PRAZER NA PRAIA COM PAPAI

Olá a todos,hoje venho contar um pouco da minha historia, me chamo Laura, sou filha única de pais separados, tenho 20 anos, sou branquinha, 45 kg tenho 1.45 cm, coxinhas grossas,, bundinha arrebitada do tipo Tanajura chamo a atenção por onde passo,gosto de usar roupas curtas,, na rua ou na escola sempre ouço comentarios do tipo, esta baixinha me faz sonhar acordado, estou cursando o sengundo ano de Medicina, vamos ao caso, quando minha mãe se separou, foi morar no Rio de Janeiro, na época eu tinha 11 anos, fomos morar em Copacabana na Rua Barata Ribeiro, na altura do posto 3, meu pai ficou morando em Campina Grande onde tem uma pequena Sinderurgica, pois bem, não tive problemas de me adaptar a nova vida no Rio, tudo era bonito em especial a praia, que ficava pertinho, quando saia da escola oa correndo me bronzear, o tempo foi passando e meu contato com papai era na base do telefone, duas ou tres veses por mês, isso me mantinha aproximada dele, ja mamãe procurava se manter um pouco afastada, pois não aceitava a separação, o tempo foi passando rapido, cresci e fiquei adulta, ja faziam 7 anos que não me encontrava com papai, chegou Dezembro de 2013, quando papai me telefona, me pedindo para passar o a virada de ano com ele, informei a mamãe ela disse que eu tinha liberdade para ir ficar com ele, afinal era meu pai, marquei a viagem , ao chegar em Campina Grande,antes do natal, foi uma festa,,o meu reencontro com primos e primas, meu pai continuava morando sozinho, na época ele estava com 52 anos, tem o corpo em forma, um pouco mais alto do que eu, acho tem 1.68 cm, , fiquei em seu Apto que fica no centro, proximo ao Salon Bar, póis bem, passado uma semana eu ja sentia falta da minha vida de praeira,, então falei para meu pai, que estava querendo ir em uma praia, ele então me falouque poderiamos ir a Natal RN onde tinha uma casa em Nisea Floresta, fiquei encantada, com o passeio, no final de semana nos arrumamos e seguimos viagem, ao chegar na praia, adorei o local, a casa ficava em um condominio,uma casa modesta de 2 quartos, sala ,cosinha, e uma varanda onde nós ficavamos a maior parte do tempo, curtindo a brisa da tarde, ele bebendo sua cerveja o tempo todo,fui apresentada aos visinhos com quem logo fiz amizades, passado dois dias, estava me deliciando com as aguas quentes , ficava com papai tempo integral de manhã e a tarde, meu pai me elogiava constantimente de que a menina dele precisava de cuidados especias, pois tinha ficado muito linda, e não queria ninguem me azarando, tambem não era pra menos, eu colocava um biquini fio dental deixando meu corpo todo esposto ao seu olhar, tenho os seios pequenos tipo pèra, eu apenas sorria, so que eu tambem observava que ele me olhava com o olhar de desejo, mais não me deixava levar por esta vaidade, afinal ele é meu pai, a gente não se via a muito tempo era natural no seguinte, ao chegar a paria ficamos proximo a uma barraca que vendia côco pedi para ele comprar côco um pra mim , como estavamos proximo da barraca deu para ouvir o comentario do vendedor com um outro lá, este coroa so pega gatinhas lindas, enquanto o outro falou mais ela e bem pequena, como ela consegue ficar com este cara, dizem que ele tem pauzão, aquela conversa me deixou curiosa a respeito de meu pai, foi aí que percebi, que meu pai não usa short curt de lycra, esta sempre de calçao que vai ate o joelho, papai tinha ido se molhar ao voltar me veio a idéia de falar com ele sobre sua vida pessoal, perguntei porque ele continuava sozinho, se ainda era uma pessoa relativamente jovem, ele me disse, porque quer saber, falei, todo mundo quer companhia, o Sr. não seria diferente, ai soltei a bomba, o Sr. traz muitas namoradas pra cá, ele me olhou serio, e falou como muitas namoradas, de onde tirou esta idéia, nada não pai, apenas curiosidades, notei que ele ficou meio vermelho, so passei a olhar mais para o meio de suas pernas, quando ele se destraia la estava eu querendo encontrar a confirmação do comentario dos rapazes, ja estava chegando a hora do almoço então lhe convidei para ir comer, pois a fome estava chegando, chegamos em casa , cada um foi para seu quarto tomar banho. terminei primeiro, ao passar pelo seu quarto percebi que a porta estava entre aberta, pensei comigo vou entrar sem avisar, quem sabe não encontro ele se trocando ou saindo do banheiro, ao empurrar a porta, o que vejo, meu pai colocando a cueca, seu penis era muito grande mesmo estando em repouso, ele ao me ver ficou sem ação com a minha presença, tentou cobrir o penis com a mão , mais foi em vão, sua mão cobriu uma parte, deixando a cabeçona esposta, pedi desculpas, dei as costas e saí, fui para a varando, deitei-me numa rede,eu usava um shortinho branco, com uma blusinha top sem sutiâ, ele apareceu a meu lado, seus olhos fitaram minhas coxas, achei que agora não era so imaginação, lhe pedi desculpas pelo ocorrido, ele me falou que tudo bem, o mundo não vai acabar por isso, saimos fomos ao restaurante onde comemos uma bela peixada, terminado o almoço voltamos pra casa, não saia da minha mente o tamanho do seu cacete, fiquei a imaginar como seria ele duro, ao chegar em casa fomos asistir televisão, sentamos juntos no sofá, foi aí que tive a ideia de me deitar apoiando minha cabeça em suas coxas,encostei a cabeça em sua coxas e ficamos asistindo de comédia, papai aproveitou para alizar meus cabelos,e de vês por outra passava a mão sobre minhas costas, o contato da sua mão era gostoso, , percebi que ele comessou a baixar a mão, chegando a meus quadris, nisso aproveitei e a minha que apoiava meu rosto em sua coxa, movimentei ela alizando sua coxa, em direção a seu cacete, ele se mexeu, como se estivesse querendo desviar suas coxas de minha mão, fiz de conta que não tinha percebido nada, ele curvou-se para beijar minha cabeça, com o movimento suas pernas se abriram deixando minha mão livre entre elas,, propositadamente deixei a mão agora sobre seu cacete, senti ele tremer com o contato, ele segurou minha cabeça e falou, não faz isso, sou seu pai , mais não sou de ferro, era tudo que eu precisava ouvir, então disparei na bucha,pai tenho observado como voce esta me olhando, percebo que me deseja, quero lhe falar uma coisa, hoje na praia o rapaz dos côcos falou que voce tem o cacetão, não se preocupe, em esta falando assim tão abertamente, ja tranzo desde os 15 anos, quero ver se voce é diferente dos namorados que tive, Laura isso não é correto, não sei se deviamos esta falando assim, mais pai, o que tem de errado, nunca leu, que pais e filhas tranzam diariamente por livre e espontanea vontade, deixa eu ver, vai, ja não sou criança, minhas palavras foram com uma bomba, causou efeitou de imediato, alisei sua coxa novamente, agora toquei em seu cacete sobre a bermada,,que estava totalmente duro, deiuxando ver aquela imensidão por debaixo da roupa, me levantei e me sentei sobre seu colo, de frente pra ele, o abraçei forte, comprimindo meus peitos que agora estava começando a ficar durinhos, espetando seu torax, ele foi relaxando e me abraço, colando nossos corpos, beijos meus ombros e pescoço, me arrepiei todinha ao sentir seu hálito quente, agora ele esta estava se entregando a mim, suas mãos foram suspendendo minha blusa, deixando meus peitinhos amostra, beijou eles passando a lingua nos biquinhos, aii, que gostoso paizinho, chupa mais, uiiii, agoro que façam isso, arranquei a blusa, ele agora massageava minhas costas, e dava beijos fortes em meus peitinhos, falei beixinho como se estivesse mais alguem na casa em seu ouvido, deixa eu ver seu caralho, ele esta querendo sair do esconderijo, dava pra perceber que ele de tão grande chegava quase no joelho, saí de cima dele, me ajoelhando para soltar sua bermuda, ele suspendeu a bunda do sofá para facilitar a retirada da bermuda, fui puxando com pressa, queria ter aquele cacetão nas mãos sem demora, uai, que coisa mais linda, como meu pai conseguia escoder aquele monstro entre as pernas, de todos os cacetes que deixei enfiar na buceta, nem de longe se pareciam com o do papai, pulou como uma mola b
atendo em meu queixo, ao segurar com a s duas mãos, fiquei estaziada, papai nada falava, so olhava direto pra mim com interrogação, , pedi para ele tirar meu shortinho, pois assim seria uma troca justa, ele estendeu os braços, desabotuou meu sinto, e foi abrindo devagar o botão do shortinho, percebi o brilho dos seus olhos quando minha calçinha foi arriada junto com o short, , seu cacete estava cada vês maior, sua cabeçona estava brilhando, me ajoelhei novamente, agora eu queria colocar aquele colosso na boca, ele perceneu minha intenção, estirou as pernas abertas, puxei o cacetão em minha direção, pois estava apontando para cima, tamanha sua rididez, ele gemeu, acho que deve ter doído, abri a boca o maxima que pude para colocar a cabeçona, minha boca ficou cheia, não consegui enfiar mais que uns 9 cm, com uma das mãos alizei minha bucetinha, que comessava a ficar totalmente molhada, papai continuava se deliciando com o cacetão em minha boca, tirei o cacete para respirar, pois estava me sufocando, aí papai pediu para a gente se deitar no tapete, peguei uma almofada e apoiei a cabeça, papai veio por cima de mim, com aquela estaca encaixando entre minhas coxas, indo se alojar sobre os labios da minha buceta, tremi, ao sentir ele parado na entrada da buceta, que estava piscando de ansiedade, falei pai, seja carinhoso, comigo, nunca tive um deste tamanho, ele, falou, eu seu querida, eu sei, vada pra perceber que a cabeçona ocupou todo o vão da minha buceta, fiquei temerosa, mais queria demais fuder com meu pai, ele levantou-se, e foi ate a estante, de onde trouxe o vidro contendo oleo, falou que ia ajudar na lubrificação do seu cacete e minha buceta, derramou uma grande quantidade não mão, e passou em todo seu cacetão, da cabeça ate o pé, depois pegou mais um pouco, e deu um banho em minha buceta, voltou a ficar entre minha coxas, pediu para mim abri-las mais um pouco, obedeci de imediato, ele segurava seu cacetão, e pincelava da do meu grelo, ate o cusinho, eu me contraia toda sentindo seu cacetão me roçando, ele encaixou a cabeçona na entrada da bucela e apoiou-se sobre os braço, mexi o corpo pra cima, em busca de enfiar o cacete,ele se curvou para me baijar, abri a boca para receber sua lingua, foi um beijo de novela, com lingua se enrrolando, ele avançou o corpo pra frente, levantei as pernas apaoiada em seu pescoço, senti uma dor muito grande, gretei aaiiiiiiiiiiihh, aaiiiiiiiiiiiiiiiihhh, para, para, não aguento, ta me rasgando, aaiiiiiiiiii, aaiiiiiiiiiiii, feu para ver que tinha entrado somente a cabeçona, ele ficou parado, perguntou se eu queria que ele parasse, fica parado pai,seu cacete e muito grosso, uiiiiiiiiih, uuiiiiiih, ele não mexia, minha vagina latejava, estava mordendo seu cacete, com o passar do tempo ele ali imovel seu sustentanto nos braços, me olhando nos olhos, que era visivel o brilho do prazer, arrisquei deixar entrar mais um pouquinho, então lhe, vai pai, enfiar mais um pouco, ele deixou o corpo arriar, aiiiiih, aiiiiiih, aiiiiih, ta me rasgando, para, para, agora ele tinha enfiado um bom pedaço, ele agora não me deu ouvido, ficou indo e vindo devagarinha mais sem parar, minha buceta foi se acostumando com o invasor, passei a gostar do entra e sai, agora sentia mais prazer, mais temia que ele enfiasse mais, veio os gritinhos, uiiih,uiiih, aaiiiih, aaiiiih, que delicia painho, vai mais, vai, vai, ho,ho,ho,ho, ele comessou a celerar, agora socava com mais força, eu sentia a cabeçona do caralho, comprimindo meu útero, meus gritos foram aumento no ritimo de suas estocadas, ele agora respirava forte e dizia, minha baixinha tesuda, gostosinha do papai, quem diria que um dia ia te foder, grita mais, agoro mulher que fode gritando, nisso ele parou e pediu para eu ficar de quatro, tirou seu cacetão de dentro da minha buceta, tinha um filete de sangue junto com o oleo, me coloquei de quatro, ele veio pro traz, pedi para guiar seu cacete, estiquei o braço para traz, segurei o monstro e fui enfiando a cabeçona na buceta, que agora o recebeu com mais facilidade, fiquei controlando a entrada na buceta, enquanto ele se movia freneticante, ele segurou meus quadris enquanto eu ia deixando entrar um pouquinho de cada vês, meu gozo estava se aproximando, soltei seu cacete que ja tinha entrado a metade, comessei a rebolar e gritar, aiiiih, aiiiiiih, aiiiiiiiiiih, uiiiiiiih, uiiiiiiiih, ele me puxou com força, ai vi estrelas de todas as cores, parecia a queima de fogos em copacabana, seu cacetão foi ate o talo, meus joelhos ficaram suspensos do tapete, seus petelhos se colaram aos meus, griteiiiiiii, paiiiiiiii, paiiiiiiiii, voce enfiou tudo, aiiiiiiii, aiiiiiiii, aaiiiiiiii, seu malvado, acho que vai sair pela boca, aiiiiiiii, aiiiiiii, uiiiiiii, uuuuiiiiii, meu coração estava a mil, subi mais o corpo, para não perder nenhum milimentro do seu cacete, minhas pernas tremiam, se ele não estivesse me segurando pelos quadris, com certesa eu arriaria sobre tapete, aaiiiiiiiii, aaaiiiiiiiiii, goza paizinho, , goza na tua filhinha, ele deu uma socada forte, acompanhado de um uurroooo, ai eu senti seus jatos quentes dentro de mim, ficamos parados por um bom tempo, como se desejasse que o gozo não terminasse nunca, ele foi tirando o cacete, semi ereto, veio junto uma grande quantidade de porra, ele não devia gozar a muito tempo, arriou seu corpo me levando junto, ficamos abraçados, so nossos respirações era ouvidas naquele momento, foi ai que tive a certesa de que minha vida sexual estava sendo modificada naquela tarde com meu pai, ele sentou-se encostando no sofá e me falou, sua mãe nunca deixou eu colocar mais que a metade, aliás foi por conta do tamenho do meu cacete que nos separamos, toda vês que a gente ia tranzar era um tormento, daí me lembrei porque ela gritava tanto a noite, eu so não sabia o porque, beijei meu pai, e fomos tomar banho, tchau….

nua na porta do carro

Era domingo depois de passar o dia inteiro napraia, tomei um banho e observei asmarquinhas do meu biquini bem acentuada.Fiquei toda excitada, pois o meu biquíni não éfio dental mas é bem minúsculo que mau tapaa minha xaninha e entra todinho no meureguinho. Nossa como eu fiquei morena.Comecei a lembrar da doce loucura que tinhafeito em 2006,no conto anterior, fui ficandoexcitada e doida pra fazer tudo de novo.Lá pelas 23hs Convidei o meu marido parasairmos e tirarmos umas fotos, pois ele adorame fotografar e eu perco a cabeça na frentedos flashses. Fui no quarto tirei o meushortinho e a blusinha, coloquei umacamiseta de física branca do meu marido eComo tenho 1:50mt de altura ficou um microvestidinho em mim. Fiz uma maquiagempesada, coloquei uma sandália vermelha bemalta e saímos. Quando passamos peloporteiro, que é um senhor sessentão, dei boanoite e ele ficou me olhando estarrecido.Notou que estava sem calcinha e com abundinha quase a amostra, com os bicos dosseios bem durinhos. Comecei a rebolargostoso em cima daqueles saltão, só praprovocar coloquei a mão no ombro do meumarido, a camiseta subiu e a bochechinha dabunda ficou aparecendo. Eu estava a mil emeu marido sorriu gostando. Passamos numquiosque compramos uma cervejinha paraaquecer o clima e os bebuns ficaram metarando e eu, como sempre, bem que estavagostando. Chegamos numa pracinha numbairro afastado e não tinha ninguémaparentemente, pois passamos devagar eobservando bem e sendo quase meia noitedificilmente teria alguém por ali. Comecei afazer umas poses bem sexy só de camiseta ecomecei a esquentar devido a cerveja e a ficartoda molhadinha. Resolvi tirar a camiseta e omeu marido me achou linda bronzeada e nua.Botei as mãos no encosto do banco da praçae empinei o bumbum para trás e deixei aminha bucetinha toda exposta, nossa quetesão. De repente veio um carro devagarzinhocom o farol apagado e eu fiz como sempre omaridão ensinou fui andando tranquilamentepara a porta do carro, me inclinei e enfiei acabeça para dentro e o meu marido entrou nocarro. Só que desta vez o carro encostou nanossa frente bem embaixo do poste e quasenão cheguei na porta do nosso carro, pois nospegou de surpresa. Eu gelei e o coraçãodisparou e veio parar na boca. Eu fiquei aliparada sem saber o que fazer, masinteressante é que fiquei toda arrepiada eexcitada com medo, mas gostando do queestava novamente acontecendo e nem memexi. Quando desceu um jovem moreno deuns 26anos e 1,70mt de altura e veio emdireção do meu marido e eu ali todinhapeladinha paralisada exposta aos olhos de umhomem estranho. Ele inclinou-se na janela domeu marido e falou que estava com o colegana outra rua de cima tomando uma cervejinhano carro depois do jogo de vôlei e viramquando nós chegamos e ficaram curiosos,pois quando o meu marido batia as fotos, elesme viam mas não tinham certeza de que euestava realmente nua porque estava muitolonge e curiosos se aproximaram. Pediramdesculpas e disseram que podíamos continuara tirar fotos que eles não iriam de jeitonenhum apelar. Cada vez que ele olhava pramim com os braços na frente dos seios euficava toda arrepiada. Disse que se nósquiséssemos eles iriam embora. O meu maridoolhou pra mim e acho ate que já estavaexcitado também, perguntou se eu queriacontinuar. Eu já toda excitada e meladinha,decidida a fazer mais uma loucura, falei queele é quem sabia. Meu marido desceu e osdois vieram pro meu lado e eu ali nuazinha.Ele me apresentou e se apresentou comoCarlos, o rapaz se apresentou como Roberto.O outro rapaz também desceu e veio e seapresentou com o nome de Ricardinho. Nossa,só o nome era pequeno pois era um galegoalto de mais de 1,80 mas muito lindo. Eu delado apertei a mão dos dois, meia receosa.Conversamos e eles disseram onde moravame me elogiaram e disseram que adorammulheres loucas e corajosas. Ofereceram umgole de cerveja eu aceitei e quando fui pegar alatinha fui expondo devagarzinho os meusseios e quase mostrei meio de lado a minhaxaninha bem raspadinha e lisinha. Deixaram-nos a vontade e sentaram no encosto dobanco com a latinha na mão. O Carlosmandou eu ficar na janela com o bumbum pratrás e assim eu fiz. Ele começou a mefotografar e eu virei de frente e os rapazesquase caíram do banco ao ver as minhasmarquinhas e aí me soltei mais diantedaqueles olhos me tarando e quase medevorando. Meu marido pediu para ir ate ajanela do carro deles onde era um pouco maisiluminado e me inclinei na janela como umagarota de programa e bem tarada e todamolhadinha arrebitei a bundinha pra trás eabri um pouco as pernas. Eles puderam ver aminha xaninha raspadinha e lisinha por trástoda arreganhadinha. Suspiraram ecomeçaram a me elogiar e chamar de gostosae o meu grelinho ficou durinho de tesão.Depois fizemos várias poses na frente do carrodeles com as pernas abertas bem fresca e fuificando mais segura e excitada. Cheguei pertodeles e tomei mais um gole da cervejacolocando os meus seios com os biquinhosdurinhos bem pertinho só pra provocar osdois jovens cheios de tesão, pois eu tambémjá estava toda meladinha. Eles estavam depau duros naqueles shorts de nylon queparecia até uma barraca. rs. Aí o maridãopediu pra eles se afastarem do poste esimular que vinha em sentido contrário a mimna calçada. Assim eu fui caminhando erebolando peladinha em direção a eles e elesem minha direção. Quando fui meaproximando deles ficaram olhando pra minhabucetinha sem piscar e eu fui ficandomolhadinha sendo secada pelos dois equando cheguei perto os dois abriram e eupassei no meio louca que eles me desse umamãozada na minha bundinha cheia de fogo.Eles pararam debaixo do poste eu voltei epassei por eles e rebolando como umaputinha oferecida e bem fresca. Eles vieramatrás me chamando de gostosinha, quebundinha deliciosa e eu fiquei doidinha detesão. O Carlos conversou com eles e fomospara o centro da pracinha onde era maisescurinho e sentaram no banco. Meu maridopediu pra mim sentar no meio deles eapoiasse a mão nas pernas deles. Assim foifotografando, então o Ricardinho puxou aminha mão para cima do pau dele e eu gosteide sentir aquele pau duro que nem pedra.Quando o Roberto viu também fez o mesmo.Tiramos várias fotos e eu já estava a millouca que eles tomassem uma iniciativa.Carlos mandou me levantar e ficar de pé nafrente do Roberto e colocar a mão nosjoelhos. O meu cuzinho ficou todoarreganhadinho e a xaninha toda abertinha seoferecendo pra ele. Senti um frio na espinhaquando o Roberto não aguentou e enfiouaquela linguinha gostosa toda na minhaxaninha melada e chupou tão gostoso quegozei de tanta tesão, pois eu já não aguentavamais. Meu marido pra me acabar mandousentar no banco e fiz uma pose de vagabundaencostada no banco com as os pés em cima eas pernas aberta com a xaninha toda adisposição. O Ricardinho bem tarado seajoelhou e me enfiou a língua dentro minhaxaninha e começou a mordiscar o meugrelinho e chupou a minha xaninha bemdevagarzinho e eu não aguentei e gozei feitouma louca tarada com as pernas esgaçadascom a cabeça enfiada no meio das minhascoxas, Então o Roberto me puxou para a suafrente dele e desceu o short e eu quase caindosentei no colo dele sem resistir e foi entrandoaquela vara inteira na minha bucetinha. Gemide prazer e ele me pegou pela cintura e meinclinou pra frente e eu quase de quatro comas pernas aberta, comecei a rebolar gostosacom as mãos no joelho fui comida ali dianteda câmera. Ele enfiou dois dedinhos na minhabucetinha e mexia gostoso que gozei semparar e ele também gozou. Quando me soltoue sentou tirando aquele talo gostoso, a porrapingava pelas minhas coxas. Então oRicardinho me puxou e sentou na ponta dobanco e eu de frente pra ele fui me agachandoe sentei em cima daquela tora e engoli tudodentro da minha bucetinha. Que delicia,cavalguei alucinada com aquele loirão dentrode mim rebolando e gemendo de tanto fogo.Ele se inclinou um pouquinho pra trás e eucai com os meus peitos dentro da boca deleque chupava com força e me deixando decuzinho arreganhado à amostra. Quandolembrei do Carlos e olhei pra ele estavaguardando a câmera e pegou uma camisinhacolocou naque
la vara enorme que ele tem eveio. Acariciou a minha bundinha e disse queestava linda e gostosa,se agaxou e começoua esfregar aquela vara lubricada no meucuzinho e eu gemia prazer e gozava com cadatoque que ele dava no meu cuzinho. E euestava louca pra que ele enterrasse tudo, masa posição não era boa. Mexi com força erebolei como uma vadia e o Ricardinhotambém gozou. Sai de cima dele e coloqueias mãos no banco empinei a bundinha pratrás e abri as pernas e ele foi enfiando aquelepauzão no meu rabinho. Gemi e pedi prabotar tudo e ele encostou as bolas na minhabundinha, Eu rebolei como uma putinha parao maridão na frente dos dois estranhos.Minhas pernas ficaram moles e eu pedi queele gozasse porque eu não aguentava mais.Ele tirou o pau do meu cuzinho esgaçadinho,jogou a camisinha fora e me deitou no banco,passou as mãos de fora pra dentro nasminhas coxas me ergueu e deixou a minhabunda fora do assento do banco e cravouaquela tora gostosa na minha xaninha ecomeçou a movimentar e a rebolar com muitaforça eu gozei que nem uma vadia louca ebem putinha. Naquele entra e sai gemendo erebolando, o meu marido também gozou.Quando ele saiu de cima de mim novamente aporra escorreu nas minhas pernas. Eu bemsem vergonha falei pra eles que estava todababada e sorri. Então o Roberto entrou nocarro e trouxe uma caixa de lençosdescartáveis e me entregou. Me limpei edevolvi a caixa. Ele foi até o carro e pegou umcartão e me deu caso eu quisesse repetir adose era só ligar; Eu agradeci. Eles mebeijaram no rosto e passaram a mão naminha bundinha e disseram que era linda eque adoraram tudo, eu agradeci. Eles saíram eeu fui rebolando toda satisfeita e poderosapara o carro. Coloquei a camiseta e sentei nocarro e o maridão pegou o cartão e rasgou edisse que cada loucura só é gostosa sefizermos uma só vez e com pessoasdiferentes. Concordei e fomos para casa.beijos a todos.                                

a cabana fo lago

H-5 era uma equipe de natação composta por cinco garotos que representava o colégio , nas competições   aquáticas tendo conquistado varias medalhas e troféus para a escola.Mas prestes a completar dezoito anos o time estava sendo desfeito pois cada um deles iria tomar novos rumos em suas vidas.E antes de se separarem mais uma vez como a vários anos nas ferias de janeiro se reuniriam na nossa casa de campo a beira do grande lago para desta vez se despedirem deste tempo que ficaria marcado em suas lembranças.Como sempre eu e minha esposa os acompanharia para cuidar e zelar do bem estar de todos era sempre assim nos ficávamos na pequena cabana e eles montavam uma grande barraca ali rente a cabana.Heitor , Helton , Hely Helio e Henrique nosso filho compunham o time H-5 Que com certeza estavam deixando de ser meninos. Foi assim que Suzana se referiu a eles , quando após   nos termos se instalado e ela sair do rústico banheiro que ficava ao lado da cabana percebera que Hely a observava , pelas frestas das tabuas . Quando ela me contou este fato confesso que tive uma involuntária ereção , quase não me contendo desejando a possuir ali mesmo na pequena cozinha onde nos   preparávamos o jantar dos rapazes que se divertiam   a beira do lago.Naquela noite eu fudi Suzana com um ímpeto que a muito tempo eu não tinha e ate mesmo deixei a janela aberta para que algum atrevido viesse nos observar , e pude notar que ela também estava muito mais receptiva pois gemeu e gritou alto tendo seus orgasmos , que logo forom contidos ao lembrar que bem junto da janela aberta estavam quatro jovens garotos e ate seu próprio filho . Pela manha ela vestiu seu pequeno biquíni mas pudica e envergonhada trajou uma bermuda sobre   ele para não sentir os olhares libidinosos dos garotos. E desceu ate o lago onde se reuniu   com todos nos que aproveitávamos o sol da manha .Quando entrou na água foi nosso filho quem protestou ao ver que ela não despiu a bermuda e ficou ainda mais incabulada com os gritos de todios eles TIR5A TIRA TIRA . Olhou para mim aflita com a situação eu sorri e acenei   para que ela despisse aquela bermuda mesmo a contra gosto ela saiu da água e retirou a bermuda ficando com aquele minúsculo biquíni azul e ficou totalmente corada quando voltou para a água sobre aplausos de todos que gritavam CAVALA, CAVALA, CAVALA.Ela procurou um lugar mais fundo mas foi envolvida por eles inclusive por Henrique que jogavam ela para o alto e depois a amparavam e assim ela era passada de mão em mão entre eles. A sombra de uma arvore eu observava a farra e estava de pau duro quase gozando pois percebia o tesão que eles nutriam nela.Na hora do almoço ela veio reclamar comigo que não intervirá pois aquilo estava índio longe demais , eu sorri e disse a ela que estava gostando de ver toda a audácia dos garotos que com certeza desejavam ela, que me chamou de pervertido e saiu fingindo estar furiosa.Suzana sabia das minhas fantasias e talvez por isto ou ate mesmo como provocação a tarde ela tinha um comportamento diferente muito mais relaxado totalmente a vontade descontraída .Quando chamou por Henrique para passar bronzeador nas suas costas ela que estava deitada sobre uma toalha viu   os garotos começaram a protestar veementemente    indagando porque só ele estava tendo este privilegio e gritavam— DIVIDE , DIVIDE   , DIVIDE Tudo em tom de brincadeira mas algo pairava no ar e todos se aproximaram e ficaram admirando Suzana deitada de bruxos tendo seu filho manipulando seu corpo e quando ele oleava sua bunda ela abriu as pernas para que ele percorresse com suas mãos entre suas coxas , um deles mais atrevido pegou o frasco de bronzear besuntou suas mãos e percorreu as costas dela encorajando os outros . Logo todos repetiram o gesto e Suzana se viu manuseada por dez havidas mãos percorrendo seu corpo . Para não constranger eles eu me mantinha a certa distancia , somente observando aquela cena mas sem me conter eu me masturbava insano vendo tão maravilhosa cena.Henrique tinha puxado para o lado seu minúsculo biquíni , e percorria com o polegar toda extensão da sua racha fazendo movimentos circulares sobre seu grelo que estava pontudo chafurdado nos líquidos que sua buceta expelia deixando sua vulva lubrificada tudo disfarçado mas notado por todos ,.Suzana sentia um estupor que a deixava mole completamente entregue , aquelas joviais mãos que massageavam luxuriosamente seu corpo estava deixando-a ensandecida Quando eles a viraram de barriga para cima ela ate parecia levitar entre eles que viram saltar aos seus olhos seus seios maravilhosos firmes medianos mas encantadores, cada toque era embriagante , ela sentia todos seus pelos arrepiados , se contorcendo delirando com as caricias que percorriam seu corpo , dando languidos gemidos sentindo ondas de prazer a invadir numa total insanidade.Houve um silencio profundo todos eles estavam extáticos as mãos estavam paradas no ar quando Henrique retirava lentamente sua calcinha todos tinham os olhos fixos admirando primeiro os aparados pentelhos que   surgiram sobre seu monte de Venus , ela tinha os olhos fechados como quem não quisesse ver sua nudez toda exposta , ele deslizou suavemente retirando-a pelos pés , abriu suas pernas e provou o néctar que escorria da buceta da sua própria mãe sorveu aquela bebida que poucos ou raros filhos já ousaram ingerir , Suzana gozava naquela língua insana delirando possessa implorando para ser penetrada, sentiu a verga procurar a entrada da sua gruta abrindo seus grandes lábios , abriu os olhos admirando a protuberância que a invadia e vendo entre suas penas aquele garanhão faminto num murmúrio luxurioso balbuciou SOCA RICK SOCA METE , METE COME, COME A MAMAE.Aquilo pareceu ser um sinal para os outros que como uma matilha de lobos caíram sobre ela desfrutando de cada pedaço   do seu corpo , num furor insano ela gania e gritava sem ao menos saber quem enroscava a língua dentro da sua boca nem quem   manipulava seus seios os espremendo entre as mãos torcendo os bicios levando-a sentir um prazer nunca antes imaginado pois as caricias   percorriam ate mesmo sua alma .Henrique estocava fundo antevendo seu gozo dentro dela e cheio de jubilo por ter sido o primeiro ter a honra de fuder Suzana desdenhava dos amigos   façam   fila rapazes mas mantenham a ordem     continua

Estrupada na lua de mel.

Tudo aconteceu na minha lua de mel,casei de véu e grinalda,estava super feliz,assim como eu queria estavamos passando a lua de mel no Rio de Janeiro,éra o terceiro dia de uma semana no Rio,meu marido tinha sido muito carinhoso,e só perdi a virgindade no segundo dia,com muita calma e paciência,fizemos sexo bem devagar,pois tinha medo de me machucar,nunca tinha transado só ficava nas brincadeiras.

ROLDÃO DEU BALHO DE ROLA NA MINHA ESPOSA

Minha mulher vinha deixando furos em nosso relacionamento. Isso me dava impressão de que estava me corneando ou aprontando algo que denunciava esperteza contra mim. Ela vinha se atrasando depois do trabalho. Dizia que passou no cabeleireiro, ou numa loja de perfumes, coisas de mulher. Claro que não acreditava nela.Certa vez flagrei beijos sociais dela com um cara altão, forte, descolado. O nome dele é Rafael. Cheguei junto, ela me apresentou o cara como sendo um colega de trabalho. Ele me envolveu no assunto quase de modo persuasivo, acabei gostando do ambiente, ficamos ali mais uns trinta minutos. Ela entrou no meu carro e fomos para casa. Naquela noite, embora eu estivesse meio para baixo por conta da desconfiança, ela estava com o fogo todo, acabou me convencendo e fizemos amor como dois devassos. A semana foi de fodeção completa. Mesmo assim não dei trégua às minhas desconfianças.Na semana seguinte ela armou legal pra cima de mim. Disse que estaria fazendo monografias de final de curso com um amigo e uma amiga de classe. E, como eu realmente acompanhei o processo, confiei desconfiando. Trabalhei até mais tarde na quarta-feira. Quando voltava para casa, avistei o caro do amigo dela estacionado numa área próxima a um barzinho. Geralmente, quem não estava bebendo, estacionava por ali, apreciava o movimento de longe, e acabava em deliciosos amassos. Era isso mesmo que o filha da puta estava aprontando com minha esposa. Ela estava só com a parte de cima da roupa. Havia retirado a saia e, no momento, vi o bundão dela rebolando no banco de passageiros, enquanto ela mamava a rola do carcará. Era uma cena espetacular se não fosse minha esposa me corneando. Depois ela sentou de frente para ele, encaixando a boceta no caralho dele com uma paciência e com uma perícia que jamais fizera comigo. Eu espreitava tudo atrás de um vaso de plantas bem crescido, com desejo de aprontar, de dar-lhes um cacete e botá-la no olho da rua. Como temos filhos, parece que minha consciência pedia cuidados. Voltei para casa e esperei que ela chegasse.Ela tomou um lanche e entrou para nosso quarto. Como se nada tivesse acontecido, deitou-se ao meu lado e ficou um tempão acariciando meu rosto, falando palavras de carinho e admiração. Eu tive desejo de estrangulá-la, de ir à fora. E fui me acordando devagar, como quem não sabia de nada. Ela me envolveu em seus braços fazendo declarações de amor. Abri o jogo e ela ficou desarvorada, tentando me convencer de que eu estava louco. Mas acabou confessando tudo e me pedindo perdão. Para finalizar, disse que achava que estava com problemas mentais, que não conseguia dominar os impulsos. E, me olhando nos olhos disse: você é a pessoa que mais considero neste mundo, meu amor. Por nada eu conseguiria viver sem você. Mas tenho um desequilíbrio que é profundo, domina meu espírito, meu corpo, minha alma. Eu pedi que ela me falasse a respeito. Ela desabafou: meu amor, adoro você, adoro fazer amor com você, você é o homem mais gostoso do mundo. Mas há momentos terríveis, em que me deparo com outro homem e me sinto dominada. Só tomo consciência de mim a partir do momento em que ele me deixa e vai embora. É uma espécie de tara, uma loucura por rolas tamanho grande, com homens fortes e decididos. Com aquele tipo de macho que me pega e me domina, mete em mim seu caralho sem dó e sem respeito. Eu me sinto uma devassa poderosa nesse momento, porque é uma experiência de dominação feminina, em que percebo que o macho também não resiste à minha tentação, ao pulsar da minha carne, ao meu desejo de sexo e, então, se entrega aos meus caprichos.Pedi que ela parasse. Eu, em vez de pura indignação, sentia fúria e tesão ao mesmo tempo. Imaginava minha mulher sendo possuída por um macho que só deseja sexo, putaria e pouco envolvimento. Me sentia um corno safado, com o pau duro pelo fato de imaginar outro macho comendo minha esposa, esporrando seu corpo na minha frente. Então pedi a ela que me desse um tempo, mas que a conversa não estava acabada.Fui dormir em outro quarto, mas era impossível conciliar o sono. Somente pensava em minha mulher nos braços de outro cara, e eu ali perto assistindo a tudo de modo contemplativo, sem poder fazer nada, porque morro de amores por ela. Minha rola se encorpava, eu sentia um tesão enorme e batia punhetas gloriosíssimas a noite toda. No outro dia, ela me procurou e disse que estava muito arrependida, que nosso relacionamento não podia se acabar assim. E disse que procuraria um psicólogo. Eu disse a ela que faria o mesmo. Acabou que armamos uma viagem para uma capital praiana e lá o pau quebrou. Certa noite, enquanto eu discutia com ela e estava em tempo de pegá-la pelos colarinhos, ela olhou meu pau e disse: meu amor, será que você está com esse ódio todo? Não consigo entender como pode um marido fazer cena de ciúmes, ao mesmo tempo em que está pronto para trepar. Ela me olhou nos olhos. Ela sempre fazia isso em momentos fatais e controlava a voz e as emoções com farsa de atriz: meu bem, no fundo, no fundo, acho que você está apenas confuso com a situação. Mas você bem que desejaria ser corneado, não? Um homem humilhado tem comportamento mais coerente. Não se controla, não tem compaixão da mulher amada. Ele decide, ele chuta o pau da barraca. Você me ama, meu bem, e sabe que o meu amor por você não obedece fronteiras. Nós podemos dar vazão aos nossos desejos sem mediocridade, sem separação, sem brigas. É questão apenas de certos limites. As outras pessoas não precisam saber disso. Eu desejo te respeitar sempre.Como aprendiz de corno, fiquei muito abatido. Ela envolveu meu corpo, esfregando em mim seus peitos deliciosos. Acabamos num sessenta e nova super arrumado. Com um detalhe: havia um cheiro delicioso de porra de outro macho em sua boceta. Aquilo me fez trepar nas paredes de tanto tesão. Chupei sua boceta com o furor que nunca tive. Ela mamava minha rola com uma dedicação nunca vista. Depois de gozarmos um na boca no outro, conversamos calmamente. Eu disse a ela o que havia experimentado e gostado. Ela confessou que havia trepado com um cara espetacular meia hora antes.Ligamos para o quarto dele e aquele monumento chegou dominando a situação. Fez que nem me percebeu. Rolava uma música. Ele pegou minha mulher e começou a dançar com ela. Na medida em que se aqueciam, um tirava a roupa do outro. Finalmente pelados, ela ajoelhou diante dele e abocanhou uma rola bem criada, dura, lisa e tesuda. Acho que é o caralho mais bem acabado e grande que já vi. Mamava pacientemente, engolindo tudo bem devagarinho e se desfazendo lentamente, até que a vara novamente se elevasse pedindo bis. Depois se deitaram sobre nossa cama e se esfregaram como dois animais enlouquecidos. Eu assistia tudo com um tesão incrível. Jordão, era este o nome dele, pegou minha mulher como uma franga, colocou as pernas dela sobre os seus ombros e ela deixou bem visível e peladinha sua pomba vermelha louca por caralhos bem nutridos. Ele, com magia de mestre, empinava o caralho, batia com ele a porta da boceta dela e repetia a cena. Era maravilhoso imaginar que daí a pouco minha mulher estaria penetrada com aquela ferramenta maravilhosa. Depois se desfizeram da posição. Ele botou ela de quatro sobre a cama e mandou que eu lubrificasse o rabo dela para ele penetrar. Fiquei com pena e disse a ele que minha esposa não agüentaria aquela manguara. Ele mandou que eu me calasse e fosse obediente. Lambi o cuzinho de minha mulher o melhor que pude. De vez em quando metia língua, para abrir ainda melhor o caminho. Finalmente veio ele, aquele cavalão metendo firme no rabo dela. Ela gemia, ele comandava a situação, até que entrou tudo. Eu não perdia cada cena e percebia como minha esposa estava feliz dando para um macho safado, impiedoso, metedor. Finalmente gozaram como cavalo e potranca. Ele foi vagarosamente retirando o caralho do rabo dela. Depois mandou que ela se deitasse de costas e ainda o enfiou na xana. Retirou-o dali e espremeu ainda muita porra quente e grossa sobre aquela boceta em brasa. Olhou-m
e e foi logo ordenando que faxinasse, que lambesse tudo, que fizesse o acabamento. Fui ao delírio no meu trabalho e, quando menos imaginava, trepei sobre ela e gozei como todo corno safado goza depois que o Ricardão encerrou o primeiro ato.Nunca mais tive coração para repreender minha mulher. Adotamos um código de ética, para não dar bandeira. Hoje eu virei profissional em descobrir caralhudos potencialmente metedores para ela. Claro que tudo com minha presença e dentro de absoluto sigilo. Agora espero o momento de armar um encontro dela com Rafael, o fortão descolado. Já o vi na sauna do clube. Além de forte, ele tem uma senhora rola que tomba para o lado de tão grande, quando ele se deita na espreguiçadeira.Meu casamento hoje é mais interessante, porque a gente pode conversar sobre tudo o que dá tesão, sem falsa modéstia. Aguardo opinião dos nossos amigos leitores.                                                                 

Aventura de carnaval parte 1

Olá seus putos e putas, hoje contarei uma aventura que rolou quando namorava que foi umas das transas mais fodas que já tive num carnaval que terei que repartir por que foi muita coisa louca no carna de 2007. Aconteceu na semana de carnaval que ao invés de pular carnaval preferi ir para um clube campestre que tem na região metropolitana aqui da minha cidade, e acampei durante os 4 dias de festa, e foram quatro dias de pura putaria, uma metida melhor do que a outra que marcou minha juventude. Nessa aventura de carnaval estava eu e a minha ex Isabel, um primo meu chamado Tulio e a sua namorada chamada Flavia, todos os nomes fictícios.O clube fica numa cidade vizinha da minha que da mais ou menos 2Hrs de viagem e que caso lá estivesse chato (que seria impossível) a cidade também tinha um ótimo carnaval então daria caso quiséssemos pular carnaval lá, bom o lugar é lindo é uma fazenda onde tem uma represa com cachoeira e um rio cristalino piscina natural e tudo mais. É tudo muito bem cuidado lugar para armar barraca não falta fora que tinha uma estrutura top com restaurante e banheiros com chuveiro quente, áreas de churrasco espalhadas pelo campo verdinho, um salão com bebidas e musica ao vivo, piscinas e saunas, perfeito pra descansar e transar muito ao ar livre.Eu e meu primo combinávamos essa viagem há muito tempo somos como irmãos mais de 25 anos de amizade e sempre planejávamos algo do tipo quando tínhamos 15,16 anos. Tulio é meu primo hoje com 30 anos na época tinha 21 ele é alto 1,81 de altura 79 kg branco com o corpo normal e seu pau tem 18cm e grosso, na época ele namorava a Flavia espetáculo de mulher morena de 1,65 de altura e 63 kg corpo perfeito, peitinhos durinhos e redondos cinturinha chapada e um bumbum empinado 20 aninhos super gente boa nos 4 se davam muito bem. E claro a minha ex ela é linda branquinha de cabelos preto e liso que batia no bumbum peitos grande e bumbum de médio pra grande redondinho com marquinha de sol.1º Dia Sábado de Carnaval:Combinamos de sair cedo pra não pegar transito e escolher um dos melhores locais do lugar, e saiamos às 05h00min da manha com planejamento de chegar lá no máximo as 07h00min, puro engano teve uma batida na estrada que nos atrasou em 1 hora ficamos literalmente parados. Eu e a Isa éramos como animais no cio não importava o lugar sempre ficávamos excitando um ao outro e sempre rolava altas trepadas em lugares inusitados. E não foi diferente no engarrafamento já estávamos a uns 20 min esperando quando eu desço o banco pra descansar viro e olho pra ela já com a cara de safada de sempre dela, já sabia que ela ia fazer algo, mas fingi de nem tinha percebido.Estava tocando uma musica na radio e ela veio falando que estava com calor e tratou de tirar a calça legging porque como os vidros do carro eram escuros não teria problema nenhum dava pra ficar de boa sem se preocupar. Só com a calça ela já estava um tesão por que deixava a bucetinha dela bem estufada e a sua bunda bem a mostra já que quando usava esse tipo de calça fica só de calcinha fio dental. E que calcinha sexy nunca tinha visto ela com ela comprou só pra ocasião minúscula e veio me mostrando e perguntando o que tinha achado, falei nada só mostrei o volume que meu pau que já era visível na bermuda.Ela me solta adoro quando você fica excitado assim parece que você é ligado nos 220 v, o que não deixa de ser uma verdade rsrs, ela se virou pra mim com as pernas abertas alisando e mostrando o bucetão dela que visão, 8 maravilha do mundo! Ela começou a se masturbar alisando a e enfiando a mão por dentro da calcinha e levantou o seu top pra mostrar aqueles peitos lindos de biquinho rosa durinhos de tesão na hora tentei ajudar mas ela não deixou só queria me provocar e conseguiu kkk. Vendo ela se masturbando e não podendo fazer nada era um crime então pra provocá-la coloquei meu pau pra fora todo melado já por causa do tesão, e comecei a alisar a cabecinha rosa e ao mesmo tempo olhando pra ela.Pedi para ela tirar a calcinha que fez na mesma hora a posição que ela estava dava pra ver tudo ate seu cuzinho piscando de tesão, implorei para por a mão, mas ela não deixou disse que era só um aperitivo para o carnaval, isso me deixou louco de tesão mal podia esperar pra saborear aquele melzinho da bucetinha dela nesses quatros dias de carnaval. Depois de uns 30 min vendo ela se masturbando meu primo bate no vidro e acabou vendo a cena eu de pau pra fora e a minha namorada pelada se masturbando, eu e ele tínhamos muita intimidade, mas foi a primeira vez que ele viu a Isa pelada e literalmente com tensão.O tesão estava tão grande que nem nos demos ao trabalho de tampar e já fui abaixando o vidro e vi que ele ficou com tesão, ele veio me falar que já íamos começar a andar e era hora de parar com a festinha particular porque estava louco pra chegar ao clube. Ele foi para o carro dele e seguimos viagem, Olhei pra Isa e a vi sorrindo com cara de que íamos aprontar e muito nesse carnaval. Chegamos lá as 08h15min e fomos procurar um lugar mais distante onde teríamos mais privacidade achamos uma no topo onde a vista era perfeita via todo o lugar as montanhas e tinha uma ótima estrutura perto da gente.Eu e o meu primo foi armar as barracas enquanto as meninas estavam tirando as coisas dos carros, colocamos uma perto da outra com uma distancia de uns 2m uma da outra, quando estávamos terminando de arrumar a dele ele puxou o assunto do carro: Estava bom lá no engarrafamento hein viado, sorri e disse estava mesmo gostou do que viu? Ele riu e disse tão boa quanto a minha não tinha segredo entre nos éramos como unha e carne, falávamos de tudo desde sempre não existia vergonha já mostrei foto das minhas transas, das minas que pegava e ele também ate ficar pelado um na frente do outro já rolou isso pra nos era normal. Com as barracas arrumadas e tudo guardado fomos da um role no local e decidimos dar uma nadada no rio, levamos umas cervejas e trocamos de roupa. Partimos para o rio/cachoeira foi uns 20 min de caminhada as meninas na frente e eu e ele atrás conversando e vendo elas de fio dental só tampando o cuzinho que bunda linda lisinha e durinhas as meninas foram só na provocação uma apertando a bunda da outra empinado e provocando a gente. Chegando lá o lugar estava vazio não tinha ninguém ainda aproveitamos a tranquilidade e ficamos mais a vontade a Isa é adepta ao Topless e aproveitou que como só estávamos nos quarto perguntou a Flavia se não estaria a fim de fazer junto com ela. Flavia ficou meio sem graça já que eu a Isa estava lá, mas como éramos bem próximos e a Isa insistiu então ela topou. As duas tiraram e que cena dois peitinhos lindos com biquinho durinhos por causa da agua gelada e com marquinha de sol eram realmente duas gatas o Tulio olhou e disse é primão esse carnaval vamos aproveitar o máximo fazer tudo o que sempre combinamos falei com certeza primo será um carnaval foda como muito sexo e putaria.Nos dois já estávamos loucos de tesão dava pra ver pelo pau marcando na sunga não hesitei e tirei a minha sunga e falei bora nadar pelado mostrando a rola dura para eles o túlio levantou e disse tirou as palavras da minha boca baixando a dele os dois de pau duro mostrando para as meninas, Isa não pensou duas vezes e tirou seu fio dental e jogou ele na minha cara, logo em seguida foi a vez da Flavia que já estava mais solta e tesuda com a cena foi e faz o mesmo. Íamos transar os 4 ali naquele rio começaríamos bem o nosso carnaval pulamos na agua e cada um agarrou a sua gata e começamos a sarrar a beijar e começou com mão aqui mão ali e Isa me masturbando por debaixo da agua e eu fazendo o mesmo, vi que meu primo já estava metendo na sua namoradinha gostosa por trás ela gemendo e o chamando de cachorro fiquei com mais tensão ainda peguei a Isa e segurei as pernas dela que estava mais leve por causa da agua e encaixei meu pau naquela buceta gulosa e quente dela e comecei a meter gostoso na minha vadia puxando o cabelo dela pra trás e mordendo seu pescoço beijando seus peitos ele g
emendo gostoso e me arranhando de tanto prazer, de repente vejo aquela gostosa da Flavia saindo da agua d4 na minha cara que buceta linda rosinha e carnuda pensei na hora que tínhamos que fazer um swing olhei para o meu primo e sem falar nada ele já tinha percebido o que eu queria e concordou com a cabeça pois ele já tinha visto a Isa e com certeza ele também queria sentir como é foder aquela gostosa.Enquanto eu metida na minha safadinha gostoso dentro da agua falando putaria no seu ouvindo Tulio e Flavia já estavam fora da agua metendo em cima da grama fazendo um maravilhoso papai e mamãe deu pra ver o pau dele entrando e saindo e ela gemendo gostoso mostrei pra Isa e ela disse que não poderíamos perder pra eles em exibicionismo minha safadinha sabia das putaria saiu da agua e ficou de 4 na frente do Túlio com a buceta na cara da Flavia que ate a agua chegou a cair neles ele não resistiu e meteu um tapão que deu pra ouvir longe minha vadiazinha gemeu gostoso e deu uma rebolada para os dois.Deitei na toalha do lado dos dois e mandei ela vir pular no pau do macho dela, que veio correndo e começou a cavalgar gostoso como ela sabe sentar, sobe desce sem cansar reboa vem de frente de costa ela é profissional na cavalgada, Flavia vendo aquilo percebeu que rolava uma disputa virou de 4 como uma cadelinha no cio e mandou o túlio enfiar tudo socar forte mas antes dele obedecer a Isa pegou no pau dele e punhetou um pouco deixando o meu primo louco pra foder ela também, a cabeça dele estava inchada de tanto tesão ela foi alisando aquela cabeça e pulando no meu pau como uma puta depois pós na portinha da bucetinha da Flavia e começou a pincelar deixando ela cheia de tesão, ela virou pra mim e me lascou um beijo molhado de tanto prazer.Que boca deliciosa já imaginei como seria essa boquinha rosa me chupando e o Tulio enfiou com tudo fazendo ela soltar uns gemidos de prazer, enquanto ele fodia ela a minha acariciava suas bolas ao mesmo tempo que rebolava no meu pau cada fez mais rápido ate que não aguentamos mais e gozei dentro daquela buceta quente jorrando 3 longos jatos de porra pra dentro da minha amada deixando ela louca de tesão e gozando comigo. Enquanto estou no prazer total só escuto Tulio e Flavia soltando um delicioso gemido de prazer eles acabaram de gozar caímos os 4 e ficamos ali por uns 10 min sem dizer nada só recuperando o folego. Bateu uma fome e então fomos para o acampamento que no meio do caminho Flavia e Isa se viraram e disseram que querem repetir a experiência hoje na barraca mas que dessa vez vamos fazer de tudo. Olhei pra ele e rimos e que começaria ali o nosso carnaval inesquecível.E foi assim a nossa primeira manha de um carnaval onde 4 amigos num clube campestre decidimos meter ate cansar. Mal posso esperar pra dividir como foi a nossa noite dentro da barraca ate lá seus putos e putas safados(as) do caralho…

Chuva dourada na sala de aula

Na escola minha grande paixão era uma professora de biologia. Loira de bundinha arrebitada e peitinhos empinados com mamilos que sempre estavam eriçados parecendo que iam furar a blusa. Um dia ela organizou um acampamento, e eu resolvi ir. Chegamos no final da tarde, montamos as barracas, jantamos e mais tarde fomos dormir. A lua iluminava tudo, todos dormiam, menos eu. Estava olhando a paisagem quando eu vi a professora saindo da outra barraca, com cuidado para não ser percebido fui atrás dela. Parou em baixo de uma árvore, fiquei espiando, ela usava apenas uma camisa longa. Ergueu a camisa e vi que não usava calcinha, ela se abaixou e começou a mijar. De onde eu estava eu podia ver tudo, o xixi saía da boceta da professora em grande quantidade, uma enxurrada de mijo se formou. Excitadíssimo, comecei a bater uma punheta e nem percebi que ela havia acabado e que se aproximava de mim. – O que você está fazendo aqui? Disse-me ela olhando para o meu cacete duro que até pingava de tanto tesão.- Eu não conseguia dormir e vi quando você saiu da barraca para fazer xixi, e fiquei espiando, imaginando que você mijava em cima de mim. Falei para ela. – Você é um pervertido! E voltou depressa para sua barraca.Nos evitamos até o fim da excursão.Depois de um tempo, após ter acabado a aula, a professora me chamou. – Quero conversar com você. Esperou que todos saissem e fechou a porta da sala. Ficamos sozinhos e ela com jeito de sacana me falou: – Desde aquela noite no acampamento eu fiquei pensando no que você disse sobre imaginar eu mijando em cima de você, fiquei excitada com essa idéia.Ela sentou-se sobre a mesa, usava um vestido leve. Alisando as coxas e a xoxota, falou: – Vem aqui, chupa minha bocetinha. Levantei o vestido da professora e acariciei suas coxas, tirei a calcinha que estava completamente encharcada e enfiei minha língua entre suas pernas. Ela segurava minha cabeça e puxava com força, como se quisesse enfiá-la em sua boceta. Peguei um dos seios e apertei o mamilo entre meus dedos. Gozou, e o suco escorreu em minha boca.- Agora você merece uma recompensa por ter me feito gozar tão gostoso. Dizendo isso, ajoelhou-se abrindo minha calça, e colocou meu pau em sua boca, chupando com vontade, deixando-o completamente coberto com sua doce saliva. Quando eu estava quase gozando, ela mandou-me deitar no chão, eu obedeci. Ficou em pé sobre meu corpo abrindo bem as pernas, e começou a mijar gostoso em cima de mim.A sensação do jato de urina quente atingindo meu peito era incrível, o xixi clarinho parecia água saindo de uma fonte. Ela terminou mijando em cima do meu pau. Quando o xixi acabou, ela se abaixou e novamente colocou meu cacete molhado em sua boca macia e não agüentei, golfadas de pôrra encheram a boca da professora e a safada engoliu tudo, como se fosse iogurte com mel.Sou de Sorocaba, e meu grande fetiche é ver mulher fazendo xixi, se você também gosta de urofilia ou se alguma leitora quiser satisfazer meu fetiche mande um e-mail pra mim.

E o LOBISOMEM NÃO DEU Conta da Loirinha

Numa pequena cidade no Sul do Tocantins, chamada Gurupi, existe uma mulher que é uma verdadeira máquina de fazer sexo. Vamos chamá-la de MF. Ela tem cabelos loiros, é baixinha, tem uns peitos muito apetitosos e gostosinhos, lindas pernas, grossas e bem torneadas, tem 27 anos de pura sacanagem, a safada adora dar e sua fama de vadia é bem conhecida. Embora fosse casada a kenga dava pra todo mundo e mais um pouco. Vou contar uma das suas inúmeras aventuras que ela mesma me contou, pois também dou umas comidas nelas de vez em quando.

A barraca do paraiba 6, Allan toma gosto pela coisa.

>>Allan voltou para casa depois de passar algumashoras na barraca do paraiba fazendo o que nuncaimaginara fazer na vida…Para entender melhor leiao conto anterior onde allan paga uma dívida que tinha com o sorveteiro nordestino.Allan estava muito cansado do ocorrido a tarde e logo foi dormir.No dia seguinte Allan acordou emal levantou já estava pensando na rolona preta que havia chupado na tarde anteriore foi tomar banho e durate o banho imaginava chupando o pau velho nordestino tarado e ficava com água na boca ao imaginar chupando a coisa preta e babandono salgadão gostoso do paraiba não resistiu e bateuuma punheta imaginado mamar o paraiba novamente.Allan precisava estudar para a faculdade e lembrou de pegar seu notebook que estava no quarto da irmãque ficava ao lado do seu na mansão onde ele residia e foi pega-lo.chegando no quarto da irmã ainda com a rola donegão em mente , antes de pegar o notebook queestava na escrivaninha olhou para o quarto da Irmã que era todo azul e rosa a decoração e se imaginou agachado e chupando o paraiba no quartoda irmã onde estava e pela primeira vez se imaginou no lugar de uma menina fazendo chupetapara um negão em um quarto e logo estava com o pintinho minisculo duro novamente agachadinho tocando uma e lambendo os lábio ebabando imaginado estar com a jeba preta do velho paraiba na boca.Foi então que olhou para o lado e viu o guarda roupa da irmã com o posterda Katy Perry impresso , pois sua irmã era fan da cantora americana,e logo teve uma ideia genial…levantou e abriu o guarda roupa da irmã e se deparou com as maravilhas que ele poderia fazer para matar o tesão da rola preta do sorveteiro.haviam varias roupinhas de pat. Vestidinhos,blusinhas,pulseiras cintos, sainhas,bolsinhas…foi então que abriu uma das gavetas e lá estava o que ele mais esperava ver ,as calcinhas da irmã…tinha de varios modelos , fio dental , combabadinhos,calcinhas shorts , calcinhas borboletase até as que tem só um fiapinho atráz que sua irmãcomprava para usar com os namoradinhos.>>>As calcinhas da irmã Allan esperimentou uma calcinha e foi se ver aoespelho,empinou a bundinha branca e logo percebeu que precisaria de um saltinho,então abriu a sapateira e pegou um salto 15 escarpin rosa etornou a arrebitar a bunda e dessa vez viu que estava bem menininha de saltinho e calcinha e logo deu umas desfiladas pela casa para pegar jeito de andar como menina.Pegou também um sultien com bojo pois sua irmã quase não tinha seios e vestiu, colocou uma blusinha , um shortinho jeansbem curtinho desfiadinho na bunda que a irmã usava para ensaiar dançando funk, só que esse shortinhoda irmã era de quando ela era mais jovem e ficoubem apertadiho e colado na bundinha de Allan e a poupinha da bunda ficou toda de fora.Por fim pegou um batonzinho cor de uva e pintou a boca.Estavamuito contente em estar no quarto da irmã e ficandoigual uma menininha e pensando na rola preta do paraiba. E podia fazer isso sem se preocupar pois A irmã estava em outra cidade passando férias na casa de uma tia e só voltaria em duas semanas.Foi então que pensou em se vestir com as roupinhas dairmã quando for visitar o sorveteiro paraiba.>>>Visitinha surpresa na barracaDois dias depois Allan foi até a barraca para saber quando ele poderia voltar para mamar o pau cremosopreto do sorveiro novamente ,estava com muito tezãoe sedento por rola preta pois havia gostado muito demamar no picolé de chocolate do velho paraiba.Paraiba estava embalando sorvete quando viu Allan chegar…Oi branquinha!disse paraiba. entra aqui pra vc me ajudar…Paraiba pediu para allan fazer café como da vez anterior enquanto ele terminava de embalar os picolés, pois estavaatrasado com o serviço…Allan fez o café para o paraiba e foi servi-lo…oh branquinha vc está virando uma meniniha mesmo heim!senta ai que daqui a pouco vc vai me fazer um boquetão bem gostoso…Allan riu e disse que estava já com agua na boca. Então eu vou fechar a barraca paravc me mamar até eu gozar na sua boquinha rosada seu viadinho! Branquinha puta de negão do caraio!!Seu paraiba antes de mamar o senhor eu quera te mostraruma coisa , disse Allan… O que branquinha? disseparaiba…Queria te mostrar umas fotinhas…Umas fotos branquinha de quem, sua ex namoradinhapelada mostrando o bucetão?!…Não seu paraiba umasfotinhas que eu tirei usando umas roupinhas da minhairmã, e mostrou mais de 20 fotos fazendo pose , e até umas com o dedinho na boca pintada cor de uva…Paraiba ficou louco de tezão e pôde reconhe-lo pois Allan não cobriu o rosto…Você está igualzinho uma mulher branquinha!!! Eita peste, olha essa calcinha vermelhatem só um fiapinho!!E dizendo isso já tirou a rolona preta pra fora e começou a alisar vendo as fotos de Allanvestido de mulher…Allan só se abaixou e começou amamar no cacete do velho tarado que estava morrendo de tesão vendo as fotos do viadinho vestido com os modelitos da irmã…Caraio branquinha vc parece uma bonequinha vestido de mulherzinha hummm diliçaaa!!!Allan caprichava no boquete e chupava até a metade depois passava a boca por fora do pau do sorveteiroe chupava as bolas também, levando o velho tarado aodelirio.Ahhhhhhhhh vou gozar caraiooooo!!!E encheua boca de Allan de porra que se deliciava com a porra do negão na boca…Vai viado limpa meu cacete e continua chupando não para não , vc me fez gozareu vou querer chupeta de novo seu viadão! Euchupo meu negão o qanto ele quiser! Disse Allan.Deixa meu cacetão duro de novo branquinha gostosa!!Allan deixou o cacete do paraiba em ponto de bala novamente e paraiba disse…Perai que eu vou dar um docinho pra vc branquinha…Dizendo isso pegou uma bisnaga de cobertura de sorvete e passou na rola preta dura como pedra…Allan quando viu lambeu os lábios e e foi logo abaixando e se preparando para chupar bastante de novo…Tem mais foto aquibranquinha? tem sim paraiba,disse Allan se levantando e mostrando uma nova pasta de fotos vestidinho de menina…Agora abaixa que eu fuder a sua boca, disse paraiba …Allan abaixou novamente e pos a lingua pra fora e paraiba esncostou a rola preta com cobertura de morango…vai branquinha pega seu docinho e come! Não deu mais 10 minutos e paraiba estava jorrando porra de novo na boca do rapaz que agora já estava pra virar uma mulherzinha de mão cheia.>>Depois de fazer o sorveteiro gozar duas vezes e comer bastante cobertura de sorvete allan foi embora mas paraiba disse pra voltar logo no outro dia vestido de mulher assim como nas fotos que elequeria mais chupeta , só que agora ele queria que abranquinha estivesse de mulherzinha para mama-lo.Allan disse que voltaria sim e iria trazer umas roupinhas na mochila e mamar bastante no pauzão dele .Allan estava com vontade e curioso para saber como que era dar o cú , mas para não ser arrombado na primeira vez , resolveu treinar antes pois a rola do paraiba era enorme e podia machuca-lo.Pegou o carro e foi até o centro da cidade pois a mansão de praia onde morava era um pouco afastadada cidade…Na sexshop comprou um consolo preto de20cm ,mesmo tamanho da rola do paraiba e disse pra atendente que era para brincar com a namorada pois ela tinha tara por paus negros , claro que não coloupois a atendente logo viu que era pra ele mesmo enfiar no toba rssss,mas claro não falou nada…chegando em casa vestiu umas roupinhas sex e colocou o vibrador com a ventosa no chão,pasou um creminho e começou a sentar…No começo estava meioque queimando mas logo já agasalhava quase a metadepara dentro do cú pois o creminho que comprara juntocom o consolo era muito bom…Seu pintinho ficava duro e Allan se masturbava olhando no espelho o pau preto de borracha entrar até o talo…Se deliciava e cavalgava no pau preto como se se sempre houvessefeito aquilo.>>>paraiba põe no rabo de AllanPassado 3 dias depois da última visita de Allan na barracado paraiba, Allan já estava acostumado a sentar no caralhopreto de borracha e não via a hora de visitar o velho da barraca novamente.Allan então sem avisar resove ir até a barraca.Se vestiu de mulher e colocou uma roupa de home
m por cima ,pegou uma sacola e colocou uma sandália plataforma rosa da irmã e foi para visitar a barracado paraiba.Era umas 8 da noite e paraiba estava tomando banho.Bateuna porta e chamou o velho sorveteiro e que logo já respondeu e jáfoi abrir a porta: Até que enfim vc veio branquinha!! Eu to loco de tesão , cadê as roupas de mulher que vc vai usar?–Está por baixonegão , ja vou mostrar…E entrou no banheiro tirou a roupa de homem, calçou a plataforma e pintou a boca de baton vermelho…Abriu a porta e saiu rebolando com a bunda empinada vestindo um shortinho rosa dealgodão bem curtinho, uma blusinha tomara que caia também rosa,sultien com bojo por baixo para simular uns peitinhos durinhos,uma meia feminina cano longo tudo rosinha…Paraiba olhou e não acreditava no que estava vendo…Allan encosta em paraiba e ficarebolando a bundinha em seu pau, que estava vestido só com a toalha…o shortinho era tão curto que paraiba podia ver toda apoupinha da bunda empinadinha de Allan esfregando em sua rolaque já estava em ponto de bala, paraiba já havia tirado a toalha e batia com o pau duro no bundão empinado de Allan. Ahhh branquinhaputa tu vai levar uma surra de rola nesse bundão de mulher empinadosua vagabunda, toma paulada na rabo toma!!Allan então vira e começaa punhetar paraiba que vai a loucura…Hoje eu vou dar um trato no meu negão gostoso, diz Allan pasando a lingua nos lábios…Começou a mamar gostoso mas logo em seguida parou para o velho não gozar e tirou o shorts mostrando a calcinha vermelha fio dental para paraibaque ficou de queixo caido,´pois não havia nenhuma diferença para a bunda de uma mulher…Allan então subiu na cama velha de solteiro do paraiba ficou de quatro, puxou o fiapinho da bunda pro lado e disse:—Vai paraiba pode botar aqui , faz de conta que o senhor vai comeruma buceta. Paraiba encostou e começou a bater a cabeça da rola bemna entrada do rabo de Allan…Quer dar o cú viadão,eu vou por tudo pra dentro do seu rabo igual eu fiz com a sua namorada puta…Ecomeçou a bombar no rabo de Allan que não via nehuma dificuldadeem acasalhar todo o pau do paraiba pois já havia treinado antes…Aiiiiiiiii caralho que cú gostoso da porra!!!! é tão apertado que parece uma buceta!!!Ahhhhhh branquinha rapariga do cú apertado!!!!Allan rebolava e fazia vai e vem na rola do paraiba ficandosomete as bolas de fora…Paraiba então tira do rabo de Allan e dápra ele chupar…Vai,sente o gosto do seu cú no meu pau seu viadinho!!Paraiba goza na boca de Allan e e dá vários tapas na bunda do rapaz…Viadão da porra , não vou mais sentir falta de buceta metendo no seu cú agora. logo Allan estva deixando o pau do paraiba duro novamentee fazendo tudo de novo até o velho tarado ficar bem satisfeito.   

LAURA ACAMPANDO NA PRAIA

……………………….SAFADA………………………………ME CHAMO LAURA , 27 ANOS , CORPO GOSTOSO PEITINHOS E BUNDONA ,CABELOS CURTOS , SOU UM POUCO QUE CHEIINHA MAS GOSTOSA E MUITO DELICIOSA , SOU MENINA PERVERSA , BISSEXUAL ASSUMIDA , ADORO FUDER COM MULHERES , HOMENS , CASAIS , GAYS QUE COMA UMA BUCETA , BEM MAS O QUE VOU RELATAR AGORA FOI UMA AVENTURA QUE VIVI NAS MINHAS FÉRIAS DE DEZEMBRO PASSADO , BEM TRABALHO EM UMA CIDADE LONGE DA PRAIA , MAS EU ESTAVA A FIM DE IR A PRAIA E FICAR ALGUNS DIAS ,MAS A GRANA É CURTA , ENTÃO DECIDI QUE IRIA ACAMPAR , POIS MUITAS PESSOAS ACAMPAM , E DA UMA SEGURANÇA MAIOR PRA GENTE , RESOLVI QUE IRIA MESMO , COMPREI A BARRACA E SOZINHA ME ORGANIZEI , PELA NÉT EU ENTREI EM CONTATO COM PESSOAS QUE ESTARIAM ACAMPANDO TODOS TÍNHAMOS UM LOCAL PARA ACAMPARMOS , ENTÃO CHEGADO O DIA PARTI COM BOLSAS , CONTENDO MEUS PERTENCES , CHEGANDO LÁ ERA UMA GALERA MUITO BACANA , NOS ORGANIZAMOS E MONTEI MINHA BARRACA EM UM LUGARZINHO SHOW , E COMECEI ,PRIMEIRO DIA SOL E PRAIA , SEGUNDO TAMBÉ , JÁ CONHECI UM CARINHA BACANA , NO TERCEIRO DIA CHUVA E NADA DE PRAIA ENTÃO COMO EU CONHECI O MURILO DE 26 ANOS ELE VEIO NA MINHA BARRACA E CLARO DEIXEI ENTRAR POIS CHOVIA E ERA PRA DUAS PESSOAS , SENTAMOS E CONVERSAMOS POR UM TEMPO ,MAS O SAFADO ESTAVA DE SHORT E O PAU DELE DURO EU DAVA UMAS MANJADAS NA VARA , ACHO QUE ELE FEZ DE PROPÓSITO , ENTÃO ROLOU UM BEIJO ELE DISSE VAMOS TOMAR BANHO DE CHUVA EU TOPEI ELE SAIU EU TIREI O SHORT E CAMISETA FIQUEI DE BIQUINE , ALIÁS BEM COMPORTADO E FOMOS PARA A CHUVA , MAS O INTUITO ERA OUTRO EU ACHAVA , E TODAS AS BARRACAS FECHADAS , NÓS FOMOS EM DIREÇÃO A PRAIA , UM LUGAR SOSSEGADO , ELE ME ABRAÇAVA E BRINCAVA , DISTANCIAMOS UM POUCO DAS BARRACAS , ELE COMEÇOU A ME PEGAR MAIS FORTE ENCOCHAR NA VARA DURA EU CLARO COM A BUCETA PISCANDO , CHEGAMOS EM UMA PEDRA ELE ME ABRAÇOU E ME BEIJOU A BOCA COM TESÃO EU RETRIBUI , ELE TIROU MEUS PEITOS PRA FORA , MAMOU OS DOIS COM FOME EU COM UM TESÃO DO CARALHO , PEGUEI NO PAU DELE DURO E GROSSO ,ENFIEI A MÃO POR DENTRO DO SHORT UAU , GROSSO MESMO , ACARICIEI AS BOLAS , ELE FOI TIRANDO MEU BI QUINE ME DEIXOU NUA , OS PINGOS DÁGUA ESCORRIAM EM NOSSOS CORPOS E O TESÃO FERVIA NA PELE , ELE DESCIA A BOCA NO MEU CORPO ENCOSTADO AS PEDRAS , SENTI A BOCA DELE ENCOSTAR EM MINHA VULVA FERVENDO , A BOCA FOI ENCOSTANDO E DE REPENTE COLOU NA MINHA VAGINA , BEIJOU COMO SE FOSSE UMA BOCA ENFIANDO A LINGUÁ PRA DENTRO EU ABRI AS PERNAS DE TANTO TESÃO , NÃO SATISFEITO ELE ENTRA EM MEIO AS MINHAS PERNAS E , LAMBE MEU ANUS QUE VCS SABEM FICA PISCANDO DE TESÃO , INTELIGENTEMENTE ENFIOU A LINGUÁ ATÉ ONDE CONSEGUIU DENTRO DO MEU ORIFÍCIO TRASEIRO , EU ME CONTORCI TODA , DEPOIS DE SABOREAR MINHA VAGINA E ANUS , ELE SE LEVANTOU E DE PÉ ME AJOELHOU , EU ENTÃO OLHEI FIXA PARA AQUELE PÊNIS DE NO MÁXIMO 16 CM , MAS GROSSO E UM SACO PEQUENO COM DOIS TESTÍCULOS PEQUENOS , ENTÃO ENCOSTEI A BOCA E FUI ENGOLINDO ELE SEGUROU MUNHA CABEÇA E DEIXOU EU ENGOLIR , REALMENTE ERA GROSSO , POIS TIVE UM POUCO DE DORES NA MANDÍBULA , POIS FICOU MUITO ABERTA MINHA BOCA , MAS DEPOIS DE SUGAR BEM O PÊNIS DELE , TINHA QUE SUGAR OS TESTÍCULOS , ENTÃO LEVEI A BICA AO SACRO ESCROTAL E CONSEGUI PEGAR COM A BOCA O TESTÍCULO ESQUERDO , MAMEI , DEPOIS LEVEI A BOCA AO DIREITO , PEGUEI NA BOCA E SUGUEI , MAS O TESÃO SERIA OS DOIS DENTRO DA BOCA , ENTÃO ENCAIXEI A BOCA POR BAIXO E RECEBI O SACO COM OS DOIS TESTÍCULO NA BOCA , ENGOLI ATÉ O PÉ , MAMEI E SOLTEI , SEI QUE ELE GEMIA DE TESÃO, FOI AI QUE ELE ME COLOCOU EM PÉ COM AS MÃOS NA PEDRA E POR TRÁS ME SEGUROU NO QUADRIL E ME PENETROU A VAGINA , EU SENTI QUE AQUELE GROSSO PÊNIS ME ENCHEU A VAGINA EU DELIREI NAQUELE VAI E VEM , ALI ME DERRETI TODA E GOZEI NAQUELE CACETE , ELE ME ENCHEU DE ESPERMA , QUANDO ELE TIROU PRA FORA QUE ABRI AS PERNAS CAIU AQUELE MONTE DE ESPERMA NO CHÃO ENTÃO VI O TANTO DE LIQUIDO QUE ELE COLOCOU DENTRO DE MIM , MAS COMO TOMO INJEÇÃO DE ANTICONCEPCIONAL, DEPOIS DISSO FIQUEI MAIS 20 DIAS LÁ , E FIZEMOS UM MONTE DE SACANAGEM , O SAFDO ME COMEU ATÉ O CUZINHO , GOZOU NA MINHA BOCA , BUNDA , PEITOS , NO CUZINHO E NA BUCETA , ATÉ O ULTIMO DIA ELE ME COMEU , PRA FALAR A VERDADE NUNCA TINHA VISTO ELE , NOS DESPEDIMOS EU FUI PRA MINHA CIDADE E ELE PRA DELE NUNCA MAIS O VI , MAS FUDEMOS MUITO OU SEJA TODOS OS DIAS QUE FIQUEI LÁ COM ELE , TENHO AVENTURAS ALUCINANTES FORA ESSA .

E MONGUAGUA

Sou universitario de uma faculdade muito famosa de São Paulo estou cursando o segundo ano de turismo,faço estagio num parque tematico de diversão de São Paulo , sou negro , tenho 28 anos , olhos negros,sou muito simpatico, romantico e atraente. No ano de 2003 no mês de outubro, novembro estava estudando para entra na faculdade de São Paulo publica e particular, no começo de dezembro comecei fazer as provas para entra na faculdade o curso que escolhir foi turismo ,mas umas da faculdade foi para a segunada fazer e era a USP(UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO) só que não conseguir passa por causa de meio ponto , mesmo assim não fiquei triste por que tinha passado numa faculdade particula de São Paulo que tem um conceito muito bom na minha area que e turismo.Apos passa esses meses outubro,novembro e dezembro o mês de janeiro so foi alegria , diversão meus amigos que mora perto da minha casa me chamou para passa o carnaval na praia de monguagua eu , reclamei por que só vou para a praia grande que monguagua e sem graça não tem nada. Então quando chegou aquela semana de carnaval tudo mundo agiatado para descer ,como não gosto de descer no dia ,desci no dia seguite que era sabado por voltas das 14:00 horas foi tudo tranquilio também por que moro perto da rodoviaria do jabaquara ,chegando em monguagua meu colegas vieram me busca na rodoviaria de carro , por que em casa só tem um carro que e da minha familia usar como meu pai minha e meu irmão não tenho carta de carro ,no caminho da rodoviaria para casa eles foi me contando tudo que estava acontecendo.Uns dos colega me falou de duas coroas que estava na barraca , uma loira ,morena que a morena tinah uma bunda espertacular e a loira um peito de dar inverja qualquer uma a garota , mas a noite foi chegando e foi me arruma para sair bem a vontade para ir para praia grande porque não queria paasa a noite em monguagua então foi para praia grande para barraca 36 aonde toca pagode.Quando cheguei -la encontrei meu outros amigo no pagode fiquei a noite inteira ate as 08:00 da manha, foi embora de carro com meu colega que me deixou na casa em monguagua,chegando la meu amigos estava ja de pe para curti a praia de manha e chamarão par ir com eles sem dormir, mesmo assim foi curti com eles , quando chegamos na barraca ja tinha alguma turma peguei minha cadeira e foi senta por que estavo cansado até que o local da barraca e legal o som que tocava era rappa,marcelo d2 e outros foi então que meus colegas voltarão do mar e sentarão perto de mim para toma cerveja porq ue eu gosto ainada se for bhrama eu adoro ,foi quando meu amigo carlos levantou da cadeira para pegar mas uma cerveja e pedir para o rapaz trocar de musiaca para colocar um pagodeo rapaz atendeu seu pedido.Foi então que a barraca começou a encher de gente até ele a vista as duas coroas que estava chegando ,o som começou a tocar ao pagode era zeca pagodinho e começamos a canta ,danças com as meninas que estava com a gente na casa, na aquela pogação umas da coroas que estava chegou perto da gente e começou a conversar com nos, ela se apresentou como zulmira e a irmã dela rosa , a zulmira tinha 38 anos uma morena de bunda cheia enpinada separada tm um filho de 17 anos a outra a irmão que era loira peituda de 40 anos chama rosa tem quatro filho e é casada com um italiano . A morena que eu olhava para sua bunda me chamou para dançar o pagode com ela dei uma encaxada que ela deu um gemido , depois de tanto dança que olhei para o relogio vir a hora falei para turma que vou para casa dormir por que era 14: horas e precisa de dormir a turma falou tudo bem mas tarde chegamos -la então me dispedir de todo mundo e ate da coroas e foi embora. Ao chegar na casa sozinho peguei uma cerveja tomei antes de tomar banho par relaxar um pouco porque não para de pensa na bunda da morena acabei tomando toda a cerveja tirei a roupa e foi para o banho para resfrescar um pouco mas não adiantou acabei de bater uma punheta para ela ,depois de bater tomei um banho bem gostoso me sequei e fui para a canma dormir, por volta das dez hora a turma chegou fazendo barulho na casa me acordando do sono foi ate a geladeira pegar uma cerveja .Foi então por volta das onze horas da noite eu aviso a turma que vou da uma volta pela a praia ,se eles ia falarão que mas tarde que nos se encontra na barraca , falei tudo bem, então sai da casa e comecei a ir em direção da praia so que antes parei na padaria para compra um cigarro quando entro na padaria vejo as duas coroas mais duas crianças, e a morena me reconheceu e apresentou seus sublinho pequenos de tanto papo perguntou aonde eu estava indo e falei para praia, a morena falou se eu queria ir para casa delas para toma uma cerveja e que só estava na casa ela e a rosa e os dois filhos , que o reto do povo só ia chegar de manha,respondir tudo bem vamos entrei no carro e foi ate chegar na casa delas,não demorou muito e chegou por que era perto de mas.Acasa e bonita tinha quatro quarto ,duas sala ,uma cozinha grande e dois banheiro, ja dentro da casa a morena zulmira meu deu uma cerveja e cmeçamos a conversa sobre varios assunto so que determinado momento eu pedir licença para ir aoa banheiro porque esta com vontade, ao entra no banheiro para matar vontade quem a parece e me pegar com o pau na mão,e zulmira e fala nossa como grande e grosso eu imaginei isso aquele encache que vc me deu eu deduzir que e grande e grosso eu falei tem 19 cm . Quando menos espero ela fala poso pegar eu falei que sim ela pegou fez um carinho com a mão e colocou na boca e fez um boquete dentro do banheiro e não dava para seguara o gozo e avisei ,mas ela tirou da boca e falou me come agora de quatro antes que minha irmã desse então peguei ela coloquei de quatro na privada e soquei de uam vez só ela gemeu,comecei a bomba com força ,ela falava me coma me bate goza na minaha boca chama de puta safada cevegonha de tudo que ela pedia eu fazia ate que anuciei que ia goza ela falou goza na minha cara então eu gozei muito ate cair no seu seios ate acabar a ultima gota. Foi só então quando ela limpou me pau começamos a por a roupa nos esculpa uma pessoa chamando o nome da irmão dela e ela vai ver era a vinha que chamava para a rosa ir na padaria compara cerveja e pizza ela falou que a rosa tinha ido fazer a criança dormir , a vizinha perguntou se a zulmira poderia ir ela falou que sim perguntou se eu queria ir falei que não ,então a duas foram eu fiquei na sala.Na sala assistindo televisão sozinho quem aparece rosa de biquini com aqueles peito e pergunta quem estava me chamando era a vizinha o que ela queria, queria que vc fose na padaria compra cerveja e pizza so que a zulmira foi tudo bem então vou pegar uma cerveja para nos toma certo falei que sim então foi ate a geladeira pegou a cerveja e trouxe para beber, ela perguntou o estava assistindo falei escola de samaba do rio,ela posso tira falei que sim foi então que ela abixou na minha fremte e vir seu bundão e falei nossa e grande ela escultou e deu risada de mim ,e ela pescebeu meu estado e falou ta de pau duro falei que sim ela falou deixa eu ver falaei tudo bem peguei meu pau e mostrei ela nossa com e grosso posso prova falei pode então caiu de boca nele me levando a loucura me chamando de gostoso ,quando esta presta goza ela alou me come agora antes que azulmira chega ficou de quatro no sofa me chamando vem negão gostosa então eu foi e coloquei sem do e soca sem para e mais ela pedia ate que anucieir que ia goza ela falou fgoza na minha bunada então gozei tudo ate a ultima gota do meu pau ela pegou deu beijos no meu pau e falou penas que acabou eu falei não falto seu cu ela falou hoje deixa para proxima ela saiu andando para o quarto dela foi dormi na sala quando acordei de manha estava as duas conversando zulmira e rosa olhando para minha de dando risada peguei levantei foi para o banheiro lavei o rosto despidir da dua peguei o fone para marca outro encontro que aconteceu em sao paulo e vc não imagina o que acontceu ate cu das comi, se alguma gata interessa pela minha historia no meu perfil      
                          

A barraca do paraiba 5,a volta de Allan

No conto anterior vimos que o velho paraiba se esbaldou de fuder a puta Cacau e sua amigua Drica na casa de praia junto com seu amigo Raimundo o catador de papelão.passaram se uns dias e Cacau teve de viajar para o exterior e ficar por uns meses por lá resolvendo algumas coisas e ja se passavam mais de mês que o paraiba não via a cor da buceta de Cacau e de nem mais nenhuma outra mulher pois Taizzy(que o velho tarado fudeu no primeiro e no segundo conto) também havia sumido pois estava morando com parentes em outro estado.O velho nordestino paraiba estava a perigo louco de votade de fuder uma prexequinha mas tinha de se contentar somente com algumas punhetas olhando para as bundas das moças que frequentavam a praia onde ele morava em sua barraca que ele já residia a mais de 1 ano e meio que era um trailer de lanches antigo que lhe fora cedido por um amigo que ele fez logo que chegou a Camboriú em SC.Aconteceu então que depois de varios meses Allan(que era namorado de Taizzy) apreceu novamente na praia onde paraiba vendia sorvetes onde tudo havia começado e o velho taradão havia faturado a namoradinha dele. Allan tinha 20 anos e estava afastado da praia pois não tinha muito tempo ocupado com os estudos e também por ter rompido com Taizzy sua namorada exatamente pelo motivo dela ter sido devorada pelo coroa nordestino taradão…Eis que allan chega a praia e paraiba já logo pergunta sobre Taizzy e a sua amiga Cacau e Allan responde que elas não estavam mais na cidade e que também não havia mais tido contado com Taizzy:—Que pena eu estava me divertindo muito com as duas…Eu sei…Eu sei que o senhor metia nas duas e não o condeno pois elas são verdadeiras piranhas por isso não quis mais me relacionar com a Taizzy e agora não quero nem saber o que ela faz por ai afora…—Mesmo? E me diz uma coisa, quando eu tracei a sua namorada vc ficou aqui perto da barrarca escutando eu fuder ela,e ouviu os gemidos dela quando eu fofava nela? Perguntou paraiba e logo emendou:—Ela me disse que vc largou dela exatamente por isso…—Sim eu fiquei curioso que ela estava demorando e vim ver o que acontecia aqui dentro da barraca…Disse Allan, mas mesmo assim eu a esperei e depois ainda a levei embora…Ficou curioso de ver meu sabugo preto na prexeca da sua namoradinha foi,e começou a rir…—Allan então disfarçou e pediu um sorvete. Paraiba pegou um picolé e o serviu e logo em seguida disse:—Escuta meu rapaz, o que vc acha de vir aqui dentro me fazer um agrado…Eu estou com muito tesão e faz dias que não como uma xana rosinha igual aquela da sua namoradinha e vc podia dar uma punhetada na minha caceta assim vc matava a curiosidade e ficava sabendo como a sua namorada se sentiu…Allan disse não ser gay e que não faria e pediu para o nordestino se colocar em seu devido lugar…Foi quando paraiba colocou a jeba pra fora e mostrou ao rapaz que chupava o picolé e se refrescava: Olha garoto sua namorada adorou e disse que era sabor de chocolate , tem certeza que não quer experimentar? Que isso o senhor é maluco?!! Eu nunca fiz isso na minha vida,o que faz o senhor pensar que eu sou gay??? Ahh meu rapaz vc não vai virar gay só porque vai dar uma acariciadinha na minha jeba pretona e depois ninguém precisa saber…Allan então não disse mais nada pagou e foi embora.No dia seguinte Allan voltou a barraca e disse que precisava de um favor do nordestino pois o carro dele havia quebrado e faltava 300m para chegar até a garagem mas que sozinho não conseguia empurrar e se o carro dormisse na rua mesmo que deserta seu pai iria ficar muito bravo e era capaz até de lhe tirar o carro que pra ele era de tamanha serventia para ir a faculdade que era em outra cidade…—Se o senhor me ajuadar a chegar com o carro na porta da minha garagem eu faço o que o senhor me pediu ontem…—Se eu te ajudar a levar o carro vc vem aqui depois e dá uma mamadinha na minha manguaça? Perguntou paraiba…—Chupar também? Sim eu quero uma chupetinha também meu rapaz…—Tá seu paraiba eu chupo o seu pau mas me ajuda a levar o carro logo.Não demorou 15 minutos e o carro estava na frente da garagem , paraiba disse que queria que ele fosse visita-lo no fim daquela mesma tarde. Allan tomou um banho e logo foi até a barraca que já estava fechada e paraiba estava sentado peladão em uma cadeira de balanço toda enferrujada e folheando algumas revistas de mulher pelada e pediu para Allan entrar que na mesma hora se espantou com o rolão preto do paraiba que deu uma risadinha e disse:—Hummm chegou cedo heim benzinho? E veio cherosinha igual sua namoradinha agora vem aqui pertinho de mim e da uma balançada na minha caceta pra ver como é…—O senhor sabe que eu não sou gay né e que só vou fazer porque estou em dívida com o senhor por ter me ajudado com o carro do meu pai…Eu sei minha branquinha e não vou contar pra ninguém agora vem brincar um pouquinho com meu cacete vem danadinha,dá uma balançadinha vai…Alan pegou meio sem jeito na manguaça do paraiba que já estava dura como pedra e começou a punheta-lo:—Ai caralho!! isso punheta o pauzão preto do seu macho vai menininha ahhhh está muito gostoso sua mãozinha de fada!!!Allan punhetava e não acreditava no tamanho da pica preta que ele segurava quando paraiba colocou um dedo na boca de Allan e disse que queria experimentar aquela boquinha vermelha de menininha em seu cacete:—agora começa a mamar gostoso pra mim vai igual a sua namoradinha fazia…Allan não conseguia dizer nada só obedecia e começou a colocar o cacetão preto na boca…Primeiro eu quero que você lamba meu cacete e meu saco vai , e depois que vc molhar gostoso comece a chupar…Allan obdece e da um banho de língua na rola do nordesteino que vai a loucura e quando começa a chupeta pra valer paraiba diz:—Aiiiiiiiii que boca de ceda parece a boa da sua namorada quentinha ahhhhh menininão puto do caraio vc vai ser minha mulherzinha hoje e eu vou gozar a beçaaaaaaa!!! Dizendo isso observava que Allan já chupava com maestria e enfiava a boca sem dó na rola do paraiba e babava gostoso no cacete…Allan então diz: Não estou acreditando que estou fazendo isso…Vai viado babão do caraio chupa até o seu macho gozar!!! Não demorou e paraiba encheu a cara de Allan de porra:—-ahhhhhhhhhhhhh viadim da boca de ouro !!!!Paraiba mandou Allan limpar seu cacete todo com a boca e o rapaz estava tão obediente que limpou tudo e ainda passou um pano e guardou pau preto na cueca.ficaram conversando e paraiba pediu para o rapaz fazer um café enquanto ele embalava alguns sorvetes para vender no dia seguinte…Alan colocou a agua no fogo e logo estavam tomando café e conversando…Sabe branquinha , eu vivo aqui muito só e agora que as meninas não estão mais aqui vc poderia vir aqui de vez em quando me fazer um agradinho me dando uma mamadinha gostosa como agora o que me diz? Allan disse que por ele estava tudo bem desde que ele não contasse para ninguém…—Eu venho fazer um agradinho ao senhor quando quiser e até gostei de chupar o seu pau ,mas o senhor tem que me prometer que ninguém ficará sabendo e outra eu só vou chupar mais nada…—Eu só quero chupeta ,e até a sua namorada ou a amiga dela voltar a me visitar eu vou querer que vc me chupe bastante e que tire bastante leite do meu cacete…—Quando o senhor vai querer que eu volte , Amanhã?—não amanhã tenho que ir até a cidade comprar algumas coisas mas depois de amanhã vc volta pra me chupar de novo tá bom branquinha?—Tá bom paraiba ,eu mamo o senhor quando quiser só não conta pra ninguém que eu faço isso pois na minha faculdade ninguém pode saber… Se o senhor não contar pra ninguém eu posso vir aqui te mamar quando quiser.Sim claro , eu não vou contar pra ninguém branquinha pode deixar…Dias depois Alan volta na barraca e paraiba diz que estava louco de tezão e que queria uma chupeta naquela mesma hora…Já se passava uma semana e Alan disse que não teve tempo pois estava muito atarefado com os trabalhos da faculdade mas que estava lá pronto pra mamar bastante nele naquele dia…
Faz o seguinte entra aqui e a gente vai pro banheirinho da barraca pois eu não posso fechar a barraca agora…Allan entrou e paraiba disse para o rapaz ficar no banheirinho que logo ele iria lhe dar a mamadeira preta…Alan esperou por 5 minutos e paraiba baixou meia porta e partiu para o banheirinho onde allan estava esperando…Vai chupa branquinha puta faz eu gozar logo que eu preciso voltar pro serviço…Allan chupou e logo paraiba estava gozando na boca do rapaz que continuava lambendo a porra até limpar tudo…Caramba paraiba que gostoso isso, se eu soubesse que pau de negão era bom assim eu já teria chupado a muito tempo…Vagabunda do caraio parece uma menininha falando viadão puto da peste hahahahaha!!! Agora pode ir branquinha e volta depois quando eu mandar para mamar mais o pau do seu macho.Continua…

A barraca do paraiba 4

Aconteceu entao que Cacau ia ter que ver a casa de praia de seus paisque estava fechada e ela mesmo ia alugar pra temporada,a casa ficava a 500 metrosda barraca do paraiba e Cacau ja havia deixado tudo preparado pra antes delaalugar a pedidos de seus pais que viajavam pro exterior ela iria fazer abrincadera com o paraiba e o seu amigo Raimundo, (peço que leiam os capitulos anteriores),paraiba sabia onde ficava essa casa e Cacau ja havia marcado o dia para ficaresperando os 2 negros pra ela dar pra eles…—-ahh galega rapariga vc quer 2 negao é??!!—-sim paraiba querotransar com 2 negros sujos e mau cheirosos rsss… paraiba chupava os peitinhos de Cacau—humm galegamoranguinho a gente vai te fude iguau uma rapariga de zona e depois eu vou saborear a sua priminhaaquela rosadinha de 13 ano hummmm delicia!!!—- ai seu nordestino tarado ,tarado rsss…ta bomagora deixa eu ir e amanha eu estarei esperando o senhor e o seu amigo catador de papelao lá na minhacasa de praia… Cacau disse isso e foi embora e logo em seguida foi até uma sexshop e comprou uma calcinhatamanho p que tinha só um fiapimho atras e um babyboll vermeho para usar no outro dia com os negao na casa depraia.No outro dia pela tarde umas 4 horas Cacau havia chegado a casa de praia, tomou um banho e vestiu a calcinhaque havia comprado, o banydoll vermelho, e uma sandalia de salto bem alto… entao paraiba e Raimundoentraram na casa que estava com a porta aberta e paraiba ja conehecia o quarto e seguiram pra la, empurrama porta e entraram.Cacau estava de costas olhando o espelho e passando creme nas pernas…—oi senhores jáchegaram? paraiba e Raimundo ficaram de queixo caido vendo uma escultura em suas frente.. nunca na vidaeles iram meter numa mulher tao gostosa…—estou passando um creminho aqui rsss disse Cacau…—paraiba jaestava esfregando o cacete na bunda de Cacau e cheirando todo o seu corpo…—Cacau virou-se e disse:—oiseu Raimundo! enquanto paraiba a encoxava cada vez mais… Raimundo estava ja babando de tezao, e nao tirava osolhos dos peitos de Cacau que estava sem sutiã e apareciam pelo babyddoll transparente…Raimundo estava sujoe suado pois acabava de vir do serviço, havia catado papelao o dia todo, usava uma bermuda de moletom que erauma calça que ele havia cortado e uma camisa branca encardida e toda rasgada de tanto usar no trabalho e umchinelo um pé de cada cor. entao Cacau deu o frasco de creme para o paraiba e pediu pra ele passar em suascostas deitando na cama com o bundao pra cima, Raimundo estava sem cueca e com o cacete duro como pedra.-pode passar bastante creme em mim paraiba,passa em todo meu corpo—disse ela e chamou Raimundo com um dedinho—vem aqui seu Raimundo…Raimundo chegou e ficou de frente pra ela com a rola dura bem a sua cara—ai deixaeu ver o que o senhor tem aqui, e puxou a bermuda do velho Raimundo ate o joelho—aiii que rolona hem!Raimundo tinha um pau de 25cm , maior que o pau de paraiba que era só 20…Cacau segurava na mao aquela rolapreta punhetava e ria—ai nossa que pau de cavalo rsss , deixa eu ver se tem o mesmo gosto da rola doparaiba, e começou chupar e nao conseguia enfiar mais que a cabeça na boca,enquanto paraiba passava a maona bunda de Cacau, Raimundo ia ao delirio com a chupeta da boca rosa de Cacau, e paraiba disse—ahh!!!eu vou passar bastante creme no seu cú sua puta sabe porque?—o meu amigo Raimundo é doido por cú ele sópoe no rabo galega puta hahahaha!!! Cacau se deliciava no cacetao preto de Raimundo, babava e naolargava, levando o catador de papelao ao delirio—ahhhhhhh eu quero cú!!! gritou Raimundo, e paraiba disse—vem Raimundo, o cú da puta ta prontinho pra cumê rola ahahahaha!!! e Raimundo tirou o pau da boca de Cacau efoi pra tras dela com a rola dura como pedra— eu vou fudê no cú dela paraiba!!! disse Raimundo, Cacauolhou assustada, oque??!! entao Raimundo colocou ela de quatro na cama e puxou ela pela cintura…—ainao seu Raimundo no cú agora nao!!! e entao Raimundo começou comer o cú de Cacau em pé no chao e elade quatro na cama…—-aiiiii devagar Raimundo o senhor vai me rasgar o seu pau é muito grde!!!! Raimundosocava até o saco e entava facinho…— mete no cú dela Raimundo, dizia paraiba—eu lambuzei todo o rabodela com creme pode comer ela o tanto que quiser é uma puta de negao adora rola preta essa rapariga puta dezona!!!—-aiiiiiiiiii Raimundo para um pouco o senhor ta me rasgando uiiiiiii—e Raimundo socava forte e ababa dele escoria pelo pescoço de tanto que o mendigo estava gostando e dava urros de tezao ahhhhhhhhhh!!!!paraiba entao subiu na cama e mandou Cacau chupar—vai puta chupa minha rola enquanto dá o cú pra ele… entaoCacau começou a chupar o pau de paraiba enquanto recebia estocadas fortes por tras de Raimundo— ahhh suarapariga a gente vai te fuder gostoso hoje , voce vai ser nossa puta de cabaré, aonde voce tiver buraconos vamos meter…—- vai, come rola sua puta!!!! voce adora fude com um negao sujo nao é vagabunda?o Raimundofoi quem arrombou o cuzinho da sua amiguinha rapariga do namorado froxo, ele meteu nela igualzinho ta fufendoem voce e voce tava doidinha pra sentir a rola dela tbem né puta? foi entao que Raimundo gozou dentro do cúde Cacau e tirou a rola , Cacau ficou aliviada pois estava sendo varada ao meio—aii até que enfim essecavalo gozou!!mas Raimundo estava com tanto tezao que seu pau nao amoleceu.—vai Raimundo come o chibiu delaagora…Raimundo deu um sorriso mostrando a boca banguela e toda babada…—vai Raimundo pode comer avontade ela é puta e gosta de negao mais que tudo…entao Raimundo avancou e rasgou ao meio o babydoll deCacau e depois rasgou tbem a calcinha a deixando apenas de sandalha e começou a fuder a buceta lisinha e rosade Cacau…—-aiiiii esse homem ta me estrupando seu paraiba!!!!disse Cacau… ahhhhhhhh negro sujo fodegostoso a sua puta fodeeeee aiiiii negao da pica gostosa eu sou puta do paraiba pode me rasgar vai poe tudo naminha pepeca poeeee ahhhhhh— ahhhhh sua puta toma— dizia Raimundo e começou a dar tapas na cara dela, suarapariga toma!!—aiiiii me bate negro bate na sua puta eu adoro apanhar de negao ahhhhhhh….entao cacaumudou de posiçao e ficou por cima de Raimundo—aiii agora eu vou galopar nesse pau de cavalo ahhhhhhh!!!e pulava na vara preta de Raimundo e enfiava toda buceta na vara dele… paraiba olhava e via seu amigo sedeliciar na menina da buceta branca…foi qdo Cacau chamou ele e pediu pra ele comer seu cú enquantoela cavalgava o cacete de Raimundo, e paraiba entao atochou no rabo dela até o saco levando ela ao delirio etendo multiplos orgasmos… paraiba e Raimundo faziam um sandwiche em Cacau e se deliciavam nela quando alguemestava chegando a casa e batiam na porta.Paraiba ficou espantado com o barulho de batidas na porta e logo eles pararam de meter em Cacau, que tbemestava tao surpresa qto os 2 comedores que ali estavam.—quem que chegou ai galega?? perguntou paraiba a Cacau—nao sei seu paraiba eu nao estou esperando ninguem nao!ahh sua puta safada do caralho ce pensa que me engana??!!! disse paraiba esbravejando, é seus pais que chegaram né sua piranha!!??? nao seu paraiba!! os meus paisestao na europa e só voltam daqui 2 meses! paraiba entao pegou Cacau pelos cabelos e disse:—vai sua puta vaiver quem é entao!!! e se for os seus pais a gente vai te fude na frente deles sua vagabunda e eu ainda mandoo Raimundo cume o cú da puta da sua mae ta ouvindo?!!!!—aii aiii aiiiii seu paraiba ta me machucando!!!-disseCacau sendo arrastada pelos cabelos até a janela. os 3 estavam na parte superior da casa de praia e la decima dava pra ver quem chegava na casa, entao a visita inesperada de tanto bater a porta e nao ter resposta,foi até o portao pra olhar se tinha alguem na parte de cima da casa, foi qdo paraiba encostou Cacau na janela–vai galega puta ve quem é que ta chamando!!!— aiiii ta bom seu paraiba deixa eu ver quem é aiiiii meu cabelo–nao machuca seu paraiba!!—puta do caralho falou que nao ia vir ninguem aqui atrapalhar , eu quero fuder porramas to aqui perdendo tempo!!!quem é puta
fala!!—é a Drica, minha amiga seu paraiba!!! Adrianny era amigade Cacau e tinha aparecido por lá pois na escola Taizzy (que aparece no primeiro conto), havia comentadocom ela que Cacau estava ajeitando a casa pra alugar e como la tem piscina e estava muito calor Drica resolveravisitar e tbem se refrescar na piscina..paraiba olhou pela janela sem ser visto e viu Drica…—AHH é suaamiguinha que tá chamando é ?? fais o seguinte galega, manda ela vir aqui pra cima, essa sua amiguinha ja medeu agua na boca hummm e parece que ela ta com aquelas calcinhas que voces putas andam pela rua quandovao a praia…— aiii nao seu paraiba vocês vão machucar ela!!—o que??!!!!aqui é a gente que mandasua puta voce vai mandar ela entrar aqui sim e eu e o Raimundo vamo fude gostoso a sua amiga, foi voce quemandou agente vir aqui te fude sua puta e agora sua amiguinha vai entrar na brincadera tbem hahahaha!!!!ai seu paraiba mas voces prometem que nao vao ser violentos com ela, ela nao sabe de nada seu paraiba??!!pode deixar galega a gente vai por no rabinho dela mas bem devagarinho hahahahaha!!!Cacau viu que nao tinhajeito os tarados nordestinos nao iam perdoar sua amiguinha, e falou pro paraiba que ia verstir um biquine emandar ela entrar e dizer pra ela que os 2 eram ladroes e haviam invadido a casa de praia qdo ela estava pradecser pra piscina…—Drica pode subir aqui miga, a porta ja esta aberta, disse Cacau da janela e foi vestiro biquine, Raimundo ja havia descido e aberto a porta e voltado pro quarto…Cacau só tinha biquines tamanhop e todos fiu dental… os biquines de Cacau davan pra uma criança de 9 anos usar que serviam de tao pequenosque eram.—-ahhhh galega puta do caraio olha o tamanho disso da até pra ver o furo do seu cú de taopequena que é sua calcinha ahhaaahaha!!!—disse paraiaba que nao entendia a diferença de um biquinee uma calcinha, e passava a rola na bunda de Cacau enquanto ela amarava os lacinhos do biquine.Cacau abriu a porta e paraiba estava escondido atras, enquanto Raimundo segurava Cacau por tras, e entaoqdo ela abriu a porta paraiba saiu rapido de tras da porta e ja puxou Drica pelo braço.—aiaiiiii Cau o queé isso???!!!paraiba ja esfregava a rola em drica por cima da canga transparente e vendo o biquine minusculoe bem cavadinho que a nemina de 18 anos usava, Drica estava com a parte de cima do biquine com a cangaamarrada na cintura e um chinelo rosa com florzinhas e em formato de tamanco.—aii Drica desculpaeles me obrigaram a mandar voce subir senao eles me espancavam, sao ladroes e … — é isso mesmobunequinha e voces vao fazer o que a gente manda agora, disse paraiba que havia colocado uma pano no rostopra nao ser conhecido o mesmo havia feito Raimundo que encochava Cacau por tras , Drica olhava a rola pretade Raimundo sumir e aparecer sobre o biquine de Cacau que tava com o maior tezao em ser encochada, e disse praDrica que se elas fizessem o que eles queriam nao acontecia nada com elas e depois eles iam embora.—é issomesmo bunequinha a gente veio aqui roubar mas mudamos de ideia e só vamos fude gostoso em voces.Raimundo jaentupia o cú de Cacau com rola que gritava finguindo estar doendo e apavorada o que nela dava ainda mais tezao,enquanto paraiba havia tirado a canga e a parte de cima do biquine de Drica e mandava ela chupar como se fossesorvete . Drica morrendo de medo obedeceu e chupava com os cabelos presos a mao de paraiba—isso meninasapeca fais de conta que é um picle de chocolate que voce chupa na praia hummmmm que boquinha de veludo hummaii caraio que boquinha quente!!Drica chupou uns 7 minutos e paraiba mandou ela parar.—ahh como chupagostoso heim menina, agora quero provar outro buraco pra ver se é bom igual sua boquinha de anjo.— agorasobe na cama e fica de quatro pra mim mas nao tira a calcinha , eu quero ver esse rabo com essa calcinhatoda atoxada nele, disse paraiba.Drica obedece sem reclamar e fica de quatro na cama.paraiba entao puxa obiquine de Drica de lado e começa a bater a picona preta bem na porta do cuzinho de Drica, que começa asentir tezao e dá uma reboladinha sem paraiba mandar, e depois ja começa a por a bunda pra tras pra naoparar de esfregar— olha que puta ja ta rebolando querendo vara!!! essa menina é puta igual a galegaRaimundo hahaahaha!!! Cacau olhava e via Drica com o biquine de lado e realmente rebolando no pau doparaiba.— quer no cuzinho quer puta tá eu vou da pra voce mas antes eu quero saborear sua prexecaque ja ta toda babada de tezao. paraiba comeu a buceta de Drica fazendo ela gozar varias vezes e gemermas nao pedia rola pois estava com vergonha de sua amiga, mas estava gostando muito da vara do paraiba,enquanto Raimundo acabara de gozar de novo no cú de Cacau, e ja colocava ela pra chupar e deixar durade novo. foi quando paraiba chamou Cacau.—vem aqui galega puta vem faze um servicinho pra mim!!Cacau foi até paraiba e ele mandou ela pegar o pote de creme,ela entao vai até a comoda rebolaoe com o rabo pingando porra do raimundo.entao paraiba manda Cacau passar creme no cú de Drica.—vaigalega passa bastante creme no cú da sua amiguinha pra mim afofar a rola nela vai passa, mas naomeche na calcinha dela que eu quero fuder olhando pra ela.Cacau nao acreditava no que estavafazendo mas encheu a mao de creme no cú de Drica.—agora volta e vai chupar o raimundo pra ele porno seu cú de novo vai puta!!entao paraiba comeu o cú de Drica até esfolar a cabeça do pau e depoisdeu ela pro Raimundo fazer o mesmo e assim ficaram até quase 1 hora da manha quando os dois mascaradosforam embora deixando CACAU E DRICA todas arrombadas de tanto que fuderam nelas e Drica nunca soube comotudo aquilo havia começado realmente.    continua……

Goiano Latente

Durante minha infância e boa parte da minha adolescência sempre achei os gays pessoas interessantes não porque sentia algo como eles, mas pela coragem com que enfrentavam a sociedade e buscavam aquilo que seria como ideais de vida para todos: ser feliz; independente da opinião alheia. Confesso que muitas vezes fui arrogante ao falar deles, sem ao menos conhecê-los, talvez tentando naquela oportunidade disfarçar aquelas reações estranhas que meu corpo sentia. Não entendia porque tinha que esconder que às vezes achava um rapaz bonito e ficava com medo de trocar de roupa perto dos meus colegas, pois sabia que a “barraca” poderia armar a qualquer instante. À medida que fui ficando mais velho e descobrindo as revistas pornôs, já não escondia pra mim mesmo que olhava aquilo só pelo desejo delirante de ver aqueles ‘cacetes’ de diferentes formas e tamanhos e aqueles corpos sarados impressionantes. Por uma série de fatores: família, amigos, crença, uma certa bissexualidade… sempre me coloquei a frente desse desejo dissimulado e deixei tudo adormecido por um bom tempo. Um tempo em que fui posto à prova diversas vezes, mas mesmo assim acreditava nas minhas convicções e pensava estar certo da “regeneração”. Tolice minha, hoje aos 21 anos, talvez tarde ou talvez ainda a tempo venho descobrindo a cada dia que o prazer momentâneo é um complemento indispensável se queremos aquela tal felicidade, desde que não passemos em cima dos sentimentos dos outros ou de nós mesmos. Hugo me fez perceber isso antes que eu me entregasse a este mundo de ilusões passageiras que são a maioria dos contatos homossexuais. Na verdade um não sabia da opção do outro, se é que existia opção. O conheci por acaso no ponto de ônibus de nossa faculdade. Mesmo sendo um rapaz muito lindo: pele branquinha, sorriso tímido, com aquele olhar que possui um certo brilho, cabelo lisinho, com um corpo não tão malhado, mas com tudo bem distribuído; o que mais me encantou foi a sua educação, ele parecia um príncipe, algo que eu nunca havia visto, não só comigo, mas com todas as pessoas que o cercava. Ele era muito encantador, com um jeito simpático, atencioso, sorridente e de certa forma sexy. Depois deste dia eu passei a vê-lo frequentemente, às vezes parávamos para falar algo sobre a facu ou então só nos saldávamos de longe. Passei a vê-lo também na biblioteca, onde me senti intelectualmente atraído e aos poucos começamos a ter mais contatos e mais intimidade. Foi num dia em que saímos à noite pra nos divertirmos como de costume, ele foi dormir na minha casa. Quando ele foi trocar de roupa parecia que o meu coração ia sair pela boca. Ele estava com uma cuequinha azul claro “de matar”. Acho que com certeza ele percebeu que eu havia ficado corado, pois de propósito pediu pra que olhasse para ele e visse o que tinha nas costas dele que insinuou estar coçando. Ofereci-lhe uma roupa, mas ele disse que não precisava, que era acostumado a dormir pelado. Engoli a seco pensando que ele tiraria a cueca. Ele disse que só não ia dormir pelado pois talvez alguém da minha casa poderia abrir a porta de repente. Foi quando dei ‘bandeira” total e disse que se ele quisesse eu trancaria a porta. E ele: “Você é quem sabe!” Mal acabou de dizer isto e eu já trancava a porta. Apaguei a luz. Fui deitar na minha cama e ele estava num colchão próximo dela. A lua estava linda naquela noite e clareava totalmente o quarto. Começamos a conversar e vi direitinho Hugo tirando sua cueca. Caracoles, nunca tinha visto um ‘pau’ tão lindo, mesmo que na meia luz. Enquanto jogávamos conversa fora ele mexia naquele instrumento lentamente e minha cueca já estava melada, só por reparar aquela cena. Resolvi ir na cozinha beber uma água pra dar um jeito naquela sede. Quando levantei Hugo segurou meu calcanhar e não sei como conseguiu me derrubar. Começou a jogar almofadas em mim, aquelas inocentes brincadeiras, joguei outras nele, empurrões de leve, risadas… e quando vi já estava em cima dele, sentindo o calor do seu corpo, seu membro duro me cutucando… Hugo num impulso só puxou minha cabeça e me beijou loucamente… minha boca, meu queixo, meu pescoço, meu peito, minha barriga, e foi me chupando, me punhetando, lambendo minhas bolas; começou a roçar sua ‘rola’ na minha coxa, na minha virilha, na minha bundinha, a forçar minha entrada, a me excitar, a dar fincadas de leve, a me falar coisas como: “como você é gostoso”, “como é bom foder um homem”, “que cuzinho apertadinho”… foi acelerando os movimentos e eu cada vez mais doido, mais querendo aquilo, gozei mais queria mais, pois ele continuava em cima de mim, me comendo todo, me entusiasmando com seus beijos, me deixando completamente pirado. Dormimos coladinhos. Era o começo de outra fase da nossa amizade. Hugo querendo mais daquilo, teve que acabar cedendo também, nos descobrimos ativos e passivos, ninguém precisava desenvolver o papel de ninguém, éramos um só, sem limites para o prazer. Senti muita falta quando ele teve que mudar e infelizmente abandonar nosso mundo secreto. E o “goiano oculto” continua aqui, “alimentando” fantasias, viajando em sonhos, criando situações dentro daquilo que acredito e desejo. Não estou atrás de parceiros, mas também não sou hipócrita dizendo que isso não seria interessante, mas belas amizades (acredito muito nisso!); já vai me satisfazer muito.

Pecados de Pai e Filha

Dario está tão estressado que acha que a única maneira de relaxar seria pelo ato sexual. Aí que está o problema. Ele concedeu o divórcio há três meses, mas durante quase um ano sua esposa o evitava.Ainda de terno e gravata, ele senta-se numa poltrona, abre a barguilha e nervosamente retira seu monstruoso mastro peniano e passa a se masturbar como tem feito ultimamente.         Dalva, vestindo apenas um casaco de lã desabotoado, vem descendo as escadas na intenção de ir até a         cozinha pra beber alguma. Estava estudando até aquela hora da noite pois tinha exame daí a dois dias.Ela percebe uma fraca luz vinda do escritório e se dirige pra lá.“ – Papai deve ter esquecido de apagar a luz do abajur. Coitado! Anda se estafando de trabalhar desde do divórcio pra colocar os negócios em dia, antes que a mamãe lhe tire tudo! Bom… vou lá apagar o abajur. –“Dario está olhando pro seu pirocão com os dentes rangendo e na eminência de gozar. Num lapso de segundo em que ele levanta a cabeça se assusta constrangido ao ver sua filha Dalva, no beiral da porta, com os olhos arregalados e a boca aberta encarando-o assustada.- Que…querida… o quê voce… voce está acordada… essa hora!?    Dario tenta sem sucesso recolocar sua rolona pra dentro da calça, enquanto se levanta virando de lado. A situação    dele de tentar uma flacidez do membro se complica ainda mais quando percebe que sua filha está quase totalmente       nua olhando fixamente pra sua manjubona.- Espero que voce me entenda, filhinha… Agora, por favor, suba e vá dormir…- Acho que não, papai! Pouco tenho lhe visto nessas últimas duas semanas e precisamos conversar. Sente-se!O tom autoritário da filha surpreendeu Dario. Sem saber porque, ele obedeceu, tendo as mãos cobrindo sua exuberância masculina. Mas então, a racionalidade lhe cai como um balde de água fria. Ao mesmo tempo que vai se levantando, tenta repreender a filha pelo seu atrevimento.- O quê voce está fazendo nua, aqui na minha frente!? Vá… vá pro seu… seu quarto… agora…A voz dele vai sumindo de tom quando percebe que seu enrijecido penis aponta para a nudez da filha.- Vamos conversar, seu Dario, vamos conversar! Sou tua filhinha e não há nada de mal de estar nua na sua presença!- Calma aí, Dalva! Não se aproxime mais! Voce não é mais uma bebêzinha! Já é uma moça bastante bonita!- Nega então que não está gostando do que vê!E Dalva lentamente dá uma rodopiada. Os olhos do pai se esbugalham ao ver os seios esbarrando um no outro e as bojudas nádegas tremerem. Dario ao dar um passo pra trás esbarra na poltrona e cai sentado. Então um jato de esperma é expelido. E mais outro. O terceiro é engolfado pela boca da filha que já havia se ajoelhado entre as pernas dele.Dario tem a cabeça jogada para trás e com os dentes rangendo, ejacula como nunca havia feito antes e por nunca antes alguém lhe tivesse feito um boquete como aquele. Suas mãos agora acariciam os cabelos da filha.Com uma das mãos segurando a verga do pai e com toda a glande engolida, Dalva suga avidamente as últimas golfadas de esperma que o pai ejacula. Com a outra mãozinha apertada entre as coxas dedilha vigorosamente o clitóris. Por fim, ela deixa escapar o penis da boca, arfando e gozando desvairadamente.Dario olha pra baixo e vê o belo rosto juvenil com os olhos fechados por trás dos óculos, a boca semi-aberta suspirando e soluçando enquanto um leve sorriso se desenha nos lábios de puro orgasmo. Sua rolona involuntariamente lambuza o rosto da filha que agora se encosta em sua virilha. Lhe parece que ela dorme.Ele tenta desesperadamente em não pensar nas conseqüências do que tinha acontecido.Cuidadosamente ele consegue se levantar e em seguida se abaixando, pega a filha no colo e caminha em direção a escada.- Pai?- Não fale nada, querida! Vou deixar voce em seu quarto e trate de dormir. Amanhã conversaremos…- Vamos conversar agora! Já sou uma adulta, mas o que fizemos é totalmente imoral. Quero confessar porque agi assim. Voce não está curioso? Me coloque no chão. Dario a deixa escorregar pro degrau, ainda no meio da escada. Ele espera que Dalva suba uns três degraus a sua frente e fica observando o balançar das polpudas nádegas. Novamente se sente constrangido por sentir sua virilidade enrijecendo. “ – Se há algum ser superior, que me ajude a superar isso, por favor! Ela é minha filhinha!! –“Ele não sabe como agir ao ver Dalva entrando na suite dele. Quando ele adentra lá, não a vê. Porém escuta o chiado do chuveiro. Se fosse outra mulher, ele se despiria e ia fazer companhia a ela. Em vez disso, ele vai tirando a roupa e treinando mentalmente o que vai argumentar com sua filha.Decididamente, Dario repete a si mesmo que nunca mais, de jeito nenhum, vai repetir o acontecido. Ele sabe que jovens nessa idade têm tezão crescendo com os cabelos. E entende que sua filha teve um surto de alta tezão com um alterado estado de lucidez.Assim, ele só terá que se comportar naturalmente, sabendo que Dalva deve estar envergonhada agora. Provavelmente, deve estar inibida de passar pela suite sem nenhuma roupa. No intuito de ajudá-la sem constrangê-la, ele apaga a luz do teto e só deixa um abajur ao lado da cama.Ele está pondo a calça do pijama quando Dalva saí do banheiro enrolada na toalha.- Huuum… Já andou preparando o ambiente, senhor Dario? Pensei que iríamos conversar antes!- Olhe, minha filha, essas coisas acontecem. Mais do que acreditamos. Não podemos fazer. Foi tudo culpa minha. Eu deveria ter procurado um local adequando pra extravasar meu estresse! Voce com sua juventude agiu de acordo com sua idade, mas com o homem errado. Me perdoe, querida! Isso jamais acontecerá novamente!- Sabe paizinho… com voce foi o estresse. Comigo foi pura tezão de ver um homem maduro e másculo se masturbando de terno e gravata! Já estou molhada só de relembrar a cena!- Dalva! Dalva! Não vamos continuar com isso! Vá pro seu quarto! Agora!Com cara de choro e voz embargada, Dalva baixa os olhos e pergunta.- Por que me trata assim, papai! Foi tão lindo o que fizemos! Deixamos de ser pai e filha e nos tornamos dois seres magníficos que se gozam, que se livraram das inibições e dos grilhões morais.Dario se surpreende com o monologo adulto pra uma mocinha que ainda não completou dezoito aninhos. De repente ele percebe que o comportamento sexual dela foi de uma adulta experiente. Por um momento ele pensa em perguntar com quem ela aprendeu a chupar um cacete tão… tão destramente como uma puta!Parecendo adivinhar os pensamentos do pai, Dalva se livra da toalha e lhe responde.- Dario, voce não está curioso em saber quem me iniciou na arte do boquete e…- Chega, Dalva! Não dá mais pra argumentar com voce! Chega! Vá embora, por favor!Dario não percebe que seu cacete levantou barraca e que a filha está ciente disso.- Voce ao menos poderia retribuir o mesmo que lhe fiz! Huuum, que tal!?Reunindo toda sua força de vontade, Dario avança em direção a filha, que a fez pensar que ele ia abraçá-la. Em vez disso, ele a segura fortemente pelo braço e praticamente a empurra pra fora do quarto.Dalva não se importou com a rejeição do pai. Ela sabia que era só uma questão de tempo. A questão do incesto não a incomodava. Desde quando descobriu a masturbação, ela sonhava com homens, não garotos saradões, mas quarentões, até mais velhos, que a possuíam de todas as formas possíveis.Mas, sabia que tinha que seguir as regras da sociedade. Quando apareceu a família Freitas para negociações com o grupo empresarial de seu pai, ela se deixou seduzir por Reginaldo, dois anos mais velho que ela, que na época tinha dezesseis. Ela não contava que o tio do Regis seduziria sua mãe, provocando o divórcio. Foi com grande desapontamento que Dario quando que a pessoa que seria seu sócio, já era sócio de sua mulher na cama.Dario cancelou todos os contratos e com iss
o sofreu pesadamente nos tribunais. Mas, voltando ao pai de Dalva, que está tentando se acalmar, ou seja, não sabendo o que fazer com sua rola duríssima. Ele se enrola nos lençóis pretendendo dormir. Mas, a cena de sua filha nua, ajoelhada lhe sugando todo o esperma, não lhe saí da cabeça e deixa o cacete tão duro que chega a doer, além de atrapalhar os movimentos. Ele concorda se uma mulher lhe faz gozar usando a boca, ele deveria ser recíproco. Mas, não sendo sua filha, pensa ele.Dalva, por sua vez, passa a se acariciar, contando com a premissa que conquistará o homem de seus desejos. Então, não surpreendida, um sorriso se faz em seus carnudos lábios. A porta do quarto se abre suavemente iluminando a silhueta de seu pai entrando de mansinho. Quase um sussurro, ela ouve seu pai. Mas, finge dormir.- Dalvinha… acho que eu estava sendo egoísta… Deixa eu te retribuir… de eu fazer a mesma coisa em voce. Mas, só dessa e última vez!Dario não percebe, na penumbra, quando a filha lentamente vai escancarando as pernas por baixo do lençol. Quando os olhos dele se acostumam com a escuridão, ele vê a silhueta de sua encantadora filha coberta da cintura pra baixo com o lençol. Controlando o tremor das mãos, ele vai puxando gentilmente o lençol até todo o esplendor do corpo nu da filha dormindo, fica a sua disposição.Nenhum arrependimento nem remorso moral lhe veta os sentidos. Se posicionando entre as coxas dela, ele aspira o odor maravilhoso da fêmea pura. Dalva tenta ficar imóvel quando muito levemente os lábios e a língua do pai lambem seu clitóris.Mas, nem o pai nem a filha conseguem conter a luxuria sem se moverem.Soltando um rouco sussurro, Dalva eleva e dobra os joelhos como na posição de frango assado ao mesmo tempo que leva as duas mãos até a cabeça do pai, lhe acariciando a basta cabeleira grisalha.Dario, empolgado pela reação da filha, cola sua boca a entrada da xaninha dela como se estivesse dando um beijo apaixonado. Ouve sua filha murmurando, intercalando gritinhos e murmúrios.- Aii paizinho, aii! Esse foi meu… meu maior sonho!! Ai ai aiimm! Eu… eu quero… quero ver seu másculo rosto, papai!Mesmo balançando a cabeça de um lado pro outro, Dalva alcança o interruptor do abajur. Mesmo de olhos fechados, Dario percebe a súbita claridade. Ele pára a chupação e afasta o rosto um pouco pra admirar a cheirosa e babada vulva da filha.Dalva volta a segurar a cabeça do pai e passa esfregar a xana freneticamente no rosto dele. Já alcançando o orgasmo, ela aperta a cabeça do pai entre suas coxas, levando ambas as mãos cruzadamente aos seios, cujos mamilos doem de tão rígidos.Dario sente o relaxamento das coxas da filha em sua cabeça e o busto e o estomago dela subir e baixar conforme ela aspira pra voltar a respiração normal. Por alguns segundos parece que ela caiu no sono. O pai continua a dar beijos por toda a xana e o monte de Venus.Dalva, dá um gritinho e se apóia nos cotovelos olhando o pai com o rosto todo lambusado.- Aaaaii, papai! É o que sempre sonhei! Desde meus quatorze anos quando lhe via de sunga na piscina, eu corria pra qualquer lugar fechado e me masturbava! Voce não imagina o quanto e quando voce deixou de ser meu pai e passou a ser meu objeto de desejo!- Ah, filhinha… Isso não é legal! Eu mesmo não estou conseguindo captar direito! Tudo bem que esses meses têm sido muito estressantes e volta e meia a carência pegava pesado!- Hãhã! Então vamos deixar combinado! Eu possuindo meu desejo de macho ideal e voce me possuindo como tua mulherzinha… huuum, como tua putinha!- Ah, minha princesinha! Não fala desse jeito! Voce será sempre minha filhinha!- Voce não me quer que eu seja sua putinha!? Por que?- Voce é uma mulher maravilhosa! A melhor coisa que me aconteceu duas vezes em minha vida! Quando nasceu e agora como uma fêmea sensual belíssima! Mas, o respeito tem que se ter!Dalva olha enviesado pro pai com um sorriso irônico nos lábios. Em seguida volta a ficar completamente deitada e estendendo os braços, faz o convite ao pai.- Vem cá, seu Dario! Vamos nos beijar pela primeira vez na boca!Dario vai de quatro até se posicionar paralelamente em cima do voluptuoso corpo da filha e eles juntam ambas as bocas.O frenesi toma conta dos dois e Dalva não pode evitar de cruzar as pernas na cintura do pai e que o cacete dele lhe invada a vagina. Dario se apóia nos cotovelos, beijando a filha, enquanto tenta coordenar os movimento de entra e sai da xaninha molhada dela.- Pai… paizinho, eu… eu quero que voce… me peça pra fazer… tudo com voce! Voce pede? Pede vai, pede!- O quê… o quê mais posso pedir pra voce… meu anginho!? O quê?- Me trata como… como uma puta, seu Dario! Me deprava como uma puta, paizinho!Dario pára de repente e acha que sua filha está histérica. Ele se eleva com os braços esticados e a encara. Não percebe nenhum sinal de histerismo. Ao contrário, o semblante da filha é de quem uma coisa boa lhe foi interrompida.- Dalva, onde voce aprendeu todo esse palavreado que revela um conhecimento de quem tem bastante experiência na depravação sexual! Quem mais… quem… te fod… anda com voce!?- Aah, paizinho! Só o Regis, é claro! Ele me deflorou. Mas posso dizer que só isso que fez e sabe fazer! Não sabe chupar e nunca consegui fazer ele gozar em minha boca. E não soube me deflorar o cuzinho!- O quê!? Voce queria que ele te comesse o cuzinho!? De onde voces, jovens, encontram tanta depravação!?- Ora, seu Dario! Todas nós somos barba, cabelo e bigode! E nós, putinhas ou não, esperamos que nossos machos   prestigiem e exaltem nossa bunda, nosso cuzinho, sabendo possuí-los! Aah… eu me guardei pra pra voce, Dario! – Não acredito! Minha filhinha dando o cú! Sua mãe nunca fez anal!- Com voce! Pai, deixa de ser atrasado! Voces elegeram nossos bumbuns como A Preferência Nacional! E quando nós fazemos valer o desejo de voces, dão pra trás!! As mulheres se dividem em duas partes nessa questão. As que gostam e as que não gostam! Pelas estatísticas, as que gostam são de número maior!- E onde voce se encaixa, Dalva!?- Voce é quem vai saber em primeira mão! Hoje em dia, com toda essas informações, não existe mais mulher honesta e puta! Algumas gostam mais daquilo e menos daquilo. Pelo que tenho me preparado pra voce… acho que vou adorar!Pai e filha ficam se encarando por alguns segundos e ambos sentem a rola dele palpitando com o sangue correndo pelas veias. É Dalva quem puxa a cabeça do pai pra beijá-lo já ensaiando um rebolado com a pélvis.Achando que é algo um pouco sádico em sodomizar sua filha. Mas, o desejo de possuí-la desse jeito agora lhe parece tarefa imediata.- Pa…paizinho! Deixa eu… eu te colocar uma camisinha, já que é nossa primeira vez! Depois será “ferro com ferro”!! Se torcendo um pouco e sem Dario sair do meio de suas coxas, Dalva pega a camisinha da gaveta da mesinha de cabeceira. Dario toma o envelope da mão da filha e sem muita destreza consegue colocar no penis.- Puxa! Como aperta!- Hãhã… é que é pro tamanho do Regis! Ele é a metade de voce!Dario enrubesce com o comentário da filha sobre seu penis. Dalva passa os ante-braços por baixo dos joelhos expondo mais facilmente o rosado cusinho pro pai. O ar sibila por entre os dentes dele na perspectiva de invadir o anus da filha, envolta pelas carnudas nádegas.Como um tarado, Dario passa os antebraços em volta da parte superior das coxas da filha e a puxa pra perto de seu rosto, ficando o solzinho do cú ao alcance fácil de sua boca e língua. Aí então, ele prestigia e enaltece com lambidas, beijos e tentativas de invadi-lo com a língua.Dalva, mesmo nessa posição desconfortável, urra de prazer. Num só dia, todo seu sonho é realizado! A glória suprema é ser sodomizada por um homem belo e grisalho, seu pai!Saciado e com o rosto brilhando de saliva, Dario repousa o corpo da filha, que volta a posição frango-assado. Antes de penetrá-la analmente, ele pincela o caralho de cima a baixo pela xaninha.Com as feições de um fauno devasso, Dario pressiona a rombuda glande na boqu
inha do anus da filha. Ela reteza os músculos da barriga quando metade da glande do pai lhe penetra o cuzinho. Dario nota quando ela respira fundo e vai relaxando o aperto anal ao redor da glande.Em seguida, sem nenhum dos dois saber como, toda a glande foi engolida pelo reto anal.- Me…me beija, Dario! Me beija!Quando as línguas se enroscam, pai e filha sentem o prazer de a robusta rola já está inserida mais da metade no cuzinho dela. Dalva pouco a pouco começa a rebolar e a balançar a cabeça enquanto o pai lhe beija e funga o pescoço. Dario sente quando uma das mãos dela lhe agarra um dos glúteos com tanta força que uma unha se quebra, mas outra lhe consegue arranhar o músculo.- Aaah, paizinho! Mete! Mete mais… um pouco… mais rápido! Aaah! Assim, papai! Assiiiiimm!Dario sente as contrações do anus da filha em volta de seu caralhão. Ousadamente, ele retira toda a rola e fica olhando como um palerma o anus da filha, bastante dilatado, se contraindo e descontraindo. E ouve um grito de protesto, mas que parece mais de imolação.- Não pára, Dario! Porra, não pára! Mete tudo agora!Lentamente e com os dentes trincados, se controlando pra não ir com tudo, ele vê seu extenso ser engolido facilmente pelo, agora avermelhado, anus da filha.Dalva o puxa para si, procurando por sua boca. Ele sente todo o corpo dela se retesar e o grito alto que lhe ecoa dentro da boca lhe estufando as bochechas. Todo o corpo da filha treme embaixo do seu, por quase por um minuto e depois ela pára e se abandona por completo ao relaxamento.Dario não sabe o que fazer. Ele está parado com metade da rola dentro do anus da filha que aparenta estar desmaiada.Ele ensaia em dar umas estocadas até gozar, quando Dalva, saindo do estupor, impede que ele continue.- Espera, querido! Agora que eu sei que sinto orgasmo dando o cuzinho… quero te fazer outra coisa que gosto muito!- Meu amorzinho, nada me daria mais prazer de fazer tudo o que voce pedir!- Tira a camisinha.Dario fica em pé ao lado da cama, tirando a camisinha com dificuldade. Dalva vem se posicionar em frente a ele deitada de bruço com a cabeça levantada a poucos centímetros da rolona de seu pai. Quando finalmente ele extrai o preservativo, ela lhe diz abrindo a boca.- Traz ele aqui e goza, paizinho!Ele apóia um joelho no colchão se aproximando o bastante pra sentir Dalva engolir quase toda sua tora melada de lubrificante. E espera, não mais de dois minutos, a ejaculação que chega fortemente, escapando parte pelos cantos da boquinha de sua filha.Obrigada                                

A mamãe prá lá de gostosa!

Recentemente, fui convidado para uma festa promovida pela diretora do departamento da empresa onde trabalho, e por tratar-se de algo irrecusável, não tive outra opção senão comparecer. Cumpre a mim frisar que sou completamente avesso a festas e comemorações de qualquer espécie, seja no ambiente profissional, seja no ambiente familiar, e se em algumas compareço é apenas por obrigação e não por prazer – aliás, neste caso em especial, me senti forçado, já que nutro enorme carinho por minha diretora e sua família.Cheguei lá acompanhado de minha filha e seu namorado, já que minha esposa recusara-se terminantemente a comparecer, uma vez que estava exausta e, assim como eu, não era afeta a esse tipo de evento. Achei que seria mais uma noite monótona e sem graça, onde os acontecimentos ocorreriam como o esperado: conversa fiada, muita bebida alcoólica, som altíssimo e nenhuma perspectiva de algo aproveitável.Todavia, para minha completa e total surpresa, vislumbrei a chegada de uma mulher muito interessante. Era a mãe de uma colega de trabalho que eu somente conhecia de vista. E naquela noite ela estava simplesmente deslumbrante e muito, muito atraente. Embora ela já tivesse adentrado na casa dos sessenta anos, seu aspecto físico denotava uma mulher mais jovem, cuja graça e frescor eram muito excitantes. Tinha um corpo esbelto, de curvas bem delineadas e que se encaixavam perfeitamente no vestido preto colado que ela escolhera para aquela noite. Seu rosto era suave e iluminado por um sorriso largo nos lábios finos e a maquiagem discretíssima dera-lhe um ar de jovialidade e graça incomuns.Minha colega de trabalho – cujo nome era Cristina (nome fictício, é claro!) – aproximou-se de nós e após os cumprimentos de praxe, nos apresentou sua mãe, que disse chamar-se Angélica (fictício também). Ela estendeu a mão para mim e assim que toquei aquela pele macia e quente, senti meu pau crescer dentro das calças, e fiquei um pouco encabulado, pensando que, talvez, as pessoas à minha volta pudessem perceber minha excitação fora de hora. Eu, por minha vez e querendo evitar maiores constrangimentos, apresentei minha filha e seu namorado, e, em seguida, convidei-as para juntar-se a nós na mesma mesa, convite esse que foi imediatamente aceito por ambas, com uma certa antecipação ansiosa por parte de Angélica. Aquela pronta aceitação pela mamãe da minha colega, deixou-me curioso, na medida em que supus que ela o fizera como um gesto receptivo ao interesse que despertara em mim e que ficara implícito por olhares e gestos impensados.Realmente, a noite havia melhorado, e muito! Eu não era capaz de evitar deitar os olhos em Angélica e toda a vez que isso acontecia, tinha a nítida sensação de que ela também fazia o mesmo, evitando apenas que nossos olhares se cruzassem causando uma certa dose de inquietação. De qualquer modo, eu perdera completamente a vontade de ficar apenas o tempo necessário para cumprir o protocolo, pois quanto mais tempo eu pudesse apreciar a deliciosa e instigante visão daquela mulher, melhor seria. Eu ficava pensando em uma forma de poder marcar um encontro com ela para outro dia, mesmo com o risco de ouvir um “passa moleque”, e me punha a maquinar uma forma de conversar a sós com ela, mesmo estando no meio de uma festa!A certa altura, tive vontade e fumar e avisei minha filha que iria até a área externa do salão onde havia um reservado para fumantes. Curiosamente, o local ficava bem próximo dos banheiros, que situavam-se em uma pequena cobertura lateral muito discreta, e para minha total surpresa, vi quando Angélica, saindo pelo corredor de acesso dirigia-se até o toilete feminino. Vi também que ela olhou para mim de soslaio, foi algo muito recatado, mas mesmo assim acendeu meu tesão mais uma vez. Fumei meu cigarro e fiquei ali, de bobeira mesmo, esperando Angélica sair do banheiro.A bem da verdade, eu fiquei ali, porém não sabia o que esperar, e muito menos o que fazer ou falar. Não poderia simplesmente chegar perto dela e dizer que achei-a um tesão e mulher e que estava louco para foder com ela! Não! Isso não ia dar certo (Aliás, como diz a teoria do Capitão Nascimento do “Tropa de Elite” isso ia dar merda!). Mas, mesmo assim, fiquei ali, esperando … esperando … e esperando … Quando estava prestes a desistir, Angélica saiu do banheiro e tomou o rumo do salão. Fiquei observando, inerte como um idiota, sem saber o que fazer ou o que falar.A oportunidade estava esvaindo de minhas mãos e eu continuava bancado o idiota da hora. Repentinamente, Angélica estancou sua caminhada e olhando para meu lado fitou-me nos olhos e sorriu para mim (!). Com a discrição própria de uma mulher madura, ela caminhou descontraída em minha direção e eu me achei o sujeito mais sortudo do mundo. Angélica aproximou-se de mim e comentou que não sabia que eu era fumante, ao que respondi ser um vício menor, porém necessário, já que eu não bebia nem jogava.Ficamos ali jogando conversa fora, enquanto minha mente operava uma série de estratégias com o intuito de criar um “clima” para dar encima daquela gostosona. Subitamente, apareceram outras pessoas vindas do salão, algumas para utilizar o banheiro e outras para fumar e eu vi minha oportunidade de ouro ir por água abaixo. Angélica olhou para os lados e meio cabisbaixa comentou que nós deveríamos voltar para a festa. Eu não sei explicar exatamente o que senti naquele momento, mas algo dentro de mim dizia que ela estava triste porque fomos interrompidos em nossa conversa casual – quem sabe, ela queria algo mais! – e foi então que eu decidi ser o mais arrojado possível, … era tudo ou nada!Assim que ela se voltou na direção do corredor que dava para o salão de festas, eu tomei seu braço com uma das mãos segurando-a suavemente. O calor da sua pele pareceu gerar um choque elétrico em meu corpo, pois senti um arrepio percorrer minha espinha, enquanto meu pau tornava-se mais ereto. Era uma coisa de colegial, de adolescente a espera de sua primeira experiência com o sexo oposto e por um momento eu pensei que estava velho demais para sentir aquilo … Ah! Dane-se, pensei e ainda segurando Angélica pelo braço aproximei-me de seu rosto e perguntei a queima-roupa se ela poderia me dar o número de seu telefone celular.O primeiro olhar dela foi um misto de surpresa e espanto, e que foi seguido de um ar de hesitação, fazendo meu sangue gelar e meu esfincter contrair-se dolorosamente. Pensei que tudo estava perdido e já me preparava para o pior … uma ofensa, uma indignação e o comentário com sua filha, … em suma, eu estava em um mato sem cachorro! No entanto, a surpresa foi muito maior do que o esperado, porém, em sentido contrário. Angélica sorriu para mim e acenou afirmativamente com a cabeça. Imediatamente, saquei do meu aparelho celular e pedi que ela me dissesse o número. Angélica fez melhor; ela tomou o aparelho da minha mão e digitou o número realizando uma chamada logo em seguida. “Assim, eu fico com o seu número também”; aquela voz doce dizendo aquilo causou em mim uma excitação que fez meu pau empurrar a calça com força quase me surpreendendo com a ideia de que alguém (Angélica, no caso), pudesse perceber.De uma forma muito elegante ela me devolveu o celular e afastou-se em direção ao salão de festas. Quis dar pulos de alegria e gritar como um louco, mas o bom senso ceifou-me essa idiossincrasia, já que estava em um ambiente de pessoas conhecidas. O resto da festa, pelo menos para mim, transcorreu de modo indiferente, já que meu objetivo havia sido alcançado. Depois de nos despedir da anfitrião e sua família, voltei para casa sozinho em meu carro, já que minha filha foi com o namorado que também estava motorizado. No trajeto fui ouvindo música alta (eu disse música, de verdade!) e pensando em Angélica e na imensa vontade de ver aquela mulher nua sobre a cama esperando para ser fodida com muito tesão por um macho oportunista.No dia seguinte, contive meus elogios para Cristina acerca da beleza de sua mãe, mas não pe
rdi a oportunidade de dizer-lhe o quanto Angélica era bonita e atraente, quesitos com os quais Cristina concordou plenamente. E depois disso o assunto ficou em banho-maria. Com o passar dos dias, Angélica tornou-se apenas uma deliciosa imagem em minha memória como também em minhas sessões de prazer solitário (embora isso não seja relevante, eu me masturbo regularmente duas vezes por dia), e a possibilidade de que ela viesse a ligar para mim ficou no mesmo passado em que ficou minha intenção de ligar para ela, já que a coragem era insuficiente.Certo dia, tive que ir a um shopping que eu não frequento com regularidade e olhando algumas vitrines, após adquirir o item que me levara até aquele lugar, tive a grata surpresa de vislumbrar Angélica caminhando distraída pelo mesmo corredor onde eu me encontrava. Sem perda de tempo abordei-a e aproveitei para beijar aquela face macia e aveludada. Ela também ficara muito surpresa e até me ironizou dizendo que estava ainda a espera da minha ligação. Encolhi os ombros e respondi que fiquei sem jeito, pois, afinal, ela era uma mulher casada. Ela retrucou dizendo que eu também era e que se houvesse algum inconveniente, este seria meu em relação à minha esposa. Rimos da nossa troca de sutilezas e, em seguida, convidei-a para um café que ela prontamente aceitou.Sentamos em uma mesa de uma pequena cafeteria e pedimos nossas bebidas enquanto conversávamos sobre Cristina e nossos trabalhos. Descobri que Angélica era secretária executiva de um convênio odontológico e que frequentava aquele lugar dada a proximidade com o escritório onde exercia suas atividades. Repentinamente, senti quando o pé de Angélica tocou a parte de trás da minha perna, causando-me um choque que quase me fez pular na cadeira, ao mesmo tempo em que minha pica enrijecia respondendo ao chamado.Chamei-a de safadinha e ela sorriu marotamente, deixando uma ponta de provocação no olhar. “É agora, ou nunca!”, pensei comigo mesmo, inclinando-me sobre a mesa e insinuando que ela queria me dizer alguma coisa com aquele gesto. Angélica ficou tão perto de mim que pude sentir o doce aroma de seu perfume, e depois de outro sorriso maroto, disse: “O que você acha?”. Respondi que achava que ela estava com a mesma vontade que eu … Angélica fez uma careta séria para, em seguida, sorrir outra vez devolvendo: “Vontade de quê?”. Aquela foi a frase mágica, a chave que abria o cadeado da safadeza, pois sem titubear eu disse que era vontade de trepar!Houve um ou dois segundos de silêncio sepulcral, seguidos de um sorriso repleto de safadeza. “Quando?”, perguntou ela sem rodeios. Olhei bem para ela para aferir se ela estava usando algum tipo de roupa de trabalho, constatando que Angélica estava com roupas casuais, algo que sinalizava com a possibilidade de um “agora”. E foi isso que eu disse, deixando-a um pouco ruborizada, mas incitando-a a sacar do celular e fazer uma ligação. Era para o escritório, onde alguém atendeu e ela disse sem muitas explicações que não voltaria mais naquela tarde (!).Paguei a conta da cafeteria e tomei Angélica pelo braço seguindo em direção do estacionamento de onde saímos o mais depressa possível. Enquanto dirigia, sentindo a mão dela pousada sobre minha coxa, mapeei a região e de pronto lembrei-me de um hotel muito discreto que ficava nas redondezas, rumando para ele sem perda de tempo. Quando chegamos, Angélica ficou um pouco hesitante em descer do carro e caminhar comigo até a recepção, mas eu, agindo como um cavalheiro, saltei do carro e fui até ela abrindo a porta e estendendo uma das mãos para ela.Angélica sorriu e retomou a confiança no que estava para acontecer. Nos identificamos na recepção e pedi um quarto do tipo colonial (mesmo sem saber se ainda existia aquela espécie de habitação). A recepcionista sorriu e me entregou uma chave dizendo que o quarto ficava no quarto andar e que, se quiséssemos, poderíamos utilizar o elevador privativo. Não demorei para perceber o porquê do “privativo”. Era um cubículo minúsculo e todo esquadrinhado de espelhos. Assim que a porta se fechou, agarrei Angélica pela cintura e beijei-a com a sofreguidão de um adolescente prestes a dar sua primeira trepada (tem coisa melhor!). Angélica também me abraçou e uma de suas mãos apertou minhas nádegas empurrando minha pélvis na direção do ventre dela, permitindo que ela sentisse o “volume” que pulsava enlouquecido, querendo saltar para fora das calças. Angélica tocou na virilha sentindo as dimensões da minha rola enquanto ainda nos beijávamos com as línguas entrelaçadas em meio a um caldeirão de saliva quente. Assim que entramos no quarto e eu fechei a porta, Angélica veio para cima de mim, desafivelando meu cinto e abrindo minha calça. Logo a seguir, ela puxou minha cueca procurando pela rola e assim que encontrou-a passou a massageá-la vigorosamente – estava quase me masturbando – apertando-a vez por outra.Senti aquele corpo delicioso por cima da roupa que ela vestia e assim que percebi que o tesão estava insuportavelmente descontrolado, empurrei-a para trás afim de que eu pudesse livrá-la da blusa e da saia que ela estava vestindo. A visão era o mais puro deleite do macho. A pele morena de Angélica estava realçada pela lingerie branca, composta de sutiã meia taça e calcinha “asa delta”. Fiquei extasiado com aquele corpo de cintura fina bunda proporcionalmente grande e seios médios que ainda exibiam uma firmeza incomum.Terminei de me despir, ordenando que ela permanecesse com a lingerie, pois queria saborear aquela visão idílica do paraíso. Eu olhava para ela e, literalmente, comia com os olhos, quase beirando à salivação animalesca. Angélica, que já não se aguentava, aproximou-se de mim e ajoelhou-se tomando minha rola, primeiro entre as mãos e, a seguir, guiando-a até seus lábios que passearam por ela até engoli-la por inteiro. A destreza daquela mulher era algo surpreendente e eu fiquei grato por encontrar uma parceira de foda que sabia muito bem o que fazer. Acariciei seus cabelos curtos e volumosos sem exigir ou forçar qualquer coisa, já que ela deixava claro saber muito bem como enlouquecer um homem com uma boa chupeta. Ficamos assim por algum tempo, e eu me surpreendi com meu controle, pois o sexo oral não é uma das coisas que eu mais aprecio no sexo – exceto quando eu o faço na minha parceira – mas que Angélica havia elevado a um patamar até então desconhecido para mim. Ela engolia e cuspia a rola por inteiro, deixando-a lambuzada com sua saliva e em certos momentos, ela deixava apenas a glande inchada entre os lábios simulando uma mordida sem dentes que me fazia gemer e uivar como um animal em pleno cio.Aturdido com aquela mulher madura chupando minha rola, saboreei o momento, até não resistir e perguntar se eu podia fazer o mesmo com ela. Angélica soltou minha pica e me olhou profundamente, dizendo que jamais homem algum fizera um pedido semelhante (!). Ai não me fiz de rogado; levantei-a com delicadeza e fiz com que ela se deitasse sobre a enorme cama colonial de madeira de lei e com a gentileza de um cavalheiro, abri suas pernas, mergulhando minha cabeça entre elas. Inicialmente, apreciei a visão daquela bocetinha pequena e de poucos pelos cujos lábios brilhavam em consequência da umidade que vazava de seu interior. Cheirei-a como um especialista, sentindo aquele aroma suave de mulher excitada que verte líquido seminal denunciando sua enorme vontade de ser possuída por um macho.Inicialmente, lambi os pequenos lábios com o cuidado de quem quer saborear um doce gostoso, porém não tardei em encontrar o clítoris levemente inchado que pulsava chamando minha língua para si. Lambi delicadamente aquele pequeno instrumento de desejo e, em seguida, coloquei-o entre meus lábios sugando-o com certa intensidade causando espasmos no corpo de Angélica que, por sua vez, gemia ensandecida contorcendo-se cada vez que eu chupava seu clítoris e pedindo que eu não parasse (e eu não tinha qualquer intenção neste sentido!). Chupei aquele pedacinho de carne até que s
entisse uma cachoeira de fluidos corporais vazarem daquela bocetinha delicada em direção à minha boca que sorveu gulosamente aquele doce sabor. Angélica tinha gozado tantas e tantas vezes em minha boca que sua respiração era ofegante e seu corpo contraia-se a cada espasmo provocado pela onda de prazer.Subi sobre ela para mamar aqueles peitos firmes cujas aureolas estavam eriçadas com os mamilos endurecidos clamando por boca e língua de macho. Suguei com a tara de um macho com saudades de um peito feminino para aplacar sua fome e sem perder o ritmo, posicionei meu pau por sobre a virilha, enquanto com gestos delicados de meus joelhos separava as pernas de Angélica, indicando que eu queria penetrá-la de pronto. E o ápice aconteceu! Senti minha pica, literalmente, escorregar para dentro daquela vagina cuja umidade funcionava como o melhor dos lubrificantes. Passei a estocar aquela boceta com movimentos cadenciados e longos, deleitando-me com o prazer de possuir aquela fêmea exuberante e cheia do frescor das mulheres maduras. Angélica correspondia às minhas investidas jogando sua pélvis contra a minha e esse movimento causava-nos imenso prazer e ampliava os limites do tesão. Foi uma trepada de horas, e mesmo com nossos corpos suados, empapando os lençóis da cama e fazendo com que eles grudassem em nossa pele, ainda assim persistimos na foda imemorial que nos satisfazia de corpo e alma. Angélica gozou, não uma ou duas vezes, mas tantas que eu mesmo havia perdido a conta … e ainda assim ela pedia mais, dizendo que fazia tempo que não era fodida por um macho tão hábil e gentil (adorei os elogios que não esqueço até hoje!).Gritei para ela denunciando que o orgasmo se avizinhava, e perguntei se podia enchê-la com meu sêmen … Angélica respondeu que, se quisesse poderia, mas que ela adoraria que eu a lambuzasse com minha porra quente e gostosa (palavras dela!). Obediente, tirei a pica para fora e depois de um breve estímulo manual, deixei a ejaculação acontecer, projetando jatos que atingiram a barriga e até mesmo o rosto da minha parceira.Quis pedir-lhe desculpas, mas antes que pudesse fazê-lo fui surpreendido com o gesto de Angélica que passava as mãos sobre o corpo e, em seguida, levava os dedos umedecidos até a boca, chupando avidamente os restos de sêmen que ficaram em suas mãos. Aquela visão me causou um impacto tão grande que jamais me esqueci dela … afinal mulher alguma havia pedido para que a lambuzasse com meu sêmen e, muito menos, sorveu aquele líquido como quem saboreia um delicioso doce cremoso (me perdoem o trocadilho infame!).Deitei-me ao lado dela sendo logo enlaçado por um de seus braços e sentindo o aroma quente e doce de seu hálito em meu pescoço. Disse a ela o quanto havia gostado de trepar com ela, e Angélica zombou afirmando que eu devia dizer isso para todas com quem transava. E ela riu ainda mais quando eu lhe disse que ela tinha sido diferente (na verdade, especial), inclusive pelo fato de ser mãe da minha colega de trabalho. Abracei-a com firmeza sentindo o quanto era bom ter uma mulher nos braços (desconheço algo melhor) e continuei conversando com ela, sabendo de seus gostos e preferências.Evitei a todo o custo falar sobre esposo (dela), esposa (minha) ou filha (dela), limitando-me apenas a ela como pessoa. Houve um momento em que Angélica me disse que jamais algum homem havia conversado com ela sobre ela própria – nem mesmo seu marido – e que aquela minha atitude lhe havia cativado ainda mais. Usufruímos de um pequeno cochilo, já que a tarde se arrastava e, ao que parecia, nenhum de nós estava com vontade de ir embora.Pedimos a cortesia do lanche da tarde e sorvemos com uma fome típica de quem havia consumido energias demais, se bem que eu ainda imaginava recuperar minha “vitalidade” para um segundo tempo. Sentei-me em uma poltrona de couro que ficava em frente à cama onde Angélica havia se deitado de lado para me observar e fumei um cigarro com uma calma incomum. Quando terminei olhei para ela que sorriu e me disse que achava muito sexy homens que fumavam. Sorri de volta em agradecimento pelo elogio, sentindo que minha rola dava claros sinais de que estava se preparando para uma nova rodada (!).Levantei-me e caminhei até a cama. Assim que me aproximei de Angélica, ela tocou a pica com os pés. Foi uma sensação deliciosa e instigante, já que a rola imediatamente ficou em posição de sentido. Angélica olhou para ela com uma expressão mesclada de surpresa e safadeza.-Essa barraca armada é pra mim? – ela perguntou como quem já sabia a resposta. Acenei afirmativamente com a cabeça, enquanto permitia que seus pés sentissem toda a extensão da rola dura.E quando Angélica virou-se de costas para mim, a visão daquela bunda provocante causou-me uma perturbação diferente. Agarrei-a pela cintura e puxei-a para mim forçando que ela ficasse de quatro sobre a cama. Angélica obedeceu sem qualquer resistência, para, em seguida, olhar por sobre um dos ombros e sorrir maliciosamente.-Eu sei o que você quer, seu safadinho … quer comer meu rabo, não é? Eu não respondi – aliás, nem era capaz de fazê-lo – a visão daquele traseiro me deixou enlouquecido e sem perda de tempo, peguei as nádegas firmes da minha parceira deixando que o vale entre eles revelasse o tesouro escondido. Mas antes que algo pudesse acontecer, Angélica olhou novamente para mim com um olhar sério.Espera um pouco, seu tarado … deixa eu lubrificar essa pica com a minha boca! – dizendo isso, Angélica, permanecendo de quatro voltou seu rosto na direção da rola dura e chupou-a com maestria, tomando o cuidado de deixá-la bem lambuzada com sua saliva.No momento seguinte, minha parceira estava novamente de costas para mim e não perdi mais tempo. Segurei-a pelas ancas e puxei-a para os lados forçando que as nádegas ficassem levemente separadas. Olhei para o anelzinho dela, e com um golpe cuidadoso e preciso, enfiei minha glande inchada que entrou de uma só vez.Angélica gemeu querendo gritar, mas preferiu fazê-lo enfiando seu rosto no travesseiro e suprimindo eventual sonoridade indesejada. Mantive minha posição sem recuos ou avanços, deixando que seu ânus se acostumasse com o “invasor”. Depois de alguns minutos persisti na introdução anal, e com movimentos cada vez mais intensos, avancei até que toda a pica grossa estivesse dentro do buraquinho da fêmea. Angélica queria gritar, mas mesmo assim, preferia fazê-lo com o rosto enfiado no travesseiro.Com uma das mãos, procurei o grelinho dela e assim que o encontrei, passei a massageá-lo com carinho, provocando espasmos no corpo da minha parceira, que por alguns instantes cruciais, esquecera-se da dor da penetração anal, deliciando-se com a magia de meus dedos. Paulatinamente, os gritos e gemidos de Angélica foram substituídos por expressões de tesão e de prazer, … ela estava adorando minha massagens clitoriana e sob o efeito dela, gozou uma ou duas vezes, anunciando despudoradamente este resultado.Foi nesse momento que eu passei a estocar aquele anelzinho dominado e a cada movimento de vai e vem, Angélica rebolava o seu traseiro, dizendo que estava adorando ser enrabada por minha pica. Na medida em que meus movimentos foram se intensificando, Angélica rebolava cadenciadamente, e, vez por outra, contraía seu esfincter provocando o que mais parecia ser uma mordida sem dentes em meu pau, cuja vibração me causava espasmos luxuriosos e intensos.Continuamos naquela foda anal por tanto tempo que até hoje eu não sou capaz de lembrar, exceto pela penumbra que avançara pelo quarto evidenciando que a tarde estava sendo vencida pelo início da noite. Angélica gozou tantas vezes que já havia perdido a conta e, mesmo assim pedia para que eu continuasse a foder seu cu sem parar … ela dizia que aquela era a primeira vez – e talvez a última – e que desejava que fosse inesquecível. O tesão daquela mulher madura e gostosa instigava ainda mais a minha potência, e, desse modo, eu passei a estocada mais longas e poderosas, fazendo minha rola sair quase toda e enfiando-a sem qualquer rever
ência.Angélica gemia tanto que parecia estar fora de si, dizendo que queria meu pau dentro do seu rabo para sempre e agradecendo por ter me encontrado na festa, pois foi assim, segundo ela, que conseguira um macho para fodê-la por trás (!). Copulei como um sátiro até sentir que meu corpo não possuía mais uma gota sequer de vitalidade, ao mesmo tempo em que minhas entranhas alertavam que um orgasmo estava por vir. Tentei ainda resistir bravamente, porém o peso da idade e o esforço intenso cobravam seu alto preço, de tal modo que, após mais alguns movimentos bastante vigorosos que fizeram minha parceira querer gritar, enfiando seu rosto no travesseiro, disse a ela, com voz ofegante, que estava prestes a ter um novo orgasmo.Angélica sentiu-se renovada pelo meu vigor tardio, e em resposta, passou a mover sua pélvis contra o meu ventre provocando uma combinação de movimentos de vai e vem totalmente sincronizados como eu jamais tivera antes com uma fêmea. Ela movia-se com elegância e graça fazendo com que seu traseiro crescesse ante meus olhos famintos e estimulando minha libido até o ponto em que, sem qualquer resistência, gritei para ela que ia gozar no exato momento em que senti a primeira contração esfincteriana que tornava meu pau mais rígido e dilatado.Com uma agilidade impressionante, Angélica empurrou-me para trás com seu corpo, fazendo com que a rola saísse de dentro dela, e no momento seguinte ela tinha a pica dura a pulsante em uma das mãos, massageando-a com força até sentir que o primeiro jato de esperma se projetasse na direção de seu rosto. Grunhi como um animal em pleno cio e mal pude crer quando ela enfiou o mastro dentro da boca aquietando-o e recebendo a carga de sêmen que extravasava de minhas entranhas. A medida em que gozava deliciosamente amparado pela boca da fêmea, sentia meu corpo contrair-se em espasmos demorados que faziam minhas pernas bambearem e meus joelhos tremerem. Acariciei seus cabelos e quando tudo terminou fui ainda surpreendido pela iniciativa de Angélica que, levantando-se, ficou à minha frente, exibindo sua boca entreaberta cheia de porra que ela engoliu suavemente como quem sorve algo muito gostoso.Nos beijamos e nos abraçamos carinhosamente, sentindo o calor e o suor de nossos corpos enfraquecidos enquanto o interior do quarto era tomado pela penumbra pesada do início da noite. Ficamos assim por alguns minutos, até que, incapazes de resistirmos ao apelo de nossos corpos desabamos sobre a cama, um ao lado do outro, abraçados e felizes. Confesso que, naquele momento, meu maior desejo era dar uma cochilada revigorante, principalmente sentido aquele corpo macio e morno ao meu lado. Mas, para o bem de ambos, olhei Angélica nos olhos e disse a ela que era tarde e que precisávamos ir embora. Ela sorriu meigamente e sem dizer qualquer palavra, levantou-se e foi ao banheiro tomar uma ducha.Não resisti à vontade de segui-la e sentando-me no vaso sanitário fiquei apreciando aquela mulher graciosa e tesuda banhando-se tranquilamente. Ela não demorou a perceber meu olhar guloso e aproveitando-se da transparência do vidro do box, ensaboava e enxaguava seu corpo com movimentos lânguidos e sensuais, olhando-me com um ar provocante e cheio de malícia. Voltamos para o quarto e enquanto nos vestíamos, vi que Angélica olhava para mim com certo ar de preocupação.-Não sei se você gostou de mim, mas preciso confessar que adorei essa tarde com você … será que teremos outras? – a voz dela parecia hesitante como alguém que fez a pergunta preferindo jamais ouvir a resposta.-Eu não adorei não! – respondi com ar sério e sisudo, para em seguida completar -Eu fiquei extasiado com você e se depender de mim, teremos muitas outras vezes … de preferência, uma por semana!-Então, … serei sua amante? – ela retrucou também com um ar sério ensaiado.-Não sei, acho que eu é que serei seu amante! – respondi para, em seguida, cairmos em uma gargalhada gostosa e sincera.Rimos como dois adolescentes e depois de mais alguns beijos quentes e instigantes, fomos embora. Deixei-a onde havíamos nos encontrado e fui para casa me sentindo o sujeito mais sortudo do mundo … afinal, eu tinha transado com a mãe da minha amiga e tinha também conquistado uma amante que nos próximos encontros, revelou-se uma pessoa disponível e sempre aberta a novas experiências.Por fim, digo a vocês que não há coisa melhor no mundo de que uma transa madura fruto da naturalidade do destino, pois após a primeira vez, as seguintes sempre serão muito melhores!

Comi a filha de um amigo.

Tenho 39 anos sou moreno, cabelos já ficando grisalhos, uso cavanhaque, e como já joguei futebol, aliás jogo até hoje, tenho minhas pernas bem definidas. Bom vamos ao que interessa. Sou casado e vivo muito bem com minha mulher, mas você sabe como é homem né, não agüenta uma tentação de mulher que cai dentro, e foi isso que rolou comigo e uma vizinha filha de um amigo meu. Ela se chama Claudinha ( nome fictício), uma gatinha de 15 aninhos linda uma bundinha durinha e impenadinha mas ou menos a sua altura, cabelos ruivos e lisos e um peitinho rosadinho que cabe na minha boca inteirinho.

Sandra: fodendo com dois pela primeira vez

    Aquela viagem não tinha sido planejada por Sandra. Sair de Brasília por uns dias e visitar, sem a companhia de seu marido, a irmã em Florianópolis não era sua primeira opção nas férias. Não que achasse indispensável a presença de sua cara-metade. Já havia feito outras viagens sem ele, e nem por isso deixara de se divertir. E, sempre com muita discrição, já experimentara outros homens na cama – na verdade, todos os que quisera, pois seu poder de sedução era uma inquestionável verdade da natureza. Bastava a um homem vê-la uma vez para passar a desejar com toda luxúria aquela mulher deliciosa.         Com pouco mais de 20 anos de casada, 3 filhos, Sandra era uma loura literalmente de cair o queixo. Alta, falsa magra, rosto de uma beleza clássica incomum, cabelos um pouco abaixo dos ombros, seus seios grandes e firmes eram uma tentação que ela sabia ressaltar com decotes generosos. Suas pernas super-bem torneadas, fruto de muito esporte e academia, e um bumbum empinado na medida certa eram o complemento daquele conjunto que nenhum homem deixaria de notar. Era o tipo de mulher que sabia do poder que tinha, mas que só dava para os homens que escolhia, como e quando queria.        Florianópolis, naquele início de verão, pareceu-lhe apenas uma seqüência de belas praias onde ela poderia descansar e colocar em dia o papo com a irmã. Esta, também uma bela mulher, um pouco mais nova e separada há pouco depois de um longo casamento, vivia – Sandra veio a ficar sabendo – uma fase de descobertas. Sua primeira surpresa foi se dar conta que a irmã, antes tímida e e adepta de maiôs comportados, agora usava biquinis bem reveladores – ficou imaginando que outras surpresas ainda lhe estavam reservadas. Solidária, colocou também um dos menores modelos que trouxera, e foram ambas à praia da Joaquina. Antes de escolherem um local para ficar, resolveram caminhar um pouco pela areia. A visão daquelas mulheres juntas, particularmente de Sandra, numa canga quase transparente, chamou a atenção dos homens do lugar, a maioria de jovens universitários. Conversas foram interrompidas e surfistas e jogadores de futebol deixaram por um momento suas pranchas e bolas, olhares magnetizados por aqueles corpos em pleno vigor. Na hora em que escolheram um lugar para ficar, ambas despiram as cangas quase simultaneamente, provocando o silêncio momentâneo dos que estavam nas proximidades. Sandra acostumada àquele tipo de reação dos homens, deu um risinho safado para a irmã, que, mesmo enrubescendo, correspondeu. Mas, naquele momento, ambas queriam basicamente aproveitar o sol.        Como estavam próximas a uma barraca de praia, Sandra eventualmente se levantava para se refrescar no chuveiro ou para comprar uma água de coco. Reparou em dois jovens, na casa dos vinte e poucos anos, que jogavam frescobol ali perto. Estes logicamente prestaram ainda mais atenção naquela mulher que ofuscava as garotas mais jovens ao redor, mas o contato foi apenas visual naquela hora.         Depois de um dia nublado, em que optaram por outro programa, Sandra – agora num biquini preto com detalhes verde-limão e lacinhos nas laterais – e a irmã foram outra vez à praia, desta vez à praia mole, naquele dia um pouco mais vazia. Não foi sem alguma surpresa e prazer que Sandra viu aparecer, quando o sol estava a pino, os dois jogadores de frescobol que tanto a haviam observado na Joaquina. Notou que eles também gostaram da coincidência, particularmente um, o mais alto. E foi justamente esse, de nome Fred, que, tomando coragem, começou a puxar papo com as duas irmãs. Acostumada a cantadas as mais variadas possíveis, Sandra conteve o riso ao ouvir a conversa de que a repetição daquele encontro era mais que coincidência, que o cosmos havia planejado aquilo, e outras tantas abobrinhas. Na verdade era ela, caçadora hábil, quem já começava a escolher sua presa, particularmente depois de prestar atenção no volume que cresceu sob a bermuda do jovem quando ambos arriscaram entrar na água rapidamente. Fred insistiu para que se encontrassem à noite, numa das casas noturnas mais freqüentadas no verão. Sandra nada prometeu, mas disse que tentaria dar uma passadinha por lá. Mais tarde não foi difícil convencer a irmã, que passara um bom tempo conversando com Ricardo, o outro rapaz, a se juntar a ela naquele programa.           À noite, com um vestido branco de alcinhas levemente justo, com detalhes floridos, Sandra estava ainda mais provocante. Aquela peça, com um sutil decote, ressaltava ainda mais seu corpo dourado. Por baixo, do jeito que ela adorava, nada … Gostava eventualmente de usar vestidos e saias sem calcinha, e sabia que os homens ficavam loucos quando ela contava esse detalhe ou, mais raramente, quando eles o constatavam in loco. Sua chegada, com a irmã, à casa noturna repetiu o impacto inicial da praia. Olhares masculinos, mesmo dos acompanhados, passaram a saborear aquela rara presença de mulher.        Depois de tomar uma caipiroska e recusar gentilmente dois convites para dançar, Sandra conseguiu localizar Fred e Ricardo do outro lado da pista. A excitação destes ao encontrá-la era visível. Foram, os quatro, para uma mesa mais afastada e conversaram muitas amenidades. A mesa era pequena e, sentada entre os dois admiradores, Sandra sentiu suas pernas serem roçadas, ora alternadamente, ora simultaneamente pelos jovens. Houve mesmo uma mão mais ousada que se arriscou acima de seu joelho, sendo suavemente afastada. Era visível que aqueles homens de pouca experiência estavam hipnotizados pela beleza e pela sensualidade daquela fêmea impressionante, que, sabendo-se dona da situação, sentia mil idéias passarem por sua cabeça. Uma de suas fantasias mais recorrentes estava pedindo para ser realizada. Queria, e sabia que teria, dois homens para comê-la juntos… Sua decisão foi tomada quando a irmã, ainda pouco acostumada a beber, disse que iria para casa de taxi, deixando o carro com ela. Sem dar tempo para despedidas, Sandra chamou os dois rapazes para dançarem com ela. A pista estava bem cheia, e ela constatou que a excitação dos jovens só havia aumentado com os drinks que haviam tomado. Fred segurava-a pela cintura e beijou seu pescoço mais de uma vez. Ricardo, um pouco mais contido, apalpou seu bumbum demoradamente, na confusão de pessoas dançando bem próximas.         De volta à mesa, enquanto Ricardo foi ao banheiro, Sandra olhou para os olhos de Fred demoradamente e perguntou o que ele achava da idéia de irem – não só eles dois, mas também seu colega – para um lugar mais calmo, mais especificamente para o apartamento que a irmã tinha na praia, mobiliado e desocupado no momento. O rapaz quis esboçar ciúmes, dizendo que queria ir só com ela, mas Sandra soube impor sua vontade, apalpando seu pau sobre a calça e dando-lhe na boca o demorado beijo que ele havia querido desde o início da noite. Se havia uma arte que Sandra dominava era a de, com um beijo na boca, passar a controlar um homem. Nenhum se contentava em prová-la apenas em parte, passando a fazer de tudo para levá-la para a cama. De volta à mesa, Ricardo abriu um largo sorriso assim que ouviu a proposta. Não havia como dizer não àquele convite. Nada foi dito explicitamente, mas os olhares já prenunciavam o que poderia ocorrer. Dirigindo, Sandra sentia os dois comendo-a com os olhos. Estacionado o carro na garagem subterrânea do prédio, os três subiram, trocando poucas palavras.        Na sala, senhora da situação, Sandra ordenou aos rapazes que sentassem no sofá e, ligando baixinho o aparelho de som que lá havia, começou a dançar. Não chegou bem a fazer um strip-tease, talvez porque fossem poucas as peças de roupa a retirar. Sensualmente se desfez do soutien, ainda sem
retirar o vestido de alcinhas. Sentiu a respiração dos dois expectadores ficar mais forte quando dançou praticamente colada a eles sem permitir que a tocassem. Aproximando-se de Fred, pediu a este que abrisse o ziper às suas costas. Depois de dançar mais um pouco, levantando seu vestido e transformando-o numa micro-saia, terminou a música deixando-o cair por completo e chutando-o para o lado. A visão daquele corpo espetacular, com seios desafiando a gravidade acabou com o que poderia restar de timidez nos rapazes. Fred mergulhou naquele colo, enquanto Ricardo passou a beijar as coxas e o bumbum daquela rainha provocante. Controlando os dois machos famintos por sexo, Sandra os fez retirar as roupas e sentar novamente no sofá, agora só de cuecas. Suas ordens foram claras: ambos tinham, naquele momento, de ficar imóveis, e somente ela comandaria as ações. Durante toda a noite também seria ela a decidir o quê e como fazer. Ajoelhou-se em frente a Fred e libertou, com mãos ábeis, uma pica cujo tamanho e calibre ela já adivinhara. Enquanto massageava o membro pulsante, passou a beijar o peito daquele jovem homem, prosseguindo com a língua até sua boca sedenta. Simultaneamente, esticou a mão direita para tocar pela primeira vez o membro de Ricardo. Seu tato a fez pressentir a surpresa que se confirmou em seguida. Ao fazer saltar aquele pau completamente duro, Sandra não conteve uma expressão de admiração: era o maior que ela já tinha visto, com uma grossura que lhe inspirava ao mesmo tempo medo e desejo. Perguntou quanto media e ouviu a resposta: 21cm! Ela sabia que queria aquela pica enorme – e também a outra – e tinha certeza que teria ambas dentro de si quantas vezes e por quanto tempo quisesse. Sentada ou deitada no sofá, passou a beijar as bocas de Fred e Ricardo alternadamente, enquanto os masturbava bem devagar. Não havia pressa para quem havia esperado tanto tempo para realizar aquele antigo sonho.        Satisfazendo uma de suas maiores vontades, colocou os dois jovens de pé, lado a lado, e, novamente de joelhos, passou inicialmente a lamber e depois a chupar aqueles paus completamente rígidos. Fazia isso enquanto olhava nos olhos aqueles homens, vendo em seus rostos desejo puro. Maravilhada com o prazer que estava dando e sentindo, tentou e conseguiu colocar as duas cabeças rubras simultaneamente na boca… Sentiu o líqüido seminífero escorrer de uma dos membros e apressou-se em recolher tudo com a língua. O pau de Ricardo a impressionava: engoliu o máximo que pôde daquela vara, mas mesmo assim conseguiu alojar pouco mais que a glande em sua boca. Mas ela tinha outros planos para aquele instrumento que tanto a fascinava. Notou que, apesar de seus avisos, Fred insistia em receber mais atenção que o colega e resolveu puni-lo exemplarmente. Levantou-se, fez os dois se sentarem novamente no sofá – agora mais afastados – e disse para Fred: Agora você vai apenas olhar. Ato contínuo, sentou-se de frente no colo de Ricardo e foi fazendo aqueles 21cm de pica sumirem completamente dentro de seu sexo completamente encharcado de tesão. Sentindo-se empalada viva, com aquele membro penetrando suas entranhas, Sandra beijava seu dono como uma possessa. Em dado momento, virou-se para o lado e falou: Está gostando do show, corninho?. A pergunta foi apenas retórica, pois ela podia ver que, sem se tocar, Fred estava prestes a gozar. Mas ela não queria perder nada daquele espetáculo … sem deixar de cavalgar Ricardo, mandou que Fred se voltasse para seu lado e, inclinando-se em direção a ele, passou a chupar aquela pica dura feito rocha. Sentindo o climax do rapaz se aproximar, Sandra ainda teve tempo de dizer: Goza, enche a boca de sua putinha de porra quente. E assim ele fez, ejaculando profusamente. Sandra não se permitiu desperdiçar uma gota, fazendo trabalhar com eficiência sua língua experiente até engolir tudo. Observador de tudo aquilo, Ricardo continuava bombeando fortemente dentro dela. Segurava aquela mulher pela cintura deliciosamente fina e a fazia subir e descer em sua pica. Não demorou até ela atingir um clímax incontrolável. Sandra segurou os ombros do macho que a comia, crispou os dentes e gemeu alto ao gozar com aquela vara imensa dentro de si. Àquela altura, Ricardo não conseguia se conter mais e avisou que também iria gozar. Mais uma vez Sandra não quis desperdiçar nada e rapidamente se posicionou para receber na boca um rio de esperma. Não se decepcionou com a quantidade, a maior que já tinha visto sair de uma pica, e engoliu o máximo que pode, deixando escorrer um pouco pelo canto da boca.        Exauridos depois daquela primeira sessão de sexo, Fred e Ricardo tombaram no sofá. Mas a fêmea em comando queria mais, muito mais, e os chamou para tomarem banho junto com ela. Com massagens bem aplicadas e beijos quentes, Sandra deixou novamente rígidas os dois paus. Saindo do box, enxugou-se e ficou de quatro na ampla cama de casal da suíte, oferecendo seu corpo tentador. Fred não perdeu tempo em se posicinar atrás dela, ajoelhando uma das pernas e segurando Sandra firme pela cintura. Ele, que ansiara por aquele momento, penetrava-a com todo o desejo que um homem pode ter, mas devagar, como ela pedia agora. Sabia que estava fodendo uma mulher que poderia escolher qualquer homem, e adorava a oportunidade rara de ser um desses pivilegiados. Ricardo colocou seu mastro em frente ao rosto de Sandra, que, dando um sorrisinho safado, passou a percorrê-lo demoradamente com a língua antes de abocanhá-lo de novo. Ter duas picas à sua disposição parecia tão natural para Sandra que ela se perguntava como tinha demorado tanto tempo para experimentar aquela sensação. Sabia que nascera para ser uma puta devassa, e lamentava todos os momentos em que reprimira essa sua vocação natural. Adorava uma pica, de preferência grande e grossa, e sabia que o momento por que passava estava fadado a se repetir muitas e muitas vezes no futuro.       Passados alguns momentos em que desfrutou com calma do pau de Ricardo em sua boca, voltou-se para trás e disse a Fred: Como você se comportou bem depois de sua punição, vai ganhar um prêmio agora. Mandou Ricardo se deitar na cama e, com o tronco ereto, sentou-se sobre ele, engolindo o avantajado membro com seu sexo em chamas. Em seguida, reclinou-se lentamente para a frente, empinando a bunda para trás e expondo   seu cuzinho rosado para Fred. Este entendeu perfeitamente a mensagem. Meio agachado, meio de joelhos, aproximou-se por trás, o pau já naturalmente lubrificado. Teve de se controlar na hora em que viu seu membro avançar dentro daquela bunda gulosa, primeiro a cabeça rombuda e depois todo o resto, até sentir o saco roçar aquelas nádegas simultaneamente firmes e macias. Sandra delirava … Tinha duas picas dentro de si pela primeira vez na vida, e queria que aquele momento durasse para sempre. Começou a cavalgar a vara de Ricardo enquanto mandava Fred lhe enrabar cada vez com mais vigor. Em determinado momento os dois sincronizaram os movimentos, seus membros penetrando completa e alternadamente os orifícios daquela devoradora de homens. Sandra não resistiu e gozou sozinha, contendo parcialmente um gemido de prazer que vinha das profundezas de seu corpo plenamente explorado. No entanto, não queria parar … Mandou que Ricardo e Fred continuassem a fodê-la como se ela fosse a última mulher do mundo. Suada e quase delirando, ainda conseguia beijar os dois machos que a possuíam. Mas estes chegavam a seus limites. Iam gozar dentro dela, o que foi o bastante para aproximá-la também de novo orgasmo. Bombeando cada vez mais depressa, os dois despejaram dentro de Sandra o que lhe pareceu litros de sêmen. Ela urrou de prazer, o mais alto que pôde.       Naquele momento Sandra sentiu-se plenamente realizada. Realizara sua mais desejada fantasia. Tinha, porém, total consciência de que muitas outras picas ainda foderiam aquele corpo permanentemente sedento de sexo. Não havia mais tem
po a perder …                                

01 – O PRIMEIRO DOTADO… FOI MEU ALUNO DE REFORÇO

(os eventos que serão relatados a seguir, aconteceram antes da pandemia de Covid19)Olá, me chamo Luciana Costa, sou professora de matemática da rede estadual de ensino. Casada há 15 anos e mãe de uma filha de 12 anos. Tenho 36 anos, cabelos loiros (pintados) na altura dos ombros e encaracolados, 1,70m, quadris largos, bunda grande, seios médios, coxas grossas, pele morena e modéstia à parte, chamo a atenção por onde passo; sei que sou gostosa, mas sempre procurei manter o respeito perante todos, nunca traí meu marido, mas já fui traída por ele; descobri, perdoei, e não alimentei vingança em meu coração, contudo, embora a mágoa ainda exista, e eu desconfie que ele ainda me trai, segui fiel, digo segui, porque essa história que vou narrar… causou uma alteração severa… e irreversível na maneira como eu vejo o sexo… e principalmente, a qualidade do sexo, e foi a partir dessa história, onde o detalhe crucial que me fez adotar a postura que adotei, inclusive em relação ao meu marido, mudou drasticamente a forma como eu veria os homens. Caros leitores, conheçam a minha história sexual, e ela não é feita de aventuras banais, plásticas e fantasiosas. Tudo que vocês saberão sobre a minha intimidade… aconteceu sim, de forma surreal e inacreditável até, mas aconteceu.Um dia qualquer do mês de março de 2018. Fim de expediente, eu estava saindo da escola, estressada, pois a vida de professor é um estresse, você convive diariamente com uma turma de alunos desinteressados, despreocupados com seus dias vindouros, fúteis e desrespeitosos. Alguns são bandidos, outros, envolvidos com bandidos, então eu tenho de pisar em ovos e tolerar certas coisas intoleráveis, mas enfim… é só um esboço de como é minha rotina, meu cotidiano profissional. Eu sou uma pessoa que gosta de detalhar o que vê e o que sente, e isso vai dar uma profundidade maior em meus relatos, então… vamos lá.Começo de tarde ensolarada. Estranhamente passei o dia pensando em sexo, talvez carência, pois minhas transas com meu marido já não eram lá essas coisas; eu gostava e muito, mas o fantasma de sua traição me assombrava sempre. Já fora dos portões da escola, uma senhora me abordou. Mais baixa do que eu, morena escura, cabelos grisalhos e lisos, presos, usava um vestido simples, parecia estar na casa dos 50 anos. Afim de não incluir uma conversa banal e que enrolaria o propósito do conto, vou resumir: ela queria que eu desse aulas particulares para seu filho Ismael, que prestaria o ENEM naquele ano. Opa, dinheiro é bom, e topei na hora, porque o salário de professora não é lá essas coisas; não é miserável, como alguns gostam de dizer, eu passo sem sufoco e ainda me sobra, mas um extra é sempre bem-vindo e eu também tenho tempo livre à tarde, então poderia lecionar sem problemas. Combinamos os valores, dias, horários e local (seria na casa dela, pois era perto da minha, na rua de trás).Depois de avisar meu marido sobre as aulas particulares, no dia e hora marcados, cheguei à casa de Ismael e bati palmas no portão. Rapidamente fui atendida pelo próprio; um garoto moreno, de 18 anos, fortinho, um pouco mais alto que eu, esguio, rostinho razoável até, orelhas médias, um nariz meio largo, cabelo estilo militar, lábios carnudos e olhos penetrantes, corpo definido e parecia um rapaz bem criado pelos pais, não tinha trejeitos de malandro e futuramente, poderia até mesmo namorar minha filha. Ao me vir ele lançou um olhar devorador, tarado, de macho louco para abater sua fêmea, aquilo me deixou encucada e meio acanhada.—B-Boa tarde! Sou Luciana, sua professora de reforço! Saudei e me apresentei.—Boa tarde professora Luciana! Sou Ismael, prazer! Respondeu o garoto, estendendo a mão para me cumprimentar. Gesto educado que gostei e retribuí. —Pode entrar professora, fique à vontade! Completou Ismael, abrindo passagem para mim. Assenti e entrei, e enquanto entrava, reparei o moleque secando meu corpo, e olha que não ando com roupas provocantes e curtinhas; eu trajava uma camiseta verde-escura com um ursinho desenhado e uma bermuda jeans preta, com detalhes cinza, mas bem apertada, porém, sem intenção de seduzir.—Ismael, onde está sua mãe? Indaguei, ao dar falta dela. O garoto não tirava os olhos de mim, olhava como se fosse avançar sobre meu corpo e me foder até se dar por satisfeito.—Minha mãe deu uma saída professora, mas deixou o dinheiro aqui, e… acho que podemos começar as aulas! Respondeu o garoto, meio tímido, mas me encarando de forma sedutora, com seus olhos percorrendo cada centímetro e curva do meu corpo, nunca um homem adulto havia me olhado daquele jeito. Fiquei alerta… e meio temerosa, então disse:—Tudo bem, vamos começar! Sentei-me à mesa ao lado de Ismael, sempre sendo acompanhada por seu olhar; aquilo ia me deixando nervosa, pois estava sozinha com um garoto que me olhava de um jeito tarado e eu sei que adolescentes têm um tesão quase infinito, ainda mais vendo uma gostosa como eu, mas procurei fazer meu trabalho com discrição e tranquilidade. Ás vezes eu encostava minha coxa na de Ismael conforme ia ensinando-o, ele sempre com olhar fixo em mim, seja pela explicação, seja pelo meu corpo, realmente aquilo foi me instigando, nem mesmo meu marido quando estava afim de sexo me olhava daquele jeito.Dado um momento, Ismael se levantou para tomar alguma coisa; quando esse garoto se pôs de pé, percebi um grande volume em seu short, algo bem estufado, e confesso que fiquei assustada e ao mesmo tempo curiosa (meu maior defeito), seria aquilo tudo seu pênis? Teria aquele garoto o pau maior que o de um homem adulto, inclusive meu marido?—Quer tomar alguma coisa professora? Água, suco, café? Ofereceu o guri, alisando rapidamente aquele volume enorme por cima do short, sem tirar os olhos do meu corpo; eu olhava aquele pacote e meu nervosismo crescia, pois estávamos só nós dois ali, mas ao mesmo tempo despertou em mim sensações inexplicáveis… e gostosas. Respondi meio gaguejante:—S-sim, aceito um copo de suco, Ismael! Minha vontade era de sair correndo dali, sinceramente fiquei com medo daquele garoto tentar me estuprar; como um menino poderia ser tão sem noção e tarado assim, mas conforme ele se aproximava, aquele grande volume delineado dentro do short meio apertado, somado ao seu olhar tarado, me deixava meio sem ação, talvez fosse mesmo excitação e curiosidade. Ismael se aproximou bem, com aquela montanha dentro do short, e por mais que eu tentasse fingir que nada estava acontecendo, não tinha como não olhar fixamente para aquilo que parecia ser seu pau, e sentir um estranho calor pelo corpo, o calor do tesão… mas… eu era casada, nunca traí… e nunca desejei trair…O mancebo me deu o suco, fui bebendo lentamente enquanto ele me encarava de forma sedutora e eu olhava em seus olhos e para aquele volume, Ismael disfarçou, mas não parecia inibido em exibir sua excitação. Ele virou-se de lado, e a protuberância abissal do que inacreditavelmente sugeria ser seu órgão genital, se fez mais evidente. Tomada pela curiosidade e descrença, dei uma de inocente e perguntei, porque aquilo já me sufocava:—Garoto, o que você tem aí dentro desse short? Você está armado por acaso? Ismael respondeu rindo da forma mais cínica e safada possível, alisando vagarosamente aquele pacotão e inventando uma justificativa bem rasa, mas me deixando chocada com a resposta:—Ah professora, não estou armado não, isso aqui é meu pau mesmo, eu não uso cueca porque não acho uma de bom tamanho. A resposta me atingiu em cheio, não sei explicar porque, mas acendeu minha libido, o garoto fez menção de baixar o short, abriu o velcro, arregalei os olhos, fiquei sem ação, mas um barulho no portão e o mesmo sendo aberto, seguido de uma pessoa entrando arruinou o clima —ou naquela conjuntura, me salvou de perder o juízo, fazendo o mancebo correr e se sentar imediatamente ao meu lado, visivelmente assustado e esbaforido… como eu. Ouvi passos que arrastavam um chinelo, e reorganizei as ideias, era a mãe de Ismael,
chegando e sorrindo simpática ao me vir ali.—Oi professora Luciana! Como vai a aula? O Ismael tá aprendendo? Cumprimentou e indagou a mãe do rapaz, cordial e radiante. Consegui me recompor e respondi:—Sim, está indo bem, ele… é esforçado e pega rápido a explicação! A senhora assentiu.—Que maravilha, ele é um bom aluno; graças a Deus nunca repetiu ou ficou de recuperação, mas sempre foi burrinho em matemática! Contou a mulher, troçando do filho.—Não existe ninguém burrinho, e sim com dificuldade de aprender! Falei, brincando, e ela deu uma risada gostosa, então Ismael, afim de se enturmar, comentou:—Quero ser advogado! Acho legal e dá muito dinheiro! Assenti sorrindo.Após a aula particular, fui para casa, tentando organizar meus passos, profundamente mexida com aquela situação que por um triz não virou um adultério bizarro. O moleque estava tarado por mim e iria me mostrar seu pênis, e eu, não sei porque, provavelmente cederia, mas o que me deixava totalmente surpresa e descrente, era a possibilidade de tudo aquilo sob seu short… ser mesmo seu pinto. Era grande, e erguia de forma impressionante o tecido…Mal consegui dormir devido a desse acontecimento, então, surpreendentemente, fiquei com um tesão absurdo, e transei com meu marido, mas pensando naquele tamanho de piroca do meu aluno, mesmo sem tê-la visto. Minha mente simplesmente se recusava a crer, que um fedelho daqueles, pudesse ter uma rola tão grande, bem maior que a do meu cônjuge…Combinei com a mãe de Ismael, que o reforço dele seria três vezes por semana, sendo assim, no dia após o intervalo estipulado, numa sexta-feira, fui dar minha aula, trajando quase a mesma roupa, mudando apenas a blusa, para uma que cobrisse mais minha bunda grande. Juro que não pensei em sacanagens, mas ao vir Ismael de novo, meu corpo se desconjuntou, ele me devorou com seu olhar, mas me recepcionou com educação e amabilidade.Nesse dia a mãe dele estava em casa, e claro, ele ficou acanhado, mas vez ou outra eu notava o rapaz excitado ao me olhar com tesão, e eu via sua excitação absurda avolumar o short. Ele mexia discretamente, e uma hora perdi o fio da meada ao perceber como aquela possível excrescência peniana se delineou sob o tecido. Não dava para ignorar aquilo, não dava mesmo…—Na próxima vez que a senhora vier, a mãe não vai tá em casa, aí eu te mostro meu pinto! Disse Ismael, cochichando bem perto de mim. O safado tinha percebido meu desatino.—Ficou doido menino? Me respeite! Retruquei, no mesmo cochicho, realmente indignada com aquele assédio tão escrachado, mas foi uma autodefesa, baseada nos meus valores morais. Eu nunca cedi a cantadas… principalmente… tão chulas como aquela…—Ué… a senhora queria ver naquele dia! Rebateu Ismael, cochichando de novo.—Eu não queria ver nada moleque; e pare com isso, ou meu marido vem aqui te dar umas porradas! Rebati, o fitando séria, novamente me autodefendendo, mas por dentro…—Um lanchinho pra senhora, professora! Disse a mãe de Ismael, e “sorri”…Segunda-feira.Após um final de semana tenso, e repleto de ansiedade, pois mesmo relutante, a imagem daquela tenda de circo armada, a qual a descrença de sua possibilidade ser real só aumentava minha curiosidade, fui para o cumprimento do meu “contrato” de professora particular, mesmo sob o risco de um novo assédio. O moleque disse que estaria sozinho, e foi aí que todo o meu ser gelou. Pensei em desmarcar a aula, mas a mãe de Ismael havia me ligado afim de confirmar a mesma; e eu, podendo realmente ter desmarcado inventando uma desculpa… ratifiquei o compromisso. Durante meu expediente na escola, minha mente me pregou uma peça: repetiu em loop infinito, a lembrança do dia em que descobri a traição de meu marido, ocorrida há tempos. Senti muito rancor… e uma sede de vingança assustadora…—Boa tarde professora! Entre! Disse Ismael ao me vir. Ele estava trajando uma camiseta cinza, com estampa de um personagem bizarro, e um short médio e meio frouxo, o qual se fazia notar sua pica, mesmo em repouso, e não era pequena não. Eu, trajava um vestido florido, de mangas curtas e godê, de comprimento quase até o joelho. Não quis vir com roupas justas, já para não dar ideia, mas ele me comeu com os olhos do mesmo jeito.—S-Sua mãe… está? Indaguei, torcendo (mentira) para que ela estivesse em casa.—Não professora, ela saiu! Respondeu o rapaz, meio acanhado, mas me secando…Começamos a aula. Eu, sentada com as pernas cruzadas e evidenciando bem minha coxa, sem perceber, fazia o garoto se desconcentrar, e notei que sua tora estava para explodir sob o short. Parecia realmente uma tenda, e parei para olhar, desatinada e sentindo palpitações. Ele percebeu e mexeu no volume, senti um arrepio, e vencida pela curiosidade, indaguei:—Garoto… essa barraca armada aí… é o seu pinto mesmo? É grande assim? A resposta não veio com sim ou não, foi com Ismael se levantando de um impulso e abaixando o short…Meus olhos não criam. Não criam na situação, não criam no que indaguei, não criam no que o mancebo fez e não criam que viam um falo depilado de 21 centímetros (medi depois), curvado para baixo, com uma veia saliente saindo da base lateral esquerda e fazendo uma curva no meio, com prepúcio cobrindo parcialmente uma glande rosada e meio comprida, proporcional ao resto, o qual era grosso e com bolas médias, destoante daquele garoto franzino.—Já viu um desse tamanho professora? Viu nada, tá com a maior carinha de assustada aí! Indagou e comentou Ismael, vendo minha reação bestificada. O garoto massageava aquele membro enorme e grosso. O pau do meu marido era um graveto perto daquele exagero, então respondi tentando manter o equilíbrio, e reassumir as rédeas da situação e da minha vida:—Guarda isso menino, você ficou louco? Eu sou casada, você devia me respeitar! Ismael não pareceu dar ouvido e se aproximou de mim alisando aquele pau enorme.—Ué, mas a senhora perguntou se era meu pau, e eu mostrei! Retrucou Ismael, me dando um choque de realidade. Sim, fui eu, eu que comecei tudo, mas podia acabar também, era só recusar e dar uma de ofendida, ameaça-lo com meu marido… mas não, o tremor em minha xoxota ecoou uma voz dentro de mim, uma voz que sugeria que eu começasse a redescobrir minha sexualidade… e fizesse meu esposo sentir na pele… o que era ser enganado.Sem ação, pasma, sem pensar direito, com medo e ao mesmo tempo excitada. Uma salada de sensações. O lado safada que eu pensava não existir em mim, entrou em trabalho de parto, o garoto não tinha pudor algum, exibia aquela picona como se fôssemos íntimos, como se ele soubesse que no fundo eu queria, então ele me deu a coragem que faltava…—Pega nele vai! Disse Ismael, pegando e levando minha mão àquele pau de jegue, não sei porque, obedeci sem questionar e automaticamente comecei a massagear de leve sua rola, apertando devagar e vendo minha mão percorrer todo aquele mastro; os meus ex-namorados (apenas dois, casei com o terceiro) não tinham um pênis sequer com 50% daquele comprimento, até mesmo os de atores pornôs eu duvidava, achava que eram truques. Eu não parava de olhar enquanto masturbava levemente seu pau, Ismael acariciava meus cabelos com uma mão e tocava meu seio com a outra, e vendo que eu estava totalmente passiva —e receptiva a tudo aquilo, o garoto me deu um beijo, o qual não recusei, deixei rolar aquele ósculo jovem e cheio de desejos, então comecei a punhetar mais forte aqueles 21centímetros de carne dura.—Minha nossa… que pinto enorme… é de verdade! Comentei, ainda abismada. Ismael sorriu e começou a bombar minha mão, em seguida pediu, com tom de ordem:—Chupa professora, quero sentir essa boquinha gostosa no meu pau, chupa ele todinho! Abaixei sem tirar a mão e os olhos daquele pau, como se tivesse sido hipnotizada por aquela rola grande, e a safada dentro de mim veio ao mundo, então comecei a chupar aquela pica, meio nervosa, sem muito jeito, mas com vontade, lambendo devagar da base até a cabeça, depois fui abocanhando devagar e chupando
, Ismael ia metendo o pau em minha boca, como se ela fosse uma buceta, eu ia tentando acomodar aquilo tudo, mas era difícil, acho que não consegui acomodar nem metade daquela rola, quase engasguei, mas era delicioso, algo indescritível, eu tentava em vão engolir aquele caralhão e engasgava, e com minha buceta encharcada de tesão, me levantei, ergui o vestido, abaixei a calcinha e ordenei:—Agora é você que vai chupar essa buceta moleque, vamos, quero sentir essa língua! Ismael obedeceu e sorrindo começou a chupar minha buceta com uma habilidade incrível, chupou deliciosamente até que eu gozasse. Ismael se levantou alisando aquele pauzão e disse:—Vou te foder bem gostoso professora, a senhora vai sentir um pau de verdade agora! Fiquei com medo naquela hora, uma coisa era chupar um pau grande, a outra era sentir ele.O tesão venceu o medo, o pudor e meus valores, então fiquei de quatro na cadeira e mandei Ismael meter com cuidado. O garoto foi colocando devagar, eu sentia minha bocetinha ser alargada por aquele pau enorme, senti minhas pernas tremerem, gemi gostoso e o garoto ia aumentando as bombadas, metia com tesão, mas quando se empolgou e resolveu meter mais forte, doeu um pouco, aliás, doeu um muito… vi estrelas, e claro que protestei:—AI! Calma menino, seu pau é muito grande! Vai devagar aí!—Desculpa professora, mas… é que… a senhora é muito gostosa! Justificou-se.—Eu sei, mas vai com calma! Respondi e gemi manhosa. Ismael me obedeceu e passou a bombar suavemente, sem meter tudo. A coisa melhorou, que sensação maravilhosa, eu estava sendo preenchida por um pau enorme e grosso, estava entregue ao prazer e me deliciando mais e mais com aquela pica jovem. Após uns 30 minutos de foda, e razoavelmente adaptada ao calibre dela, Ismael tirou seu pau da minha buceta, que estava meio ardida, mas cheia de tesão e começou a alisar e enfiar o dedinho em meu cuzinho. Aí o protesto foi maior…—Epa… aí não rapazinho! No cu não, na buceta já foi difícil aguentar, esse pauzão no meu cu vai me matar! É muito grande e grosso!—Ah professora, com um rabão desses e não poder foder é sacanagem né, se o mais gostoso na senhora é essa bundona, prometo que vou devagarinho! Retrucou o mancebo, tentando me convencer, alisando e dando tapinhas na minha bunda. No fundo eu queria, queria sentir aquele pau enorme no meu cu, estava curiosa para saber se aguentaria aquele mastro rasgando minhas pregas, mas o medo foi maior, fiquei tensa, então retruquei, irredutível:—Eu disse, não! Já estou cometendo a loucura de trair o meu marido e dar a xoxota para um pivete como você, então, aproveite antes que eu me arrependa. Vai, continue metendo na minha buceta! É muito cedo para querer comer o meu cu com um pau desse tamanho!—Não, não se arrepende não, tá bom, tá bom! Disse Ismael, meio desesperado, e tive de conter um riso. —Er… vamo ali pro sofá? Pode ser? É mais confortável! Completou Ismael, propondo, e realmente, ficar de quatro naquela cadeira estava causando dores em minhas pernas, pois ela sequer tinha forro, era em cima da madeira pura, então fomos.Tirei meu vestido e me deitei em seu sofá grande, para ser penetrada na clássica posição “papai e mamãe”, Ismael meteu sua rolona em minha xoxota melada e seguiu me fodendo com parcimônia, disposto a me agradar de todo o jeito, e não é que o rapazote deslanchou? Ele encaixou gostoso e gingou deliciosamente, e não demorou para que eu sentisse por inteiro seus absurdos 21 centímetros me currando, roubando gemidos que confessavam meu tesão e deleite com aquele sexo inédito em minha vida: o sexo com um dotado. Minhas pernas tremiam e eu tentava conter o desequilíbrio respiratório daquele membro excrescente me fodendo.—Isso moleque… soca gostoso, me fode seu safado! Falei, delirando enquanto ele pingava seu suor pelo meu corpo também suado, metendo num ritmo delicioso.Sinceramente, não me reconheci, e isso pode soar como uma justificativa pífia, mas eu não acreditava no que estava fazendo, e não acreditava que estava tão gostoso, que era gostoso.Após um tempo, pus o macho mirim sentado no sofá e montei nele, encaixei a pirocona morena em minha vagina e sentei, ainda cuidadosa e temerosa de ter meu útero machucado por aquele comprimento todo. Por cima eu podia controlar, e foi o que fiz, cavalguei suavemente, sentindo os tremores vaginais aumentarem, Ismael segurou e abriu minhas nádegas e acompanhou meus movimentos, mostrando que sabia meter apesar da pouca idade.Sentei mais fundo, rebolei ensandecida e o moleque seguiu bombando forte, sabendo a hora certa de aumentar a força. Quiquei grunhindo e sentindo arrepios, então uma falta de ar estranha me tomou, um calafrio e logo minha buceta tremeu como nunca havia tremido, me assustei, e não contive um grito… o grito do orgasmo. Um fedelho de 18 anos havia me feito gozar. E foi um gozo delicioso, intenso e diferente, como eu nunca havia sentido na vida; algo meio assustador e gostoso, uma sensação… que meu marido… em uma década e meia comigo… sequer passou perto de me causar. Eu me tremia toda pulando naquele cacetão juvenil, gemendo alucinada, e ele não parava de socar, respirando ruidosamente, até que fui parando aos poucos, suada, ofegante… e confusa com o que tinha acabado de fazer…—Deixa… eu gozar na tua boca professora! Pediu Ismael, e arregalei os olhos.—Como é? Na boca? Ai que nojo! Pode esquecer! Falei, novamente guiada pelo instinto de autodefesa moral, depois ponderei, e vi que não era má ideia, mas o não já havia sido dito…—Na bunda, pode ser na bunda? Pediu o mancebo.—Não, quero nos seios! Respondi. Era mais fácil e rápido de limpar, pensei. Ele assentiu.O garoto punhetou gostoso sua rolona, a sacudiu como se preparasse um champanhe, e gozou profusamente em meu peitoral. Gozou mais que meu esposo. Era um esperma meio denso, e um tantinho acertou meu queixo, perto da boca, então sorvi aquele pouquinho e senti um gosto estranho, mas incrivelmente agradável e nada nauseante. Porra saudável e jovem.—Caralho… que delícia professora! A senhora é gostosa demais! Disse Ismael, extasiado.—Rápido, preciso me limpar, providencie alguma coisa! Falei, já sentindo meu ser se normalizar, e os lapsos de choque e possível arrependimento se achegarem. O que eu fiz?Ismael trouxe uma toalha de rosto e enxuguei todo aquele esperma, o qual escorria e um pouquinho quase foi para minha xoxota. Eu não tomava anticoncepcionais; claro, só tinha meu marido como parceiro, mas aquela transa, aquela traição mudou tudo, tudo mesmo…—Não quer tomar um banho professora? Ofereceu Ismael.—Que banho o que, eu vou embora! Em casa eu tomo banho! Respondi, meio ríspida. Eu estava aturdida, e vesti rapidamente meu vestido, nervosa, confusa, trêmula com o que tinha acabado de fazer. A desorientação em meu juízo era tão gritante, que vesti a calcinha ao contrário (depois é que percebi). Eu tinha acabado de trair meu marido… e me igualado a ele.—N-Não gostou professora? Indagou Ismael, confuso também. Coitado, senti pena dele.—Depois a gente conversa, tchau! Respondi, e saí de sua casa, em passos apressados, ofegante, com um misto de sentimentos, que iam da culpa… ao júbiloFIM

Minha Mulher e os Pedreiros II

Somos um casal bastante atraente, pois tenho um metro e oitenta, moreno, corpo atlético e ela uma loura maravilhosa em seus vinte e seis anos, com uma bunda e umas pernas de fazer inveja a qualquer mulher. A sua beleza é sempre notada em qualquer ambiente. Seja por seus olhos verdes, ou por seus cabelos longos com cachos de ouro.Sempre gostamos de sair fantasiando e ela com roupas bem decotadas para nos exibirmosQuem acompanhou o começo da nossa história, deu-se pela construção de um prédio ao lado do nosso.A Bia acabou viciada em se exibir para os operários e só andava nua pela casa para o deleite deles. Toda manhã era o mesmo ritual. Ela acordava abria a janela esperava que todos se posicionassem em frente a janela e dava o maior show, enfiando o vibrador em sua bocetinha até gozar e todos a acompanhando, batendo suas punhetas. Isso já acontecia desde o último sábado quando dois deles estiveram aqui em casa e acabaram comendo a Bia com a janela aberta para todos os outros verem.Passamos a semana toda assim e quando eu perguntava a ela até quando isso ia durar , ela respondia: – Foi você que inventou tudo isso, inclusive trazendo os dois peões para me comer. Agora agüente que isso só está começando. A partir da quinta feira, ela não quis transar e quando eu perguntava o porque ela dizia que estava se guardando. No sábado de manhã, a Bia acordou, foi no banheiro e saiu com um short de laycra branco e transparente , onde dava para ver perfeitamente sua bocetinha toda raspada e um top branco cobrindo os seios.Me chamou e disse que iríamos andar. Eu logo reclamei e disse:-Você esta louca, vai andar assim pela rua? Vai acabar sendo presa. Ela respondeu: – Estou vestida ,não estou? Então não demore que eu estou com pressa. Coloquei o short e o tênis e sai. Descemos e na portaria do prédio, o Sr. Agenor nosso porteiro estava sentado consertando uma tomada elétrica, quando a Bia parou na sua frente, ficando com a boceta na altura do seu rosto e perguntando algo sobre as correspondências. O homem quase teve um troço, pois não conseguia nem responder direito e nem desviar o olhar da boceta de Bia. Ela ficou lá alguns minutos jogando conversa fora e se despediu para a tristeza do porteiro.Saímos e ela tomou a direção da obra. Quando passamos na frente alguns dos operários estavam perto da porta e correram para cumprimentá-la. A Bia toda risonha disse que ia dar um passeio , mas que na volta entraria para conhecer a obra e tomar um pouco de água.Fomos andando até a orla e por onde passávamos os olhares se voltavam para nós. Os homens diziam piadinhas e ela sorria. Andamos uns dois quilômetros e voltamos já com uma galera esperando para mexer coma a Bia. Ela parou para tomar uma água de coco em uma barraquinha e o barraqueiro veio logo puxar papo, não desgrudando o olho . Certo momento a Bia passou para dentro da barraca , a pretexto de lavar a mão e vi que enquanto ela lavava o barraqueiro passava por trás dela enconchando sua bundinha e como não houve reclamação, ele acabou passando a mão   em sua bocetinha. A Bia deu uma risadinha, agradeceu , disse que depois viria para tomar mais água de coco e saímos. Quando passamos em frente a obra A Bia entrou e me chamou. Entrei também e quando os operários perceberam nossa presença, vieram todos em nossa direção. Pude contar ao todo uns doze homens, que logo nos convidaram para entrar e sentar. A Bia disse que estava com sede e logo nos conduziram a um grande barracão. Era um lugar com várias camas , uma geladeira , um fogão , tudo meio que desarrumado e com um cheiro forte de vários homens no mesmo ambiente. Trouxeram-nos a água e logo vi que eles começavam a sentar nas camas e sempre de olho na Bia. Ela terminou de beber e começou a andar pelo barracão perguntando quem era que olhava o show que ela fazia pela manhã. Eles responderam que todos ali já a tinham visto e que adoravam. Ela então perguntou se queriam ver um show ali, bem de pertinho. Eles foram ao delírio e ela disse que se eles se comportassem e não a atacasse que ela faria. Eles prometeram e ela começou, ficando em pé em cima da cama.Ficou rebolando lentamente e puxou a parte de cima do top pela cabeça, mas de costas para a galera. Arrancou o top e com um braço tampava os seios e o outro rodava o top e jogava-o o para um dos peões. Depois tirou o braço deixando aparecer seus seios livres para a galera que já estava agitada , assobiando e gritando para ela. Rebolando e abaixando ela puxava o short , esticando como se fosse rasgar e voltava novamente. Então ela Pediu que todos colocassem seus paus para fora , no que foi atendida imediatamente. Eu apesar de estar ainda meio apreensivo não me contive e comecei a bater uma punheta. Ela desceu e começou a andar pelo barracão, parando em cada um dos operários . Sentava no colo de um , deixa o outro chupar-lhe os seios, pegava no pau de outro e no que estava ao meu lado ela abaixou e chupou-lhe o pau, para depois levantar e vir me beijar na boca. Todos ficaram me olhando e logo esqueceram e continuaram a ver o show da Bia que a esta altura já estava em cima da cama outra vez arrancando o short. Quando ela acabou de retirá-lo , abaixou a cabeça tocando a ponta dos pés com as mãos e com as pernas abertas. Era uma visão total de sua nudez , pois podia-se ver todos os detalhes de sua intimidade.Ela então deitou na cama e chamou um dos peões para lhe chupar a bocetinha. Ele enfiava a língua naquela boceta e ela gemia, então logo um outro encostou e colocou o pau para ela chupar o que ela fez prontamente. A partir daí cada um foi chegando onde podia pois logo o espaço todo foi tomado e de onde eu estava, quase não conseguia vê-la com todos em cima chupando a parte do corpo da Bia que era possível. Ela gemia como uma cadela no cio e gritava que estava gozando,Quando vi um peão enfiando o cacete naquela bocetinha e o outro na boca. Logo o que estava na boca gozou e ela chupando e bebendo aquela porra. Quando ele saiu outro já ia colocar na boca, quando ela me chamou e me pediu que a beijasse. Fiquei meio sem jeito mas estava também num tesão e acabei beijando. Ela então transferiu a porra do sujeito para a minha boca e disse: – Engole meu corninho vai.e eu acabei engolindo. Logo depois o outro colocou o pau dele na boquinha dela e ela como é muito safada foi logo mamando dois caras o de pau maior deitou-se na cama enquanto o outro começou a enfiar o dedo na boceta dela, ela montou nele por cima e deslizava naquela enorme rola que parecia que ia estourar todinha a boceta. Outros dois, ficaram se revezando entre comer e ela chupar fazendo de tudo com a Bia, fodendo ela de quatro deitada por baixo, por cima, até que pegarão o ponto fraco dela quiseram o cuzinho dela. Ela se acaba toda vez que da o cu. Sei lá parece o ponto G dela, é no cú que ela perde a noção e começa a gozar desesperadamente. Então começaram a enfiar naquele cuzinho e ela alucinou, gozava seguidamente e apertava o pau dos outros que estavam perto. Abocanhava o que podia e gritava para lascarem ela. Era uma cena fantástica e eu me acabava na punheta ali só olhando ela se divertir, apesar que eu já tinha gozado umas duas vezes De repente um dos peões entra por baixo dela e enfia na boceta e outro no cuzinho um terceiro colocava a rola para ela chupar e ai um dos caras que ela estava chupando deu um urro e encheu a boquinha dela de porra o outro que tinha o pau enorme enfiado na bocetinha gozou e quando ele tirou foi que percebi que estava sem camisinha e encheu a boceta dela de porra o outro que estava atrás,vendo aquilo tirou o pau , puxou a camisinha e fodeu o cuzinho dela até dar uma bela gozada dentro também. Quando eles tiraram os pintos da boceta e do cuzinho dela dava para ver a porra deles escorrendo lá de dentro da bucetinha dela indo ate o cu. Falei para ela que eles tinham gozado sem camisinha ela gritou pra mim:- Vem meu corinho chupa essa porra toda da minha boceta, deixa ela limpinha para os outros me comerem. Eu não sabia o que fazer e todos pararam me olhando
e começaram a falar: – Vai Dr. Chupa essa gala toda da boceta dela vai. Mostra pra gente que o Sr. É um bom corno. Ai eu não agüentei e meti a boca naquela boceta toda encharcada de porra. Como estava morrendo de tesão, chupei aquela boceta e o cuzinho sugando toda a porra que estava dentro. Tinha um gosto ótimo e fiquei me melecando todo, passando os rosto a língua e quando dei por mim já estava de novo de pau duro apesar de já ter gozado três vezes. Então a Bia vendo como eu estava gostando, levantou-se e sentou em minha cara para eu chupar o cuzinho. Quando eu estava assim ela chamou um dos peões para enfiar na boceta dela. Ele foi enfiando e eu vendo aquela rola entrar, esfregando em meu nariz. Quando eu passava a língua no cuzinho dela chegava a tocar no pau do peão. Eles ficaram assim uns minutos e eu em baixo, quando o peão anunciou que is gozar e ela pediu para ele gozar na entradinha da boceta. Foi o que ele fez e começou a escorrer diretamente para minha boca e pude sentir agora o gosto da porra quentinha. Estava com a boca aberta sentindo a porra quando o peão enfiou o pau em minha boca e disse: Deixa ele bem limpinho Dr. Acabei chupando aquela rola e bebendo o restinho de porra que ainda saia dela. Depois disso eu sai de baixo e eles voltaram a comer a Bia de tudo que é jeito . Já eram duas horas da tarde quando a Bia levantou com as pernas bambas que tiveram que ajudar a ela ficar em pé. Foi até um chuveirão que tinha ao lado de fora da obra e tomou um banho ajudada por vários peões que ainda aproveitavam para passar a mão nela. Depois vestiu o top e o short e me chamou para irmos. Os caras se despediram com beijinhos e ainda tiraram um sarro de mim dizendo que eu tinha me comportado muito bem deixando eles comerem a Bia. Saímos da obra em direção ao nosso prédio. Quando fomos entrar o Porteiro da tarde disse que o Sr. Agenor o porteiro da manhã estava pedindo para que fossemos na garagem , pois ele havia feito e serviço no carro. Não tinha pedido para fazer nenhum serviço e falei com a Bia para ir subindo que eu ia ver o que era. Ela disse que ia comigo e déssemos. Quando chegamos o Sr. Agenor estava sentado perto do carro e quando perguntei o que era, ele disse que tinha ido até a obra e viu tudo, que também queria um pouquinho senão ia espalhar para todo o prédio. Fiquei com raiva e me deu vontade de avançar nele , mas a Bia me chamou e disse que era melhor ela resolver, do que ter que se mudar do prédio com urgência. Foi até o Agenor, abriu a braguilha , tirou o pau dele para fora e começou a chupar em plena garagem.         Quando o pau estava duro ela apoiou no carro , abaixou o short e Agenor mais do que depressa enfiou o pau naquela bocetinha. Ela então pediu que ele não gozasse dentro pois estava sem camisinha. Quando ele anunciou que ia gozar ela abaixou enfiou na boca e bebeu toda aquela porra. Levantou-se e disse para ele ficar de bico calado que de vez em quando ela daria para ele. Fomos embora , entramos no elevador e quando as portas fecharam , a Bia me agarrou e me deu um beijo com gosto de porra, mas com amor. Disse que me amava mais do que tudo e que eu era o homem da sua vida. Chegamos em casa , deitamos e só fomos acordar no domingo com ela dizendo: – Que fantasia vamos realizar hoje????????                                

No cacete do caseiro

   O que passo a contar aos amigos aconteceu no inicio do ano de 2019, nós não curtimos muito praias de mar gostamos mesmo é de acampar na beira de um riacho , um dia conversando com um amigo que já tinha saído com nós ele comentou que tinha uma propriedade e que lá tinha um riacho ótimo para quem gosta de acampar e que se nós quisesse a gente poderia ir para lá nas ferias mas achei que ele queria ir junto, o que não aconteceu , ele apenas me disse que tinha um caseiro na propriedade mas que era muito simpático , tudo arrumado e o dia marcado fomos com o intuito de descansar a cabeça depois de um ano de muito trabalho, não comentamos e nem pensamos em sexo, pois estaria somente nós no acampamento e o caseiro claro na casa, chegamos fomos muito bem recebidos pelo caseiro que prontamente se prontificou a ir mostrar o melhor lugar para nós ficar, como era verão e o sol estava escaldante e estávamos indo para o mato , minha vadia estava de bustian e de short curtinho deixando as polpas da bunda de fora , o caseiro seu Adão até tentava disfarçar mas sempre que podia olhava para a bunda dela , notei um certo volume embaixo da sua bermuda , mas como até então nosso objetivo era acampar não dei muita bola ,seu Adão sempre muito prestativo tudo que ela ia pegar ele ajudava , ela só agradecia com um ai seu Adão obrigada o senhor é um anjo, armamos a barraca e arrumamos o resto do acampamento , todos muitos suados então ela disse que queria tomar um banho no riacho o que eu concordei , ela entrou na barraca para se trocar e eu e seu Adão ficamos esperando tomando uma cerveja , quando ela saiu da barraca apenas de bikini fio dental seu Adão se afogou com a cerveja , despistou mas não tirava os olhos da bunda da minha vadia e quando ela se dobrou para pegar o protetor solar que tinha caído no chão ,ele assim como eu enxergou as pregas do cú dela que o fio não tapa , ele então sentou em uma cadeira acho que estava de pau duro, então ela pediu para eu passar protetor nela , e ai eu comecei a provocar nosso amigo , deixei ela de costas para ele e comecei passando o protetor nos ombros e fui descendo quando cheguei na bunda eu fazia por gosto em dar uma puxada na nádega para que aparecesse o cu , seu Adão se torcia na cadeira , fomos para a água , então ela me disse que o coroa estava tentando ela e se eu tinha percebido falei que sim e disse que a tempo ele deve estar de pau duro olhando para ela , brincamos bastante na água e seu Adão disse que precisava ir para a casa pois tinha de dar comida a criação, convidei ele para retornar sempre que quisesse , logo que ele saiu , nós saímos da água e fomos fazer um lanche , e então falei a ela que se rolasse algo no acampamento seria uma coisa diferente de todas que já fazemos ela disse que ia adorar , a noite depois de nós dois beber umas cervejas ela queria ir na casa do caseiro, pois comecei a provocar ela dizendo que só faltou o caseiro tirar o pau pra fora e que deveria ter chegado na casa e foi bater uma pra ela , isso a deixou com tesão , mas achei melhor não arriscar em ir até a casa e fomos dormir , no outro dia acordei com a bexiga cheia e sai da barraca para urinar , e olhando para o lado da casa vi que seu Adão estava vindo em nossa direção , então voltei para a barraca rápido falei para minha vadia e disse vou deixar a lona da frete aberta e vc vem por cima de mim para quando ele chegar ver que estamos trepando , ele vai ver meu pau e seu cu e sua boceta , assim fizemos , quando ela viu que ele estava perto começou a gemer alto e se socava no meu pau percebi que ele ficou paralisado olhando e logo tirou o pau para fora , amigos te falo de pau o cara fazia 5 anos que morava lá fora só comendo as éguas do patrão , seu pau enorme minha puta mediu depois vinte e seis de comprimento por seis e pouco de grossura a cabeça parece um tomate médio , ele ficou punhetando olhando para nós , então ela se vira e diz para ele quero experimentar esse seu seu Adão , ele meio encabulado ficou parado então falei venha me ajude a comer ela , quando ele chegou perto ela tentou mas não conseguia por a cabeça do pau na boca, ele enloqueceu com a boca dela no seu pau , mas o que ele queria mesmo era meter nela , então peguei da bolsa dela uma camisinha ela tentou por nele mas não entrou , então ela virou a bunda para ele que molhou a cabeça com saliva e meteu como se estivesse comendo égua, ela pediu calma até acostumar com o volume e então ele começou a socar forte nela chamado ela de vadia que desde que chegou tava provocando ele e que ele não dormiu pensando na bunda dela , então eu dizia a ele mete fundo , dá uns tapas na bunda dela e ele fazia , disse a ele puxa os cabelos dela e ele fazia , então ele olhou pra mim e disse mas tu é um baita de um corno né , sorri e disse que sim que adoro ver ela no pau de outro macho e ele escutando isso não aguentou deu um urro e encheu minha vadia de leite ela até quis sair mas ele estava grudado com as mãos na cintura dela , ficaram entalados assim por um pouco e ele começou a socar novamente sem tirar o caralho de dentro, ela me olhou espantada pois nunca em nossa andanças aconteceu de um macho gozar e começar nova foda sem tirar, a boceta da minha vadia espumava e seu pau e seus testículos todos molhados do próprio gozo, então ela deitou de frente para ele e ele veio pra cima dela metendo todo o pau socava fundo, depois ele de joelhos puxou ela para o colo dele e ai sim foderam só com ela rebolando deixando só as bolas de fora, ele sempre a chamando de puta casada e vadia , e que ia comer ela toda semana que nós ia ficar lá , ele a chupava nos seios dela lambia os mamilos , e só depois fomos ver ele encheu de chupões os seios dela , e por fim largou ela na cama novamente e encheu ela de leite ficando novamente entalado nela até o pau ficar flácido , minha vadia só dizia que tinha adorado foder com ele ,fomos os três para a água nos lavar , voltamos e sentamos para tomar cerveja ,ficamos os três sem roupas, ele era só elogios para ela e então contou que a cinco anos não tinha mulher para comer , e que não era qualquer uma que aguentava o pau dele ,então fui prepara algo para nós comer , após o almoço ele voltou a casa e disse que voltaria mais tarde se não tivesse problemas , falei a ele que poderia até posar na barraca com a gente se assim desejasse , ele agradeceu e se foi, então estiquei a rede e minha vadia foi deitar na sombra para se recompor , como gosto de pescar deixei ela quietinha e fui atirar a carretilha na água , na volta acordei ela , sentamos e ficamos conversando sobre seu Adão, ela disse que o pau dele preencheu toda a boceta dela , e como ela gosta de sentir a cabeça do pau empurrando seu útero ela adorou o comprimento do pau,disse que ficou com vontade de levar no cú mas ficou com medo de não aguentar, mas que sentiu vontade , achava que ele não voltaria pois deveria ter se saciado , fomos para a água novamente pois ainda estava muito calor , e dentro da água comecei a passar a mão nela e acabamos trepando na água mesmo , até no cuzinho meti e depois enchi ela de leite , saímos da água voltamos ao acampamento , e quando a noite estava chegando seu Adão chegou também, ele então mais solto disse que não tinha como ficar sozinho na casa , preparei um churrasco para nós , bebemos e comemos , minha vadia já embalada pela cerveja sentou no colo dele dizendo que o pau dele era uma maravilha , ele disse a ela quer ver ele de novo, ela sim quero mas quero dentro de mim , ele tirou pra fora da bermuda e ela caiu de boca passava a língua e a boca em toda a extensão do pau que cada vez ficava maior , então ela tirou a roupa dele e fez ele ficar em pé e se ajoelhou na frente do pau chupando e beijando aquele cacetão, então ela pegou ele pelo pau e levou para a barraca , peguei a cadeira e cerveja e sentei na frente da barraca para olhar os dois, ele sem cerimonia alguma ajeitou ela na cama e meteu , já foi socando forte nela , ela trocava de posição e ele novamente metia e socava mu
ito , então notei que eles pararam um pouco e conversaram algo , só entendi porque ela pediu para eu achar na bolsa o ky, então ela ficou de quatro ajudei a passar bastante lubrificante e quando ele encostou a cabeça na porta do cú dela achei que o anel não ia aguentar ela só pedia para ele por com calma depois de tentar varias vezes a cabeça começou a sumir e ela gemia feito uma cadela falei para ele ficar parado um pouco para ela acostumar , mas logo ele cheio de tesão começou a empurrar novamente e quando estava a metade do pau dentro dela ela começou a rebolar e ai ele meteu o resto mesmo com ela se queixando que não era pra por tudo, depois de varias bombadas ele não aguentou pois o cú da vadia se tornou apertado para o pau dele e ele gozou urrando e enchendo o cú dela de leite , deixei os dois deitados e continuei a tomar minha cerveja como já estava tarde ele ficou com nós e ela dormiu no meio de nós dois , pela manha do outro dia acordo com um gemido olho para o lado minha vadia estava sentada no cacete dele e os dois gozavam juntos, pois já estavam fodendo a tempo eu que dormia pelo efeito da cerveja , ele levantou e disse que tinha de ir , se foi eu voltei a dormir e ela ao meu lado , acordamos meio dia , ela foi sair da barraca e escorria leite da boceta pela perna , então fomos para a água , ficamos cinco dias acampados e durante os outros dias desde que chegamos ele comia ela duas vezes por dia , no dia de nós vir para casa ele ajudou nós a desmanchar o acampamento e veio com nós na camionete até sua casa , então paramos e entramos para conhecer seus aposentos , e adivinhem ele ainda deu a saideira com ela como não tinha como fazer limpeza anal no mato ele meteu no rabo dela de novo e sujou seu pau , então foram tomar banho juntos e de porta aberta para eu ver ele comer ela embaixo do chuveiro gelado, prometemos voltar para acampar e ela passar no cacete dele novamente ele disse que já estava esperando , no caminho para casa ela disse que nunca imaginou foder tanto assim que o pau dele já deslizava na boceta dela , que adorou tudo principalmente quando ele no jeito meio rude a chamava de puta e vadia casada , mulher do corno , assim foi nosso acampamento antes da pandemia estamos esperando uma outra oportunidade para que ela passe mais uma semana no cacete do caseiro, vcs já conhecem a boceta da minha vadia mas vou deixar mais uma fotinho dela aqui para vcs.

MEU PAI, MEU TESÃO

OLA A TODOS, ME CHAMO RENATA, TENHO 20 ANINHOS, BRANQUINHA 1.56CM 52KG, UMA MAGRINHA DE CORPO QUE CHAMA A ATENÇÃO, PEITINHOS PEQUENOS E BUNDINHA REDONDA,CABELOS LONGOS ALOIRADOS, O QUE VENHO RELATAR ACONTECEU NESTE FINAL DE SEMANA( DIA DOS PAIS ) EM VÊZ DE DAR PRESENTE, FUI PRESENTEADA, MEUS PAIS SE SEPARARAM QUANDO EU TINHA CINCO ANOS, MORAVAMOS EM NATAL -RN, MINHA MÃE HOJE COM 49 ANOS E MEU PAI 52 ANOS, POIS BEM, MINHA MÃE QUE É MEDICA SE MUDOU PARA SÃO PAULO, ONDE CONSTRUIU NOVA VIDA, SE CASOU NOVAMENTE, O TEMPO FOI PASSANDO E MANTINHA CONTATO COM MEU PAI SOMENTE POR TELEFONEE TINHA ALGUMAS FOTOS DELE QUE RECEBIA PELO CELULAR, ATE QUE NO MÊS DE JULHO ULTIMO, ELE ME TELEFONOU INFORMANDO QUE VINHA PARA SÃO PAULO E QUERIA ME VÊ, FIQUEI MUITO CONTENTE COM A POSSIBILIDADE DE REVER MEU PAI, QUE ERA QUASE UM DESCONHECIDO PARA MIM, FALEI PARA MINHA MÃE ELA PERGUNTOU O QUE ELE ESTAVA VINDO FAZER EM SÃO PAULO, POIS DESDE QUE SE SEPARARAM ELE NUNCA NOS PROCUROU, FALEI QUE NÃO SABIA O MOTIVO DA VIAGEM, DE QUE ELE TINHA FALADO SOMENTE QUE QUERIA PASSAR O DIA DOS PAIS, ELA ENTÃO ME FALA SE ELE QUISER PODE FICAR CONOSCO, O APARTAMENTO E GRANDE, TEM UM QUARTO PARA VISITAS ,,ELE ME FALOU QUE SEU VÔO SERIA PARA CONGONHAS, COMO MORAMOS PERTO NO BAIRRO DOS JARDINS FALEI QUE IA LHE ESPERAR NO AEROPORTO, SUA CHEGADA SERIA NA SEXTA FEIRA PASSADA AS 15 HORAS, LA FUI EU TODA EUFORICA PARA O ENCONTRO, QUANDO O VISTEI NA SAÍDA DE DESEMBARQUE CORRI PARA LHE ABRAÇAR, ABRIU OS BRAÇOS QUE MAIS PARECIA UMA CRIANÇA, FICAMOS ABRAÇADOS POR UNS MINUTOS, SO ENTÃO ELE ME SOLTA, OLHA PRA MIM E COMENTA, NOSSA RENATINHA COMO VOCE ESTA LINDA, MAIS DO QUE NAS FOTOS QUE ME ENVIA, AGRADECI PELO ELOGIO, ENTÃO LHE FALEI, OLHA MINHA MÃE FALOU QUE VOCE PODE FICAR CO0NOSCO, NÃO PRECISA IR PARA UM HOTEL, ELE ENTÃO ME DIZ, JA ORGANIZEI TUDO, NÃO QUERO ENCOMODAR VOCES, A PROPOSITO O HOTEM QUE VOUI FICAR EM SEU BAIRRO, NOS JARDINS, HOTEL REGENT PARK, SO ESPERO QUE FIQUE PERTO DA SUA RUA, POIS QUERO FICAR TODO TEMPO POSSIVEL COM VOCE, COMO NÃO CONHEÇO BEM A CIDADE VOCE PODERÁ ME FAZER COMPANHIA, FALEI PAI, MORAMOS NUMA RUA POR TRAZ DO HOTEL QUE COISA BOA, MAIS ANTES VAMOS PASSAR LA EM CASA, POIS MINHA MÃE ESTA NOS ESPERANDO, POIS ELA VAI TER PLANTÃO NESTE FINAL DE SEMANA, PARA TIRAR FOLGA DE UMA COLEGA QUE VAI VIAJAR,E FICARÁ PRATICAMENTO TODO O FINAL DE SEMANA TRABALHANDO, PEGAMOS UM TAXI, FOMOS ATE MINHA RESIDENCIA, MINHA MÃE O RECEBEU MUITO BEM, MEU PADASTRO TAMBEM O TRATOUCOM MUITA ATENÇÃO, ELES ATE PARECIAM VELHOS AMIGOS, A CONVERSA ERA AGRADAVEL, JA ESTAVA ANOITECENDO QUANDO ELE NOS FALA QUE IA PARA O HOTEL, ENTÃO SE DESPEDIU DE MINHA MÃE E MEU PADASTRO E FUI COM ELE ATE O HOTEL, FOMOS A PÉ POIS FICAVA NA OUTRA RUA, ELE SE APRESENTOU ENTREGANDO SUA RESERVA, ME APRESENTOU COMO SUA FILHA, E PERGUNTOU SE EU PODERIA LHE ACOMPANHAR ATE O APARTAMENTO, A RECEPCIONISTA FALOU QUE TUDO BEM , ENTÃO PEGAMOS O ELEVADOR PARA O APTº, MUITO BONITO, BEM DECORADO COM DUAS CAMAS, UMA SALA COM SOFA, EU ESTAVA ENCANTADA, COM MEU PAI, SEMPRE SORRIDENTE, BEM MAIS ALTO DO QUE EU, DEVE TER 1.85 MAIS OU MENOS, COM O CORPO DE MALHADO PARA A SUA IDADE, ELE ME FALA, VOCE SAIU A SUA MÃE,NÃO CRESCEU MUITO, SO ESPERO QUE NÃO SEJA TÃO CONTROLADORA COMO ELA, SORRIMOS E FALEI, NEM TANTO, CONVERSAMOS BASTANTE ENTÃO ELE ME FALA, QUE TEMOS DE RESTAURANTES BONS POR AQUI, IMAGINO QUE VOCE CONHEÇA MUITOS, FALEI MESMO NO HOTEL TEM UM EXCELENTE, JA VIM AQUI COM MINHA MÃE JANTAR COM UNS AMIGOS DELA DE CURITIBA, ENTÃO ME DIZ, QUERO COMER NUM RESTAURANTE QUE TENHA COMIDA ÁRABE OU SIRIO, LHE FALO AQUI PERTO TEM UNS QUE CONHEÇO, ENTÃO ELE ME FALA, QUERO QUE ME LEVE, VOCE PODE IR COMIGO, NÃO TEM COMPROMISSO PARA HOJE, LHE FALEI, ESTOU A SEU INTEIRO DISPOR, ELE SORRI E FALA, E SEU NAMORADO, NÃO VAI FICAR ABORRECIDO, PODE CONVIDAR ELE A IR CONOSCO,FALEI ESTOU SEM NAMORADO PAI, ELE ME TROCOU POR OUTRA, ELE ME OLHA E FALA, QUE SUJEITO BOBO, TROCAR UMA GATINHA LINDA COMO VOCE POR OUTRA, FALEI HO PAI, SÃO SOU TUDO ISSO NÃO, VOCE VAI ME DEIXAR CONVENCIDA, NADA DISSO , É BONITA SIM, ENTÃO ME DIZ, VOU TOMAR UM BANHO E RELAXAR UM POUCO, SE QUISER PODE FICAR AQUI, FALEI NÃO VOU PRA CASA, PRECISO VESTIR UMA ROUPA MAIS ADEQUADA PARA IRMOS JANTAR, A QUE HORAS QUER IR JANTAR, QUE TAL , LÁ PELAS 21.00 HS, PRA MIM TUDO BEM RESPONDI, ME APROXIMEI DELE PARA LHE BEIJAR, ELE ME ABRAÇOU, SO QUE NOSSOS CORPOS FICARAM BEM COLADOS, GOSTEI DO CONTATO, O ABRAÇEI COM MAIS FORÇA, ELE COREESPONDEU, ME BEIJOU O ROSTO, QUASE NO CANTO DA MINHA BOCA, CURTI SEU BEIJO, ELE FOI ME SOLTANDO LEVEMENTE, E FICOU ME ADMIRANDO, SENTI BRILHO EM SEUS OLHOS, ENTÃO FALEI AS 21;00 ENTÃO, ELE FOI ME DEIXAR NO ELEVADOR, SAÍ DALI PENSANDO PORQUE ELE QUASE BEIJA MINHA BOCA, SERA QUE FOI INTENCIONAL, CHEGUEI EM CASA, FUI AO GUARDA ROUPA, ESCOLHAR ROUPA QUE FOSSE APROPRIADA PARA UM JANTAR, ESCOLHI UM PRETO QUE FICASSE SOLTO DO CORPO, COM UMA BASE RENDADA QUE DEIXA PARTE DAS MINHAS COXAS AVISTA ACIMA DOS JOELHOS DEIXANDO PARTE DAS MINHAS COXAS BRANQUINHAS AVISTA, QUANDO CHEGUEI AO HOTEL FUI PARA O APTº BATI NA PORTA, OUVI A VOZ DO MEU PAI FALANDO QUE ESTAVA ABERTO, ABRI A PORTA FUI ENTRANDO, MEU PAI ESTAVA VESTINDO A CALÇA, DEU PARA PERCEBER QUE TINHA UM VOLUME ENORME POR BAIXO DA CUECA, ELE ME VÊ FICOU DE COSTAS E FALOU QUE JA SAIA, ABRIU A PORTA DO QUARTO E SAIU SORRINDO, ME OLHA E FALA, NOSSA COMO VOCE ESTA LINDA , TUDO ISSO É PRA MIM, O DECOTE DO VESTIDO DEIXAVA MEUS PEITINHO BEM EXPOSTO, PERCEBI DE QUE ELE ESTAVA FITANDO MEUS PEITINHOS, ENTÃO LHE FALEI GOSTOU TANTO ASSIM, NOSSA SE GOSTEI, MINHA FILHA ESTA SIMPLESMENTE SEXY, PAI PARA COM ISSO, VOCE ESTA EXAGERANDO, VEIO ME ABRAÇAR, COMO EU ESTAVA DE SAPATOS ALTO, COM UNS 10CM DE SALTO AO ME ABRAÇAR A ELE, SENTI SEU PAU, ENCOSTAR EM MINHA VIRILHA, PARECIA ESTA COM EREÇÃO, APROVEITEI SEU ABRAÇO PARA ME ENCOSTAR MAIS AINDA ELE, FICAMOS NUM ABRAÇO MUITO GOSTOSO, AI PERCEBI QUE MEU PAI ESTAVA ME DESEJANDO, O BEIJO QUASE NA BOCA NÃO TINHA SIDO CASUAL, FOMOS NOS SOLTANDO, ENTÃO ELE ME FALA, TÔ COM FOME E VOCE, FALEI TAMBEM, SAIMOS EPGAMOS UM TAXI PARA IR AO RESTAURANTE QUE FICAVA HA UNS DOIS KM DO HOTEL, O JANTAR FOI MUITO AGRADAVEL, BEBEMOS DUAS GARRAFAS DE VINHO, ME SENTI UM POUCO DE TONTURA, AO SAIR PRECISEI ME SEGURAR EM SEU BRAÇO, ELE PERCEBENDO ME FALA, SO QUATRO CÁLICE DE VINHO JA FICOU ASSIM,RETORNAMOS AO HOTEL NO TRAJETO LHE FALEI, PAI EU PODERIA FICAR NO HOTEL CONTIGO, POIS TANTO MÃE, QUANTO MEU PADASTRO IRÃO FICAR DE PLAMTÃO ESTE FINAL DE SEMANA, SO RETORNAM NO SÁBADO, ELE FALOU TUDO BEM, AO CHEGAR NO HOTEL ELE FALOU COM O GERENTE DE QUE EU IA OCUPAR O APTº COM ELE, ENTÃO FIZ UMA FICHA, POIS ERA NECESSÁRIO, ENTREGUEI MINHA IDENTIDADE PARA PREENCHIMENTO, ENTRAMOS NO ELEVADOR, COMO MOVIMENTO DO ELEVADOR,ME AGARREI A ELE,CARINHOSAMENTE ELE ME SEGUROU, FICAMOS DE FRENTE, SEU PERFUME ERA GOSTOSO DO TIPO MADEIRA, ELE ALISOU MEUS CABELOS. INDO ATE AS COSTAS, DEIXANDO SUA MÃO DESLISAR ATE A ALTURA DA MINHA CALÇINHA, CHEGAMOS A NOSSO ANDAR, ELE SEGUROU EM MINHA MÃO, AO ABRIR A PORTA FUI DIRETO AO SOFÁ, QUERIA TIRAR OS SAPATOS, ELE ME ACOMPANHOU SE SENTANDO AO MEU LADO, AO SENTAR SUA COXA FICOU COLADA A MINHA, SENTI SEU CALOR, AI DEIXEI MINHA CABEÇA ENCOSTAR EM SEU TORAX, ELE DEIXOU SEU BRAÇO CAIR SOBRE MEU OMBRO, SUA MÃO ROSSOU MEU PEITO ESQUERDO DE LEVE, COMO QUE ACIDENTALMENTE, SENTI UM CALAFRIO, MEU CORPO EXTREMECEU, ENTÃO FALEI VOU TIRAR OS SAPATAS, ELE ENTÃO ME DIZ, DEIXA QUE EU FAÇO ISSO PRA VOCE, LEVANTOU-SE E SE AJOELHOU DE FRENTE PRA MIM, MEU VSTIDO TINHA SUBIDO UM POUCOM DEIXANDO MINHAS COXAS MAIS ESPOSTA AINDA. ELE SEGUROU EM MEU JOELHO E FOI DEIXANDO SUA MÃO DESLIZAR PELA MINHA, FAZIA COM SUAVIDADE, ENTÃO AO TIRAR O SAPATO, MOVEU MINHA PERNA, FAZENDO EU ABRIR AS COXAS, ELE RETIROU O SAPATO E FEZ O MESMO COM O OUTRO DESTA VEZ MINHAS COXAS SE ABRIRAM, DEIXANDO MINHA CALCINHA PRETA RENDADA AVISTA, SEUS OLHOS ESTAVAM VIDRADO NELA, ENTÃO ME DIZ, NUNCA VI NADA IGUAL EM UMA MULHER, VÊ TODA ESTA BELEZA EM UMA FILHA, É UMA TORTURA, SEGUREI EM SUA CABEÇA, QUE QUASE ESTAVA BEIBEIJANDO MINHAS COXAS E LHE D
ISSE, TAMBEM SOU ULHER E NUNCA UM HOMEM ME TRATOR COM TANTA GENTILEZA, ESTE HOMEM É MEU PAI, MAIS NÃO TEM A CONVIVENCIA DE UM PAI, NÃO PARE CONTINUE O QUE ESTAVA FAZENDO, ESTOU ADORANDO ESTE MOMENTO, TUDO ESTA NATURAL E ESPONTANEO, MASI RENATINHA, ISSO NÃO É CORRETO, PODEMOS NOS ARREPENDER DEPOIS, SO SE FOSSE FORÇADO, MAIS AMBOS ESTAMOS QUERENDO A MESMA COISA, ELE ENTÃO DEIXA SUAS MÃOS ACARICIAR MINHAS COXAS,FOI SUBINDO LEVANDO JUNTO O VESTIDO, FECHEI OS OLHOS PARA CURTINDO AQUELA CARICIA, MINHA CALÇINHA RENDADA DEIXAVA MEUS PELINHOS APARENTES, SOU BEM CABELUDINHA, RETIRO SO A PARTE LATERAL PARA NÃO SAIR PELOS LADO DO BIQUINE NA PRAIA O NA PISCINA DO CLUB QUE FREQUENTO, ELE COMENTA COMO É LINDA , ADORO MULHER PELUDA, BEIJA MINHAS COXAS, SUA BOCA QUENTE ME FEZ SE ARREPIAR TODINHA ELEVANDO OS PELINHOS DAS COXAS, BEIJOU UMA DEPOIS A OUTRA, BEM PROXIMO DA MINHA BUCETINHA, ENTÃO COMENTA QUE XERINHO GOSTOSO VOCE TEM, AI FOI SE LEVANTANDO AO FAZER ISSO NOTEI QUE SEU PAU ESTAVA DURO, POIS FAZIA UMA BARRACA EM SUA CALÇA, SENTOU AO MEU LADO,, ENTÃO ME LEVANTE E FALEI QUE QUERIA BEBER ALGO, FUI AO FRIGO BAR, E PEGUEI UMA VODKA ICEBERG, ELE PEDIU UMA TAMBEM, FALEI BEBEMOS NA MESMA GARRAFA,AO RETORNAR SENTEI EM SEU COLO, SEU PAU CONTINUA DURO, DEIXEI SEU PAU FICAR ESPETANDO MINHA BUCETINHA, REMEXI UM POUQUINHO PARA ACOMODAR ELE ENTRE AS COXAS INDO SE ACOMODAR EM MINHA BUCETINHA, DEI UM GOLE, E DEPOIS COLOQUEI EM SUA BOCA TAMBEM, BEBEMOS O CONTEUDO DA GARRAFA, ENTÃO LHE FALEI, QUERO VÊ O QUE ESTA ME ESPETANDO AI, DESDE QUE LHE SE VESTINDO, NÃO ME SAÍ DA CABEÇA O VOLUME QUE FAZIA EM SUA CUECA, ELE ENTÃO ME DIZ, NÃO TENHA PRESSA, A NOITE E SOM UMA CRIANÇA, TIRA MINHA CAMISA, ENTÃO MUDEI DE POSIÇÃ FICANDO DE FRENTE PRA ELE, AI NÃO ME CONTIVE, ENCLINEI MINHA CABEÇA, PARA LHE BEIJAR, ELE ME ENLAÇOU A CINTURAE NOS BEIJAMOS, NOSSAS LINGUAS SE TOCARAM, COMPRIMI MEUS PEITINHOS AO SEU TORAX, ELE ALISOU MINHA BUNDA , ME CONTRAÍ, FICAMOS NOS BEIJANDO, NÃO TINHA PRESSA PARA DESCOLAR NOSSAS BOCAS, SENTI ELE SUBINDO MEU VESTIDO, ENTENDI QUE QUERIA TIRA-LO, NOS AFASTAMOS UM POUQUINHO, ERGUI OS BRAÇOS, O VESTIDO FOI JOGADO AO CHÃO, AO VÉ MEUS PEITINHOS ELE EXCLAMA, NOSSA PARECE UMA MENINA, SÃO PEQUENOS, AI ACARICIOU, MEUS BIQUINHOS DOS PEITINHOS ESTA DURINHOS, PRENDE ENTRE OS DEDOS E DEU UMA APERTADINHA, GEMI AAAANNNN, AI PAI, QUE DELICIA, CONTINUA, FAZ MAIS, GOSTO D SER TOCADA NOS SEIOS, ELE TIROU A MÃO E PE PUCHOU PARA JUNTO DELE, COLOCANDO UM DOS PEITOS EM SUA BOCA GEMI NOVAMENTE, COM UMA DAS MÃOS ELE FOI ALISANDO ENTRE MINHAS COXAS, ERGUI O CORPO UM POUQUINHO PARA FACILITAR SEU MOVIMENTO, SEUS DEDOS TOCARAM EM MINHA BUCETINHA QUASE TIVE UM ORGASMO, ELE AFASTOU A MINUSCULA CALÇINHA E DEDILHOU MEU CLITORIS QUE A ESTA ALTURA ESTAVA INTRUMECIDO DE TANTO TESÃO, FOI DESCENDO ATE SEU DEDÃO TOCAR A ENTRADA DA MINHA BUCETINHA, GRITEI AAIIIIIIIIIII, NÃO DE DOR, MAIS DE PRAZER, SEU DEDÃO GROSSO ME ENCHEU A BUCETINHA, ELE FOI ENFIANDO ATE ENTROU TODINHO, GRITEI NOVAMENTE, UUUIIIIIII NÃO PARA, NÃO PARA, FAZ MAIS, MAIS, MAIS, ENTÃO ELE ME FALA AGORA É SUA VEZ, FUI DESABOTOANDO SUA CAMISA, TÃO RAPIDA QUASE ARRANCANDO OS BOTÕES, ACARICEI SEU PEITO CABELUDOE LARGO, ENTÃO FALEI FICA DE PÉ QUERO TIRAR SUA CALÇA, PARA SOLTAR ESTE COLOSSO QUE ESTA PRESO, DESAFIVELEI SEU SINTO, BAIXEI O ZIPPER E FUI ME AJOELHANDO PARA BAIXAR SUA CALÇA, PUXEI DE UMA SO VÊS VINDO JUNTO A CUECA, SEU CACETÃO QUE ESTAVA PRESO PULOU ENCOSTANDO EM MEU ROSTO, FITEI AQUELA ABERRAÇÃO, FIQUEI HIPONOTIZADA, NUNCA PODERIA IMAGINAR QUE MEU TINHA UM CACETE TÃO GRANDE E GROSSO, FALEI PAI, O QUE É ISSO, COMO PODE, COMO CONSEGUE ESCONDER ESTE MONSTRO ENTRE AS PERNAS, AO TIRAR SUA CALÇA ELE VOLTOU A SE SENTAR, AI NÃO PERDI TEMPO, ABRI MINHAS COXAS E SENTEI EM SEU COLO DE FRENTE PARA ELE. COMO O SOFÁ ERA LARGO ELE QUASE SE DEITOU FUI DESLISANDO MEU CORPO, SEGURANDO EM SEU CACETÃO, SOLTEI-O PARA LHE BEIJAR, SEU CACETÃO FICOU PRESO EM MINHAS COXAS, ENTRE OS LÁBIOS DA MINHA BUCETA, AGORA SIM NOS BEIJAMOS COMO DOIS JOVENS APAIXONADOS, DE NADA TINHA ENTRE NÓS DE PAI E FILHA, COLAMOS NOSSAS BOCAS, EU REMEXIA MEU CORPO COMO UMA COBRA EM MOVIMENTOS, O CONTATO DO CARALHÃO EM MINHA BUCETA ESTAVA ME DANDO ORGASMOS SUCESSIVOS, MINHA BUCETA PARECIA UMA CACHOEIRA DE TANTO LIQUIDO QUE SOLTAVA, DEIXANDO SEU CACETÃO TODO ESCORREGADIO, NÃO PODIA MAIS ESPERAR PARA TER AQUELE MONSTRO DENTRO DE MIM, MEU PAI NÃO SE MOVIA, EU ESTAVA NO COMANDO, FUI ME AFASTANDO DELE E FALEI, ME FODE, QUERO SENTIR ESTE CACETÃO ME ARROMBANDO, AI FUI ME LEVANTANDO PRECISAVA ME AFASTAR UM POUCO DELE PARA COLOCAR MINHA BUCETINHA NA ALTURA DO SEU CACETÃO, AI LHE FALEI NÃO SEI SE VOU CONSEGUIR ENFIAR SEU PAZÃO EM MINHA BUCETINHA, E MUITO GROSSO, DAR ATE MEDO, MAIS QUERO ELE, SEGUREI FIRME EM SEU CACETÃO E DIRIGI AQUELA CABEÇONA PARA A ENTRADA DA MINHA BUCETA, FIQUEI PINCELANDO, O LIQUIDO ERA TANTO QUE CHEGAVA A ESCORRER, FUI BAIXANDO O CORPO SEGURANDO SEU CACETE PELO MEIO, TINHA MAIS OU MENOS O TAMANHO DO ANTE BRAÇO AO SENTIR A CABEÇONA, NA ENTRADA FORÇEI O CORPO PARA BAIXO, ELA FOI SUMINDO, AI GRITEI NOSSA PAI, TA ENTRANDO, TA ENTRANDO, AI VI A GLANDE IR DESAPARECENDO, NÃO ERA POSSIVEL, ESTAVA ENTRANDO, A MINHA LUBRIFICAÇÃO ESTA AJUDANDO. SOLTEI SEU CARALHÁO E ME DEITEI SOBRE SEU TORAX. AI SIM ELE ME FALA, ESTA PRONTA MINHA LINDA, ESTOU SIM, SO NÃO BOTA TUDO, SEI QUE NÃO VOU AGUENTAR, ELE COMESSOU A FAZER MOVIMENTOS, EU O ACOMPANHAVA, SENTIA SEU CACETÃO ENTRANDO CADA VÊS MAIS, EM VÊS DE DOR EU SENTIA PRAZER, AI VEIO O PRIMEIRO GOZO, MEU CORPO COMESSOU A TREMER DE TANTA VOLUPIA, GRITEI AAAAAAAAAAIIIIIIIIII PAIZINHO VOU GO0ZAR, QUE DELICIA, VOU GOZAR, AAAIIIIIIIIII, UUUUIIIIIIIII, ENFIA MAIS, ENFIA MAIS, MAIS, MAIS, ACABA COM TUA FILHINHA AAAIIIIIIIIIIIII, UUUUIIIIIIIIIIII, GOZEI INTENSAMENTE, ELE CONTINUAVA SOCANDO, LEVEI A MÃO PARA TRAZ, PARA CONFERIR O QUANTO TINHA ENTRADO, PASMEI, AINDA FALTAVA MUITO DO CACETÃO DE FORA, ACELEREI MEUS MOVIMENTOS, TENTANDO ENFIAR O MAXIMO POSSIVEL, SENTIA QUE SEU CACETÃO ESTAVA TOPANDO EM MEU ULTERO, MAIS NÃO SENTIA DOR, SO MUITO PRAZER, NÃO DEMOROU VEIO OUTRO GOZO, AGORA MAIS ENTENSO, MEU CORAÇÃO ACELEROU, PENSEI QUE IA FALTAR FÓLEGO, GRITEEEEII VOU GOZAR NOVAMENTE, ME MATA, ME ESFOLA, ME ARRROMBA PAU DE CAVALO, UUUUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII, AAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIII, AI MEU CORPO FOI AMOLESCENDO, ELE ME APERTAVA MUITO ME PUCHANDO PELOS OMBROS, FICAMOS AGARRADOS, SEU PAUZÃO CONTINUAVA MAIS DURO AINDA, DAVA PRA SENTIR ELE PULSANDO DENTRO DE MIM, ENTÃO ELE ME FALA, VAMOS PARA A CAMA, FUI SAINDO DE CIMA DELE, SEU CACETÃO PARECIA NÃO TERMINAR DE SAIR, EU GOZEI TANTO QUE MINHA BUCETA TINHA GERADO UMA ESPUMA, FICOU A MARCA DO QUANTO TINHA ENTRADO, AO VÊ A MARCA DA ESPUMA EM SEU CACETE LHE FALEI, PENSEI QUE TINHA ENTRADO TODO, ME JOGUEI NA CAMA DE PERNAS ABERTAS, ELE SUBIA NA CAMA SEGURANDO SEU CACETÃO QUE ESTAVA MAIS DURA AINDA, OLHEI AQUELA CABEÇONA ARROCHEADA E PENSEI, COMO MINHA BUCETINHA CONSEGUIU AGUENTAR, ELE FOI AFASTANDO MINHA PERNAS ME DEIXANDO TODA ABERTA, OLHANDO NOS MEUS OLHOS FALOU, AGORA É MINHA VÊS DE GOZAR, ENCAIXOU SEU CACETÃO NA ENTRADA DA MINHA BUCETINHA, ENTROU COM FACILIDADE, MAIS NÃO FOI ENFIANDO DE UMA VÊS, FICOU PARADO E COMESSOU A BEIJAS MEUS PEITINHOS, EU SOLTAVA GRITINHOS, UIII, OOIIII, DE REPENTE ELE DEU UMA MORDINHA MAIS FORTE, AI GRITTEEEEI AAAIIIIIII, ME MORDE, MAIS FORTE, MAIS MAIS, AAIIIIIIIIIII PAI, ME FODE, VEM, VEM, ENFIA MAIS, MAIS, MAIS, AAAIIIIIIIIIIIII, ELE DEIXOU SEU CORPÃO IR ARRIANDO, LEVATEI AS PERNAS E CRUZEI EM SEU QUADRIL, ELE ME AGARROU POR DEBAIXO DOS OMBROS E ME PUXOU,, SEU PAUZÃO ENTROU TODD UMA VÊS, GRITEEEIIIIIIIIII   AIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII, AAAAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII, NÃO FAZ ISSO, NÃO AGUENTAR, UUUUUUIIIIIIIIIIIIIIIIII, ERA TARDE, NOSSOS PUBIS SE ENCONTRARAM , COLANDO NOSSOS PENTELHOS, SENTI SEUS CULHÕES ENCOSTANDO EM MINHA BUNDA, AI ELE ME BEIJOU, COM VONTADE, PASSEI A RESPIRAR PELAS NARINAS, MORDI SUA LINGUA, ELE DEU UM GEMIDO, AI COMESSOU A ACELERAR SEU MOVIMENTOS O QUANDO SEU PAU ENTRADO TODO ATE TOPAR, NOSSOS CORPOS FAZIA, PLOC, PLOC, PLOC, S
ENTI MEU GOZO SE APROXIMANDO, AI FALEI PAINHO, VOU GOZAR DE NOVO,ME ENCHE COM TUA PORRA, DEI XA EU SENTIR SEUS JATOS, , ELE DEU UMA SOCADA TÃO QUE ME EMPURROU PARA O ESPELHO DA CAMA, FICOU ENTERRADO ATE AS BOLAS, AI SE AFASTOU. TIRANDO TODO AQUELE CARALHÃO DE DENTRO DA MINHA BUCETINHA, COMESSOU A SOLTAR FOLFADAS DE PORRA ATINGINDO MEU QUEIXO E MEUS PEITINHOS, ERA TANTA PORRA QUE ESCORRIA PARA O LENÇOL DA CAMA, QUANDO TERMINOU DE GOZAR, OLHOU PARA A PORRA QUE ESCORRIA, COMESSOU A PASSAR SOBRE MINHA BARRIGA E MEUS PEITOS, O XEIRO ACRE DO ESPERMA, INVADIU O QUANTO, ENTÃO ELE ME FALA, HOJE VOCE TOMOU UM BANHO COM A PORRA DO SEU PAI, DEITOU-SE OFEGANTE A MEU LADO, DAVA PRA OUVIR AS BATIDAS DO SEU CORAÇÃO, PASSADO UM TEMPO ME FALOU, VAMOS TOMAR UM BANHO, FOMOSD PARA O CHUVEIRO A AGUA QUENTE ESCORRIA PELO CORPO, ELE PRO TRAZ COM SEU CACETÃO ENTRE MINHA, ROÇANDO MINHA BUCETA, COMESSOU A FICAR DURO NOVAMENTE, ENSABOEI MEU CORPO, A ESPUMA ESCORRIA ENTRE NOSSOS CORPOS, ELE ACARICIA MEUS PEITINHOS, ENQUANTO SE MOVIA, SEU CACETÃO ATRAVESSAVA MEU CORPINHO, EU SEGURAVA NA CABEÇONA QUE ENCHIA MINHA MÃO, ENTÃO LHE FALEI ENFIA ESTE CACETÃO NOVAMENTE, ME SEGUREI NA TORNEIRA INCLINANDO MEU CORPO PARA TRAZ, ELE GUIOU O PAUZÃO, E ENFIOU TUDO DE SO VÊS, MEU CORPO FICOU SUSPENSO DEVIDO NOSSA DIFERENÇA DE ALTURA, FIQUEI NA PONTA DOS PÈS, ELE AGORA SOCAVA COM RAPIDEZ, ENFIANDO TUDO SEM DEIXAR UM CENTIMETRO DE FORA, COMESSEI AGOZAR, AI PAINHO VOCE VAI MATAR SUA FILHINHA, AAAIIIIIIIIIIIIII, AAAIIIIIIIIIIIIIIIIII, GOZA COMIGO, VEM,VEM VEM, UUUUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII, OOOOOIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII, ELE DIMINUINDO SEUS MOVIMENTOS AI SENTI SEUS JATOS DENTRO DE MIM, GOZA DENTRO PAINHO, GOZA MUITO , ENCHE SUA FILHINHA, AAAIIIIIIIIIII, AAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII, ELE FOI TIRANDO SEU CACETÇAO, ERA COMO UM MANGETE SAINDO DA BUCETA, ME VIROU DE FRENTE PRA ELE E ME BEIJOU, NUNCA ME SENTI TÃO AMADA EM MINHA VIDA, TERMINAMOS O BANHO, NOS ENCHUGAMOS E VOLTAMOS PARA A CAMA, AI ELE ME FALA, SEMPRE QUE VOCE ME ENVIAVA FOTOS TIRADAS NA PRAIA OU NA PISCINA, EU FICAVA IMAGINADO COMO SERIA ENFIAR MEU CACETE NESTE CORPINHO TÃO FRANZINO, SO NÃO IMAGINAVA DE QUE VOCE FOSSE AGUENTAR EU ENFIAR TUDO, LHE BEIJEI E FALEI, ENTÃO VOCE ME DESEJAVA, PORQUE DEMOROU TANTO TEMPO PARA VIM SE ENCONTRAR COMIGO, ELE SORRI E FALA, TODO PAI DESEJA FUDER SUA FILHA, EU SO NÃO SABIA SE ISSO IRIA ACONTECER, CONOSCO, NOS BEIJAMOS NOVAMENTE ENTÃO LHE DISSE AGORA PRECISO DESCANSÃR VOCE ACABOU COMIGO, DEITE DE LADO PARA ELE, ELE SE ENCOSTOU EM MIM, SENTI SEU CACETÃO EM MINHAS COXAS, ELE ME BEIJA E FALA, TENHA BONS SONOS, O RESTO CONTO DEPOIS, BEIJOS A TODOS……………………….\TE BREVE

MEU IRMÃO CACETUDO

OLA PESSOAL BOA NOITE, SOU LENA 20 ANINHOS, TENHO 1.78CM PESANDO 60 KG, BRANQUINHA CAMELOS PRETOS, ESTOU MAIS PARA MAGRA, MAIS TENHO O CORPO BEM DELINEADO, PEITINHOS PEQUENOS E DURINHOS, SOMOS UMA FAMILIA UM POUCO NUMEROSA,DOIS HOMENS, E TRES MULHERES, EU SOU A CAÇULINHA DA FAMILIA, MEUS PAIS NOS CRIARAM COM UMA CERTA LIBERDADE, SEMPRE NOS MANTENDO SEM PRECONCEITO EM RELAÇÃO A SEXO,COM O CRESCIMENTO DE MINHAS IRMÃS, MEU PAI RESOLVEU CONSTRUIR UM PRIMEIRO ANDAR NOS FUNDOS DA CASA PARA MELHOR NOS ACOMODAR, MESMO SENDO LIBERAL , QUERIA QUE MANTIVESEMOS, UMA CERTA PRIVACIDADE, AFINAL NÓS MULHERES SOMOS DIFERENTES DOS HOMENS, POIS BEM, CRESCI VENDO MINHAS IRMÃS E OS IRMÃOS TRAZENDO SUAS TRAZENDO SUAS NAMORADAS/NAMORADOS PARA NOSSA CASA, ENTÃO DAÍ VOCES IMAGINAM COMO ERA A SITUAÇÃO TENDO VARIOS IRMÃOS NAMORANDO E EU QUE ERA A UNICA QUE NÃO TINHA NAMORADO, FICAVA OUVINDO TARDES INTEIRAS DE GEMIDOS E MURMURIOS DE PRAZER DOS MEUS IRMÃOS EM SUAS TRANSAS, QUE APROVEITAVAM A AUSENCIA DE MEUS PAIS, E TRANSFORMAVA O APARTAMENTO DOS FUNDOS EM MOTEL, O QUE MAIS ME CHAMAVA A ATENÇÃO ERA QUANDO O LENILDO TRAZIA A JULIA SUA NAMORADA PARA NOSSA CASA, ELA TINHA MAIS OU MENOS A MINHA ALTURA, MAGRINHA COMO EU,TINHA ASSISTIDO MUITOS FILMES PORNÔ, MAIS GRITAR TRANSANDO IGUAL A ELA, NUNCA TINHA VISTO, UM DIA ELA VEIO A NOSSA CASA SE ENCONTRAR COM O LENILDO, ELE TINHA SAIDO PARA COMPRAR UMAS CERVEJAS, ENTÃO FICAMOS CONVERSANDO ENQUANTO ELE VOLTAVA,ENTÃO LHE O PERGUNTEI, PORQUE ELA GRITAVA TANTO QUANDO FICAVA COM MEU IRMÃO, LHE FALEI SEI QUE VOCES TRANSAM, AS MINHAS IRMÃS TAMBEM TRANSAM COM SEUS NAMORADOS E SE TRANCAM NO APARTAMENTO, MAIS NÃO SÃO TÃO DESCONTROLADA COMO VOCE, ELA FICOU ME OLHANDO, SENTI QUE FICOU CORADA,NÃO ESPERAVA ESTA INDAGAÇÃO, ENTÃO ME DISSE, LENA TU NÃO IMAGINA, O TAMANHO DO PAU DO TEU IRMÃO, É UMA ABERRAÇÃO, E ELE NÃO SE CONTROLA, ENFIA TUDO TODINHO, MEUS GRITOS, SÃO UMA MISTURA DE DOR E PRAZER, ENQUANTO EU NÃO FICO COM A VAGINA LUBRIFICADA, GEMO DE DOR, DEPOIS AÍ TUDO FICA UMA DELICIA GRITO DE PRAZER, FALEI NOSSA ELE É ASSIM, EU QUE NA EPOCA JA TINHA TRANSADO COM UNS COLEGAS DA ESCOLA, QUANDO IA ESTUDAR NA CASA DELES, FIQUEI CURIOSA, POIS MEUS COLEGUINHAS, NÃO TINHA O PAU TÃO GRANDE COMO ELA DESCREVEU, MEU CHEGOU, FORAM PARA A SALA CONVERSAR E BEBER, EU FUI PARA MEU QUARTO, NÃO DEMOROU MUITO E COMESSOU A GRITARIA DELA, ME EXCITEI, AGORA IMAGINAVA MEU IRMÃO FUDENDO ELA, COM O PAUZÃO QUE ELA DESCREVEU ENFIADO EM SUA BUCETA, QUE POR TER UM CORPO MUITO PARECIDO COM O MEU, DEVIA ESTA PRECIONANDO O SEU UTERO, ISSO DEVIA REALMENTE LHE CAUSAR MUITA DOR, COMESSEI A ACARICIAR A MINHA BUCETA POR CIMA DA CALÇINHA, AFASTEI ELA PARA O LADO, E ENFIEI O DEDÃO INTEIRO, FAZIA ISSO SEMPRE MAIS HOJE EU DESEJEI ALGO MAIOR, MAIS NÃO TINHA NADA A DISPOSIÇÃO PARA EU USAR, ENTÃO LEMBREI DO SHAMPOO QUE TEM A FORMA ARREDONDADA, LONGO E GROSSO, ME LEVANTEI FUI AO BANHEIRO, QUERIA GOZAR IGUAL A JULIA, JA QUE NÕ PODIA SER COM MEU IRMÃO SERIA COM A EMBALAGEM DO SHAMPOO, AO PEGAR O SHAMPOO NO BANHEIRO FIQUEI UM POUCO RECEOSA POIS A EMBALAGEM ALEM DE GRANDE ERA BEM GROSSA, EU NUNCA TINHA ENFIADO NADA PARECIDO EM MINHA BUCETINHA, VOLTEI PARA MINHA CAMA, FECHEI A PORTA DO QUARTO, POIS NÃO QUERIA SER SURPREENDIDA POR UMA DE MINHAS IRMÃS, QUE A QUALQUER PODERIA CHEGAR EM CASA, JULIA NÃO PARAVA DE GRITAR, MEU CORAÇÃO ESTAVA ACELERADO PELO TESÃO QUE EU SENTIA, COMESSEI A ESFREGAR A BUCETA COM O SHAMPOO, ERA MUITO GROSSO, JAMAIS EU IA CONSEGUIR ENFIA-LO NA BUCETA, SUA TAMPA ARREDONDADA SE ENCAIXAVA NA ENTRADINHA DA BUCETA, POR SER DO TIPO PRESSÃO, QUANDO EU FORÇAVA A ENTRADA, A TAMPA DEIXAVA SAIR UM POUCO DO SHAMPOO, ISSO DEIXANDO MINHA BUCETA TODA MOLHADA, AI SENTI DE QUE PODERIA ENFIAR AQUELA TAMPA NA BUCETA, POIS ESTAVA TODA LUBRIFICADA, JULIA AGORA SOLTAVA FORTES GEMIDOS, E PEDIA PRA ELE ENFIAR MAIS, ME DESCONTROLEI FAZENDO MUITA FORÇA, SENTI UMA DOR MUITO GRANDE POIS ENFIEI A EMBALAGEM ATE A METADA, ACHO QUE UNS 15CM, ERA MUITO PRA MIM, DE UMA SO VEZ, PAREI O MOVIMENTO DA MÃO, DOÍA MUITO, PASSADO ALGUNS SEGUNDOS A DOR FOI CEDENDO MINHA BUCETINHA ESTAVA ALARGADA, SENTIA A PRESSÃO DA MINHA VAGINA MORDENDO A EMBALAGEMCOMESSEI A SENTIR PRAZER, OS GRITOS DA JULIA ME EXCITAVA MAIS AINDA, QUANDO ELA COMESSOU A FALAR, VOU GOZAR, VOU GOZAR, ENFIA TUDO, MAIS, MAIS MAIS, AAAIIIIII UUUIIII NÃO ME CONTIVE, PENSEI NO CACETE DO MEU IRMÃO E ENFIEI O RESTO, QUE SENTI TOPAR DENTRO DE MIM, ME ESVAÍ UM ITENSO GOZO, MINHAS PERNAS TREMIA, ERA UM ORGASMO ATRAZ DO OUTRO, MEU CORAÇÃO BATIA TÃO FORTES QUE ESCUTAVA AS BATIDAS, FIQUEI COM TODO O SHAMPOO ENTERRADO, FUI RELACHANDO, AO ESTIRAR AS COXAS MINHA BUCETA COMESSOU A EXPELIR A EMBALAGEM DO SHAMPOO, AQUI FOI SAIDO DEVIDO A GRANDE QUANDO DE ESPUMA QUE SE FORMOU DENTRO DE MIM, POIS DEIXOU VAZAR MUITO CREME DO SHAMPOO DENTRO MIM QUE FICOU ESCORRENDO SOBRE A COLCHA DA CAMA, TAMPEI A SAIDA DA BUCETA COM A MÃO FUI AO BANHEIRO, PRECISAVA EXPELIR TODA AQUELA ESPUMA, AO ME SENTAR NO BIDÊ, PEGUEI A DUCHA E COLOQUEI NA ENTRADA DA BUCETA, A AGUA QUE ENTRAVA FOI ENCHENDO ATE QUE COMESSOU A SAIR TRAZENDO UMA GRANDE QUANTIDA DE ESPUMA, LAVEI BASTANTE ATE NÃO SAIR MAIS ESPUMA, OS DOIS SE CALARAM, DESTRANQUEI A PORTA, VOLTEI A ME DEITAR, ADORMECI POIS FIQUEI EXAUSTA PELA INTENSIDADE DOS GOZOS, ACORDEI JA ERA TARDINHA COM A CHEGADA DAS MINHAS IRMÃS, FOMOS JANTAR EU NÃO TIRAVA OS OLHOS DO MEU IRMÃO, NO DIA SEGUINTE EU NÃO TINHA AULAS, E O LENILDO ESTAVA DE FOLGA, TODOS SAIRAM SO FICANDO NOS DOIS, PASSADO ALGUM TEMPO DEPOIS DO CAFÉ, ELE PERMANECIA EM SEU QUARTO, AI PENSEI, AGORA VOU CONFERIR SEUS DOTES, SO NÃO SABIA COMO IA FAZER PRA ISSO ACONTECER, FUI A MEU QUARTO, COLOQUEI UM SHORTINHO DE PIJAMA, QUE MAIS PARECIA UMA CALÇINHA SEM NADA POR BAIXO, E UMA BLUSINHA SEM SUTIEN, ME OLHEI NO ESPELHO DANDO UMA VIRADINHA PARA OLHAR MEU BUMBUM ARREDONDADO, FUI ATE O APARTAMENTO NOTEI QUE A PORTA ESTAVA ABERTA, AO EMPURRAR ELE ESTA ESTAVA DEITADO SEGURANDO EM SEU PAU, ASSISTINDO UM FILME DE SEXO, ELE NÃO ESPERAVA MINHA CHEGADA, AI FICOU SEM SABER O QUE FAZER, SE COBRIA O CACETE OU MANDAVA EU SAIR,PUXOU O LENÇOL COBRINDO SEU CACETE, MAIS A EREÇÃO LEVANTAVA O LENÇOL ARMANDO A BARRACA, FUI ENTRANDO ENTÃO LHE DISSE, POXA A TARDE ONTEM NÃO FOI O SUFICIENTE PRA TE ACALMAR, ELE ME RESPONDEU, PODIA TER BATIDO NA PORTA, FUI ME SENTANDO NA CAMA, LHE OLHANDO NOS OLHOS, E LHE DISSE , A JULIA ESTAVA GRITANDO MUITO ONTEM, AGORA SEI A RASÃO DOS SEUS GRITOS, PARA COM ISSO LENA, O QUE FAÇO NÃO É DA SUA CONTA, AGORA É FALEI, AI FUI ME DEBUÇANDO PARA LHE DAR UM BEIJO, ELE FICOU PASMO, BEIJEI SUA TESTA, DEPOIS SEU ROSTO, AI LHE FALEI ME ABRAÇA, ELE NÃO ACREDITAVA NO QUE ESTAVA VENDO, MAIS LENA O QUE ESTA ACONTECENDO, VOCE NUNCA AGIU ASSIM, EU SEI, MAIS DEPOIS DO QUE JULIA ME FALOU SOBRE VOCE, FIQUEI CURIOSA, AGORA ENTENDO PORQUE ELA GRITA TANTO COM VOCE, AI SEGUREI EM SEU CACETE POR CIMA DO LENÇOL, ELE TENTOU TIRAR MINHA MÃO, PARA, ISSO NÃO E CERTO, MAIS EU TINHA SEGURADO FIRME E APERTEI, ELE ME FITOU COMO QUEM PEDIA PARA EU PARAR, SEU CACETE ENCHIA MINHA MÃO, MEUS DEDOS NÃO SE ENCONTRAVA, FUI BAIXANDO MINHA CABEÇA PARA SEU TORAX, MANTINHA A MÃO SEGURANDO SEU CACETE, SENTI ELE PULSAR ENTRE MEUS DEDOS, BEIJEI SEU PEITO LHE DANDO UMA MORDIDINHA ELE RETESOU SEU CORPO AI ME ABRAÇO, FALOU NÃO FAZ, NÃO VOU AGUENTAR, ONDE VOCE APRENDEU TUDO ISSO, PARA, PARA, NÃO ESTA CERTO AI SOLTEI SEU CACETE QUE ESTAVA TÃO DURO COMO UMA ROCHA, FUI RETIRANDO O LENÇOL, DESCOBRINDO SEU CACETE QUANDO LHE DESCOBRI, PASMEI SEU CACETE ERA IMENSO E MUITO GROSSO, FIQUEI A OLHAR AQUELA MAJESTURA DE CACETE, SEGUREI NO MEIO DO SEU CACETÃO COM AS DUAS MÃOS, SOBRAVA PAU PRA CIMA E PRA BAIXO AI LHE FALEI COMO PODE TUDO ISSO NUNCA PERCEBI, TAMBEM QUERO ELE PRA MIM, ME CURVEI E ABOCANHEI, LENILDO ESTAVA PARALISADO, SUA MANINHA ESTAVA SE MOSTRANDO UMA PUTINHA QUE ELE NÃO CONHECIA, ALIZEI AQUELA CABEÇONA ARROCHIADA QUE ENCHEU MINHA MÃO, FUI BAIXANDO MINHA CABEÇA PARA ABOCANHAR, AO ENCOSTAR NA BOCA SENTI UM GOSTINHO SALGADO DO LIQUIDO QUE SAIA DO SEU PAU, ELE GEMEU ABRI A BOCA O MAXIMO QUE PUDE, FUI
BAIXANDO E A CABEÇONA FOI INVADINDO A MINHA BOQUINHA, ELE SEGUROU EM MINHA E MORMUROU, CHUPA, CHUPA AI SENTI QUE ELE TINHA RELACHADO, A CABEÇONA ENCHEU MINHA BOCA, INDO ENCOSTAR EM MINHA GARGANTA, PRENDI A RESPIRAÇÃO, SENTI MEUS OLHOS LACRIMEJAR PELA PRESSÃO DO SEU CACETE EM MINHA GARGANTA, FIQUEI CONTROLANDO A ENTRADA, NADA MAIS MAIS ENTRAVA, ELE AGORA ACARICIAVA MINHA BUNDA, FOI BAIXANDO MEU SHORTINHO, SEUS DEDOS DESLIZAVA PELO MEU CUZINHO INDO ATE A ENTRADA DA MINHA BUCETINHA, MINHA BOCA ESTAVA COMEÇANDO A DOER POR CONTA DO SEU CACETÃO, FUI TIRANDO A CABEÇONA DA MINHA BOCA QUE AGORA BRILHAVA PELA A GRANDE QUANTIDADE DE SALIVA, ELE ENTÃO ME FALA, TIRA A ROUPA QUERO TE VÊ NUAZINHA, ERGUI A BLUSINHA TIRANDO PELA CABEÇA, MEU SHORTINHO QUE ELE JA TINHA ARRIADO ATE AS COXAS SAIU COM FACILIDADE, ELE AO ME VÊ DE JOELHOS ENTRE SUA COXAS ME FALA, COMO VOCE E LINDA MANA, ESTA BUCETA CABELUDA ME FASCINA, VEM SE DEITA POR CIMA DE MIM, QUERO TE BEIJAR, NOSSA EU ESTA TREMULA COM SUAS PALAVRAS, AQUELE HOMEM CACETUDO, QUE PARECIA UM PAU DE CAVALO ESTAVA ME QUERENDO, BEIJEI SEU PAU DEMORADO, COMESSEI A PASSAR A LINGUA DE CIMA A BAIXO, ERA MUITO CACETE PARA LAMBER, DAVA PEQUENAS MORDIDAS, SEU PAU LATEJAVA, FUI MONTANDO EM SUA COXAS, SENTEI EM SEU CACETÃO, COMESSEI A ME ESFREGAR , SUBINDO E DESCENDO O CORPO, MINHA BUCETA TINHA VIRADO UMA CACHOEIRA, EXPELIA MINHA SECREÇÃO EM GRANDE QUANTIDADE, DEIXANDO SEU CACETÃO TODO MELADO, ME DEBRUÇEI SOBRE ELE, COLANDO MEUS LABIOS AOS DELE, EU NUNCA TINHA BEIJADO ALGUEM COM TANTO DESEJO , ELE COMESSOU A CHUPAR MINHA LINGUA, PARECIA QUE IA ENGULIR, TAL ERA A SUCÇÃO, SEU CACETÃO AGORA ESTAVA ENTRE NOSSOS CORPOS, ERA MUITO QUENTE, DE TÃO GRANDE TOCAVA NOS MEUS PEITINHOS, SENTI UM DESEJO INTENSO DE SER PENETRADA, PENSEI SE JULIA CONSEGUE DEIXAR ELE ENFIAR EU TAMBEM CONSIGOFUI ERGUENDO O CORPO PARA CIMA, ATE MEUS PEITINHOS FICART A ALTURA DA SUA BOCA, ELE NÃO PERDEU, TEMPO, SUGOU UM, DEPOIS O OUTRO, AI SOLTEI UM GRITINHO AAIIIIIIIIIIIIIM AAAIIIIIIIIII CHUPA, CHUPA, MAIS, MAIS, ELE COMESSOU A MASSAGEAR MEU PEU COM SUA LIGUA, MACIA E QUENTE, DELIREI, LEVEI A MÃO PARA TRAZ, SEGUREI NO CACETÃO E DIRIGI PARA A ENTRADA DA MINHA BUCETINHAM ENCAIXEI A CABEÇONA E FIZ FORÇA PARA TRAZ, SENTI A BUCETINHA IR SE ALARGANDO, A CABEÇOANA TINHA ENTRADO, NÃO DOEU COMO PENSEI, SEU PAU MACIO LATEJAVA, O QUE ME DAVA MUITO PRAZER, FUI FORÇANDO O CORPO E SEU PAUZÃO COMESSOU A ENTRAR, ELE ME ABRAÇOU, ELEVANDO SEU CORPO DE ENCONTRO AO MEU, SEU CACETÃO ENTROU QUASE TODO, GRITEI AAAIIIIIIIIIIII, PARA, PARA, E MUITO GROSSO, HHOOOOOOOO, HHOOOOOOO, NÃO SE MEXE, UUUIIIIIIIIIIIII, ELOE PAROU MINHA BUCETINHA TINHA GANHO MAIS DA METADE DO SEU CARALHO, NOS BEIJAMOS LENTAMENTE, ERA SUAVE E DELICIOSO, SEUS BRAÇOS ME APERTAVA, COMO SE TIVESSE RECEIO DE QUE EU FOSSE SAIR DE CIMA DELE, MINHA BUCETINHA AGORA ESTAVA SE ACOMODANDO AO GRANDE INVASOR, COMESSEI A ME MOVER DEVAGARINHO, SUBINDO E DESCENDO, SEU CACETÃO ESTAVA ESCORREGANDO COM FACILIDADE, MINHA BUCETINHA ESTAVA ENCHARCADA, SE NÃO FOSSE PELA GROSSURA DO SEU CACETE, COM CERTESA ESTARIA ESCORRENDO SOBRE SEU CORPO, FUI DEIXANDO ENTRAR AGORA SO SENTIA PRAZER A CADA MOVIMENTO MEU PRAZER AUMENTAVA, COMESSEI A GEMER AANNNNNNN, AAANNNNNNNNNNNN, QUE DELICIA, VEM, VEM, VAI SOCANDO DEVAGARINHO, AAAIIIIIIIIIII, UUUIIIIIIIIIII, MAIS, MAIS, MANO, VOU GOZAR, AAAIIIIIIIIIIII, ENFIA, ENFIA, ACABA COM SUA IRMAZINHA, HHOOOOOOOOOOO, AI ME SOLTEI, SENTEI COM FORÇA QUE SEU CACETÃO ENTROU TODINHO, AAIIIIIIII QUE GIOZO LOUCO, UUUIIIIII, GOZA TAMBEM, VEM, VEM, FUI ME ESVAINDO EM GRANDES ORGASMOS, E ELE ACARICIAVA MEUS PEITINHOS, GRITEI VOOUUUUUUUU GOZAR, AI MEU DEUS, ISSO E DEMAIS, AAAIIIIIIIIIII, AI FUI ARRIANDO SOBRE ELE, ME ABRAÇANDO, QUIS LHE BEIJAR MAIS ESTAVA ME FALTANDO AR, LEVEI A MÃO ENTRE NOSSOS CORPOS, NOSSOS PENTELHOS ESTAVA COLADOS, UMIDOS PELO MEU MELZINHO, ENTÃO LHE FALO, COMO PODE SEU CACETÃO ENTROU TODINHO, ELE ENTÃO ME DIZ, AGORA E MINHA VEZ, FICA DE QUATRO, QUERO LHE FUDER POR COMPLETO, FUI SAINDO DE CIMA DELE, SEU CACETÃO AGORA PARCIA MAIOR E MAIS GROSSO, COLOQUEI O TRAVESSEIRO PARA APOIAR OS COTOVELOS, ELE SE LEVANTOU AO OLHAR PARA TRAZ, VI SEU CANHÃO APONTADO PARA MIM, CASO EU NÃO TIVESSE VISTO ELE TODO DENTRO DE MIM, JAMAIS DEIXARIA ALGO TÃO GRANDE ME PENETRAR, ELE DE UMAS BATIDAS EM MINHA BUNDA COM SEU CACETE, PARECIA UMA TORA DE MADEIRA, AI PINCELOU, PINCELOU E PARAVA NA ENTRADA DA MINHA BUCETINHA, NÃO RESISTI E PEDI, VEM, ME FODE, QUERO TUDO DE NOVO, VEM, VEM, ELE ENCAIXOU E FUI ENFIANDO, NUNCA IMAGINEI QUE EU TIVESSE BUCETA SUFICIENTE PARA ENGOLIR TAMANHO CACETÃO, SEUS CULHOES TOCARAM EM MINHA BUCETA, AI ELE ME FALA, NEM A JULIA CONSEGUE TANTO DE UMA SO VEZ, VEM PRA MIM, VEM ME FAZ GOZAR, DE NOVO, QUERO TUDO, ENFIA VAI, VAI, UUUIIIIIII, AAAIIIIIIIIIII, HOOOOO MANINHOL VOCE E DEMAIS, ACABA COMIGO, UUUUUIIIIIIIII, AAAAIIIIIIIIIIIIIII, ELE AGORA SOCAVA COM FORÇA, NÃO DEIXANDO NADA DE FORA, , ERGUI MAIS O CORPO, NÃO QUERIA PERDER UM SO MILIMETRO, SEU CORPO AO ENCOSTAR EM MIM FAZIA, PLOC, PLOC, PLOC, ELE BOMBAVA, DE REPENTE MINHA BUCETA COMESSOU A EXPELIR QUE MAIS PARECIA QUE EU ESTAVA PEIDANDO SEM PARAR, AI GRITEI VOU GOZARRRRRRRRR VOU GOZARRRRRRRRR, AAAAIIIIIIIIIIIIII, UUUIIIIIIIIIIIIIII, VEM, VEM , ME ENCHE COM TUA PORRRA, MAIS ELE NÃO ME ATENDEU, TIROU O CACETÃO E GOZOU EM MINHAS COSTAS, ME DANDO UM BANHO DE ESPERMA, O XEIRO DE NOSSAS PORRAS, ERA FORTE DENTRO DO QUARTO, ELE FOI SE DEITANDO SOBRE MEU CORPO, NOSSOS CORPOS SUADOS, SE UNIA PELA SUA PORRA, FICAMOS UM BOM TEMPO AGARRADOS, SO ENTÃO ELE FALA, VAMOS TOMAR BANHO, FOMOS AO BANHEIRO FUI LHE PUCHANDO PELA CACETÃO QUE ESTAVA SEMI IRECTO, ENTRAMOS NO CHUVEIRO, NOS BEIJAVAMOS COM INTENSIDADE, DEPOIS QUE VOLTAMOS PARA A CAMA ELE ME PERGUNTA, ME FALA DESDE QUANDO VOCE JA TRANSA, E QUEM FOI O SORTUDO QUE TE DEIXOU TÃO LARGA, POIS VOCE ME AGUENTOU SEM RECLAMAR, AI LHE DISSE,NÃO SE PREOCUPA NINGUEM SE COMPARA A VOCE, NA VERDADE, ONTEM QUANDO VOCE TREPAVA COM JULIA, EU DESEJEI SER ELA, POIS ELA TINHA ME FALADO DO TAMANHO DESDE MONSTRO AQUI, FIQUEI TÃO EXCITDACOM OS GRITOS DELA, QUE ENFIEI O TUBO DO SHAMPO INTEIRINHO NA MINHA BUCETINHA, ACHO QUE ISSO QUE POSSIBILITOU VOCE ME FUDER, MALUCA FALOU ELE, PODIA TER SE MACHUMADO SERIAMENTE, FALEI AGORA QUERO ESTE CACETÃO SO PRA MIM, POIS NÃO SEI ONDE ENCONTRAR OUTRO IGUAL, NOS BEIJAMOS, PASSADO ALGUM TEMPO FUI PARA MEU QUARTO, MINHA MANHÃ TINHA SIDO DE MUITO PRAZER, BEIJOS A TODOS…………….

biquines mae e filhacomendo o cu da minha maea maior bunda do mundobaixinha boqueteirabunda de veiobucetinha amigamassagem tantrica maceiocontos porncasadoscontodssexo com a propria maefudendo animaiscomeu a mulher do chefeorgia a 3chupando a buceta da netadando pro cavalo gaybucetinha minúsculaquem não dá assistência abre concorrênciapau no cu dos prejudicadosbunda de orangotangocomendo a filha rabudaesposa gozasogro safadogozei na ruacomendo a minha enteadarelatos de cornosfantasias de cornosgordinhasafadamelhor conto eróticocachorro engatado no cu da donaconto erotico categoriastesao no cusomos amantescachorro fica engatado na mulhercasa de massagem maceiómulher casada transando com outro homemcomendo a ex esposacasa da dona florindaestoporadaquem não dá assistência abre concorrênciabonita e gostosabuceta cavalocasadoscontconto erótico categoriaflagra peladinhabocetinha lindacomi um cuzinhocasada fudendo com amanteesposas exibidasnovinha chora na varacasadoscontosgaycasado pauzudocontos eroticos sem fotosmeu melhor amigo é meu amorpunhetando o maridofoto de menina safadacontos de sexo cornomaldito o homem quemistura fina casa de swingdelicia de picase masturbando com cenouracomendo casalesposa mamandocasa de massagem em maceiovelho com tesaofudendo animalvelha fudedeiravovó mamandoroupas ousadasmamae chupandovelho chupando bucetinhairma virgemmaldito do homem que confia em outro homemminha mulher. comesposa gozacachorro fica engatado na mulherputaria rjesposa punhetacuzao da gorda