ver um filme decidi ir para a cama. Leo ja havia se deitado e eu não conseguia pegar no sono . tive sede e fui ate a cozinha pegar um copo de àgua vestia somente uma camisola preta ,trasparente e curtissíma. lá fui eu ,não pude deixar de perceber ao passar pelo quarto de meu cunhado ,que a porta estava entreaberta,e ele parecia dormir profundamente ,tambem não pude deixar de notar o tamanho de sua rola,que estava dura ,por baixo do lençol. Fiquei ali parada por alguns instantes depois resolvi retornar ao meu quarto. É , a brincadeira estava ficando perigosa. Eu,agora passava o dia todo pensando nele ,não via a hora dele chegar em casa . estava deitada de bruços na cama ,envolvida em meus pensamentos quando percebi que a porta se abriu. Tentrei me virar mas ouvi a voz de Leo dizendo: – Não, não virá não fica assim ,deixa eu olhar melhor essa bundinha. Quase morri de tesão parecia estar sonhando . Ele então comecou a me tocar le4vemente nas coxas e foi subindo ate a minha bundinha ,soltei um leve gemido e depois percebi que,em vez de suas maõs massageando minha bunda,era a sua boca quente e sua lingua úmida que tomavam conta de meu corpo todo . Leo me virou de frente e começou a me beijar . Mordia meu pescoço,lambia meus seios chupava,dizia que eu era muito gostosa , enquantoi isso se livrava da cueca desceu sua boca ate encontrar minha bucetinha já encharcada . Estava alucinada . Queria aquele homem Ele me lambia chupava ,mordiscava meu grelinho,até que eu nõao aguentando mais ,gozei em sua boca. Ele veio se deitando sobre mim,abrindo minhas pernas com suas maõs . so tive tempo para lhe dizer pra ir devagar. que maravilha ,eu acabava de me tornar uma mulher, Tinha uma pica deliciosa ,de um homem delicioso,que mexia muito bem enterrada na minha bucetinha. Leo falou ;- Fica de quatro. O que ele pensava em fazer ? já tinha tirado op meu cabaçinho na frente ,sera que ? – Fica de quatro quero o seu rabinho. – Não ,eu não vou deixar. Recebi como resposta um tapa na bunda . – Vira sua cadelinha,voce não queria vara,pois vai ter . Voc~e vai sair daqui sabendo o que é um homem de verdade . Não tinha mais geito,o negocio foi relaxar. Mas,por mais que ele tentasse ,não conseguiu penetrar o meu buraquinho rosado,mas gozou ali tentando a penetração . Depois me acariciou e me beijou muito,logo em seguida levantou e disse ; Hoje eu não consegui comer o seu rabinho,mas esta historia não vai terminar por aqui. E não terminou mesmo,porque na noite seguinte euja me preparava para ser deflorada novamente por aquele homem gostoso. mas esta é uma outra história. .

Comi ela com o marido dormindo ao lado

Bem pessoal vou dar uma pequena descrição sobre mim, Prefiro me identificar somente por Nosile, tenho 22 anos, sou homem, tenho 1,78 de altura e 72 kg bem malhados e destribuidos moro na cidade do Rio de Janeiro mais precisamente em Inhaúma, bem vamos ao que interessa, fui passar carnaval em uma cidadezinha do interior do Rj, que se chama Conservatória, fomos eu minha irmã, meu cunhado e um casal de amigos de minha irmã, A amiga dela uma loirinha de 22 anos, com 1,65 de altura e 52kg, uma bundinha de dar inveja a qualquer mulher, bem durinha e empinadinha, fiquei louco no trageto que fizemos da minha casa no Rio ate o hotel em conservatoria, ela foi a viagem inteira sentada ao meu lado com uma sainha minuscula e um camisetinha regata sem nada por baixo, dava ate para notar os biquinhos dos seu lindos peitinhos durinhos e pontudinhos, durante a viagem fazia de proposito uns movimentos que de certa forma faziam com que eu encostasse nas pernas delas e ia sarrando ela toda,

Peguei o namorado da filha FODENDO com cunhada, acabei FODENDO com Ele

– BalzaquianaOlá, me chamo Geane, na época deste fato eu era casada com um médico, casei com 18 anos, e nessa época já tínhamos três filhas, eu estava com meus 39 anos, moramos em uma casa de frente para o arroio, e eu havia herdado uma propriedade rural a uns 150 km de onde morávamos, sempre, desde novinha me achavam bonita, e eu sabendo disso explorava meus atributos seios médios, bunda bem feitinha, meu cabelo na época era Chanel, me vestia sempre de modo bem provocativo, meu marido gostava, tenho 1.70 e naquela época uns 63 ou 64 kg, mas confesso que casei virgem, claro que eu havia batido algumas punhetas para namorados e eles me chupado os seios e tocado na minha xaninha.As meninas já estavam namorando, a mais velha Andria, já havia sido noiva com 18 anos, e para sorte dela não fez a besteira que eu fiz, e acabou o noivado, e agora namorava o filho de amigos de longa data, amigos que vinham da geração do meu pai, e que na verdade não tínhamos contato diário, a não ser em algumas festas e eventos, inclusive o Zé Neto havia sido namorado de uma prima irmã do ex-noivo dela, a filha do meio Janice também estava namorado o filho de um também casal de amigos, o Fabri, ambos os guris faziam veterinária, Andria fazia Direito e Janice agronomia. AS meninas eram bem bonitas, Andria a mais vistosa, seios fartos, bunda arrebitada, morena, sempre bronzeada, adoradora do sol e sardinhas no rosto w 1,68/55 kg, já a outra morena também, mas baixinha, 1,60; 55 kg, mais cheinha também, com seios pequenos e bunda maior, eu sabia que as duas não eram flores que se cheirassem, ambas eram bem espertas e safadinhas.O Fato é que por sermos quatro mulheres e um homem, em casa sempre andávamos nus ou praticamente nus, sem traumas ou problemas, até que elas começaram a namorar, aí precisávamos nos cuidar, pq seguido os namorados estavam lá em casa, jantar era quase todo dia, e as domingos era pensão completa, café, almoço e janta.Pela manhã todas tinham aula, meu marido trabalhava todo dia, e eu fazia alguns trabalhos em uma empresa pela manhã e trabalhava em casa para a mesa pela parte da tarde, tínhamos uma funcionária em meio turno e um caseiro três vezes por semana para cuidar do pátio e jardins. foi em um dia que fui liberada mais cedo do trabalho, e iria aproveitar para fazer o almoço mais cedo e montar um projeto e fazer umas traduções, e quando chego em casa para minha surpresa esta o carro do Zé Neto, ele assim como Fabri e Janice estudam no Campus, lembro que pensei que ele deveria ter saído mais cedo e passou na faculdade de direito e havia dado uma carona para Andria. Cheguei abri a porta, e na parte térrea de casa não estavam (salas, cozinha, lavanderia, lavabo, comedor – copa, despensa), então subi a escada (um mezanino com uma sala de TV e salamandra, nossa suíte, os quartos das filhas e um escritório) e logo ouvi uns gemidos, já imaginei que Andria e Zé estavam transando, isso que elas sabiam que não era para transar em casa, era um acerto, mas para minha surpresa os sons vinham do quarto de Janice, a porta estava entre aberta e a cena que vejo é o Zé de pé calças arriadas até os joelhos e Janice chupando sua piça, nossa me impressionei não com o tamanho, deveria ser um pouco maior que do meu marido, mas com a grossura, e ela agachada com o vestido na cintura chupando com maestria aquele bruto, e ele gemia gostoso, confesso que me deu tesão, eu não conseguia me mexer de onde estava, mas precisava sair dali, e foi quando o Zé Neto me olhou, fixou bem o olhar em mim, e para minha surpresa não falou nada, apenas tirou o cabelo da minha filha da frente para que eu pudesse ver ela lamber e abocanhar com vontade aquele belo exemplar de piça, quando me olhou foi como eu tivesse levado um choque, e minha xaninha inundou, molhou minha calcinha, e o safado agora forçava o caralho na boca da minha filha, eu não sabia o que pensar, minha filha do meio Janine, chupando seu cunhado com vontade, e logo ele pediu que ela tirasse sua calça, ficou nu da cintura para baixo, tirou sua camisa, ela se levantou, ele disse que queria ela peladinha, e na hora ela tirou o vestido, ele deitou na cama e ela montou, vi que esfregou a pica entra os lábios vaginais gemendo muito, e dizendo que fosse com calma, que o pau do namorado era menor, bem menor que o dele, e ela ficou agachada em cima dele, eu via aquele pau duro, grande, grosso e ereto apontando para a xaninha da minha filha, e logo ela deixou a cabeça entrar, gemia muito minha filha e logo aquela jeba estava atolada na buceta, tirei minha calcinha, levantei meu vestido, ela estava de costas para onde eu estava, e acabei colocando a mão dentro da xaninha e me tocava enquanto assistia minha filha engolir aquela espada, ele também não conseguia me enxergar, ou eu pensava que não, ela gemia e falava que o caralho dele era gostoso, que não iria poder dar para o Fabri naquele dia, pois ele notaria que ela havia fudido, mas não saia de cima do caralho, até que ela gemeu e gemeu alto e se acabou, vi que teve um orgasmo, e saiu de cima dele ficando de 4 na cama e voltando a chupar, minha filhinha pedia porra na boca, nossa que guria gulosa, e punhetou ele até que jatos de porra sujaram sua cara, o cabelo e ela abocanhou a cabeça da pica e mamou gostoso, eu resolvi sair dali antes que me vissem, desci em silêncio e no lavabo me masturbei gostoso, me imaginei sendo fodida por ele, aquela pica entrando dentro de mim. Esperei uns 15 minutos, saí pela porta da cozinha e entrei novamente pela porta de frente, batendo a porta para que vissem que alguém havia chegado, subi ele estava sentado na sala de TV, sorriu marotamente para mim, perguntei se Andria estava, e ele com um olhar sacana me disse que havia dado uma carona para Janice e que ela estava no banho, se levantou para me cumprimentar, eu senti nele o cheiro de sexo recém-feito, ainda mais quando se aproximou para me beijar a face, e ele tira do bolso a minha calcinha, e com a maior cara dura diz que achou no corredor quando eles chegaram, eu me faço de boba e digo que deve ser da namorada dele, então me diz que vai guardar e entregar para a dona, tremi, o sem vergonha sabia que era minha, perguntei se almoçaria conosco, se eu o convidasse claro que sim. Desci para preparar o almoço e logo eles desceram, Janice com a maior cara de santa, me falou que o meu marido havia ligado avisando que não viria almoçar pq tinha que realizar uma cirurgia de emergência e que ela iria buscar a Andria e a filha pequena na faculdade e colégio, e que o Zé Neto me faria cia, eu trêmula disse que claro, que claro que sim, ele fez um chimarrão, era a desculpa para ficar na cozinha comigo, e logo que ela saiu, quando ouvimos o barulho do motor do carro, o guri me agarrou por trás, eu pedi que parasse, que ele era namorado da minha filha, que eu era casada e bem casada, mas me encoxando e beijando meus pescoço foi me agarrando mais e mais, eu senti o pau dele na minha bunda, e logo o safado meteu a mão por baixo do meu curto vestido e apalpou minha xana,- Tu tá toda molhada, louca de tesão;- PARA, ME DEIXA ALGUÉM PODE CHEGAR;e o safado dedilhava com maestria minha xana, logo ele achou meu grelinho e o massageou, eu estava trêmula, com as pernas bambas, ele levantou meu vestido desnudou minha bunda, e abriu o zíper da sua calça, eu disse que NÃO, que era fiel ao meu marido, mas ele disse que iria me provar, queria saber se eu era tão puta quanto minhas duas filhas mais velhas, eu louca de tesão cai na bobagem de dizer que se ele desejasse eu o chuparia, desde que me devolvesse a calcinha, eu que estava encostada na pia da cozinha me virei, e fiquei de joelhos na frente dele, me venci pelo tesão, abri a calça, puxei o caralho para fora e lambi todo aquele pauzão, chupei das bolas até a cabeça e engoli, engoli o que pude de piça e depois mamei gostoso, ele me chamava de vadia, que era puta igual as filhas, eu estava enlouquecida, chupava e sentia meus sumos escorreram pelas minhas coxas, e continuava chupando com vontade, até que ele disse que eu parasse
que ele iria meter em mim, eu queria, agora eu precisava daquela pica, me levantei, fiquei de costas para ele apoiada na bancada da pia e disse que era a chance dele me provar, não se fez de rogado, passou a piça no meu reguinho, se maravilhou com meu cú rosadinho, e socou sem dó o pauzão em mim, gritei alto, pedi calma, mas começou a bombear para dentro da mim e com a mão esquerda me achou o grelinho e o massageou, disse que eu era apertada para uma “coroa” com três filhas, e que meu marido não deveria me usar tanto, que eu era tão ou mais puta que minhas filhas, e eu que realmente estava sem piça a um bom tempo comecei a me acabar, falei, avisei que iria gozar e o safado tirou a mão do meu grelo, da minha buceta todo melado e introduziu no meu cú, pedi que ai não, que nunca havia dado o cú, ele tirou p pau da minha buceta, forçou as preguinhas do meu rabo, mas me desesperei, tive medo de tomar no cú, e pedi que deixasse para outro dia, com calma para foder meu cú, meteu de novo na buceta e foi quando me lembrei que aquela pica estava a pouco dentro da minha filha, e o pensamento em excitou mais e mais, e aquela pica bombeando para dentro de mim, até que senti o pau inchar dentro de mim, ele avisou que iria gozar, falei que gozasse fora, mas falou que se não poderia meter no meu cú que iria, então se acabar dentro e antes que eu esboçasse alguma reação senti porra lá no fundo, na entradinha do meu útero e acabei gozando junto. Tirou aquele pau da minha buceta, olhei e havia um pouco de sangue na cabeça do caralho, eu com medo de estar machucada e envergonhada, corri para o banheiro da suíte e tomei um banho, quando saí do banho estavam todas em casa, e ele tomando mate com elas, eu desci para terminar o almoço, e ele desceu com a desculpa de buscar mais água quente para o chimarrão:- Gostou? não esquece que quero foder teu cú, e que sua calcinha está no meu bolso;deu um tapa na minha bunda e subiu.

A Família do sexo 3ª parte

Estou de volta para continuar a contar para vocês as minhas aventuras com esta família muito louca e de bem com a vida. Para entender bem esta história, é melhor ler os contos anteriores: A família do sexo 1ª e 2ª partes. As descrições de todos os envolvidos estão na primeira parte, onde começa essa viagem que me rendeu boas trepadas. No último conto eu falei que estava em Porto de Galinhas à noite com a Aline, seu irmão, sua irmã e a namorada dela. O Alex havia desaparecido com um rapaz para namorar um pouco enquanto a Alice e a Patrícia não se desgrudavam uma da outra. Sua irmã e eu tirávamos o maior sarro na pracinha principal de Porto, onde bebíamos vinho barato. Vale lembrar que nem ela nem a irmã estavam usando calcinha e só por saber disso já me batia um tesão daqueles. A única que ainda usava a tal peça de roupa era a Paty que após algumas garrafas de vinho tirou a calcinha na frente de todo mundo e jogou pra galera, causando frisson na cuecada de plantão, fazendo com que houvesse disputa para ver quem ficava com aquele prêmio. Resolvemos sair dali por estar chamando muita atenção e poderia ficar perigoso. Fomos procurar o Alex na praia para voltarmos pro hotel encontrando-o perto de umas jangadas, de 4, dando para o cara que ele havia conhecido na praça. Ficamos ali olhando aquela cena e eu fui ficando excitado. A Aline notou e abaixou-se tirando meu pau pra fora abocanhado-o com vontade. A praia não estava deserta, e apesar de ficarmos meio no escuro, dava para as pessoas que passavam nos verem fazendo sacanagens em público. Como o Alex e a Aline não ligaram, também relaxei e curti aquela boca maravilhosa. Gozei naquela boquinha, que engoliu e deixou bem limpinho meu pau. Seu irmão também gozou e engoliu o gozo de seu macho. Saímos dali correndo direto para o carro, para encontrar as meninas que tinham ido na frente e estavam cochilando no interior da van. Chegamos no hotel e fomos dormir, eu com a Aline no quarto dela, onde transamos gostoso antes de dormir, e os outros no outro quarto. Pela manhã alugamos uma lancha grande e todos nós fomos passear na praia dos Carneiros. Durante o percurso seu Jorge me contou como tinha sido a noite anterior com o casal que conhecemos na piscina do hotel: Dona Sara já havia bebido um pouco quando o Carlos e a Sandra chegaram ao chalé para a festinha particular, e já dançava alegremente se mostrando para seu marido e seu genro que a tudo assistiam bebericando whiskie e petiscos de queijo sentados no sofá da sala. A Sandra já se sentou no meio dos dois para bater um papinho informal, enquanto o Carlos foi dançar com a esposa de seu Jorge. Papo vai, papo vem, as coisas foram esquentando, pois o Fred já beijava a esposa do Carlos que por sua vez percorria com as mãos todo o corpo de dona Sara, seu marido já mamava nas tetas da Sandra enquanto tirava devagar suas roupas e as dela. O genro também estava ficando pelado e levantou-se indo na direção da sogra agarrando-a por trás e tirando de vez seu vestido, mostrando pra todos que não usava mais nada além dele. A Sandra por sua vez estava vestida com uma linda langerie vermelha que seu Jorge teve pena de tirá-la, só afastando pro lado para chupar sua bucetinha que mais parecia de uma adolescente, depiladinha em forma de um triângulo. Seu marido comia dona Sara deitado no chão da sala com ela por cima e o Fred comendo seu cuzinho numa DP incrível. Logo a Sandra foi ao seu encontro dando um beijo no marido e ficando de quatro para que seu Jorge vestisse uma camisinha e novamente afastasse sua calcinha e comesse sua xana por trás enquanto ela beijava sua esposa. Foi uma noite bem gostosa onde o Fred teve que dar conta de comer o sogro e as mulheres, sendo ajudado por Carlos. Seu Jorge me contava isso em voz alta para que todos ouvissem, arrancando comentários e risos de todos. Até o piloto da lancha deve ter ouvido a história. A Alice estava novamente estonteante e provocante com seu bikininho, que na parte de cima só escondia os mamilos, na parte de baixo um pequeno triângulo mal cobria sua rachinha inchada e atrás um cordãozinho mostrava toda sua bundinha linda e arrebitada. Sua irmã vestia o fio dental do dia anterior e sua mãe o asa delta que vestiu em Maceió. A Patrícia estava com o sukini branco e a Sandra com um bikini de tamanho normal não muito provocante. Todos os homens estavam de sunga, exceto o piloto que vestia uniforme. Ao chegar na linda praia dos Carneiros, que estava bem movimentada, nós desembarcamos e fomos nadar e mergulhar para depois almoçarmos e desfrutar daquele pedacinho do céu. Como sempre, a Alice chamou a atenção de todos pela ousadia de seu minúsculo bikini, sendo incentivada pelo pai orgulhoso. Pegamos a lancha e partimos para um banco de areia próximo ao alto mar para ficarmos mais à vontade e curtir um banho de mar mais ao natural. Assim que chegamos o primeiro a tirar a sunga e pular na água foi o Alex, sendo seguido pelo pai, pelo cunhado, por mim e Carlos. Das mulheres somente a Sandra, dona Sara e sua filha mais velha ficaram peladas e também pularam na água. A Alice e sua namorada queriam se bronzear e deitaram de bumbum pra cima na frente da lancha, fazendo com que o piloto também fosse dar um mergulho no mar (acho que para esfriar a cabeça). Na água fazíamos todos os tipos de brincadeiras, sempre tirando uma casquinha, mas a que mais gostávamos era briga-de-galo, onde colocávamos as mulheres sentadas nos nossos ombros e elas tentavam derrubar umas as outras. Era divertido mas cansativo, por isso me sentei na borda da lancha para descansar e beber umas cervas. A Sandra veio em minha direção e puxou um assunto qualquer ficando com sua cabeça bem próxima da minha virilha que devido a essa proximidade fez meu pau dar sinal de vida chamando a atenção da Aline que disse:- Se você não quiser esse pinto gostoso, eu e a mamãe queremos. Na mesma hora a esposa do Carlos pegou nele e começou a lamber e dar beijinhos de cima a baixo, sendo incentivada pelo marido que já atacava a Aline por trás mordiscando seu pescoço e apalpando seus volumosos seios. O Alex mamava nas tetas da mãe enquanto o Fred era chupado pelo sogro. Eles saíram da água e foram para uma pequena faixa de areia que havia ali perto. A Aline puxou a Sandra pra si, beijando-a com vontade e iniciando uma transa lésbica digna de cinema, enquanto o Carlos conseguia uma camisinha para comer dona Sara que estava chupando o pau do marido e do filho e do genro ao mesmo tempo. Eu fui pra cima daquelas gatas no cio que se atracavam, mas fui posto pra correr sem dó nem piedade ficando ali de pau duro a ver navios, então resolvi bater uma punhetinha e apreciar o show quando notei que o piloto também se acabava numa bronha. Enquanto a mulher de seu Jorge dava pro Carlos, ele e seu filho e seu genro se juntavam a Aline e a Sandra oferecendo seus mastros para que fossem chupados e em seguida engolidos por elas, para logo em seguida o irmão pôr uma camisinha e enfiar na xana da Sandra, enquanto seu pai comia a buceta da filha que mamava no pau do namorado. As meninas que estavam tomando sol e vendo aquilo tudo de perto só davam risadinhas safadas e tomavam cerveja para se refrescar. Nos recompomos e seguimos para o hotel, só que no caminho de volta, dona Sara e a Sandra, que resolveram ficar de topless, quiseram ver o tamanho do pau do piloto, pois se tratava de um baita negão, e foram apoiadas pelos maridos que solicitaram a ele que mostrasse seu mastro. Confesso que me espantei, pois se tratava de um belo exemplar. Não preciso nem dizer que eu que tive que pilotar pelo resto do caminho, enquanto ele era praticamente devorado pelas duas que chupavam e lambiam aquele pauzão até que ele derramasse seu líquido viscoso naquelas bocas taradas. No hotel nós jantamos e eu fui dormir cedo porque iríamos partir pela manhã em direção ao Recife, nossa próxima parada. Bem pessoal, espero que escrevam para trocarmos idéias a respeito das minhas aventuras e saber se alguém já passou por isso. Até o próximo conto, onde falarei de
como foi nossa estada em Recife e Itamaracá.

O CUNHADO DO MARIDO.

COM A REFORMA DO APARTAMENTO MINHA CUNHADA MARIDO VEIO PASSAR UNS DIAS EM CASA MESMO COM A CASA DOS PAIS E SOGROS ALÉM DOS HOTÉIS A VADIA PREFERIU A MINHA TIRANDO MINHA LIBERDADE PORQUE COSTUMO ANDAR NUA E AS VEZES SÓ DE CALCINHA A ÚNICA VANTAGEM FOI QUE MEU MARIDO FICOU MAIS FOGOSO ME QUERENDO A TODA HORA ME DEIXANDO ENVERGONHADA PELAS PEGADAS QUE ME DAVA PRINCIPALMENTE NA FRENTE DA IRMÃ E A NOITE JUDIAVA DE MIM METENDO SEM DÓ E POR MAIS QUE TENTASSE NÃO CONSEGUIA CONTER OS GEMIDOS E GRITINHOS PORQUE SOU BASTANTE ESCANDALOSA QUANDO GOZO ISSO AUMENTAVA E MUITO O TESÃO DE MEU MARIDO TENDO VEZES QUE PARECIA NARRAR O QUE ESTAVA FAZENDO COMIGO PRINCIPALMENTE QUANDO COLOCAVA EM MEU CUZINHO ME FAZENDO ESQUECER QUE SEU CUNHADO E IRMÃ ESTAVAM NO QUARTO AO LADO.                                                          NUM SÁBADO QUANDO IA TROCAR O BABY DOL POR MOLETOM MEU MARIDO AVISOU QUE FICASSE A VONTADE PORQUE A IRMÃ SAIU CEDINHO PARA A CASA DA MÃE POREM O FILHO DA PUTA NÃO AVISOU QUE SEU CUNHADO FICOU E ASSIM AJUDAVA MINHA FUNCIONÁRIA COLOCAR A MESA DO CAFÉ QUANDO MEU CU CUNHADO ENTROU NA COZINHA SOMENTE DE SHORT E PELO VOLUME SEU CACETE DAVA O DOBRO DO MEU MARIDO ME DEIXANDO RUBORIZADA POR ESTA USANDO UM CONJUNTINHO BRANCO TRANSPARENTE MOSTRANDO NITIDAMENTE OS SEIOS E O ROSADO DA BOCETA SENDO MUITA CAVADO COM ELE OLHANDO NA CARA DURA PARA MINHA BOCETA DEIXANDO EU E MINHA FUNCIONARIA SEM GRAÇA PARA PIORAR QUANDO TENTEI SAIR DALI MEU MARIDO SEGUROU ME PELO BRAÇO MANDANDO ME SENTAR QUE IA ME SERVIR O CAFÉ POREM ASSIM QUE TIVE CHANCE CORRI PARA O QUARTO PARA ME TROCAR E QUANDO COLOCAVA A CALCINHA MEU MARIDO ENTROU ME PEGANDO A FORÇA JOGANDO NA CAMA SEM IMPORTAR COMIGO RECLAMANDO E CHAMANDO ELE DE LOUCO PORQUE DEIXOU A PORTA ABERTA POREM QUANDO AFASTOU MINHA CALCINHA E METEU A BOCA EM MINHA BOCETA ME FEZ PERDER TODA RESISTÊNCIA E AGORA ME DEBATIA DE PRAZER E NÃO MAIS PARA FUGIR DELE QUE TOMAVA TODA MINHA BOCETA EM SUA BOCA INDO AFINANDO OS LÁBIOS ATÉ CHEGAR EM MEU CLITS ONDE CHUPAVA COM GOSTO FAZENDO ELE ESTICAR ME FAZENDO GEMER DESCARADAMENTE ME DANDO ORGASMOS COMO NUNCA ANTES NA VIDA E NUM DESSES QUASE DESFALECI E RETORNANDO A MIM ELE ESTAVA SE AJEITANDO EM CIMA DE MIM COM SUA PICA QUE PARECIA MAIOR E MAIS GROSSA ESCORREGANDO PARA DENTRO DE MINHA BOCETA ME DANDO DELÍRIOS E CALAFRIOS DE PRAZER MISTURANDO NOSSAS BABAS COM MEU PRAZER EM BEIJOS APAIXONANTES. FALAVA COISAS SEM NEXO TAMANHO PRAZER QUE MEU HOMEM ME DAVA E SAINDO DE MIM MAIS QUE DEPRESSA FIQUEI DE QUATRO E QUANDO TENTOU COLOCAR EM MEU CU NÃO DEIXEI SEGURANDO SEU FERRO DEIXANDO ATOLAR NOVAMENTE EM MINHA BOCETA COM ELE FAZENDO MEU CORPO SACUDIR ME DEIXANDO TREMULA DE PRAZER E COM A CARA ENTERRADA NO COLCHÃO PARA ABAFAR MEUS GEMIDOS QUANDO OLHEI PARA ELE CHAMANDO DE FILHO DA PUTA AVISANDO QUE IA GOZAR NOVAMENTE ME ASSUSTEI COM MEU CU CUNHADO DE PÉ AO NOSSO LADO COM A PICA PRÓXIMO A MINHA CABEÇA POREM QUANDO FALEI COM MEU MARIDO XINGANDO ELE O FILHO DA PUTA PUXOU ME PELOS CABELOS FAZENDO EM LEVANTAR A CABEÇA MANDANDO ME CHUPAR AQUELE CACETE QUE PARECIA UMA TORA EM BRASA E OLHANDO PARA ELE COMO QUE NÃO ACREDITANDO NO QUE ME PEDIU O CORNO LASCOU UM TAPA EM MINHA BUNDA FALANDO: CHUPA VADIA. IA XINGAR O CORNO TENTANDO LEVANTAR AFINAL QUEM ELE PENSAVA QUE EU ERA POREM QUANDO AQUELA TORA INVADIU MINHA BOCA ME RENDI CHUPANDO COM GOSTO MESMO TENDO DIFICULDADE EM ABOCANHAR BOA PARTE DAQUELE PORRETE. CHUPAVA COM GOSTO GEMENDO ABAFADO QUE QUANDO ME DEI CONTA MEU MARIDO ESTAVA SENTADO AO LADO DA CAMA BATENDO PUNHETA E OLHANDO PARA NÓS E NUM PRAZER CRESCENTE PORQUE ERA A PRIMEIRA VEZ QUE TINHA OUTRO HOMEM ALÉM DE MEU MARIDO E LARGANDO AQUELE CACETE PERGUNTEI SE ERA ISSO MESMO QUE ELE QUERIA QUANDO FEZ UM TÍMIDO SINAL COM A CABEÇA EMPURREI SEU CUNHADO NA CAMA E DE COQUE NA CAMA FUI SENTANDO NAQUELE CACETE QUE PEGAVA FOGO SEM IMPORTAR QUE ESTAVA SEM PRESERVATIVO. DE OLHOS FECHADOS POR NÃO TER CORAGEM DE OLHAR PARA O SAFADO DE MEU CU CUNHADO SEGUREI O CACETE SENTINDO A CABEÇA ENTRAR E SEGURANDO ME PELOS CALCANHARES ELE IA ME INCENTIVANDO A DEIXAR ENTRAR FALANDO QUE IA FICAR GOSTOSO E SEM CONSEGUI PENSAR DIREITO SOLTEI O PESO DO CORPO SENTANDO DE UMA SÓ VEZ PARECENDO QUE A GLANDE BATEU EM MINHA GOELA SOLTANDO UM GRITO ESTARRECEDOR E COM OS CABELOS NOS OLHOS CHEIOS DE LÁGRIMAS OLHEI PARA MEU MARIDO QUE PARECIA QUERER ARRANCAR SEU CACETE BASTANDO ALGUMAS CAVALGADAS PARA QUASE MORRER NUM ORGASMO MISTURADO A DORZINHA GOSTOSA COM ELE TENDO QUE ME SEGURAR E APROVEITANDO ROLOU POR CIMA DE MIM ME COLOCANDO DE QUATRO ME FAZENDO ENLOUQUECER INDO MAIS PARA DENTRO DE MIM INTENSIFICANDO UM ORGASMO AVASSALADOR ME FAZENDO PIRAR DE PRAZER E VOLTANDO A MIM NÃO O VI MAIS COM MEU MARIDO CHUPANDO FEITO LOUCO MINHA BOCETA VINDO VEZ OU OUTRA ME BEIJAR PARA DIVIDIR COMIGO O GOSTO DE MEU INVASOR QUE AGORA SE SENTE MEU DONO ME PEGANDO MESMO COM SUA MULHER EM CASA E QUANDO FAZ ISSO MEU HOMEM SAI DE PERTO VOLTANDO QUANDO ELE ME LIBERA PARA CHUPAR MINHA BOCETA SE DELICIANDO COM A PORRA DO CUNHADO. O MEDO DE DAR MERDA TERMINOU NUMA TARDE EM QUE SAI VOLTANDO ANTES DO ESPERADO FLAGREI MEU MARIDO COMENDO A IRMÃ EM NOSSA CAMA ENQUANTO SEU HOMEM TOMAVA BANHO E COM A CARA DE SAFADA QUE SOU TIREI A ROUPA SENSUAL MENTE SEMPRE ENCARANDO MINHA CUNHADA QUE NÃO CONSEGUIA ME OLHAR E ENTREI NO BANHEIRO JUNTO COM SEU MARIDO NÃO SABENDO QUAL O CASAL QUE GEMIA MAIS PARECENDO UM QUERER PROVOCAR O OUTRO. NA TARDE QUE ELES FORAM EMBORA MEU MARIDO ME PARABENIZOU ME CHAMANDO DE GUERREIRA FALANDO QUE POUCAS MULHERES CONSEGUEM AGUENTAR SEU CUNHADO E COM DÓ DA IRMÃ DÁ ASSISTÊNCIA PARA ELA. AS COISAS VOLTARAM AO NORMAL EM CASA E ISSO ME OBRIGA PELO MENOS UMA VEZ POR SEMANA ENCONTRAR MEU CU CUNHADO NEM LIGANDO QUANDO MEU MARIDO VAI PARA A CASA DA IRMÃ TENDO VEZES QUE ATÉ DORME POR LÁ. NOSSA VISA SEXUAL MELHOROU CEM POR CENTO POREM O CUNHADO DO MEU MARIDO TEM PEGADO LEVE COMIGO PORQUE ESTOU GRÁVIDA E TEM CERTEZA QUE O FILHO É SEU SEM SABER QUE SEU CUNHADO É ESTÉRIL, SEGREDO NOSSO POR ISSO ATÉ HOJE NÃO TIVEMOS FILHOS.

Chupada do Concunhado

Olá, pessoal!!Essa história foi mais prazerosa de que podia imaginar, porque jamais pude imaginar que aconteceria. Foi numa festa na casa da minha cunhada. Era o aniversário do meu sogro. Um domingo de muito sol e muito tesão. Talvez um dos maiores que já senti na minha vida. Chegamos eu, minha esposa e meus filhos por volta de 10h30 da manhã. Eu fui dar uma ajuda nos preparativos, instalando a churrasqueira. Minha esposa foi ajudar minha sogra na cozinha. Meus filhos foram pra um dos quartos do apartamento jogar videogame com os primos. Minha cunhada e seu marido e filhos já estavam lá. Eles tem dois meninos, assim como eu e minha esposa. Depois que tudo estava organizado, nos reunimos no salão de eventos pra comemorar. Ficamos de prosa eu, meu concunhado (o chupão), meu sogros e uns amigos homens do meu sogro. Papo vai, papo vem. Num dado momento, as cervejas que estávamos tomando acabaram e ninguem se deu conta. Dai, meu concunhado se candidatou pra ir comprar. Minha cunhada pediu pra eu acompanha-lo, pra ele não ir sozinho, porque a conversa das mulheres estava interessante…kkkk. Fui, né ?? Nos dirigimos a um hipermercado que ficava a uns 10km do local da festa. Fomos. Ele puxou assuntos, todos dentro da normalidade. Ao sair do hipermercado, empurrando o carrinho com os pacotes de cervejas e alguns petiscos que compramos, por estar usando uma cueca um pouco apertada, comecei a me organizar. Ai ele falou:- Porra, estás com que ai ??Eu respondi:- É que minha cueca tá um pouco apertada…kkkkEle disse:- Oxi… isso já aconteceu comigo no trabalho. Simplesmente fui do banheiro, tirei a porra da cueca e joguei fora. Fiquei sem cueca mesmo…Porque tu não faz isso??Achei estranho, mas tava incomodando tanto que topei.- Vc me espera, né?? – disse eu- Claro, vai lá – ele respondeu.Então fui. Chegando ao banheiro, tirei a calça, tirei a cueca e joguei no lixo. Vesti rapidamente a calça com muito jeito pra não me machucar… kkkkk. Não sabia que dali a instantes eu levaria umas das chupadas mais gostosas da minha vida.Voltei ao estacionamento. Ele já tinha colocado todas as comprar no porta mala e já estava sentado dentro do carro. O rádio estava ligado bem baixinho. Ele só esperou eu sentar no banco do carona. Ele estava pegando na pica por cima da calça.. Ai foi minha vez de perguntar:- Tá com a cueca apertada também?? Ele respondeu:- Não, tô com tesão em você, quero chupar sua pica.- Oi???? (surpresa total minha)- Como é cara ??- Bota essa porra dessa rola pra fora que eu vou chupar você.- Oxi, cara, deixa de brincadeira…Vamos embora- Não saio daqui sem botar tua pica na minha boca.Como a porta do carro já estava fechada e nós estávamos num local do estacionamento bem afastado e deserto, ele se sentiu seguro. Baixou a trava elétrica do carro e ai, não tive como fazer nada.Ele viu que eu também entrei na brincadeira. Pego na minha rola por cima da calça e perguntou:- Vai botar pra fora ou eu boto??Eu disse: – Fique a vontadeEle abri o fecho da minha bermuda e botou minha rola pra fora…- Queria dar essa chupada lá. O perigo me excita…- Não, porra, tu és maluco?? Podem pegar a agente lá. faça seu trabalho. Me leve pro céu…Galera, ele começou a lamber a cabeça do meu pau, dando paradinhas pra olhar pra minha cara pra ver meu tesão. Eu apoiei os braço e relaxei. Com a mão esquerda, fui alisando as costas dele por baixo da camisa, Ele é um cara sarado, lisinho, do jeito que eu curto. Ele pediu:- Bota mão por dentro da calça.- Mas tá apertada.Ai ele afrouxou o cinto e abriu o botão da calça., Assim eu consegui botar a mão por dentro da calça e da cueca também, claro…Ele voltou pra me chupar. Eu já tinha baixado a bermuda lá pros pés, pra facilitar o trabalho dele. Assim podia abrir um pouco mais as pernas.Ele olhava pro meu pau e falava:- Vou te chupar até você gozar na minha boca. Vou engolir sua porra…Eu não conseguia nem falar muita coisa. Apenas:- Vai, vai, vai…Encostei a cabeça no banco e simplesmente me deleitei.Meu dedo médio a essas alturas estava dentro do cú dele. Ele gemia, tirava meu pau da boca e colocava, me levando ao extase.Foram certa de 5 min apenas, mas com certeza sim a maior chupada que eu levei na vida. Gozei na boca dele… Ele segurou a porra na boca, levantou a cabeça e mostrou que estava engolindo a porra..- Posso bater uma punheta pra vc ?? Ele perguntou.- Goza, porra !! – eu disseAi ele botou a rola pra fora, botou um video de putaria no dvd do carro e bateu até gozar. Tirou uma toalhinha do porta luva do carro, enxugou a porra e fechou a bermuda.Voltamos pra festa. Contentes, satisfeitos e relaxados… kkkkkFoi a unica chupada que recebi dele. Que pena!!! kkkkkValeu, galera!! Espero que tenham gostado.Abraço.Robbynho

Fodi a esposa do meu irmão, minha sobrinha e minha irmã, td armado por

Ola, vou contar a vcs o que ocorreu no mês passado, eu sou o mais novo de quatro irmãos, somos dois homens e duas mulheres, ela é irmã do meio, meu irmão mais velho é casado com Aline, 45 anos, uma morena baixa, cintura fina, seios fartos, bunda redondinha e deliciosa e lindas pernas, minha sobrinha tem 18 anos, Karina, também morena, seios e bunda deliciosos e umas pernas lindas demais, e sempre foi muito apegada a mim, minha irmã, Regiane, tem 42 anos, morena, cabelos compridos na altura da bunda, tem um corpo malhado, pois adora ir na academia, e bem torneado, que deixa qualquer homem tentado.Minha esposa e minha cunhada Aline, não se davam muito bem, pois minha cunhada gosta muito de tomar conta da vida dos outros e fala as coisas sem saber e por isso, quase não se falam, mas com minha sobrinha sempre foi diferente e também com minha irmã, depois da minha separação e mesmo apos a volta com minha esposa, minha sobrinha havia se aproximado mais de mim, com mais intimidade, mas eu nunca a olhei de modo diferente e percebia que minha cunhada também me olhava diferente.Na semana retrasada teve uma festa na casa da minha mãe, onde estava todo mundo e no fim da festa, percebi que havia uma roda de mulheres conversando, meus irmãos estava dormindo na sala pois haviam exagerado na bebida e eu estava deitado na rede no quintal, olhei e vi que um grupo formado por minha esposa, minha cunhada, minha sobrinha e minha irmã haviam se separado do grupo maior e estavam conversando baixo e gesticulando muito, em determinado momento, minha sobrinha se aproximou e pediu para deitar comigo na rede, como já era um costume, deixei, ela estava com um short curto e uma camisa larga e por baixo da camisa um top tomara que caia sem sutiã, estava linda demais.Da rede, eu conseguia ver tudo e todos, tinha uma visão privilegiada, mas as outras pessoas não conseguiam me ver, só a minha cabeça, minha sobrinha começou a se esfregar em mim de um jeito bem sensual, encontrava aquela bunda deliciosa dela em mim e rebolava eu chamava a atenção dela e ela dizia estar se arrumando, ai começamos a conversar, eu sempre fui muito aberto para ela em todos os assuntos inclusive sexo, e foi neste assunto que ela começou.Ela disse que a minha esposa Ellen, naquela roda de conversa separada, estava dizendo as nossas experiências sexuais apos a volta da separação e que tinha ficado impressionada com os detalhes que ela havia lhe falado; eu lhe perguntei que detalhes a Ellen havia falado e ela disse que o detalhe era meu fogo na cama, que eu dava conta de quatro mulheres ao mesmo tempo e que quando transavamos sozinhos ela ficava de pernas bambas, alem de descrever em detalhes o meu pau.Eu brinquei com ela, dizendo: – Olha como vc fala menina, vou contar pro seu pai que esta falando palavrões; nos dois rimos, pois isso era normal entre nos, como disse conversava de boa com ela, só que ai que veio a minha surpresa, pois logo apos isso ela disse: – Sabe tio, eu sempre te vi com tesão e depois desta descrição fiquei com mais tesão ainda – e passou a mão por cima da minha bermuda no meu pau – queria sentir ele próximo de mim, por isso estou me esfregando em vc.Meu pau já deu sinal de vida, ficando duro com esta declaração e com esta caricia, falei para ela tomar cuidado, pois havia muita gente ali, e ela disse que só queria sentir meu pau e continuou a passar a mão, ela pegou minha mão e colocou por baixo da camisa dela, sobre seu seio e me perguntou se não a achava gostosa, logicamente eu disse que sim, que ela era muito gostosa, mas que sempre tive respeito por ser minha sobrinha, e ela disse que eu deveria parar com este respeito todo e ve-la como mulher.Comecei a apalpar aquele seio delicioso dela e ela se esfregando e apalpando meu pau, nossa que delicia, em determinado momento ela colocou a mão por dentro da minha bermuda e disse: – nossa tio, realmente é grande e grosso, deve ser uma delicia. – Que mão delicada vc tem – eu disse – gostoso sentir a sua mão no meu pau, mas vamos parar pois tem muita gente aqui e vai dar problemas.Tratei de me levantar e ir ao banheiro para baixar o fogo que a Karina acendeu, mas logo me recompus e ao voltar ao quintal, vi que ela havia retornado ao grupo de mulheres em que estava minha esposa e que as quatro me olharam, a minha esposa estava com uma cara de safada que vou te dizer, mas nem me aproximei, voltei para a rede, só que desta vez peguei uma menor, para evitar a tentação.Fomos embora mais tarde e não toquei no assunto com minha esposa, bom ai na semana passada, recebo umas msg bem safadas da minha esposa, como esta acontecendo depois da volta da separação, ela falando que esta excitada, mandando fotos e dizendo que quer que a coma assim que chegar em casa apos o serviço, nossa foi o dia todo me provocando e dizendo que iria ter surpresa para mim, eu já imaginei que teria mais outra pessoa junto, pois sempre que ela diz isso, ou esta minha cunhada (Anna, irmã da minha esposa), ou o casal Marcelo e Sonia (do relato Realizei a fantasia da esposa e do marido 1 e 2) ou outras mulheres, fiquei o dia todo excitado e pensando em quem poderia ser.Sai do serviço as 19h e peguei rumo para minha casa, ansioso para ver a surpresa que me aguardava, mas ao chegar no quarteirão de casa tive uma frustração, pois vi o carro do meu irmão de frente a minha casa, achei que tinha acontecido algo e como minha esposa não se dava com minha cunhada, não achei que fazia parte da surpresa, já fui entrando mais calmo, não esperando muita coisa, mas ai sim, tive a surpresa, pois ao entrar na sala, me deparo com minha irmã Regiane, só de calcinha, minha esposa pelada, minha sobrinha só de calcinha também e a minha cunhada Aline de quatro, com um plug anal de coleira, chupando a buceta da minha esposa.Minha esposa me olha e diz: – Olha só esta nossa nova escrava, vamos ensinar a ela se comportar, olha como esta chupando a minha buceta, depois vai ser a vez da Regiane e da Karina, esta puta vai aprender que não deve se meter na vida dos outros.A Aline não parava de chupar a buceta da Ellen, e minha irmã e minha sobrinha me olharam com um desejo que vou te dizer, meu pau ficou duro na hora, olhei bem para minha irmã e disse: – Nossa Re, nunca pensei que vc fosse assim safada.- E de família – disse ela – olha só vc, e olha a Karina, puxou para o tio esta sem vergonha, mas quero ver uma coisa em vc, pois me lembro que vc tem um pau grande, desde pequeno, muito maior que os dos nossos irmão e do meu marido.- Tem sim, tia – disse a Karina – na festa eu peguei nele e não consegui fechar a mão de tão grosso que é, fora que é muito grande também, quero muito cair de boca nele.- Vcs duas esperem, disse a Ellen – vai ter pau para todas, mas antes esta puta vai nos deixar prontas para ele e, olha amor, já coloquei um brinquedo nela para depois vc arrombar este cú dela, para ela saber que não deve falar o que não sabe, vai agora sua puta, chupa a Regiane, deixa ela bem molhada para o irmão a foder gostoso.- Sim, senhora – disse a Aline – farei o que a senhora mandar.- Isso mesmo, puta, hj vc é a escrava, vc deve obedecer a todos, principalmente a mim e meu marido – disse a Ellen.Nossa não estava agüentando aquela visão, fui em direção a Aline e comecei a mexer no plug em seu cú, era pequeno, mas percebi que estava bem apertado La dentro, fui dar uma lambida naquela bunda deliciosa, mas fui impedido pela Karina.- Não tio, a escrava tem de sofrer, não deve receber lambidas, só lamber e chupar, como a Tia Ellen mandou. Vou te falar, ela deu um tapa na bunda da mãe dela que deixou as marcas da mão dela, a Aline só concordava e continuava chupando a buceta da Regiane, olhei para a Ellen e ela dava risada, dizendo isso mesmo minha linda, esta escrava deve sofrer para aprender e a partir de hj, quando estiverem sozinhas vc manda nela, e se ela não obedecer vc nos conta que providenciaremos o devido castigo para a puta.Apos a Aline mudar e ir chupar a buceta da Karina, veio a Ellen e a Regiane juntas para cima de mim, a Regiane veio me beijando, dizendo que s
empre teve tesão por mim e sempre queria mais que os selinhos que eu dava nela e eu dizia que eram beijos de irmão e que hj seria de homem, e ela quase me engolia, de tanto vontade que me atacou, a Ellen foi direto tirando minha calça e cueca, ao tirar meu pau para fora a Regiane olhou e disse, nossa é maior que eu me lembrava, deve ser delicioso.E se abaixando foi abocanhando meu pau ela e a Ellen se revezavam em me chupar e vou te dizer, como minha irmã sabe chupar um pau, estava me deliciando com aquela visão e ainda ficava vendo a Aline chupando a buceta da Karina, nossa estava quase gozando, a Karina pediu para me chupar também e a Ellen foi tomar o lugar da Karina, fazendo agora a Aline se deitar e ela se sentando na cara dela, ai ficou a Karina e a Regiane me chupando, não resisti muito tempo e anunciei que iria gozar e acabei espirrando pelo rosto da minha irmã e sobrinha, que tratou de ir lambendo toda a minha porra na cara da tia e engolindo, dizendo que era deliciosa, que iria sempre que pudesse tomar o leite do titio e minha irmã, disse a mesma coisa, que era mais saboroso que o do seu marido e que se a Ellen permitisse, iria querer tomar meu leite quente quando possível.Nisso meu pau não chegou a amolecer e colocando minha sobrinha deitada, dei uma deliciosa chupada naquela buceta lisinha, que delicia de bucetinha tem minha sobrinha, rosinha, apertadinha, ela me disse que não era mais virgem, mas que estava adorando ser chupada por mim, que o namoradinho não gostava de sexo oral, e eu disse azar o dele, que não sabe o que esta perdendo.Minha irmã continuou me chupando e me pedindo para deitar se sentou na minha pica, nossa que delicia foder a buceta da minha irmã, tinha        somente um trilho pequeno de pelinhos, também era apertada e ela dizia que estava adorando sentir um pau de verdade, pois o do marido, mais parecia um brinquedo perto do meu, e ia descendo devagar, engolindo meu pau com sua buceta deliciosa, e minha sobrinha aproveitando a minha posição veio sentando no meu rosto, esfregando a buceta na minha boca.- Olha lá, puta – disse a Ellen – olha como meu marido fode a irmã e sua filhinha safada; e deu um tapa na rosto da Aline; – Vai sua puta, continua a me chupar, sei que vc esta gostando, piranha; e deu outro tapa no rosto da Aline que só respondia sim senhora e chupava com mais vontade a buceta da Ellen, e pelo jeito estava fazendo um bom serviço, pois a Ellen gemia e se contorcia de prazer.Depois de fazer minha irmã gozar muito com minha pica enterrada na buceta, chamei a Aline, a puxando pela coleira, a fiz deitar de barriga para cima e mandei a Karina sentar sobre seu rosto, para ela chupar aquela deliciosa buceta da própria filha, nisso a Ellen e a Regiane, começaram um meia nove delicioso, e aproveite a posição, com a Karina de quatro e enfiei com carinha na sua buceta, estava bem apertada, meu pau foi entrando vagarosamente, mas foi entrando e ela rebolava cada vez mais, nossa como ela rebolava gostoso.- Vai tio, mete fundo na minha bucetinha, mata a vontade de sua sobrinha safada de ter esta pica grande toda na buceta, me arromba, tio gostoso.E rebolava, teve uma hora que a Aline parou e ficou só observando e passando a língua no meu saco, a Karina deu um tapa na buceta dela e mandou chupar a buceta dela, e não era para parar de chupar, mas vou te dizer, teve uma hora que de propósito eu tirei o pau da buceta da Karina e coloquei na boca da Aline, ela chupa gostoso também, que delicia, mas logo voltei para a buceta da minha deliciosa sobrinha, que gozou muito na boca da mãe.Depois veio minha esposa Ellen, me disse para deitar que ela iria me cavalgar e puxando a Aline pela coleira, disse que ela deveria lamber e enfiar a língua no seu cú, enquanto a buceta ia estar preenchida com meu pau, nossa minha esposa é safada, não parava, subia e descia com maestria no meu pau, a Aline até tentava, mas estava tomando cada bundada na cara que ficou com o rosto todo vermelho.Uma hora a Ellen tirou meu pau de sua buceta e mandou a Aline chupar ele, ela veio toda contente, começou a lamber a cabeça e sugar com jeito, mas a Ellen a pegando pelos cabelos, forçou sua cabeça, fazendo ela engolir até a metade do meu pau e engasgar, por varias vezes ela fez isso, ai a Ellen disse, depois quando ele gozar vai ser na sua boca e vc terá de engolir todo o leite do meu marido sua puta.A Ellen chamou as outra e colocando a Aline deitada de barriga para cima, mandou a Regiane e a Karina segurar suas pernas bem abertas e ela ficou próximo ao rosto da Aline, nossa eu vendo aquela delicia toda aberta já mirei meu pau na buceta dela e fui me aproximando, iria enfiar bem devagar, mas a Ellen, disse que era para enfiar sem dó, que queria ver a Aline toda arreganhada, e a Karina, vira e diz, – Vai tio, minha mãe agüenta, ela é uma puta mesmo, fode a buceta da mamãe e me mostra que realmente eu sou uma filha da puta!Nossa não resisti e soquei fundo, a expressão da Aline, era uma mistura de dor e tesão, mais tesão que dor, e percebi que estava adorando aquilo, ai sim, comecei a bombar forte, sem dó, só fazia o pau sair depois de sentir a minhas bolas batendo naquela bunda gostosa, ela gemia e a Ellen dava uns tapas em seu rosto e dizia – Ta gostando neh puta, estava com vontade de dar pro seu cunhado pintudo, e esta adorando ser nossa escrava, vc é uma puta de primeira mesmo, vamos ver se vai gostar quando esta pica entrar toda no seu cú.Apos dizer isso, a Ellen olhou bem fundo em meus olhos e disse: – Vai amor, vamos arrebentar com o cú desta puta. E olhando para as outras, logo apos eu tirar meu pau da buceta dela, ainda na mesma posição, elas só levantaram mais as pernas da Aline deixando agora o cú totalmente amostra para mim, eu peguei e tirei o plug anal que ainda estava em seu cú, dei uma lubrificada com o ky que estava por perto e soquei fundo meu pau, nossa estava difícil de entrar, percebi que não era virgem, mas era a primeira vez que recebia um pau como o meu, a Ellen mudou de posição e veio por traz de mim e forçou meu corpo contra o da Aline, fazendo que meu pau entrasse cada vez mais.Ela gemia e pedia para não parar, dizendo:- Por favor meu senhor, me arromba, eu agüento, fode forte a minha bunda, por favor meu senhor, enfie todo este pau delicioso em meu cú!Nossa eu não agüentei, e com ajuda da Ellen, forcei e fiz o pau entrar de uma só vez todo naquela deliciosa bunda, ela gemeu e percebi que estava agora com mais dor que tesão, mas ela pedia para não parar e eu continuei a bombar forte, até que a expressão de dor virou tesão e ela gozou muito com meu pau no cú.Minha Irma vendo aquilo, vira e diz:- Nossa Ellen, será que eu agüento esta pica no meu cú, sou virgem ainda, nunca deu a bunda para ninguém.- Pode ficar tranqüila Regiane – Disse a Ellen – Seu irmão vai ser cuidadoso com vc, mas antes ele vai foder a minha bunda, ai depois ele fode vc.- A tia, se vc der o cú eu também quero dar – Disse a Karina – se a puta da minha mãe agüentou e vc agüentar eu vou agüentar também, pois quero sentir a pica do titio em todos os meus buracos.Nossa que delicia ouvir isso, minha esposa ficou de quatro, arrebitando aquela bunda deliciosa dela e abriu bem, como já estava acostumada, meu pau entrou gostoso e ela rebolava e gemia, fiz ela gozar muito, ai virei para minha irmã e disse: – E ai Re, como vai ser, vai seguir em frente ou vai desistir?- Eu desistir, vc sabe que nossa família não desiste, vou seguir, quero muito sentir seu pau no meu cú, mas vai com cuidado que é a primeira vez.- Sim Re, pode ter certeza que será com muito carinho, de irmão pra irmã.- Seu safado, quer foder minha bunda né maninho:- Sim Re, faz tempo, ainda mais depois de vc ficar malhada do jeito que esta e já havia dito até para a Ellen que vc esta com uma bunda deliciosa e que se o Arthur não foder ela é porque é muito burro.- Ai mano, ele nunca tentou, é muito careta neste assunto.- Então deixa maninha, vou foder vc gostoso e sempre que quiser é só me ligar.Diante disso a coloquei deitada de lado, comec
ei a chupar sua buceta e descer até o cú, e depois com o dedo ia passando ky e lubrificando, o dedo entrava com dificuldade, mas foi sendo vencida estas dificuldades e logo estava com dois dedos no cú dela, que não agüentou e gozou forte, e pediu para enfiar logo meu pau no seu cú.Coloquei na porta do cú, e comecei a forçar, a Karina veio próximo e começou a lamber a buceta da tia e olhar meu pau entrar, come esta ajuda, meu pau foi entrando, vagarosamente, entrava um pouco e parava, forçava mais um pouco e parava, para ela acostumar com meu pau no seu cú, quando vi já tinha entrado td e ele rebolava, pedindo para foder forte, o que foi atendido, e novamente ela gozou forte.Olhei bem para minha sobrinha que se aproximou e me deu um beijo e me disse – Nossa tio, desde aquela brincadeira na rede eu estou com vontade de ter seu pau na minha bunda, sou virgem também, mas eu gosto quando força, então pode enfiar com vontade na minha bunda.Apos isso ela ficou de quatro e arreganhou a bunda, nossa que visão maravilhosa, aquele cú, delicado, se abrindo para receber meu pau, todas pararam para ver e se aproximaram, passei ky naquele delicioso buraco e coloquei meu pau na porta do cú, e sentir a Karina forçar seu corpo contra o meu, comecei a força também, e o pau entrou mais rápido que na minha irmã, mas a Karina pedia mais e eu forçava, até que estava todo na bunda da minha sobrinha, ela rebolava e gemia e em determinado momento, tirou meu pau do seu cú e me fez deitar, e veio por cima, sentando e soltando todo o peso do corpo, isso fez que o meu pau entrasse todo de vez no cú da minha sobrinha, que cú delicioso, apertado, ela reboalava e gozava muito.Já não estava mais resistindo e anunciei que iria gozar, a Aline já tomou posição e começou a me chupar, não resisti e gozei dentro de sua boca, ela engasgou mas engoliu tudo, sem deixar nem uma gota cair, a Ellen se aproximou e disse que ela era uma boa escrava e que teria outras vezes, minha irmã e minha sobrinha pediram para não esquecer delas, e todos deitamos na minha cama, onde ficamos um tempo descansando, a Aline continuava de coleira e vez ou outra a Ellen fazia ela ir chupar uma buceta ou até mesmo meu pau, tomamos um banho, onde eu transei mais uma vez com minha sobrinha, sem a participação das outras, e gozei dentro daquele cú delicioso dela, depois saímos e fomos tomar umas cervejas, ao voltarmos para minha casa eu e minha esposa fodemos muito mais pensando em td o que havia acontecido.Minha irmã, sobrinha e cunhada vivem me ligando e para a Ellen, pedindo para repetir, mas ainda não surgiu outra oportunidade, mas quando acontecer irei relatar aqui, obrigado mais uma vez, espero que estejam gostando.

EU CUNHADO E MINHA IRMÃ

Tendo que estudar tive que me mudar da cidadezinha onde morava para o Rio, indo morar na casa de minha irmã casada. Logo no 1° dia ela me chamou e me disse que Alfredo, meu cunhado, gostava de andar nu pela casa. Assim eu não deveria me assustar. E que ela atamném gostava de sair nua do banho e as vezes até de ficar nua também, principalmente no calor. Respondi que não via nada demais nisso. Logo após Alfredo sai do banho peladão. Confesso que senti tesão. Disse que ia tomar o meu banho e m inha irmã me disse que se eu quisesse poderia fiacar também. Não tive coragem, porque estava de pau duro quando sai do banheiro. Vestido apenas com a toalha, sentei para assistir ao jornal na tv.Dwe repenyte levo um baita susto. Miknha irmã aparece nuazinha na nossa frente. Caramba! Que mulherão!Meu pau lateja de tesão por aquela situação. Assim ficamos algum tempo e fomos dormir. Estava tocando uma punheta quando minha irmã entra no meu quarto e me pergunta se eu gostaria dormir com eles. Quie Alfredo gostaria muito. Não me fiz de rogado. Pulei da cama nu e de pau duro e fui para a cama deles. Eles me colocaram no meio e, pasmem, ambos me abraçaram. Dai em diante foi uma loucura. Minha irmã me mandou virar e chupar o pau de Alfredo, enquanto ela chuparia o meu cacete. A seguir ela me nadou ficar de 4 para o Alfredo me enrabar enquanto eu e ela fazíamos um 69. Cada segundo era diferente e mais gostoso. Fudemos a noite toda e, a partir dessa noite sempre dormi com eles, comi e fui comido. Foi uma bela faculdade. Durante 4 anos fudemos deliciosamente. Fui macho e fêmea. Que sensação deliciosa é a de fazer algo proibido.

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