TREPEI COM MEU PAI

Sou a Ana Laura tenho 21 anos , loira , 1,72m , 61 kg , peitos pequenos e bunda média,Bem adoro incesto e já transei com várias pessoas da família,eu acho que os homens da familia sempre olham pro nosso rabinho , pai , irmãos , primos , avôs e tios , nasci no interior , no sitio do meu avô safado , muitas coisas rolaram,sempre fui safada e adoro incesto , leio muitos contos deste estilo. por lá desde cedo meu pai cuidava de mim , muito apegado a mim e eu a ele mas ele nem imaginava o que eu fazia de sacanagem , o tempo passou e ele , me levava a escola e buscava , cuidava mesmo , até que tirei o ensino médio e fui para o cursinho , me preparar para o vestibular , meu pai continuou levando , minha mãe as vezes levava , mas fiz o cursinho e prestei vestibular , consegui entrar para a faculdade , quando completei 18 anos ele pagou minha habilitação e logo tratou de me dar um carro novo , eu escolhi , fiquei muito feliz pois quem não adora carro zero , terminando o cursinho arrumei um namorado e fui levando pois estava bem em ambas as coisas , eu saia do cursinho e ia a casa do namorado , meu pai e minha mãe ficavam a noite sozinhos , meus irmãos estudavam.Eu estudava muito e namorava , mas este namorado safado queria mesmo era só sexo terminei dele 3 vezes , mas ele insistia e meu pai ficava bravo comigo , não queria eu namorando , mas eu novinha louca pra beijar , não parava , íamos ao sitio para passear tinha festas e meu pai sempre ao meu lado fazendo eu de rainha cuidava muito bem , mas um dia eu fui com meu namorado e saímos dar uma volta perto do curral e ali rolou um clima o cara começou a me dar amassos pegar na minha bunda , eu de shortinho e blusinha ele ergueu minha blusa e começou a mamar meus peitos , eu segurei no cacete dele , com certeza iria trepar ali mesmo , mas ouvi meu pai dar um hâ com a garganta , então disfarçamos e saímos para a companhia dos outros , conversamos , se divertimos e entramos na piscina ,a maioria dos homens de sunga inclusive meu pai , mas nem sei porque notei o cacete do meu pai enorme , imaginei que bobagem estou fazendo em olhar , mas olhei para do meu namorado e comparei o do meu pai dava uns dois do dele , olhei o de outros homens da família , mas o do meu pai ganhava , fiquei exitada , mas brincamos a tarde toda , confesso que eu estava com um tesão violento , miei dentro da piscina só de sacanagem , imaginei meu xixi pega

MINHA IRMÃ UM TESÃO

CONTO MUITO GOSTOSO DE SE LER , LEIA , POIS FOI ENVIADO PARA SER COMPARTILHADO COM OS AMANTES DE CONTOS.me chamo Lucas 20 anos irmão da Gabriela de 18 anos , minha irmã sempre foi muito gostosa , mas sempre a respeitei , foi no ensino médio que comecei a perceber a gostosura dela , pois ela começou a namorar o Gabriel um amigo meu , e ele ficava dando o maior amasso nela na escola então comecei a sentrir um tesão enorme por ela , muito gostosa ela , o namorado dela pediu para namorar ela em casa e ai foi foda eu via o cara quase comendo ela na minha casa , ele encoxava ela na vara e eu via ele de pau duro , ele ficava igual a um cavalo passando o cacete no rabo dela ela de shortinho , então comecei a bater punheta pra ela e doido pra pegar ele comendo ela , mas um dia consegui chegar em casa e pegar ela de calcinha e ele de short , então depois que ele foi embora comecei a falar vou falar pros nossos pais e ela tem medo do meu pai então ela ficou uma seda comigo e eu fui alisando ela passava a mão na bunda , depois nos peitos e na buceta , eu fico em casa direto com ela , passei um mes alisando e encoxando ela ,então certo dia ela segurou meu pau duro , tirou pra fora do short e bateu uma punheta , gozei na mão dela , ai foi só partir pra , comer , no sabado meus pais foram ao mercado e eu levantei de cacete duro e entrei no quarto dela , ela estava de rabo pra cima e que gostosa , fiozinho enterrado , fui direto na bunda e beijei , lambi , passei a lingua no rego e ela se virou , falou para , levantou e foi ao banheiro mijou e escovou os dentes , e andando de fiozinho eu agarrei e beijei a boca dela ela correspondeu , então mamei os peitinhos lindos , lambi a barriga dela deitei ela na cama , deitei por cima e continuei com um belo beijo de linguá, fui descendo pros peitinhos outra vez e mamei os dois mamãozinhos , desci na barriga e beijei toda barriga , enfiei a linguá no umbigo dela , desci até a bucetinha passei a linguá por cima da calcinha , mas virei ela de costa e beijei outra vez a bunda , lambi ,mordisquei e passei a lingua no rego até no cuzinho ela gemeu de tesão , então tirei a calcinha dela e minha cueca meu cacete enorme e babando , mas quando coloquei a boca na bucetinha senti ela molhadinha , então limpei todo o liquido da buceta com a lingua e engoli , chupei o grelinho dela até ela gozar na minha boca , ela pediu , me come , me come , então subi em cima e penetrei minha irmãzinha gostosa meu pau entrando devagarzinho até o pé , eu beijava a boca e metia ela , me pediu para comer de 4 coloquei ela de 4 , peguei no cabelo dela puxei pra trás coloquei o cacete na buceta e com o pescoço dela meio virado eu beijava a boca dela e bombava devagar , fazendo entrar até o pé , quando ela disse vou gozar me deu tesão e gozei juntinho enchi a bucetinha dela de porra , hj rola tudo ela mama pau , bolas , da o cuzinho , gozo na boca dela , enfim é minha gatinha.

Paula e o Coroa – continuação

Meu nome é Marcos e tenho 40 anos, o nome de minha esposa é Paula, ela tem 38 anos, estamos casados há 14 anos, e dando seqüência ao meu relato anterior (Paula e o coroa), depois daquela nossa primeira experiência, a Paula passou a sair com Seu Carlos sempre que ele vinha fazer compra na nossa cidade, na manhã que ele chegava, ele ligava para a Paula, marcavam aonde iam se encontrar, para depois irem separados para o estacionamento, evitando que fossem visto juntos, do estacionamento iam direto para o motel.Assim que combinavam tudo, a Paula me ligava avisando que ela e o Seu Carlos iam sair, dando os detalhes do que tinham combinado, como ele chegava na parte da manhã, antes do almoço eu já sabia que ela ia trepar e que ia ter a buceta dela cheia de porra, tinha que me agüentar até a noite, morrendo de tesão.Durante três meses isso a aconteceu normalmente, até que um dia a Paula me liga por volta das quatro horas da tarde, dizendo que estava chateada porque o Seu Carlos tinha acabado de ligar, dizendo que tinha que voltar urgente, tinha acontecido um acidente na fazenda e que não ia poder passar a noite na cidade, que tinham que deixar o encontro para outro dia, que já estava arrumando as coisas para ir embora, mas disse que ia passadinha lá para casa para se verem antes dele ir.Falei para ela que tudo bem, como não podíamos fazer nada, o jeito era esperar para a próxima vez.Mais tarde chego em casa, achando que ela ia estar chateada, mas ao invés disso ela estava muito alegre, estava deitada no sofá e me esperando, pediu um beijo e disse que tinha uma novidade para me contar.Falei que contasse logo, então ela me falou que o Seu Carlos tinha acabado de sair da nossa casa, falei que sabia que ele ia dar uma passadinha lá, então ela me falou que ele ficou em casa mais de quarenta minutos, que quando ele chegou, ela disse que estava sozinha e convidou ele para entrar, ele ficou com medo, mas ela disse que os meninos estavam na escola e que eu ia demorar para chegar do trabalho.Então ele entrou, conversamos um pouco e depois começamos a nos beijar, o pau dele ficou duro, eu fiquei cheia de tesão, levei ele para o levei para o nosso quarto, dizendo que queria que me comesse ali mesmo, ele ficou mais excitado com a idéia de me comer na mesma cama que eu dormia com meu marido, depois que foi embora deitei aqui no sofá, para que a porra não escorresse, guardei ela para você.Falei que não acreditava que ela tinha feito isso, então ela falou enfia a mão por baixo da saia e da calcinha e sente como ela está toda melada e depois cheira para ver se não é porra.Fiz o que ela pediu, e ela não estava mentindo mesmo, cheio de tesão, falei para irmos para o quarto que era para eu sua bucetinha esporreada, no quarto me mostrou a nossa cama toda desarrumada e as manchas de porra no lençol, a que tinha vazado da buceta e outra com a porra que escorreu do pau dele quando sentou na cama.Tiramos a roupa, apreciei o estrago na buceta dela,estava mais aberta que das vezes anteriores, e a porra estava mais espessa, fizemos um belo sessenta e nove, chupei a buceta deixando ela limpinha, depois fodi sua bucetinha, até gozarmos gostoso.Depois ela perguntou se eu tinha gostado, disse que tinha adorado, só não imaginava que ela teria coragem de fazer isso na nossa cama, que tinha achado o máximo.Perguntei se ela ainda não tinha coragem de dar para outro na minha frente, ela falou que os três juntos ela não se sentiria confortável, mas se eu pudesse ver sem participar, ela toparia, pois sabia que eu ia estar morrendo de tesão, vendo ela foder com o outro.Falei que já vinha pensado nisso a algum tempo, só não tinha falado porque achava que ela não toparia, principalmente porque teria que ser na nossa cama, mas diante dos fatos, era só por em pratica.Perguntei se ela tinha notado que o nosso armário embutido tinha aquelas telinhas de ventilação nas portas e que dentro do armário pelos furinhos dava para ver a nossa cama, o meu plano era simples, se ela convencesse ele a comer ela e novo na nossa cama, eu ficaria no armário enquanto eles trepavam, ela falou que toparia desde que prometesse que não faria nenhum barulho e ficasse trancado para evitar que a porta se abrisse por acidente.Começamos a amadurecer a idéia, vi qual era a melhor posição, dei um jeito de ajeitar as coisas dentro armário, para ficar mais espaçoso e confortável, combinamos que deveria ser a tarde, para termos certeza que nossos filhos estariam na escola. Passamos um tempo analisando o plano, até termos certeza que era viável, enquanto isso, ela saiu mais duas vezes à noite com ele.Então combinamos que na próxima vez seria em casa, conforme nosso plano, no dia que ele ligou ela falou que eu estava viajando e por isso não ia podia sair a noite, porque tinha que ficar com nossos filhos, que o único jeito era trepar em casa como da outra vez, ele topou, combinaram que o melhor horário era lá pelas quatro horas da tarde, depois me ligou para avisar que estava tudo acertado, ia ser naquela tarde.Logo após o almoço arrumei uma desculpa e fui para casa, aproveitei e dei uma boa checada em tudo, depois ela tomou um banho se arrumou, eu fiquei só de cueca, por causa do calor que ia passar dentro do armário, ficamos esperando ele chegar.Ouvimos a Pick-up chegando, vimos que era ele, fomos para o quarto e ela me trancou no armário e saiu e foi recebe-lo, logo os dois entraram no quarto já se agarrando, se beijando e logo estavam sem roupa, ela pediu para ele dar uma lavadinha no pau, foi com ele para o banheiro e quando passou pelo armário me mandou um beijinho, voltaram foram para a cama e eles começaram com um belo sessenta e nove, o pau dele acaboude endurecer na boca dela, até que ficou bem duro, realmente ela era mais grosso que o meu, então ela foi por cima dele, fazendo questão de ficar frente para onde eu estava, ajeitou o pau na portinha da buceta, sentando nele foi rebolando até receber aquela pica inteirinha na buceta, só deixando o saco de fora.Depois começou a subir e descer por um bom tempo, depois mudou de posição ficando de costas para mim e tornou a sentar nele, inclinando o corpo para frente para que visse a buceta bem arreganhada com o pau enterrado nela, quando viu que ele estava para gozar, saiu de cima para que ele fodesse ela na posição de papai e mamãe, que era como ele gostava de gozar, ele foi por cima dela, ajeitou o pau e enterrou tudo nela.Era uma visão incrível, ver outro homem em cima da minha mulher e saber que estava com pau enfiando nela e logo estaria gozando e enchendo ela de porra, eu estava me controlando para não gozar, então ele começou a urrar, enterrou fundo nela, segurando o pau lá no fundo, vi sua bunda contrair, indicando que ele estava esporreando dentro dela, repetiu mais três vezes, enquanto ela gozava também, pedindo para gozar bem fundo e encher ela de porra, depois ele saiu de lado e eu pude ver o pau meio duro saindo de dentro dela.A cena que eu via era maravilhosa, minha esposa com as pernas abertas, com a buceta arreganhada deixando ver o buraco bem aberto e dentro dele escorrendo uma boa quantidade de porra, melando nossa cama.Descansaram um pouco, então ele falou que ia embora, assim não daria muito na vista, ela concordou, ajudou ele a se arrumar e só de calcinha foi com ele até a porta, voltou no logo par me soltar, cai de buceta dela, queria sentir o gosto da porra quente, que eu acabara de ver ele por dentro dela, me delicie chupando buceta dela, ela acabou gozando na minha boca e depois gozou de novo no meu pau, descansamos e nos vestimos porque já estava na hora dos meninos chegar da escola.Falou que tinha adorado trepar comigo espiando, tinha ficado com mais tesão e perguntou se eu tinha gostado. Falei que tinha adorado, que mais tarde ia querer comer ela de novo.Estamos dando um tempo para fazermos de novo em casa, enquanto isso ela continua saindo com ele a noite.Não estamos à procura de novos relacionamentos, mas se algum casal quiser entrar em contato para trocarmos informações, iremos selecionar e responde
remos aos que forem de nosso interesse.                                

A ARRUMADEIRA

Quem não conhece uma arrumadeira de motel? Ou, pelo menos, já viu alguma? A bem da verdade, sabe-se que elas são quase “invisíveis”, aos olhos dos usuários; eu conheço algumas, mas nenhuma parecida com a Isaura, uma paraibana arretada de peitos grandes, bunda roliça, coxas grossas e olhar matreiro; ela era uma mulher interessante, embora não fosse bonita; seu corpo falava por ela, deixando claro que ela escondia um vulcão em constante erupção.As poucas vezes em que a vi, senti um arrepio excitante percorrer a minha espinha, provocando sensações e atiçando fantasias inconfessáveis. Ao mesmo tempo, eu percebia o olhar de soslaio que ela dirigia para mim, enquanto eu saía da suíte e me dirigia à recepção depois de ter trepado a rodo com alguma madura roliça; havia algo naquele olhar …, um desejo oculto, um tesão prestes a explodir …, não sei dizer; a verdade é que Isaura me deixava com vontade de foder com ela, mesmo depois de ter feito sexo de montão.Como foram poucas as vezes que eu e Isaura nos encontramos – entrando ou saindo do motel que eu, habitualmente, frequentava – não havia como criar um clima passível de aproveitamento futuro. E mesmo acreditando que o futuro, além de incerto é, algumas vezes, surpreendente, eu não era capaz de perceber uma remota chance de nos acabarmos em uma cama de motel.E vocês nem imaginam qual foi a minha surpresa quando, certo dia, encontrei aquela nordestina saracoteante em um ponto de ônibus que ficava no trajeto entre meu trabalho e minha casa. Mais sorte impossível, pois, enquanto me aproximava do ponto, uma chuva torrencial despencou do céu tão rapidamente que mais pareceu um pequeno dilúvio; diminui a marcha do carro e enquanto observava o desespero de Isaura, baixei o vidro oposto e gritei seu nome.Ela me olhou e por um instante pareceu extremamente surpresa com minha súbita aparição; ela não sabia o que fazer e seus olhos grandes e negros piscaram várias vezes; notando sua indecisão, gritei novamente para ela, mas, desta vez, chamando-a para entrar em meu carro e proteger-se daquela chuva inesperada. Isaura, ainda meio hesitante, correu em minha direção; abri a porta do carro e ela praticamente pulou para dentro dele. Estava encharcada, e as gotas escorriam por todo o seu corpo e cabelos, empapando o banco do carro. Isaura estava vestindo uma dessas camisetas baratas que servem para a divulgação de eventos promocionais que estava tão úmida que colava em seu corpo delineando seu busto destituído de peça íntima e destacando os mamilos hirtos apontados para mim. Era um par de peitos lindos e que me fizeram salivar quase que imediatamente.Meu olhar guloso e minha ausência de palavras denunciaram para Isaura como ela havia me excitado; ela desviou o olhar para fechar a porta do carro e eu, imediatamente, arranquei dali. Enquanto dirigia, estendi-lhe uma pequena toalha de rosto que costumo carregar no carro, e ela aceitou, tentando secar-se do melhor modo possível. E quando ela sentiu-se recomposta, agradeceu pelo meu convite, desconversando que aquela chuva havia pegado de jeito.Perguntei-lhe para onde estava indo e ela de pronto respondeu que estava a caminho de sua casa, pois o patrão havia lhe dado o “aviso breve”; tive vontade de rir, mas o olhar tristonho dela obrigou-me a deixar de lado aquela vontade sem sentido. Sem que eu dissesse qualquer coisa, Isaura contou que o patrão decidira demiti-la porque concluíra que seu comportamento era, por vezes, inadequado.Isaura percebeu minha cara de interrogação, denotando minha ignorância com relação ao seu comportamento. Não sei bem porque, mas redargui tentando obter uma explicação mais clara; Isaura, mais uma vez desviou o olhar, e deixou escapar um risinho sem vergonha; depois disse que tinha o costume de espiar os casais nas suítes pela fresta do que ela chamava de “passador de comida” (aquela abertura pela qual se entregam os pedidos feitos no interior da suíte), e que, outras vezes, tinha o costume de ficar ouvindo as putarias atrás da porta.Pessoal, aquilo me excitou de tal forma que minha rola, que já estava em franco processo de endurecimento, acelerou ainda mais, tornando-se rígida como uma barra de ferro (acho mesmo que até Isaura percebeu minha excitação), e eu não pude disfarçar o interesse que sua narrativa havia despertado em mim; afinal de contas, ela poderia ter me ouvido também!Decidi arriscar um pouco mais com aquela paraibana gostosa e dei corda a ela para que continuasse contando suas safadezas; ela, por sua vez, sentia-se livre para falar o que quisesse, já que não era mais empregada do motel; contou sobre um casal casado em que o sujeito adorava quando a sua mulher levava um travesti escondido no porta-malas do carro apenas para enrabar o próprio marido! E isso para dizer o mínimo, pois haviam coisas ainda mais “cabeludas”.Enquanto Isaura contava as sacanagens que vira ou ouvira, eu rodava por aí, perambulando sem destino e usufruindo daquela arrumadeira despudorada. Mas, a certa altura, tive uma ideia. Interrompi o falatório verborrágico dela para fazer uma proposta que eu considerava interessante para ambos. Sugeri a ela que fossemos ao motel – como um casal – para que ela pudesse tripudiar sobre as colegas e também sobre o chefe arrogante.Isaura esbugalhou os olhos, perdendo a fala e deixando visível o seu espanto; por um momento, supus que a arrumadeira ficaria ofendida, concluindo que minha proposta também continha muita safadeza; dei um risinho descontraído e deixei que a ideia fosse ruminada pela minha acompanhante. Continuamos rodando, e a certa altura tive certeza de que Isaura sabia que eu estava indo para lugar nenhum, esperando pela decisão dela.Depois de algum tempo, ela soltou uma gargalhada contida e confessou que a ideia lhe agradava, exceto pelo fato que se fossemos realmente fazer isso, deveríamos fazê-lo pela manhã – como era de meu costume – já que era o horário em que todas as suas colegas estavam no trabalho e seu chefe comparecia para as tarefas diárias. Antes que Isaura pudesse voltar atrás, concordei de pronto, sugerindo que nos encontrássemos no dia seguinte pela manhã para pôr em marcha nosso “plano”.Negócio fechado, pedi que Isaura me dissesse onde queria ficar e onde nos encontraríamos no dia seguinte. Ela me pediu que a deixasse em uma pequena parada de ônibus nas imediações, afirmando que seria ali que nos veríamos no dia seguinte. Firmei oito horas da manhã como o nosso combinado; Isaura aceitou e assim que estacionei o carro ela abriu a porta e saltou.Depois de fechar a porta, Isaura apoiou-se sobre ela, deu um sorrisinho repleto de segundas intenções e despediu-se com um “até amanhã”, que eu devolvi com o mesmo ar de safadeza.Confesso que foi um dia e uma noite, conturbados …, vez por outra eu acordava, suado e de pau duro, pensando em Isaura e no que estava por vir …, pela manhã eu estava tão focado no encontro que tudo o mais a minha volta pareceu ter-se dissipado em nuvens e névoa que me permitiam ver apenas o que meu sexo queria avidamente: foder com a arrumadeira safadinha!Tomei um banho e me vesti como sempre para ir para o trabalho …, e fiz tudo isso tomando a cautela de não despertar qualquer desconfiança na minha esposa que pareceu estar concentrada em suas atribulações cotidianas. Deixei-a na estação do Metrô e rumei para o ansiado encontro com a arrumadeira espevitada e tesuda! Mal estacionei no lugar combinado e Isaura abriu a porta do carro entrando imediatamente; olhei para ela e babei com o que vi: ela estava usando uma frente única que não era capaz de conter todo o volume de seus peitões deliciosos, inclusive com os bicos apontados por sobre o tecido, denunciando o quanto ela estava excitada; o traje se completava com uma calça de tecido sintético, colada ao corpo, evidenciando suas formas opulentas; sem dúvida, Isaura era uma paraibana muito gostosa.Nos beijamos rapidamente e, em seguida, arranquei com o carro em direção ao motel por ambos conhecidíssimo. Durante o trajeto, Isaura fo
i incapaz de conter sua excitação, pois assim que lhe foi possível, ela depositou sua mão sobre minha coxa, escorregando de surpresa em direção à minha virilha. Ela apertou o volume que já estava protuberante, deixando claro que havia gostado do que sentira.Em retribuição, fiz o mesmo, acariciando sua coxa e apertando-a suavemente. Sem aviso, subi a mão até um dos peitos dela e segurei o mamilo entre os dedos bolinando com ele de forma bem safada; Isaura deu um gemidinho e sua pele arrepiou-se de pronto.Em alguns minutos estávamos em nosso destino; e assim que a atendente aproximou-se da janela sua fisionomia transmutou-se, demonstrando a sua surpresa com a presença inesperada da antiga arrumadeira daquele mesmo motel. A moça ficou letárgica por alguns minutos, me obrigando a quebrar o gelo, pedindo uma suíte. Ela se recompôs como pode e tirando um sorriso amarelo do fundo de sua pasmaceira, perguntou que tipo de acomodação eu desejava. “A mais cara”, foi minha resposta, provocando surpresa geral, tanto na atendente como em minha parceira. Pedi também que ela enviasse para a suíte o café da manhã completo para duas pessoas. A moça acenou com a cabeça, sinalizando que havia compreendido a mensagem e depois de mais alguns minutos, retornou com a chave magnética da suíte nas mãos, indicando seu número e localização.Enquanto a porta automática se abria, eu percebi que uma pequena multidão aglomerara-se na janela da recepção para vislumbrar Isaura posando de cliente ao meu lado. E a surpresa continuou, pois, no instante seguinte à abertura da porta, pudemos ver que o antigo chefe de Isaura estava parado ao lado da coluna interna, com o ar de quem desejava constatar se os comentários que ouvira eram verdadeiros. Sua incredulidade estava tão patente, que ele foi incapaz de esboçar qualquer ação, limitando-se apenas a acompanhar nosso ingresso nas instalações do motel com ar embasbacado e sem graça.Eu me divertia com a situação, no mínimo inusitada, mas minha parceira continha-se para não cair na gargalhada, deliciando-se com a comoção geral que nós causáramos com nossa chegada. Fomos direto para a suíte e eu acionei a porta da garagem, encerrando o pequeno espetáculo propiciado a todos ali presentes. Agora o momento era outro …, era o momento de apenas nós nos divertirmos a valer.Isaura ficou sentada ao meu lado dentro do carro sem pronunciar qualquer palavra; ela apenas olhava para mim, com um olhar quente que denunciava seu tesão represado. Cuidadosamente, eu me aproximei dela e parti para um beijo quente e gostoso que foi imediatamente aceito e retribuído com uma intensidade magnífica. Abusado e irreverente, enfiei uma de minhas mãos dentro da frente única e passei a bolinar o mamilo entumescido que mais parecia uma frutinha madura pronta para ser saboreada. Isaura, por seu turno, acariciava o volume dentro da minha calça, pressionando e amassando com bastante desenvoltura, deixando claro o que ela queria.Impaciente, desci do carro e dei a volta, abrindo a porta e puxando minha parceira para fora dele. Nos beijamos mais uma vez e eu tratei de arrancar a frente única, deixando à mostra o par de peitos enormes, coroados por mamilos bicudos e rodeados por aureolas de tom levemente amarronzado. Caí de boca naquelas delícias, chupando, lambendo e mordiscando cada um dos mamilos enquanto sentia o volume dos peitões de paraibana que gemia, com suas mãos acariciando meus parcos cabelos.Ajoelhei-me em frente dela, trazendo comigo sua calça e revelando, para minha surpresa, que não havia mais nada embaixo dela! Brinquei com a vagina dela, esfregando, inicialmente um, e em seguida, dois dedos que, imediatamente ficaram lambuzados com o tesão dela.Tomei Isaura pelos braços e praticamente arrastei-a para dentro da suíte, jogando-a sobre a cama, e deixando que ela apreciasse enquanto eu me livrava das minhas roupas. Despido e de pau duro e totalmente ereto, fiquei apreciando minha parceira que, em retribuição, despiu-se por completo, exibindo sua nudez para meu deleite.Deitei-me ao lado de Isaura que pediu que eu ficasse de barriga para cima; obedeci e ela abocanhou a rola chupando-a com extrema voracidade. Pedi que ela subisse sobre mim, oferecendo-me sua bocetinha para ser degustada como merecia. Ela obedeceu sem titubear e realizamos um majestoso sessenta e nove, chupando e lambendo nossos sexos até que ela sentisse os primeiros orgasmos daquela manhã.Isaura saboreava meu pau, e, vez por outra, parava para dizer como estava sendo bom a minha chupada em sua bocetinha. Ela gozou várias, vezes, e nas últimas, pude sentir o líquido agridoce escorrer de suas entranhas, encharcando minha boca e língua. Deixei a paraibana em tal estado que ela foi obrigada a recuar para um merecido descanso.Todavia, eu queria continuar a senti-la e depois de deliciar-me mais uma vez com seus peitões exuberantes, desci meu rosto até seu ventre, obrigando-a a abrir as pernas e permitir que eu a chupasse mais uma vez. Isaura gozou tantas vezes que além de perder a conta, pediu que eu lhe desse um descanso, pois queria aproveitar o resto de mim (!).No entanto, a paraibana era mais esperta do que parecia; no momento em que me deitei ao seu lado ela, imediatamente, saltou sobre mim, tomando a rola com uma das mãos e conduzindo-a para dentro de sua vagina alagada. A penetração foi tão suave e perfeita, dada a lubrificação de ambos, que minha rola escorregou para dentro dela com um único movimento, fazendo Isaura gemer alto e jogar a cabeça para trás.Ela passou, então, a me cavalgar furiosamente, com movimentos longos de subida e descida, deixando que meu pau fosse engolido por sua boceta, desaparecendo dentro dela por inteiro. Fodemos nessa posição até o suor escorrer por todos os poros do corpo, ao mesmo tempo em que a paraibana gozava como louca.Depois de algum tempo (aliás, um bom tempo!), decidi que era hora de mudarmos de posição e fiz com que Isaura se deitasse ao meu lado enquanto eu subia sobre ela, penetrando-a com um só movimento. Passei a estocá-la sem qualquer cerimônia, e mesmo a campainha, anunciando a chegada de nosso desejum, não foi empecilho para que eu interrompesse minha trepada.Isaura gozava, gemia, balbuciava palavras desconexas e pedia mais, enquanto eu permanecia no ataque, copulando sua vagina que mais parecia um pequeno riacho caudaloso e morno. Aproveitei a situação para chupar seus mamilos e mordiscá-los vez por outra, tirando um gemido mais alto de minha parceira, cujas unhas enterravam-se em meu dorso impiedosamente.No momento em que o cansaço atingiu meu corpo, senti um espasmo suave e decidi que era hora de repor energias; sai de dentro de minha parceira e convidei-a para tomarmos café da manhã. Isaura saboreou a pequena refeição, sentindo-se satisfeita com minha companhia. Ao término, confidenciou-me que um de seus desejos secretos era apreciar o café da manhã que, pouco tempo atrás, ela ajudava a preparar.Enquanto comíamos, ela me contava sobre as vezes em que espiava pela fresta da portinhola que ligava o corredor interno às suítes, e sobre os casais escandalosos e abusados que frequentavam aquele motel. A certa altura, perguntei-lhe se alguma vez havia me espionado; ela deu um risinho sacana e confessou que eu era o mais espiado por ela e suas amigas, já que, cada vez eu comparecia com uma parceira diferente e inusitada. Diverti-me muito com os comentários sapecas de maliciosos de minha parceira, sentindo-me orgulhoso de ser uma espécie de objeto de desejo das espiãs de plantão.Terminamos o café e Isaura pegou na rola que ainda permanecia dura, perguntando se eu topava fodê-la por trás; meu rosto se iluminou e eu concordei de pronto. Isaura correu para a cama e ficou de quatro na beirada, dizendo que sabia que eu gostava de foder naquela posição. Saí da mesa e posicionei-me atrás dela. Mas, antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, Isaura, tornou a sentar-se na cama e, tomando meu pau nas mãos passou a chupá-lo afirmando que ele precisava ser lubrificado.Assim que ela terminou, eu fui até a cabeceira da cam
a e peguei um envelope de preservativo, rasgando-o e colhendo entre os dedos a pouca vaselina que o envolvia. Retornei para minha posição inicial e depois de lambuzar selinho da paraibana, enfiei um dedo para provocar o que viria a seguir. Isaura gemeu, porém não reclamou e eu, imediatamente, parti para a investida, enfiando a glande inchada dentro do ânus e rompendo a primeira resistência. Isaura deu uma rebolada de leve, apenas para acondicionar melhor o invasor e em seguida pediu que eu continuasse, pois ela era paraibana e não tinha medo de nada (!).Prossegui, rompendo o selinho apertado e enfiando toda a extensão da minha rola que pulsava enquanto avançava para o interior de minha parceira. Quando terminei, foi Isaura quem deu início aos movimentos, recuando e avançando contra a pica dura, mostrando que além de valente ela também era ousada. Poucos minutos depois, fodíamos com um sincronismo perfeito e harmônico, com a rola entrando e saindo do cuzinho dela sem qualquer impedimento ou desconforto.Deliciei-me com aquela foda anal e deixei que Isaura ficasse no comando dos movimentos, apenas o tempo suficiente para que eu agarrasse suas nádegas roliças e tomasse o controle a situação, estocando vigorosamente aquele traseiro generoso e quente.A paraibana gozou mais uma sequência de vezes, gemendo e pedindo mais, enquanto eu estocava com mais intensidade e sem dar qualquer trégua a ela. Perdi a noção de tempo, e se pudesse, teria contado as vezes em que minha parceira anunciou seus orgasmos que eram úmidos, quentes e prolongados, mas, lamentavelmente, isso não era possível, pois estávamos em um tal estado de êxtase que nem eu e muito menos ela, éramos capazes de atinar com qualquer coisa.Vencido pelo esforço e tomado por uma fadiga própria do momento, senti um espasmo percorrer minha espinha, anunciando que o fim estava bem próximo. Confidenciei para Isaura que estava prestes e gozar e com certa timidez perguntei-lhe se podia fazê-lo com minhas mãos. Ela olhou por cima do ombro com um olhar exultante que eu jamais havia visto em outra mulher anteriormente.-Você vai bater uma para mim? – disse ela com um tom de voz embargado, mas muito contente – Adoro quando um macho faz isso para sua mulher …, é como se fosse um presente para ela! Então, vamos agora?Dizendo isso, Isaura empurrou-me para trás e fez com que eu me deitasse, ficando ao meu lado e pedindo para que eu me masturbasse para ela. Olhei para ela e demonstrei meu agradecimento pela sua compreensão, pois, a maioria das mulheres não gostava que o homem fizesse isso logo depois de uma foda tão intensa e descomunal.Massageei minha rola com vigor, enquanto pedia a ela que brincasse com minhas bolas; Isaura não apenas concordou como também, alternadamente, beliscava-as deixando-me ainda mais excitado. Gozei com a intensidade de um titã, com jatos de esperma projetando-me em direção ao teto e retornando em uma pequena chuva lambuzada, quente e viscosa.Quando terminei, estava me sentindo exaurido, e Isaura ma premiou com lambidas na rola para deixá-la o mais limpa possível. Descansamos por alguns minutos, abraçados e suados e depois disso convidei-a para irmos embora. Isaura pediu para tomar um banho e convidou-me para acompanhá-la, porém eu agradeci e disse que preferia conservar seu cheiro de sexo em meu corpo até o dia seguinte.Ela saiu do banho e me perguntou, curiosa, se minha esposa não desconfiaria; quando olhei para ela surpreso pela pergunta, Isaura deu uma risadinha marota, dizendo que todos no motel sabiam que eu era casado, já que era algo que eu não escondia, pois sempre comparecia acompanhado de diferentes mulheres, mas, ainda assim, portando minha aliança.Respondi que jamais minha mulher denunciara qualquer suspeita, mesmo supondo que ela tinha lá as suas desconfianças pessoais. Isaura riu outra vez e começou a vestir-se para a saída.Saímos da suíte e enquanto pagava a conta divertia-me com os olhares das ex-colegas de Isaura que eram um misto de admiração, surpresa e inveja, sendo que a inveja delas, era o meu orgulho pessoal mais tocante de todos os tempos. Deixei-a no mesmo lugar onde nos havíamos encontrado pela manhã e já passava do meio-dia quando nos beijamos e ela me agradeceu por aquela manhã inesquecível.Respondi a ela que o agradecimento deveria ser meu e que se ela quisesse “fazer uma birrinha” para as suas ex-colegas era só me chamar. Isaura me chamou de abusado e desceu do carro fechando a porta atrás de si e partindo com um rebolado típico das mulheres satisfeitas e realizadas.Adorei aquele dia inesquecível e mesmo jamais reencontrando Isaura, guardei para sempre aquela experiência inusitada de foder com a arrumadeira do motel que eu frequentava.

trai minha noiva e ela me feminizou 04

bom entramos no carro e no trajeto tive os olhos vendados pro ela e foi fazendo todas as recomendaçoes de como deviria deu a entender que seria totalmente submisso a ela e quem ela mandasse percebi que tinhamos chegado em algum lugar pq o carro parou em um tipo de portaria logo em seguida ela tirou a venda dos meus olhos estava em uma chacara toda fechada com muros de mais de cinco metros eu acho a silvia disse este seria meu lar a partir de agora e me levou até um quarto proximo a area de lazer   perguntei qual seria minha função ali ela respondeu que tudo desde empregada domestica a puta dos moradores da casa perguntei quantos eram e ela disse 05 homens todos negros e que adoravam fazer festas tipo suruba e que pediram pra mim trazer vc pq eles falam que as mulheres não gostam de dar a bunda ela manda eu entrar dentro da casa quando entro na sala vijo os cinco negros todos de shorts um deles veio me receber falavam portugues mas fiquei sabendo que eram todos africanos e estavam aqui a serviço de um tipo de mafia do pais deles ele chega manda tirar o casaco quando eles me vem de espartilho eles ficam loucos e a silvia só me observando estava nervoso com a situação quando olhei pro outros estavam todos de pau duro pra minha supresa a silvia disse que iria me ajudar mas eu tinha que fazer tudo direitinho nisso ela já vem e pega no pau de um dos negros tira pra fora e começa a chupar e olha pra mim e manda fazer o mesmo eles estavam sentados nos ficamos de quatro pra eles nisso a silva estava de vestido eles praticamente rasgam a roupa dela deixando só de calçinha chegaram em mim e viram a tatuagem na minha bunda e começaram a dar tapas na minha e a silvia falando pra fazer seu macho que era eu de puta deles ela disse que tinha preparado pra eles mas queria ver ele virando puta nisso ela vem e tira minha calçinha de lado e começa a cutucar meu rabo pegou um lubrificante e enfiou um dedo e depois dois e ficou brincando com meu rabo nisso vem um deles que aliais eram todos pauzudos e começa a colocar devagar a silvia ajudando abrindo minha bunda quando percebo seus pelos tocarem em mim   e ele começa a socar cada vez mais rapido ai vem um e soca na minha boca e começo a chupar quando olho pro lado a silvia esta sendo fudida e tb chupando um nisso o que esta me fudendo tira de mim e manda o outro por no meu rabo e manda eu chupar até gozar e engolir tudo ficamos metendo por umas 5 horas já nao estava aguentando mais tive que limpar a silvia tb por ordem deles ela tomou banho e se foi e eu estou até hj nesta casa sendo a empregada e puta deles quando eles pedem e tb pra outros e tenho sempre que ser obediente a eles quando eles fazem festa e levam mulheres as vezes tenho que ficar servido eles e limpando elas confesso que estou gostando fizeram colocar um percy na lingua pra na hora de chupar dar mais tesão pra eles   a silvia as vezes aparece pra me ver e tb da pra eles ever se estou precisando de roupas e algo mais nunca sai daqui e nem quero mais cada mes muda um deles então sempre tenho macho novo para me fazer de puta e eles mesmo falam que dali eu não saio

Neth e Rick 1

Eu estava de bobeira e fui ate ao banheiro, quando de repente me deparei com aquela cena maravilhosa. Rick estava segurando seu enorme cacete na hora fiquei meio assustada mas o desejo falou mais alto não consequia tirar meus olhos de daquele pau suculento. Dai em diante comecei a ter passei a deseja-lo loucamente. Rick ao perceber que eu esta empressionada com seu cacete maravilhoso começou a caricia-lo eu estava cada vez mais louca, mas temendo –

Darkroom

Ola sou casdado tenho 49 mas gosto de umas brincadeiras,a semana passada dei uma passad no Cine Pegasus em S Bernardo do Campo e verifiquei que o pessoal subia a escada e entrava numa sala,fui no embalo e entrei que loucura logo na entrada um cara tava sendo chupado por dois e ao lado ,um boy de 22 cavalgava um coroa encostei na parede e derepente sinto uma mão no meu pau que ja tava duro que mão macia ejunto com essa mão ja chegou outra apalpando mnha bunda que delicia coloquei uma camisinha e um começou a me mamar enquanto o outro lambia meu buraquinho que arrepio,ai sinto a cabeça do pau esfregando meu buraquinho apalpei p ver se tava de camisinha e tava dei uma empinada e enterrou devagar

Fudendo Teens Parte3

Depois dar comer a Barbara aqui em casa , foi uma rapidinha mas deu pra matar a vontade…bom agora eu vou contar o que aconteceu 3 dias depois, eu fiu na casa da Barbara para nois ´´conversar´´ denovo. Ai chegei lah e ela me disse que uma amiga estava pra chegar , mas nao me disse quem. Eu parti pra cima da Barbara , nesse dia eu nao estava muito inspirado, eu fiquei de pe e fiquei beijando na sua boca , ficamos ali por uns 15 minutos , eu sentia aquela lingua dela na minha garganta, muito gostosa, minha mao corria pelo corpo interinho dela. As vezes eu levantava a sua sainha e colocava nu cuzinho dela, ela dava umas arrepiadinhas q me dechava louco. Ate que ela me levou pro seu quarto, nos deitamos e continuamos a nos beijar, ate que toca a campainha da sua casa, eu fiquei morrendo de medo que fosse o pai dela ou algo assim , olhei pela janela e vi quem era, era a Vanessa , loirinha, 13 aninhos , peitos meio grandes perfeitos, e uma bundinha muito arrebitada, ela era muito gostosa so de olhar pra ela o cara ja se goza todo. Barbara atendeu a porta e a Vanessa entrou, eu tava na cama deitado, as duas entraram no quarto, Barbara estava so de calca e Vanessa me comprimenta e fala bem assim ´´posso participar?´´ e eu ´´claro´´, ai Vanessa se ajoelhou e beijou a barriguinha da Barabara, e subia , ate chegou nos peitos dela e chupou os, eu tirei minhas calças e fiquei peladao e tocando uma punheta , e vendo aquelas duas ninfetinhas. Ate que Vanessa saiu dos peitos dela e beijou a Barbara , de lingua, elas duas faziam uma meleca com aquelas linguas, me deixaram louco, em algum momento elas davam uma risadinha. Acho que as duas calçaram daquilo , e a Vanessa caiu de boca no meu pau, e Barbara ficou do meu lado , passando a mao na bunda de Vanessa e na minha. Bah , Vanessa engulia todo meu pau, nunca tiva visto nada igual, as vezes passava so a linguinha na cabeça e depois engolia, depois chupava minha bolas. AI do meu Lado Barbara tirou a calcinha e começou a se masturbar, ai eu falei´´ quer ajuda?´´ ai ela falou´´ vem gato´´ Meti na bucetinha bem devagarinho, ate entrar todo meu pau, quando chegou lah nu fundo ela deu um gritinho, ´´aaaaaaaaaa´´ > Vanessa chegou a seu lado e deu uma chupada nus peitos de Barbara , eu tirei meu pau de Barbara e e disse´´ vem Vanessa´´ ela caiu de boca, eu pegei a cabeça dela e apertei contra mim com meu pau na boca, ficou ali por uns 3 segundos, ate que ela deu uma tocida. E deu uma risada , como tivesse gostado. Ai ela me fala, ´´agora quero que vc me foda gostoso´´, eu colocquei ela de barriga pra cima , deitada, estilo mamae papai. estava pronto pra colocar e ela me fala´´ e a camisinha?´´ ai eu falo´´ vc é virgem?´´ e ela ´´ sim´´ entao eu falei ´´ pra prede a vringindade tem q ser sem camisinha´´ ai ela fez uma carinha lah que iria se fazer ,mas acabou aceitando. AI Vanessa abriu aquelas pernas, e que coxas muito gostosas , grossas, coloquei meu pau na xoxotinha dela , era mais apertadinha que a da Barbara, era bem depiladinha , quando eu meto jora sangue pra fora , ainda bem que nao na cama mas sim na perna dela. Ai eu pegei minha cueca e linguei toda a perna dela, acho que ela se excitou com aquilo e meti meu pai nela. Comecei a socar meu pau na xoxota dela e ela gemia muito´´ ai ai tesao vai mete ´´ ai eu nao parava de meter, elho pra Barbara du meu lado e ela pega uma sacolinha que tinha enbaixo da cama dela , ai ela tira uma deles penis de borrcha , ai me veio na mete o porque ela sabia fazer um boquete, ai ela comecou a bricar com aquilo, mas eu continueu ali com a Vanessinha, ela começa a gritar´´ vai gatinho, soca na minha buceta´´ ela me deixou maluquinho, e obedeci as suas ordens, soquei com muita força, ela gemia como se estivesse sendo estuprada, ela começou a se debater na cama, a cama genia como a propria Vanessa. Ela ate batia nu meu rosto, dava tapas em todo meu corpo, eu estava quase todo vermelho porcausa de seus tapa, a Vanessa era mais irada, falava mais coisas do que ficar so gemendo. Ate que el gozou . Ai olhei pra Barbara e ela estava de 4 , tirei meu pau da xana da Vanessa e coloquei na xoxotinha da Barbara. Meti bem forte, e Vanessa chega do meu lado e fala nu meu ouvido´´ mete na minha miguinha bem forte´´ eu socava tao forte ,e acho que a Barbara nao aguentou e gozou muito. Ai a Vanessa me chamou e ficou 4 quatro de pediu pra meter bem forte, nao obedeci, chegei na sua xota e eu esfregava so a cabeça ma xana ela, ele ficava loka porque tava doidinha pra sentir meu pai lah dentro, ate que sim mais nem menos soquei pra dentro e ela ´´ahhhhhh, isso tesao, mais mais mais mais nao par nunca´´ eu ficava naquele vai e vem, nunca parava. Vanessa se apoia nois braços da cama e começa ´´ vem meu cachorro guloso, mete na sua putinha vem´´ eu nao aguenteva mais aquela guria me deixava louco, mas meti lah pra dentro. Tirei meu pau e deu uma mordida naquele bubda durinha e branquinha dela, deixei uma marca dela deu um grito ´´aaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiii´´ e soquei mau pau na bucetinha novissima dela. Ai falei que eu ia gozar, as duas putinas vieram pra me chupar, elas chupavam como se fosse um pirulito, ate brigavam porque queria mais. Elas batiam ma punheta juntas ate que eu gozei tudo nelas , fiz uma meleca , as dias limparam suas carinhas se lambendo, que lindas, as duas cheias de gozo. ai se limpamos, e nos vestimos. Ai por final quando estavamos quase saindo , beijei a Barbara de lingua , coloquei minha lingua lah dentro de sua boca , e depois fiz a mesma coisa com a Vanessa e apertei minha mao na bunda da Vanessa , ela chegou a pular pra cima de tanta força. Ai sugeri pra nois fazermos uma brincadeira. NOis beijassemos os 3 juntos, elas duas ficaram bem lokinhas pra fazer isso, ai coloquei minha lingua pra fora e ela tbm, e ficamos esfregando nossas 3 linguas juntos, bah que meleca que deu, mas muito gostoso. ai largei pra casa. É isso , na proxima eu conto outra dessas minha farras, na proxima vai ser cum uma guria de cabelo vermelh muito gostosa.

Foda com minha namorada do grupo de oração – despedida

Bom amigos, hj venho lhes contar a primeira vez que fiquei com duas mulheres, se vcs se lembram dos meus relatos Minha primeira vez foi na festa do grupo de oração da igreja, Foda na festa do grupo de oração da igreja – 2 e Saída apos o grupo de orações, vão se lembrar que transei com duas irmãs primeiramente com a mais velha, Luciana, morena, cabelos compridos, seios pequenos, bunda redondinha, pernas deliciosas, que foi a personagem principal do conto Minha primeira vez… e Marisa, 18 anos, cabelos longos, pernas grossas e bunda arrebitada, a qual foi a personagem principal dos contos Foda na festa… e Saída apos o grupo… e que eu namorei apos os acontecidos nestes contos.Este relato se deu na ultima semana antes da Marisa ir morar em outra cidade devido a faculdade, como nos estávamos namorando, já era costume eu freqüentar a casa delas sem estar em festas do grupo, a mãe já estava até acostumada comigo ali, não se incomodava mais com minha presença até tarde da noite la, inclusive já havia dormido algumas vezes lá, não no mesmo quarto, mas na sala.Neste dia em questão, um fim de semana, a mãe da Marisa teria de ir viajar e deixou as duas na casa, a Marisa e a Luciana, fui para lá logo apos a mãe delas ir viajar, estava as duas e mais o noivo da Luciana, nos almoçamos todos juntos e mais a tarde a Luciana e o noivo saíram, deixando-nos sozinhos, antes de sair a Luciana nos olhou e disse: – Não vão aprontar nada seus safados. E saiu rindo.Ficamos assistindo tv, e namorando, em determinado momento a Marisa começou a passar a mão pelo meu peito e retirou minha camisa, subiu sobre mim e me deu um beijo de tirar o fôlego, ela estava de saia e eu comecei a passar as mãos em suas pernas, e já fui dizendo: – Nossa vou ficar com saudades deste seus beijos, deste seu corpo.- Então vamos aproveitar estes últimos momentos, quero ter as melhores lembranças de vc. – disse a Marisa.Ela começou a passar a mão sobre o meu shorts, apalpando meu pau, e eu tratei de tirar camisa dela e iniciei uma deliciosa chupada naqueles seios deliciosos, ela delirava e apertava meu pau com muito tesão, e de tempos em tempo ela me fazia parar de chupar seus seios para me beijar, ela depois de um tempo, se abaixou e tirou o meu short e minha cueca e começou a me chupar, deliciosamente, subia e descia com sua deliciosa boca em meu pau.Puxei ela de lado e acabei de tira sua saia, ela estava sem calcinha, e fizemos um meia nove, ela estava toda melada de tesão, tratei de sugar aquele delicioso mel que escorria de sua buceta, suguei deliciosamente, e ela chupava meu pau, nossa não resisti e gozei enchendo sua boca de porra, que ela tratou de engolir tudo e dizia que ia ficar com vontade de tomar meu leite quando estivesse longe.Nossa, meu pau nem amoleceu, tratei de colocá-la deitada e fui introduzindo deliciosamente meu pau em sua buceta, que fui engolindo todo ele, ela pedia para foder com força e eu fazia esta sua vontade, ela ficou de quatro e fui por trás, nossa ela já havia gozado muito, quando me pediu para foder sua bunda, fodi forte aquele delicioso cú, bombava com força e ela pedia mais, elas gozou mais algumas vezes com meu pau em sua bunda e não agüentando enchi seu cú de porra, nos deitamos nos beijando e sem perceber começamos a cochilar, ainda pelados no tapete da sala.- Acordem seus safados – disse a Luciana – ainda bem que o Luis me deixou e foi embora, não quis entrar, imagina se ele entra e vê esta cena, vcs tem de tomar mais cuidado.Nossa tomei um susto, e puxei minhas roupas e fui me levantando para colocar e ir embora, mas logo fui parado pela Luciana, que pegou no meu pau e foi dizendo:- Nossa que saudades desta pica, olha Ma, eu respeitei que vcs estavam namorando, mas pegar vcs assim, me deixou com tesão e vontade e vc sabe que eu já provei esta delicia, inclusive se não fosse eu te falar vc nunca ia saber deste maravilhoso pau do Antonio.- È verdade, Lu, e vc pode sim participar, estávamos fazendo uma despedida e acabamos adormecendo aqui de cansados, mas pelo visto, ele esta bem acordado, pois olha como ficou duro só com seu toque – disse a Marisa.- Vocês duas eim, ficam falando e mim quando eu não estou por perto neh, suas safadas e depois vinham me perguntando para veras e eu iria falar neh.- Mas nos sempre confiamos em vc – disse a Luciana – vc sempre demonstrou ser sincero e respeitador.- Isso mesmo, e se ela não tivesse me contado a transa que teve com vc, poderíamos nunca ter tido nada neh – disse a Marisa.- Isso eh verdade – disse eu – mas ainda bem que vcs conversaram.- Olha Ma, ele esta ficando mais duro, posso cair de boca.- Sim, Lu, pode, estou vendo que vc esta com muita vontade, chupa este pau delicioso.Ela tratou de abocanhar minha pica com vontade, chupava muito, a Marisa se aproximou e começou a me beijar, olhava para a irmã me chupando e perguntava se estava gostoso e eu respondia que sim, ai ela tratou de descer e compartilhar minha pica com sua irmã, as duas chupavam, lambiam e até davam algumas mordidas que me deixava louco de tesão.A Marisa começou a tirar a roupa da Luciana, tirou a camisa e o sutiã, deixando aqueles deliciosos seios a mostra, não deu outra, eu tratei de me abaixar e começar a beija a Luciana na boca e apalpar aqueles seios, a Marisa estava chupando um e logo o outro estava em minha boca e a Luciana gemia de tesão, logo foi tirado sua calça e sua calcinha, e eu fui direto para sua buceta, comecei a chupar, sentindo seu mel, ela segurava minha cabeça por meus cabelos e forçava contra sua buceta.Quando percebi, a Luciana estava deitada comigo chupando sua buceta e a Marisa estava por cima dela esfregando a buceta na boca da irmã que a chupava, e a Marisa dizia:- Chupa minha buceta Lu, vai mostra o que vc sabe, se quer sevar a pica do meu namorado, vai ter de chupar minha buceta.A Luciana chupava muito a buceta dela, percebi que ela estava gemendo muito e intensifiquei a chupada a fazendo gozar em minha boca ao mesmo instante que a irmã gozava na dela, comecei a subir meu corpo e iniciar um beijo na Marisa que tratou de pegar meu pau e direcionar para a buceta da irmã, meu pau entrava deliciosamente ela gemia e se contorcia de tesão e a Marisa falava:- Vai amor, fode esta puta, aquele noivo corno dela não sabe tratar ela, não a fode direito, arregaça a buceta desta minha irmã puta, deixa ela larga para que o pinto mucho do noivo dela fique folgada nesta buceta.- Isso mesmo, me fode gostoso, me arromba, fode minha buceta – disse a Luciana.- Ei, quem mandou vc falar sua puta – disse a Marisa dando um tapa no que dava para ver do rosto da Luciana que ainda estava com a buceta da irmã na direção da boca – vc hj terá de obedecer, hj vc é nossa puta.Nossa isso me deixou doido, comecei a foder forte a buceta da Luciana e ela rebolava muito, já tinha sentido ela gozar varias vezes, retirei meu pau da sua buceta e fui por trás da Marisa, que se inclinou liberando um pouco mais do rosto da Luciana, levei meu pau em sua boca que chupo todinho, a Marisa deu um tapa em sua buceta e mandou ela enfiar meu pau na buceta dela, e a Luciana o fez, comecei a forçar meu pau na buceta da Marisa e sentia a Luciana lamber meu pau e minhas bolas por baixo, a Marisa não resistindo começou a chupar a buceta da Luciana que gemia alto de tesão e eu fodia a Marisa com mais intensidade e a Luciana começou a enfiar o dedo no cú da irmã, que começou a rebolar.A Marisa não agüentou e gozou varias vezes e seu mel escorria pelo rosto da Luciana, tirei meu pau na buceta da Marisa e enfiei na boca da Luciana, que chupou ele todo, ainda nesta posição a Marisa mandou a Luciana deixar meu pau bem lubrificado com sua saliva e depois enfiar no seu cú, nossa que delicia, a Luciana direcionou meu pau até o cú da Marisa e ele entro todinho,a Luciana ficou chupando a buceta da Marisa que gozou mais na boca da irmã, e rebolava muito com meu pau em seu cú, estava delicioso.A Luciana, implorou para a Marisa:- Por favor Ma, quero esta pica no meu cú também, deixa ele arrombar meu cú também.- Calma, sua puta, vc acha
que eu vou deixar este seu cú de puta sem ser fodido, não pode ter certeza que vc vai sair daqui hj arrombada.Tirei meu pau do cú da Marisa e enfiei ele na boca da Luciana que sugou todinho novamente, a Marisa se levantou e mandou a Luciana ficar de quatro, quando me aproximei de antes de tudo, a Marisa chupou meu pau, depois segurou a bunda da Luciana abrindo bem e arreganhando aquele delicioso cú, a Marisa me olhou e disse:- Enfia td de uma só vez, sei que esta puta agüenta, ela disse que tinha agüentado da outra vez, mas agora quero ver vc enfiar td de uma só vez, vai amor, fode este cú.Forcei o meu pau naquela deliciosa bunda e o pau entrou com força e todo, a Luciana gemeu uma mistura de choro e tesão, eu sabia que ela agüentava, mas eu forcei de uma vez, fazendo que o cú dela abrisse todo de uma só vez, e comecei a bombar, a Marisa deu vários tapas na bunda da Luciana, deixando bem vermelha e dizia:- Sua puta, sabia que vc ia agüentar a pica grande e grossa do meu amor, vc gosta de sentir dor neh – dando vários outros tapas – acho que o frouxo do Luis, não sabe como tratar uma puta como vc, tem de ser assim, linha dura com uma puta.A Luciana rebolava deliciosamente, não estava agüentando mais e anunciei o gozo, a Luciana já se posicionou de joelhos e a Marisa começou a me punhetar até que enchi a boca da Luciana de porra, que logo foi beijada pela Marisa, onde durante o beijo trocaram minha porra e cada uma engoliu um pouco.Fique ali observando por um tempo aquelas duas lindas mulheres juntas se beijando e logo elas se lembraram de mim e vieram em minha direção e beijei as duas, ficamos um tempo deitados, uma de cada lado e beijando e acariciando a ambas, transamos mais algumas vezes quando a Marisa me pediu para dormir ali com elas, eu tratei de ligar em casa para avisar que iria dormir fora e passei a noite toda com aquelas lindas irmãs.Transamos a noite toda e só fomos dormir quase de manhã com o sol nascendo, dormimos os três na cama da mãe delas que era a única de casal da casa e de manhã tomamos um belo café da manhã ainda pelados.Esta foi a despedida da minha primeira namorada, depois de três dias eu fui junto de sua família a levar para a Rodoviária e durante algum tempo só nos falamos por telefone, ai ela começou a namorar e nos ficamos apenas na amizade até hj.Já com a Luciana, eu transei outras vezes e inclusive fui na sua despedida de solteira, mas isso ficará para outro relato, espero que estejam gostando dos meus relatos, logo voltarei com mais.

A bunda sempre ali

Oi pra todo mundo, caras e minas que gostam de homens bissexuais. Eu sou novo por aqui então vou me apresentar, me chamo Renato, tenho 29 anos, 1,82m, 80 kg, cabelos e olhos castanho escuros e pele clara, gosto de malhar, de treinar taekwondo e de jogar futebol com os amigos, trabalho como policial civil. Desde moleque eu percebi que curtia mulher e homem, primeiro isso me deixou muito preocupado e chateado, com aquelas dúvidas habituais, sou gay ou não? Isso com o tempo foi passando, fui me aceitando como era e curtindo, assumi uma fachada de heterossexual, até por que é mais fácil, mas sempre que pude aproveitei também experiências com outros caras, hoje eu acho que sou sortudo, pois tenho muito mais chances de me dar bem haha. Eu gosto também de escrever e tenho bastante história pra contar então muito legal que achei este site espero que também curtam.A história que vou contar hoje é a mais recente que aconteceu comigo: Como eu sou um cara safado, sempre que possível eu dou um jeito de arrastar amigos heterossexuais pra um ménage de 2 caras e uma mina, faço isso mais com prostitutas por que é difícil de achar mulher com a cabeça aberta pra essas coisas, fico com o maior tesão de ver os caras pelados, com o pau duro, em plena ação ali na mesma cama, mas fora uns esbarrões acidentais, geralmente se resume em que eu e o cara comemos a mina e só. Desta última vez eu cruzei com um amigo que é casado, apesar de ser novo também, ele é bem branquinho e um pouco gordinho, cabelo loiro sujo quase castanho, baixo, mas entroncado, trabalha de consertar geladeiras e coisas do tipo; quando o encontrei na night, o cara tinha brigado com a mulher, estava fora de casa, revoltado e a fim de desestressar, na hora me veio na cabeça oba e logo mandei a ideia de ir num puteiro, assistir striptease e beber um pouco, ele topou na hora. Chegamos lá, aquele ambiente que todo mundo acho que conhece, meia luz, umas músicas internacionais meio bregas, as minas por ali com pouca roupa, uns caras bebendo e azarando, demos sorte e chegamos bem na hora de um striptease então ficamos tomando umas e curtindo, percebi que o meu amigo tava ficando bem excitado, não que eu estivesse sacando se fazia volume (hahaha), aproveitei e joguei a ideia: vamos pegar ela nós 2 depois do show? Fiquei só esperando a resposta, nunca se sabe, às vezes os caras não curtem, eu acho que se o cara é 100% heterossexual não curte, mas não me queima de perguntar, então aguardei, mas não muito, porque ele topou na hora, o que me deixou bem animado, pelo menos no mínimo ia ver o cara pelado e mandando ver o que me dá um tesão fodido, não imaginava nessa altura o que ia acontecer. Fomos pro quarto com a mina, que era por sinal bem gata e pareceu gostar de ir com nós 2, o meu amigo não fez cerimônia, foi logo arrancando a roupa, e eu é claro, também, já nós 2 com aqueles sorrisos bem safados, começamos a excitar a mina, chupar os peitos, por a mão na buceta, deixamos ela bem molhadinha, e depois, tome ver, começamos a comer ela, cada hora um, enquanto ela chupava o outro. Foi aí que a coisa começou a esquentar ainda mais, coloquei a cara bem perto do sexo deles que tavam metendo deitados na cama, pra ver bem de pertinho o pau dele entrando na buceta, o saco balançando, não resisti e comecei a passar a mão, em volta da buceta e também nas bolas dele, fiquei com medo dele levantar e ficar bravo, mas que nada, continuou e pareceu ficar ainda mais excitado, depois ele foi por cima dela, estilo papai e mamãe, mas meio que empinava a bunda, aquela bunda bem branquinha, meio gordinha, o sacão batendo na buceta da mina, fazendo aquele barulho slap, slap, slap, continuei pondo a mão, na buceta e no saco,mas daí comecei passar a mão também na bunda dele, dessa vez ele me olhou, com cara de safado, e não disse nada, voltou a meter, a partir daí, parece que de todo lado que eu me aproximava, a bunda dele tava sempre ali, ele dava um jeito de virar pra mim,eu não resisti não, comecei a lamber a bunda do cara, o reguinho dele, e ele deixou, começou a gemer, não deu outra, bati com o pau na bundinha dele que tava com o cuzinho já lubrificado de saliva, ele parou a metida pra me deixar encaixar, eu pressionei até entrar, devagarzinho, não sabia como ia ser pra ele, mas foi tudo bem, não pareceu que doeu, e o meu cacete é grande, 18 cm duro. No fim das contas, fizemos um puta trenzinho genial, comi ele gostoso enquanto ele metia na mina, no, fim, tirei fora a camisinha e gozei em cima da bunda dele, gozei pra caralho, que nem um cavalo, logo em seguida, ele gozou também, quase que gritou até de tesão. Passado o calor da hora, ele ficou meio sem jeito, disse que não sabia o que aconteceu, que nunca tinha feito aquilo, e me pediu para não contar nada para ninguém, e eu não contei mesmo, é claro, só para vocês estou contando agora, mas como não disse o nome dele, tá tudo certo. Depois disso, não conversamos mais, acho que ele ficou meio constrangido, sei lá, outro dia o encontrei numa loja, tava com a mulher dele, também só nos cumprimentamos, apertamos a mão e tals mas sem rolar conversa. Por mim tá beleza, só não quero perder um amigo, por isso quando voltarmos conversar nem vou mencionar o assunto, vou deixar ele convidar pra próxima vez.Isso aí, a história foi essa, um grande ano novo pra vocês, e até mais.

MENAGE FEMININO (real)

A culpa foi do SOLCerta vez, eu e meu marido tinhas programado passar uns dias no litoral. Ele teria compromissos profissionais lá. Teria que faze rum acompanhamento de evento por 3 dias , e sempre a tarde, ele ia trabalhar.Tenho uma amiga que nos últimos meses teve alguns problemas pessoais. Estava meia Depre e para ajuda-la, convidei para me fazer compania nesta viagem. Assim eu não ficaria sozinha e ela distrairia a cabaça um pouco com outras coisas.Chegando lá, fazíamos o que todas mulheres fazem numa praia. Tomar sol e mais sol pra ficar bronzeada.Tomávamos Sol de manhã na praia com ele, e depois do almoço quando ele ia para o trabalho, tomávamos sol no quintal da casa que estávamos. Na intenção de ficarmos bem bronzeadas, demos uma mega exagerada nisso. Quando estávamos em casa e ele já tinha saído a trabalho, tomávamos banho de Topless para que não ficasse as marcas do bikini. Só tinha a gente mesmo!Que besteira que fizemos. Ficamos extremamente queimadas, ardidas, Queimamos muito as costas, a barriga, os ombros, as coxas e por estupidez pura, por estarmos fazendo topless ,os seios. Até a aureola ardia. Ardia demais. Incomodava bastante usar uma simples camiseta. Se movimentar então era sofrível.Quando ele chegou, quase a noite, e viu as duas sofrendo com tudo aquilo, puxando a camiseta pra não encostar no corpo, até ironizou. Que estas duas pensam que é ? e ria da cara das duas (kkkk).Pediu para as duas tomarem banho frio e não se enxugarem e usar um lençol molhado sobre o corpo como avental que ele iria buscar alguma coisa na farmácia pra tentar ajudar. Tomamos banho e aliviou um pouco. Ele voltou com Caladryl e outro creme hidratante. Pediu para eu deitar de bruços, com as costas para cima, levantei a camiseta e ele passou o creme em minhas costas. ( Caladryl é muito bom). Depois pedi para ela deitar do meu lado e eu passei nela. Depois, virei com o rosto para cima para ele passar nos ombros e na barriga. Passou na barriga, nas coxas mas não dava para passar na parte da frente dos ombros. Então, tirei a camiseta.Minha amiga viu e ficou atônita e com muita vergonha. Disse a ela que era melhor passar vergonha naquele momento do que sofrer com tanta queimadura pelo corpo. Ela só ria envergonhada.Meu marido passou em meus ombros, nos meus seios, no pescoço e ela só olhava e perguntava se estava aliviando. Dizia que sim, o creme é muito bom e ajuda bastante.Perguntei se ela queria. Ela só deu um sorriso e não disse nada. Eu disse que iria se sentir muito bem, mais suavizada.Ela disse que tava com vergonha. Eu disse, vergonha de que. ? Ele é seu marido, é diferente.Eu disse: Seios tem na televisão, nas novelas, nas propagandas e em todos os momentos.. quase a toda hora, e também tem praias onde se faz topless.Ela disse: Mesmo assim é diferente Débora.Me deitei e pedi para meu marido passar novamente em minhas costas.Eu dizia, fique tranquila, estamos só nós 3 aqui. Eu sou mulher igual a você.Dessa vez pedi para ele passar nas costas dela tbem. Após ter passado nas duas, virei de seios para cima, e passou mais um pouco em mim. Ela via que eu estava me sentindo muito melhor pois estava aliviando muito os ardidos da queimadura. Era muto refrescanteEntão ela me perguntou – Se eu me incomodava com presença dela na nossa frente? disse que não. Estávamos no mesmo barco.E ela disse – E se eu me virar de frente, você vai se incomodar? Eu disse que não também.Então ela disse: vou fazer, morta de vergonha, mas vou fazer pois estou ardida demais e não to aguentando, to sofrendo muito com essas ardênciasMesmo de bruços, de barriga pra baixo ela tirou a camiseta, tampou os seios com as mãos fechou os olhos e se virou. Mas com as mãos tampando os seios.Eu passei creme na barriga, nas coxas, nos ombros, no torax.. Pedi para meu marido sair de perto e quando ele se afastou, sugeri para ela tirar as mãos, não ter vergonha que estava tudo bem . Ela riu, fechou os olhos e tirou as mãos dos seios e colocou as mãos nos olhos. De imediato ela disse, Aí que vergonha. To morta de vergonhaEu comecei a passar o creme nos seios dela. Achei uma experiencia exitante demais. Ela disse: Ai que alívio, que refrescante. Eu disse a ela: ta vendo, o creme é realmente muito bom. Eu dizia a ela que estava tudo bem, pra ela não se incomodar com nada. Passei nos seios, nas aureolas dos seios e ela foi se sentindo muito aliviada..Ela tirou as mãos dos olhos e disse, deixa eu passar em você também. E deitei e ela passou em todo meu corpo, nos seios, em tudoChamei alto por meu marido e pedi para ele trazer algo pra bebermos.. (Vinho e cerveja era o que tinha)Meu marido foi buscar bebidas e enquanto isso, uma passava creme na outra. Quando voltou ela se assustou e tampo-se de novo. Se cobriu com o lençol novamente e meu marido nos serviu vinho. Bebemos e fomos bebemos e conforme o tempo ia passando a vergonha foi se dissipando. (Já estávamos meio alegrinhas.)Entao, depois de algumas doses, eu suavemente fui tirando o lençol que a cobria, e ela até que tentou resistir, mas não conseguiu impedir… Fui puxando, puxando até que tirei tudo e enfim ela ficou com os seios amostra. Livre, leve e soltaMostrou aqueles seios queimados de sol pra mim e pro meu marido. Percebi que ele se exitou… e diante de tudo aquilo, comecei sutilmente a massagia-los.. e ela a massagear os meus.. fomos nos aproximando uma da outra e a beijei nos ombro, depois no rosto e um selinho nela… Ela correspondeu e me deu outro. E ficamos trocando carícias sutilmente. Adorei … Massagear ela e receber o mesmo carinho dela nos meus. A certa altura, olhei pro meu marido e disse – Ta gostando? Ele não disse nada mas dava pra ver a bermuda dele quase explodindo.E disse a ele passa creme em mim…E ia passando em meu corpo e eu aproveitava e tbem passava nela. E as duas só rindo e rindo. Peguei a mão do meu marido e disse pra passar nas duas. Ela totalmente receptiva, afastou-se um pouco e deitou-se no chão sobre o tapete e passava creme no corpo dela. Ela só ria e ria… e eu ria junto com ela.. Era divertido, sensual e erótico ao mesmo tempo. Eu as vezes o beijava, ele me beijava e no auge daquela cena estávamos no beijando , um ao outroPedi para ele deitar ao nosso lado, de barriga pra cima. O beijei e fui descendo pelo peito dele, barriga, até que cheguei na bermuda dele.Coloquei a mão em cima do peru dele massageei suavemente por cima do shorts. . Ela olhava, meio séria, calada, e ligada. Ví que ficou com vontade, então disse, vem?.Ela venho, começou a passar a mão , respirava mais intensamente. Eu gostava de ver tudo aquilo. Me exitava.Eu a beijei, tirei a mão dela de cima, peguei a mão dela e enfiei por dentro do shorts. Ela suspirou. Tirei toda a roupa dele . Nossa, ela agia como se tivesse tido um orgasmo ao ver aquele membro rígido. Disse a ela, pega, continue. Ela o segurou e começou a fazer movimentos, e olhava o peru dele, e movimentava mais e mais. Fiz ela parar, me aproximei e comecei a fazer oral nele. Ela me olhava e ficava mordendo os lábios Parei, olhei pra ela e disse: Quer sua boba?. Ela se afastou um pouco, abaixou a cabeça e começou a fazer oral no peru dele. Nossa, ela tava meia ofegante, respirava forte. Fazia com vontade. Me afastei enquanto ela o sugava, tirei toda a calcinha do bikini e cheguei toda nua perto dos dois. Fiz ela parar com tudo aquilo , sentei em cima dele e comecei a cavalgar.Nossa, ela olhava, as vezes dava um beijo nele, na barriga, na boca. AS vezes me beijava nos seios e cavalguei, demais . Ela ficou parada vendo aquilo tudo. Sai de cima dele, ele ainda com o peru de pé, deitei do lado e disse a ela.. Vai, Vai continue. Não deixe ele esfriar. Puxa vida, ela se moveu, tirou a calcinha do bikini se colocou em cima dele e começou a cavalgar feito uma louca. Aquilo tudo me exitava, me deixava louca de tesão. Ver os quadris dela se movimentando, ver aqueles seios vibrando com cada movimento me deixava louca de tesão. Nunca imaginei que ver uma cena de sexo, bem na sua frente é tão prazeroso. Que loucura mais gostosa. Disse a ela, fica d
e 4 pra ele…. Ela ficou de 4 e ele a pegou … Cada estocada forte.. Nossa que visual mais lindo. Como ele é um tanto dominador, ele puxou os cabelos dela e dava cada estoca forte, batia na bunda dela, e ela só gemia e gemia e gritava feito uma cachorra safada. Era maravilhoso tudo aquilo. E fomos assim naquela noite maravilhosa sendo literalmente possuídas. Ela deu de 4 eu dei de 4 … Até que ele gozou, forte, escancarado sobre os seios dela (ela delirou) e eu ainda direcionei aquele gozo quente pra minha boca. e terminamos tudo, tudo aquilo com mais bebidas e mais trocas de beijos e carícias. De tão bêbados que estavam as duas, ao terminarmos , pegamos no sono…Durante o dia seguinte, continuamos a usar os cremes, melhoramos as duas, com uma leve ardência e fomos embora. Ainda tivemos mais um encontro nós 3 (eu, meu marido e ela) e esse foi muito mais selvagem onde a mesma pode literalmente dar tudo, tudo que nunca tinha dado e com todo meu apoio ela deu e foi maravilhoso poder propiciar esse prazer a ela. Tenho certeza que foi muito bom pra todas as partes e principalmente a ela pois ela me disse que fez coisas que tinha vontade mas nunca teve coragem.Desde essa vez, me interessei por conhecer outras mulheres pra ter encontros de Menage.

A fome e a vontade de comer…

Minha boca estava seca de vontade de mamar, lamber, chupar e sugar um caralho até extrair com meus lábios úmidos e minha boca lasciva todo o suco do caralho do meu macho… Fechei os olhos e revivi o caralho de Antero mergulhando na minha gulosa e sua glande tocando minha úvula pedindo passagem para néctar que eu iria ordenhar do seu interior para o meu interior…Antero socava o caralho, socava com desejo e com precisão, ocupado todo o espaço bucal que eu podia oferecer para engolir sua virilidade… O cacete de Antero inchava e anunciava que uma enxurrada do seu creme iria matar minha sede…Minha gulosa aguardava ansiosamente pelo prêmio. Antero… suspirei mentalmente, quando o telefone tocou… Eu ainda estava embriagada com meu sonho, com o caralho e o néctar de Antero. Antero marcou para a gente se encontrar no barzinho de costume, que sua mulher tinha ido para Brasília visitar os pais. Cheguei no Petit Bar exatamente seis da tarde. Sentei no último banco do deck que fica perto do banheiro… Ali com a passagem estreita, os caras sempre acabam roçando o pau no bumbum da gente. Sabia que isso iria ouriçar Antero. Foi assim que ele fez comigo há 30 anos, com aquele caralho duro me seduzindo só de me encoxar… Pedi um dry martini de sacanagem até porque o garçon nem sabe o que é isso e nem o buteco tinha os ingredientes para prepará-lo. Comecei a beber uma cerveja …Dez minutos depois Antero apareceu… Mulher viajando ele não tinha pressa alguma… mas chegou botando pilha e me apressando que acabei nem terminando o primeiro copo da cerveja… Descemos a Senador Dantas até o Lips motel que voltamos a frequentar como antigamente. Não questionei sobre a pressa de Antero, afinal ele é quem manda… O macho é sempre quem manda, nós putas temos mesmo é que obedecer e respeitar.. Inicialmente pensei com o botão do meu bumbum, que ele não iria mais passar a noite comigo e por isso o agito. Mas fiquei toda feliz quando eu soube a razão de sua pressa.– Minha puta, quero ficar mais tempo com Vc. e não poderia perder tempo no bar. Quero desfrutar muito dessa boca gulosa e desse cuzinho delicioso…E o tempo ruge… Não perdi tempo… tirei toda a roupa de Antero e fiquei completamente nua como um viado de categoria deve ficar quando está com seu macho, para ser usada e abusada – seu corpo, sua boca e seu bumbum… Antero estava louco para fuder e não teve preliminares , mandou eu ficar de quatro na cama e separando minhas polpas, cuspiu no meu analzinho rosado, pincelou a chapeleta de jeito que fez minha cucetinha piscar de aprovação e ansiedade, e estacionou a cabeçorra coladinha às pregas….aos poucos foi cutucando, provocando meu anelzinho de couro que começou a ficar inquieto, piscando e querendo prender a chapeleta… era impossível sem Antero dar uma socada para valer… Ele ludibriou meu cuzinho e a mim,…quanto menos esperei ele enterrou com firmeza, sem dó nem piedade, seu mastro majestoso fazendo minar lágrimas do meus olhos… A dor suportável que foi virando prazer quando o caralho de Antero ficou empalado até as profundezas do meu reto. Depois de uns 10 minutos, Antero começou o vai-e-vem lento,gradual até começar um frenético entra e sai daquele caralho maravilhoso dentro meu bumbum…que durou outros 10 minutos de felicidade… Antero é tarado por cu…eu, tarado por caralho… A vida tinha unido a fome com a vontade de comer…Assim fomos até o dia seguinte fodendo sem parar… Antero tinha que ir trabalhar e me deixou ali dormindo. Estava meio sonâmbulo, quando chegou o copeiro do hotel para recolher copos, pratos e garrafas…Foi uma orgia à dois das boas…Antero sabia fazer nossas fodas serem uma efeméride…e meu cuzinho esfolado não deixa mentir… O copeiro examinou meu bumbum com curiosidade de quem gosta da fruta… Chamou o camareiro que estava no apartamento ao lado. Ouvi ele dizer….cara, tem uma bundinha aqui pedindo pica… Mas essa é outra história..

QUANDO OUÇO A SUA VOZ

QUANDO   OUÇO   A   SUA   VOZPlan!Huuuuu…3 uam, 2 uam, 7 uam, 8 uam…Uuu, uuu!       /Piriim, piriim!Tict!No momento não posso atendê-lo; após o sinal, faça uma síntese narrativa do que deseja.Riiim!—Você quer mesmo que eu faça uma síntese narrativa do que eu quero? Olha que é muito longa. Tem catorze anos que eu estou pra fazer essa narrativa aí. Catorze anos que eu amo você. Catorze longos anos da minha vida, que eu luto por você. Catorze anos que eu falo no seu ouvidinho pra vê se entra no seu coração, se entra na sua cabeça que eu te amo. Catorze anos. Eu estou morrendo de saudade e estou ligando pra pedir para te ver. Morrendo de saudade de te beijar, de fazer amor gostoso. Fazer tudo por você. Eu amo você Letícia. Eu amo. Se quiser ligar aqui, você liga depois está bom? Já te falei que se você me der uma chance, eu termino tudo com a minha namorada? Você sabe que eu faço tudo por você. Amo você.Riiim!—Gostei da poesia… que quando eu liguei ontem… mas você não estava. E à noite, eu não pude ir ao colégio, como hoje também não vou poder ir. Mas ontem eu fiz uma poesia pensando em você: Olho a chuva caindo/ Não posso movimentar/ Vejo as pessoas saindo/ Sem se molhar// Olho a chuva caindo/ Por um grande cercado/ Mesmo assim vou exprimindo/ Em algo desejado// Olho a chuva caindo/ O frio me dominando/ Já estou também partindo…/ Sabendo… que vou te amar./ – Um beijo! E quero me aquecer com o seu abraço. Beijão! Tchau!Riiim!—Eu gostei de ficar com você deitado no chão. Queria repetir qualquer dia desses. Estou morrendo de saudade sua. Me liga!Riiim!—Amor, estou chegando na empresa debaixo de uma chuva forte. Todo molhado, recordando aquele dia que ficamos debaixo da chuva. Oh foda fodida!!! Estou molhado como aquele dia. Mais quando eu me lembro desse bundão seu… Aí eu gozo antes da hora sabia!? Vou voltar a te ligar no sábado, ou melhor, lá pelas onze da noite de hoje. Até lá Tesuda!Riiim!—Letícia eu te amo! Amei a foto…Riiim!—Alou! Não chegaste ainda!? Estou morrendo de saudade!!! Estou aqui no concurso de poesia, só vou estar em casa, lá pela meia noite. Um beijão Gostosa! Gostosíssima tchau!Riiim! —Meu bem, sou eu! Está dormindo ainda? Eu já estou indo embora. Oh, estou aguardando a sua ligação até as oito! Espero que você não tenha feito coisa errada na noite anterior. Pois vamos descontar tudo hoje, às vinte horas. Tchau! Riiim!—Oi meu Amorzinho! Estou morrendo de saudade de você! Estou completamente apaixonado. Pelo amor de Deus, quando você chegar do trabalho me liga aqui na minha mãe. Estou morrendo de saudade de você. Amo-te! Quero te ver nesse fim de semana, custe o que custar, seja onde for. Amo-te, mais que a minha própria vida! Um beijo nessa boca doce e linda! Amo você sabia!? Amo-te muito, muito, muito… mais do que muito, eu te amo! Tchau!Riiim!—Estou deixando pra você um recado: vendi o celular e qualquer coisa eu ligo, ou mesmo converso pessoalmente. Pois amanhã você estará de folga!Riiim!—No calor da tua mão/ Veio mostrar a delicadeza/ Antes de dizer não/ Senti seus lábios com firmeza./ – Dias Rosa. Depois a gente se fala lá no colégio… um pouco. Tchau.Riiim!—Gostei da mensagem, mas foi muito manhosa! Você não queta em casa né! Eu amanhã retornarei a ligação novamente. Um beijão!Riiim!—Alô Letícia! Está tudo bem, meu bem!? Sou eu Tesuda! Estou com muita saudade de você! Se não der pra ligar, então você arruma, me espera, fica no jeito. Está bom!? Tesuda! Quando lembro penetrando em todos os lugares de você… nossa… eu fico feliz e toda a minha tristeza acaba!! Quando ouço a sua voz sensual e suave na secretária… ah, meu pau chega levanta! Ai! É Gostosa de todo jeito né meu Amor!? Te aguardo! Tchau!Riiim!—Oi Letícia! Aqui é o Marco Antônio! Você recebeu o meu recado? Me liga, por favor.Riiim!—Letícia!!! Onde você está andando meu bem? Estou aguardando um retorno até as nove da noite. Se você for dormir muito tarde, me liga na hora do meu lanche que é às duas horas da manhã. Mais se não der, então liga às sete e meia. Tchau! Até lá e bom descaso!Riiim!—Letícia! Amorzinho, você está aí? Por favor, atendi ao telefone! Eu preciso falar com você. Está me ouvindo? Se estiver aí, atende o telefone; se não estiver, então me liga agora!! Está me ouvindo?Riiim!—Minha princesinha linda, sou eu! Assim que você chegar liga pra mim; pois estou morrendo de saudade de você. Estou me sentindo muito sozinho e a sua voz me faz bem. Se você ligar, irei agradecer imensamente. Um milhão de beijos! Eu amo você sabia!? Se não sabe, então me deixa provar isso!? Gosto de você demais! O que seria da minha vida sem a Letícia hem!? O que seria da minha vida sem a Letícia!? Letícia, aquela Letícia que enlouquece. Amo-te!!! Riiim!—Bonita voz na mensagem. Letícia é o Cláudio, o rapaz do lanche… lá do Hugo. Mais tarde eu ligo. Tchau!Riiim!—Seu amor ligou! Beijo! Tchau!Riiim!—Você é a pessoa que amo muito! Te gosto e não quero esquecer você. Seu fã e admirador Walter. Te Amo! Tchau!Riiim!—Fiquei meia hora te esperando de pau duro! Estava estalando dentro da cueca. Só de pensar nessa bundona… É o seguinte, amanhã depois das três horas, quando eu sair do serviço eu vou te ligar. Um abraço Tesão!!!Riiim!—Amorzinho por que você não ligou pra mim à noite? Fiquei esperando a sua ligação. Agora estou na casa da minha mãe, mas já estou indo embora. Liga lá em casa, assim que você chegar. Se eu ainda não estiver chegado, então liga mais tarde. Eu preciso muito falar com você, preciso te vê urgente neste final de semana. Eu amo você! Um milhão de beijo, porque eu te amo. Tchau!Riiim!—Uma grande emoção/ Difícil de evitar/ Mesmo que seja uma canção/ Não se pode controlar// Uma grande emoção/ Mesmo sendo em tamanha/ Mais que alcança o coração/ E é para a vida um banho// Uma grande emoção/ A cada momento exato/ Que não seja ficção/ Que não fique no anonimato./ – Tchau!Riiim!—Oh Tesão! Mais como é difícil falar com você Amor! Nossa!!! Toda vez que eu ligo no telefone da sala a menina fala que você saiu. Está chegando do colégio que hora? Aguarde-me, que amanhã vou ligar na parte da manhã. Até lá! Tchau!Riiim!—Muito bem! Eu tenho um negócio pra ler pra você… é o seguinte: Que a amizade mais rica/ É essa que a gente tem/ O tempo passa ela fica/ O tempo vai e ela vem./ – Legal! Tchau!Riiim!—“Eu sei que vou te amar/ Por toda minha vida eu vou te amar/ Em cada despedida eu vou te amar/ Desesperadamente, eu sei que vou te amar…”/ – Eu amo você, estou com muita saudade!! Onde você está? O que está fazendo? Em que está pensando? Está pensando o mesmo que eu? No amor, num beijo seu? Pense o mesmo que eu! Te amo Lindinha! Liga pra mim! Letícia Luccheze.                                

O verdadeiro amor.

A festa estava ótima, muitos parentes, e muitos, amigos, inclusive acabava de chegar Angelo e sua família, eu o vi de longe, notei que ele continuava o mesmo homem, o tempo parecia não passar para ele, depois alguns tempo ele veio.junto com o meu pai me dar um abraço, entao chegou me abraçou com carinho e falou vc se tornou um homem muito atraente, e como está a vida, a profissão, eu olhei nele dei um sorriso e respondi vai muito bem, nisso o meu pai todo orgulhoso falou ele vai voltar e vai amontar um escritório aqui na cidade, Angelo me olhou com uma alegria e falou seja bem vindo, eu tenho.muito.trabalho.e serei o primeiro cliente seu. Nossa aquilo papai.adorou porque Angelo era um milhonario bem sucedido , e para seria uma ótima referência, agradeci e procurei sai de fininho, vejo Pedro num canto olhando o rabo de uma prima, fiquei indignado, e veio um pensamento na minha cabeça, essa será minha sina, me envolver com homem hetero, e viver.isto sempre, quando ele me viu ficou muito sem graça, e veio com uma desculpa, eu então falei Pedro tá tudo bem, afinal não temos nenhum.compromisso, vc e homem e gosta da fruta, ele me olhou e quiz falar, então luz minha mão na boca dele, e sai de perto, eu estava indo.para o meu canto de ficar sozinho quando percebi Angelo vindo na minha direção, eu acabei de entrar no.paiol, ele chegou olhou para os lados e entrou, me olhou , depois falou vc nem imagina a saudade que eu tenho de vc, eu olhei nele, e falei coml assim vc nunca mais me procurou, nem para dizer que ia se casar, ele abaixou a cabeça e Falou por favor me dê somente uma chance de me explicar.eu olhei e falei não precisa já passou anos demais, e fui saindo, ele me segurou pelo braço, me olhou com aquele olhou que eu sempre amei, e falou não faça isto com agente.eu então falei, ok, vou te escutar, ele desse vou inventar uma ligação, ou melhor vc me liga e eu arrumo uma desculpa e chamo vc para ir comigo ver o caso, eu balancei a cabeça, concordo com aquele absurdo, mas no fundo alguma coisa me pertubava o meu íntimo, ele sai do paiol, eu fiquei, depois de uns minutos, eu fiz a ligação, ele atende , então eu falo vc e maluco, ele conversa como eu fosse um cliente, desliga, ele estava perto de sua esposa, e meus pais, mas o Paulo, gostaria que ele fosse comigo ver esse cliente, e uma causa que vai dar um dinheiro, o meu logo acho ele está escondido como sempre, nisso eu saio do paiol, papai me vê, e grita, filho vem cá, eu me aproximei, Angelo fala quer me ajudar com causa de um bom cliente, eu olho digo ok, saímos rumo ao carro, percebo que mesma camionete, ele vê o meu espanto, quando entramos, ele me olha e fala essa camionete foi a única lembra de vc, nunca tive coragem de vender ela, eu fiquei muito sem graça, saímos, rumo a algum lugar, Angelo, segue sem dizer nada, pegamos rodovia , percebo que vai em direção aos Motel, então eu fala Angelo vc pediu uma chance de explicar e Para onde vc esta se dirigindo, ele então.encosta, e fala achei que seria bom Também matar a saudade, eu retruco que besteira de saudade, já passa a muito anos, quando me trocou por aquela, falsa, quando nele vejo ele começar a dar risadas das minha palavras, então eu percebo que todo aqueles anos todos nunca tinha perdoado Angelo, por sua escolha, então abaixei a cabeça com vergonha, e ódio de mim mesmo, nisso ele segurou no meu queixo, e começou a explicar, olha eu não TiVo outra alternativa, vc era uma criança, eu um homem adulto, tive muito medo de seu pai descobri, eu te queria muito, e pertinho certeza que vc tava caidinho, por mim, tive de vc, abrir sua boquinha sem quer, eu seria preso, julgado, humilhada por ter te amado tanto, então falei mas não foi vc o primeiro, ele olhou em mim e falou e quem iria acreditar em nós, o seu tio Bruno, não estava mais aqui, eu respiro fundo olhei nele, e falei não quero de julgar ,nunca farei isto, Angelo me puxou prós seus braços, e falou, eu amo muito vc, e vou te aprovar isto , eu já estou me separando de Cristina, vou me mudar daqui, vou para a capital, e olhou em mim, e falou posso te um conselho de um amigo que te quer muito bem, não faca isto que pai falou, não comenta essa sandice, vc esta bem, lá, aqui vc terá que prestar contra de sua vida a sua família, para a cidade inteira, pensa reflete, eu olhei nele vi que realmente ele tinha um carinho por mim, ele me puxou de novo me roubou um beijo, sente seu toque, seu perfume, sua imagem veio na minha lembrança, eu comecei a tremer, ele me segurou, e falou no meu ouvido, calma minha criança, eu abracei ele com força, então ficamos assim por um tempo, depois ele falou posso seguir a viagem,eu então falei sim, ele partida na camionete, entramos no motel mais próximo, chegamos no quarto, eu simplesmente, olhava nele, e via o mesmo homem que eu amei ainda menino, ele me pegou no braços me pôs na cama, e foi me despindo, eu fazia o.mesmo com ele, depois de despidos ele me puxa, me abraça muito forte, sentia seu coração bater muito forte, beijei seu peitos sente o seu perfume, me vi eu anida criança nos braços daquele homem, horas passou nem percebemos, sente sua mãos forte me tocar, e cada toque explodia célula de meu corpo, ele vira se deita em cima de mim, sinto seu pênis procurando o caminho, respiro fundo ele fala no meu ouvido como desejei estar assim com vc todos esses anos, nisso sinto seu cacete encontrar o meu cuzim, e foi entrando lentamente, e me abria outra vezes, seu ritimo começou acelerar, sentia uma dormência no.cuzim por causa de sua rola gigante e grossa, mas era delicioso sentir ela outra vezes, ali sendo usado por aquele homem, compriend que nunca tinha deixado de amar aquele homem, percebi que todos que passaram pela minha vida, foi uma constante de minha paixão por Angelo, e também foi uma forma que eu encontrei para sofrer tanto.

CASAL EM VIAGEM

Eu, magro, alto, bonito de 40, anos e minha mulher, loira , magra de belo corpo de 32 anos, fomos viagem para Santa Catarina no ultimo feriado. Como sempre fazemos um mes antes fazemdo contatos com casais , mulheres e homens só. Minha mulher gosta muito de homens pintudos e eu tambem ja que gosto de mamar num belo cacete. Quando chegamos em Curitiba, ligamos para o Arnando ( nome fictício ), para nos encontrar, fomos para o apartamento dele e assim que chegamos ele arrancou um cacetao ali mesmo na sala e nos mostrou, eu mesmo ja me ajuolhei nos seus pés e enfiei na minha boca, minha mulher tambem fez o mesmo, mamamos e ela deu varias vezes para ele e depois no descanso merecido ele nos convidou para ir a chacara dele onde teria varios amigos dele lá, eu olhei para a Vilma minha mulher e disse juntos Varios amigos ? Claro que vamos. No outro dia, de manha , fomos para a chacara dele, chegamos lá por volta do meio dia e ja tinha 4 homens lá, todos de sunga na piscina nos esperando, eles sabiam quem eram nós. Eu pedi para um deles, o moreno me mostrar bar pois queria tomar um wisk, ele me acompanhou e no caminho me disse: O Arnaldo me contou o que rolou ontem no ap. dele com voces… Eu colocando o wisk no copo disse: _ Contou tudo mesmo ? Ele se encostou atras de mim e senti seu pau duro na minha bunda e falou: Quase tudo, porque voce nao me conta o resto? Entao eu me virei sem olhar para o rosto dele e disse: _ Nao aconteceu nada demais… apenas que a Vilma deu para ele. O safado tirou o pauzao para fora me mandou pegar no pau dele entao, tomei um grande gole de wisk e me ajoelhei e abocanhei aquele pau moreno e fino. Chupei demoradamente, aquele cacete, e só parei quando o Arnaldo chegou e falou rindo : Ah, o corno ja está chupando os cacetes ja é ! e tirou o pau para fora tambem, nao demorou muito e minha mulher chegou segurando na mao de outro rapaz e veio me ajudar entao ja eram eu e ela mamando em 4 cacetes, dois apra cada boca e logo veio o quinto cacete entrando na festa. dalí da sala fomos todos apra o quarto. Arnando foi o primeiro a meter na buceta da Vilma, ela gemia muito e eu no ouvido dela, falava que ela iria dar para npos 5 e ela reposndeu para os 5 nao, para que vou dar para voce ,se tenho 4 cacetes lindos aqui só para mim. Eu disse: _ Porque sou seu corno e corno como por ultimo, esqueceu ? Quero comer essa bucetona arrombada hoje cheia de porra e bem larga, do jeito que um corno merece comer. Minha safada, Minha putona gostosa ! Ela riu e mordendo a linga no canto da boca, se virou e deu de quatro para os outros 3 rapazes, enquanto ela dava eu lambia os sacos dos caras, eles enfiavam o dedo no meu cuzinho. Teve um, o Joao, que quiz me comer, esfregou o pau na minha bunda, me lambeu o cuzinho, mas eu nao deixei ele meter em mim nao, era muito grande o pau dele. mas quando ele estava comendo a Vilma, ele me chamou para perto dele, e muito safado, tieou a camizinha e jorro porra na minha cara me fazendo receber porra na minha boquinha e eu ouvi da boca dele o seguinte: _ Vai seu corno, bebe minha porra, seu viadinho corno, vai bebe, voce nao gosta de chupar pau, nao gsota que s asua mulher leva para dos caras, entao, vai bebe tudo e enfiou o pau na minha boca e me fez lamber tudinho a porra dele, eu morrendo de tesao ouvido aquilo tudo empurrei ele e abrindo as perna da minha mulher , meti na bucetona dela feito frango assado e beijei ela na boca e dividi a porra do cara com ela e ela me chamando de corno querido e de viadinho eu gozei na bucetona arrombada dela. Gozei bem gostoso e gritei muito alto de tanto prazer e nao demorou muito para o Arnando vendo tudo aquilo, veio e meteu na nossas bocas o cacetao dele e gozou tambem nas nossas bocas, nos lambuzando toda a nossa cara safada de muita porra. Ali mesmo eu e ela desmaiamos de tanto cansaço e a tarde seguimos viagem para Florianópolis , e lá nós transamos com um casal , mas aí é outra historia. Beijos a todos.

Visita do meu primo-em busca de macho

Se passou alguns dias e estava me sentindo irritado,e não conseguia me concentrar nos estudos,e me pegava com a cabeça nas nuvens e aconteceu que estava na escola e fui ao banheiro e tinha um servente legal,tinha uma grande amizade com ele,mas quando vi estava pensando em me entregar e saciar o meu desejo de ter um pinto me saciando.Mas lembrei do meu amigo e fui falar com ele e ficou de dar uma resposta mais tarde e passando em casa me disse se poderia ir a casa de um amigo as 17 hs e logo fui concordando e ele me deu o endereço,mas foi dizendo tudo na melhor lisura e segredo.Na hora combinada tocava a campainha e logo fui conduzido a um quarto e me pediram para tomar um banho e ficar a vontade deitado na camaLogo adentrou ao quarto um senhor dos seus 45 anos e notei que tinha um senhor pinto e foi mandando chupar e fui com tudo o deixando contente e logo me mandou ficar de 4 e veio com seu dedo me tocar e que sensação que ele me passava,e aos poucos fui me entregando e ele comçou a me comer,e socava com vontade me fazendo entender quem estava no controle.Voltei para casa contente ,mas faltava algo,o sentimento de conquista,de ser dominado no papo,mas no momento me saciava

Após a Discussão com meu pai Ele me comeu. PARTE 1

Olá, meu nome é Pedro, tenho 18 anos, sempre fui um garoto educado com as pessoas, mais tenho tido sentimentos confusos, não sei do que gosto em relação a minha sexualidade e um monte de várias coisas em minha vida. Bom mas o que está complicando ela mais um pouco seja algumas coisas estranhas que ando sentindo com meu pai, é meu próprio pai, que me fez e me criou com todo amor e carinho, esses sentimentos têm me deixado revoltado, solitário, triste e até agressivo e mal educado com as pessoas, me sinto só às vezes.  Ando brigando com todo mundo, respondendo minha mãe e professores, esses sentimentos têm acabado com minha vida (Bom, o q eles dizem q é a puberdade kkkk fico triste e começo a rir ao mesmo tempo, mas o ápice de tudo isso aconteceu quando eu estava na escola, um garoto metido veio de gracinha pra cima de mim, fiquei tão estressado e comecei a discutir com ele, a discussão ficou fora de controle e saímos na porrada, chegou vários professores e conseguiram separar a briga, e aí veio as consequências chamaram meu pai na escola e contaram todo o ocorrido bom, a versão deles, fui pra casa com meu pai, e aí começaram as conversas e promessas de castigo, afff, meu pai foi o q mais brigou comigo, mal sabia ele  que ele era o culpado disso tudo, ele discutindo comigo e eu revoltado, e  imaginando várias loucuras na minha cabeça, ele lá brigando comigo e eu só ouvindo, chegou um ponto onde não aguentei e gritei alto q a culpa era dele, por ter aquele corpo tão bonito, que me deixava de pau duro e babando e louco de tesão q ele me tirava a concentração que eu sentia atração no corpo dele, falei muitas merdas e corri pro meu quarto e me tranquei lá.Um Hora Depois:  Ele bate na porta do meu quarto e diz que quer falar comigo de início eu não queria tava morrendo de vergonha pelo q falei, após muita insistência eu abri, e a primeira coisa que ele perguntou foi filho vc é gay?  fiquei com um pouco de medo e disse que sim, e ele me falou que continuaria me amando do mesmo jeito, e foi muito legal. Mas, aí ele me pergunta quanto a mim o q vc anda sentido eu fiquei calado e ele insistindo a mesma pergunta, e ele falou q não me julgaria e nem ficaria bravo apenas me ouviria, e então eu falei com a voz trêmula , pai, eu ando tendo sentimentos e sonhos estranho com vc não consigo me concentrar perto de vc  e quando penso em vc… (Pra não ficar muito longa)AGURDEM PARTE 2…

Regiane: MEU DONO É INSUPERÁVEL! – PARTE I –

Neste conto apenas fiz um rascunho e meu DONO e SENHOR DOM GRISALHO, maravilhoso como sempre, fez as devidas correções e transformou em um belo relato, espero que gostem. Os nomes contidos neste relato são fictícios, aqui me chamarei de Regiane, sou de uma região muito pobre do estado do Piauí. Exerço a função de professora numa escola pública para o ensino fundamental. Vivendo enormes dificuldades financeiras, com ganhos tanto de meu esposo como eu de menos de um salário mínimo cada um, mas isso não acontece somente com nós dois, mas como quase todos que aqui residem. Como o ganho é insuficiente para sobrevivermos, e para tentarmos contornar um pouco da falta de dinheiro, eu e meu companheiro Simão fomos para Teresina a fim de comprar algumas roupas e perfumes e revender na minha cidade que fica na região de Curimatá-PI, com uma população em torno de 11.000 habitantes, onde todo mundo conhece todo mundo e com isso o que fizermos, seja certo ou errado todo mundo fica sabendo e com certeza o que impera são críticas. Sei que a maioria das pessoas quando relatam um conto costumam aumentar a beleza e as características dos personagens. Sem exagero a verdade é que eu nasci com o dom da beleza, um corpo que se destacava entre as moças de onde eu estivesse e, isto para o ambiente em que eu vivia foi muito ruim para mim. O que vou relatar na verdade é mais um compartilhamento de uma mulher que é hoje extremamente feliz por ter aceitado dar vazão aos impulsos sexuais que me deixavam em estado de tesão continuo e ainda num momento muito difícil de minha vida. Sou morena clara, cabelos bem longos, lisos e sedosos, bunda arrebitada (recebo cada cantada valorizando meu traseiro, no inicio ficava indignada, mas hoje fico até orgulhosa). Tenho 56 quilos para uma altura de 1,69. Olhos bem pretos e profundos. Muitas que contam suas vidas nos contos dizem serem bonitas e fazem descrições fantasiosas de si mesma, eu não estou aqui para julgar ninguém, mas são extremamente exageradas nas suas descrições; porém, eu garanto que de fato sou bonita, uma vez consegui ganhar o título de miss de Curimatá quando tinha então 17 anos apenas, e depois disso, minha vida se tornou um verdadeiro inferno. Pois aqui, na minha região existe ainda um forte sistema de coronelismo e eu era constantemente assediada. Sempre fui ótima aluna e boa em português e gosto muito de redação e meu sonho era ser uma secretária ou professora bilíngüe. Mas acabei me tornando uma dona de casa bem simples e a pouco tempo consegui ser professora rural pela interseção de um amigo de papai (que vivia me chamando para sair como recompensa pelo emprego que ele arrumou para mim) e assim um padrão de vida bem pequeno. Meu pai, homem bom, mas simples e rude foi contrário a minha ida no concurso e creio que ele tinha razão, pois constantemente ele era chamado de sogro nas ruas e por diversas vezes ele recebeu proposta indecorosas desses coronéis para ser sustentado ou aposentado e receber regalias, bastando para tanto permitir o namoro da filhinha com algum deles. Meu pai era extremamente severo e não conseguia admitir que eu não tivesse culpa e sempre falando que eu queria me exibir nesse concurso e na época, a verdade é que eu era apesar de totalmente virgem diziam que eu era a prostituta da cidade. Eu era tão bobinha que nem sabia me masturbar direito, pois quando tentava (o que era raro) não tinha prazer algum. Eu chorava convulsivamente todos os dias e meu pai sem piedade continuava a atribuir a mim a culpa pela desonra da família. Não me restou alternativa, senão a que meu próprio pai ofertou que era casar com o filho do seu compadre, que é meu atual companheiro Simão, que não era de forma alguma meu predileto, mas papai exigiu e o que eu poderia fazer? Enfim como sou uma pessoa pobre, quando tenho algum dinheiro que posso usar, vou a uma lan-house daqui de minha cidade para acessar a internet, pois nem tenho computador. Sofri com um mal social aqui do Piauí o casamento prematuro, meus pais são pessoas simples e ficavam sempre apavorados com o número de homens que investiam pra cima de mim. Num belo dia, meu pai conversando comigo pediu para que eu me acertasse logo com um rapaz que eu nem gostava muito, e que casasse logo, pois ele já não suportava mais a pressão dos coronéis. Meu namorado e hoje marido era um sujeito simples também, sem grandes metas ou projetos, porém era um homem integro e trabalhador e meu pai fazia gosto no nosso relacionamento. Aceitei as ideias de meu pai e marcamos a data e casamos. Mas antes de meu matrimônio despertei para o sexo por minhas descobertas na internet, o pouco tempo que eu tinha eu entrava em salas de bate-papo e uma, particularmente, me interessava bastante, as de sadomasoquismo, aqueles homens maravilhosos que escravizavam suas submissas e, com práticas aonde Eles faziam o que queriam com elas e, principalmente estas sentindo enorme prazer e, ainda aquelas trepadas maravilhosas que relatavam as cadelas, eu me via naquelas cenas, sendo usada e abusada, chegava a escorrer pelas coxas todo o meu tesão. Mas, apesar de eu gostar de sexo, eu era insatisfeita na cama, pois eu e Simão, somente transamos na posição papai e mamãe, aonde eu não gozava, servia apenas para receptáculo do sêmen de meu marido, aliás, como penso que seja na maioria dos casamentos pela inércia entre os casais, eis que era uma reclamação constante entre as mulheres amigas e, com a sequência do relacionamento fui ficando cada vez mais frustrada e infeliz. Todas as minhas fantasias estavam aprisionadas e aquela integridade do meu marido, aquele respeito todo, aquela falta de diálogo, aquela mente limitada, foi me causando uma grande angustia, e o pior eu não tinha ninguém para compartilhar meus sentimentos. Eu queria ser tratada como PUTA, queria gozar como as ESCRAVAS que eu conversava no bate-papo, que diziam verdadeiras maravilhas do que era o sexo e eu não tinha nada daquilo, minha fixação estava se tornando muito grande, chegava a sonhar sendo possuída, acordava de manhã toda melecada e ia sem falta diminuir meu fogo através da única forma que eu podia contar: siriricas chegava a bater até duas, três vezes seguidas, saia do banheiro tremula, pois não me saciava, mas reconheço que um pouco ajudava. O que me deixava ainda mais com tesão era que ouvia cantadas direto, pelos mesmos homens que por ter abastança financeira, achavam que todas as mulheres só queriam dinheiro e aventura, alguns me chamavam de VADIA e isso ao contrário do que possam pensar, estava me excitando. A minha redenção como PUTA e SAFADA no sexo aconteceu por uma sucessão de fatos totalmente imprevisíveis, conforme relatarei a vocês, procurei ser a mais realista possível com os fatos que ocorreram e que me levaram a ter prazeres indescritíveis. Vamos lá, depois de tentarmos várias opções, pois Simão apesar de muito trabalhador tinha pouca cultura, homem pouco atraente que não gerava nenhum desejo sexual em mim e sendo totalmente previsível, eu não conseguia ter qualquer excitação com ele e garanto a vocês que eu tentava, imaginava cenas tórridas entre nós dois, ficava com idéias de ser humilhada, usada e, ele por não fazer sendo incompetente em me fuder comigo, apenas me irritava, mas tinha que ficar calada, pois se alguém soubesse das minhas aflições seria julgada uma mulher VADIA, com toda essa dificuldade íamos vivendo assim mesmo, ele tinha cerca de três anos de idade a mais do que eu. Com a nossa vidinha sem sal e poucos recursos resolvemos juntar nossas poucas economias e, viajarmos então para a capital Teresina na busca de termos rendimentos melhores. Por minha idéia resolvemos comercializar perfumes para ver se entrava alguma grana extra, e decidimos verificar alguns canais de vendas em Teresina, para comprarmos os produtos. Tomamos o ônibus na vizinha cidade, pois tínhamos algumas coisas a resolver lá e por incrível que pareça estava uma noite muito fria aqui no Piauí, levamos todo o nosso dinheiro e pegamos o ônibus da companhia Princesa
do Sul. Eu e meu marido o pegamos na estrada e ele quase totalmente cheio. Quando entramos no ônibus estava havendo uma pequena discussão entre dois passageiros sobre os números das poltronas, obrigando o motorista intervir de forma dura com eles, dizendo que não admitia a troca de lugares etc.etc. e, com isso foi nos indicados uma poltrona para mim e outra para o meu marido, um ao lado do outro no corredor, porém com parceiros diferentes. Estávamos a apenas 40 centímetros um do outro e como ele odeia escândalo e pedir favores, ficamos assim pertos e ao mesmo tempo separados. Era uma noite fria e a viagem era longa, em torno de 18 horas de viagem, era noite quando entramos por volta das 21h00min e já estava bem escura e fria (o que é raro no Piauí) a empresa ofereceu cobertores a todos e aproveitei e me cobri tentando dormir logo. O ônibus estava lotado e não conseguimos assentos lado a lado, eu estava de saia bem comprida e agasalhada, assim como meu marido bem confortável também com um casaco bem fechado. Tínhamos pego o ônibus numa parada e não na rodoviária e a luz foi acessa brevemente e antes mesmo de conseguirmos sentar o condutor já apagou e seguiu viagem. Sentei ao lado de um homem que nem reparei direito quem era e rapidamente ajeitei minha mochila e não querendo nenhum tipo de conversa me virei na poltrona, me cobri com o cobertor fino que a empresa oferece e deitei de lado, ficando de costas e com o traseiro virado a ele, assim evitaria qualquer tipo de contato, achava que teria um bom descanso, mas a vida nos reserva surpresas indescritíveis, como as que eu relatarei em seguida…Passado menos de 5 minutos eu senti uma mão decidida me tocando firmemente sem ter qualquer pudor ou receio da minha reação. Fiquei perplexa e extremamente assustada, porque não era de se esperar que alguém ousasse me tocar, e o meu companheiro de cadeira foi me apalpando aos poucos e gradualmente. Mas o que era isso, o que eu deveria fazer, gritaria e daria um escândalo, brigar, relutar tampando-me mais com o cobertor ou ficar quieta. Esse alguém que nunca vi na vida decidiu de forma contundente me tocar e possuir. Simplesmente gelei. Tentei me posicionar de forma a me afastar o máximo e virar de outro lado. Porém tudo foi em vão. Existia ali um homem que sabia o que queria e claramente me fazia entender me tocando sem receios todo o meu corpo. Confesso que pensei muito em que fazer e única reação que achei mais racional era nada fazer, na minha mente todas as possibilidades existiam. Desde um maníaco homicida que podia possuir uma arma de tal certeza que ela agia, quanto um homem sedento de paixão e desejo e cheio de determinação que exigia com fúria o corpo de uma mulher. Se desejar receber outros contos de minha autoria, entre em contato através de meu e-mail – Ficarei satisfeito por poder mostrar-lhe meus trabalhos.                                

fotos minhamulherminha esposa putinhacontos eróticos cuckoldcomendo minha maeesposa de mini saiacoroa safada com novinhocontos eróticos de incesto com fotoschupando pela primeira vezgostosa casada safadapegadas de machosmetendo na buceta da gordinhacasa dos contos sexocachorro gozando muitochurrasco e sexominha irmã tomando banhobucetinha marcadaconto erotico apostacontoseroticosgayspau no cu da casadacuzinhos depiladossexo com a mamãeporco acasalandomenage com transviuva de marido vivocasadocontoseroticosmeninas safadalouco por calcinhaspegando no pinto do amigominha esposa me comeuprimeira vez do casalcasa dos contos xxxfudendo teenssecretaria safadavizinha casada safadacasa dos contos erotocoscontos eroricos casapenis cabeça de cogumelocachorro goza dentroputas feira de santanacasadoscontosgostosa no chuveiroirma peladinhaesposa de vestido curtomostrando tudocomendo a minha babacomendo o cu da diaristacachorra safadapica dentro da bucetacu morenoesposa na varamoleques transandocorno no telefonecomendo o cu da vovópaumartnos reencontramoscuentos eroticospunheta no cunhadovelho comedorminha esposa nuabucetinha e cuzinhofudendo minha filhamoleques transandoculpa da bebidacontos mae e filhabalada d edgepica dentro da bucetacheirinho de bucetamata minha sedecasa de massagem em maceiogordinha gulosasauna gay curitibaseios empinadinhosmotel galanteschupada por doisandando na praiacasadoscontos.com.brcomendo babaai meu cujogar jogos eroticosesposa trepandofode a sograchupando a buceta da vizinhawww casa dos contos com brfudendo animaismeu amigo comendo minha mulhermeu cacetemenage com travestisenhora safada